Como uma assessoria de investimentos ajuda no planejamento sucessório

Muitas vezes, falar de planejamento sucessório enfrenta resistência porque envolve tabus. Seja por reconhecer que em algum momento pode haver a incapacidade de alguém lidar com o próprio patrimônio ou até mesmo pensar na morte dessa pessoa.

Porém, planejar a sucessão patrimonial é extremamente importante para evitar conflitos, além de diminuir burocracia e custos. Quanto mais cedo essa organização começar, mais ferramentas podem estar à disposição.

Organizar esse tipo de sucessão permite definir como bens e direitos serão divididos entre os membros da família. Isso também pode garantir a criação e manutenção de um patrimônio familiar a longo prazo.

Por isso é importante que o planejamento sucessório deve ser incluído na organização financeira da família e não um tema a ser pensado em momentos de doença ou morte.

Herança

Para quem não conhece o assunto, é comum imaginar que o repasse do patrimônio aos herdeiros pode ser feito da maneira que o titular dos bens quiser. Mas, não é bem assim. 

A legislação do Brasil determina que 50% do patrimônio seja repassado a pais, filhos e cônjuges. Somente o restante pode ser doado. 

Ainda assim, independente de fazer doação em vida ou em um processo de inventário, é preciso lembrar que o ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação) estará sempre presente.

Então, pensar no assunto, verificando as possibilidades, pode garantir rendimentos em vida, menor burocracia para os herdeiros e menos preocupações quando os momentos mais difíceis chegarem para uma família.

Leia mais sobre planejamento sucessório aqui.

Como a assessoria de investimentos pode te ajudar

Em relação ao planejamento sucessório, há várias opções. Porém, com a ajuda de uma assessoria de investimentos pode-se pensar na possibilidade do investidor passar aplicações a herdeiro em vida, mas mantendo uma renda até a própria morte.

Fundos imobiliários ou ações, por exemplo, podem ser transferidos e o titular continuar recebendo rendimentos. 

Há, inclusive, a opção de fundos exclusivos, que dividem o patrimônio em cotas a serem doadas a herdeiros. Neste caso, no entanto, eles são viáveis para grandes patrimônios, geralmente acima de R$ 10 milhões.

Para obter os melhores resultados é importante analisar o patrimônio, o perfil dos herdeiros, além dos próprios desejos do titular e combiná-los com as possibilidades de investimento, trabalho que pode ser auxiliado por uma assessoria especializada para otimizar ganhos e evitar dores de cabeça.

Venha para a Blue3 e planeje um futuro mais tranquilo para você e aqueles que você ama.

Quero dar entrada na casa própria, qual o investimento ideal?

A compra da casa própria está no topo da lista de sonhos de grande parte da população brasileira. Porém, esse é um projeto que deve ser encarado para o longo prazo, uma vez que as diversas “fases” da conquista envolvem grandes investimentos e não é possível “parar a vida” e se concentrar só nisso, afinal, as contas continuam chegando, inclusive o boleto do aluguel de onde você vai morar até que tenha um “teto” para chamar de seu.

Apesar de não ser um objetivo fácil de alcançar, com planejamento — e apoio da Blue3 — você conseguirá realizar com sucesso mais essa etapa da criação do seu legado financeiro.

Vamos lá?

Fase 1: organize-se e poupe

Sem organização e disciplina não será possível conquistar um sonho ambicioso como esse. Então, mantenha seus gastos nos trilhos, entenda quais são suas contas recorrentes do mês, o que é possível cortar dos supérfluos, como a pizza do final de semana e torne-se um “poupador de carteirinha”. Lembre-se sempre: cada real economizado te coloca um passo mais perto de realizar o sonho da casa própria.

Fase 2: defina suas metas

Sua vida financeira já está em ordem? Está conseguindo guardar uma parte dos seus ganhos todo mês? A partir desse ponto, os assessores da Blue3 poderão te dar o apoio que você precisa para planejar o sonho de adquirir a sua casa própria.

Mas, antes, será preciso cuidar de outros lados importantes da sua vida financeira. Já conta com uma reserva financeira de emergência? Conta com um plano de previdência que garantirá um futuro mais confortável quando você parar de trabalhar? Já pensou em um seguro de vida, que cuidará daqueles que você ama caso um imprevisto aconteça?

“Cuidar dos imprevistos que o futuro pode nos trazer é o primeiro passo para uma vida financeira organizada, que trará a oportunidade de realizarmos todos os sonhos em seus prazos adequados, inclusive adquirir um imóvel”, afirma Amanda Fraioli, especialista em educação financeira da Blue3.

Está com tudo em ordem? Então é hora de passar de fase e pensar no primeiro passo grande para a compra do seu imóvel: a entrada.

Programe-se para dar a maior entrada possível

Quando falamos em adquirir um imóvel, o modelo mais comum é recorrer ao financiamento imobiliário, no qual uma instituição financeira concede o valor relativo à maior parte do custo imóvel que será adquirido, diluindo aquele empréstimo em parcelas mensais em longo prazo — geralmente em torno de 30 anos. A vantagem dessa operação é poder ter acesso ao imóvel mais rapidamente. Porém, como todo empréstimo, o banco cobra juros e o valor final pago pelo proprietário sempre acaba sendo muito maior do que o emprestado. Outra forma seria acumular 100% do capital e pagar à vista, porém, para esse plano dar certo é preciso de uma dose ainda maior de disciplina e paciência. 

Afinal, não é do dia para a noite que se acumula por volta de R$ 400 mil, preço médio de um apartamento de dois quartos em São Paulo (SP), segundo levantamento realizado pela plataforma Imovelweb em fevereiro deste ano.

