Entenda a diferença entre Analista, Broker e Assessor de Investimentos

Se você está conhecendo agora o mercado financeiro mais de perto, já deve ter se perguntado sobre as funções dos profissionais que trabalham nessa área. 

Muitas pessoas imaginam que existe um profissional responsável por cuidar do dinheiro, fazer investimentos e orientar a tomar decisões. Mas a verdade é que, não existe um só para lidar com tudo. 

O mercado financeiro é vasto, com departamentos e funções bem específicas para cada um deles: analistas, assessores de investimentos e brokers que, juntos, fazem todo o movimento acontecer. 

Pode parecer confuso no início, nós sabemos. Mas você vai ver como tudo vai ficar mais claro no final deste artigo. 

Assim, você vai saber exatamente quem procurar!

Conheça, agora, os principais profissionais que atuam no mercado: 

Assessor de investimentos

O agente autônomo de investimentos, popularmente conhecido como assessor de investimentos é o profissional que está à frente de toda a comunicação, mantendo o contato direto com o cliente. 

É esse profissional que vai fazer a primeira entrevista para conhecer bem a fundo os objetivos e traçar um perfil de investidor que esteja alinhado, exclusivamente, com os interesses do futuro investidor.

Portanto, a todo tempo essa relação é próxima, acessível e dinâmica, para que o cliente sinta-se à vontade e possa expor todos os seus desejos, medos e inseguranças para o assessor que, por sua vez, estará ali para auxiliar e dar suporte em todos os momentos. 

Além do mais, sua função principal é estar atento às oportunidades para oferecê-las no momento certo. 

Essa profissão é regulamentada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para atender tanto investidores iniciantes, quanto os mais experientes. E não se engane, não são todas as pessoas que são aptas para atuar como assessor de investimentos

Isso porque, para exercer a função, é preciso ter formação específica, preencher os pré-requisitos legais e ser aprovado em provas de certificação como a da Ancord (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias) e a CPA-20, da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

Para um exemplo prático, você pode pensar que o assessor de investimentos está para as suas finanças, assim como o médico para os cuidados com a sua saúde. Exige a mesma – dadas as devidas proporções – responsabilidade, preparo e seriedade. 

O assessor pode atuar tanto de forma independente, como em corretora de valores ou assessorias de investimento. 

Outro fato muito importante é que o assessor não pode emitir relatórios e fazer análises ou recomendações para seus clientes. Seu papel é, realmente, orientar, apresentar as opções e oferecer todo suporte ao cliente no momento da tomada de decisão. 

Para saber mais como funciona uma empresa que é assessoria de investimentos, clique aqui. 

Broker 

Os brokers são os profissionais responsáveis por atuar na mesa de operações, onde acontecem as compras e as vendas dos ativos, que podem ser de renda fixa ou variável. 

Esse profissional tem habilidade com o sistema Home Broker e faz a intermediação entre quem quer comprar e quem quer vender, ou seja, investidores e empresas/instituições privadas ou públicas. Principalmente, nas operações de curto prazo. 

O broker tem um perfil ágil e focado, além de ter conhecimento o suficiente para lidar com as adversidades do mercado. 

Uma curiosidade que muitas pessoas não sabem sobre esse profissional é que, geralmente, o broker se concentra em um tipo de investimento como, ações, renda fixa ou commodities para atuar de forma altamente concentrada e poder acompanhar todos os movimentos daquele ativo. 

Para atuar como broker, o profissional  precisa ter a certificação AAI da Ancord, assim como assessor, e a PQO, que é a Certificação do Programa de Qualidade Operacional, da Bolsa de Valores brasileira (B3).

No entanto, também assim como o assessor, o broker não pode fazer recomendações aos investidores, ele pode propor operações, mas segue as instruções dadas pelo analista de investimentos, que vamos falar agora. 

Leia também o artigo “Home broker: o que é e como usar?” .

Analista de investimentos 

Como falamos acima, o assessor de investimentos é o profissional que está na  “linha de frente” do relacionamento com o investidor/cliente e o broker é quem realiza, na prática, as operações dos ativos. Mas, quem dá suporte para esses dois profissionais?

É sobre esse profissional que vamos falar agora, o analista. O analista está na parte operacional de todo o processo, é ele quem estuda e interpreta os gráficos, e faz análises que podem ser: técnicas ou fundamentalistas. 

Entenda no artigo “Análises fundamentalista e técnica: como podem ajudar seus investimentos?”.

Além disso, acompanha veemente os movimentos do mercado e tem um conhecimento bem aprofundado da macro e microeconomia. 

Para poder atuar, é preciso ter a Certificação Nacional dos Profissionais de Investimentos (CNPI), emitida pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec).

E para conseguir a certificação, o profissional deve ser aprovado nos exames: 

  • CB – Conteúdo Brasileiro – fase comum para o analista fundamentalista, técnico e pleno.
  • CG1 – Conteúdo Global 1 – fase para o analista fundamentalista. 
  • CT1 – Conteúdo Técnico 1 – fase para o analista técnico. 

Nesse caso, o profissional da área tem permissão para fazer recomendações sobre o que fazer com um ativo. Portanto, é o analista que atua dando suporte para o assessor de investimentos e também para os brokers.

Faz sentido ter todos esses profissionais?

Como foi possível observar, essas profissões do mercado financeiro são extremamente sérias e exigem certificações, assim como um advogado precisa da OAB para atuar. 

Isso quer dizer que esses profissionais têm sua expertise comprovada e são de alto nível de competência. 

Faz sentido dizer que, como estamos falando em evolução e preservação de patrimônio, precisamos ter responsabilidade ao escolher quem irá nos ajudar a cuidar das nossas finanças. Porque um passo em falso e tudo pode se perder

Mas, você pode se perguntar “eu não consigo cuidar das minhas finanças sem a ajuda de ninguém?”, e a resposta é, sim, você até pode. Assim como você pode comprar as peças para o seu carro na internet e trocar sozinho, sem a ajuda de um profissional, por sua conta e risco. 

