Entenda sobre Previdência Privada e a importância para sua aposentadoria no futuro

Viver uma vida sem grandes preocupações financeiras é o sonho de muita gente. Esse sonho é ainda maior quando pensamos em nosso futuro, quando estamos mais velhos e chegou a hora de aproveitar o que nos resta de vida. O que muita gente se esquece é que para se obter um futuro tranquilo, com independência financeira é necessário planejamento e o início deve ser imediato. 

Quanto mais cedo você começar a se programar para essa fase da vida, mais possibilidade você terá de chegar até ela com um patrimônio garantido e segurança para você e sua família.

Como no Brasil a educação financeira é algo que o Brasileiro quase não tem contato muitas pessoas acabam adiando suas aplicações e assim sabotando sua aposentadoria. Isso acontece pois muitos acreditam que está cedo de mais para se pensar nisso, já que a aposentadoria só ocorre entre os 50 ou 60 anos. Outros já acreditam que é muito tarde para se investir melhor na previdência.

Segundo dados do Banco Mundial, apenas 4% da população brasileira poupa algum dinheiro com o objetivo de complementar sua aposentadoria, além do INSS. O que coloca o Brasil como um dos piores países no mundo nesse quesito.

Quando observamos a constante mudança do cenário econômico e a nova realidade imposta a investidores, o fatio de apenas 4 brasileiros em cada 100 terem algum tipo de reserva para o futuro fica ainda mais preocupante.

Faça da previdência privada sua ferramenta para um futuro tranquilo.

A previdência privada é uma forma segura de investir com pensamento no longo prazo. Com diversos ativos disponíveis para esse investimento, é uma maneira fácil de aplicação do seu patrimônio.  Apesar de ser pensada para complementar sua aposentadoria, a previdência privada não está ligada ao INSS. 

O grande diferencial da previdência privada é a possibilidade de proteger seu patrimônio de maneira que ele renda até a data de você usufruí-lo. Mas antes de decidir a quantia que você irá investir é importante considerar alguns fatores que poderão potencializar seus rendimentos, e ir de encontro com seus objetivos reais como investidor.  

Um desses fatores importantes para iniciar seu planejamento é saber quando deseja obter de renda no futuro, e assim equiparar suas aplicações da renda ou patrimônio atual para conseguir chegar aos valores desejados. Mas essa parte mais estratégica deve também estar sempre alinhada com disciplina e persistência, pois o ideal é realizar suas aplicações mensalmente e com foco no longo prazo.

Por que investir na Previdência Privada.

As vantagens de se investir na previdência privada são muitas, principalmente quando comparada com a aposentadoria pública. O ideal é não depender da aposentadoria pelo INSS já que o teto é de apenas R$ 4.663. Então a previdência privada te dá a possibilidade de escolher o valor que você irá investir mensalmente  e os prazos dessa aplicação. Além disso é possível escolher como deseja receber sua renda entre vitalício ou determinado período, considerando os anos que você irá usufruir do benefício. Além de permitir um planejamento sucessório com a possibilidade de que filhos e cônjuges possam receber o benefício após um possível falecimento.

Conclusão 

Como pudemos ver, a previdência privada pode e deve ser utilizada de maneira eficaz para garantir um futuro tranquilo e sem grandes preocupações financeira. Os investimentos na previdência privada são fáceis, seguros e garantem bons rendimentos a quem deseja complementar sua aposentadoria e garantir uma boa renda no futuro. Além de possibilitar a segurança de sua família, pois no caso de um eventual falecimento filhos e cônjuges poderão receber os benefícios de sua Previdência Privada.

 

 

 

Como funciona o COE?

Os Certificados de Operações Estruturadas, popularmente conhecido por COE, ainda é uma modalidade de investimentos pouco conhecida pelos brasileiros, mas que podem expor o investidor a cenários de ganhos interessantes.

O COE, assim como os fundos de investimentos, funciona como um veículo de alocação. Ou seja, é uma cesta com diversos ativos, que combinados, buscam trazer uma boa rentabilidade ao investidor.

