Como e por que fazer o planejamento sucessório?

Construir um legado sólido e que pode ser aproveitado por muitas gerações é, com certeza, motivo para se sentir confortável. 

Entretanto, existem burocracias – não tão confortáveis assim – que precisam ser levadas em consideração, como as que envolvem o planejamento e a preservação de tudo que foi conquistado, seja por você ou pela sua empresa, por exemplo.  

Por isso, pensar em planejamento sucessório, além de necessário, é uma demonstração de respeito a todo o seu esforço e trabalho. 

Neste artigo, vamos explicar exatamente o que é um planejamento sucessório, quais as opções e os riscos de não pensar no futuro. 

O que é planejamento sucessório?

Ninguém gosta de imaginar o dia em que vai morrer, ou pensar como a família vai seguir caso não esteja mais aqui. Algumas pessoas até pensam que lidar com esse tipo de assunto “atrai”. Mas, a verdade é que não tem como deixar para depois. 

Essa é uma etapa decisiva da vida de uma pessoa. Além de ser uma forma de garantir que todo o seu patrimônio seja distribuído da forma correta, sem se “perder” ou ficar desprotegido após sua partida. 

Afinal, nós investimos nosso dinheiro e trabalhamos para que, no futuro, seja possível desfrutar de tudo que foi conquistado. Imagine, então, se todo esse esforço fosse desperdiçado por uma falta de planejamento em vida? 

Vamos pensar em uma situação hipotética, na qual o nosso personagem fictício, Pedro, não fez o seu planejamento sucessório. Em um dia comum, se envolveu em um acidente de trânsito e, infelizmente, faleceu. 

Pedro era casado, pai de dois homens e empresário. Bom, o que aconteceu foi que, a família, além de ter que lidar com a terrível dor da perda, precisou ir atrás das burocracias do inventário para organizar como o patrimônio de Pedro e sua empresa seriam administrados a partir dali. 

E você sabe como é o processo de inventário? 

Precisamos dizer que, a grosso modo, fazer o inventário é um processo demorado, podendo levar anos.

Além disso, os custos para fazer um inventário podem representar até 20% dos bens, porque envolve o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD); a alíquota de cada estado –  entre 1,5% e 8% e custos de cartório.

Ainda, para o processo do inventário, tem também a taxa jurídica que fica entre 2% e 12% (segundo a tabela da OAB). Ou seja, são muitos os encargos que vão precisar ser descontados diretamente dos bens da pessoa que faleceu. 

Até aqui, já deu para observar, o quão custoso é – em todos os sentidos – ficar à mercê desse processo. Bom, temos também um outro ponto: 

Como os herdeiros são escolhidos no processo de inventário?

O que a maioria sabe é que, os herdeiros legítimos – descendentes, ascendentes, cônjuges/companheiros e colaterais até o 4º grau – têm direito a uma quota do montante total do patrimônio. 

Quando há um herdeiro só, o processo é menos burocrático e, às vezes, é até possível escapar do inventário. Mas, quando há mais de um herdeiro, não há como fugir. 

E, ainda, se não há acordo de divisão entre as partes, fica mais complicado. Tão complicado a ponto de, em muitos casos, ser necessário um juiz para intervir e decidir como será a partilha. 

Qual é a saída para facilitar toda essa burocracia e evitar problemas por falta de planejamento? Bom, chegamos ao ponto da pergunta do início. 

O planejamento sucessório é uma alternativa de formalizar a divisão dos bens e a proteção do patrimônio, ainda em vida, por um custo bem menor, respeitando todos os desejos da pessoa que possui os bens e para que, se algo acontecer, a transferência das titularidades seja rápida. 

Tem dúvidas sobre o assunto? Clique aqui e fale direto com nossos profissionais. 

Como é feito o planejamento sucessório?

Para fazer o planejamento sucessório, é necessário traçar estratégias de acordo com a intenção da pessoa interessada. Mas, entre as possíveis estratégias e formas de fazer isso, vamos elencar em tópicos quais são as principais. 

Seguro de vida

O seguro de vida é uma ferramenta imprescindível no planejamento sucessório. É nele que se inicia tudo, como se fosse o  “bê-á-bá” da sucessão. 

Isso porque, a principal adversidade que herdeiros enfrentam no momento da sucessão é a ausência de liquidez financeira para custear o processo de inventário e manter o padrão de vida.

Os bens do falecido invariavelmente ficam indisponíveis, o que acaba sendo um problema de difícil solução. O seguro de vida tem um ponto de destaque em relação às outras ferramentas como a previdência privada, por exemplo. 

Por lei, o seguro de vida nunca integra o inventário, mesmo em processos com litígios – disputas judiciais. Além disso, ele pode ser contratado por uma fração do valor necessário para a sucessão. 

Portanto, é a ferramenta com maior nível de segurança e custo-benefício na hora de garantir aos herdeiros os recursos necessários para o custeio de todo o processo sucessório.

Testamento 

Essa é uma das práticas mais conhecidas e é até comum ouvirmos que uma pessoa deixou um testamento antes de morrer. Mas, como funciona? No testamento, a pessoa pode escolher como será feita a distribuição dos seus bens. 