Mas muito cuidado aqui, pois não estamos falando que ao contratar esses profissionais você vai ter sucesso sempre. 

Entretanto, pense que a chance de tomar decisões equivocadas e sem necessidade, que podem prejudicar os seus investimentos, são muito maiores do que com o suporte de quem vive o dia a dia do mercado. 

E você não precisa contratar todos esses, por exemplo. Pois quando você opta em construir seu patrimônio com o auxílio de uma assessoria de investimentos, você já tem indiretamente o suporte desses profissionais. 

Não são todas, mas existem assessorias que oferecem uma equipe completa e multidisciplinar, além de parcerias com casas de análises, como é o caso da Blue3. Assim, os seus investimentos são assistidos por todos os lados. 

Como e por que fazer o planejamento sucessório?

Construir um legado sólido e que pode ser aproveitado por muitas gerações é, com certeza, motivo para se sentir confortável. 

Entretanto, existem burocracias – não tão confortáveis assim – que precisam ser levadas em consideração, como as que envolvem o planejamento e a preservação de tudo que foi conquistado, seja por você ou pela sua empresa, por exemplo.  

Por isso, pensar em planejamento sucessório, além de necessário, é uma demonstração de respeito a todo o seu esforço e trabalho. 

Neste artigo, vamos explicar exatamente o que é um planejamento sucessório, quais as opções e os riscos de não pensar no futuro. 

O que é planejamento sucessório?

Ninguém gosta de imaginar o dia em que vai morrer, ou pensar como a família vai seguir caso não esteja mais aqui. Algumas pessoas até pensam que lidar com esse tipo de assunto “atrai”. Mas, a verdade é que não tem como deixar para depois. 

Essa é uma etapa decisiva da vida de uma pessoa. Além de ser uma forma de garantir que todo o seu patrimônio seja distribuído da forma correta, sem se “perder” ou ficar desprotegido após sua partida. 

Afinal, nós investimos nosso dinheiro e trabalhamos para que, no futuro, seja possível desfrutar de tudo que foi conquistado. Imagine, então, se todo esse esforço fosse desperdiçado por uma falta de planejamento em vida? 

Vamos pensar em uma situação hipotética, na qual o nosso personagem fictício, Pedro, não fez o seu planejamento sucessório. Em um dia comum, se envolveu em um acidente de trânsito e, infelizmente, faleceu. 

Pedro era casado, pai de dois homens e empresário. Bom, o que aconteceu foi que, a família, além de ter que lidar com a terrível dor da perda, precisou ir atrás das burocracias do inventário para organizar como o patrimônio de Pedro e sua empresa seriam administrados a partir dali. 

E você sabe como é o processo de inventário? 

Precisamos dizer que, a grosso modo, fazer o inventário é um processo demorado, podendo levar anos.

Além disso, os custos para fazer um inventário podem representar até 20% dos bens, porque envolve o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD); a alíquota de cada estado –  entre 1,5% e 8% e custos de cartório.

Ainda, para o processo do inventário, tem também a taxa jurídica que fica entre 2% e 12% (segundo a tabela da OAB). Ou seja, são muitos os encargos que vão precisar ser descontados diretamente dos bens da pessoa que faleceu. 

Até aqui, já deu para observar, o quão custoso é – em todos os sentidos – ficar à mercê desse processo. Bom, temos também um outro ponto: 

Como os herdeiros são escolhidos no processo de inventário?

O que a maioria sabe é que, os herdeiros legítimos – descendentes, ascendentes, cônjuges/companheiros e colaterais até o 4º grau – têm direito a uma quota do montante total do patrimônio. 

Quando há um herdeiro só, o processo é menos burocrático e, às vezes, é até possível escapar do inventário. Mas, quando há mais de um herdeiro, não há como fugir. 

E, ainda, se não há acordo de divisão entre as partes, fica mais complicado. Tão complicado a ponto de, em muitos casos, ser necessário um juiz para intervir e decidir como será a partilha. 

Qual é a saída para facilitar toda essa burocracia e evitar problemas por falta de planejamento? Bom, chegamos ao ponto da pergunta do início. 

O planejamento sucessório é uma alternativa de formalizar a divisão dos bens e a proteção do patrimônio, ainda em vida, por um custo bem menor, respeitando todos os desejos da pessoa que possui os bens e para que, se algo acontecer, a transferência das titularidades seja rápida. 

Tem dúvidas sobre o assunto? Clique aqui e fale direto com nossos profissionais. 

Como é feito o planejamento sucessório?

Para fazer o planejamento sucessório, é necessário traçar estratégias de acordo com a intenção da pessoa interessada. Mas, entre as possíveis estratégias e formas de fazer isso, vamos elencar em tópicos quais são as principais. 

Seguro de vida

O seguro de vida é uma ferramenta imprescindível no planejamento sucessório. É nele que se inicia tudo, como se fosse o  “bê-á-bá” da sucessão. 

Isso porque, a principal adversidade que herdeiros enfrentam no momento da sucessão é a ausência de liquidez financeira para custear o processo de inventário e manter o padrão de vida.

Os bens do falecido invariavelmente ficam indisponíveis, o que acaba sendo um problema de difícil solução. O seguro de vida tem um ponto de destaque em relação às outras ferramentas como a previdência privada, por exemplo. 

Por lei, o seguro de vida nunca integra o inventário, mesmo em processos com litígios – disputas judiciais. Além disso, ele pode ser contratado por uma fração do valor necessário para a sucessão. 

Portanto, é a ferramenta com maior nível de segurança e custo-benefício na hora de garantir aos herdeiros os recursos necessários para o custeio de todo o processo sucessório.

Testamento 

Essa é uma das práticas mais conhecidas e é até comum ouvirmos que uma pessoa deixou um testamento antes de morrer. Mas, como funciona? No testamento, a pessoa pode escolher como será feita a distribuição dos seus bens. 

