Quero dar entrada na casa própria, qual o investimento ideal?

A compra da casa própria está no topo da lista de sonhos de grande parte da população brasileira. Porém, esse é um projeto que deve ser encarado para o longo prazo, uma vez que as diversas “fases” da conquista envolvem grandes investimentos e não é possível “parar a vida” e se concentrar só nisso, afinal, as contas continuam chegando, inclusive o boleto do aluguel de onde você vai morar até que tenha um “teto” para chamar de seu.

Apesar de não ser um objetivo fácil de alcançar, com planejamento — e apoio da Blue3 — você conseguirá realizar com sucesso mais essa etapa da criação do seu legado financeiro.

Vamos lá?

Fase 1: organize-se e poupe

Sem organização e disciplina não será possível conquistar um sonho ambicioso como esse. Então, mantenha seus gastos nos trilhos, entenda quais são suas contas recorrentes do mês, o que é possível cortar dos supérfluos, como a pizza do final de semana e torne-se um “poupador de carteirinha”. Lembre-se sempre: cada real economizado te coloca um passo mais perto de realizar o sonho da casa própria.

Fase 2: defina suas metas

Sua vida financeira já está em ordem? Está conseguindo guardar uma parte dos seus ganhos todo mês? A partir desse ponto, os assessores da Blue3 poderão te dar o apoio que você precisa para planejar o sonho de adquirir a sua casa própria.

Mas, antes, será preciso cuidar de outros lados importantes da sua vida financeira. Já conta com uma reserva financeira de emergência? Conta com um plano de previdência que garantirá um futuro mais confortável quando você parar de trabalhar? Já pensou em um seguro de vida, que cuidará daqueles que você ama caso um imprevisto aconteça?

“Cuidar dos imprevistos que o futuro pode nos trazer é o primeiro passo para uma vida financeira organizada, que trará a oportunidade de realizarmos todos os sonhos em seus prazos adequados, inclusive adquirir um imóvel”, afirma Amanda Fraioli, especialista em educação financeira da Blue3.

Está com tudo em ordem? Então é hora de passar de fase e pensar no primeiro passo grande para a compra do seu imóvel: a entrada.

Programe-se para dar a maior entrada possível

Quando falamos em adquirir um imóvel, o modelo mais comum é recorrer ao financiamento imobiliário, no qual uma instituição financeira concede o valor relativo à maior parte do custo imóvel que será adquirido, diluindo aquele empréstimo em parcelas mensais em longo prazo — geralmente em torno de 30 anos. A vantagem dessa operação é poder ter acesso ao imóvel mais rapidamente. Porém, como todo empréstimo, o banco cobra juros e o valor final pago pelo proprietário sempre acaba sendo muito maior do que o emprestado. Outra forma seria acumular 100% do capital e pagar à vista, porém, para esse plano dar certo é preciso de uma dose ainda maior de disciplina e paciência. 

Afinal, não é do dia para a noite que se acumula por volta de R$ 400 mil, preço médio de um apartamento de dois quartos em São Paulo (SP), segundo levantamento realizado pela plataforma Imovelweb em fevereiro deste ano.

Mas mesmo que escolha o caminho do financiamento, o investimento inicial ainda não será pequeno. Isso porque, para assinar um contrato de empréstimo, os bancos pedem um aporte de entrada, que geralmente fica em torno de 20% do valor total do imóvel. Nesse ponto, vale a pena se programar para aportar o maior valor possível na entrada, o que pode diminuir o tempo de financiamento, juros incidentes sobre o contrato e, possivelmente, um valor mais baixo nas parcelas. Porém, considerando o mínimo necessário, ainda será preciso acumular ao menos R$ 80 mil para esse primeiro passo. 

Utilize a calculadora do cidadão do Banco Central do Brasil para simular as condições de financiamento. 

Como os investimentos podem te ajudar a chegar lá

Se o seu primeiro objetivo é acumular os R$ 80 mil necessários para dar entrada no primeiro imóvel, investir é o melhor caminho. Como já vimos, essa não é uma meta para ser realizada em alguns dias, mas em anos. Por isso, é importante que o investimento preserve o poder de compra do dinheiro contra a desvalorização pela inflação, algo que a poupança, seguramente, não oferecerá, uma vez que rendeu 1,43% entre janeiro e agosto de 2021

Confira algumas opções que o mercado oferece com essas características:

Uma das opções que atende às necessidades é o Tesouro IPCA+, modalidade pós-fixada de título do Tesouro Direto atrelada à inflação oficial, que preserva o poder de compra do dinheiro. Além de remunerar a variação do IPCA, esse título também paga juros adicionais, de acordo com o período aplicado. 

Além da proteção contra a desvalorização, o título do tesouro tem liquidez, podendo ser resgatado de um dia para o outro e também oferece baixo risco, uma vez que todos os títulos são garantidos pelo Governo Federal.

Outra opção é o Certificado de Depósito Bancário (CDB). Para simplificar, este investimento nada mais é do que o poupador emprestando dinheiro a uma instituição financeira para que essa possa emprestar a outras pessoas que buscam crédito. Nesse caso, a taxa de rentabilidade pode ser definida tanto no ato da compra quanto ser pós-fixada (atrelada ao IPCA ou à Selic, que é a taxa de juros definida pelo Banco Central). O prazo de vencimento é variável, existindo uma grande oferta de opções de médio prazo que podem se adequar ao planejamento para compra de um imóvel. O CDB costuma ser um dos primeiros passos dos novos investidores quando eses deixam a poupança para trás e ingressam no mercado financeiro. Trata-se de um investimento garantido pelo chamado Fundo Garantidor de Crédito (FGC), o que o torna uma opção de baixo risco no mercado financeiro.  

Ainda entre as opções de renda fixa, podem também ser consideradas as chamadas Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e Letra de Crédito do Agronegócio (LCA). Similares ao CDB, as LCs significam que o dinheiro que você aplicará (emprestará para uma instituição financeira, mediante remuneração) será direcionado para agentes atuantes nos setores imobiliários ou do agronegócio. Igualmente com opções de remuneração pré ou pós-fixada, as LCs rendem acima do CDI (taxa usada como referência em renda fixa) e são isentas de abatimento de Imposto de Renda sobre remuneração. Para grande parte das LCs ofertadas atualmente, já há a chamada liquidez diária, o que garante a preservação da rentabilidade daquele momento, caso o investidor precise retirar os valores antes da data de vencimento contratado. 

Para colher os resultados pretendidos, porém, é altamente recomendado respeitar o vencimento do contrato, escolhendo os títulos que se adequam ao prazo que você pretende deixar o dinheiro investido.

Outras dicas para acelerar a conquista da sua casa própria

No caso da aquisição de um imóvel, lembre-se que existe a possibilidade de acessar o saldo remanescente na conta do FGTS e que para obter boas condições de taxas e crédito é de grande valia manter um score de bom pagador, portanto, se mantenha longe das dívidas e siga honrando os seus compromissos em dia. Um bom histórico abre portas no mercado financeiro. 