No entanto, é preciso que a legislação seja respeitada. E está na lei que 50% do patrimônio deve ser, obrigatoriamente, transferido aos herdeiros necessários

E os outros 50% são livres para serem destinados a quem o “testador” quiser, sem necessariamente precisar ser da família. 

Previdência Privada

A previdência privada é outra estratégia bem interessante quando o assunto é planejamento sucessório. Para isso, é necessário contratar um plano que esteja alinhado com essas expectativas. 

No momento de contratar o plano, já é possível estabelecer os beneficiários (herdeiros) dos recursos e, caso ocorra a morte do titular, o valor é repassado para as pessoas escolhidas, sem precisar aguardar muito tempo. 

Outro ponto positivo é que na maioria das vezes, não há necessidade de passar pelo processo de inventário e, ainda, não tem incidência do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) – existem exceções em algumas localidades do país.

Entretanto, em processos de sucessão com litígio – conflito de interesses – o juiz pode incluir a previdência no inventário, inviabilizando o recebimento dos recursos. 

Se você quiser entender mais sobre como funciona a previdência privada, clique aqui e confira nosso artigo exclusivo sobre o tema!

Doação 

Uma alternativa é fazer doação em vida. A pessoa interessada pode fazer doações dos seus bens em vida para os herdeiros, como uma estratégia de organizar o seu planejamento. 

O interessante é que o doador pode continuar usufruindo dos seus bens até a sua morte. E para utilizar o bem, o beneficiário também precisa consultar o doador, caso esteja vivo. Para isso, a doação é repassada com reserva de usufruto. 

As doações podem ser repassadas sem custo, desde que seja respeitada a máxima anual definida pelo estado. 

Holding familiar

A Holding familiar é uma outra forma de facilitar os processos de transferência e tributação. Para isso, o interessado abre uma holding, ou seja, uma empresa que vai reter o patrimônio da família, e os sócios são os herdeiros. 

Decidi fazer meu planejamento, e agora?

Escolher fazer o planejamento sucessório é, com certeza, uma forma de cuidar de tudo o que foi conquistado por você e é tão importante porque evita muitas burocracias desnecessárias que podem prejudicar o seu patrimônio.

Como destacamos acima, existem diversas intercorrências quando todas essas questões não são organizadas em vida. 

Envolve dor de cabeça dos familiares e possíveis desavenças; custos altos que são retirados do próprio patrimônio e o tempo de liberação dos bens que pode, inclusive, deprecia-los. 

Ao tomar a decisão de fazer o seu planejamento sucessório, é preciso ter em mente que é essencial ter o auxílio de profissionais que entendam do assunto, como o planejador financeiro. Afinal, estamos falando de uma decisão muito importante e que envolve a qualidade de vida de todos. 

Esse profissional vai alinhar com você quais são os principais objetivos para poder entender qual será a estratégia e os instrumentos ideais para organizar o seu patrimônio e aproveitá-lo da melhor forma.

Ficou com dúvidas? Clique aqui para conversar. 

Tenho 35 anos, ainda vale a pena ter uma previdência privada?

Todo mundo busca tranquilidade para quando a maturidade chegar. Pensando nisso, o melhor momento para planejar a independência financeira na aposentadoria é sempre agora, tenha você 20, 30 ou 40 anos de idade. O que será diferente, em cada uma das faixas etárias, é o caminho para conquistar esse objetivo.

Naturalmente, quem começar mais cedo percorrerá um caminho mais confortável, podendo aportar valores mais baixos para criar o “colchão” de previdência e investimentos que permitirão a tão sonhada aposentadoria tranquila. “Infelizmente, os brasileiros ainda não têm a cultura de poupar, então é comum que muitos comecem a planejar a aposentadoria depois dos 30, quando a vida financeira já está mais estabilizada”, explica Wagner Ronchi, portfolio manager private da Blue3. 

Para esse público, qual é a melhor saída para “recuperar o tempo perdido”? Contar com um plano de previdência privada ou investir no mercado financeiro?

Planos complementares

Investir tem tudo a ver com objetivos e, no caso da aposentadoria, tanto os planos de previdência privada quanto outras aplicações financeiras podem ajudar os investidores a chegar lá. 

As duas principais modalidades de previdência privada são o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) e o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre). A diferença entre as duas é basicamente a forma de tributação: a primeira segue uma tabela regressiva do imposto de renda, que é cobrado apenas no resgate; enquanto a segunda segue um sistema “progressivo” que permite abatimentos do IR ao longo do tempo e tem tributação sobre o saldo total.

Em ambas as modalidades é possível escolher o montante que será aplicado mensalmente (alguns planos têm valor mínimo) e por qual tempo você aplicará antes de colher o benefício. Para saber mais sobre o PGBL e o VGBL, confira este texto no canal patrocinado da Blue3 no portal SpaceMoney.

Outra forma de não depender do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) na velhice é investir por conta própria para acumular os recursos necessários para sua aposentadoria.

Primeiramente, é necessário conhecer o seu perfil de investidor, se é conservador, moderado ou arrojado. Como saber? Em geral, corretoras e assessorias de investimento aplicam um teste que analisa a capacidade financeira e indica qual é o perfil que norteará a escolha dos ativos que vão compor a carteira. “Porém, independentemente do perfil, é possível criar um portfólio no mercado financeiro que dê suporte ao plano de previdência e ajude a garantir retornos sólidos no futuro”, explica Wagner.

