Tripé dos investimentos: o que avaliar antes de começar a investir?

Se você quer começar a investir, mas está com muitas dúvidas, este artigo vai te ajudar a entender algumas características dos produtos financeiros.

Nós vamos te apresentar três pilares muito importantes que devem ser considerados na hora de decidir onde colocar o seu dinheiro.

Antes de realizar qualquer aplicação é preciso que você defina seu objetivo e, primeiramente, conheça seu perfil de investidor.

Para isso, é preciso que responda as seguintes perguntas: Você quer investir no curto, médio ou longo prazo? Você tem disposição para assumir algum risco?

Cada tipo de investimento apresenta três variáveis fundamentais e por meio delas, você poderá saber quais produtos se adaptam melhor aos seus objetivos.

Tripé dos Investimentos

O tripé dos investimentos é composto por:

  1. Segurança;
  2. Liquidez;
  3. Rentabilidade.

Segurança

No contexto dos investimentos a insegurança é uma das grandes questões que causam aversão ao mercado financeiro. Mas o quanto você preza pela segurança dos seus investimentos é uma das principais características para definir o seu perfil de investidor.

A exposição a riscos influencia diretamente na escolha do produto a ser aplicado, pois é a partir dela que você poderá montar a sua carteira, priorizando os produtos que sejam de acordo com as suas metas.

Quanto ao risco, podemos defini-lo como a possibilidade de determinado investimento não gerar a rentabilidade esperada, ou seja, a probabilidade de perder o dinheiro investido. Entretanto, vale lembrar que um risco maior também quer dizer mais possibilidade de melhores resultados. 

No mercado financeiro é possível encontrar diversos tipos de investimentos que apresentam certo nível de segurança. Os investimentos em renda fixa, tais como Tesouro Direto, CDBs, LCAs/LCIs, tendem a apresentar menores riscos quando comparados aos investimentos em renda variável, como por exemplo as ações, fundos imobiliários ou fundos multimercado.

Em território nacional, os investimentos considerados mais seguros são os oferecidos pelo Tesouro Direto, como o Tesouro Selic, Tesouro Prefixado e Tesouro IPCA+.

Liquidez

A liquidez é a facilidade de se transformar determinado ativo em dinheiro, sem que seu preço seja afetado.

Por exemplo, não é tão fácil e rápido vender um apartamento, principalmente se a necessidade do dinheiro for urgente. Dessa forma, talvez seja necessário vender este apartamento por um preço bem abaixo do seu valor justo. Assim, não pode ser considerado líquido, pois apresenta uma baixa liquidez.

O investimento no Tesouro Selic já apresenta boa liquidez, pois pode ser resgatado a qualquer momento sem sofrer perda de seu valor.

No caso de ações, se a empresa for uma Blue Chip (empresa que apresenta alto valor de mercado e grande volume de negociação na bolsa),ela apresentará maior liquidez.

Se for Small Cap (empresa menor e menos negociada na bolsa), terá menor liquidez. Uma vez vendida, o tempo de resgate é “D+2”. Isso significa que ao vender uma ação hoje, o dinheiro só irá cair na sua conta da corretora em dois dias úteis.

Rentabilidade

A rentabilidade se refere ao retorno que determinado investimento pode gerar.

Digamos que você invista R$1.000,00 em um investimento com rentabilidade líquida de 5% ao ano.  Quer dizer que ao final de um ano, o resgate esperado será de R$1.050,00. 

Este é um dos pilares mais atraem os investidores e é a prioridade de muitos. Mas sempre deve ser analisada juntamente com os fatores de risco e liquidez.  

Os ativos que apresentam maior rentabilidade são os de renda variável, dessa forma, também tendem a ser os que oferecem menor segurança.

A importância do tripé na hora de investir

O conceito do tripé se baseia no fato de que, para obter bons resultados nos investimentos, deve-se priorizar apenas duas dessas variáveis, pois nenhum produto poderá ter essas três características ao mesmo tempo.

Por isso, ao investir, é preciso entender que para qualquer aplicação, as variáveis risco, liquidez e rentabilidade precisam ser consideradas.

A rentabilidade está relacionada às outras duas varáveis. Um investimento que apresenta baixa segurança precisa oferecer uma maior rentabilidade para se tornar atrativo. E, em geral, quanto maior a liquidez, menor será a rentabilidade.

Caso seu maior objetivo seja obter maior rentabilidade, você precisará assumir mais riscos e em alguns casos abrir mão da liquidez. Se quer priorizar a liquidez e segurança, provavelmente não irá obter grande rentabilidade.

  Para gerenciar o seu patrimônio da melhor forma, é preciso ter cautela, planejar e diversificar. Levar em conta esses pontos e tomar decisões pautadas no tripé dos investimentos pode te ajudar a criar um portfólio mais sólido, diversificado e claro, com resultados mais assertivos.