Em um primeiro momento, pode parecer complicado de se entender a dinâmica de funcionamento do COE, mas ao final deste artigo, será possível perceber que não é tão complicado assim.

Como funciona

É interessante pensar no COE como uma cesta de investimentos. Dentro desta cesta, o banco emissor pode colocar ações listadas no Brasil ou em qualquer outro lugar do mundo, fundos de investimentos brasileiros e internacionais e também índices.

O objetivo é criar cenário de ganho e perda para o investidor. O interessante dos COEs é que você saberá exatamente quais são esses cenários no momento em que investir.

Dentro desse tipo de investimento, existem duas categorias: Os COEs com capital protegido e os COEs sem capital protegido. Como o próprio nome já diz, no primeiro caso o investidor não tem risco de perda no investimento, sendo que no segundo existe esse risco, que acaba sendo compensado pelo potencial de lucros maiores do que na modalidade anterior.

Exemplo

Digamos que você investiu em um COE com período de dois anos e capital protegido. Esse COE é baseado em um cesta com as ações X, Y e Z. Quando você decidiu investir nesse COE, a sua corretora lhe informou que em caso de sucesso, você ganharia um total de 15% sobre o capital investido.

No momento de investir, as regras definidas para esse COE eram de que, se ao final do período, todas as três ações estivessem acima do valor da data do investimento, você ganharia. Caso contrário, seu capital inicial seria devolvido.

Passados os dois anos, você verificou que a ações X, Y e Z estavam acima do valor de dois anos atrás.

Sendo assim, você foi remunerado em 15% sobre seu investimento inicial.

Veja que essa estratégia independe se as ações subiram 1% ou 100% no período. Em qualquer dos casos, você ganhará 15%.

Ao final do investimento, incidirá o imposto de renda conforme a tabela regressiva, começando em 22,5% até 15%, a depender o prazo do COE.

Principais Vantagens

  • Acessibilidade: Através dos COEs você pode investir em ativos fora do Brasil, sem precisar enviar dinheiro para fora do país e sem correr risco cambial, uma vez que os COEs podem investir em ações e fundos do mundo todo.
  • Diversificação: A estrutura dos COEs já é, por definição, uma forma de diversificação. Através de um COE você pode investir em qualquer classe de ativo, seja em nosso país, seja internacionalmente.
  • Acompanhamento: Uma outra vantagem de se investir nos COEs, é a facilidade de acompanhamento. Uma vez que ele investe em diversos ativos, mas é um produto só, o acompanhamento é fácil e sem complicações.
  • Baixo valor de investimento: O capital inicial para se investir em um COE é baixo, considerando que o investidor terá a possibilidade de investir em classes de ativos que ele geralmente não conseguiria com um baixo investimento.

Conclusão

Se você se interessou pelos COEs e quer entender mais sobre essa modalidade de investimentos, bem como conhecer as diversas opções de COEs presentes na plataforma da XP Investimentos, contate seu assessor BlueTrade.

Saiba mais sobre os COEs assistindo à nosso vídeo educacional.


 

 

Principais taxas dos Fundos de Investimentos

Ao investirmos em fundos de investimentos, muitas vezes nos deparamos com algumas taxas que nunca ouvimos falar.

Existem três taxas principais que iremos explicar hoje, sendo elas: Taxa de Administração, Taxa de Performance e Taxa de Saída.

Taxa de Administração

A taxa de administração é a mais famosa de todas e quase que na maioria das vezes ela é cobrada. Essa taxa é cobrada anualmente pelo cotista como uma forma de cobrir os custos da prestação de serviços.

Um fundo de investimentos é uma empresa como qualquer outra e necessita de pagar suas contas de estrutura física, taxas de regulamentação, custos com auditoria dentre outros custos existentes.

Sendo assim, a taxa de administração tem como finalidade a remuneração de pessoas e entidades envolvidas em um fundo.

Quando existente, a taxa de administração incide sobre o patrimônio do fundo, independente de o mesmo ter dado lucro ou não no período. Sendo assim, no momento inicial do investimento, já se saberá que uma taxa de administração incidirá sobre o total investido.