Mas mesmo que escolha o caminho do financiamento, o investimento inicial ainda não será pequeno. Isso porque, para assinar um contrato de empréstimo, os bancos pedem um aporte de entrada, que geralmente fica em torno de 20% do valor total do imóvel. Nesse ponto, vale a pena se programar para aportar o maior valor possível na entrada, o que pode diminuir o tempo de financiamento, juros incidentes sobre o contrato e, possivelmente, um valor mais baixo nas parcelas. Porém, considerando o mínimo necessário, ainda será preciso acumular ao menos R$ 80 mil para esse primeiro passo. 

Utilize a calculadora do cidadão do Banco Central do Brasil para simular as condições de financiamento. 

Como os investimentos podem te ajudar a chegar lá

Se o seu primeiro objetivo é acumular os R$ 80 mil necessários para dar entrada no primeiro imóvel, investir é o melhor caminho. Como já vimos, essa não é uma meta para ser realizada em alguns dias, mas em anos. Por isso, é importante que o investimento preserve o poder de compra do dinheiro contra a desvalorização pela inflação, algo que a poupança, seguramente, não oferecerá, uma vez que rendeu 1,43% entre janeiro e agosto de 2021

Confira algumas opções que o mercado oferece com essas características:

Uma das opções que atende às necessidades é o Tesouro IPCA+, modalidade pós-fixada de título do Tesouro Direto atrelada à inflação oficial, que preserva o poder de compra do dinheiro. Além de remunerar a variação do IPCA, esse título também paga juros adicionais, de acordo com o período aplicado. 

Além da proteção contra a desvalorização, o título do tesouro tem liquidez, podendo ser resgatado de um dia para o outro e também oferece baixo risco, uma vez que todos os títulos são garantidos pelo Governo Federal.

Outra opção é o Certificado de Depósito Bancário (CDB). Para simplificar, este investimento nada mais é do que o poupador emprestando dinheiro a uma instituição financeira para que essa possa emprestar a outras pessoas que buscam crédito. Nesse caso, a taxa de rentabilidade pode ser definida tanto no ato da compra quanto ser pós-fixada (atrelada ao IPCA ou à Selic, que é a taxa de juros definida pelo Banco Central). O prazo de vencimento é variável, existindo uma grande oferta de opções de médio prazo que podem se adequar ao planejamento para compra de um imóvel. O CDB costuma ser um dos primeiros passos dos novos investidores quando eses deixam a poupança para trás e ingressam no mercado financeiro. Trata-se de um investimento garantido pelo chamado Fundo Garantidor de Crédito (FGC), o que o torna uma opção de baixo risco no mercado financeiro.  

Ainda entre as opções de renda fixa, podem também ser consideradas as chamadas Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e Letra de Crédito do Agronegócio (LCA). Similares ao CDB, as LCs significam que o dinheiro que você aplicará (emprestará para uma instituição financeira, mediante remuneração) será direcionado para agentes atuantes nos setores imobiliários ou do agronegócio. Igualmente com opções de remuneração pré ou pós-fixada, as LCs rendem acima do CDI (taxa usada como referência em renda fixa) e são isentas de abatimento de Imposto de Renda sobre remuneração. Para grande parte das LCs ofertadas atualmente, já há a chamada liquidez diária, o que garante a preservação da rentabilidade daquele momento, caso o investidor precise retirar os valores antes da data de vencimento contratado. 

Para colher os resultados pretendidos, porém, é altamente recomendado respeitar o vencimento do contrato, escolhendo os títulos que se adequam ao prazo que você pretende deixar o dinheiro investido.

Outras dicas para acelerar a conquista da sua casa própria

No caso da aquisição de um imóvel, lembre-se que existe a possibilidade de acessar o saldo remanescente na conta do FGTS e que para obter boas condições de taxas e crédito é de grande valia manter um score de bom pagador, portanto, se mantenha longe das dívidas e siga honrando os seus compromissos em dia. Um bom histórico abre portas no mercado financeiro. 

Se escolher por realizar um financiamento imobiliário, lembre-se que automaticamente suas contas recorrentes aumentarão bastante. Inclua esse gasto no seu planejamento financeiro mensal e não esqueça de “turbinar” a sua reserva de emergência para dar conta de mais esse gasto caso aconteça um imprevisto.

Quer encontrar o melhor caminho para realizar o sonho da casa própria e conquistar os seus objetivos? Procure a Blue3 que teremos o imenso prazer em conhecer as suas metas e te ajudar a chegar lá!

Consegui organizar minhas finanças, por onde começo a investir?

Investir não é uma tarefa tão complexa como muitas pessoas imaginam, no entanto, requer atenção, afinal, se feito de forma errada você pode sofrer prejuízos. Uma das primeiras coisas que alguém que deseja começar a investir precisa fazer é organizar suas finanças, ou seja, fazer um planejamento financeiro. 

É a partir daí que você vai: definir os seus objetivos financeiros, conhecer o seu perfil de investidor, montar uma reserva de emergência, escolher uma corretora de valores e estudar sobre os investimentos.

Entenda melhor cada um desses processos:

Objetivos financeiros

Um objetivo financeiro é aquilo que você deseja alcançar financeiramente, seja no curto prazo (até 2 anos), médio prazo (2 a 5 anos) ou longo prazo (acima de 5 anos). 

Eles são fundamentais na sua jornada como investidor, pois te guiam em suas escolhas de investimentos. Afinal, quando você sabe onde quer chegar, fica mais fácil pensar em estratégias.

Perfil de investidor

Também conhecido como suitability, o perfil de investidor é uma análise que identifica quais são as suas características e tolerância a riscos quando o assunto é investimento, classificando você entre alguns perfis de investidor.

Para ter acesso ao seu perfil, tudo que você precisa fazer é responder perguntas, como: período em que você deseja manter os seus aportes, idade, situação financeira, conhecimento de mercado e objetivos.

O questionário que irá traçar seu perfil serve como uma importante ferramenta para te guiar na hora de investir, deixando mais fácil saber quais modalidades de investimentos se encaixam melhor no que você busca.

