ETF de renda variável: o que é e como funciona?

Você já ouviu falar em ETF? É uma sigla que significa Exchange Traded Funds, e conhecida no Brasil como Fundos de Investimentos, que seguem índices de referência. 

É caro para investir? Compensa? Para qual perfil é indicado? 

Neste artigo, você vai entender de forma fácil e simplificada o que é e como funcionam esses fundos na Renda Variável. 

O que é ETF?

Como falamos acima, ETF é uma abreviação de Exchange Traded Funds e são fundos de índice. No Brasil os ETFs foram regulamentados em 2002, mas só agora esse tipo de investimento está começando a ser explorado, diferente do exterior em que a prática já é bastante difundida entre os investidores. 

Basicamente, os fundos funcionam da seguinte forma: a aplicação do investimento é feita em grupo e administrada por um gestor. Os fundos ficam atrelados a índices de referência, podendo ser de renda fixa ou de renda variável.

Os ETFs são uma forma mais acessível de realizar alguns aportes e ter uma carteira mais diversificada e completa. E por esse motivo, tem se destacado no mercado. 

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ETFs de Renda Variável

É possível investir em ETFs na renda variável. Esses Fundos vão acompanhar índices como Ibovespa, S&P 500, Nasdaq, Índice Carbono Eficiente, entre outros. 

Os Índices de referência possuem as principais ações de cada segmento listadas na Bolsa, ou seja, seleciona ações que são referência no segmento.

Mas, como funciona isso? 

Vamos supor que você queira investir em ações que compõem um índice, seguindo uma estratégia x, por exemplo, ao invés de comprar cada ação separadamente, você pode investir em ETFs disponíveis na Bolsa de Valores brasileira (B3)  que seguem aquele índice. 

Esse índice vai trazer o retorno equivalente, ou seja, replicar a performance do índice escolhido como referência. Vale destacar que esse índice deve ser reconhecido pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que é responsável por fiscalizar  e regulamentar o mercado da Bolsa de Valores.

A gestão dos ETFs é feita de forma passiva, pois os gestores responsáveis pelo fundo estão empenhados em replicar a composição e o desempenho do índice. Inclusive, essa é uma das diferenças entre os ETFs e os fundos tradicionais, que podem ter gestão ativa ou passiva. 

Os ETFs da Bolsa são uma boa opção para aqueles que estão começando a investir na Bolsa agora e querem arriscar de uma forma mais “conservadora”.

Sua característica (e vantagem) principal é a possibilidade da diversificação que um ETF traz para a carteira com um recurso consideravelmente menor do que seria se fosse feita individualmente. 

O exemplo mais popular é o do Ibovespa, o seu ETF é negociado na Bolsa como BOVA11 e dentro dele estão mais de 60 ações que acompanham esse índice. Por isso, em termos de diversificação, é um tipo de investimento recomendado.

No entanto, não é possível escolher quais serão as ações e a porcentagem que cada uma vai ocupar na sua carteira, justamente porque elas irão seguir o mesmo formato que está no índice. 

Como investir em ETFs?

Os ETFs não estão disponíveis como opção de produto nas corretoras de valores pois são negociados na Bolsa por meio do home broker, assim como as ações comuns. Porém, como qualquer outro ativo, a intermediação dessa negociação deve ser feita por uma corretora. 

A partir daí, basta escolher qual ETF você vai investir, selecionar o código de representação, escolher a quantidade e enviar a ordem de compra. A venda é feita pelo mesmo processo de uma ação individual na Bolsa. 

E a rentabilidade? Como o fundo acompanha quase que fielmente os resultados daquele índice, a rentabilidade vai depender do desempenho do índice de referência. É importante lembrar que as oscilações também são as mesmas e que ocorrem com frequência.

Diferente das ações individuais, os dividendos – o lucro repassado pela empresa para os investidores – dos ETFs é reinvestido no próprio fundo. 

Taxas e tributação 

Outro tópico fundamental e que você precisa saber antes de investir em qualquer ativo é o que envolve os custos entre taxas e tributações do investimento. 

Como em qualquer operação, para investir em ETFs é necessário pagar a taxa de corretagem da corretora que vai intermediar a negociação. 

Existem também as taxas cobradas pela própria Bolsa brasileira para liquidar os ativos. Essas tarifas são conhecidas como emolumentos.

Imposto de Renda

Os ETFs possuem incidência de imposto de renda e seguem a mesma regra das  outras ações negociadas diretamente na Bolsa. 

A incidência é de 15% sobre os ganhos, entretanto, não há isenção de Imposto de Renda em ETF para quem realiza vendas de até R$20 mil na Bolsa de Valores.

A retenção do I.R dos ETFs de renda variável não é feita na fonte, diferente da renda fixa. No momento da venda das cotas, o investidor deve calcular qual será o valor devido e fazer o pagamento por meio de DARF até o último dia útil do mês seguinte à operação.

Vale a pena investir em ETFs?

Primeiramente, precisamos deixar bem claro que nosso papel neste artigo não é fazer uma recomendação. Queremos levantar os pontos para que você, investidor, possa fazer suas escolhas com consciência. 

Os ETFs têm sido a escolha de investidores que estão iniciando no mercado de ações, como uma forma mais conservadora, ou para aqueles que buscam uma carteira diversificada com recursos menores. 

No entanto, como falamos acima, não é possível escolher as ações que vão compor o ETF. Isso quer dizer que, no mesmo fundo, você pode ter boas empresas e também empresas que não possuem perspectivas positivas de mercado. 

Outra característica é a liquidez. Os ETFs geralmente têm facilidade de negociação, transformando o investimento em dinheiro de forma rápida, podendo ser comprado ou vendido em qualquer momento do horário de mercado, como as ações comuns.

Por fim, tenha em mente que os fundos de índice da renda variável tem volatilidade e podem ser impactados pela instabilidade do mercado como qualquer outro ativo da categoria, mesmo sendo uma forma mais conservadora de investir em ações. 

Por isso, ter tolerância ao risco é um fator importante para operar nesse mercado. 

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Quero investir para pagar a faculdade dos meus filhos. Como planejar?

Garantir uma boa educação escolar aos filhos é uma prioridade para os pais. Desde a alfabetização, passando pelos ensinos fundamental e médio, até o tão sonhado curso superior. A educação é a melhor maneira de garantir um futuro próspero na sociedade contemporânea, mas uma boa instituição de ensino particular, nem sempre, é acessada a preços módicos. Ainda mais quando falamos do ensino universitário.

E este é um dos principais motivos pelos quais o planejamento financeiro torna-se fundamental.

Use o tempo a seu favor

Por meio de um planejamento prévio adequado é possível investir para financiar a faculdade dos filhos com mais de uma década de antecedência. E essa organização abrirá bastante o leque de opções de investimentos que atenderão as especificidades do acúmulo de capital para a concretização deste objetivo. 

Consideremos o tripé dos investimentos: risco (segurança), rentabilidade e liquidez. Como falamos aqui de uma ação estruturada para o longo prazo, podemos considerar a liquidez como o fator menos preponderante, uma vez que o objetivo não contempla o resgate do montante no curto espaço de tempo.

Também não é possível assumir uma posição exclusivamente centrada em investimentos mais arrojados, afinal, quando temos um planejamento financeiro a longo prazo, é possível também proteger a valorização do seu dinheiro, não havendo necessidade de exposição à volatilidade das opções que podem render acima da média em prazos menores.

Considere boas opções

A composição de uma carteira diversificada é a melhor estratégia e pode ser adotada tanto para uma cobertura de segurança quanto para garantir maiores rendimentos.

