Sua vaga chegou: Confira as oportunidades disponíveis #VemSerBlue

Tem vontade de trabalhar no melhor escritório de assessoria de investimentos do Brasil? Você acredita no impossível e está sempre aberto ao novo? Quer fazer parte de um time apaixonado pelo que faz e que diariamente, supera todos os limites para transformar não só a vida das pessoas, mas todo o mercado financeiro? 

Então o seu lugar é junto ao #TimeBlue! 

Aqui, você vai integrar uma equipe vibrante, cheia de energia para fazer acontecer e que te acolherá de braços abertos, porque estar na Blue3 é como estar em família. 

Uma família que já possui mais de 600 membros e que não para de crescer. Confira abaixo as vagas que temos em aberto: 


Oportunidades Blue – Vagas disponíveis:

Agile Master

RIBEIRÃO PRETO – SP

Analista de Dados

RIBEIRÃO PRETO – SP

Analista de Qualidade – NPS

BRASIL

Analista de Segurança da Informação

RIBEIRÃO PRETO – SP

Assessor de Investimentos

BRASIL

Assistente de Assessoria de Investimentos

SÃO PAULO

Assistente de Assessoria de Investimentos

UBERLÂNDIA – MG

Engenheiro de Software

BRASIL

Especialista de Gestão Comercial

RIBEIRÃO PRETO – SP

Estagiário de Desenvolvimento de Negócios

RIBEIRÃO PRETO – SP

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Oportunidades Blue – Vagas disponíveis:

Agile Master

RIBEIRAO PRETO – SP

Analista de Controladoria

RIBEIRAO PRETO – SP

Analista de Dados

RIBEIRAO PRETO – SP

Analista de Qualidade – NPS

Analista de Segurança da Informação

RIBEIRAO PRETO – SP

Analista Financeiro

RIBEIRAO PRETO – SP

Assessor de Investimentos

BRASIL

Contador

RIBEIRAO PRETO – SP

Engenheiro de Software

Ribeirão Preto – SP

Especialista de Gestão Comercial

RIBEIRAO PRETO – SP

Estagiário de Desenvolvimento de Negócios

RIBEIRAO PRETO – SP


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Oportunidades Blue – Vagas disponíveis:

Analista de Controladoria
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Analista de Dados
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Analista de Segurança da Informação
RIBEIRAO PRETO – SP

Analista Financeiro
RIBEIRAO PRETO – SP

Assessor de Investimentos
BRASIL

Contador
RIBEIRAO PRETO – SP

Engenheiro de Software
FRANCA – SP

Especialista de Gestão Comercial
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Estagiário de Desenvolvimento de Negócios
RIBEIRAO PRETO – SP


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Analista de Segurança da Informação
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Assessor de Investimentos
BRASIL

Engenheiro de Software
FRANCA – SP

Estagiário de Desenvolvimento de Negócios
RIBEIRAO PRETO – SP

Product Owner
RIBEIRAO PRETO – SP

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Atendente Discovery Call

FRANCA- SP

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Oportunidades Blue – Vagas disponíveis:

Analista de Comunicação (Imprensa)

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Analista de Pessoas e Cultura

RIBEIRAO PRETO – SP

Analista/Especialista de Marketing (Patrocínios, Parcerias e Eventos)

RIBEIRAO PRETO – SP

Analista/Especialista em Branding e Comunicação

RIBEIRAO PRETO – SP

Assistente Administrativo

RIBEIRAO PRETO – SP

Assistente de Assessoria de Investimentos

GOIÂNIA – GO

Assistente de Assessoria de Investimentos

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO – SP

Gestor de Tráfego

RIBEIRÃO PRETO – SP

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Risco x retorno: você sabe avaliar a performance dos seus investimentos?

Antes de ler este artigo, responda às seguintes perguntas mentalmente:

Você sabe avaliar o risco x retorno dos seus investimentos financeiros? Você tem certeza que se montar sua carteira de investimentos sozinho, vai conseguir, de fato, obter os resultados efetivos planejados? 

Por mais que já tenha alguma experiência com investimentos, você sabe se a maneira como alocou os ativos no seu portfólio de investimentos vai te ajudar a sobreviver às incertezas e oscilações do mercado? Sua carteira possui a diversificação adequada de acordo com o seu perfil de investidor? 