Por conta disso, é importante ser o mais fiel possível com as informações na hora de responder as perguntas, pois elas te ajudarão a fazer boas escolhas na hora de aplicar o seu dinheiro.

Há diferentes perfis de investidor no mercado, os três mais comuns utilizados pela grande maioria das corretoras de valores são: conservador, moderado e arrojado.

Conservador – segurança é o mais importante, se propõe a assumir menores riscos e por consequência um menor retorno;

Moderado – segurança é importante, porém o investidor aceita certo risco para buscar um maior retorno;

Arrojado – o investidor já tem um maior conhecimento de mercado, a tolerância a risco é alta para conseguir um maior retorno.

Reserva de emergência

Construir uma reserva financeira é fundamental para quem investe. Isso porque ela é essencial e existem investimentos seguros e com facilidade de resgate para fazermos aplicações com esse objetivo.

De forma simples, essa reserva poderá te ajudar a superar obstáculos financeiros que surgem e não estão inclusos no seu orçamento, como imprevistos. O mais correto é que você guarde, pelo menos, o equivalente a 6 vezes os seus gastos mensais.

Corretora de valores

Uma corretora de valores é uma instituição financeira responsável por fazer a intermediação entre você e as aplicações financeiras. Sendo assim, é importante ter atenção quanto à escolha da sua corretora.

É preciso conferir as taxas, o portfólio de ativos, selos e certificações, atendimento e plataforma para avaliar qual atende melhor às suas necessidades. Além disso, é fundamental verificar se a mesma é autorizada a atuar no mercado financeiro.

Estudo dos investimentos

O conhecimento sobre investimentos te abre portas para a independência financeira. Sabendo disso, é importante que você estude mais sobre como funciona o mercado, os tipos de ativos e como tomar decisões inteligentes com base em seus objetivos.

Atualmente, temos ricas fontes de informação, como livros, blogs, redes sociais, aplicativos, podcasts e muito mais. O importante é encontrar aquela que mais te agrada para continuar aprendendo a cada dia sobre essa área.

Venha para a Blue3 e dê o primeiro passo na construção do seu legado financeiro.

Quais investimentos no exterior estão disponíveis para brasileiros?

Com a pandemia de COVID-19, os investimentos no exterior passaram a ser considerados pelos investidores brasileiros. Isso porque além da crise sanitária, as eleições presidenciais de 2022 poderá ser um fator preponderante para ditar o ritmo do mercado financeiro daqui para frente, apesar de já estar sofrendo com grande volatilidade – por conta de questões políticas, econômicas e fiscais – nos últimos meses.

Sendo assim, para quem busca uma maior diversificação, os investimentos no exterior podem ser uma saída bastante plausível.

Quais as vantagens de investir no exterior?

Um dos principais benefícios em investir no exterior é justamente a abertura de novas possibilidades, oferecendo uma maior diversificação. Além disso, a força da moeda também é uma questão bastante positiva. Lá fora, existem mais alternativas para se aplicar e um ambiente mais competitivo e propício a fazer negócios, fazendo com que o risco seja menor.

Para se ter uma noção da diferença de opções, na bolsa de valores brasileira, a B3 (B3SA3), cerca de 300 empresas possuem ações listadas, cerca de 1% das existentes no mercado mundial. Já nas bolsas dos Estados Unidos, são aproximadamente cinco mil, praticamente a metade de todo o mercado de ações global.

Engane-se quem pensa que é preciso estar fora do Brasil para fazer investimentos no exterior. Graças a mudanças regulatórias, o desenvolvimento tecnológico e de novos produtos, essa tarefa acabou se tornando simples e prática, aumentando a quantidade de interessados em fazer aplicações em outros países a cada ano.

Opções de investimentos no exterior

Há diferentes maneiras de se investir em mercados internacionais. Antes de mais nada, você precisará escolher se pretende fazer isso diretamente, ou seja, enviando dinheiro para o país que se deseja realizar aplicações, ou não.

Investimentos de forma direta são um pouco mais complexos, uma vez que é necessário fazer a abertura de conta em uma instituição de fora do Brasil e fazer a conversão da moeda. 

Porém, também há maneiras mais simples, aplicando em instrumentos financeiros disponíveis na bolsa de valores brasileira. As principais opções são: fundos de investimentos, BDRs, ETFs, COEs e Real States.

Fundos de investimentos

Considerada uma das maneiras mais simples de investir no exterior sem precisar enviar dinheiro para fora, os fundos de investimentos reúnem recursos de diversas pessoas, para que sejam aplicados em conjunto no mercado financeiro e de capitais. 

Os ganhos obtidos com as aplicações são divididos entre os participantes, na proporção do valor depositado por cada um.

Para efeitos de tributação, os fundos são divididos em dois tipos: fundos de longo prazo: papéis com vencimento em mais de 365 dias, em média; fundos de curto prazo: papéis com vencimento em menos de 365 dias, em média.

Alguns dos tipos de fundos mais comuns são: cambiais e de ouro, de ações, multimercado, renda fixa, de previdência e imobiliários.

BDRs

Os BDRs (Brazilian Depositary Receipts) são títulos que representam ações de companhias negociadas na B3, a bolsa brasileira, por empresas ou instituições financeiras.

Quem adquire um BDR, portanto, não compra diretamente as ações da empresa no exterior. Em vez disso, investe em títulos representativos desses papéis. 

Essas ações existem de fato lá fora, e precisam ficar depositadas e bloqueadas em uma instituição financeira que atua como custodiante – ou seja, que faz a guarda delas.

Recentemente, a XP Inc. passou a disponibilizar cerca de 90 milhões de certificados da empresa – que representam mais de R$ 20 bilhões – após abrir capital na Nasdaq, nos Estados Unidos.

ETFs

Os ETFs (Exchange Traded Funds) ou fundos de índice, são fundos de investimentos ligados a algum índice de referência. São negociados na bolsa de valores, da mesma forma que as ações, e seguem as movimentações de um índice específico. 