Uma composição interessante é começar pela alocação de recursos em investimentos de renda fixa como CDBs, LCIs e LCAs, com prazo de vencimento longo (para aplicações a partir de dois anos será praticada a menor alíquota de IR, mas como falamos em prazos longos, é possível buscar por contratos ainda mais extensos, que terão maior rentabilidade). 

Desde abril de 2020, instituições financeiras, corretoras e fintechs também estão habilitadas para a emissão dos certificados de depósito bancários, uma modalidade até então restrita aos bancos tradicionais

Outra opção que pode compor essa carteira é o fundo de investimento multimercado. Trata-se de uma modalidade que sobe um degrau a mais no fator risco em comparação à renda fixa. Mas, também por isso, oferece ótima rentabilidade e outros benefícios, como diversificação e flexibilidade.

Nessa modalidade, o investidor delega a alocação dos recursos a um fundo gestor especializado, que pode ser em um ou mais mercados pré-estabelecidos de acordo com a estratégia definida para aquela classe. São diversas classes distintas de fundos de investimentos classificadas pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

Uma das estratégias mais utilizadas por gestores de fundos – e procuradas pelos investidores – são as aplicadas nos chamados “fundos macro”, nos quais os ativos que compõem aquele fundo são atrelados a índices macroeconômicos e, costumeiramente, focados nos médio e longo prazos.

A maior parte dos fundos multimercados são tributados como os fundos de renda fixa (com a alíquota do IR atingindo o menor patamar para aplicações superiores a 720 dias). 

Diversifique

Um terceiro ativo que pode compor a estratégia de investimento para o longo prazo, já pensando na faculdade de seus filhos, é o título de crédito privado.

Apesar de ter um pouco mais de risco, ainda é possível prever quais serão os rendimentos oriundos da aplicação, o que torna o ativo altamente recomendado como fator de diversificação e por proporcionar maior rentabilidade. Nessa modalidade, o investidor compra títulos emitidos por empresas e instituições privadas para “emprestar” dinheiro a uma companhia: debêntures, CRIs e CRAs são exemplos. 

A debênture torna o investidor um credor da companhia emissora do título. A remuneração pode ser feita por intermédio de juros pré-estabelecidos ou participação nos lucros. Existem duas variações de debêntures disponíveis no mercado: as comuns (tributadas pelo IR) e as incentivadas (isentas de IR por preverem investimentos em projetos de infraestrutura que beneficiem o país e os respectivos setores econômicos relacionados). 

Já os CRIs e CRAs costumam ser mais rentáveis que os títulos privados (LCIs e LCAs). São modalidades procuradas por investidores mais experientes, não apenas pelo risco de crédito, mas porque geralmente a aplicação mínima costuma exigir valores mais elevados e, em alguns casos, é necessário que o investidor seja considerado um investidor qualificado.

Tanto CRIs quanto CRAs são investimentos isentos de incidência de Imposto de Renda e também de IOF. 

Acesse a Central de Sistemas da Comissão de Valores Mobiliários e confira todas as ofertas públicas de títulos registrados. 

Apostar no longo prazo, balancear o portfólio com ativos de menor exposição a risco e que complementem opções de maior rentabilidade. Planejando com antecedência e sabedoria, a árdua tarefa de bem-educar será executada com uma preocupação a menos: a quitação dos boletos. 

E claro, um planejamento financeiro fica muito mais eficiente quando feito ao lado de profissionais. Por isso, procure a ajuda da Blue3, clique aqui e inscreva-se para falar com um dos nossos assessores.

Home Broker: o que é e como usar?

Certamente você já ouviu falar no nome Home Broker em algum conteúdo sobre investimentos, mais especificamente quando o assunto é mercado de capitais e renda variável. 

Neste artigo, nós vamos te explicar o que é, para que serve e como ele funciona na prática. Uma coisa é certa e podemos adiantar logo no início: sem o Home Broker é impossível comprar e vender ações. 

Afinal, o que é Home Broker?

Você se lembra dos pregões viva-voz? Era o espaço físico onde os operadores negociavam – compravam e vendiam – os ativos da Bolsa de Mercadorias e Futuro antes de 2005. 

O ambiente era realmente uma “loucura”. Gritos e correrias durante o dia eram extremamente comuns. O processo acontecia sem usar quase nenhum recurso tecnológico, exceto o telefone onde eram feitas as negociações e o registro eletrônico quando ocorria a venda ou a compra. 

Se você não lembra dessa época, provavelmente já viu cenas como essa acontecendo em filmes como O Lobo de Wall Street, por exemplo. 

E por que estamos relembrando esse período? Porque o famoso “pregão viva-voz” também evoluiu com a tecnologia e foi substituído pela plataforma Home Broker. Então, tudo o que antes era negociado pessoalmente, passou a acontecer de forma digital. 

Foi aí que há mais de uma década surgiu esse sistema que é usado nos dias de hoje para negociar ativos, por meio da Bolsa de Valores, de forma ágil, instantânea e de qualquer lugar, sendo preciso apenas o acesso à internet e à plataforma.

Bolsa de Valores 

É na Bolsa de Valores que ficam os ativos negociados no mercado de capitais, como as ações, commodities, fundos de investimentos, derivativos, contratos futuros, entre outros. 

Assim, os ativos ficam disponíveis em um amplo mercado para que os investidores possam comprar ou vender, de acordo com o que for mais oportuno no momento. 

No Brasil, temos a B3, a Bolsa brasileira, fundada oficialmente em 2017. A B3 é formada por aproximadamente 400 empresas de diversos segmentos e toda a sua atividade é regulamentada e fiscalizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Aproveite para saber mais sobre a Bolsa no artigo “Tudo o que você precisa saber sobre a Bolsa de Valores”.

Como funciona o Home Broker?

Primeiramente, para ter acesso e autonomia para operar no Home Broker você precisa ter conta em uma corretora de valores. Isso quer dizer que é a corretora que vai fornecer a plataforma para você.

E no caso dos investimentos em bancos tradicionais, a operação pelo home broker é feita somente pelo responsável – gerente – pelos seus investimentos. 

Diferentemente das corretoras, em que você tem acesso para operar a qualquer momento, desde que seja em horário de funcionamento do mercado. Nas corretoras você tem também uma outra opção: as mesas de operações. 

Nas mesas estão os brokers, que irão fazer as negociações no seu lugar, sendo uma opção para aqueles investidores que não têm tempo de operar no Home Broker, por exemplo. Você pode solicitar esse serviço em sua corretora.

Vale lembrar que essa é uma plataforma segura, desde que você esteja acessando por meio de instituições financeiras de confiança. 

Além de ser o espaço de negociação de ativos, é também o local em que é possível avaliar a performance do mercado, o quanto está valendo cada ação, o desempenho dos índices e tudo mais em tempo real.

Também é possível ver as ações e os ativos que compõem a sua carteira para observar qual está sendo o saldo do investimento. 

Veja o passo a passo de como operar: 

1º passo: escolha uma corretora de sua confiança e abra uma conta;

2º passo: faça o login e acesse o home broker;

3º passo: se a ação que você quer comprar já estiver escolhida, é só selecionar na plataforma a quantidade (se será por lote-padrão ou fracionário) e clicar em “comprar”;

4º passo: confirme a sua assinatura eletrônica para enviar a ordem de compra e validar a operação. 

Para vender, basta fazer o caminho inverso e clicar em “vender”. 

Entretanto, cada corretora tem taxas de corretagem e de operação já definidas. Portanto, certifique-se de todas as informações anteriormente para não ter “surpresas” durante o processo.