Confira exemplos de investimentos que podem fazer parte da sua carteira de previdência

Tesouro Direto

São os títulos mais seguros do mercado financeiro, pois trata-se de dívidas do tesouro nacional. Ou seja: a possibilidade de o governo não ter capacidade para honrar suas dívidas é quase inexistente.

A segurança, claro, vem com um preço: a rentabilidade do Tesouro Direto não é a mais alta do mercado, mas ainda assim esse é um dos ativos quase obrigatórios em qualquer carteira de longo prazo, uma vez que o principal objetivo de quem guarda dinheiro para resgate muitos anos à frente é rentabilizar acima da inflação.

Com o TD isso é possível, uma vez que a modalidade conta com a opção IPCA+, cuja rentabilidade é calculada a partir da inflação medida pelo IBGE  (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e de uma taxa fixa.

CDBs

Os Certificados de Depósito Bancários são ativos semelhantes ao Tesouro Direto, porém, quem emite esse tipo de título são os bancos. Embora instituição financeira nenhuma tenha a mesma capacidade de pagamento do governo, dinheiro para honrar as dívidas não costuma ser problema para os bancos. Portanto, os CDBs também são considerados investimentos de baixo risco.

É possível encontrar, inclusive, opções com rentabilidade mais atrativa do que a dos títulos públicos. Porém, fique atento à liquidez: alguns desses ativos só podem ser resgatados no vencimento, ou seja, ao investir, você só receberá de volta o seu dinheiro na data estipulada, que pode ser em seis meses ou até 10 anos. Por isso é importante ler com atenção a descrição do título antes de comprar.

Fundos de renda fixa

Em linhas gerais, fundos de investimento são grupos de pessoas que se reúnem para investir e conseguirem, juntos, montar um portfólio rentável. No caso dos fundos de renda fixa, o objetivo é investir nessa classe de ativos, que inclui os títulos públicos e CDBs descritos acima, além de certificados de recebíveis do agronegócio e mercado imobiliário, títulos de crédito e outras opções.

Os fundos são comercializados em cotas e a rentabilidade do investidor é proporcional à quantidade adquirida. 

Ações

Embora seja conhecido pela alta volatilidade, o mercado de ações também é indicado para quem tem planos de longo prazo. Não por acaso, o número de investidores pessoas físicas na B3, a bolsa de valores brasileira, não para de crescer. Só até julho deste ano — segundo números da própria bolsa —, o número de contas ativas chegou a 3,9 milhões, um avanço de 20% em relação a 2020. 

Embora esteja “na moda”, investir sem qualquer critério em renda variável pode trazer prejuízos. É preciso ter cuidado na hora de escolher os papéis que farão parte do portfólio e acompanhar de perto o desempenho das empresas.

“ A bolsa é um ótimo caminho para quem quer uma rentabilidade superior à da renda fixa, mas lá os investidores também encontrarão maior exposição ao risco. Por isso é necessário estar sempre bem informado. Para quem não tem tempo de se dedicar, o ideal é buscar uma assessoria de investimentos ou gestora de recursos”, destaca o portfolio manager. 

Fundos de investimentos imobiliários (FIIs)

Cada vez mais presentes no radar — e na carteira — dos investidores, os FIIs têm funcionamento similar a outros fundos, porém, são focados em empreendimentos imobiliários ou investem seu patrimônio em ativos ligados ao setor. 

Uma característica que chama a atenção é que esse tipo de investimento pode oferecer, simultaneamente, retorno por meio da valorização das cotas e distribuição de dividendos. Isso porque há fundos que investem em imóveis para locação e os aluguéis gerados por esses contratos são divididos entre os cotistas do fundo. “Os FIIs estão ganhando o radar dos investidores por oferecerem possibilidade de renda passiva, por meio dos dividendos, que além de ser um dinheiro que os investidores recebem mensalmente, ainda permanece isenta de imposto de renda mesmo com o avanço da reforma tributária”, pontua Wagner.

Quer conhecer os melhores investimentos para realizar o seu próximo sonho? A Blue3 te ajuda a encontrar o caminho!

Blue3 e SpaceMoney anunciam parceria e lançam novos canais de informação

Um dos ativos mais valiosos do século 21 é a informação. Diariamente, fatos econômicos, políticos e sociais interferem no nosso cotidiano e, para quem investe e pensa no futuro, estar por dentro desses acontecimentos no momento certo pode significar a diferença entre lucro e prejuízo. 

Informar com agilidade e trazer análises de qualidade é a missão dos novos canais Bolsa de Valores e Proteção e Futuro, focados no cotidiano da B3 – a bolsa de valores brasileira – e nos mercados de seguros e previdência.

O portal SpaceMoney, especializado na cobertura do mercado de capitais e em produção de conteúdo com foco em educação financeira, é o responsável pela organização editorial e hospedagem do projeto, que tem patrocínio da Blue3. A empresa, escolhida pela XP Investimentos como melhor escritório de agentes autônomos do Brasil em 2021, colabora também com conteúdo analítico baseado nas recomendações e relatórios da corretora.

