A experiência de Luis Stuhlberger e Luiz Parreiras, da Verde Asset, para lidar com as crises

• Sobre o coronavírus, existem diversos testes e inovações em tratamento, ainda não há uma “bala de prata” que resolverá de forma definitiva;

• Nos EUA, há um horizonte para a saída da quarentena após as fases divulgadas por Trump, além do FED injetar US$ 1.7 tri de liquidez na economia.

• A reação política nos governos estão sem precedentes, o estímulo monetário está sendo algo nunca antes visto.

• Segundo Stuhlberger, as empresas americanas foram as que melhor performaram após as crises de 2008. E no início dos anos 2000, Brasil e emergentes performaram melhor com o boom das commodities.

• Ele também afirma que parte significativa do problema será endereçada pelo governo americano, e que na crise atual não há “culpados”, o vírus é um “acidente” da natureza.

• Ele ressalta que a crise do coronavírus vai tirar praticamente toda a economia da reforma da previdência conquistada, tanto em perda de receita, quanto em aumento de gastos.

• Pequenas empresas americanas receberão empréstimos que não precisam ser pagos – se a empresa não demitir ou cortar salários. Nos EUA há 31mm de empresas pequenas, responsáveis por metade dos empregos do país.

• A divida gerada por conta deste estresse de mercado pode ficar impagável ao longo do tempo, mas não por causa do coronavírus – que haverá uma solução e podem até ter outras doenças no futuro – mas por conta do sistema previdênciário, pois com o passar do tempo, o número de aposentados vai se acumular ainda mais de uma maneira global.

• Para Stuhlberger, se levar em conta o que aconteceu no Brasil nos últimos anos com as reformas feitas e juros/inflação baixa, o otimismo era certo. Mas a crise leva o governo a ter desafios fiscais e aumentar a incerteza do futuro do Brasil (se vai voltar a crescer ou não). O que pode ser afirmado é que o desafio aumentou.

• Segundo Stuhlberger, “ficar velho é uma merda. Mas a vantagem são as experiências durante a crise e desenvolver talento nas tomadas de decisões conforme o tempo”.

• Benchimol deixa como mensagem final que os brasileiros sempre esperam atitudes do governo, mas nós também temos que fazer nossa parte em ajudar o próximo.

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