Quer investir na Bolsa da forma certa? Agora você pode aprender com os brokers da melhor mesa de renda variável da XP Investimentos. Confira o nosso curso exclusivo “Aprenda a investir na Bolsa”.

O que é preciso saber antes de utilizar um Home Broker?

O acesso à plataforma pode passar a falsa impressão de que podemos realizar diversas operações sem antes ter um entendimento maior sobre investimentos. 

Isso é comum, até porque, imagine ter na sua tela ações das maiores e mais influentes empresas do mundo, podendo ser compradas apenas com um clique?

Mas é claro que no caminho não existem só “flores” e por se tratar de mercado financeiro, temos que ter muito cuidado e atenção. Principalmente para operar o Home Broker, onde lidamos com ativos de renda variável. 

Renda variável, como a maioria já sabe, são aqueles investimentos que apresentam um risco maior. E um passo equivocado pode comprometer todos os investimentos realizados ali. 

Por isso, mais uma vez, reforçamos que antes de operar o sistema é preciso saber o que está sendo feito, uma vez que esse mercado apresenta alta volatilidade  e passa, muitas vezes, por crises que podem abalar as suas operações.

E, muito mais do que saber o que está sendo feito, quando falamos de estratégia, é preciso entender sobre as peculiaridades de cada investidor, como os objetivos e o perfil de risco. 

Tanto o entendimento das suas características pessoais, como o estudo macro e micro do mercado, não precisam ser feitos por você. Afinal, a vida é corrida e entendemos que não há tempo para se aprofundar em todos os assuntos. 

Nesse caso, você pode contar com o auxílio de um assessor de investimentos, que é o profissional ideal e extremamente qualificado para te dar suporte de ponta a ponta. 

Se você ainda não tem assessoria de investimentos, é só clicar aqui e conversar diretamente com um profissional da melhor assessoria de investimentos do Brasil. 

A importância da assessoria financeira para seus investimentos

Quando uma pessoa decide começar a fazer aplicações financeiras, sem dúvidas o principal objetivo dela é aumentar os seus recursos e, assim, fazer sua renda crescer. O grande problema é que essa tarefa não é fácil, apesar de parecer.

Se você não conhece o mercado financeiro, na maioria dos casos o melhor caminho é contar com uma assessoria financeira, que irá analisar o seu perfil e objetivos e, a partir disso, te orientar quais as melhores oportunidades e soluções para sua carteria.

Ainda há grande resistência sobre a atuação da assessoria de investimento, mas engana-se
quem pensa que essa consultoria não é tão importante.

O que é assessoria de investimento?

É um serviço prestado pelo profissional que é chamado de agente autônomo de investimento ou assessor de investimento. Sua função é ajudar e auxiliar seus clientes na hora de tomar decisões que estão relacionadas ao mercado financeiro.

Regulamentada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o assessor trabalha tanto para pessoas iniciantes em operações no mercado, quanto para os investidores mais experientes.

Por ter uma grande responsabilidade, é importante deixar claro que para atuar nessa função é preciso ter formação específica, mediante a provas de certificação, a fim de garantir segurança e qualidade para quem contratou esse importante serviço.

Quais os benefícios de contratar uma assessoria de investimento?

Se você não tiver um bom conhecimento sobre investimentos, aquilo que era para ser um
negócio lucrativo, pode-se tornar uma grande dor de cabeça diante do tamanho do prejuízo.

O assessor está mais preparado para enfrentar a volatilidade (altos e baixos) do mercado e
buscará livrar você de aplicações equivocadas, que podem colocar em risco sua rentabilidade.

Fora isso, a assessoria de investimento vai te auxiliar de acordo com seu planejamento
financeiro, trabalhando com os recursos que você tem à disposição e permitindo que você faça aplicações apenas que estão dentro de seu orçamento.

Mas em uma empresa de assessoria com atendimento completo, como a Blue3, os serviços vão muito além.

Primeiramente, para que o assessor possa ter todas as ferramentas e suporte necessários para apoiar o investidor da melhor forma, contamos um grande time de inteligência, como a mesa de renda variável, mesa investor, área de seguros, assessoria corporate e muito mais! Quer saber mais sobre os serviços da Blue3? Clique aqui!

Mas antes de qualquer coisa, é fundamental conhecer um pouco da sua vida para definir o seu perfil de investidor.

Qual a importância de conhecer seu perfil?

Para determinar qual é o seu perfil de investidor – conservador, moderado ou agressivo –, o
assessor vai avaliar quais são seus objetivos e metas de maneira técnica e prática. Após isso, desenvolverá a estratégia que mais se adequa com você.

O profissional também fará um diagnóstico de seus investimentos atuais, apontando erros (se houver) e mostrando o que deve ser feito para corrigi-los. Fazendo isso, sua carteira será otimizada, deixando claro quais são os riscos e retornos de cada aplicação.

A partir daí, é fundamental que a empresa de assessoria financeira continue te acompanhando para garantir as rentabilidades e um bom andamento das aplicações. Em alguns casos, o assessor pode sugerir mudanças em sua carteira, como a compra e venda de ativos.

Quando é indicado contratar uma assessoria de investimentos?

O mais correto a se fazer antes de começar a atuar no mercado financeiro é contratar uma
assessoria de investimentos. Existem inúmeras barreiras nessa área e qualquer decisão
tomada de forma errada pode trazer consequências graves.

Se você não tem conhecimento sobre o mercado, é fundamental passar por uma assessoria, afinal, contratar uma assessoria de investimentos não deixa de ser um investimento.

Diante de tudo isso, está claro o porquê devemos considerar que a assessoria de investimentos é a maneira mais correta para aplicar corretamente seu dinheiro no mercado financeiro.

E caso você tenha interesse ou alguma duvida sobre assessoria financeira, procure a Blue3, em 2021 fomos eleitos a melhor empresa de assessoria de investimentos do Brasil.

Clique aqui e um de nossos assessores entrará em contato com você.

Day Trade, Swing trade, Buy and Hold: o que é melhor?

Esse é um artigo especial para explicar as estratégias de investimento utilizadas na Bolsa de Valores.

O mercado de capitais (renda variável) é rico em possibilidades. E, entender o seu funcionamento é fundamental para avaliar o que vale a pena e o que faz sentido para o seu perfil de investidor.

Aliás, conhecer mais a fundo essas estratégias pode evitar que você siga conselhos ruins ou sem fundamentos adequados de pessoas que podem, inclusive, fazer promessas infundadas sobre certas técnicas de negociação no famoso pregão. 

Antes de começar a operar no mercado de capitais, tenha bem detalhado sobre o seu perfil de investidor, tolerância ao risco e o seu objetivo com o investimento. 

Day Trade

Day Trade é uma estratégia complexa e que exige cuidado. A maioria das promessas “infundadas” envolvem esse termo. 

Essa forma de investir na Bolsa de Valores é classificada como de curtíssimo e curto prazo e os riscos dessas operações não podem ser desconsiderados. 

A prática consiste na compra e venda de ativos da Bolsa feitas no mesmo dia, ou seja, o investidor aproveita as oscilações para encontrar oportunidades e obter lucros em um período de tempo muito pequeno. 

É uma prática que existe e pode ser usada. No entanto, o investidor precisa dispor de tempo para acompanhar constantemente o home broker e os rápidos movimentos que podem acontecer no mercado em apenas um dia.

Não é possível garantir que o investidor tenha um retorno, aliás, o risco de perder dinheiro é considerado extremamente alto. Uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) constatou que 97% das pessoas que fazem Day Trade perdem dinheiro. 

Swing Trade 

Nesta modalidade, a operação na Bolsa de Valores é feita em períodos de curto ou médio prazo, podendo ser em dias ou algumas semanas e, em alguns casos, podem durar uns meses. 