Taxa de Performance

A taxa de performance existe tem como finalidade remunerar a boa gestão de um fundo. Isso acontece quando o fundo rende acima de seu benchmark, ou seja, seu índice de referência.

Para exemplificar a situação, o Ibovespa é um índice de referência comum para os fundos de ação, assim como o CDI é um índice de referência comum para o fundos multimercado e de renda fixa.

A taxa de performance só é paga se o fundo render acima de seu benchmark e esse rendimento for positivo. Assim sendo, se o Ibovespa caiu 10% em determinado ano e um fundo que o tenha como benchmark caiu apenas 5%, isso quer dizer que ele bateu seu benchmark, mas não terá taxa de performance, uma vez que o rendimento foi negativo.

No mercado de fundos brasileiros, é comum a taxa de performance ser 20%. Vale dizer também que existem alguns fundos que não cobram taxa de performance.

Indo para um exemplo prático, imagine que um fundo de ações tenha como seu benchmark o Ibovespa e taxa de performance de 20% sobre o que exceder seu índice de referência. Se em um determinado ano, o fundo tiver rentabilidade de 30% e o Ibovespa de 15%, a sua performance então terá sido 15% superior à do seu benchmark. Neste caso, o investidor pagará ao fundo 20% de prêmio sobre esses 15% de performance superior ao Ibovespa.

Taxa de Saída

Essa taxa já vem caindo em desuso, mas ainda acontece em alguns tipos de fundos de investimentos.

A taxa de saída, quando incidente, é paga quando se pede resgate de seu fundo e o mesmo tem um período de alguns dias ou semanas até seu dinheiro cair na sua conta.

Se o investidor quiser que seu dinheiro caia na conta mais rápido do que esse período de liquidação, ele paga uma taxa de saída, que incide sobre o total do patrimônio resgatado.

Vale reforçar que nem sempre existe essa taxa de saída e caso ela esteja prevista, será possível encontrar essa informação na lâmina, bem como no regulamento do fundo.

Saiba mais sobre as principais taxas cobradas em fundos de investimentos assistindo à nosso vídeo educacional.


 

 

SELIC E CDI: Conheça as principais taxas do mercado

A taxa Selic e o CDI são duas das principais taxas utilizadas no mundo dos investimentos, sendo os principais índices de remuneração dos títulos renda fixa.

 

Selic

A taxa Selic é a taxa básica de juros da economia. Ela é definida por um comitê de política monetária, o COPOM, do Banco Central do Brasil. Esse comitê se reúne a cada 45 dias para definir o juros básico da economia local. A Selic é conhecida por ser a taxa básica de juros por conta da sinalização que a maior autoridade monetária da nação passa. O Banco Central basicamente diz: A taxa Selic é o custo do dinheiro na economia.

 

Para definir a Selic, o COPOM leva em consideração diversos aspectos econômicos, como inflação, atividade econômica e desemprego. Como exemplo, com a Selic a 6% ao ano, quer dizer que, em teoria, todas as taxas de juros praticadas na economia devem ser maior do que esse valor.

 

Isso porque os bancos, que são os principais fornecedores de crédito para a economia, irão trocar dinheiro entre si a aproximadamente essa taxa. O governo também faz transações com os bancos a aproximadamente essa taxa. Sendo assim, se o banco capta dinheiro a aproximadamente 6%, ele irá querer algum lucro ao emprestar para o consumidor. Desta forma, ele cobra mais caro que a Selic para ter lucro. É assim que se forma o spread bancário.

 

CDI

O CDI é o Certificado de Depósito Interbancário. Essa taxa é sempre muito próxima à Selic. Isso acontece por conta de o CDI ser a taxa média às quais os bancos trocam dinheiro entre si. Como já foi dito, eles irão querer captar dinheiro ao menor custo possível, que seria a Selic. Sendo assim, o CDI é sempre muito próximo à Selic.