Se escolher por realizar um financiamento imobiliário, lembre-se que automaticamente suas contas recorrentes aumentarão bastante. Inclua esse gasto no seu planejamento financeiro mensal e não esqueça de “turbinar” a sua reserva de emergência para dar conta de mais esse gasto caso aconteça um imprevisto.

Quer encontrar o melhor caminho para realizar o sonho da casa própria e conquistar os seus objetivos? Procure a Blue3 que teremos o imenso prazer em conhecer as suas metas e te ajudar a chegar lá!

Entenda a diferença entre Analista, Broker e Assessor de Investimentos

Se você está conhecendo agora o mercado financeiro mais de perto, já deve ter se perguntado sobre as funções dos profissionais que trabalham nessa área. 

Muitas pessoas imaginam que existe um profissional responsável por cuidar do dinheiro, fazer investimentos e orientar a tomar decisões. Mas a verdade é que, não existe um só para lidar com tudo. 

O mercado financeiro é vasto, com departamentos e funções bem específicas para cada um deles: analistas, assessores de investimentos e brokers que, juntos, fazem todo o movimento acontecer. 

Pode parecer confuso no início, nós sabemos. Mas você vai ver como tudo vai ficar mais claro no final deste artigo. 

Assim, você vai saber exatamente quem procurar!

Conheça, agora, os principais profissionais que atuam no mercado: 

Assessor de investimentos

O agente autônomo de investimentos, popularmente conhecido como assessor de investimentos é o profissional que está à frente de toda a comunicação, mantendo o contato direto com o cliente. 

É esse profissional que vai fazer a primeira entrevista para conhecer bem a fundo os objetivos e traçar um perfil de investidor que esteja alinhado, exclusivamente, com os interesses do futuro investidor.

Portanto, a todo tempo essa relação é próxima, acessível e dinâmica, para que o cliente sinta-se à vontade e possa expor todos os seus desejos, medos e inseguranças para o assessor que, por sua vez, estará ali para auxiliar e dar suporte em todos os momentos. 

Além do mais, sua função principal é estar atento às oportunidades para oferecê-las no momento certo. 

Essa profissão é regulamentada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para atender tanto investidores iniciantes, quanto os mais experientes. E não se engane, não são todas as pessoas que são aptas para atuar como assessor de investimentos

Isso porque, para exercer a função, é preciso ter formação específica, preencher os pré-requisitos legais e ser aprovado em provas de certificação como a da Ancord (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias) e a CPA-20, da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

Para um exemplo prático, você pode pensar que o assessor de investimentos está para as suas finanças, assim como o médico para os cuidados com a sua saúde. Exige a mesma – dadas as devidas proporções – responsabilidade, preparo e seriedade. 

O assessor pode atuar tanto de forma independente, como em corretora de valores ou assessorias de investimento. 

Outro fato muito importante é que o assessor não pode emitir relatórios e fazer análises ou recomendações para seus clientes. Seu papel é, realmente, orientar, apresentar as opções e oferecer todo suporte ao cliente no momento da tomada de decisão. 

Para saber mais como funciona uma empresa que é assessoria de investimentos, clique aqui. 

Broker 

Os brokers são os profissionais responsáveis por atuar na mesa de operações, onde acontecem as compras e as vendas dos ativos, que podem ser de renda fixa ou variável. 

Esse profissional tem habilidade com o sistema Home Broker e faz a intermediação entre quem quer comprar e quem quer vender, ou seja, investidores e empresas/instituições privadas ou públicas. Principalmente, nas operações de curto prazo. 

O broker tem um perfil ágil e focado, além de ter conhecimento o suficiente para lidar com as adversidades do mercado. 

Uma curiosidade que muitas pessoas não sabem sobre esse profissional é que, geralmente, o broker se concentra em um tipo de investimento como, ações, renda fixa ou commodities para atuar de forma altamente concentrada e poder acompanhar todos os movimentos daquele ativo. 

Para atuar como broker, o profissional  precisa ter a certificação AAI da Ancord, assim como assessor, e a PQO, que é a Certificação do Programa de Qualidade Operacional, da Bolsa de Valores brasileira (B3).

No entanto, também assim como o assessor, o broker não pode fazer recomendações aos investidores, ele pode propor operações, mas segue as instruções dadas pelo analista de investimentos, que vamos falar agora. 

Leia também o artigo “Home broker: o que é e como usar?” .

Analista de investimentos 

Como falamos acima, o assessor de investimentos é o profissional que está na  “linha de frente” do relacionamento com o investidor/cliente e o broker é quem realiza, na prática, as operações dos ativos. Mas, quem dá suporte para esses dois profissionais?

É sobre esse profissional que vamos falar agora, o analista. O analista está na parte operacional de todo o processo, é ele quem estuda e interpreta os gráficos, e faz análises que podem ser: técnicas ou fundamentalistas. 

Entenda no artigo “Análises fundamentalista e técnica: como podem ajudar seus investimentos?”.

Além disso, acompanha veemente os movimentos do mercado e tem um conhecimento bem aprofundado da macro e microeconomia. 

Para poder atuar, é preciso ter a Certificação Nacional dos Profissionais de Investimentos (CNPI), emitida pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec).

E para conseguir a certificação, o profissional deve ser aprovado nos exames: 

  • CB – Conteúdo Brasileiro – fase comum para o analista fundamentalista, técnico e pleno.
  • CG1 – Conteúdo Global 1 – fase para o analista fundamentalista. 
  • CT1 – Conteúdo Técnico 1 – fase para o analista técnico. 

Nesse caso, o profissional da área tem permissão para fazer recomendações sobre o que fazer com um ativo. Portanto, é o analista que atua dando suporte para o assessor de investimentos e também para os brokers.

Faz sentido ter todos esses profissionais?

Como foi possível observar, essas profissões do mercado financeiro são extremamente sérias e exigem certificações, assim como um advogado precisa da OAB para atuar. 

Isso quer dizer que esses profissionais têm sua expertise comprovada e são de alto nível de competência. 

Faz sentido dizer que, como estamos falando em evolução e preservação de patrimônio, precisamos ter responsabilidade ao escolher quem irá nos ajudar a cuidar das nossas finanças. Porque um passo em falso e tudo pode se perder

Mas, você pode se perguntar “eu não consigo cuidar das minhas finanças sem a ajuda de ninguém?”, e a resposta é, sim, você até pode. Assim como você pode comprar as peças para o seu carro na internet e trocar sozinho, sem a ajuda de um profissional, por sua conta e risco. 

Mas muito cuidado aqui, pois não estamos falando que ao contratar esses profissionais você vai ter sucesso sempre. 

Entretanto, pense que a chance de tomar decisões equivocadas e sem necessidade, que podem prejudicar os seus investimentos, são muito maiores do que com o suporte de quem vive o dia a dia do mercado. 

E você não precisa contratar todos esses, por exemplo. Pois quando você opta em construir seu patrimônio com o auxílio de uma assessoria de investimentos, você já tem indiretamente o suporte desses profissionais. 

Não são todas, mas existem assessorias que oferecem uma equipe completa e multidisciplinar, além de parcerias com casas de análises, como é o caso da Blue3. Assim, os seus investimentos são assistidos por todos os lados. 