No entanto, é preciso que a legislação seja respeitada. E está na lei que 50% do patrimônio deve ser, obrigatoriamente, transferido aos herdeiros necessários

E os outros 50% são livres para serem destinados a quem o “testador” quiser, sem necessariamente precisar ser da família. 

Previdência Privada

A previdência privada é outra estratégia bem interessante quando o assunto é planejamento sucessório. Para isso, é necessário contratar um plano que esteja alinhado com essas expectativas. 

No momento de contratar o plano, já é possível estabelecer os beneficiários (herdeiros) dos recursos e, caso ocorra a morte do titular, o valor é repassado para as pessoas escolhidas, sem precisar aguardar muito tempo. 

Outro ponto positivo é que na maioria das vezes, não há necessidade de passar pelo processo de inventário e, ainda, não tem incidência do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) – existem exceções em algumas localidades do país.

Entretanto, em processos de sucessão com litígio – conflito de interesses – o juiz pode incluir a previdência no inventário, inviabilizando o recebimento dos recursos. 

Se você quiser entender mais sobre como funciona a previdência privada, clique aqui e confira nosso artigo exclusivo sobre o tema!

Doação 

Uma alternativa é fazer doação em vida. A pessoa interessada pode fazer doações dos seus bens em vida para os herdeiros, como uma estratégia de organizar o seu planejamento. 

O interessante é que o doador pode continuar usufruindo dos seus bens até a sua morte. E para utilizar o bem, o beneficiário também precisa consultar o doador, caso esteja vivo. Para isso, a doação é repassada com reserva de usufruto. 

As doações podem ser repassadas sem custo, desde que seja respeitada a máxima anual definida pelo estado. 

Holding familiar

A Holding familiar é uma outra forma de facilitar os processos de transferência e tributação. Para isso, o interessado abre uma holding, ou seja, uma empresa que vai reter o patrimônio da família, e os sócios são os herdeiros. 

Decidi fazer meu planejamento, e agora?

Escolher fazer o planejamento sucessório é, com certeza, uma forma de cuidar de tudo o que foi conquistado por você e é tão importante porque evita muitas burocracias desnecessárias que podem prejudicar o seu patrimônio.

Como destacamos acima, existem diversas intercorrências quando todas essas questões não são organizadas em vida. 

Envolve dor de cabeça dos familiares e possíveis desavenças; custos altos que são retirados do próprio patrimônio e o tempo de liberação dos bens que pode, inclusive, deprecia-los. 

Ao tomar a decisão de fazer o seu planejamento sucessório, é preciso ter em mente que é essencial ter o auxílio de profissionais que entendam do assunto, como o planejador financeiro. Afinal, estamos falando de uma decisão muito importante e que envolve a qualidade de vida de todos. 

Esse profissional vai alinhar com você quais são os principais objetivos para poder entender qual será a estratégia e os instrumentos ideais para organizar o seu patrimônio e aproveitá-lo da melhor forma.

Ficou com dúvidas? Clique aqui para conversar. 

ABC do Mercado – Educação financeira: o primeiro passo para investir no seu legado

Hoje em dia, mais do que nunca, é fácil o acesso para os investimentos. Corretoras disponibilizam ferramentas que possibilitam a qualquer pessoa, por meio do smartphone, investir em diferentes tipos de ativos, seja na renda fixa ou variável. 

Contudo, para quem está iniciando é necessário antes dar um passo atrás: como conseguir fazer “sobrar” dinheiro para investir? A resposta para essa pergunta é relativamente simples: com educação e planejamento financeiros. 

Mas onde adquirir conhecimento e informação com credibilidade? Confira!

Primeiro passo: organize-se!

Nenhum centavo vai sobrar se você não souber onde está gastando o seu suado dinheirinho. Por isso, anote todos os gastos, das contas mensais recorrentes (como a conta do celular) até o lanche que você tomou na padaria. 

“Pode não parecer, mas pequenos gastos diários, como o cafezinho, podem se transformar em uma grande despesa mensal que te tira do caminho da independência financeira”, explica Amanda Fraioli, especialista  em educação financeira na Blue3.

Acha muito complicado andar com um caderninho para anotar todas as despesas? Então dê as boas-vindas ao século XIX. Atualmente existem diversos aplicativos para smartphone que te ajudam a colocar a vida financeira nos trilhos, como o Organizze, Wallet, Fortuno, Guiabolso, entre outros. 

Nesta matéria, o portal SpaceMoney traz mais detalhes sobre esses e outros apps de organização. Confira!

Outra estratégia utilizada por muitos investidores (e descrita no livro Pai Rico Pai Pobre, do escritor Robert T. Kiyosaki) que também pode te ajudar a poupar e começar a investir é “pagar a si mesmo primeiro”. 

Como funciona? Ao receber o salário, a primeira “despesa” que você paga são os seus investimentos. Em segundo, as contas urgentes e recorrentes. O que sobrar fica para gastos supérfluos, como a pizza do final de semana. Dessa forma, em vez de “esperar sobrar” para investir, você já garante sua aplicação mensal logo no primeiro dia!

Organizou-se financeiramente? Então, venha aprender!

“O risco vem de você não saber o que está fazendo”. Essa é uma das frases mais famosas do megainvestidor internacional Warren Buffet, que ficou bilionário investindo na Bolsa de Valores americana. 

Qual é a grande lição que esse ditado pode te trazer? Quanto mais conhecimento você adquire, menores são os riscos de sofrer grandes prejuízos, até mesmo no mercado de ações, conhecido pela sua volatilidade.

Segundo a B3, a Bolsa de Valores brasileira, até agosto deste ano 3,8 milhões de investidores já tinham aberto contas em corretoras para negociar em renda variável. Se você é um deles, mas ainda não se sente confortável comprando papéis nos pregões, o melhor caminho é buscar compreender como funciona o mercado acionário. 