“Esses novos canais especiais de informação nascem em linha com os princípios que norteiam o negócio da Blue3, de valorizar a informação de qualidade e fomentar a educação financeira. Quem respira o mercado financeiro precisa estar sempre ligado no mundo ao redor e, para nós, é uma grande satisfação poder oferecer essa conexão”, destaca Wagner Vieira, CEO da Blue3.

“A Blue3 é o parceiro ideal para o início da nossa área de projetos especiais, que está desenvolvendo novos canais temáticos sobre segmentos importantes do mercado de capitais e da economia, como criptomoedas, investimentos no exterior, agronegócio e saúde, entre outros, sempre em parceria com empresas que são referência em seus ramos de atuação. Vem muita coisa boa por aí”, adianta Fabio Murad, CEO da SpaceMoney

Mais informação sobre a bolsa

Segundo dados divulgados pela B3 no início de agosto, atualmente 3,9 milhões de pessoas físicas têm conta para investimentos em renda variável. Para quem faz parte desse grupo — ou tem interesse em conhecer e acompanhar o mercado acionário —,  o canal Bolsa de Valores é um passaporte para os pregões.

Dessa forma, é possível acompanhar as cotações dos papéis pela ferramenta SpaceNow, se informar sobre os principais fatos relevantes no universo das empresas listadas e conferir o desempenho do Ibovespa e dos principais índices internacionais. Tudo acompanhado pela contextualização dos profissionais da Rede Blue3.

Portanto, além de notas rápidas, a página trará também conteúdos de fôlego, como reportagens, lives e entrevistas em diferentes formatos, incluindo texto, infográficos e vídeos.

Clique aqui e acesse o canal Bolsa de Valores.

Seu futuro está garantido?

Sabemos que não é possível prever o futuro, mas você pode sim, construir o seu! Por isso, se planejar financeiramente, investir em previdência privada e contar com produtos de seguro são medidas indispensáveis para alcançar esse objetivo. 

Porém, infelizmente, essa não é a realidade da maioria dos brasileiros. Segundo o “Raio-X do Investidor”, pesquisa realizada pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) em julho deste ano, apenas 9% dos brasileiros investem em previdência privada. A maioria (71%) respondeu que dependerá da previdência social (INSS) ou do próprio salário, ou seja: não pretendem parar de trabalhar.

Foi pensando nisso que nasceu o canal Proteção e Futuro, cujo o objetivo é ajudar esse público a ter uma nova consciência financeira, trazendo reportagens sobre educação e planejamento do orçamento pessoal.

Entre os temas estão dicas de como economizar, além das opções de planos de previdência que estão em evidência no mercado e de produtos de seguro que atendam às necessidades dos diferentes perfis de famílias.

Clique aqui para conhecer o canal Proteção e Futuro.

Qual é o seu próximo sonho? Você já definiu as suas metas?

Traçar um planejamento financeiro é essencial para conquistar seus objetivos, e claro, a Blue3 pode te ajudar a alcançá-los.

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Previdência Privada: como se preparar para a velhice

Envelhecer é uma das maiores dádivas da vida e ter a oportunidade de viver essa fase com qualidade, é ainda melhor. Os anos passam, mas os prazeres da vida permanecem e esse artigo tem o intuito de mostrar que é possível estender todos esses prazeres para anos de sabedoria e experiência.

A cada ano a expectativa de vida aumenta e isso também é um ponto que merece atenção. Segundo o IBGE (2020), em 1940 as pessoas que chegassem aos 50 anos teriam em média mais 19 anos pela frente. Já em 2019 esse número saltou para 30, ou seja, um crescimento de 12 anos a mais. O fato é que ganhamos mais tempo, entretanto também estaremos mais sujeitos aos seus efeitos.

Não existe segredo e nem receita de bolo, o planejamento financeiro está aí para auxiliar em todas as fases da vida e principalmente na que exigirá mais cuidados: a velhice.

Juntamente ao tempo, ganhamos a oportunidade de gerar mais renda e investir o suficiente para garantir um momento feliz e tranquilo. Por outro lado, o risco de contrair dívidas também aumenta e por isso é importante definir alguns números desde cedo.

De acordo com o Raio X do Investidor (2020), 51% dos mais de 2.000 entrevistados, ainda acreditam que o dinheiro da aposentadoria virá do INSS. O lado bom é que de 2018 para 2019, esse número reduziu em 5%. Mas, apenas 7% apostam na Previdência Privada e 10% não sabem ou não pensam sobre o assunto.

Os jovens ainda estão em tempo para procurar o melhor plano de previdência, mas e os vovôs e vovós? Eles também.

Devemos concordar que quanto mais cedo, menos recurso será exigido de aporte, mas é possível começar depois de anos de vida percorridos. A diferença é que, além de precisar de mais recursos para aporte, a estratégia também será outra. O importante é começar!

Mas como se preparar? 

Além de identificar o perfil do investidor é necessário saber o objetivo desse recurso e quando será utilizado. Para horizontes mais longos é possível investir em ativos mais voláteis, esses apresentam maior rentabilidade e, se porventura cair, há tempo de recuperar. Já para o curto prazo, o ideal é optar pelos que “balançam” menos.