Aqui, por exemplo, existem ETFs atrelados ao, como o Ibovespa, formado por cerca de 84 empresas que negociam o maior volume de papéis diariamente na Bolsa, e serve como “termômetro” do mercado de capitais brasileiro. 

Ou seja, caso o Ibovespa suba, os fundos também ganham. Agora, se o índice cai, os investidores também perdem.

COEs

Os COEs (Certificados de Operações Estruturadas) – versão brasileira das Notas Estruturas, populares na Europa e nos Estados Unidos –  são investimentos que combina elementos de Renda Fixa e Renda Variável, com retornos atrelados a ativos e índices, como câmbio, inflação, ações e ativos internacionais.

São estruturados com base em cenários de ganhos e perdas, selecionados de acordo com o perfil de cada investidor. Já a montagem, ocorre através da combinação de um título de crédito emitido por uma instituição financeira com estratégias em derivativos.

Os COEs possuem uma taxa de administração, como os fundos de investimentos, que normalmente varia de 0,5% a 2% ao ano. A tributação é feita pela tabela regressiva do Imposto de Renda, a mesma aplicada aos produtos de renda fixa, com alíquotas de 22,5% a 15% sobre os ganhos, a depender da duração da aplicação.

Reits

Os Reits são investimentos no mercado imobiliário, como grandes condomínios ou lajes corporativas. É uma opção similar aos fundos imobiliários existentes no Brasil.

Há Real States que investem em diversos mercados, desde apartamentos para estudantes universitários até grandes prédios.

Exposto essas opções de investimentos no exterior, agora cabe a você escolher a que melhor atende aos seus objetivos. Para isso, o mais recomendado é estar acompanhado de um profissional especialista que te ajudará na melhor decisão.

Quer trocar de carro? Veja como realizar seu objetivo sem pagar juros de financiamento

Se você tem o objetivo de trocar de carro, muito provavelmente você já se encontrou em dúvida sobre como se planejar financeiramente. Nessas horas, investir pode ser uma alternativa ao financiamento, uma vez que os bancos costumam cobrar juros altos nesse tipo de operação.

Porém, é necessário realizar um bom planejamento para que o seu objetivo possa ser alcançado sem arriscar seu orçamento pessoal. 

Entenda o custo fixo

De acordo com Raphael Prata, líder de Fundos de Investimentos da Blue3, você precisa estar atento ao fato de que para planejar a um novo automóvel é preciso ter a mesma disciplina de uma dívida mensal, isto é, adicionar esse investimento aos seus “custos fixos”, que são as despesas que, mensalmente, você deve honrar, assim como as demais contas de água, luz e internet, e outros gastos, como transporte e alimentação.

“Quando você se planeja para uma compra de alto valor, como um carro, você não pode dizer algo como: ‘ah, se sobrar, vou investir!’ Não! Tem que ser pago fielmente todo mês, como se fosse uma despesa recorrente”.

Raphael Prata | Líder de fundos de investimentos | Blue3

Ao colocar o investimento na sua conta mensal, é possível programar o investimento sem comprometer o seu planejamento financeiro.

Diversificação

Utilizar os investimentos para trocar de carro permite que você consiga adquirir este bem sem pagar muitos juros, porém, é necessário ter paciência. O ideal é criar uma “rotina” para se programar.

Por exemplo, se você troca de carro a cada dois anos, assim que concluir uma compra, já comece a investir para programar a próxima, assim o relógio estará sempre a seu favor. 

Mas como escolher os investimentos que farão parte dessa sua carteira, priorizando essa meta?

Segundo Prata, é preciso diversificar, independentemente do objetivo. “Não devemos alocar todo o dinheiro somente num único ativo”, adverte. Suas aplicações devem estar protegidas em diferentes tipos de investimentos, incluindo renda fixa, variável e fundos de investimento. E os critérios para a diversificação dessa carteira serão definidos pelo perfil do investidor interessado: conservador, moderado ou agressivo.

“Se for alguém de um perfil mais agressivo, isso significa que o investidor está disposto a mais riscos. A rentabilidade tende a ser maior, por exemplo, que a carteira de alguém com perfil mais conservador”.

Raphael Prata | Líder de fundos de investimentos | Blue3

O ideal é contar com uma assessoria de investimentos que te ajude a conciliar os objetivos pessoais com as opções disponíveis no mercado de capitais, auxiliando não somente na compra de um carro novo ou na entrada de um imóvel, mas também para metas de longo prazo, como a aposentadoria e a independência financeira.

Venha para a Blue3 e encontre os melhores investimentos para construir o seu legado financeiro.

A volatilidade atual da Bolsa de Valores estimula o day trade?

O cenário atual de volatilidade na B3, a bolsa de valores brasileira, costuma assustar os investidores. Porém, ao menos em teoria, ela é uma aliada de um grupo: os day traders, profissionais que realizam operações de curto (e curtíssimo) prazo, com o objetivo de lucrar com a movimentação diária dos ativos de renda variável. 

Tomamos um café rápido com o Patrick Johnston, superintendente de renda variável da Blue3, para saber se esse “sobe e desce” realmente é um sinal de que vale a pena partir para a vida de trader.

Confira!

A volatilidade na bolsa pode trazer grandes lucros no curto prazo, mas também representa grandes riscos. Esse é o momento de ser agressivo com a renda variável, Patrick ?

Eu penso o contrário: se a gente tem uma volatilidade maior, deveria ser mais conservador, precavidos para evitar grandes perdas. A volatilidade pode, sim, trazer bons retornos em um cenário um pouco mais conturbado, dependendo de quais operações você está fazendo. Porém, se você tem um mercado com oscilações rápidas não é recomendável se arriscar tanto para ter bons resultados. 

Existem técnicas que podem ajudar a conseguir relativa segurança nas negociações?