Mas com tanto conteúdo disponível na internet, por onde começar? De olho na necessidade que esse público iniciante tem de obter conhecimento de forma estruturada, a Blue3 criou um braço educacional na empresa — a Blue3 Educação e lançou um curso chamado “Aprenda a investir na Bolsa”.

O objetivo é levar aos investidores iniciantes tudo que eles precisam saber para começar a investir na Bolsa de Valores. Na linha de frente estão líderes das mesas de renda variável e fixa da empresa, como Patrick Johnston, Bruno Moura, Abner Gonçalves e Vitor Faleiros. 

“O objetivo é que o aluno entenda de vez o funcionamento da Bolsa de Valores e saiba reconhecer as melhores oportunidades para a sua carteira de investimentos, podendo se basear em um conteúdo teórico elaborado pela nossa equipe, que vive o cotidiano dos mercados de renda fixa e variável.”, destaca Abner.

“Esse é um curso projetado para quem não acredita nas fórmulas mágicas de enriquecimento da internet e nem quer cair no ‘efeito manada’, adquirindo ativos porque todo mundo está comprando. Ele traz as ferramentas que o iniciante da Bolsa precisa para iniciar com o pé direito no mercado de ações’, completa Patrick. 

O curso inclui apostila digital com todo o conteúdo das aulas e o aluno ainda conta com 12 meses de acesso integral ao conteúdo, para rever e aprender cada vez mais. “Investir em conhecimento é adquirir segurança para fazer as melhores escolhas, seja na vida ou nos investimentos”, resume Amanda Fraioli, especialista em educação financeira na Blue3.

Conhecimento + informação de qualidade = o melhor caminho para o seu legado

Além de conhecer a fundo o mercado de capitais, manter-se atualizado sobre a conjuntura econômica e os diversos fatos do cotidiano que influenciam nos investimentos é essencial para obter bons resultados. 

Tendo em vista esse objetivo, o portal SpaceMoney passou a disponibilizar, desde o início de setembro, dois canais digitais que têm patrocínio da Blue3 e são imperdíveis para quem quer acompanhar de perto o dia a dia do mercado. São eles:

Bolsa de Valores – conteúdo diário sobre o desempenho do Ibovespa e fatos relevantes que afetam as empresas listadas na B3. O canal traz ainda carteiras recomendadas pela XP Investimentos, além de entrevistas e reportagens especiais.

Proteção e Futuro – Previdência privada e seguro de vida são produtos essenciais para a carteira de qualquer investidor. O objetivo do canal Proteção e Futuro é desmistificar o funcionamento desses produtos, além de trazer notícias diárias sobre planejamento financeiro e desempenho de investimentos em renda fixa.

Assim, você tem acesso rápido e gratuito a conteúdo e informação de qualidade sobre o mercado financeiro. 

E se você quer começar a investir mais ainda não teve a orientação de um profissional, clique aqui e fale diretamente com um assessor Blue3.

Como pensar em estratégias de investimento a longo prazo?

Você já deve ter ouvido em palestras, lives, artigos ou em falas de especialistas do mercado sobre a importância de cultivar um pensamento voltado para o longo prazo na hora de fazer seus investimentos. 

Esse pensamento é fundamental para que os planos futuros possam ser concretizados com mais tranquilidade e conforto. Por isso, esse conselho é tão válido, não só para ativos em renda fixa, mas para os de renda variável também. 

Dispor um dinheiro para daqui 20, 30, 40 anos, vai muito além da tarefa de se planejar financeiramente. Exige um esforço mental para evitar que o desânimo apareça no meio do caminho e ponha tudo a perder.

Quando o desânimo aparecer, lembre-se de grandes investidores, como Warren Buffet, que construiu seu patrimônio no longo prazo e fez história no mundo dos investimentos.

“Planeje o investimento como um casamento católico: para a vida toda.” (Warren Buffett)

Qual o primeiro passo para uma estratégia a longo prazo?


Na Expert XP 2021 – o maior evento sobre investimentos do mundo – realizado pela XP Investimentos, o sócio da Blue3 e especialista em alocação, Eliseu Hernandez, conversou sobre o assunto com Fernando Ferreira, estrategista-chefe da XP Investimentos e embaixador do evento. 

Os profissionais levantaram pontos importantes sobre o tema, que valem a pena serem falados neste artigo. 

Segundo o estrategista, Fernando Ferreira, o primeiro passo para montar uma estratégia a longo prazo seria pensar na diversificação da carteira de investimentos. “Esse é o único almoço grátis que o mercado nos dá”, enfatizou. 

Do ponto de vista da carteira de investimentos líquida, dividir os “ovos” em mais de uma “cesta” faz mais sentido para proteger o que já foi construído e mirar no futuro da carteira. 

O segundo passo seria pensar na qualidade dos ativos e no quanto eles são descorrelacionados uns dos outros. Fernando deu o exemplo das criptomoedas que, por mais que tenham uma alta volatilidade, não são correlacionadas a outros ativos que possuem influência do governo, por exemplo. 

“Por isso, ter uma pequena parte no seu portfólio nesse ativo, pode ajudar a diminuir o risco da carteira no final do dia”, complementa. 

Um investidor pode ter uma carteira com diferentes ativos brasileiros, mas se não há diversificação regional, isso pode ser um problema também. Porque, de acordo com o estrategista-chefe da XP, “se der um problema no Brasil, como estamos vendo agora, a carteira inteira vai mal ao mesmo tempo”. 

A alocação estrutural da carteira precisa, então, levar em consideração os pilares que envolvem a diversificação e a descorrelação dos ativos, que citamos acima, permitindo que um ativo compense o outro. Essa estrutura é fundamental para evitar que o investidor balance em momentos de instabilidade do mercado. 

Como o cenário econômico atual impacta na montagem da carteira?

Em uma passagem do evento, Fernando Ferreira respondeu se realmente faz sentido olhar o cenário econômico atual para montar a carteira de investimentos. E a resposta foi “depende”. 