Se todas as suas respostas forem “não” ou “talvez”, eu tenho dicas valiosas, venha comigo!

O assunto “investimento” ainda é um tema muito novo para diversas pessoas, dentro do núcleo familiar, então, nem se fala. Quem nunca ouviu a avó dar aquele “sábio” conselho: “Meu neto, lembra de guardar um dinheirinho na poupança!”

O fato é que, nos últimos anos, milhares de pessoas vêm tentando desvendar o tão aclamado mistério: “Como investir bem o meu dinheiro?”. Hoje, eu quero ter uma conversa franca com você: sobre como fazer com que seu patrimônio vire renda de verdade e se multiplique! 

Talvez você ainda nem tenha se dado conta da importância de não deixar seu dinheiro mal investido ou quase parado na caderneta de poupança, provavelmente, porque é mais simples deixar como está.

Talvez você esteja cansado de deixar seus recursos no banco e ao olhar o extrato do mês, perceber que quase nada mudou; talvez você simplesmente ainda não tenha sido apresentado a uma alternativa confiável que possa gerar rendimentos consistentes para tudo o que você conquistou com tanto trabalho; talvez você até já invista, mas ainda não sabe, de verdade, qual o melhor investimento para você; ou talvez você esteja arriscando demais seu patrimônio por não conhecer a relação risco x retorno dos investimentos. 

E é justamente para te mostrar que sim, o seu patrimônio pode crescer ainda mais de forma consistente, sólida e sustentável, que eu estou aqui hoje.

Muito se ouve falar da relação entre o “risco x retorno” dos investimentos. O risco está associado ao grau de incerteza sobre o investimento no futuro; quanto maior o retorno pretendido, maior o risco para que se tenha a chance de atingir o tão sonhado retorno.

Na teoria, as relações econômicas e financeiras deveriam ser assim, mas na prática, nem sempre são. Chegou a hora de você entender, de uma vez por todas, como funciona a relação “risco x retorno” dos investimentos! 

Mais comum do que se imagina, no dia a dia, vemos muitos investidores se expondo a riscos altíssimos em busca de retornos muitas vezes irreais, mas há uma equação bem simples e eu vou te ensinar.

Para atingir um determinado Valor Futuro, temos quatro variáveis:

  • Valor Presente (que é valor com qual se inicia sua aplicação);
  • Período (é o horizonte de tempo que precisaremos para atingir este objetivo em dias, meses ou anos);
  • Valor da Parcela (valor do aporte diário/mensal/anual que aplicamos para esse objetivo); 
  • Rentabilidade Esperada (a taxa de juros que esperamos obter em nossa aplicação).

Hoje em dia, temos muitas pessoas que buscam somente o investimento que possa dar a maior rentabilidade possível, ignorando totalmente os outros fatores. 

Acabam se esquecendo, porém,  que uma rentabilidade maior, quase sempre, vem atrelada a um risco maior também; e pra piorar ainda mais, ignoram completamente os demais itens da equação, principalmente, esquecem da disciplina dos aportes periódicos que são ainda mais importantes que a rentabilidade.

Disciplina nos aportes é algo que podemos controlar e depende somente de nós, enquanto a rentabilidade não. 

Então, como ficaria melhor, o conselho da avó? “Meu filho, antes de investir, é muito importante que você tenha em mente que vai precisar montar uma carteira de investimentos de acordo com seus objetivos, respeitando o seu perfil de investidor”. 

O sucesso da sua estratégia de investimentos precisa estar alinhado às suas características pessoais, mas tenha muito cuidado, esse é um universo cheio de armadilhas. 

Ao buscar novas oportunidades no mercado, você irá se deparar com inúmeras ofertas e é fundamental que você saiba definir ou procure ajuda profissional para identificar quais delas se enquadram melhor nos seus objetivos e perfil de risco.

O que fazer, então?