Diante de todos esses dados você já viu que é necessário montar um colchão financeiro, sem precisar contar com aquela “ajudinha” do governo. Com essas dicas ficará muito mais fácil começar, independente da idade que tiver! 

O que é um colchão financeiro? 

O colchão financeiro é uma reserva de emergência que devemos ter para cobrir despesas inesperadas. Dizem que o termo colchão surgiu quando os bancos ainda não eram tão acessíveis, pois muitas pessoas costumavam guardar o seu dinheiro embaixo do colchão. 

Dessa forma, o colchão financeiro é basicamente um montante reservado para casos extremos, como o desemprego prolongado ou uma doença excepcional na família, por exemplo. Por isso, seu principal objetivo é cobrir as despesas durante esse período “sem rendimentos”. 

Previdência Privada e a aposentadoria 

A previdência privada pode funcionar como um fundo para guardar recursos para a aposentadoria do investidor e é dividida em dois tipos de planos: PGBL e VGBL. A maior diferença entre elas é a tributação, já que a primeira é mais indicada para quem declara Imposto de Renda pelo formulário completo, e a segunda para quem preenche o formulário simples. 

Mas além disso, eles possuem diversas características próprias que devem ser analisadas de acordo com perfil e objetivos de cada investidor. 

Confira as principais diferenças: 

PGBL – Plano Gerador de Benefício Livre 

Este plano é ideal para quem declara o IR pelo modelo completo e contribui para o INSS, pois ele permite o benefício fiscal na Declaração de Imposto de Renda, durante o período de acumulação. É importante aplicar apenas o limite, não vale a pena colocar mais que isso. 

Já na declaração de Imposto de Renda, os valores investidos no plano, podem abater até o limite de 12% da base de cálculo (renda bruta tributável), na Declaração Anual de Imposto de Renda pessoa física.

Quanto ao resgate e/ou pagamento do benefício, o Imposto de Renda incide sobre o valor total resgatado e sobre o valor total do benefício pago também.

VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre

O VGBL é indicado para quem é isento ou declara o IR pelo modelo simplificado ou deseja aplicar mais de 12% da sua renda bruta em Previdência Privada. 

Dessa forma, os valores investidos no plano não são dedutíveis do Imposto de Renda, que incide apenas sobre os rendimentos e as contribuições realizadas não são tributadas e além disso, não há limites. 

Sendo assim, pode-se ultrapassar o valor de 12% da sua renda e ainda ter um benefício proporcional. 

Para saber quais os principais pontos a serem considerados na hora de escolher o seu plano, leia o artigo “Previdência Privada: Pontos essenciais para escolher o seu plano”. 

Tempo para planejar

Uma coisa é certa: tudo que é feito com um bom planejamento tem maiores chances de dar certo. E o plano para a sua aposentadoria não é diferente. 

O grande sonho de um futuro tranquilo pode começar a ser construído agora e você não precisa depender da previdência social. 

Além de ser um investimento para o longo prazo, também possui uma maior segurança, em comparação com outros produtos do mercado financeiro e não traz grandes riscos. Inclusive possui uma fácil portabilidade, caso você queira transferir seus investimentos do banco para uma corretora, como a XP por exemplo. 

E claro, para construir o seu futuro a Blue3 Investimentos te ajuda a gerenciar o seu patrimônio da melhor forma. Clique aqui para falar com um assessor. 

Leia o artigo “Previdência Privada: a importância para a sua carteira” e entenda as diversas vantagens desse ativo. 

Previdência Privada: qual a importância para sua carteira?

Quando pensamos em Previdência Privada é automático pensarmos em aposentadoria, e está certo, mas ela também pode estar presente em vários outros momentos da vida.

É uma escolha interessante para obter benefícios tributários no longo prazo, fonte de reserva para educação dos filhos, a tão sonhada viagem, compra da casa própria ou mesmo para planejamento sucessório. Além disso, tem sido cada vez mais utilizada como estratégia de diversificação para a carteira de investimentos.

Em relação a aposentadoria, sabemos que não podemos depender totalmente do governo. E é aqui que entra os planos de previdência. Eles existem para facilitar essa fase da vida e trazer maior tranquilidade financeira.

Há quem diga que o momento de “pendurar as chuteiras” está longe e a notícia ruim é que esse momento vai sim chegar. Já a notícia boa, é que não existe idade certa para iniciar seu plano de previdência, porém quanto mais cedo melhor.

Um ponto curioso no planejamento sucessório é que podem ser indicados beneficiários para o recebimento do valor em um possível momento de falta do contribuinte, e o melhor: não entra em inventário. 

Além disso, em um fundo “normal” há incidência de come-cotas (aquela antecipação no recolhimento do Imposto de Renda que ocorre duas vezes ao ano), na previdência não possui.

E se eu quiser mudar de um fundo conversador para outro mais agressivo, quanto pago por isso? Nada!

Na previdência privada é possível portabilizar sem custos, o que garante uma liberdade maior de mudança de estratégia e adequação as suas necessidades.

Previdência Privada: Indicada para quem?