 

O CDI é o principal índice de referência para títulos de renda fixa privada. Ao mesmo tempo, a Selic é um dos indicadores dos títulos de Tesouro Direto. Sendo assim, quando ouvir sobre o Tesouro Selic, você já saberá que esse título irá lhe pagar a Selic atualmente em vigor.

 

Além disso, quando se deparar com um título de renda fixa que promete lhe pagar 115% do CDI, saberá que ele irá lhe pagar aproximadamente 15% a mais do está a Selic atualmente. O CDI também é muito utilizado como benchmark para fundos de investimentos. O motivo do uso do CDI como benchmark é o fato de que como muitos títulos de renda fixa utilizam o CDI como fator de remuneração, os fundos têm como objetivo gerar retornos acima deste índice.

 

O objetivo de retorno acima do CDI serve para que o investidor prefira aplicar no fundo, onde ele poderá ser melhor remunerado, mesmo que tenha de pagar taxas de administração e performance.

 

 

 

Tipos de fundos de investimentos

Os fundos de investimentos são veículos de alocação que podem investir nas mais variadas classes de ativos. No Brasil, os tipos mais comuns de fundos são os de renda fixa, multimercado, ações e cambial. Por questão de regulamentação, cada um deles tem suas particularidades, as quais serão abordadas a seguir.

 

Fundos de Renda Fixa

Essa categoria é obrigada pelo regulador a investir ao menos 80% de seu patrimônio em títulos de renda fixa, sejam eles públicos ou privados. Eles são caracterizados por sua fácil compreensão e também por ser uma porta de entrada para muitos investidores de fundos de investimentos. Já existem casos no mercado brasileiro em que esses fundos não têm taxa de performance. Por incrível que pareça, alguns não contam nem com taxa de administração. O investidor pode delegar seus investimentos a um gestor profissional, que terá acesso aos melhores produtos, sem ter que pagar nada por isso!

 

Fundos Multimercado

Os multimercados compõe a categoria mais extensa no mercado nacional de fundos. Com tantas opções disponíveis de fundos multimercado, o investidor pode ter alguma dificuldade ao escolher em qual investir. Essa categoria é a mais livre de todas, podendo investir em juros, bolsa, câmbio e inclusive fazer investimentos no exterior. Todos esses atributos fazem com que os multimercados possam ter diferenças bem grandes entre si. As casas de fundos multimercado geralmente tem alguma especialidade de investimento. Alguns fundos irão se caracterizar pelo foco em juros, enquanto uma outra parte se especializará no investimento em ações. Além disso, os gestores ainda têm a liberdade de investir fora do país, seja em títulos ou em ações. Isto dá a esses veículos uma exposição à outra moeda. As linhas acima mostram o quanto esse tipo de fundo tem liberdade para decidir onde investir e o que comprar.

 

Fundos de Ações

Esse tipo de fundo é obrigado a investir ao menos 67% de seu patrimônio total em ativos da bolsa de valores. Existem duas grandes categorias de fundos de ações. A primeira delas são os fundos passivos. Essa categoria é caracterizada por seguir um índice de referência, por exemplo o Ibovespa. Nesse caso, o fundo segue a carteira exata do Ibovespa, que é composta por mais de 60 ações. O gestor não precisa escolher em quais ações investir, ele apenas investirá nas ações que compõem determinado índice. A outra categoria é composta pelos fundos de seleção ativa. Nesse tipo de fundo, o gestor é responsável por escolher em quais ações investir. Após uma criteriosa análise, ele determinará se investirá ou não em uma ação. Além disso, definirá qual o tamanho da posição que a ação terá no fundo. Vale dizer que para os fundos de ações, não existe o come-cotas. Sendo assim, a tributação é paga sempre no momento do resgate, com uma alíquota de 15% sobre o lucro.