  1. Seja conservador em suas expectativas. Diminuindo sua rentabilidade esperada, você precisará de maiores aportes mensais e, caso a rentabilidade seja maior que a simulada, você vai alcançar seu objetivo mais cedo;
  1. Tenha disciplina, faça religiosamente os aportes programados. Se o objetivo for aposentadoria, considere a hipótese de utilizar um bom plano de previdência privada que, certamente, vai lhe ajudar a criar disciplina;
  1. Busque investimentos de acordo com seu perfil de investidor, não invista em algo apenas por estar na moda ou por achar que terá o maior retorno. Em momentos de queda dos preços dos ativos, você pode não aguentar o impacto e vender seu ativo no momento errado;
  1. Não pule de galho em galho;
  2. Não deixe o emocional dominar você. 

Por fim, tenha consciência que se você tentar trilhar esse caminho sem um acompanhamento profissional a chance de cair em armadilhas ou seguir por uma rota que vai te deixar mais distante do seu objetivo final é muito maior do que você imagina. 

Da mesma forma que você procura um médico antes de iniciar qualquer tratamento que envolva sua saúde física e mental, é preciso buscar um profissional do mercado financeiro para cuidar da saúde do seu patrimônio. 

Para falar com um assessor, clique aqui. 

Investidores brasileiros de sucesso e suas histórias

Você é do tipo que precisa “ver para crer?” ou, então, se sente motivado ou motivada ao ver as histórias de sucesso de outras pessoas? Esse é um artigo exatamente sobre isso: inspiração

Os investimentos ainda são considerados tabu, especialmente no Brasil, e muitos ainda não aproveitam as oportunidades por medo, insegurança e, principalmente, falta de conhecimento sobre o assunto. 

Nosso país ainda está engatinhando quando falamos em mercado financeiro. Diferente dos Estados Unidos, por exemplo, em que as pessoas têm mais consciência e já possuem em sua vida três profissionais de extrema confiança: um médico, um advogado e um “financial advisor”, que equivale a um assessor de investimentos.

Ou seja, nos Estados Unidos a cultura de investimento e planejamento financeiro já é bem difundida, cerca de 99% da população investe o dinheiro, enquanto a mínima parcela ainda deixa suas economias paradas no banco. 

Mesmo com o cenário mais lento no Brasil, trouxemos o exemplo de investidores brasileiros de sucesso que marcaram a história com suas estratégias e ensinamentos. E que, inclusive, começaram há muito tempo. 

Luiz Barsi Filho

Fonte: Veja/Abril

Você conhece essa lenda da Bolsa de Valores? Luiz Barsi Filho é brasileiro, atualmente tem 82 anos de idade, e já coleciona uma série de apelidos como “Warren Buffett brasileiro” ou então “Rei dos Dividendos”. 

Mas sua história no mercado financeiro começou bem mais cedo, quando tinha apenas 16 anos de idade. Barsi é filho de imigrantes espanhóis e ficou órfão de pai quando era jovem. Por vir de família simples, começou a trabalhar como aprendiz de engraxate e alfaiate para ajudar sua mãe. 

Com o passar do tempo, se formou em técnico de contabilidade e foi a partir daí que despertou o interesse pelas oportunidades do mercado de capitais, onde são negociadas as ações da Bolsa de Valores. 

Barsi traçou o seu próprio método de investimento, conhecido como “carteira de ações previdenciária”, em que buscava investir em ações de empresas que ofereciam bons dividendos – parte do lucro líquido ajustado de uma empresa, que é distribuído entre acionistas. 

Além disso, o investidor tinha planos a longo prazo. Isso quer dizer que ele escolhia seus papéis baseado no seu método, e os deixava por muito tempo na carteira. Assim, em 10 anos investido, ele já tinha patrimônio o suficiente para não precisar trabalhar mais. 

Mas, como bom investidor que é, Barsi não abandonou o mercado financeiro depois de conquistar seu objetivo. E, em 2019, recebeu R$ 4 milhões em lucros da Eletrobras, apenas uma das empresas que fazem parte da sua carteira. 

Ao longo dos anos, teve sua própria corretora, trabalhou como colunista e consultor de investimentos. 

Hoje, a fortuna de Barsi é de aproximadamente R$ 2 bilhões de reais. Pai de cinco filhos, ele não deixou de repassar o seu legado, repleto de aprendizados. Inclusive, os seus filhos trilham o caminho do mercado, Luiz Barsi Neto, é assessor de investimentos e Louise Barsi, criou um programa para formar investidores. 

Clique aqui e leia o artigo “Tudo o que você precisa saber sobre a Bolsa de Valores”. 