Diante dessas informações, os fundos de previdência são indicados para todo tipo de investidor. Para uma escolha assertiva de quais fundos investir é importante considerar o perfil do cliente, entretanto para um horizonte maior da aplicação, vale a pena buscar por alternativas com maiores exposições, dado que em eventuais quedas há tempo de recuperação. Além disso, para determinar o valor de contribuição, é importante definir quanto você gostaria de receber lá na frente.

Agora que você entendeu o que é a previdência privada e para o que ela serve, vou te apresentar algumas outras informações muito importantes para escolha adequada ao seu perfil.

Modalidades

Existem duas modalidades disponíveis no mercado atualmente: PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livres) e VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres).

Como saber qual a melhor opção?

No quadro abaixo constam as principais diferença entre elas:

Previdência Privada – Tributação

Ao contratar esse produto é possível escolher entre dois regimes tributários:

Tabela Progressiva

Tributação de Imposto de Renda no momento do resgate:
No momento do resgate, a tributação ocorre na fonte, à alíquota de 15%, com ajuste posterior na Declaração Anual do Imposto de Renda.

Tributação de Imposto de Renda no momento do recebimento da aposentadoria:
Conforme Tabela Progressiva vigente do Imposto de Renda.

Regime tributário da tabela progressiva anual

Perfil


Ideal para quem tem objetivos de curto ou possui renda anual tributável nas faixas mais baixas.

Tabela Regressiva

Tributação de Imposto de Renda no momento do resgate:
Alíquota inicial de 35%, nos primeiros 2 anos, podendo chegar até 10%, após 10 anos de permanência no plano.

Tributação de Imposto de Renda no momento do recebimento da aposentadoria:
As alíquotas são decrescentes em função do tempo de permanência de cada contribuição no plano.

Regime tributário da tabela regressiva

Perfil


Ideal para quem tem objetivos de longo prazo.

É possível realizar a troca do regime apenas de Progressivo para Regressivo e é importante lembrar que, no momento dessa troca o tempo de permanência do antigo regime será desconsiderado e o montante será alocado na maior alíquota começando a contar o tempo a partir do dia da troca.

Agora que você sabe de todos os benefícios e como escolher a melhor opção para o seu perfil, procure um assessor da BlueTrade e comece a investir em Previdência, o seu “eu” do futuro vai lhe agradecer!

A Pandemia e o Mercado Segurador

No último sábado, 04/07, foi realizada a live “A Pandemia e o Mercado Segurador” com a presença de Helder Molina, CEO do Grupo Mongeral Aegon, e intermediação de Rafael Rezende, sócio e superintendente da BlueTrade.

Para ele, o segredo do sucesso de uma empresa é que ela tenha um propósito. E a Mongeral Aegon faz a mesma coisa desde sua formação: ajudar as pessoas a cuidar e proteger seu futuro.

Estamos sempre sujeitos a uma morte prematura ou invalidez em nossas vidas. É preciso mantermos nossa sobrevivência.

Segundo Helder, a companhia sempre passou por crises e problemas mundiais. Nisso, ele trouxe 3 passos que sempre executou em sua vida durante todas elas: não assistir televisão, não ler jornal e trabalhar mais.

Ele reforça que, graças ao pânico que a mídia traz todos os dias, a necessidade de compra de seguro no mundo tem aumentado ainda mais. No momento da pandemia, o lucro da companhia foi 50% maior do que era estimado, mostrando que estão batendo recordes.

Ele reforça também a necessidade da educação financeira desde o berço, comparando a cultura de pensamento de uma mulher gravida nos EUA com uma mulher gravida no Brasil.

No exterior, a família planeja a necessidade de poupar antes mesmo do nascimento do filho. A educação financeira é imprescindível nas escolas.

Na opinião de Helder, a pandemia chegou por uma razão: o mundo estava doente e ela fez com que as pessoas abrissem a mente.

Para ele, e necessária uma iniciativa mundial e global, numa união das empresas privadas para possível criação de renda mínima e uma saude universal, sem dependência do governo.

Ele finaliza trazendo a questão da longevidade. É importante todos nos vivermos com responsabilidade social, e para isso é necessário equilibrarmos nossa saude e nossos recursos.

Veja a live completa no link abaixo e tire suas dúvidas.

Sala de espera (0:00)
Início (12:31)
Papel da tecnologia para atravessar a crise (16:23)
Economia brasileira (21:31)
Reabertura dos mercados (25:13)
Jogo de cintura (33:20)
Reflexos digitalização no mercado de seguros (34:04)
Importância de falar sobre proteção (39:08)
Como reduzir o abismo da educação financeira no Brasil (41:03)
Desburocratização do planejamento patrimonial (47:26)
Inovação no mercado segurador (48:33)
Democratização do acesso à saúde (52:50)
Ajudar a população a ser mais saudável (56:42)
Filantropia e responsabilidade social (58:35)
Considerações finais (1:00:53)


Previdência Privada: Pontos essenciais para escolher o seu plano

A palavra previdência nunca esteve tão em alta, você pode ligar em qualquer noticiário e lá estará ela. Com a reforma aprovada  em julho 2019 o termo ganhou notoriedade e passou a fazer parte do cotidiano das pessoas.

Mas você sabia que a previdência vai muito além da Previdência Social?

Hoje vamos falar sobre o que é previdência privada e por que ela pode ser um bom investimento para garantir uma aposentadoria mais tranquila e também garantia de segurança para o futuro de sua família.