 

Fundos Cambiais

Essa classe deve investir ao menos 80% de seu patrimônio em títulos referenciados em moeda estrangeira. Os outros 20% devem obrigatoriamente ser investidos em ativos de renda fixa nacional. Os fundos cambiais geralmente são utilizados como uma proteção para a carteira de investimentos. Imagine que um investidor seja cotista de diversos fundos, dentre eles os de renda fixa, os multimercado e os de ações, mas que por suas características, eles sejam todos muito focados em investimentos no Brasil. Esse investidor pode optar por investir em um fundo cambial para se proteger caso as teses dos fundos que ele investe no Brasil não dêem certo. Como o fundo deve investir em títulos de moeda estrangeira, a carteira está pronta para ganhar caso as teses sobre o Brasil caminhem na direção correta, mas também terá uma parte de seu capital protegido caso as coisas saiam dos trilhos. Uma coisa que se deve falar, é que os fundos cambiais não investem diretamente na moeda estrangeira, mas sim em títulos, que são de moeda estrangeira.

 

 

 

Fundos Imobiliários de Shoppings: O que são e como investir?

A opções de investimentos imobiliários não param de crescer. Ela tem sido bastante procurada por ser uma modalidade de investimento segura e prática, por ser negociada diretamente na bolsa de valores. 

Quem opta por investir em fundos imobiliários pode realizar a operação com o auxílio de uma mesa de renda variável, e assim de maneira fácil realizar as operações na bolsa de valores através da plataforma de Home Broker. 

Entre os diversos tipos de fundos imobiliários se destacam aqueles voltados para investimentos em imóveis de shoppings. 

O que são Fundos Imobiliários de shoppings?

Por serem prédios com valor comercial alto, muitos grupos viabilizam a construção e manutenção dos mesmos, através de fundos de investimento. Essa modalidade tem todas as vantagens de qualquer outro fundo imobiliário, como por exemplo a isenção de imposto para pessoa física, rendimentos relativos ao valor aplicado. 

No entanto, a principal vantagem dos fundos de shoppings, quando comparada a outros FIIs, é o momento econômico do país. O consumo no Brasil tem a receita para um crescimento exponencial nos próximos anos, com crescimento do PIB, diminuição do desemprego e juros real baixo.

Esse cenário positivo, com crescimento do varejo no país, favorece os fundos imobiliários de shoppings. A melhora no consumo leva mais pessoas aos shoppings, gerando mais receita para o fundo proprietário, uma vez que os aluguéis dos shoppings rendem ao fundo uma fatia percentual das vendas das lojas.

Outro ponto é que com a melhora econômica, mais lojas serão abertas, reduzindo assim a vacância. Consequentemente aumenta-se a receita com aluguel e a distribuição de proventos para o investidor. 

Por que investir em fundos imobiliários de Shoppings?

É importante dizer também sobre o poder de diversificação de um FII de shopping. Um mesmo fundo pode ter diversos shoppings, em localidades diferentes e para classes sociais diferentes. 

Isso traz uma importante heterogeneidade ao FII, que dá uma segurança maior ao investidor, sabendo que se algo der errado em algum segmento, ele ainda tem diversos outros para segurar seus rendimentos.

Por último, temos como vantagem a característica dos shoppings comparada a outros FIIs, como o de lajes corporativas ou barracões logísticos. É muito mais fácil alugar uma loja em um shopping do que um escritório grande ou um barracão de armazenamento.

 

Entenda as principais características dos fundos imobiliários de shoppings através de nosso vídeo.

 

 

 

O que são Fundos de Investimentos e como começar a investir

O mercado financeiro cresce exponencialmente todos os anos. São muitas opções para quem deseja se tornar um investidor. Um dos produtos mais populares no mercado financeiros é o Fundo de Investimento. Por isso vamos explicar nesse post o que eles são e como começar a investir.

O que são fundos de investimento?

Uma das formas mais comuns de se investir nos dias de hoje é aplicar seu dinheiro em fundos de investimento e assim receber os rendimentos das cotas adquiridas. Os fundos de investimentos consistem basicamente na reunião de várias pessoas, interessadas em investir no produtos, que entregam seus recursos a um terceiro para fazer seus investimentos. 