Essa estratégia pode ser considerada o “meio-termo”  e fica entre quem opera de forma extremamente arrojada, os Day Traders, e os que operam pensando no longo prazo de seus investimentos (você vai entender melhor no tópico abaixo). 

Para operar e fazer as tomadas de decisões que envolvem a compra e a venda dos papéis na Bolsa, os investidores avaliam a macroeconomia e as tendências do mercado feitas por meio de análises técnicas. 

O período que caracteriza essa prática também permite que o investidor tenha mais fôlego para acompanhar o Home Broker, diferente da prática de Day Trade, onde tudo é negociado. 

Para relatórios mais aprofundados sobre o mercado, clique aqui e conheça a casa de análise referência no país, a DV Invest. 

O que é Trade?

Falamos em Day Trade e Swing Trade e para finalizar os termos vamos explicar brevemente o termo “Trade”, que você vai se deparar com frequência quando o assunto for investimentos, Bolsa de Valores e essas duas práticas apresentadas acima. 

Trade: é o ato de comprar e vender ativos (ações, contratos futuros) na Bolsa de Valores em um período de curto espaço (minutos, horas, dias). Você também pode ouvir o termo “especulação”, que tem o mesmo significado. 

Sendo assim, os traders ou especuladores, são as pessoas que realizam essas operações. 

Agora, vamos seguir com a próxima estratégia: 

Buy and hold


Essa é a estratégia que é usada por investidores que pensam em longo prazo. Buy and Hold em português significa “comprar e segurar”, então, já podemos dizer que a essência dessa prática ficou subentendida aqui. 

Em uma explicação mais detalhada, essa operação consiste na compra de papéis que irão ficar na carteira do investidor por um longo período. 

Na compra de ações na Bolsa de Valores, o investidor se torna sócio da empresa dona dos papéis e no caso do Buy and Hold, o interesse vai além do lucro imediato. 

Isso quer dizer que o investidor comprou aquela ação porque acredita no desenvolvimento e valorização da empresa em que se torna sócio, visando o lucro futuro advindo dos resultados positivos conquistados pela empresa. 

Mas, há algo importante a ser destacado, mesmo visando o futuro, não quer dizer que o investidor irá comprar a ação e deixar ela seguir por si só, sem nenhum acompanhamento. O Buy and Hold também exige disciplina e estudo. 

No entanto, nessas operações, o investidor se abala menos com as oscilações e crises pontuais de mercado, porque sua intenção está no longo prazo. E se for interessante como negócio, as ações ficam na carteira mesmo no período que está indo “mal”.

Porém, é preciso saber quando chega a hora de vender a ação ou quando ela atingiu o seu propósito na carteira. A técnica usada para pautar as decisões é a análise fundamentalista, que estuda as condições financeiras, econômicas e de mercado de um setor ou empresa. 

Para encerrar, uma curiosidade: a estratégia Buy and hold foi a estratégia usada por Warren Buffett, um dos maiores investidores do mundo. Se você se interessa por esse tipo de investimento, vale ler o livro “O jeito Warren Buffett de investir”, de Robert G. Hagstrom. 


Qual é a melhor estratégia?

Existe a melhor estratégia? Há alguma fórmula da Bolsa de Valores ou o caminho certo para o sucesso? 

A única certeza é a de que não existe regra ou segredo na renda variável que não seja muito estudo. Mas o investidor vai precisar avaliar o que compensa ou não. E mais, precisa entender o que está de acordo com as suas expectativas. 

O lucro imediato pode parecer tentador, mas será que vale o risco? E no longo prazo, você teria estômago para segurar uma ação em queda drástica? 

Investir na Bolsa exige paciência e disciplina, além de muita tentativa e erro também. Portanto, cabe concluir que não existe “melhor” ou “pior”. Mas o investidor deve pesar todos os pontos e considerar o que vale para ele. 

Isso envolve os custos operacionais, a relação entre risco e retorno, o perfil de investidor e tolerância ao risco, além dos objetivos pessoais de cada um. Por isso que, muitas vezes, os conselhos de outras pessoas podem ser infundados para você. 

Para investir na Bolsa com seriedade e focado em bons resultados, nada é mais indicado do que o entendimento do que faz sentido para cada investidor. E para isso, ter um acompanhamento qualificado é essencial. 

A assessoria de investimentos é um suporte para o investidor em todos os momentos e pode fazer a diferença nos resultados e na qualidade de vida de quem está investindo, otimizando o tempo do investidor para o que realmente importa.

Quer falar agora com um assessor Blue3? Clique aqui.

ABC do Mercado – Educação financeira: o primeiro passo para investir no seu legado

Hoje em dia, mais do que nunca, é fácil o acesso para os investimentos. Corretoras disponibilizam ferramentas que possibilitam a qualquer pessoa, por meio do smartphone, investir em diferentes tipos de ativos, seja na renda fixa ou variável. 

Contudo, para quem está iniciando é necessário antes dar um passo atrás: como conseguir fazer “sobrar” dinheiro para investir? A resposta para essa pergunta é relativamente simples: com educação e planejamento financeiros. 

Mas onde adquirir conhecimento e informação com credibilidade? Confira!

Primeiro passo: organize-se!

Nenhum centavo vai sobrar se você não souber onde está gastando o seu suado dinheirinho. Por isso, anote todos os gastos, das contas mensais recorrentes (como a conta do celular) até o lanche que você tomou na padaria. 

“Pode não parecer, mas pequenos gastos diários, como o cafezinho, podem se transformar em uma grande despesa mensal que te tira do caminho da independência financeira”, explica Amanda Fraioli, especialista  em educação financeira na Blue3.

Acha muito complicado andar com um caderninho para anotar todas as despesas? Então dê as boas-vindas ao século XIX. Atualmente existem diversos aplicativos para smartphone que te ajudam a colocar a vida financeira nos trilhos, como o Organizze, Wallet, Fortuno, Guiabolso, entre outros. 

Nesta matéria, o portal SpaceMoney traz mais detalhes sobre esses e outros apps de organização. Confira!

Outra estratégia utilizada por muitos investidores (e descrita no livro Pai Rico Pai Pobre, do escritor Robert T. Kiyosaki) que também pode te ajudar a poupar e começar a investir é “pagar a si mesmo primeiro”. 

Como funciona? Ao receber o salário, a primeira “despesa” que você paga são os seus investimentos. Em segundo, as contas urgentes e recorrentes. O que sobrar fica para gastos supérfluos, como a pizza do final de semana. Dessa forma, em vez de “esperar sobrar” para investir, você já garante sua aplicação mensal logo no primeiro dia!

Organizou-se financeiramente? Então, venha aprender!

“O risco vem de você não saber o que está fazendo”. Essa é uma das frases mais famosas do megainvestidor internacional Warren Buffet, que ficou bilionário investindo na Bolsa de Valores americana. 

Qual é a grande lição que esse ditado pode te trazer? Quanto mais conhecimento você adquire, menores são os riscos de sofrer grandes prejuízos, até mesmo no mercado de ações, conhecido pela sua volatilidade.

Segundo a B3, a Bolsa de Valores brasileira, até agosto deste ano 3,8 milhões de investidores já tinham aberto contas em corretoras para negociar em renda variável. Se você é um deles, mas ainda não se sente confortável comprando papéis nos pregões, o melhor caminho é buscar compreender como funciona o mercado acionário. 

Mas com tanto conteúdo disponível na internet, por onde começar? De olho na necessidade que esse público iniciante tem de obter conhecimento de forma estruturada, a Blue3 criou um braço educacional na empresa — a Blue3 Educação e lançou um curso chamado “Aprenda a investir na Bolsa”.