Luiz Alves Paes de Barros 

Fonte: Divulgação (Eu Quero Investir)

Luiz Alves de Paes de Barros é brasileiro,  tem 73 anos de idade e é conhecido como um dos maiores investidores do país, assim como Luiz Barsi. 

Alves é de uma família tradicional do interior de São Paulo, proprietária de uma usina de açúcar. Por isso, tinha muito dinheiro proveniente do negócio.

No entanto, segundo o próprio investidor, a família “não soube administrar” os bens e o dinheiro, comprometendo boa parte do patrimônio. 

Por sempre observar os negócios da família, Alves se interessou por dinheiro, negócios e economia muito jovem. E, coincidentemente, assim como Barsi, comprou a sua primeira ação aos 16 anos de idade. Os papéis eram do banco Comind, instituição dos grandes lavradores de São Paulo.

Depois, se formou em economia pela USP e continuou aplicando o seu dinheiro no mercado financeiro, baseado na estratégia fundamentalista – que leva muito em consideração os fundamentos da empresa que vende os papéis. 

Alves criou sua própria carteira, conhecida como o fundo Alaska Poland. E, mais à frente criou a Alaska Black, com Henrique Bredda e Ney Miyamoto, que acumulou um ganho de mais de 352% em 27 meses. 

Hoje, ainda continua acumulando riquezas e uma história de sucesso. 

“Se você quiser conhecer uma ação mesmo, comece se envolvendo com ela. Compre um pouco, venda um pouco e veja se o preço na tela é de verdade ou de mentira”. (Luiz Alves Paes de Barros)

Eufrásia Teixeira Leite

Retrato de Eufrásia Teixeira Leite, em quadro a óleo exposto no Museu Casa da Hera em Vassouras (RJ)
Imagem: Autor desconhecido/Reprodução

Hoje em dia é comum, mas, você conhece a primeira investidora mulher do mercado? Pois é. Foi Eufrásia Teixeira Leite.

Eufrásia nasceu no século XIX, em 1850, e faleceu em 1930. Carioca e natural da cidade de Vassouras (RJ), era de família tradicional e muito estável financeiramente, pois seu pai era comissário de café. 

De certa forma e de acordo com os registros históricos, é possível afirmar que Eufrásia e sua irmã receberam alguma educação financeira de seu pai – o que era um privilégio para mulheres daquela época -. Mas, em 1872, as duas ficaram órfãs. 

Após a morte do pai, se mudaram para a Europa e, com a herança, Eufrásia começou a se interessar pelos investimentos na Bolsa de Valores, que era um ambiente totalmente masculino.

As mulheres que tinham interesse em operar na Bolsa, precisavam fazer as negociações com intermédio de um homem. Mas isso não fez com que Eufrásia desistisse. 

Inclusive, sua trajetória chamou muita atenção, principalmente porque ela tinha um perfil agressivo de investidor. Naquela época, já usava bem as estratégias de diversificação, principalmente com ativos internacionais. 

Os relatos apontaram que Eufrásia chegou a ter negociações em 17 países e em 9 moedas diferentes. Sua história no mercado financeiro perdurou por mais de 50 anos e resultou em inúmeras multiplicações do seu patrimônio.

Como você pode se tornar um investidor de sucesso?

Essas três histórias são inspiradoras, né? É possível ver que para investir, você pode começar do “zero”, ao contrário do que muitos pensam.

Mas, o que esses três investidores têm em comum? Você deve ter reparado que a resiliência, a paciência e a disciplina foram fundamentais na trajetória desses investidores de sucesso. 

É essencial também ter o seu perfil de investidor e seus propósitos bem alinhados. Além disso, o suporte de um profissional da área faz toda a diferença, tanto no seu aprendizado, quanto na sua performance. 

E, claro, o mercado financeiro não é só flores, principalmente no Brasil. Os investidores precisam entender que as crises e a volatilidade sempre vão existir, mas são as oportunidades que você encontra no meio delas é o que vai te fazer continuar no caminho do sucesso. 

Você gostaria de tirar suas dúvidas com um assessor Blue3? Clique aqui. 

Por que é o momento exato para internacionalizar os investimentos?