Entre as principais gerenciadoras de fundos de investimento, estão as assets, empresas focadas na criação ou administração de fundos de investimento. Essas empresas realizam diversos investimentos no mercado e pagam ao investidor os valores referente ao  rendimentos dessas aplicações. 

Cada Asset pode trabalhar com tipos de fundos diferentes, bem como possuir um portfólio de fundos, nos quais cada perfil de investidor é considerado. 

Ao investir em um fundo, o investidor ganha cotas do fundo, proporcional ao montante que você investiu. O valor de sua cota é atualizado diariamente, de acordo com os rendimentos que fundo teve naquele dia. Portanto, se o fundo teve um ganho de 1% sobre seu patrimônio total em determinado dia, sua cota irá se valorizar 1% nesse mesmo dia. 

Em troca da gestão do seu dinheiro, geralmente os fundos cobram taxa de administração e taxa de performance. Como os fundos realizam todas as operações por você é comum que essas taxas sejam abordadas, pois elas servem para a remuneração do gestor do fundo por seus serviços. 

Quais são as vantagens de se investir via fundos de investimentos?

Se aprofundar em temas mais complexos do sistema financeiro ou pesquisar detalhes para realizar operações, podem gerar uma série de dores de cabeça para investidores. Com a correria do dia-a-dia e os desafios da vida cotidiana, encontrar tempo para administrar seu dinheiro com qualidade se tornou mais difícil.

Nesse cenário, uma das maiores vantagens de se investir em fundos de investimento é a qualidade e eficiência que a gestão do seu dinheiro terá. Com uma gestão profissional, nos  fundos de investimentos, você estará entregando seu dinheiro geralmente para os melhores profissionais do mercado financeiro. 

Outra grande vantagem trata-se da diversificação. Como os fundos em geral tem muito dinheiro sob gestão, isso permite que os mesmos invistam nas mais variadas classes de ativos. Com essa diversificação, os investimentos em fundos tornam-se mais eficientes e com possibilidade maiores de rentabilidade para.

Conclusão

Realizar seus investimentos em fundos pode ser uma opção prática e com alto grau de qualidade, já que seu dinheiro estará sendo gerenciados pelos maiores especialistas do setor financeiro. Após realizar a aplicação com o fundo você não precisará acompanhar o mercado a todo momento.

 

 

Pare de perder dinheiro na Poupança!

Poupança Comparativo

As promessas da poupança eram muitas. Segurança, liquidez, praticidade fizeram que esse modelo de aplicação se tornasse o mais popular e mais difundido no país.  Mas o baixo desempenho em sua rentabilidade fez com que ela deixasse de ser atrativa e que aplicadores que ainda estejam nela percam dinheiro. 

Mesmo que pareça atraente, por sua liquidez imediata e isenção no imposto de renda a poupança provê uma inércia extremamente perigosa para quem acredita que o melhor lugar para se guardar o dinheiro é na poupança, porém é comprovável que  investimentos em renda fixa irão render mais, apesar do imposto de renda.

Poupança X CDB

Existem vários modelos de investimento em renda fixa e o CDB está entre um dos mais comuns entre investidores com perfil mais conservados, parecido com os que aplicam na poupança. Principalmente por oferecerem exatamente o mesmo tipo de riscos para o investidor. Ao final do dia, em ambos os casos você estará emprestando seu dinheiro para o banco.

Neste post iremos comparar a poupança com um CDB que renda 110% do CDI. O CDI é uma taxa de referência muito utilizada no mercado financeiro, em especial para investimentos em renda fixa.

Também vale a pena dizer que o imposto de renda para investimentos em renda fixa é calculado através da tabela regressiva. Sendo assim, quanto mais tempo você deixar seu dinheiro investido, menor será a alíquota incidente.

Modelo de capitalização

Quem nunca ouviu falar sobre o famoso “aniversário da poupança”? Pois isso nada mais é do que o período de capitalização da poupança poupança, ou seja, o tempo necessário para que o dinheiro aplicado nela possa render algo. 

No CDB os rendimentos são diários, sendo capitalizado a partir do dia seguinte da aplicação até o dia de resgate, já na poupança ela precisa cumprir 30 dias aplicadas para render. 