Sim, existem várias formas para fazer hedge [proteção da carteira de investimentos]. Você pode usar um percentual da sua posição atual para assumir uma posição contrária, justamente para caso haja alguma queda ou o ativo ande “ao contrário” da sua posição inicial, você terá uma proteção parcial.

Você também pode fazer proteção através de derivativos. Vamos supor que você esteja comprado, esperando a valorização de um ativo, então pode, por exemplo, apostar em uma possível queda, por meio de uma operação de venda. Se for para operações mais curtas, as pessoas podem utilizar também stop automático nas operações, mas tem que tomar cuidado porque o mercado fecha e pode abrir no outro dia com gap [diferença de valores de uma ação entre fechamento de um dia e abertura do outro], “pulando” o stop.  Existem diversas ferramentas à disposição para diminuir o risco, mas não é possível eliminá-lo completamente.

Qual é o conselho que um broker profissional pode dar para quem enxerga no day trade uma chance para conseguir altos lucros?

O day trade é para poucos. Trata-se de uma operação extremamente técnica na qual você tenta ganhar bons retornos em um curto espaço de tempo. Tem operações que duram segundos. É um tipo de operação para traders profissionais que investiram muito em conhecimento, têm conhecimento de mercado e são poucos aqueles que obtêm bons resultados. Não é impossível, mas é muito difícil.

Eu diria para o investidor que está começando hoje para primeiro começar a se aprofundar, fazer operações mais conservadoras, buscar conhecimentos e depois, sim, ir se arriscando em operações mais curtas. Se analisarmos os grandes investidores do cenário global, da história, todos tiveram ganhos consistentes com posições de longo prazo. São poucos os que conseguem ganhar alguma coisa de forma consistente no day trade. Tem aqueles que traçam uma estratégia e conseguem obter ganhos em um momento do mercado, mas tempos depois quando muda a dinâmica eles acabam “devolvendo” uma parte ou até totalmente os lucros que ganharam.

O day trade pode encontrar espaço em uma estratégia de investimentos que contemple também uma carteira para reserva de emergência e outros investimentos com foco no longo prazo e aposentadoria?

O day trade tem caráter especulativo. Você pode fazer com ações, derivativos, futuros, mas ele deve contemplar um percentual muito pequeno da carteira, exatamente porque a probabilidade de você ter perdas é muito grande. Eu diria que só seria recomendável para quem tem tempo, experiência, e conhecimento técnico para esse tipo de operação. Quem não tem essas características, melhor ficar de fora.

Caso tenha ficado alguma dúvida, clique aqui e conte com a assessoria da Blue3.

Pre x Pós: Qual a diferença entre os títulos do Tesouro Direto?

Com menos de 50 reais já é possível aplicar seu dinheiro no Tesouro Direto. A plataforma disponibiliza ativos para quem pretende obter retorno financeiro tanto para curto prazo, quanto para médio ou longo prazo. 

Emitidos pelo Tesouro Nacional, órgão do Governo Federal, os títulos do Tesouro Direto são considerados investimentos seguros, isso porque são parte da dívida do governo federal, ou seja: o risco de “calote” é praticamente nulo.

No site oficial do programa estão disponíveis diferentes tipos de títulos e é interessante conhecer a diferença entre cada um deles antes de aplicar. Para cada objetivo ou prazo de investimento, existe um título ideal para incluir na sua carteira. 

A seguir, confira a diferença entre as opções disponíveis no “cardápio” do Tesouro Direto e qual atende melhor às suas necessidades:

Tesouro Direto pós-fixado

O Tesouro Direto disponibiliza três tipos de títulos distintos. São eles: o Tesouro Prefixado, o Tesouro Selic e o Tesouro IPCA +.

O Tesouro Selic possui rentabilidade atrelada à taxa básica de juros, isto é: conforme o índice se movimenta, ele pode render mais ou menos. 

Neste mês, o Comitê de Políticas Monetárias do Banco Central (Copom), estabeleceu a Selic em 6,25% ao ano. Com isso, a taxa segue seu ciclo de alta iniciado em março, quando partiu da mínima histórica (2% a.a.).

Segundo o relatório Focus divulgado na última segunda-feira (27/09), produzido também pelo Banco Central com base em pesquisa com analistas financeiros das principais empresas do mercado financeiro, a taxa deve chegar a 8,25% ao ano ainda em 2021. Se for esse o caso, o Tesouro Selic terá essa taxa de rendimento, acrescida ainda de uma pequena rentabilidade adicional, de acordo com o vencimento do título escolhido. 

Segundo o site do Tesouro Direto, este é um bom investimento para quem tem objetivos de curto prazo e para adquirir reservas financeiras emergenciais.

Outro título pós fixado é o Tesouro IPCA+, que é atrelado a outro índice macroeconômico: a inflação medida pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), por meio do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Também segundo o último relatório Focus, a projeção para a inflação ao final de 2021 é de 8,45%. Da mesma forma que no Tesouro Selic, o título atrelado ao IPCA também adiciona uma pequena rentabilidade além da fixada pelo índice. Segundo o portal do Tesouro Direto, a modalidade é recomendada para aplicações de longo prazo, como instrumento para proteção do patrimônio contra a desvalorização trazida pela alta dos preços.

Tesouro direto prefixado

Já nos títulos do tesouro prefixado, como o próprio nome diz, é possível saber, no momento de investir, quanto você receberá no vencimento da aplicação, variando entre 10% e 11% nos títulos disponíveis atualmente. Por isso, segundo a página do tesouro, é indicado para estratégias de médio e longo prazos.

Quais são os títulos oferecidos pelo Tesouro Direto?

Atualmente, existem dez tipos de títulos disponíveis no Tesouro Direto para aplicações financeiras. Eles são divididos entre os prefixados, Selic e IPCA +. Saiba, a seguir, quais são esses investimentos e qual a rentabilidade anual de cada um.