A importância de internacionalizar os investimentos não é novidade para o mercado. Há tempos essa necessidade tem sido falada por profissionais da área como analistas e assessores de investimentos.  Mas por que é o momento exato para internacionalizar os investimentos?

No entanto, o cenário atual e o que está por vir, acendeu ainda mais essa necessidade. E agora, quem não diversificar sua carteira com ativos internacionais provavelmente vai ter seus rendimentos atingidos pelo Risco-Brasil 2022. 

Porque uma coisa é certa: diversificar não significa apenas investir em ativos brasileiros diferentes. A essência da diversificação verdadeira vai além e precisa atravessar regiões e nacionalidades. 

O intuito de diversificar é exatamente esse: alocar em ativos que sejam descorrelacionados um do outro, ou seja, que se movem de maneiras e com interferências externas diferentes. Assim, a carteira de investimentos fica equilibrada mesmo que um dos ativos esteja indo mal. 

Aliás, em um dos nossos dias do BlueTalks, o estrategista-chefe da Blue3 fez a seguinte colocação: “Uma boa carteira de investimentos sempre vai ter um ativo que está indo mal”.

Você pode, inclusive, clicar aqui e assistir

Por que é necessário investir no exterior?

O motivo principal é esse que citamos acima: diversificar os investimentos para uma performance equilibrada da carteira de ativos. 

Em outras regiões, como Europa e Estados Unidos, essa já é uma cultura bastante comum. Principalmente porque quando ocorre uma crise doméstica, os investimentos são diretamente impactados e expostos à volatilidade. 

Dessa maneira, a alocação internacional em economias mais estáveis, garantem a segurança que o investidor precisa no momento, evitando os riscos sistêmicos e conjunturais. 

O mesmo acontece com a desvalorização da moeda local. Por exemplo, em 2020 o Real foi a moeda com pior desempenho em comparação com os demais países emergentes do mundo. 

Essa desvalorização e volatilidade da moeda brasileira é puxada naturalmente pela incerteza política e pelo quadro fiscal delicado. Dessa forma, a pessoa que investe em moedas fortes está protegendo também o seu poder de compra. 

Para você visualizar melhor, listamos os tópicos que demonstram os benefícios do investimento no exterior:

  • Exposição aos principais temas de investimentos em todo o mundo;
  • Exposição à moedas fortes, imunes dos problemas inerentes aos países emergentes;
  • Adição de ativos com descorrelação dos investimentos no Brasil;
  • Melhora da relação risco x retorno, através da diversificação.

Além disso, é importante lembrar que hoje o Brasil representa aproximadamente 3% do PIB mundial, sendo 2% de renda fixa e 1% das ações. 

Dessa forma, é possível entender que investir no exterior não é apenas um luxo, mas sim, parte de uma estratégia de acessar boas oportunidades para  os seus investimentos. 

O que é o Risco-Brasil 2022?

A instabilidade nos investimentos, a incerteza econômica e a inflação já nos avisam sobre como será o cenário do próximo ano. 

Além do risco fiscal iminente, a crise hídrica e o país tentando se reerguer a todo custo dos impactos causados pela Covid-19, teremos o plus das eleições presidenciais.

Como todos já sabem, as eleições têm deixado uma nuvem de dúvidas e não sabemos o que irá acontecer, mas sabemos que essa insegurança política pode causar estragos no mercado financeiro. 

Todo país tem um risco soberano, que no nosso caso, é chamado Risco-Brasil. E, por esse motivo, uma pesquisa realizada pela XP Investimentos mostrou que 51% dos clientes pretendem diminuir a exposição ao mercado acionário em 2022. 


Mas, existe uma saída?

Existe sempre uma saída, mesmo em cenários muito ruins. Na última semana de novembro, a Blue3 realizou uma Webinar com nosso chefe-estrategista Thiago Nemézio e Daniel Haddad, diretor de investimentos da Avenue, uma corretora dos Estados Unidos.

Na Webinar com o tema “A grande oportunidade em um 2022 incerto?”, os profissionais falaram sobre o comportamento do mercado e investimentos no exterior, que é a principal saída para superarmos o cenário do ano que se aproxima. 

Primeiramente, Haddad já deixou uma reflexão de suma importância: “O mercado financeiro não é só sobre o que você sabe, mas de como você se comporta”. Por isso, o caminho para a porta de saída da crise é sempre o da calma.