Caso você realize uma aplicação na poupança no dia 1 de determinado mês e saque no dia 29, o dinheiro que você aplicou não gerará nenhum rendimento, pois mesmo o dinheiro estando parado lá por 29 dias ele só começaria a render após o “aniversário da poupança” de 30 dias. 

Se até então você acredita se tratar de algo corriqueiro entre os investimentos, saiba que não é verdade. Por acaso você se lembra qual foi a data dos últimos três depósitos que você fez na poupança? Se a sua resposta foi não, você já não saberá quanto será seu rendimento nesses seus três depósitos.Dessa forma um uma aplicação aparentemente inofensiva pode prejudicar sua rentabilidade. 

Rentabilidade 

Como explicado anteriormente , no ato em que o dinheiro é aplicado em um CDB o investidor passa a ter rentabilidade no dia seguinte da aplicação, ao contrário da aplicação em poupança que não terá rentabilidade nenhuma se o valor for sacado no 29º dia após a aplicação.

Para exemplificar ainda mais a comparação entre a rentabilidade de ambos, vamos considerar um investimento em um CDB, com rendimento de 110% do CDI. Traçando um exemplo histórico de rentabilidade em comparação ao valor gerado por um depósito na poupança.

Com um capital de R$100.000 reais aplicado em 5 anos em um CDB de 110% do CDI, com desconto de 15% de imposto de renda, a rentabilidade seria 63,3%, isto é, R$163.325 reais. O mesmo montante aplicado na poupança teria uma rentabilidade de 38,99%, o que resulta em R$138.990,00 reais. Isso quer dizer que em 5 anos, você deixaria de ganhar R$24.335,00.

Agora, considerando um um período de 10 anos esse investimento irá render 158,43% no CDB, com um total de R$258.431 reais. Uma diferença de R$61.491,00 reais em 10 anos.

Mas se você mantiver seu investimento por 15 anos a rentabilidade integral será de R$531.485,00 reais, um rendimento de 431,5% no total. Nesse caso, você teria deixado de ganhar R$238.805,00 reais em 15 anos.

Conclusão.

Como pudemos mostrar no post as diferenças entre a Poupança e os investimentos de renda Fixa são gigantescas. Quando o assunto é rentabilidade, quanto maior for o tempo de investimento maiores serão as diferenças entre a Poupança e CDB. Assim no exemplo apresentado, caso seja realizado um investimento com período igual a 15 anos, a diferença média mensal entre uma aplicação na poupança e um investimento em CDB será de R$1326,00 reais e 70 centavos.

 

Veja nosso vídeo comparativo de rentabilidade e tire suas dúvidas.

 

 

Fundos Imobiliários X Compra de Imóveis: Entenda as diferenças.

Não é de hoje que investidores sabem que a compra de um imóvel, mesmo à vista, não é a melhor forma de se investir em imóveis. Ainda assim, muitas pessoas se apegam à pensamentos fortemente propagados no passado que para construir seu patrimônio era necessária a compra de imóveis. Hoje com diversas oportunidades para aumentar a rentabilidade  de seu capital essa técnica provou-se obsoleta.

Fundos Imobiliários X Compra de imóveis

Investir via fundos imobiliários ou comprar um imóvel é uma dúvida que muitas pessoas possuem na hora de realizar seu planejamento. E essa dúvida faz todos sentido já que ambos estão investindo em  ativos imobiliários. Mas é neste ponto que surge a grande questão. Mas qual é a diferença?

As diferenças são muitas e os investidores que entendem o potencial dos fundos imobiliários conseguem acessar uma série de benefícios que a compra de um imóvel não possui. 

Simples, rápido e fácil!

Com o avanço da tecnologia, os investidores possuem total domínio dos seus investimentos na palma de suas mãos. Com esse controle os investidores que optam em investir em FIIs conseguem  realizar a compra e venda de suas cotas de maneira rápida e fácil através do home broker. 