Consegui organizar minhas finanças, por onde começo a investir?

Investir não é uma tarefa tão complexa como muitas pessoas imaginam, no entanto, requer atenção, afinal, se feito de forma errada você pode sofrer prejuízos. Uma das primeiras coisas que alguém que deseja começar a investir precisa fazer é organizar suas finanças, ou seja, fazer um planejamento financeiro. 

É a partir daí que você vai: definir os seus objetivos financeiros, conhecer o seu perfil de investidor, montar uma reserva de emergência, escolher uma corretora de valores e estudar sobre os investimentos.

Entenda melhor cada um desses processos:

Objetivos financeiros

Um objetivo financeiro é aquilo que você deseja alcançar financeiramente, seja no curto prazo (até 2 anos), médio prazo (2 a 5 anos) ou longo prazo (acima de 5 anos). 

Eles são fundamentais na sua jornada como investidor, pois te guiam em suas escolhas de investimentos. Afinal, quando você sabe onde quer chegar, fica mais fácil pensar em estratégias.

Perfil de investidor

Também conhecido como suitability, o perfil de investidor é uma análise que identifica quais são as suas características e tolerância a riscos quando o assunto é investimento, classificando você entre alguns perfis de investidor.

Para ter acesso ao seu perfil, tudo que você precisa fazer é responder perguntas, como: período em que você deseja manter os seus aportes, idade, situação financeira, conhecimento de mercado e objetivos.

O questionário que irá traçar seu perfil serve como uma importante ferramenta para te guiar na hora de investir, deixando mais fácil saber quais modalidades de investimentos se encaixam melhor no que você busca.

Por conta disso, é importante ser o mais fiel possível com as informações na hora de responder as perguntas, pois elas te ajudarão a fazer boas escolhas na hora de aplicar o seu dinheiro.

Há diferentes perfis de investidor no mercado, os três mais comuns utilizados pela grande maioria das corretoras de valores são: conservador, moderado e arrojado.

Conservador – segurança é o mais importante, se propõe a assumir menores riscos e por consequência um menor retorno;

Moderado – segurança é importante, porém o investidor aceita certo risco para buscar um maior retorno;

Arrojado – o investidor já tem um maior conhecimento de mercado, a tolerância a risco é alta para conseguir um maior retorno.

Reserva de emergência

Construir uma reserva financeira é fundamental para quem investe. Isso porque ela é essencial e existem investimentos seguros e com facilidade de resgate para fazermos aplicações com esse objetivo.

De forma simples, essa reserva poderá te ajudar a superar obstáculos financeiros que surgem e não estão inclusos no seu orçamento, como imprevistos. O mais correto é que você guarde, pelo menos, o equivalente a 6 vezes os seus gastos mensais.

Corretora de valores

Uma corretora de valores é uma instituição financeira responsável por fazer a intermediação entre você e as aplicações financeiras. Sendo assim, é importante ter atenção quanto à escolha da sua corretora.

É preciso conferir as taxas, o portfólio de ativos, selos e certificações, atendimento e plataforma para avaliar qual atende melhor às suas necessidades. Além disso, é fundamental verificar se a mesma é autorizada a atuar no mercado financeiro.

Estudo dos investimentos

O conhecimento sobre investimentos te abre portas para a independência financeira. Sabendo disso, é importante que você estude mais sobre como funciona o mercado, os tipos de ativos e como tomar decisões inteligentes com base em seus objetivos.

Atualmente, temos ricas fontes de informação, como livros, blogs, redes sociais, aplicativos, podcasts e muito mais. O importante é encontrar aquela que mais te agrada para continuar aprendendo a cada dia sobre essa área.

Venha para a Blue3 e dê o primeiro passo na construção do seu legado financeiro.

Quais investimentos no exterior estão disponíveis para brasileiros?

Com a pandemia de COVID-19, os investimentos no exterior passaram a ser considerados pelos investidores brasileiros. Isso porque além da crise sanitária, as eleições presidenciais de 2022 poderá ser um fator preponderante para ditar o ritmo do mercado financeiro daqui para frente, apesar de já estar sofrendo com grande volatilidade – por conta de questões políticas, econômicas e fiscais – nos últimos meses.

Sendo assim, para quem busca uma maior diversificação, os investimentos no exterior podem ser uma saída bastante plausível.

Quais as vantagens de investir no exterior?

Um dos principais benefícios em investir no exterior é justamente a abertura de novas possibilidades, oferecendo uma maior diversificação. Além disso, a força da moeda também é uma questão bastante positiva. Lá fora, existem mais alternativas para se aplicar e um ambiente mais competitivo e propício a fazer negócios, fazendo com que o risco seja menor.

Para se ter uma noção da diferença de opções, na bolsa de valores brasileira, a B3 (B3SA3), cerca de 300 empresas possuem ações listadas, cerca de 1% das existentes no mercado mundial. Já nas bolsas dos Estados Unidos, são aproximadamente cinco mil, praticamente a metade de todo o mercado de ações global.

Engane-se quem pensa que é preciso estar fora do Brasil para fazer investimentos no exterior. Graças a mudanças regulatórias, o desenvolvimento tecnológico e de novos produtos, essa tarefa acabou se tornando simples e prática, aumentando a quantidade de interessados em fazer aplicações em outros países a cada ano.

Opções de investimentos no exterior

Há diferentes maneiras de se investir em mercados internacionais. Antes de mais nada, você precisará escolher se pretende fazer isso diretamente, ou seja, enviando dinheiro para o país que se deseja realizar aplicações, ou não.

Investimentos de forma direta são um pouco mais complexos, uma vez que é necessário fazer a abertura de conta em uma instituição de fora do Brasil e fazer a conversão da moeda. 

Porém, também há maneiras mais simples, aplicando em instrumentos financeiros disponíveis na bolsa de valores brasileira. As principais opções são: fundos de investimentos, BDRs, ETFs, COEs e Real States.

Fundos de investimentos

Considerada uma das maneiras mais simples de investir no exterior sem precisar enviar dinheiro para fora, os fundos de investimentos reúnem recursos de diversas pessoas, para que sejam aplicados em conjunto no mercado financeiro e de capitais. 

Os ganhos obtidos com as aplicações são divididos entre os participantes, na proporção do valor depositado por cada um.

Para efeitos de tributação, os fundos são divididos em dois tipos: fundos de longo prazo: papéis com vencimento em mais de 365 dias, em média; fundos de curto prazo: papéis com vencimento em menos de 365 dias, em média.

Alguns dos tipos de fundos mais comuns são: cambiais e de ouro, de ações, multimercado, renda fixa, de previdência e imobiliários.

BDRs

Os BDRs (Brazilian Depositary Receipts) são títulos que representam ações de companhias negociadas na B3, a bolsa brasileira, por empresas ou instituições financeiras.

Quem adquire um BDR, portanto, não compra diretamente as ações da empresa no exterior. Em vez disso, investe em títulos representativos desses papéis. 

Essas ações existem de fato lá fora, e precisam ficar depositadas e bloqueadas em uma instituição financeira que atua como custodiante – ou seja, que faz a guarda delas.