É essencial entender que existe a crise, mas que o emocional e a ansiedade não podem tomar conta do investidor nesse momento, pois elas podem ser muito prejudiciais e fazer com que várias decisões equivocadas sejam tomadas. 

Inclusive, Haddad citou uma pesquisa que analisou um grupo de investidores que tinham e que não tinham uma assessoria de investimentos, e que o grupo com assessoria se destacou em quase 3 pontos percentuais. 

Ele explicou que, mesmo com toda a estratégia usada pela assessoria na alocação de ativos, o ponto crucial para a melhor performance do grupo foi o papel do assessor “acalmando o cliente em momentos de crise e de euforia”.

Internacionalizar os investimentos é arriscado?

Seguindo com o raciocínio, o primeiro passo para atravessar uma crise é a calma e o segundo é encontrar oportunidades em meio às turbulências para amenizar os impactos. Como falamos desde o início, os investimentos no exterior são essenciais nessas estratégias. 

Mas, muitas pessoas ainda pensam que internacionalizar os investimentos é arriscado. Principalmente quando falamos em dolarizar carteiras. Mas, Daniel Haddad ainda destaca que essa é uma falsa impressão, visto que “no Brasil, os mercados de renda fixa e ações estão expostos a riscos muito semelhantes, resultando em uma correlação muito alta dos ativos locais”.

E para completar, fez uma provocação: “será que faz sentido ter uma cesta de produtos que não é 100% em real e os investimentos não?”, ou seja, as pessoas consomem produtos globais, como o iphone, combustível, carne, mas os investimentos não.

O risco está exatamente aí, porque se você é um consumidor global, a desvalorização do real faz com que você perca seu poder de compra perante ao mundo, o que é muito negativo. 

São muitas as opções e as diversidades de investimentos no exterior. A nossa assessoria, inclusive, conta com mais de 100 produtos disponíveis na maior plataforma do país, como BDRs, fundos internacionais, fundos cambiais, ETFs, entre outros. 

Para entender o que vai se encaixar melhor nos seus propósitos e perfil de risco, tenha ao lado um assessor de investimentos. Porque, segundo o Haddad, “se você não sabe quem você é, o mercado é um lugar muito caro para descobrir”.

Para descobrir seu perfil de investidor e falar com um assessor Blue3, clique aqui. 

Quero investir em ações, mas tenho medo de perder dinheiro; o que fazer?

A renda variável nunca foi tão popular no Brasil. Após alcançar o recorde de 3.229.318 de investidores ao fim de 2020, a B3, a bolsa de valores brasileira já acumulava, até 30 de setembro deste ano, cerca de 3.970.384 contas ativas. 

Embora deixar o conforto da renda fixa possa parecer assustador, os números mostram que cada vez mais pessoas abrem apetite ao risco por mais ganhos em fundos imobiliários, BDRs, fundos de investimentos, ETFs, câmbio e — principalmente — em ações. 

Nós, da Blue3, eleita a melhor mesa de renda variável do país pela XP, vamos mostrar como você pode investir nessa modalidade sem medo de perder dinheiro.

Com regulação há mais segurança

Para garantir mais segurança, transparência e a organização dos ativos para todos os agentes envolvidos no mercado de capitais, os investidores podem contar com a B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) e com a CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

Enquanto a B3 se responsabiliza por fornecer uma plataforma para as negociações de compra e venda de ativos, a CVM, uma autarquia federal, funciona como o órgão que fiscaliza e regula esse mercado.

Para acessar esse ambiente de negócios, você primeiramente precisa procurar um banco, corretora ou outras instituições financeiras que estejam habilitadas junto à B3.

Sem medo de investir da forma certa

Agora, estar seguro quanto aos seus investimentos não significa que você deva investir de olhos fechados. Muitas pessoas se traumatizam com a renda variável porque não a encararam com a seriedade que os investimentos dessa modalidade merecem e não por culpa do comportamento da Bolsa, dos ativos ou de uma suposta ‘falta de sorte’.

Antes de se perguntar se você deve investir na Bolsa, você precisa se dedicar e estudar esse mercado, as empresas listadas na B3 e em quais pode ser mais conveniente investir. 