Ainda tem dúvidas sobre investimentos? Procure um assessor da Blue3.

Previdência Privada: qual a importância para sua carteira?

Quando pensamos em Previdência Privada é automático pensarmos em aposentadoria, e está certo, mas ela também pode estar presente em vários outros momentos da vida.

É uma escolha interessante para obter benefícios tributários no longo prazo, fonte de reserva para educação dos filhos, a tão sonhada viagem, compra da casa própria ou mesmo para planejamento sucessório. Além disso, tem sido cada vez mais utilizada como estratégia de diversificação para a carteira de investimentos.

Em relação a aposentadoria, sabemos que não podemos depender totalmente do governo. E é aqui que entra os planos de previdência. Eles existem para facilitar essa fase da vida e trazer maior tranquilidade financeira.

Há quem diga que o momento de “pendurar as chuteiras” está longe e a notícia ruim é que esse momento vai sim chegar. Já a notícia boa, é que não existe idade certa para iniciar seu plano de previdência, porém quanto mais cedo melhor.

Um ponto curioso no planejamento sucessório é que podem ser indicados beneficiários para o recebimento do valor em um possível momento de falta do contribuinte, e o melhor: não entra em inventário. 

Além disso, em um fundo “normal” há incidência de come-cotas (aquela antecipação no recolhimento do Imposto de Renda que ocorre duas vezes ao ano), na previdência não possui.

E se eu quiser mudar de um fundo conversador para outro mais agressivo, quanto pago por isso? Nada!

Na previdência privada é possível portabilizar sem custos, o que garante uma liberdade maior de mudança de estratégia e adequação as suas necessidades.

Previdência Privada: Indicada para quem?

Diante dessas informações, os fundos de previdência são indicados para todo tipo de investidor. Para uma escolha assertiva de quais fundos investir é importante considerar o perfil do cliente, entretanto para um horizonte maior da aplicação, vale a pena buscar por alternativas com maiores exposições, dado que em eventuais quedas há tempo de recuperação. Além disso, para determinar o valor de contribuição, é importante definir quanto você gostaria de receber lá na frente.

Agora que você entendeu o que é a previdência privada e para o que ela serve, vou te apresentar algumas outras informações muito importantes para escolha adequada ao seu perfil.

Modalidades

Existem duas modalidades disponíveis no mercado atualmente: PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livres) e VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres).

Como saber qual a melhor opção?

No quadro abaixo constam as principais diferença entre elas:

Previdência Privada – Tributação

Ao contratar esse produto é possível escolher entre dois regimes tributários:

Tabela Progressiva

Tributação de Imposto de Renda no momento do resgate:
No momento do resgate, a tributação ocorre na fonte, à alíquota de 15%, com ajuste posterior na Declaração Anual do Imposto de Renda.

Tributação de Imposto de Renda no momento do recebimento da aposentadoria:
Conforme Tabela Progressiva vigente do Imposto de Renda.

Regime tributário da tabela progressiva anual

Perfil


Ideal para quem tem objetivos de curto ou possui renda anual tributável nas faixas mais baixas.

Tabela Regressiva

Tributação de Imposto de Renda no momento do resgate:
Alíquota inicial de 35%, nos primeiros 2 anos, podendo chegar até 10%, após 10 anos de permanência no plano.

Tributação de Imposto de Renda no momento do recebimento da aposentadoria:
As alíquotas são decrescentes em função do tempo de permanência de cada contribuição no plano.

Regime tributário da tabela regressiva

Perfil


Ideal para quem tem objetivos de longo prazo.

É possível realizar a troca do regime apenas de Progressivo para Regressivo e é importante lembrar que, no momento dessa troca o tempo de permanência do antigo regime será desconsiderado e o montante será alocado na maior alíquota começando a contar o tempo a partir do dia da troca.

Agora que você sabe de todos os benefícios e como escolher a melhor opção para o seu perfil, procure um assessor da BlueTrade e comece a investir em Previdência, o seu “eu” do futuro vai lhe agradecer!

Investir no Exterior: BDRs ou Corretora Internacional?

Em outubro do ano passado, os investimentos em Brazilian Depositary Receipts (BDRs) ficaram acessíveis a todos os investidores brasileiros.

Com isso, investimentos em ativos internacionais têm ganhado bastante destaque nos noticiários, seja pela alta do dólar, pela diversificação da carteira ou até mesmo pela oportunidade de investir nas maiores empresas do mundo.

No entanto, muitas pessoas ainda estão em dúvida sobre como funciona esse tipo de investimento.

Assim, aqui vamos falar sobre o que são BDRs, quais suas vantagens e desvantagens, bem como comparar este produto com o investimento em ativos por meio de uma corretora internacional.