O objetivo é levar aos investidores iniciantes tudo que eles precisam saber para começar a investir na Bolsa de Valores. Na linha de frente estão líderes das mesas de renda variável e fixa da empresa, como Patrick Johnston, Bruno Moura, Abner Gonçalves e Vitor Faleiros. 

“O objetivo é que o aluno entenda de vez o funcionamento da Bolsa de Valores e saiba reconhecer as melhores oportunidades para a sua carteira de investimentos, podendo se basear em um conteúdo teórico elaborado pela nossa equipe, que vive o cotidiano dos mercados de renda fixa e variável.”, destaca Abner.

“Esse é um curso projetado para quem não acredita nas fórmulas mágicas de enriquecimento da internet e nem quer cair no ‘efeito manada’, adquirindo ativos porque todo mundo está comprando. Ele traz as ferramentas que o iniciante da Bolsa precisa para iniciar com o pé direito no mercado de ações’, completa Patrick. 

O curso inclui apostila digital com todo o conteúdo das aulas e o aluno ainda conta com 12 meses de acesso integral ao conteúdo, para rever e aprender cada vez mais. “Investir em conhecimento é adquirir segurança para fazer as melhores escolhas, seja na vida ou nos investimentos”, resume Amanda Fraioli, especialista em educação financeira na Blue3.

Conhecimento + informação de qualidade = o melhor caminho para o seu legado

Além de conhecer a fundo o mercado de capitais, manter-se atualizado sobre a conjuntura econômica e os diversos fatos do cotidiano que influenciam nos investimentos é essencial para obter bons resultados. 

Tendo em vista esse objetivo, o portal SpaceMoney passou a disponibilizar, desde o início de setembro, dois canais digitais que têm patrocínio da Blue3 e são imperdíveis para quem quer acompanhar de perto o dia a dia do mercado. São eles:

Bolsa de Valores – conteúdo diário sobre o desempenho do Ibovespa e fatos relevantes que afetam as empresas listadas na B3. O canal traz ainda carteiras recomendadas pela XP Investimentos, além de entrevistas e reportagens especiais.

Proteção e Futuro – Previdência privada e seguro de vida são produtos essenciais para a carteira de qualquer investidor. O objetivo do canal Proteção e Futuro é desmistificar o funcionamento desses produtos, além de trazer notícias diárias sobre planejamento financeiro e desempenho de investimentos em renda fixa.

Assim, você tem acesso rápido e gratuito a conteúdo e informação de qualidade sobre o mercado financeiro. 

E se você quer começar a investir mais ainda não teve a orientação de um profissional, clique aqui e fale diretamente com um assessor Blue3.

Blue3, DVinvest e SpaceMoney: o caminho para seu legado financeiro

A construção de uma carteira de investimentos exige disciplina para poupar, disposição para a busca constante de novos conhecimentos e olhar atento à conjuntura política e econômica. Porém, nem sempre há tempo para se manter a par de tudo, o que torna o trabalho de assessores, analistas e jornalistas do mercado financeiro de suma importância.

Para oferecer o melhor atendimento aos seus clientes, a Blue3, que foi reconhecida em 2021 como melhor escritório de atendimento do grupo XP, tem investido em parcerias com o intuito de oferecer análises e informação de qualidade que auxilie os investidores na construção do seu legado, garantindo que eles estejam sempre assistidos por todos os lados.

A Blue3 e a DVInvest firmaram uma parceria de exclusividade que dará aos clientes do escritório acesso gratuito às carteiras e relatórios de mercado produzidos pela casa de análises.

O material é um complemento rico ao trabalho desenvolvido pelos assessores, ao levar para o investidor da Blue3 uma leitura mais precisa e segura do mercado, auxiliando a tomada de decisão diária. Saiba mais sobre essa novidade nessa matéria do portal SpaceMoney.

Também no mês de setembro, outra parceria foi firmada para levar informação com agilidade e credibilidade para os investidores da Blue3. No dia primeiro, o portal SpaceMoney inaugurou dois canais que têm patrocínio do escritório de investimentos, abrangendo uma cobertura intensa do dia a dia da bolsa de valores e mercado de renda variável, além de um espaço voltado para proteção e futuro, com notícias e reportagens sobre renda fixa, previdência privada e seguros.

A parceria também inclui a produção de materiais jornalísticos para os canais proprietários da Blue3, como este blog, e a criação de conteúdo multimídia. Uma dessas iniciativas é o PapoBlue — divulgado semanalmente no canal da SpaceMoney no YouTube —, uma conversa semanal com profissionais da Blue3 e parceiros sobre os fatos que estão movimentando o mercado de capitais.

Você, assistido por todos os lados

Um dos frutos dessa conexão entre as empresas é a série de eventos que acontecerão na próxima semana. Entre os dias 20/09 (segunda-feira) e 23/09 (quinta-feira), a Blue3 organizará lives diárias que mostrarão aos investidores os melhores caminhos para a criação do seu legado financeiro. 

Entre os convidados para os Bluetalks estão profissionais da Blue3 que são feras do mercado financeiro, como Bruno Moura, superintendente de Renda Variável; Thiago Nemézio, líder de Alocação; Laís Souza, líder de Operações e Patrick Jonston, superintendente de Renda Variável.

Além da equipe “da casa”, os parceiros da DVinvest também contribuirão com seus conhecimentos de mercado. Dalton Vieira, analista técnico; e Rodrigo Oliveira, analista fundamentalista, falarão sobre as diferentes abordagens que os investidores utilizam para compreender o comportamento dos ativos na B3, a bolsa de valores brasileira.

A apresentação dos eventos ficará a cargo de Amanda Fraioli, especialista em educação financeira na Blue3, e Fabio Murad, CEO e fundador da SpaceMoney.

Confira a programação:

  • 20/09, às 18h: Educação financeira: o primeiro passo para investir no seu legado. Convidado: Bruno Moura, superintendente de renda variável da Blue3.
  • 21/09, às 18h30min: Diversificação: O único almoço grátis no mundo dos investimentos. Convidados: Thiago Nemézio, líder de alocação, e Lais de Souza, líder de operações – ambos da Blue3.
  • 22/09, às 18h: Renda variável: as melhores estratégias para o longo prazo.
    Convidado: Patrick Johnston, superintendente de renda variável da Blue3.
  • 23/09, às 18h: O poder dos gráficos: Como uma casa de análises pode potencializar seus investimentos.
    Convidados: Dalton Vieira, analista técnico, e Rodrigo Oliveira, analista fundamentalista – ambos da DVinvest.

Não deixe de participar. Clique aqui e garanta agora mesmo a sua presença.

Análises fundamentalista e técnica: como podem ajudar seus investimentos?

Cada vez mais, o mercado de ações desperta o interesse dos investidores, especialmente, dos iniciantes. Porém, investir em renda variável demanda dedicação do interessado em desenvolver a capacidade de “ler” índices, balanços financeiros e históricos dos ativos (entre outras variáveis) e assim compreender os cenários e indicativos econômicos, com o objetivo otimizar suas chances de antever variações, no curto, médio e longo prazos.

E para isso, dois métodos de avaliação consolidados costumam ser utilizados: as análises fundamentalista e técnica.

Muitas pessoas tem dúvidas sobre as diferenças entre as duas e, principalmente, como aplicá-las em seus investimentos. Para ajudar a sanar essas questões, a Blue3 está promovendo uma palestra exclusiva em parceria com a DVinvest, “O poder dos gráficos: como uma casa de análises pode potencializar seus investimentos”.