A Previdência Privada nada mais é do que a possibilidade de investir em fundos com foco no longo prazo, assim você investe em um auxílio para sua aposentadoria no futuro.

Escolher um plano de previdência requer muita atenção e planejamento. Além de haver vários fundos disponíveis no mercado, você ainda precisa escolher o modelo, entre PGBL e VGBL e calcular o período que deseja aplicar.

Por esse motivo, separamos os sete pontos principais, que poderão te ajudar na escolha do plano ideal para seu perfil e seus objetivos.

1 – Taxa zero

Como esse investimento é pensado para garantir que você possa usufruí-lo no futuro, é importante que você procure planos com ZERO de taxa de carregamento de entrada e saída. Assim, você não precisará se preocupar em pagar por taxas ao decidir entrar no plano, sendo que não irá usufruir de seus rendimentos por um longo período, nem quando for sair e ter parte do seu investimento

2 – Taxa de Administração abaixo de 1%

É importante você saber que Fundos de Renda Fixa conservadores não devem cobrar acima de 1% ao ano para a administração. Sendo assim, entrar em fundos que apresentem uma taxa acima deste valor podem comprometer seus investimentos.

3 – Diversificação

É muito importante lembrar que diversificação também pode ser aplicada à Previdência Privada, já que ela não é apenas um investimento de Renda Fixa. Além disso, também existem diversos fundos específicos, criados para atender perfis específicos de investidores, e que podem lhe trazer maiores possibilidades de rentabilidade.

4 – Evite atendimento reativo

Como em qualquer investimento, contar com uma assessoria completa para sua Previdência é muito importante, portanto, não aceite um atendimento que só procura você no momento em que decide fazer a portabilidade para um fundo melhor de outra instituição.

5 – Busque quem realmente entende

Com o mercado em alta e com muita gente interessada em investir, sempre aparecem empresas que decidem seguir a onda sem realmente possuir as credenciais para um atendimento seguro e conhecimento. Procure gestores que realmente possam te orientar quando as diferenças de investimento em todas as categorias: renda fixa, multimercado, inflação e balanceados. Você também pode checar se o profissional  e a instituição que lhe oferece assessoria está devidamente credenciado na CVM (Comissão de valores mobiliários). 

6 – Busque quem seleciona o melhor produto para o seu perfil

Conhecer seu perfil de investidor é muito importante para que vocês saiba onde e como deve investir seu patrimônio. Na hora que de decidir entre PGBL E VGBL, lembre-se que os planos PGBL são vantajosos apenas para quem faz declaração completa de Imposto de Renda. Caso não tenha certeza qual tipo de IR você declara, contrate um VGBL.

7 – Atendimento e relacionamento

Contar com uma assessoria qualificada faz toda diferença para seus investimentos. Para aproveitar as melhores oportunidades do mercado, é essencial ter um  atendimento que esteja constantemente em contato com você, e consiga apresentar as melhores opções de investimentos.

Conclusão

Sempre que investimos nosso patrimônio estamos em busca de segurança e rentabilidade, pois isso é tão importante contar nesse processo com empresas e profissionais sérios e competentes. Investir com quem se preocupa com o seu capital além de evitar dores de cabeça, garante que seus investimentos não sejam comprometidos. Com as dicas que passamos neste post acreditamos que seu primeiro investimento na Previdência Privada ou sua portabilidade serão muito mais tranquilos.

 

Veja nosso vídeo com dicas para ajudar você a escolher a melhor opção em Previdência Privada.

 

 

Previdência Privada: PGBL ou VGBL?

  Você ainda tem dúvidas entre o que é PGBL e VGBL, ou, Plano Gerador de Benefício Livre e Vida Gerador de Benefício Livre? Pois saiba que você não está sozinho. Muitos investidores interessado em garantir um futuro mais tranquilo financeiramente e desejam começar a investir na previdência privada também têm essa dúvida.

 

Quando o investidor decide em procurar por um plano de previdência  privada, com o objetivo de garantir uma renda complementar a sua aposentadoria ou com algum outro objetivo de longo prazo ele acaba se deparando com diversas possibilidades que devem ser estudadas com cuidado, para que possam auxiliar na conquista de seus objetivos.

 

Nessa etapa educação financeira e planejamento são essenciais e podem evitar dores de cabeça no futuro, já que o investimento será feito respeitando suas necessidades. Assim você não escolherá um plano inadequado às suas metas.

 

A grande diferença entre PGBL e VGBL está na tributação de cada modelo. Caso você declare o imposto de renda pelo formulário completo poderá optar pelo PGBL, por exemplo, com a possibilidade de  deduzir seus aportes até o limite de 12% da sua renda anual.

 

Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL)

 

O PGBL é indicado para pessoas que fazem a declaração completa do Imposto de renda e também contribuem para a Previdência Social. Nessa opção, as quantias aplicadas podem ser deduzidas do imposto, desde que não ultrapassem os 12% da renda bruta anual.

 

Apesar de não ser isento de IR, há grandes vantagens nesse plano já que no final do período de acumulação, o imposto será referente ao valor total  montante total acumulado com o passar dos anos. Sendo assim, soma-se suas contribuições mais o rendimento.