O que são BDRs?

BDRs são certificados de depósito de valores mobiliários lastreados em ações de empresas sediadas fora do Brasil. Ou seja, são certificados que representam o ativo, mas não são o ativo em si.

O ativo, propriamente dito, fica sob posse de uma instituição depositária, a qual realiza a compra dos ativos no mercado em que elas se encontram e comprova sua propriedade junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Com isso, emite o certificado de depósito, e os coloca à venda no mercado brasileiro. Essa operação pode contar ou não com o auxílio da companhia.

Sendo assim, as BDRs podem ser classificadas como:

  • Patrocinadas: São aqueles recibos emitidos por interesse da própria companhia, que procura uma instituição depositária para realizar a operação e lançamento no mercado. Hoje, contamos com poucas BDRs patrocinadas no mercado, cerca de quatro ativos.
  • Não Patrocinadas: São aqueles recibos nos quais a instituição depositária realiza a operação, por livre e espontânea vontade. Sem a necessidade de apoio da companhia a qual o recibo é lastreado.

Representa a maior parte dos ativos disponíveis no mercado brasileiro, inclusive, o grupo conhecido como FAANGs, composto pelas gigantes: Facebook, Amazon, Apple, Netflix e Google.

Ao serem emitidas, as BDRs contam com um formulário de identificação, no qual são expostas informações a respeito da companhia, as características dos recibos perante o mercado, bem como a identificação da instituição depositária.

Para ficarem mais acessíveis aos investidores brasileiros, os certificados podem representar frações de valores mobiliários, tal informação também pode ser encontrada no formulário de identificação.

Um exemplo disso são as BDRs da Amazon (AMZO34), gigante da tecnologia norte-americana, cujos certificados estão sendo negociados na proporção 1/157. Ou seja, 1 ação da Amazon representa 157 BDRs.

Para monetizar essa operação, as instituições depositárias costumam reter um percentual dos dividendos e outros proventos pagos, de aproximadamente 5% (essa informação também está disponível no formulário de identificação).

Benefícios de investir via BDRs

  • Praticidade: Você investe diretamente do home broker da corretora que possui conta;
  • Investimento realizado em reais (BRL): Apesar das BDRs serem uma forma de dolarizar a carteira, por terem suas cotações lastreadas em dólar (USD), o investimento é feito em reais. O que dispensa o pagamento do imposto sobre operações financeiras (IOF) e o spread para conversão de BRL para USD;
  • Familiaridade com a tributação: Por ser um produto nacional, a forma de tributação é mais conhecida entre investidores (15% sobre o lucro), assim como a forma de declaração no IR.

        Desvantagens dos BDRs:

  • Parte dos proventos ficam retidos pela instituição depositária (5%);
  • Menor liquidez: Mesmo após as mudanças de regra para investimentos em BDR, e com a procura por esses ativos em alta, sua liquidez ainda é pequena, comparada ao volume movimentado diretamente na bolsa americana;
  • Menos opções: Nem todas as empresas disponíveis para investimento na bolsa americana emitiram BDR, logo, a quantidade de ativos disponíveis é reduzida;
  • Feriados: As BDRs seguem o calendário brasileiro, com isso, não podem ser negociadas em feriados nacionais. Caso aconteça um fato relevante sobre a empresa que a BDR é lastreada em um feriado nacional no Brasil, os ativos só poderão ser negociados no próximo dia útil.

Corretoras Internacionais

Outra forma de investir em ativos no exterior é por meio de corretoras internacionais, que te permitem acesso às bolsas de valores locais.

Essa prática tem se tornado tão comum que hoje existem corretoras voltadas especificamente para o público estrangeiro. Como é o caso da Avenue, uma corretora que atua no mercado americano, mas já disponibiliza relatórios e informações em outras línguas, como português ou espanhol.

Investimentos nessa modalidade costumam ser um pouco mais burocráticos, e contam com algumas despesas operacionais, mas também possuem vantagens, conforme demonstrado abaixo:

Vantagens de investir via corretora internacional:

  • Liquidez: Investir diretamente na bolsa de valores em que o ativo é negociado, te proporciona um volume de negociação maior do ativo do que quando negociado na forma de BDR, na bolsa de valores brasileira;
  • Dividendos integrais: Você tem o recebimento integral dos proventos pagos pela companhia, ainda na moeda de origem;
  • Diversificação 100% dolarizada: Ao investir no exterior, você proporciona para sua carteira uma diversificação 100% internacional, sem correlação com o Brasil;
  • Feriados: Ocalendário de negociação dos ativos acompanha o calendário de funcionamento das empresas;
  • Produtos: Investindo em uma corretora internacional, você tem acesso a mais produtos, como fundos, ETFs e até mesmo ações.