Clique aqui e garanta a sua vaga!

Confira como funciona cada uma delas e como podem te ajudar a investir melhor.

Análise técnica

A análise técnica consiste na avaliação de gráficos e dados históricos das ações para melhor assimilar as variações ao longo do tempo, como uma maneira de estimar, — com maior precisão — sua oscilação, especialmente no curto e médio prazo.

Sabe aquele clássico gráfico de “barrinhas na vertical”, que oscilam para cima e para baixo em um intervalo de tempo? Pois bem, assim é uma representação gráfica da análise técnica.

Também chamada de análise gráfica, ela se propõe a rastrear o comportamento histórico de um ativo e, deste modo, fornece subsídios para que o investidor entenda se, no presente, o preço da ação pode ser considerado alto ou baixo e se encontra-se numa tendência de valorização ou não.

Portanto, para tomar a decisão de comprar ou vender uma ação, quem utiliza a análise técnica interpreta o histórico do gráfico e se, naquele momento, há tendência de crescimento, estabilidade ou de queda.

Essa a modalidade é bastante utilizada pelos day traders, que são os investidores que buscam o lucro com a compra e venda de ativos muitas vezes no mesmo dia.


Análise fundamentalista

Por sua vez, a análise fundamentalista privilegia a leitura e compressão de dados macroeconômicos (juros, índices de inflação etc), balanços e resultados financeiros da companhia, indicadores do setor no qual a empresa está inserida, além de fatores políticos que possam exercer influência sobre aquele mercado. 

O objetivo é traçar um paralelo entre o volume e o valor das ações da companhia, considerando os resultados obtidos, e a atmosfera econômica que rege o período avaliado. Ao combinar essas inúmeras variáveis, torna-se possível compreender os fatores responsáveis pelas oscilações dos preços nas ações, otimizando assim, as chances de projetar as possíveis variações (de valorização ou desvalorização) no médio e longo prazo.

Como se trata de uma análise que considera diversos fatores distintos, tanto internos quanto externos à companhia, a análise fundamentalista é um exercício que requer mais tempo de estudo do que a técnica. 

Qual das análises é melhor?

Tão importante quanto entender ambos os conceitos é compreender que não é preciso, necessariamente, descartar um deles. Pelo contrário. Muitos especialistas, inclusive, utilizam as metodologias de forma complementar.

Se por um lado a análise técnica é capaz de fornecer bons indícios de padrões de oscilação de valores, especialmente no recorte de curtos períodos de tempo; na outra ponta, uma análise fundamentalista profunda pode indicar se os fatores internos e externos que tendem a impactar os negócios de uma companhia sugerem tendências de compra ou venda daquele ativo em um horizonte de tempo mais longo.

A melhor estratégia é pensar em longo prazo

Em ambos os casos é fundamental compreender que tão importante quanto antever a variação de determinado ativo é possuir uma estratégia de investimento sólida e focada na criação de uma carteira diversificada e projetada para crescimento em longo prazo.

E claro, você também pode procurar a ajuda de profissionais. Contar com o apoio de uma casa de análise é sempre uma ótima opção e pode ajudar muito na otimização dos seus investimentos.

A Blue3 Investimentos possui uma parceria exclusiva com uma casa de análise, a DVinvest, uma das melhores casas de análise do país.

Quem é a DVinvest?

A DVinvest é uma casa de análise parceira da Blue3 e foi fundada pelo analista Dalton Vieira. É uma empresa especializada em oferecer apoio para os investidores, fornecendo informações especificas e descomplicada sobre qual a melhor forma de aplicar o seu dinheiro na Bolsa de Valores.

Entre os principais serviços, estão inclusos relatórios sobre a performance das principais empresas na B3, alocação de ativos e montagem de carteiras.

Inclusive, um dos pontos de destaque da DVinvest é a carteira perspectiva, que ao longo dos anos acumulou mais de 170% de rentabilidade, enquanto a da Ibovespa, não passou dos 63%.

Juntamente com a Blue3, a equipe da DVinvest se dedica integralmente para ajudar os investidores a encontrarem o melhor caminho para os seus investimentos. Por meio de muito estudo e diversas análises, tanto fundamentalista quando técnica, a casa de análise entrega aos seus clientes todas as informações necessárias para alcançar bons rendimentos, tudo isso diretamente no seu celular.

Estamos falando do aplicativo DVinvest. Nele você tem acesso a todos os materiais que a casa de análise produz, como as carteiras recomendadas, análises, relatórios, informação sobre o mercado e muito mais. Os clientes Blue3 podem acessar ao app gratuitamente.

Quer saber mais sobre a DVinvest? Acesse ao site!

Agora que você já sabe o significado de cada análise e conhece o trabalho da DVinvest, inscreva-se para o evento e entenda como aplica-las em seus investimentos. Clique aqui e garanta já a sua vaga!

Quer ter um atendimento completo e que te assiste por todos os lados? Invista com a Blue3!

Bancos x Corretoras: qual a melhor opção para investir?

Chegou o momento de escolher onde colocar o seu dinheiro. 

Será que o banco, uma das instituições financeiras mais antigas e tradicionais do mundo, é a melhor opção?  Ou será que são os bancos digitais, a novidade do momento? 

Ou a escolha mais assertiva seria as corretoras de valores, instituições voltadas especificamente para os investimentos?

Saber qual é o local ideal para investir o seu dinheiro é fundamental na sua jornada pelo mercado financeiro.

Essas instituições, possuem particularidades diferentes dentro do mercado. Por isso, desenvolvemos este artigo exclusivo para explicar para você as particularidades de cada uma delas. 

Bancos tradicionais e digitais  

Vamos iniciar com os bancos. Todo mundo já teve, tem ou conhece alguém que possui conta em uma instituição bancária. Isso porque essa prática está enraizada na cultura do brasileiro desde muito tempo. 

Mas, não é porque é a modalidade mais antiga, que é a única e melhor opção. Tudo vai depender dos seus objetivos. 

Vamos falar, então, do banco comum e dos bancos digitais, que são mais recentes e têm se destacado bastante no mercado. 

Bancos tradicionais 

Os bancos tradicionais oferecem muitos serviços aos seus clientes, como: operações comuns (saque, depósito, transferência), empréstimos, financiamentos, seguros e alguns tipos de investimentos. 

Vale destacar, então, que os investimentos não são a prioridade desse tipo de instituição. 

Vamos elencar os pontos fortes dos bancos tradicionais e, outros, mais enfraquecidos que valem a pena repensar. 

O primeiro ponto forte é a segurança. Os “bancões”, como muitos chamam, possuem tradição e geralmente são instituições renomadas e seguras.

Outro ponto é a comodidade, pois não é necessário realizar transferências quando se decide investir diretamente pelo banco. 

Por outro lado, como citamos acima, os bancos oferecem mais de um serviço, não sendo os investimentos a sua prioridade. Por isso, as opções de produtos financeiros são restritas. Além de serem diferentes para clientes com mais ou menos potencial monetário. 

Assim, quando o assunto é rendimento, os produtos com maior índice de rentabilidade não estão disponíveis para todos os clientes nos bancos e, consequentemente,  a diversificação da carteira também é limitada. 

E as taxas? 

As taxas e tarifas envolvem o quanto aquela instituição irá cobrar pelo serviço. E, nesse caso, também é importante considerar que, geralmente, nos bancos tradicionais essas taxas são maiores.

Por fim, o último ponto, é o atendimento. Nos bancos, o atendimento pode ser considerado “generalizado” e menos personalizado e, às vezes, o suporte que um investidor – principalmente, o iniciante – precisa, pode deixar a desejar. 