Pensando em um processo de montagem de carteira a longo prazo, olhar o cenário atual pode não ser o principal ponto de partida. Exatamente porque, ao fazer a alocação dos ativos, é essencial montar uma carteira que irá proteger o investidor em diferentes cenários e momentos. 

Entretanto, saber avaliar o cenário econômico contribui no momento de definir a distribuição de cada ativo. Por exemplo: “ a maior parte vai ficar para a Bolsa?”, “o dólar deve ocupar quantos % da carteira?”, entre outros questionamentos. 

Por isso, o estrategista afirma que, “o cenário é sim muito relevante na alocação mais tática e na hora de fazer mudanças e trocas. Mas, é importante sempre respeitar o perfil do investidor e a tolerância ao risco”. 

O especialista em alocação, Eliseu Hernandez, também fez o seu alerta: “querendo ou não, nem todo mundo vai acertar, mesmo usando as táticas”. Principalmente porque o cenário pode indicar uma mudança e, mesmo assim, “o movimento pode ser feito tarde demais”, complementa Fernando. 

Os profissionais falaram, ainda, sobre a falta de racionalidade dos investidores no momento das tomadas de decisões, onde muitos ainda continuam agindo pela emoção. 

E, nesses momentos, ter um assessor de investimentos ao lado pode fazer a diferença para chegar ao melhor consenso sobre essas porcentagens “ideais” para cada classe de ativo.


Sobre o tempo ideal para a correção de rota, o consenso indica que o que vai influenciar é o perfil de cada investidor. Existe o perfil que pede uma mudança mais rápida, e outro que leva mais tempo para fazer uma movimentação. Mas, cada passo deve ser seguido com inteligência e estratégia. 

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E o cenário da inflação? 

Por fim, os palestrantes falaram sobre o cenário atual da inflação, que tem crescido muito no Brasil e o impacto nos investimentos. 

E, o estrategista-chefe da XP, trouxe uma reflexão: “muitos investidores pensam que se proteger da inflação significa comprar títulos e fundos atrelados à inflação. E não está errado. Mas, é preciso avaliar melhor os ativos que têm uma parte deles prefixado + um spread”. 

No caso, Fernando falou dos títulos de renda fixa do Tesouro Direto que são híbridos. Isso porque, ao comprar o título, pode ser que “haja um estresse no mercado” e esse spread aumente, fazendo com que o título adquirido anteriormente tenha uma marcação a mercado menor. 

O estrategista citou o caso para enfatizar que esses títulos continuam sendo uma boa opção para proteger a carteira, mas que não são os únicos. Fernando aproveitou, então, para apresentar os fundos imobiliários, ações específicas da Bolsa de Valores e ativos dolarizados como bons hedges (proteção) para a inflação.  

Como ser um investidor a longo prazo no Brasil?

A mensagem final de Fernando Ferreira no encontro na Expert XP, trouxe alguns conselhos para os investidores brasileiros. 

“No Brasil, sempre temos emoção. Os cenários nunca são tão bonitos quanto aparentam, e nem tão ruins.”, destacou o estrategista. A recomendação principal é manter a calma e a frieza na hora de atuar, pensando sempre no longo prazo. 

Ele indica que o investidor converse com o assessor para montar uma carteira “bem amarradinha” e com as alocações certas. Fernando afirma que isso é primordial para que o investidor possa ficar tranquilo e otimizar tempo para aproveitar o que “realmente importa na vida”. 

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China x EUA: será que estamos vivendo uma nova guerra fria?

China EUA

Atualmente, a incessante busca por hegemonia é o que vem tornando as nações mais competitivas e, consequentemente, cada vez melhores naquilo que são especialistas em produzir. 

Ocorre que, nestes últimos tempos, as duas maiores potências mundiais – China e EUA – mesmo com políticas completamente opostas, vêm dominando esta nova “guerra” para saber qual delas se tornará a potência hegemônica do século. 

Antigas previsões realizadas por economistas estimaram que o PIB Chinês iria ultrapassar o PIB americano, em termos absolutos, durante os próximos anos. No entanto, alguns fatores vêm alterando este cenário, trazendo aos EUA à frente desta provável conquista. 

Quais são os fatores que tornam um país, como a China e os EUA, uma grande potência? 

Antes de tudo, vamos dar uma passada nos principais quesitos que influenciam o crescimento de uma nação. 

O primeiro deles é o capital, que nada mais é do que o número de trabalhadores daquele país. Quanto mais pessoas trabalhando, maior a riqueza produzida. 

O segundo principal quesito é a produtividade, que diz respeito à eficiência destes trabalhadores em produzir o que precisa ser entregue. Por exemplo: no País 1, cerca de 10 trabalhadores utilizam o tempo de 5 minutos para produzir uma calça. 

Por outro lado, o País 2, não tão populoso, porém muito tecnológico, utiliza uma máquina (produtividade) para produzir a mesma calça nos mesmos 5 minutos. 

Mesmo que os países produzam a mesma calça no mesmo período de tempo, o País 2 teve que se adaptar às suas condições de baixo nível populacional, enquanto o País 1 se utiliza do alto nível populacional em substituição de uma eficiência tecnológica.

Assim, fica intuitivo entender que, se um país possui mão de obra e tecnologia, o mesmo se destaca dentre os demais. 

O pode deixar os EUA à frente da China nesta guerra comercial?

O fato é que, na China, o fluxo de informações é sempre muito duvidoso, uma vez que se trata de uma economia fechada. Além disso, atualmente, sabemos que a China é o país mais populoso do mundo, com cerca de 1,4 bilhões de habitantes. 

Porém, nestes últimos tempos, houve uma sobrevalorização deste número populacional. Como consequência, a população jovem passará a ser menor do que se estimava, e por fim, haverá uma redução da quantidade de mão de obra no futuro. 

Acho que deu para entender um pouco do impacto, certo?