  • Tesouro Prefixado 2024: rentabilidade anual de 10,12%.
  • Tesouro Prefixado 2026: rentabilidade anual de 10,43%.
  • Tesouro Prefixado com juros semestrais de 2013: rentabilidade anual de 11,06%.
  • Tesouro Selic 2024: rentabilidade diária vinculada à taxa Selic + 0,1565%.
  • Tesouro Selic 2027: rentabilidade diária vinculada à taxa Selic + 0,2853%.
  • Tesouro IPCA + 2026: rentabilidade vinculada ao IPCA + 4,54%.
  • Tesouro IPCA + 2035: rentabilidade vinculada ao IPCA + 4,76%.
  • Tesouro IPCA + 2045: rentabilidade vinculada ao IPCA + 4,76%.
  • Tesouro IPCA + com juros semestrais 2030: rentabilidade vinculada ao IPCA + 4,67%.
  • Tesouro IPCA + com juros semestrais 2040: rentabilidade vinculada ao IPCA + 4,81%.
  • Tesouro IPCA + com juros semestrais 2055: rentabilidade vinculada ao IPCA + 4,88%.

A plataforma do Tesouro Direto também disponibiliza um simulador para o investidor ter uma ideia de quanto seu dinheiro pode render dependendo de qual tipo de aplicação investir. Dessa forma, é possível ter uma ideia de quanto você pode adquirir de acordo com seu objetivo.

Cuidados que o investidor deve ter

Por ter um preço acessível para investir e estar quase certo de que as aplicações renderão frutos, muitos acreditam que é praticamente impossível “perder” dinheiro no Tesouro Direto. Mas, se considerarmos que o ganho real de qualquer investimento é apurado depois de descontada a inflação do período, é possível “perder” dinheiro.

Outro fator importante que pode resultar em “prejuízo” é resgatar a aplicação antes do previsto. Vender um título com menos de um mês após a sua aquisição, por exemplo, será cobrado taxa de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

Outra forma que pode te fazer “perder dinheiro” com o Tesouro Direto é a “marcação a mercado”, atualização diária do preço que sofrem os títulos prefixados. De acordo com contexto econômico (inflação, taxa Selic, cenário político etc.), esses ativos “ganham” ou “perdem” demanda no mercado, o que influencia diretamente no seu valor caso o investidor decida vendê-lo. 

Porém, nem sempre é simples de entender — principalmente para quem não tem experiência com o mercado financeiro — como a marcação a mercado e outros fatores podem influenciar a rentabilidade dos títulos. Por isso é sempre importante contar com uma assessoria de investimentos, como a da Blue3.

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Quer saber mais sobre o tesouro direto? leia o artigo: o que é preciso saber antes de investir no Tesouro Direto?

Quero investir para pagar a faculdade dos meus filhos. Como planejar?

Garantir uma boa educação escolar aos filhos é uma prioridade para os pais. Desde a alfabetização, passando pelos ensinos fundamental e médio, até o tão sonhado curso superior. A educação é a melhor maneira de garantir um futuro próspero na sociedade contemporânea, mas uma boa instituição de ensino particular, nem sempre, é acessada a preços módicos. Ainda mais quando falamos do ensino universitário.

E este é um dos principais motivos pelos quais o planejamento financeiro torna-se fundamental.

Use o tempo a seu favor

Por meio de um planejamento prévio adequado é possível investir para financiar a faculdade dos filhos com mais de uma década de antecedência. E essa organização abrirá bastante o leque de opções de investimentos que atenderão as especificidades do acúmulo de capital para a concretização deste objetivo. 

Consideremos o tripé dos investimentos: risco (segurança), rentabilidade e liquidez. Como falamos aqui de uma ação estruturada para o longo prazo, podemos considerar a liquidez como o fator menos preponderante, uma vez que o objetivo não contempla o resgate do montante no curto espaço de tempo.

Também não é possível assumir uma posição exclusivamente centrada em investimentos mais arrojados, afinal, quando temos um planejamento financeiro a longo prazo, é possível também proteger a valorização do seu dinheiro, não havendo necessidade de exposição à volatilidade das opções que podem render acima da média em prazos menores.

Considere boas opções

A composição de uma carteira diversificada é a melhor estratégia e pode ser adotada tanto para uma cobertura de segurança quanto para garantir maiores rendimentos.

Uma composição interessante é começar pela alocação de recursos em investimentos de renda fixa como CDBs, LCIs e LCAs, com prazo de vencimento longo (para aplicações a partir de dois anos será praticada a menor alíquota de IR, mas como falamos em prazos longos, é possível buscar por contratos ainda mais extensos, que terão maior rentabilidade). 

Desde abril de 2020, instituições financeiras, corretoras e fintechs também estão habilitadas para a emissão dos certificados de depósito bancários, uma modalidade até então restrita aos bancos tradicionais

Outra opção que pode compor essa carteira é o fundo de investimento multimercado. Trata-se de uma modalidade que sobe um degrau a mais no fator risco em comparação à renda fixa. Mas, também por isso, oferece ótima rentabilidade e outros benefícios, como diversificação e flexibilidade.

Nessa modalidade, o investidor delega a alocação dos recursos a um fundo gestor especializado, que pode ser em um ou mais mercados pré-estabelecidos de acordo com a estratégia definida para aquela classe. São diversas classes distintas de fundos de investimentos classificadas pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

Uma das estratégias mais utilizadas por gestores de fundos – e procuradas pelos investidores – são as aplicadas nos chamados “fundos macro”, nos quais os ativos que compõem aquele fundo são atrelados a índices macroeconômicos e, costumeiramente, focados nos médio e longo prazos.

A maior parte dos fundos multimercados são tributados como os fundos de renda fixa (com a alíquota do IR atingindo o menor patamar para aplicações superiores a 720 dias). 

Diversifique

Um terceiro ativo que pode compor a estratégia de investimento para o longo prazo, já pensando na faculdade de seus filhos, é o título de crédito privado.