 

Por conta disso sua rentabilidade até o final do período será aumentada, já que seus rendimentos serão também sobre o valor que seria pago ao IR.

 

Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL)

 

O VGBL não pode ser Abatido no imposto de renda, sendo essa sua maior diferença em relação ao anterior. Mas quando o dinheiro for sacado, será cobrado apenas o imposto referente ao rendimentos que o investidor  obteve durante o período da aplicação. 

 

Esse plano é indicado para pessoas que fazem a declaração simplificada do IR ou que são isentas a ele, pois possuem deduções a fazer no IR.  Ele também permite ultrapassar o valor de 12% da sua renda e ter um benefício proporcional às suas aplicações.
 

PGBL e VGBL

 

Ainda há a possibilidade de combinar os dois planos, dessa forma aumentar as possibilidades de renda. Com essa combinação é possível unir o melhor da cada modalidade.

 

Assim você poderá por exemplo contribuir com 12% da sua renda no modelo PGBL e garantir essa dedução no seu imposto de renda, ao mesmo tempo que consegue uma maior flexibilidade no VGBL, podendo decidir o valor que deseja investir periodicamente.

 

Conclusão

 

Escolher o modelo correto para seu perfil irá evitar dores de cabeça na hora de usufruir os rendimentos da sua Previdência Privada.  Como a principal diferença entre PGBL e VGBL está na forma de tributação você pode optar pela que melhor se adequa à sua renda atual, valor que deseja investir e prazo para sacar o dinheiro. Com um bom planejamento e acompanhamento de sua carteira você poderá adequar sua previdência privada para o melhor plano para atingir suas metas.

 

 

 

Entenda sobre Previdência Privada e a importância para sua aposentadoria no futuro

Viver uma vida sem grandes preocupações financeiras é o sonho de muita gente. Esse sonho é ainda maior quando pensamos em nosso futuro, quando estamos mais velhos e chegou a hora de aproveitar o que nos resta de vida. O que muita gente se esquece é que para se obter um futuro tranquilo, com independência financeira é necessário planejamento e o início deve ser imediato. 

Quanto mais cedo você começar a se programar para essa fase da vida, mais possibilidade você terá de chegar até ela com um patrimônio garantido e segurança para você e sua família.

Como no Brasil a educação financeira é algo que o Brasileiro quase não tem contato muitas pessoas acabam adiando suas aplicações e assim sabotando sua aposentadoria. Isso acontece pois muitos acreditam que está cedo de mais para se pensar nisso, já que a aposentadoria só ocorre entre os 50 ou 60 anos. Outros já acreditam que é muito tarde para se investir melhor na previdência.

Segundo dados do Banco Mundial, apenas 4% da população brasileira poupa algum dinheiro com o objetivo de complementar sua aposentadoria, além do INSS. O que coloca o Brasil como um dos piores países no mundo nesse quesito.

Quando observamos a constante mudança do cenário econômico e a nova realidade imposta a investidores, o fatio de apenas 4 brasileiros em cada 100 terem algum tipo de reserva para o futuro fica ainda mais preocupante.

Faça da previdência privada sua ferramenta para um futuro tranquilo.

A previdência privada é uma forma segura de investir com pensamento no longo prazo. Com diversos ativos disponíveis para esse investimento, é uma maneira fácil de aplicação do seu patrimônio.  Apesar de ser pensada para complementar sua aposentadoria, a previdência privada não está ligada ao INSS. 

O grande diferencial da previdência privada é a possibilidade de proteger seu patrimônio de maneira que ele renda até a data de você usufruí-lo. Mas antes de decidir a quantia que você irá investir é importante considerar alguns fatores que poderão potencializar seus rendimentos, e ir de encontro com seus objetivos reais como investidor.  

Um desses fatores importantes para iniciar seu planejamento é saber quando deseja obter de renda no futuro, e assim equiparar suas aplicações da renda ou patrimônio atual para conseguir chegar aos valores desejados. Mas essa parte mais estratégica deve também estar sempre alinhada com disciplina e persistência, pois o ideal é realizar suas aplicações mensalmente e com foco no longo prazo.

Por que investir na Previdência Privada.

As vantagens de se investir na previdência privada são muitas, principalmente quando comparada com a aposentadoria pública. O ideal é não depender da aposentadoria pelo INSS já que o teto é de apenas R$ 4.663. Então a previdência privada te dá a possibilidade de escolher o valor que você irá investir mensalmente  e os prazos dessa aplicação. Além disso é possível escolher como deseja receber sua renda entre vitalício ou determinado período, considerando os anos que você irá usufruir do benefício. Além de permitir um planejamento sucessório com a possibilidade de que filhos e cônjuges possam receber o benefício após um possível falecimento.

Conclusão 

Como pudemos ver, a previdência privada pode e deve ser utilizada de maneira eficaz para garantir um futuro tranquilo e sem grandes preocupações financeira. Os investimentos na previdência privada são fáceis, seguros e garantem bons rendimentos a quem deseja complementar sua aposentadoria e garantir uma boa renda no futuro. Além de possibilitar a segurança de sua família, pois no caso de um eventual falecimento filhos e cônjuges poderão receber os benefícios de sua Previdência Privada.

 

 

 

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