Vamos aos exemplos do País 1 novamente, supondo que ocorreu uma redução populacional nesta nação. Assim, se antes os 10 trabalhadores demoravam 5 minutos para produzir uma calça, a escassez de mão de obra obriga os 4 trabalhadores a realizarem esta produção, fazendo com que os mesmos demorem cerca de 10 minutos, ao invés de 5. 

Neste caso, o País 1 passou a produzir com menor eficiência quando comparado ao País 2.

Voltando à China, de maneira geral, esperava-se que as taxas de natalidade estivessem maiores do que o patamar atual, uma vez que estas evidenciam um declínio dessa população.

Ademais, vale relembrar que, em meados da década de 70, foi implantada na China a Política do filho único, já que, o que ocorria na verdade era um crescimento populacional muito acelerado. 

No entanto, no ano de 2015, esta política foi erradicada, tendo em vista uma redução do número de habitantes existentes no País. Mesmo assim, casais chineses ainda optam por possuir poucos filhos, uma vez que tal ocorrência tornou-se cultural.

Incontestavelmente, o impacto disso para a competitividade Chinesa frente aos EUA e aos demais Países do mundo é visto por meio de uma redução da mão de obra, já que adultos se tornarão idosos no futuro, e haverá poucas crianças para suprir um aumento na produção, dada a diminuição nas taxas de natalidade.

Além disso, a escassez na mão de obra chinesa virá acompanhada do custo que os idosos produzem à uma nação, devendo ser planejado previamente. No entanto, o país atentou-se a este declínio populacional de forma tardia, de modo que este é o primeiro registro de diminuição dos habitantes após 5 décadas.

Por fim, é possível observar que, países como Brasil e EUA possuem taxas de natalidade próximas às atuais da China.

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Os EUA podem perder a guerra comercial pelos mesmos motivos que a China?

Atualmente, não há tendência para que estes Países (Brasil e EUA) sofram desvantagens na competitividade por conta do fator natalidade, uma vez que, como já dissemos, a China explorou o problema de declínio populacional de forma tardia. 

Enquanto isso, os EUA recebem muitos imigrantes, de forma que o baixo nível de natalidade é compensado pela entrada de novos habitantes, que migram constantemente aos Estados Unidos em busca de oportunidades no mercado de trabalho. 

Dessa forma, mesmo que esta taxa seja baixa, o número de imigrantes preenche a lacuna que pode faltar para completar a mão de obra. 

Por outro lado, o Brasil, assim como a China, não recebe grande fluxo de imigrantes. Mas, por tratarmos de uma economia aberta, nossos dados possuem maior transparência, fator que permitiu ao País um alerta e também um planejamento prévio das possíveis consequências, bem como, a reforma da Previdência, e outros programas sociais.

Quais são as consequências para a China nesta competição?

Em suma, o que vêm ocorrendo na China é na verdade reflexo de um longo período no passado, mas que está começando a surtir os efeitos no presente. Estes devem fazer com que previsões, que estimavam uma ultrapassagem por parte da China, em termos de PIB absoluto, aos EUA, sejam revisadas. 

Além disso, a China terá que lidar com um planejamento previdenciário e social mais elaborado do que aquele aplicado até então, além de uma escassez de mão de obra, que forçará a mesma a buscar outros meios de produção.

As consequências deste cenário só saberemos com o passar do tempo.

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O que é a inflação e como ela afeta o aumento dos preços?

Você provavelmente já percebeu que com o passar dos anos, aqueles mesmos itens que comprávamos com frequência acabam sofrendo certo aumento nos preços. Bem, você sabia que esse fenômeno tem um causador?
O nome dele é inflação.

Mas o que isso significa?

De maneira geral, a inflação é um termo utilizado por economistas para se referir ao aumento generalizado dos preços de produtos e serviços em um país.

Este índice é calculado a partir de uma cesta de bens, mantida pelo IBGE, e apurada por meio de uma análise nas alterações dos preços, dentro desta cesta. No Brasil o índice oficial para medir esta variação é o IPCA.

Entretanto, a cesta de bens generalizada não serve para situações específicas, já que nem todo cidadão consome tudo que está presente na cesta de bens do IBGE. Mesmo assim, essa é uma técnica adotada por muitos países para que seja possível medir o aumento generalizado nos preços.
Nos EUA, por exemplo, o índice semelhante ao IPCA é denominado CPI.

Bom, mas de que forma este aumento de preço representa realmente impacta o nosso dia a dia? Ele tem alguma relação com a redução do poder de compra do consumidor? 

Na verdade, a inflação representa apenas uma diminuição do poder aquisitivo para o consumidor quando o salário do mesmo não é reajustado na mesma proporção em que os preços aumentam. Ou quando os investimentos na economia possuem uma rentabilidade abaixo do aumento inflacionário.

Mas então, será que a inflação é ruim para nós?

Realmente, de modo geral, a inflação é vista como um acontecimento ruim. No entanto, o que muitos não sabem é que níveis controlados de inflação são saudáveis à economia, e portanto, desejáveis.

Curva de Phillips 

  Para exemplificar melhor, podemos tomar como base a teoria da curva de Phillips, criada pelo economista neozelandês William Phillips, que relaciona inflação ao nível de emprego e demonstra que aumentos inflacionários, “ceteris paribus” (tudo o mais constante), geram uma diminuição nos níveis de desemprego

Isto ocorre porque uma das consequências do aumento do consumo é a inflação. Portanto, fica intuitivo imaginar que se há mais pessoas consumindo, faz-se necessário mais mão de obra para produzir e ofertar, de forma que, há também mais pessoas empregadas, e vice-versa.

O que é a deflação?

Por outro lado, quando um país apresenta deflação (inflação negativa), isto demonstra que os indicadores da economia não estão de acordo com um fluxo econômico ativo. E isso acaba gerando, muitas vezes, um nível maior de desemprego, uma diminuição dos salários nominais e do consumo, e um ciclo de estagnação econômica

Este evento, foi visto recentemente pela primeira vez no Brasil. A chegada da pandemia da Covid-19 culminou em uma estagnação dos fluxos econômicos, e consequentemente, demonstrou uma má performance da economia.