Recentemente, a XP Inc. passou a disponibilizar cerca de 90 milhões de certificados da empresa – que representam mais de R$ 20 bilhões – após abrir capital na Nasdaq, nos Estados Unidos.

ETFs

Os ETFs (Exchange Traded Funds) ou fundos de índice, são fundos de investimentos ligados a algum índice de referência. São negociados na bolsa de valores, da mesma forma que as ações, e seguem as movimentações de um índice específico. 

Aqui, por exemplo, existem ETFs atrelados ao, como o Ibovespa, formado por cerca de 84 empresas que negociam o maior volume de papéis diariamente na Bolsa, e serve como “termômetro” do mercado de capitais brasileiro. 

Ou seja, caso o Ibovespa suba, os fundos também ganham. Agora, se o índice cai, os investidores também perdem.

COEs

Os COEs (Certificados de Operações Estruturadas) – versão brasileira das Notas Estruturas, populares na Europa e nos Estados Unidos –  são investimentos que combina elementos de Renda Fixa e Renda Variável, com retornos atrelados a ativos e índices, como câmbio, inflação, ações e ativos internacionais.

São estruturados com base em cenários de ganhos e perdas, selecionados de acordo com o perfil de cada investidor. Já a montagem, ocorre através da combinação de um título de crédito emitido por uma instituição financeira com estratégias em derivativos.

Os COEs possuem uma taxa de administração, como os fundos de investimentos, que normalmente varia de 0,5% a 2% ao ano. A tributação é feita pela tabela regressiva do Imposto de Renda, a mesma aplicada aos produtos de renda fixa, com alíquotas de 22,5% a 15% sobre os ganhos, a depender da duração da aplicação.

Reits

Os Reits são investimentos no mercado imobiliário, como grandes condomínios ou lajes corporativas. É uma opção similar aos fundos imobiliários existentes no Brasil.

Há Real States que investem em diversos mercados, desde apartamentos para estudantes universitários até grandes prédios.

Exposto essas opções de investimentos no exterior, agora cabe a você escolher a que melhor atende aos seus objetivos. Para isso, o mais recomendado é estar acompanhado de um profissional especialista que te ajudará na melhor decisão.

O que todo investidor deve saber sobre as Commodities?

Frequentemente ouvimos, em jornais ou em análises econômicas, falarem sobre as commodities e a sua influência no mercado nacional e internacional.

Inclusive, falando em influência, o Brasil é referência quando o assunto é agronegócio e somos um dos maiores produtores de commodities do mundo. 

Um estudo divulgado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) constatou que o Brasil é o 4º maior produtor mundial de grãos – arroz, cevada, soja, milho e trigo – ficando atrás somente da China, dos Estados Unidos e da Índia.

As commodities são referência de influência nos preços do mercado, como também são negociadas diretamente na Bolsa de Valores como em contratos futuros, por exemplo. 

Por isso, nesse artigo vamos explicar exatamente o que são e como se comportam dentro de todo o cenário econômico e mercado financeiro

Em primeiro lugar, o que são commodities?

A tradução livre da palavra commodity (singular) significa “mercadoria”, mas nesse caso, sua definição é um pouco mais específica. 

As commodities são matérias-primas naturais comercializadas em sua forma mais bruta, com baixo grau de transformação e industrialização. Por exemplo: soja, milho, café, petróleo, ouro, trigo, entre outros. 

Essas matérias-primas são consideradas como bens de consumo mundial, possibilitando o desenvolvimento de diversos outros produtos. 

Uma característica interessante das commodities, em geral, e que auxilia na sua identificação, é o fato de serem produzidas em larga escala e sem variações, ou seja, não apresentam diferença independente de onde e por quem tenham sido produzidas. Além disso, podem ser estocadas sem que percam sua qualidade.

Isso justifica o fato de que o seu valor depende diretamente da demanda. Seguindo, então, a lei da oferta e da procura do mercado. Um exemplo prático disso é o ouro. 

Ouro é ouro em qualquer lugar do mundo, certo? Independente do seu processo de produção, o seu estado bruto não tem alteração. 

E da mesma forma, o valor dele oscila de acordo com a procura. Quando a procura está alta, o ouro sobe, e quando está baixa, consequentemente o valor cai também. 

Como as commodities são classificadas?

  • Agrícolas 
  • Químicas
  • Minerais
  • Financeiras
  • Ambientais 
  • Energéticas 

Por terem essas características, possuem alta importância em nível mundial, principalmente pelo fato da comercialização, que é feita entre os países. 

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Como as commodities impactam o mercado?

Para começar, podemos relacionar as commodities com o processo de colonização que acontecia antigamente, em que as matérias-primas eram extraídas para o benefício dos colonizadores. 

Ao decorrer da história, com a evolução do comércio e da economia global, as commodities se tornaram (como citamos acima) bens de consumo mundial e são comercializadas internacionalmente por meio da Bolsa de Valores. 

E exatamente por isso, o movimento econômico acaba se conectando de alguma forma. Assim, podemos entender que todos os países do mundo precisam de matéria-prima para desenvolver seus produtos. Logo, os países que são “ricos” de produção, se beneficiam com a prática da exportação. 

No caso do Brasil, mais especificamente, as produções são comercializadas internamente e também no exterior, geralmente para países mais desenvolvidos. As commodities representam mais de 60% das exportações feitas por nosso país.  

Inclusive, um relatório da XP Investimentos de junho deste ano, constatou que o PIB brasileiro é fortemente correlacionado com o ciclo de commodities, e os profissionais da empresa ainda afirmaram que “não há Brasil sem commodities”.

Superciclo das commodities

As commodities na economia são marcadas por momentos de hiperciclo. E o que isso significa? Os hiperciclos são alternâncias que acontecem na economia entre períodos fortes e de crescimento, podendo haver depois, períodos de baixa e de recessão econômica.

O último superciclo das commodities foi há quase uma década, mais especificamente entre os anos de 2002 e 2008. Naquela época, foi resultado da combinação de diversos fatores, como a expansão na demanda global derivada do intenso processo de urbanização e de crescimento na renda em países emergentes, principalmente a China.

Em 2020, vimos a economia global ser fortemente impactada pela crise do novo coronavírus. No entanto, os analistas do mercado já estão apontando para um superciclo se iniciando novamente com a retomada econômica, impulsionado pela demanda vinda da China e dos EUA. 

Isso é um sinal de que, com o fortalecimento da atividade econômica nos países desenvolvidos, a demanda deve continuar crescendo no Brasil. Outro ponto forte desse fenômeno é a influência na cotação da moeda. 

Se temos dólar entrando no país, pela lei da oferta e procura, ele acaba se desvalorizando um pouco mais frente ao real. Por outro lado, como não há possibilidade da oferta também crescer na mesma velocidade, os preços acabam subindo

Quando o cenário está otimista para as commodities, vemos muitos investidores interessados em investir nessa categoria. Você sabe como investir?

Vamos seguir, então, para o próximo tópico. 

Como investir em commodities?

Quando o preço das commodities sobem, torna-se cada vez maior o número de investidores interessados em investir nessa categoria. Principalmente, aqueles que desejam fazer hedge, ou seja, proteger a carteira de investimentos da inflação ou como reserva de valor no caso do investimento em ouro ou prata.