Já para se efetuar a compra ou venda de um imóvel o caminho é bem mais longo e pode chegar a durar dias. A pessoa terá que se preocupar com visitas ao imóvel, estado de conservação do mesmo, além de diversas etapas burocráticas como escrituras, impostos, certidões, reformas e demais problemas que toda compra e venda de imóveis podem apresentar em suas negociações.

Liquidez e segurança

Outra grande vantagem para quem optou em investir em fundos imobiliários é a sua liquidez. pois as cotas de FIIs são negociadas diretamente na Bolsa de Valores. Assim, caso o investidor queira se desfazer de parte ou totalidade de seus fundos basta vender na bolsa para outro interessado através do HomeBroker ou mesa de renda variável. 

Os investimentos na bolsa de valores vêm crescendo exponencialmente nos últimos anos, atingindo números recordes de investidores, o que além de ser sinal de fortalecimento do mercado também garante segurança na transação. 

Enquanto isso para a que a compra ou venda de imóveis físicos sejam realizadas, você dependerá de compradores e vendedores locais, sem nenhum ganho de escala. tendo que confiar apenas na palavra da pessoa. É nesse ponto que muitos compradores de imóveis acabam caindo em golpes como apartamentos na planta que nunca são entregues, terrenos que não existem ou imóveis que já estão ocupados. 

A facilidade de comprar e vender sua cota através da bolsa de valores, com total segurança nesse processo, é infinitamente maior do que a que você terá no processo de compra e venda de um imóvel. 

Diversificação de fundos imobiliários

Vamos imaginar que você compre um apartamento e que 5 meses após essa compra todo o prédio pegue fogo, nesse caso você perderia todo seu patrimônio.  Quando você investe nos FIIs esse problema pode ser minimizado pois mesmo desembolsando uma quantia pequena, você já consegue diversificar sua aplicação em diversos tipos de imóveis, para diferentes classes sociais. 

Com a diversificação de fundos imobiliários você protege seu capital contra qualquer cenário. Enquanto no imóvel físico, os riscos de desvalorização e de perder o capital investido é bastante alto, já que para realizar uma diversificação é necessário um alto nível de patrimônio.

Impostos

Quem opta pela compra de imóvel o coloca para alugar, precisa considerar que sempre que se receber o aluguel de um imóvel de propriedade direta, haverá a incidência de imposto de renda. 

No caso dos FIIs, existe a isenção de IR para pessoas físicas que forem detentoras de menos que 10% do patrimônio total de um fundo. Sendo assim, se você for cotista de determinado fundo imobiliário, investindo através da pessoa física e sua participação não ultrapassar 10% do total do fundo, você não pagará IR sobre os proventos.

Os riscos em cada modelo

Os fundos imobiliários investem em grandes empreendimentos, que tem como clientes, importantes empresas que fazem parte de nossa economia. Galpões logísticos, Shoppings, hotéis, hospitais, entre outros. 

Sendo assim, existe menor risco de vacância e inadimplência, já que esses prédios estarão sempre sendo ocupados por essas empresas. Já ao adquirir um imóvel próprio, vacância e inadimplência serão palavras que sempre irão rondar a sua cabeça. 

Conclusão

Como pudemos te mostrar no texto, os fundos imobiliários são geridos por profissionais que se dedicam a essa atividade 100% do tempo e estarão sempre atrás das melhores oportunidades para melhor rentabilidade deste investimento. Sabemos que a maior parte das pessoas que adquirem imóveis não tem todo esse tempo disponível e nem mesmo tem as qualificações que tem um gestor, em um modelo que demanda muito mais esforços e preocupações.

Essas são  as principais diferenças entre se  investir em um FII e realizar a compra de um imóvel. Assim como explicado no início do post, em ambos os casos se estará investindo no mercado imobiliário, mas as milhares de vantagens  e facilidades para se aplicar em fundos imobiliários faz com que esse produto seja a forma mais inteligente de se investir em imóveis. 

Saiba mais sobre as diferenças entre Fundos Imobiliários X Compra de Imóveis assistindo à nosso vídeo educacional.