Bancos digitais 

Os bancos digitais são jovens no mercado financeiro e já fizeram muitos clientes migrarem do banco tradicional para esse novo modelo. 

Os serviços oferecidos são semelhantes ao do banco tradicional, com transferências, opção de cartão de crédito e débito, linhas de crédito (mais acessíveis) , entre outros. Vale dizer também, que mesmo sendo digital, podem ter custos na abertura de conta que é preciso observar. 

Entretanto, os clientes possuem total liberdade para administrar o dinheiro. Por não ter um gerente ou nenhuma pessoa responsável pelo atendimento de cada um, esse tipo de banco te deixa livre para “ir e vir” como bem entender. 

Como são novos, é mais difícil afirmar que são tão seguros quanto os bancos tradicionais. Exatamente porque não têm o mesmo tempo de mercado do que os “bancões”. 

Porém, esses bancos também são protegidos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que garantem o reembolso de até R$250.000 por CPF em caso de falência, por exemplo. 

O processo também é menos burocrático, porque todo o atendimento é feito virtualmente ou por telefone, não sendo preciso se direcionar até uma agência pessoalmente para tratar de assuntos relacionados a sua conta. E, nesse ponto, os bancos digitais são positivos, pois geralmente oferecem um atendimento muito satisfatório

Agora, falando em investimento, esses bancos também possuem restrição de opções de produtos financeiros em renda fixa. Porque, no caso dos bancos digitais, não há serviço de intermediação para investimentos em ações ou de renda variável. 

Mas, é possível encontrar produtos como CDBs, por exemplo, que oferecem uma rentabilidade mais alta do que as dos bancos tradicionais, como 100%, 105% ou até 112% do CDI.

Esses serviços contém variações de taxas e tributos. 

Corretora de Valores

Acima você pôde ver as opções de bancos e quais os pontos fortes e fracos de cada um. Neste tópico, vamos falar sobre a corretora de valores, especialista em produtos financeiros para investimento. 

As corretoras de valores, diferente das opções faladas anteriormente, oferecem serviços amplos na área dos investimentos, como: assessoria e consultoria de investimentos, gerenciamento de carteira de ativos, uma cartela variada de produtos financeiros, home broker, entre outros.

Muitas pessoas se sentem inseguras com as corretoras, porque associam segurança apenas aos bancos tradicionais. Mas, é preciso desmistificar essa questão. Pois no mercado existem diversas corretoras de confiança para quem deseja investir. 

As corretoras de valores são rigorosamente fiscalizadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), justamente com o objetivo de proteger os interesses dos investidores e garantir a transparência das transações. 

Por isso, para saber se uma corretora é segura, você pode pesquisar na CVM, verificar se está autorizada pelo Banco Central e se ela possui todos os selos de certificação.

No entanto, é válido destacar que o dinheiro parado em conta, na maioria das corretoras, não é protegido pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Somente se o dinheiro estiver investido em algum produto financeiro. 

Como os bancos digitais, as corretoras também oferecem muita liberdade aos seus clientes. Inclusive, é possível fazer a portabilidade de investimento entre as corretoras, ou seja, passar um investimento de uma para outra sem precisar finalizar e iniciar novamente o processo. 

E o mais interessante das corretoras é a diversidade dos produtos financeiros adequados, que possuem uma rentabilidade considerável e são mais acessíveis do que as outras opções, principalmente falando em renda variável, como no caso das ações.

Essa variedade é fundamental para que o investidor tenha uma carteira cada vez mais diversificada e saudável. Além disso, a maioria das corretoras do mercado não cobram taxa para abertura de conta e podem até isentar tarifas nas operações de alguns produtos. 

Leia também “A importância de diversificar sua carteira de investimentos”.

Por ser especialista em investimentos, as corretoras se destacam no atendimento personalizado, disponibilizando todo o suporte no acompanhamento do mercado e da carteira de investimentos de cada cliente.

Clique aqui e invista com a melhor assessoria de investimentos do Brasil.

Então, qual é a melhor opção?

Neste momento, é possível que você tenha analisado os pontos levantados e até chegado a uma conclusão. Entretanto, é fundamental ressaltarmos no final deste artigo que, entre o melhor e o pior, existe o que funciona e faz sentido para você. Por isso, é preciso entender quais são os seus objetivos para fazer a sua escolha. 

O fato é que se a sua intenção é ter rentabilidade com os investimentos para a construção do seu patrimônio, as corretoras realmente se destacam e podem fazer a diferença nos seus resultados a médio, curto e longo prazo. 

Se você tem dúvidas sobre como investir, clique aqui e fale diretamente com um assessor Blue3.

Confira as principais notícias que movimentaram o mercado nesta semana

Chegamos ao fim de mais uma semana. Perdeu alguma coisa? Quer rever algum assunto? Se manter atualizado sobre tudo que aconteceu de mais importante nos últimos dias? Para te manter bem informado, separamos as principais notícias dessa semana que influenciaram o mercado financeiro. 

Quer acompanhar as principais notícias desta sexta-feira (10), em tempo real, sobre a B3, a bolsa de valores brasileira, e os mercados de seguros, previdência privada, além de ter acesso a diversos conteúdos que vão te auxiliar a criar o melhor planejamento financeiro?

Então conheça os canais Bolsa de Valores e Proteção e Futuro, do portal SpaceMoney, que têm patrocínio da Blue3.

Confira:

Segunda-feira – 06/09

Poupança tem retirada líquida de R$ 5,467 bilhões em agosto

Após quatro meses de resultado positivo, o saldo da aplicação na caderneta de poupança voltou a cair com o registro de mais saques do que depósitos. No mês passado, as retiradas superaram os depósitos em R$ 5,467 bilhões, de acordo com relatório divulgado pelo Banco Central (BC). 

O resultado negativo contrasta com o registrado em agosto do ano passado, quando os brasileiros tinham depositado R$ 11,402 bilhões a mais do que retiraram da poupança.

No mês passado, foram aplicados R$ 295,901 bilhões, contra saques de R$ 301,369 bilhões. Os rendimentos creditados nas contas de poupança somaram R$ 2,719 bilhões.

Com o desempenho de agosto, a poupança acumula retirada líquida de R$ 15,629 bilhões nos oito primeiros meses do ano. Já de janeiro a agosto de 2020, houve captação líquida de R$ 123,981 bilhões.

Bolsonaro edita MP que combate “remoção arbitrária” de contas e conteúdos por provedores

O presidente Jair Bolsonaro assinou a edição de uma medida provisória que altera o marco civil da internet para combater a “remoção arbitrária e imotivada de contas, perfis e conteúdos por provedores”, disse a Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom).

Segundo a Secom no Twitter, a MP quer garantir maior clareza quanto a “políticas, procedimentos, medidas e instrumentos” utilizados pelos provedores de redes sociais para cancelamento ou suspensão de conteúdos e contas”.

Terça-feira – 07/09

Por conta do Feriado de Independência, comemorado em 07/09, não houve negociação de ativos na B3, bolsa de valores brasileira.

Quarta-feira – 08/09

Cade recomenda aprovação da fusão entre Localiza (RENT3) e Unidas (LCAM3) mediante a remédios

Prédio Cade

Em parecer, a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendou a aprovação da fusão entre Localiza (RENT3) e Unidas (LCAM3) mediante ‘remédios’.

Agora, o negócio segue para avaliação do Tribunal do Cade, com prazo até os primeiros dias de janeiro de 2022.

IGP-DI recua 0,14% em agosto com queda no minério de ferro, diz FGV

Os preços do minério de ferro recuaram expressivamente e o Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) caiu 0,14% em agosto, de uma alta de 1,45% em julho, mas a inflação pressiona tanto o produtor quanto o consumidor, de acordo com dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira.