Confira as principais opções de investimentos desta área: 

Investir em ações de empresas de commodities 

Nessa opção, o investidor investe de forma indireta, ou seja, compra papéis na Bolsa de empresas que são do segmento das commodities (como a Vale S.A, por exemplo, que é exportadora de minério de ferro). 

A Bolsa de Valores brasileira, a B3, tem bastante opções nesse sentido com ações de empresas expostas a commodities. Nesse caso, o investimento é feito como em qualquer ação.

Leia mais sobre o mercado de ações aqui.

Contrato futuro e de opções

O mercado futuro é um espaço na Bolsa de Valores em que ocorrem as negociações de contratos de derivativos de commodities, índices, taxas de juros ou moedas, com o vencimento em uma data futura.  

Mas, existe uma regra que precisa ser cumprida: o produto especificado no contrato precisa ter o mesmo padrão, condições e características para que seja negociado entre os investidores. 

Assim como em muitas outras operações, o preço de cada contrato varia de acordo com a lei de oferta e demanda. A compra do contrato garante ao investidor o direito em cima das oscilações que ocorrem sobre o ativo. 

É importante destacar que essas oscilações acontecem todos os dias e em “real time”, então caso haja uma valorização do ativo, o valor é acrescentado a sua conta e caso haja uma desvalorização, é descontado. 

E os resultados vêm de oscilações negativas ou positivas da cotação do contrato, tudo depende do polo de movimentação que você estiver operando, podendo ser na compra de um ativo para ganhar na valorização da venda, ou na venda para comprar a um preço menor depois. 

Contrato de opções 

Já as opções, por sua vez, dão o direito de comprar ou vender o ativo, mas não obrigação de exercer o contrato, e o investidor paga por este direito. Isso significa que o titular do contrato de opções pode optar por exercê-lo ou não. 

Já a contra parte, ou seja, quem vendeu o direito, de compra ou venda, terá a obrigação de honrar o contrato e, logicamente, recebe por assumir este risco. 

Para comprar uma opção, o investidor precisa pagar antecipadamente um prêmio, que reflete uma certa quantidade do ativo em questão, geralmente uma porcentagem do valor do valor do ativo de referência conforme a validade e a condição de exercício do contrato. 

Em outras palavras, o prêmio é a taxa pela qual o ativo pode ser comprado ou vendido até a data de vencimento.

Existem dois tipos de contratos de opções: de compra e de venda. As opções de compra representam uma oferta para comprar um ativo. Enquanto as opções de venda representam uma oferta para vender um ativo.

Quais são os riscos e quem geralmente opera nesse mercado?

Existem dois tipos de investidores, os especuladores e os hedgers. Os especuladores são a maioria no mercado. Eles estão interessados em ganho de capital com as variações de preço e possuem um papel fundamental para dar liquidez aos contratos. 

É por meio deles que os produtores conseguem se proteger das oscilações de preços.  Os produtores, então, são os hedgers, diretamente ligados ao mercado físico.  

Eles usam o mercado financeiro como uma ferramenta de proteção contra uma eventual baixa de preços, comprando contratos futuros.

No entanto, é um investimento de alto risco, especialmente por permitir alavancagens, por isso, é mais indicado aos investidores de perfil arrojado e experientes.

Para investir em commodities, conte com o auxílio de profissionais do mercado. Dessa forma, você estará assistido por quem estuda diariamente os cenários e os ativos. 

Clique aqui para começar a investir.  

A volatilidade atual da Bolsa de Valores estimula o day trade?

O cenário atual de volatilidade na B3, a bolsa de valores brasileira, costuma assustar os investidores. Porém, ao menos em teoria, ela é uma aliada de um grupo: os day traders, profissionais que realizam operações de curto (e curtíssimo) prazo, com o objetivo de lucrar com a movimentação diária dos ativos de renda variável. 

Tomamos um café rápido com o Patrick Johnston, superintendente de renda variável da Blue3, para saber se esse “sobe e desce” realmente é um sinal de que vale a pena partir para a vida de trader.

Confira!

A volatilidade na bolsa pode trazer grandes lucros no curto prazo, mas também representa grandes riscos. Esse é o momento de ser agressivo com a renda variável, Patrick ?

Eu penso o contrário: se a gente tem uma volatilidade maior, deveria ser mais conservador, precavidos para evitar grandes perdas. A volatilidade pode, sim, trazer bons retornos em um cenário um pouco mais conturbado, dependendo de quais operações você está fazendo. Porém, se você tem um mercado com oscilações rápidas não é recomendável se arriscar tanto para ter bons resultados. 

Existem técnicas que podem ajudar a conseguir relativa segurança nas negociações?

Sim, existem várias formas para fazer hedge [proteção da carteira de investimentos]. Você pode usar um percentual da sua posição atual para assumir uma posição contrária, justamente para caso haja alguma queda ou o ativo ande “ao contrário” da sua posição inicial, você terá uma proteção parcial.

Você também pode fazer proteção através de derivativos. Vamos supor que você esteja comprado, esperando a valorização de um ativo, então pode, por exemplo, apostar em uma possível queda, por meio de uma operação de venda. Se for para operações mais curtas, as pessoas podem utilizar também stop automático nas operações, mas tem que tomar cuidado porque o mercado fecha e pode abrir no outro dia com gap [diferença de valores de uma ação entre fechamento de um dia e abertura do outro], “pulando” o stop.  Existem diversas ferramentas à disposição para diminuir o risco, mas não é possível eliminá-lo completamente.

Qual é o conselho que um broker profissional pode dar para quem enxerga no day trade uma chance para conseguir altos lucros?

O day trade é para poucos. Trata-se de uma operação extremamente técnica na qual você tenta ganhar bons retornos em um curto espaço de tempo. Tem operações que duram segundos. É um tipo de operação para traders profissionais que investiram muito em conhecimento, têm conhecimento de mercado e são poucos aqueles que obtêm bons resultados. Não é impossível, mas é muito difícil.

Eu diria para o investidor que está começando hoje para primeiro começar a se aprofundar, fazer operações mais conservadoras, buscar conhecimentos e depois, sim, ir se arriscando em operações mais curtas. Se analisarmos os grandes investidores do cenário global, da história, todos tiveram ganhos consistentes com posições de longo prazo. São poucos os que conseguem ganhar alguma coisa de forma consistente no day trade. Tem aqueles que traçam uma estratégia e conseguem obter ganhos em um momento do mercado, mas tempos depois quando muda a dinâmica eles acabam “devolvendo” uma parte ou até totalmente os lucros que ganharam.

O day trade pode encontrar espaço em uma estratégia de investimentos que contemple também uma carteira para reserva de emergência e outros investimentos com foco no longo prazo e aposentadoria?

O day trade tem caráter especulativo. Você pode fazer com ações, derivativos, futuros, mas ele deve contemplar um percentual muito pequeno da carteira, exatamente porque a probabilidade de você ter perdas é muito grande. Eu diria que só seria recomendável para quem tem tempo, experiência, e conhecimento técnico para esse tipo de operação. Quem não tem essas características, melhor ficar de fora.