Porque você pode ganhar dinheiro ao investir em ações, mas não deve entrar nesse mercado como o apostador de um jogo de azar, que se confunde com as oscilações, as influências internas e externas e outros fatores que fazem a Bolsa ser um investimento mais volátil.

Por exemplo, toda companhia listada na B3 precisa publicar quatro vezes ao ano, obrigatoriamente, relatórios com os resultados apurados dentro de um período de três meses. Nesses materiais, você encontra dados como liquidez, endividamento, lucros, retorno sobre patrimônio líquido, entre outros, que mostram como a empresa na qual você investe está posicionada em relação ao setor em que está inserida.

Verifique também o histórico da administração e como as companhias são reconhecidas por agentes do mercado financeiro. 

Há empresas que enfrentam sérios problemas judiciais a ponto de desvalorizarem suas ações; outras têm boa reputação perante o mercado já que apresentam resultados consistentes, soluções inovadoras, estão atentas às agendas ambiental, social e de governança (ESG, na sigla em inglês), entre outros fatores.

Não à toa, há empresas cujos papéis custam R$ 0,30, na contramão de outras que vendem ações a quase R$ 150.

Ao investir em ações, pense a longo prazo. Isso não significa que você vai observar o seu investimento somente ao fim de determinado período,  mas quanto mais tempo houver para os seus objetivos serem totalmente alcançados, mais chances de rentabilidade você pode obter.

Leia também o artigo “Tudo o que você precisa saber sobre a Bolsa de Valores”.

Veja se as taxas e os impostos mantêm o investimento atrativo

Agora que já falamos da popularidade e dos pontos positivos de investir em renda variável, mais especificamente em ações, você precisa ficar de olho também na cobrança de taxas e nos impostos que vão dentro desse pacote. 

Assim você pode ver se as cobranças afetam muito ou não a rentabilidade da aplicação. Veja os principais custos:

Taxa de Corretagem – Variável de corretora para corretora, incide toda vez que você faz uma compra ou venda de ações na Bolsa. 

Quanto mais alto for o valor investido, menor vai ser o impacto dessa taxa sobre o investimento.

Imposto sobre Serviço (ISS) – Este tributo incide sobre a taxa de corretagem com alíquota de 9,65% sobre o valor da corretagem.

Taxa de Custódia – Quando a corretora armazena as ações em que você investiu, pode haver uma cobrança em razão desse serviço.

Emolumentos e Taxa de Liquidação – São cobranças feitas pela B3 por cada transação feita na Bolsa. O valor, entretanto, varia conforme a operação (tradicional, day trade, swing trade), tipo de investidor (pessoa física, institucional e clube de investimentos) e o valor aplicado.

Imposto de Renda (IR) – Se você, por acaso, vender suas ações e o valor não ultrapassar R$ 20 mil, há isenção do pagamento desse tributo. 

Agora, caso o valor esteja acima desse patamar será preciso pagar 15% sobre o lucro líquido até o último dia útil do mês seguinte à venda dos papéis.

Diversificar não significa “pulverizar”

Por fim, há uma dica que, apesar de velha conhecida, jamais deixará de ser importante: Não coloque todos os ovos na mesma cesta. Quando traduzido para a linguagem do mercado financeiro, esse ditado quer dizer: não aplique todo o seu dinheiro em apenas uma única maneira de investir. 

Afinal, você gostaria de correr o risco de perder todo o patrimônio em apenas uma jogada errada? Se você quer que seu dinheiro tenha a possibilidade de render mais, adote a estratégia da diversificação.

Quando você diversifica seus investimentos, ao comprar títulos de diferentes características e que se complementam, você minimiza os riscos da sua carteira e busca retornos maiores de forma mais inteligente.

Para isso, tome cuidado. Diversificação não significa pulverização, ou seja, não distribua seus recursos de maneira aleatória em ativos desconhecidos.

E a Blue3 ajuda você nessa tarefa, com profissionais que vão te auxiliar a pensar de forma objetiva sobre como os investimentos da sua carteira se desempenham em conjunto, se eles contribuem para que você atinja seus objetivos de curto, médio e longo prazo e se esses ativos se adequam ao seu perfil e tolerância a perdas. 

Clique aqui para falar com um assessor de investimentos.