Apesar de ter um pouco mais de risco, ainda é possível prever quais serão os rendimentos oriundos da aplicação, o que torna o ativo altamente recomendado como fator de diversificação e por proporcionar maior rentabilidade. Nessa modalidade, o investidor compra títulos emitidos por empresas e instituições privadas para “emprestar” dinheiro a uma companhia: debêntures, CRIs e CRAs são exemplos. 

A debênture torna o investidor um credor da companhia emissora do título. A remuneração pode ser feita por intermédio de juros pré-estabelecidos ou participação nos lucros. Existem duas variações de debêntures disponíveis no mercado: as comuns (tributadas pelo IR) e as incentivadas (isentas de IR por preverem investimentos em projetos de infraestrutura que beneficiem o país e os respectivos setores econômicos relacionados). 

Já os CRIs e CRAs costumam ser mais rentáveis que os títulos privados (LCIs e LCAs). São modalidades procuradas por investidores mais experientes, não apenas pelo risco de crédito, mas porque geralmente a aplicação mínima costuma exigir valores mais elevados e, em alguns casos, é necessário que o investidor seja considerado um investidor qualificado.

Tanto CRIs quanto CRAs são investimentos isentos de incidência de Imposto de Renda e também de IOF. 

Acesse a Central de Sistemas da Comissão de Valores Mobiliários e confira todas as ofertas públicas de títulos registrados. 

Apostar no longo prazo, balancear o portfólio com ativos de menor exposição a risco e que complementem opções de maior rentabilidade. Planejando com antecedência e sabedoria, a árdua tarefa de bem-educar será executada com uma preocupação a menos: a quitação dos boletos. 

E claro, um planejamento financeiro fica muito mais eficiente quando feito ao lado de profissionais. Por isso, procure a ajuda da Blue3, clique aqui e inscreva-se para falar com um dos nossos assessores.

A importância da assessoria financeira para seus investimentos

Quando uma pessoa decide começar a fazer aplicações financeiras, sem dúvidas o principal objetivo dela é aumentar os seus recursos e, assim, fazer sua renda crescer. O grande problema é que essa tarefa não é fácil, apesar de parecer.

Se você não conhece o mercado financeiro, na maioria dos casos o melhor caminho é contar com uma assessoria financeira, que irá analisar o seu perfil e objetivos e, a partir disso, te orientar quais as melhores oportunidades e soluções para sua carteria.

Ainda há grande resistência sobre a atuação da assessoria de investimento, mas engana-se
quem pensa que essa consultoria não é tão importante.

O que é assessoria de investimento?

É um serviço prestado pelo profissional que é chamado de agente autônomo de investimento ou assessor de investimento. Sua função é ajudar e auxiliar seus clientes na hora de tomar decisões que estão relacionadas ao mercado financeiro.

Regulamentada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o assessor trabalha tanto para pessoas iniciantes em operações no mercado, quanto para os investidores mais experientes.

Por ter uma grande responsabilidade, é importante deixar claro que para atuar nessa função é preciso ter formação específica, mediante a provas de certificação, a fim de garantir segurança e qualidade para quem contratou esse importante serviço.

Quais os benefícios de contratar uma assessoria de investimento?

Se você não tiver um bom conhecimento sobre investimentos, aquilo que era para ser um
negócio lucrativo, pode-se tornar uma grande dor de cabeça diante do tamanho do prejuízo.

O assessor está mais preparado para enfrentar a volatilidade (altos e baixos) do mercado e
buscará livrar você de aplicações equivocadas, que podem colocar em risco sua rentabilidade.

Fora isso, a assessoria de investimento vai te auxiliar de acordo com seu planejamento
financeiro, trabalhando com os recursos que você tem à disposição e permitindo que você faça aplicações apenas que estão dentro de seu orçamento.

Mas em uma empresa de assessoria com atendimento completo, como a Blue3, os serviços vão muito além.

Primeiramente, para que o assessor possa ter todas as ferramentas e suporte necessários para apoiar o investidor da melhor forma, contamos um grande time de inteligência, como a mesa de renda variável, mesa investor, área de seguros, assessoria corporate e muito mais! Quer saber mais sobre os serviços da Blue3? Clique aqui!

Mas antes de qualquer coisa, é fundamental conhecer um pouco da sua vida para definir o seu perfil de investidor.

Qual a importância de conhecer seu perfil?

Para determinar qual é o seu perfil de investidor – conservador, moderado ou agressivo –, o
assessor vai avaliar quais são seus objetivos e metas de maneira técnica e prática. Após isso, desenvolverá a estratégia que mais se adequa com você.

O profissional também fará um diagnóstico de seus investimentos atuais, apontando erros (se houver) e mostrando o que deve ser feito para corrigi-los. Fazendo isso, sua carteira será otimizada, deixando claro quais são os riscos e retornos de cada aplicação.

A partir daí, é fundamental que a empresa de assessoria financeira continue te acompanhando para garantir as rentabilidades e um bom andamento das aplicações. Em alguns casos, o assessor pode sugerir mudanças em sua carteira, como a compra e venda de ativos.

Quando é indicado contratar uma assessoria de investimentos?

O mais correto a se fazer antes de começar a atuar no mercado financeiro é contratar uma
assessoria de investimentos. Existem inúmeras barreiras nessa área e qualquer decisão
tomada de forma errada pode trazer consequências graves.

Se você não tem conhecimento sobre o mercado, é fundamental passar por uma assessoria, afinal, contratar uma assessoria de investimentos não deixa de ser um investimento.

Diante de tudo isso, está claro o porquê devemos considerar que a assessoria de investimentos é a maneira mais correta para aplicar corretamente seu dinheiro no mercado financeiro.

E caso você tenha interesse ou alguma duvida sobre assessoria financeira, procure a Blue3, em 2021 fomos eleitos a melhor empresa de assessoria de investimentos do Brasil.