O resultado ficou bem aquém da expectativa em pesquisa da Reuters de avanço de 0,10% no mês passado, e levou o índice a acumular em 12 meses avanço de 28,21%.

Segundo a FGV, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI), que responde por 60% do indicador geral, passou a cair 0,42% em agosto, contra alta de 1,65% antes. As Matérias-Primas Brutas cederam 4,17%, ante salto de 1,79% no mês anterior.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) — que responde por 30% do IGP-DI — desacelerou a alta a 0,71% no período, de 0,92% em julho.

O Índice Nacional de Custo de Construção (INCC) registrou em agosto alta de 0,46%, contra avanço de 0,85% em julho.

O IGP-DI é usado como referência para correções de preços e valores contratuais. Também é diretamente empregado no cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) e das contas nacionais em geral.

Cesta básica sobe em 13 das 17 capitais pesquisadas, aponta estudo

O custo médio da cesta básica em agosto teve alta em 13 das 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O levantamento, divulgado hoje (8), mostra que os maiores aumentos foram em Campo Grande (3,48%), Belo Horizonte (2,45%) e Brasília (2,10%).

As quedas nos preços foram registradas em Aracaju (-6,56%), Curitiba (-3,12%), Fortaleza (-1,88%) e João Pessoa (-0,28%).

A cesta mais cara é a de Porto Alegre que custa R$ 664,67 e teve alta de 1,18 % em agosto. A de Florianópolis é a segunda mais cara (R$ 659), com elevação de 0,7% no mês. A de São Paulo ficou em R$ 650,50, com variação de 1,56%.

A cesta básica mais barata é a de Aracaju, no valor de R$ 456,40, seguida pela de Salvador (R$ 485,44) e de João Pessoa (R$ 490,93).

Ibovespa fecha em queda de 3,78%, marcando a maior queda diária em seis meses; dólar sobe 2,89%

O Ibovespa, principal índice acionário da B3, a bolsa brasileira, fechou em queda nesta quarta-feira (8).

No encerramento dos negócios, às 17h, o índice fechou em queda de 3,78%, aos 113.413 pontos, marcando a maior queda diária em seis meses, refletindo preocupações com a pauta econômica do país diante do aumento da tensão político-institucional, após declarações do presidente Jair Bolsonaro durante manifestações no Dia da Independência, na véspera.

O dólar se valorizou em 2,89% e fechou cotado a R$ 5,325. A sessão também foi marcada pela tensão gerada com as falas do presidente brasileiro, incitando a desobediência e aumentando ainda mais a crise entre os poderes, impactando diretamente o câmbio.

Quinta-feira – 09/09

IPCA: inflação fica em 0,87% em agosto, maior resultado para o mês desde 2000

A inflação registrou alta de 0,87% em agosto, a maior para o mês desde o ano 2000. Com isso, o indicador acumula altas de 5,67% no ano e de 9,68% nos últimos 12 meses, acima do registrado nos 12 meses imediatamente anteriores (8,99%).

Em agosto do ano passado, a variação mensal foi de 0,24%. Os dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Banco Central Europeu reduz suporte, mas não sinaliza fim do estímulo

O Banco Central Europeu (BCE) reduzirá ligeiramente suas compras de títulos de emergência ao longo do próximo trimestre, disse a autoridade monetária, dando um passo simbólico para desfazer a ajuda econômica de emergência que sustentou o bloco durante a pandemia.

No entanto, o movimento foi modesto e o BCE não deu nenhum sinal de seu próximo movimento, incluindo como desfazer o Programa de Compra de Emergência da Pandemia (PEPP) de 1,85 trilhão de euros, que manteve os custos de empréstimos baixos para governos e empresas.

EUA: pedidos por seguro-desemprego caíram na semana passada

Os pedidos iniciais por seguro-desemprego da semana passada nos EUA ficaram novamente abaixo da previsão dos economistas do mercado e do número revisado da semana anterior, segundo dados do Departamento de Trabalho publicados nesta quinta-feira (09).

Foram solicitados 310 mil benefícios, contra os 345 mil da semana passada. A previsão do mercado era de 335 mil pedidos.

No entanto, o número de solicitações contínuas ficou levemente acima da previsão de 2,744 milhões, com 2,783 milhões de benefícios solicitados, também abaixo do número revisado da semana passada, que foi de 2,805 milhões.

Banco Central Europeu eleva projeções de crescimento e inflação

Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu  Foto: Ralph Orlowski/Reuters

O Banco Central Europeu elevou nesta quinta-feira (9) suas projeções de crescimento e inflação para este ano e mais além, com a economia da zona do euro se recuperando mais rapidamente da pandemia do que a maioria esperava.

A presidente do BCE, Christine Lagarde, disse que a zona do euro está a caminho de um forte crescimento no terceiro trimestre e que o BCE prevê a atividade econômica de volta ao seu nível pré-pandemia até o final do ano.

Ela disse que embora as perspectivas para a inflação para este ano tenham sido revistas para cima, superior à meta de 2% do BCE, o aumento atual deve ser temporário e acrescentou que a inflação de médio prazo ainda está bem abaixo da meta.

Índice da Construção Civil registra alta de 0,99% em agosto

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) avançou 0,99% em agosto. O resultado ficou 0,90 ponto percentual (p.p) abaixo da taxa de julho, quando registrou 1,89% e é a menor variação desde agosto de 2020.

No acumulado dos últimos 12 meses, a taxa atingiu 22,74%, pouco acima dos 22,60% anotados nos 12 meses imediatamente anteriores. O acumulado de janeiro a agosto ficou em 14,61%. Em agosto de 2020, o índice foi 0,88%.

Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Inflação acumulada em 12 meses passa de 10% em oito capitais

Com a alta de 0,87% no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto, a inflação oficial do país chegou a 9,68% nos últimos 12 meses, segundo os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre as 16 regiões metropolitanas pesquisadas, oito apresentaram taxas acumuladas em 12 meses superiores a 10%.

A maior inflação acumulada foi verificada em Curitiba, com taxa de 12,08%, seguida de Rio Branco (11,97%), Campo Grande (11,26%) e São Luís (11,25%). O menor acumulado de 12 meses foi registrado no Rio de Janeiro, com inflação de 8,09%.

Para o mês de agosto de 2021, todas as áreas pesquisadas tiveram inflação, sendo o maior índice registrado em Brasília (1,40%), influenciado pelas altas de 7,76% no preço da gasolina e de 3,67% na energia elétrica. O menor resultado foi verificado na região metropolitana de Belo Horizonte, com inflação mensal de 0,43%. A região foi influenciada pela queda nos preços das passagens aéreas (-20,05%) e da taxa de água e esgoto (-13,73%).

Brasil tem novas regras para pagamento e transferência internacionais

O Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Banco Central (BC) alteraram a regulamentação cambial e de capitais internacionais para alinhá-las às inovações tecnológicas e aos novos modelos de negócios sobre pagamentos e transferências internacionais. “As novas regras buscam promover um ambiente mais competitivo, inclusivo e inovador para a prestação de serviços aos cidadãos e empresas que enviam ou recebem recursos do exterior”, informou o BC.

As novas medidas permitirão que as instituições de pagamento (IPs), as fintechs, autorizadas a funcionar pelo BC, também possam operar no mercado de câmbio, atuando exclusivamente em meio eletrônico. Atualmente, somente bancos e corretoras podem fazer as operações. Essa permissão entrará em vigor em 1º de setembro de 2022 e as demais medidas em 1º de outubro deste ano.