Caso tenha ficado alguma dúvida, clique aqui e conte com a assessoria da Blue3.

ETF de renda variável: o que é e como funciona?

Você já ouviu falar em ETF? É uma sigla que significa Exchange Traded Funds, e conhecida no Brasil como Fundos de Investimentos, que seguem índices de referência. 

É caro para investir? Compensa? Para qual perfil é indicado? 

Neste artigo, você vai entender de forma fácil e simplificada o que é e como funcionam esses fundos na Renda Variável. 

O que é ETF?

Como falamos acima, ETF é uma abreviação de Exchange Traded Funds e são fundos de índice. No Brasil os ETFs foram regulamentados em 2002, mas só agora esse tipo de investimento está começando a ser explorado, diferente do exterior em que a prática já é bastante difundida entre os investidores. 

Basicamente, os fundos funcionam da seguinte forma: a aplicação do investimento é feita em grupo e administrada por um gestor. Os fundos ficam atrelados a índices de referência, podendo ser de renda fixa ou de renda variável.

Os ETFs são uma forma mais acessível de realizar alguns aportes e ter uma carteira mais diversificada e completa. E por esse motivo, tem se destacado no mercado. 

Quer investir da forma correta? Clique aqui e fale com um assessor Blue3.

ETFs de Renda Variável

É possível investir em ETFs na renda variável. Esses Fundos vão acompanhar índices como Ibovespa, S&P 500, Nasdaq, Índice Carbono Eficiente, entre outros. 

Os Índices de referência possuem as principais ações de cada segmento listadas na Bolsa, ou seja, seleciona ações que são referência no segmento.

Mas, como funciona isso? 

Vamos supor que você queira investir em ações que compõem um índice, seguindo uma estratégia x, por exemplo, ao invés de comprar cada ação separadamente, você pode investir em ETFs disponíveis na Bolsa de Valores brasileira (B3)  que seguem aquele índice. 

Esse índice vai trazer o retorno equivalente, ou seja, replicar a performance do índice escolhido como referência. Vale destacar que esse índice deve ser reconhecido pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que é responsável por fiscalizar  e regulamentar o mercado da Bolsa de Valores.

A gestão dos ETFs é feita de forma passiva, pois os gestores responsáveis pelo fundo estão empenhados em replicar a composição e o desempenho do índice. Inclusive, essa é uma das diferenças entre os ETFs e os fundos tradicionais, que podem ter gestão ativa ou passiva. 

Os ETFs da Bolsa são uma boa opção para aqueles que estão começando a investir na Bolsa agora e querem arriscar de uma forma mais “conservadora”.

Sua característica (e vantagem) principal é a possibilidade da diversificação que um ETF traz para a carteira com um recurso consideravelmente menor do que seria se fosse feita individualmente. 

O exemplo mais popular é o do Ibovespa, o seu ETF é negociado na Bolsa como BOVA11 e dentro dele estão mais de 60 ações que acompanham esse índice. Por isso, em termos de diversificação, é um tipo de investimento recomendado.

No entanto, não é possível escolher quais serão as ações e a porcentagem que cada uma vai ocupar na sua carteira, justamente porque elas irão seguir o mesmo formato que está no índice. 

Como investir em ETFs?

Os ETFs não estão disponíveis como opção de produto nas corretoras de valores pois são negociados na Bolsa por meio do home broker, assim como as ações comuns. Porém, como qualquer outro ativo, a intermediação dessa negociação deve ser feita por uma corretora. 

A partir daí, basta escolher qual ETF você vai investir, selecionar o código de representação, escolher a quantidade e enviar a ordem de compra. A venda é feita pelo mesmo processo de uma ação individual na Bolsa. 

E a rentabilidade? Como o fundo acompanha quase que fielmente os resultados daquele índice, a rentabilidade vai depender do desempenho do índice de referência. É importante lembrar que as oscilações também são as mesmas e que ocorrem com frequência.

Diferente das ações individuais, os dividendos – o lucro repassado pela empresa para os investidores – dos ETFs é reinvestido no próprio fundo. 

Taxas e tributação 

Outro tópico fundamental e que você precisa saber antes de investir em qualquer ativo é o que envolve os custos entre taxas e tributações do investimento. 

Como em qualquer operação, para investir em ETFs é necessário pagar a taxa de corretagem da corretora que vai intermediar a negociação. 

Existem também as taxas cobradas pela própria Bolsa brasileira para liquidar os ativos. Essas tarifas são conhecidas como emolumentos.

Imposto de Renda

Os ETFs possuem incidência de imposto de renda e seguem a mesma regra das  outras ações negociadas diretamente na Bolsa. 

A incidência é de 15% sobre os ganhos, entretanto, não há isenção de Imposto de Renda em ETF para quem realiza vendas de até R$20 mil na Bolsa de Valores.

A retenção do I.R dos ETFs de renda variável não é feita na fonte, diferente da renda fixa. No momento da venda das cotas, o investidor deve calcular qual será o valor devido e fazer o pagamento por meio de DARF até o último dia útil do mês seguinte à operação.

Vale a pena investir em ETFs?

Primeiramente, precisamos deixar bem claro que nosso papel neste artigo não é fazer uma recomendação. Queremos levantar os pontos para que você, investidor, possa fazer suas escolhas com consciência. 

Os ETFs têm sido a escolha de investidores que estão iniciando no mercado de ações, como uma forma mais conservadora, ou para aqueles que buscam uma carteira diversificada com recursos menores. 

No entanto, como falamos acima, não é possível escolher as ações que vão compor o ETF. Isso quer dizer que, no mesmo fundo, você pode ter boas empresas e também empresas que não possuem perspectivas positivas de mercado. 

Outra característica é a liquidez. Os ETFs geralmente têm facilidade de negociação, transformando o investimento em dinheiro de forma rápida, podendo ser comprado ou vendido em qualquer momento do horário de mercado, como as ações comuns.

Por fim, tenha em mente que os fundos de índice da renda variável tem volatilidade e podem ser impactados pela instabilidade do mercado como qualquer outro ativo da categoria, mesmo sendo uma forma mais conservadora de investir em ações. 

Por isso, ter tolerância ao risco é um fator importante para operar nesse mercado. 

Quer saber como investir em ETFs da forma certa? Clique aqui e fale com um assessor Blue3.

Quero investir para pagar a faculdade dos meus filhos. Como planejar?

Garantir uma boa educação escolar aos filhos é uma prioridade para os pais. Desde a alfabetização, passando pelos ensinos fundamental e médio, até o tão sonhado curso superior. A educação é a melhor maneira de garantir um futuro próspero na sociedade contemporânea, mas uma boa instituição de ensino particular, nem sempre, é acessada a preços módicos. Ainda mais quando falamos do ensino universitário.

E este é um dos principais motivos pelos quais o planejamento financeiro torna-se fundamental.

Use o tempo a seu favor

Por meio de um planejamento prévio adequado é possível investir para financiar a faculdade dos filhos com mais de uma década de antecedência. E essa organização abrirá bastante o leque de opções de investimentos que atenderão as especificidades do acúmulo de capital para a concretização deste objetivo. 