 Observe no gráfico abaixo, referente ao IPCA mensal nos anos de 2020 e 2021. Conforme o fluxo de mobilidade e consumo foram aumentando, e a economia aos poucos apresentando sinais de recuperação, a inflação voltou a subir, surtindo os efeitos.

 Em suma, o ideal é possuir uma inflação controlada, não representando uma hiperinflação, nem uma desinflação. No entanto, isto nem sempre ocorre, e por isso é tão importante entender as causas e consequências que podem alterar este índice.

Diante de todos os fatos apresentados acima, fica claro que a inflação é um indicador “atrasado”, uma vez que se trata de um sintoma, cuja as causas estão no passado e as consequências repercutem no presente

Fatores que afetam a inflação

Dessa forma, os efeitos inflacionários possuem causas já conhecidas, e que são denominadas “conjunturais”, quando se tratam de eventos passageiros. E o “estruturais” quando os eventos ocorridos são contínuos, tendo sido ambos datados de alguns meses ou até anos atrás.

Um fator conjuntural pode ser exemplificado com uma ausência de equivalência entre oferta e demanda. Esse evento trata-se de um acontecimento passageiro uma vez que, em algum momento as cadeias se acomodam, os preços voltam a patamares mais razoáveis, dado o ajustamento entre consumidores e produtores

Este fato é tão recorrente em nosso cotidiano que podemos citar, por exemplo, um ocorrido recente com o preço do petróleo, milho, soja e outras commodities. Nos EUA, as geadas destruíram os depósitos em que estes produtos eram armazenados. O que fez com que a demanda permanecesse em altos patamares, sem a devida equivalência na oferta dos produtos. Dessa forma, o custo do insumo para se fabricar alguns produtos, bem como a gasolina, foi repassado ao consumidor final

Vale ressaltar que muitas vezes este fator conjuntural pode perdurar por alguns anos.

Por outro lado, fatores estruturais fazem parte da estrutura da economia, como o próprio nome diz. Portanto, são recorrentes e não passageiros, tal como a impressão de moeda. 

Sendo assim, como disse Milton Friedman a “inflação é um fenômeno monetário”, uma vez que no geral, a irrupção entre demanda e oferta, e outros fatores, terminam por se ajustar, mas, a impressão de moeda de maneira ininterrupta, é capaz de fazer com que o poder de compra seja corroído constantemente.

Mas se a inflação é um fenômeno recorrente, então como podemos nos proteger dela?

Como se proteger da inflação?

Bom, como não somos nós, na maioria das vezes, quem determina o aumento do nosso salário nominal. A única maneira que temos para se proteger da inflação é investindo em ativos que rendem mais do que ela.

Sabendo disso, já fica o aviso: se o seu dinheiro que está alocado na poupança e parece estar gerando rendimentos, na verdade ele está sendo corroído pela inflação!! 

Por isso, é indispensável procurar um profissional que te ajude a alocar o seu capital nos melhores investimentos, a fim de protegê-los da inflação e de grandes perdas. 

E lembre-se: não trabalhe para o seu dinheiro, deixe que ele trabalhe para você. E isso só é possível quando investimos o nosso capital com responsabilidade e eficiência.

Para gerenciar o seu patrimônio da melhor forma, conte com a ajuda da Blue3. 

Clique aqui e fale com um de nossos assessores. 

FONTES:

Clube dos poupadores, Uoleconomia, IBGE.

Ciclos Econômicos e sua importância

Você já deve ter reparado que constantemente fazemos menção às políticas monetárias e fiscais nesse site, e isso se deve à sua influência na economia.

Mas afinal, o que as influenciam? É sobre isso que vamos falar hoje, os chamados Ciclos Econômicos.

DEFININDO

Os Ciclos Econômicos, são caracterizados por 4 fases distintas, sendo elas as fases de expansão, boom (pico), contração e recessão. Vamos discorrer um pouco sobre cada uma delas.

O ciclo de expansão pode ser interpretado como o ciclo da prosperidade, onde temos uma alta demanda agregada, os lucros das empresas estão nas alturas, e o investimento das empresas é alto.

Geralmente, as taxas de juros estão em patamares mais baixos.

Já o estágio do Boom é caracterizado como o pico do ciclo de expansão, quando se forma uma pressão inflacionária e temos um excesso na demanda agregada.

O estágio de contração se dá por uma diminuição no consumo, nos lucros e nos preços dos produtos e serviços por parte das empresas, que competem por consumidores.

O estágio de recessão é reconhecido através das altas taxas de desemprego e lucros baixos por parte das empresas.

POLÍTICA MONETÁRIA E FISCAL E SUA ATUAÇÃO NOS CICLOS

Como vimos acima, diferentes ciclos apresentam diferentes problemas e soluções.

Geralmente, as atuações mais contundentes ocorrem nos momentos mais extremos, como nos períodos do boom e da recessão, sendo adotadas medidas contracionistas e expancionistas, respectivamente.

Quando a economia está a todo vapor, para corrigir assimetrias tais como a pressão inflacionária adotam-se medidas contracionistas, com um aumento na taxa de juros, corte nos gastos públicos e aumento nas tributações.

Já em períodos de recessão, adotam-se políticas expancionistas como forma de combate à pressão por desemprego, com redução na taxa de juros, aumento dos gastos públicos e diminuição na tributação.

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A MAGIA DE VENCER


EXPERT SESSION | EARVIN ‘MAGIC’ JOHNSON E ANA LAURA MAGALHÃES
Higor Vieira, Investimentos Blue

“Magic” Johnson, um dos maiores exemplos da historia do basquete, trouxe algumas lições da sua trajetória. Disse que, para chegar onde está, teve muitos mentores, no qual repassa os mesmos conselhos para outros jovens.