Clique aqui e um de nossos assessores entrará em contato com você.

ABC do Mercado – Educação financeira: o primeiro passo para investir no seu legado

Hoje em dia, mais do que nunca, é fácil o acesso para os investimentos. Corretoras disponibilizam ferramentas que possibilitam a qualquer pessoa, por meio do smartphone, investir em diferentes tipos de ativos, seja na renda fixa ou variável. 

Contudo, para quem está iniciando é necessário antes dar um passo atrás: como conseguir fazer “sobrar” dinheiro para investir? A resposta para essa pergunta é relativamente simples: com educação e planejamento financeiros. 

Mas onde adquirir conhecimento e informação com credibilidade? Confira!

Primeiro passo: organize-se!

Nenhum centavo vai sobrar se você não souber onde está gastando o seu suado dinheirinho. Por isso, anote todos os gastos, das contas mensais recorrentes (como a conta do celular) até o lanche que você tomou na padaria. 

“Pode não parecer, mas pequenos gastos diários, como o cafezinho, podem se transformar em uma grande despesa mensal que te tira do caminho da independência financeira”, explica Amanda Fraioli, especialista  em educação financeira na Blue3.

Acha muito complicado andar com um caderninho para anotar todas as despesas? Então dê as boas-vindas ao século XIX. Atualmente existem diversos aplicativos para smartphone que te ajudam a colocar a vida financeira nos trilhos, como o Organizze, Wallet, Fortuno, Guiabolso, entre outros. 

Nesta matéria, o portal SpaceMoney traz mais detalhes sobre esses e outros apps de organização. Confira!

Outra estratégia utilizada por muitos investidores (e descrita no livro Pai Rico Pai Pobre, do escritor Robert T. Kiyosaki) que também pode te ajudar a poupar e começar a investir é “pagar a si mesmo primeiro”. 

Como funciona? Ao receber o salário, a primeira “despesa” que você paga são os seus investimentos. Em segundo, as contas urgentes e recorrentes. O que sobrar fica para gastos supérfluos, como a pizza do final de semana. Dessa forma, em vez de “esperar sobrar” para investir, você já garante sua aplicação mensal logo no primeiro dia!

Organizou-se financeiramente? Então, venha aprender!

“O risco vem de você não saber o que está fazendo”. Essa é uma das frases mais famosas do megainvestidor internacional Warren Buffet, que ficou bilionário investindo na Bolsa de Valores americana. 

Qual é a grande lição que esse ditado pode te trazer? Quanto mais conhecimento você adquire, menores são os riscos de sofrer grandes prejuízos, até mesmo no mercado de ações, conhecido pela sua volatilidade.

Segundo a B3, a Bolsa de Valores brasileira, até agosto deste ano 3,8 milhões de investidores já tinham aberto contas em corretoras para negociar em renda variável. Se você é um deles, mas ainda não se sente confortável comprando papéis nos pregões, o melhor caminho é buscar compreender como funciona o mercado acionário. 

Mas com tanto conteúdo disponível na internet, por onde começar? De olho na necessidade que esse público iniciante tem de obter conhecimento de forma estruturada, a Blue3 criou um braço educacional na empresa — a Blue3 Educação e lançou um curso chamado “Aprenda a investir na Bolsa”.

O objetivo é levar aos investidores iniciantes tudo que eles precisam saber para começar a investir na Bolsa de Valores. Na linha de frente estão líderes das mesas de renda variável e fixa da empresa, como Patrick Johnston, Bruno Moura, Abner Gonçalves e Vitor Faleiros. 

“O objetivo é que o aluno entenda de vez o funcionamento da Bolsa de Valores e saiba reconhecer as melhores oportunidades para a sua carteira de investimentos, podendo se basear em um conteúdo teórico elaborado pela nossa equipe, que vive o cotidiano dos mercados de renda fixa e variável.”, destaca Abner.

“Esse é um curso projetado para quem não acredita nas fórmulas mágicas de enriquecimento da internet e nem quer cair no ‘efeito manada’, adquirindo ativos porque todo mundo está comprando. Ele traz as ferramentas que o iniciante da Bolsa precisa para iniciar com o pé direito no mercado de ações’, completa Patrick. 

O curso inclui apostila digital com todo o conteúdo das aulas e o aluno ainda conta com 12 meses de acesso integral ao conteúdo, para rever e aprender cada vez mais. “Investir em conhecimento é adquirir segurança para fazer as melhores escolhas, seja na vida ou nos investimentos”, resume Amanda Fraioli, especialista em educação financeira na Blue3.

Conhecimento + informação de qualidade = o melhor caminho para o seu legado

Além de conhecer a fundo o mercado de capitais, manter-se atualizado sobre a conjuntura econômica e os diversos fatos do cotidiano que influenciam nos investimentos é essencial para obter bons resultados. 

Tendo em vista esse objetivo, o portal SpaceMoney passou a disponibilizar, desde o início de setembro, dois canais digitais que têm patrocínio da Blue3 e são imperdíveis para quem quer acompanhar de perto o dia a dia do mercado. São eles:

Bolsa de Valores – conteúdo diário sobre o desempenho do Ibovespa e fatos relevantes que afetam as empresas listadas na B3. O canal traz ainda carteiras recomendadas pela XP Investimentos, além de entrevistas e reportagens especiais.

Proteção e Futuro – Previdência privada e seguro de vida são produtos essenciais para a carteira de qualquer investidor. O objetivo do canal Proteção e Futuro é desmistificar o funcionamento desses produtos, além de trazer notícias diárias sobre planejamento financeiro e desempenho de investimentos em renda fixa.

Assim, você tem acesso rápido e gratuito a conteúdo e informação de qualidade sobre o mercado financeiro. 

E se você quer começar a investir mais ainda não teve a orientação de um profissional, clique aqui e fale diretamente com um assessor Blue3.