Consideremos o tripé dos investimentos: risco (segurança), rentabilidade e liquidez. Como falamos aqui de uma ação estruturada para o longo prazo, podemos considerar a liquidez como o fator menos preponderante, uma vez que o objetivo não contempla o resgate do montante no curto espaço de tempo.

Também não é possível assumir uma posição exclusivamente centrada em investimentos mais arrojados, afinal, quando temos um planejamento financeiro a longo prazo, é possível também proteger a valorização do seu dinheiro, não havendo necessidade de exposição à volatilidade das opções que podem render acima da média em prazos menores.

Considere boas opções

A composição de uma carteira diversificada é a melhor estratégia e pode ser adotada tanto para uma cobertura de segurança quanto para garantir maiores rendimentos.

Uma composição interessante é começar pela alocação de recursos em investimentos de renda fixa como CDBs, LCIs e LCAs, com prazo de vencimento longo (para aplicações a partir de dois anos será praticada a menor alíquota de IR, mas como falamos em prazos longos, é possível buscar por contratos ainda mais extensos, que terão maior rentabilidade). 

Desde abril de 2020, instituições financeiras, corretoras e fintechs também estão habilitadas para a emissão dos certificados de depósito bancários, uma modalidade até então restrita aos bancos tradicionais

Outra opção que pode compor essa carteira é o fundo de investimento multimercado. Trata-se de uma modalidade que sobe um degrau a mais no fator risco em comparação à renda fixa. Mas, também por isso, oferece ótima rentabilidade e outros benefícios, como diversificação e flexibilidade.

Nessa modalidade, o investidor delega a alocação dos recursos a um fundo gestor especializado, que pode ser em um ou mais mercados pré-estabelecidos de acordo com a estratégia definida para aquela classe. São diversas classes distintas de fundos de investimentos classificadas pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

Uma das estratégias mais utilizadas por gestores de fundos – e procuradas pelos investidores – são as aplicadas nos chamados “fundos macro”, nos quais os ativos que compõem aquele fundo são atrelados a índices macroeconômicos e, costumeiramente, focados nos médio e longo prazos.

A maior parte dos fundos multimercados são tributados como os fundos de renda fixa (com a alíquota do IR atingindo o menor patamar para aplicações superiores a 720 dias). 

Diversifique

Um terceiro ativo que pode compor a estratégia de investimento para o longo prazo, já pensando na faculdade de seus filhos, é o título de crédito privado.

Apesar de ter um pouco mais de risco, ainda é possível prever quais serão os rendimentos oriundos da aplicação, o que torna o ativo altamente recomendado como fator de diversificação e por proporcionar maior rentabilidade. Nessa modalidade, o investidor compra títulos emitidos por empresas e instituições privadas para “emprestar” dinheiro a uma companhia: debêntures, CRIs e CRAs são exemplos. 

A debênture torna o investidor um credor da companhia emissora do título. A remuneração pode ser feita por intermédio de juros pré-estabelecidos ou participação nos lucros. Existem duas variações de debêntures disponíveis no mercado: as comuns (tributadas pelo IR) e as incentivadas (isentas de IR por preverem investimentos em projetos de infraestrutura que beneficiem o país e os respectivos setores econômicos relacionados). 

Já os CRIs e CRAs costumam ser mais rentáveis que os títulos privados (LCIs e LCAs). São modalidades procuradas por investidores mais experientes, não apenas pelo risco de crédito, mas porque geralmente a aplicação mínima costuma exigir valores mais elevados e, em alguns casos, é necessário que o investidor seja considerado um investidor qualificado.

Tanto CRIs quanto CRAs são investimentos isentos de incidência de Imposto de Renda e também de IOF. 

Acesse a Central de Sistemas da Comissão de Valores Mobiliários e confira todas as ofertas públicas de títulos registrados. 

Apostar no longo prazo, balancear o portfólio com ativos de menor exposição a risco e que complementem opções de maior rentabilidade. Planejando com antecedência e sabedoria, a árdua tarefa de bem-educar será executada com uma preocupação a menos: a quitação dos boletos. 

E claro, um planejamento financeiro fica muito mais eficiente quando feito ao lado de profissionais. Por isso, procure a ajuda da Blue3, clique aqui e inscreva-se para falar com um dos nossos assessores.

Home Broker: o que é e como usar?

Certamente você já ouviu falar no nome Home Broker em algum conteúdo sobre investimentos, mais especificamente quando o assunto é mercado de capitais e renda variável. 

Neste artigo, nós vamos te explicar o que é, para que serve e como ele funciona na prática. Uma coisa é certa e podemos adiantar logo no início: sem o Home Broker é impossível comprar e vender ações. 

Afinal, o que é Home Broker?

Você se lembra dos pregões viva-voz? Era o espaço físico onde os operadores negociavam – compravam e vendiam – os ativos da Bolsa de Mercadorias e Futuro antes de 2005. 

O ambiente era realmente uma “loucura”. Gritos e correrias durante o dia eram extremamente comuns. O processo acontecia sem usar quase nenhum recurso tecnológico, exceto o telefone onde eram feitas as negociações e o registro eletrônico quando ocorria a venda ou a compra. 

Se você não lembra dessa época, provavelmente já viu cenas como essa acontecendo em filmes como O Lobo de Wall Street, por exemplo. 

E por que estamos relembrando esse período? Porque o famoso “pregão viva-voz” também evoluiu com a tecnologia e foi substituído pela plataforma Home Broker. Então, tudo o que antes era negociado pessoalmente, passou a acontecer de forma digital. 

Foi aí que há mais de uma década surgiu esse sistema que é usado nos dias de hoje para negociar ativos, por meio da Bolsa de Valores, de forma ágil, instantânea e de qualquer lugar, sendo preciso apenas o acesso à internet e à plataforma.

Bolsa de Valores 

É na Bolsa de Valores que ficam os ativos negociados no mercado de capitais, como as ações, commodities, fundos de investimentos, derivativos, contratos futuros, entre outros. 

Assim, os ativos ficam disponíveis em um amplo mercado para que os investidores possam comprar ou vender, de acordo com o que for mais oportuno no momento. 

No Brasil, temos a B3, a Bolsa brasileira, fundada oficialmente em 2017. A B3 é formada por aproximadamente 400 empresas de diversos segmentos e toda a sua atividade é regulamentada e fiscalizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Aproveite para saber mais sobre a Bolsa no artigo “Tudo o que você precisa saber sobre a Bolsa de Valores”.

Como funciona o Home Broker?

Primeiramente, para ter acesso e autonomia para operar no Home Broker você precisa ter conta em uma corretora de valores. Isso quer dizer que é a corretora que vai fornecer a plataforma para você.

E no caso dos investimentos em bancos tradicionais, a operação pelo home broker é feita somente pelo responsável – gerente – pelos seus investimentos. 

Diferentemente das corretoras, em que você tem acesso para operar a qualquer momento, desde que seja em horário de funcionamento do mercado. Nas corretoras você tem também uma outra opção: as mesas de operações. 