E relatou que jogar contra Michael Jordan era divertido, pois sempre admirava ela, e hoje são bons amigos.

Comentou sobre o momento dos esportes na pandemia. Hoje temos varias modalidades no mundo todo, acontecendo sem os torcedores.

Porém, os torcedores são os que geram as maiores receitas aos clubes, e um dia será preciso que voltem as quadras.

Mas fora isso, na visão dele, é importante a presença deles. Os jogadores possuem melhor desempenho quando sentem a energia vinda do público.

Ele contou um pouco sobre sua experiência no empreendedorismo. Quando se lidera uma equipe, é preciso passar a mentalidade de vencer. Isso faz com que todos os integrantes sejam cada vez melhores.

Johnson relatou sobre como investe. Ele gosta de analisar o track record da empresa nos últimos 4 ou 5 anos, se sua receita está crescendo, pra que direção a empresa vai, as perspectivas futuras da companhia e também as pessoas envolvidas, do CEO até as equipes de gestão.

Ele relatou quando era um jovem jogador de basquete na faculdade. Na época as duas maiores empresas era Adidas e Converse.

Ambas ofereceram contratos a ele por muito dinheiro. Nisso, a Nike que era iniciante, ofereceu a mesma quantia e até ações da companhia. Ele recusou a Nike, e se arrepende até hoje disso.

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UMA CONVERSA COM MALALA YOUSAFZAI

Malala Yousafzai, uma das maiores ativistas no mundo e vencedora do prêmio Nobel, contou o início de sua trajetória.

Quando criança, o seu direito a educação foi extirpado, dentre a região onde ela vivia, com área de guerra, escolas sendo destruídas, zona de conflito. Enfim, toda a liberdade sendo cerceada.

Ela não dormia, sempre com receio de ser o próximo alvo.

Mas a maior lição que ela aprendeu durante toda a jornada é cada um confiar em sua voz, assim como ela fez.

Cada um acreditar em si, a idade não é importante, e sim iniciar sua jornada. Sempre existiram questões sociais, e quando tentaram silencia-la com um tiro, ela se deu conta de que sua voz era mais poderosa do que imaginava.

Isso foi um estímulo muito grande para ela, provando que sua voz pode mudar uma comunidade e trazer conscientização.

Ela acredita que a educação universal deve estar ao alcance de todos, por meio da tecnologia e dos direitos humanos.

E deve se haver equilíbrio naquilo que é ensinado, onde a maioria das pautas são ocidentais, e a maioria das crianças não aprendem suas raízes locais, sobre seus ancestrais. Um equilíbrio é importante nesse sentido.

Malala trabalha para preparar as crianças para o futuro. Num mundo onde o fake news é espalhado a todo momento, é importante termos jovens se transformando em pensadores, tendo suas próprias criticas e opiniões.

E também defende sobre a igualdade de direitos entre os homens e as mulheres. A educação é uma parte extremamente importante no empoderamento das mulheres, na sua emancipação, onde elas acreditam que podem ser engenheiras, pilotas, líderes, empresárias.

É preciso tirar esse medo que a sociedade impõe a todas elas.

Ziauddin Yousafzai, pai de Malala, também participou, relatando que a educação transforma a vida de qualquer pessoa. reforçou a frase de Nelson Mandela, onde “a educação é a arma mais poderosa que pode mudar o mundo”.

Este conceito foi fundamental na criação de Malala, ao refletir o que ela se tornou hoje. Ainda sobre a criação, quando questionado, disse: “não perguntem o que fiz, perguntem o que não fiz”.

Ele não cortou as asas de Malala, e sempre deu total liberdade e respeito para que ela voasse sozinha.

Malala finaliza que o momento pós-pandemia que estamos passando é de grande mudança mundial, sendo importante nos adaptarmos.

Mas nunca devemos deixar de lutar pelo direito de opinar, de ter educação ao nosso alcance e aumentar nossa voz, trazendo um mundo mais humano e igualitário.

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EXPERT XP 2020 | Min. Paulo Guedes: Momento econômico brasileiro

O ministro da economia Paulo Guedes afirmou que os últimos 5 meses foram muito intensos para o governo.

No entanto, a crise politica abaixou graças a população que percebe o trabalho que o governo tem feito, como auxilio emergencial, credito para as empresas – estendendo o consumo privado, reforma da previdência, etc.

Durante a pandemia, não faltaram recursos para a saúde. Segundo o ministro, não ha problemas no aumento da divida publica para a saúde na situação de calamidade que vivemos, pois o mundo todo entende isso.

E também entende que isso pode se recuperar por meio das medidas fiscais.

Segundo Guedes, haverá um boom de 10 anos de contrato civil no Brasil. As classes mais baixas alcançarão a casa própria com juros mais baixos, onde a previsão é de 1 a 2 milhões de novos integrantes.

Ele ressaltou sobre o atual compromisso com o controle de gastos. Mas parte disso foi herdado pelo governo anterior, onde o descontrole levou o Brasil ao endividamento em “bola de neve”, derrubando taxa de câmbio e juros altíssimos.

A economia vive de expectativas sobre o futuro. Segundo ele, as três principais despesas foram sanadas em pouco tempo de governo: reforma da previdência, taxa de juros e funcionalismo público.

Despesas estas que estão controladas e que continuarão tendo controle futuramente. Mas o principal agente que vai destravar isso será o investimento privado.

A reforma tributaria pode ser interditada, e segundo ele a CPMF não entra, pois há amplas áreas de tributação ainda não exploradas, como o comércio eletrônico e transações de pagamentos.

E resumiu que haverá sim impostos sobre dividendos. E o imposto PJ vai cair. Os atuais 35% devem cair para média mundial próxima de 20%.

Segundo Guedes, “fizeram o teto (de gastos) mas não as paredes”, para conter os gastos com a previdência e com o funcionalismo.

E reforça que sempre ha a vontade econômica de executar, mas não há o auxilio politico necessário. E finalizou que não sairá do governo tão cedo.

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