Nas mesas estão os brokers, que irão fazer as negociações no seu lugar, sendo uma opção para aqueles investidores que não têm tempo de operar no Home Broker, por exemplo. Você pode solicitar esse serviço em sua corretora.

Vale lembrar que essa é uma plataforma segura, desde que você esteja acessando por meio de instituições financeiras de confiança. 

Além de ser o espaço de negociação de ativos, é também o local em que é possível avaliar a performance do mercado, o quanto está valendo cada ação, o desempenho dos índices e tudo mais em tempo real.

Também é possível ver as ações e os ativos que compõem a sua carteira para observar qual está sendo o saldo do investimento. 

Veja o passo a passo de como operar: 

1º passo: escolha uma corretora de sua confiança e abra uma conta;

2º passo: faça o login e acesse o home broker;

3º passo: se a ação que você quer comprar já estiver escolhida, é só selecionar na plataforma a quantidade (se será por lote-padrão ou fracionário) e clicar em “comprar”;

4º passo: confirme a sua assinatura eletrônica para enviar a ordem de compra e validar a operação. 

Para vender, basta fazer o caminho inverso e clicar em “vender”. 

Entretanto, cada corretora tem taxas de corretagem e de operação já definidas. Portanto, certifique-se de todas as informações anteriormente para não ter “surpresas” durante o processo.

Quer investir na Bolsa da forma certa? Agora você pode aprender com os brokers da melhor mesa de renda variável da XP Investimentos. Confira o nosso curso exclusivo “Aprenda a investir na Bolsa”.

O que é preciso saber antes de utilizar um Home Broker?

O acesso à plataforma pode passar a falsa impressão de que podemos realizar diversas operações sem antes ter um entendimento maior sobre investimentos. 

Isso é comum, até porque, imagine ter na sua tela ações das maiores e mais influentes empresas do mundo, podendo ser compradas apenas com um clique?

Mas é claro que no caminho não existem só “flores” e por se tratar de mercado financeiro, temos que ter muito cuidado e atenção. Principalmente para operar o Home Broker, onde lidamos com ativos de renda variável. 

Renda variável, como a maioria já sabe, são aqueles investimentos que apresentam um risco maior. E um passo equivocado pode comprometer todos os investimentos realizados ali. 

Por isso, mais uma vez, reforçamos que antes de operar o sistema é preciso saber o que está sendo feito, uma vez que esse mercado apresenta alta volatilidade  e passa, muitas vezes, por crises que podem abalar as suas operações.

E, muito mais do que saber o que está sendo feito, quando falamos de estratégia, é preciso entender sobre as peculiaridades de cada investidor, como os objetivos e o perfil de risco. 

Tanto o entendimento das suas características pessoais, como o estudo macro e micro do mercado, não precisam ser feitos por você. Afinal, a vida é corrida e entendemos que não há tempo para se aprofundar em todos os assuntos. 

Nesse caso, você pode contar com o auxílio de um assessor de investimentos, que é o profissional ideal e extremamente qualificado para te dar suporte de ponta a ponta. 

Se você ainda não tem assessoria de investimentos, é só clicar aqui e conversar diretamente com um profissional da melhor assessoria de investimentos do Brasil. 

A importância da assessoria financeira para seus investimentos

Quando uma pessoa decide começar a fazer aplicações financeiras, sem dúvidas o principal objetivo dela é aumentar os seus recursos e, assim, fazer sua renda crescer. O grande problema é que essa tarefa não é fácil, apesar de parecer.

Se você não conhece o mercado financeiro, na maioria dos casos o melhor caminho é contar com uma assessoria financeira, que irá analisar o seu perfil e objetivos e, a partir disso, te orientar quais as melhores oportunidades e soluções para sua carteria.

Ainda há grande resistência sobre a atuação da assessoria de investimento, mas engana-se
quem pensa que essa consultoria não é tão importante.

O que é assessoria de investimento?

É um serviço prestado pelo profissional que é chamado de agente autônomo de investimento ou assessor de investimento. Sua função é ajudar e auxiliar seus clientes na hora de tomar decisões que estão relacionadas ao mercado financeiro.

Regulamentada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o assessor trabalha tanto para pessoas iniciantes em operações no mercado, quanto para os investidores mais experientes.

Por ter uma grande responsabilidade, é importante deixar claro que para atuar nessa função é preciso ter formação específica, mediante a provas de certificação, a fim de garantir segurança e qualidade para quem contratou esse importante serviço.

Quais os benefícios de contratar uma assessoria de investimento?

Se você não tiver um bom conhecimento sobre investimentos, aquilo que era para ser um
negócio lucrativo, pode-se tornar uma grande dor de cabeça diante do tamanho do prejuízo.

O assessor está mais preparado para enfrentar a volatilidade (altos e baixos) do mercado e
buscará livrar você de aplicações equivocadas, que podem colocar em risco sua rentabilidade.

Fora isso, a assessoria de investimento vai te auxiliar de acordo com seu planejamento
financeiro, trabalhando com os recursos que você tem à disposição e permitindo que você faça aplicações apenas que estão dentro de seu orçamento.

Mas em uma empresa de assessoria com atendimento completo, como a Blue3, os serviços vão muito além.

Primeiramente, para que o assessor possa ter todas as ferramentas e suporte necessários para apoiar o investidor da melhor forma, contamos um grande time de inteligência, como a mesa de renda variável, mesa investor, área de seguros, assessoria corporate e muito mais! Quer saber mais sobre os serviços da Blue3? Clique aqui!

Mas antes de qualquer coisa, é fundamental conhecer um pouco da sua vida para definir o seu perfil de investidor.

Qual a importância de conhecer seu perfil?

Para determinar qual é o seu perfil de investidor – conservador, moderado ou agressivo –, o
assessor vai avaliar quais são seus objetivos e metas de maneira técnica e prática. Após isso, desenvolverá a estratégia que mais se adequa com você.

O profissional também fará um diagnóstico de seus investimentos atuais, apontando erros (se houver) e mostrando o que deve ser feito para corrigi-los. Fazendo isso, sua carteira será otimizada, deixando claro quais são os riscos e retornos de cada aplicação.

A partir daí, é fundamental que a empresa de assessoria financeira continue te acompanhando para garantir as rentabilidades e um bom andamento das aplicações. Em alguns casos, o assessor pode sugerir mudanças em sua carteira, como a compra e venda de ativos.

Quando é indicado contratar uma assessoria de investimentos?

O mais correto a se fazer antes de começar a atuar no mercado financeiro é contratar uma
assessoria de investimentos. Existem inúmeras barreiras nessa área e qualquer decisão
tomada de forma errada pode trazer consequências graves.

Se você não tem conhecimento sobre o mercado, é fundamental passar por uma assessoria, afinal, contratar uma assessoria de investimentos não deixa de ser um investimento.

Diante de tudo isso, está claro o porquê devemos considerar que a assessoria de investimentos é a maneira mais correta para aplicar corretamente seu dinheiro no mercado financeiro.

E caso você tenha interesse ou alguma duvida sobre assessoria financeira, procure a Blue3, em 2021 fomos eleitos a melhor empresa de assessoria de investimentos do Brasil.

Clique aqui e um de nossos assessores entrará em contato com você.