        Desvantagens de investir via corretora internacional:

  • Taxas e spreads na hora de converter a moeda: Para realizar os investimentos, é necessário converter o montante desejado de BRL para USD. O que acaba deixando o investidor suscetível aos spreads cambiais da corretora, além de gerar a cobrança de IOF (imposto sobre operações financeiras);
  • Burocracias: Ter que abrir conta em uma nova corretora, precisar de aportes via transferências internacionais e as diferenças na forma de tributação são fatores que acabam sendo um empecilho para quem opta por investir dessa forma;
  • Em caso de morte, o imposto sob ativos sediados nos EUA pode chegar a 40% do patrimônio.

Conclusão

Diante do vimos no artigo, podemos observar que ambos os modelos de investimento possuem suas vantagens e desvantagens.

As BDRs acabam sendo optadas por investidores menores, que buscam uma forma fácil e rápida de investimento em ativos estrangeiros.

Já as corretoras internacionais são preferíveis àqueles que já possuem um montante maior de capital. E ainda, interesses que vão além dos investimentos em ações, para buscar diferentes títulos públicos, privados e ETFs.

Porém, fica a critério de cada investidor tomar a decisão do que é mais relevante na hora de realizar os investimentos, de acordo com seus objetivos.

Mas o fato é que a recente facilitação de investimentos em BDRs para todos os investidores foi um avanço para a estrutura de investimentos brasileira.

Para saber mais sobre o assunto, contate agora mesmo seu assessor de investimentos Bluetrade.

FONTES:

https://www.itaucustodia.com.br/

O Que São e Por que Investir em Fundos ESGs?

Durante a pandemia, os Fundos ESG chamaram bastante atenção da mídia e do mercado financeiro. Seu bom desempenho em meio à pandemia não passou despercebido.

Mas você sabe o que são eles?

O que são os Fundos ESG?

Basicamente, são fundos baseados em princípios Ambientais (Environmental), Sociais (Social) e de Governança (Governance). Apesar de hoje, a B3 possuir somente quatro índices que seguem tais critérios, nos próximos dois anos deve haver um aumento nessa quantidade.

Mas o que significa, na prática, ESG? E por que a B3 e as gestoras estão cada vez mais interessados em criar opções de investimentos nesse ativo?

Os investidores estão cada vez mais preocupados em aliar boa rentabilidade com princípios éticos sustentáveis, e os índices ESG são ótimas opções para isso.

Os fundos acionários sustentáveis acumularam alta superior a qualquer outro tipo de fundo, e queda inferior a todos, com exceção dos fundos de ações livres. 

Fundos ESG apresentam maior performance

Além disso, pensando em cenário global, a BlackRock, divulgou um levantamento que indica que os produtos de investimento com princípios ESG tiveram performance superior aos seus pares em vários momentos recessivos dos últimos anos, desde a crise do petróleo de 2015.

Ser norteado por práticas “Environmental, Social and Governance” gera valor para a empresa ao longo prazo, além de mitigar riscos, através da integração entre ESG e estratégias corporativas. Como resultado tem-se um aumento da cotação de mercado da empresa.

 O Longo Prazo é um dos principais fatores para se optar por índices ESG, visto que estes se mostraram mais resilientes, principalmente durante a pandemia do COVID-19. Empresas que focam em governança, por exemplo, não pensam somente no lucro do trimestre, mas em responsabilidade para com o futuro.

 Os princípios ambientais, apesar de serem mais difíceis de quantificar, possuem sua importância quando se prioriza o futuro. Empresas que não possuem cuidados ambientais, podem sofrer com risco regulatório, através de taxas e impostos mais altos.

Atenção para os principios sociais

Por fim, a importância de princípios sociais, cujo impacto acontece também por risco regulatório, abrange segurança de dados, segurança do trabalho, diversidade, compensação, benefícios, entre outros. Este princípio está ganhando muita relevância, visto que os custos humanos estão impactando cada vez mais as empresas.

Apesar destas práticas irem de encontro à maximização de resultados no curto prazo, os fatores mencionados devem ser levados em consideração pelas companhias.

O receio do investidor nacional no longo prazo, deriva de uma cultura imediatista e receio de incertezas econômicas. Porém, com a popularização de investimentos alternativos, opções como Fundos ESG estão cada vez mais em destaque, tanto pela rentabilidade, quanto pela crescente onda green.

Fontes: Maisretorno, investnews, B3, morningstar.

Como investir em Renda Fixa de forma inteligente.

Você provavelmente deve estar acompanhando nos noticiários a taxa de juros em mínimas históricas no país, hoje a 2% ano.

Se por um lado isso faz com que o custo das dívidas diminua – o que movimenta a economia, por outro os juros baixos derrubam a rentabilidade dos investimentos, principalmente os de renda fixa, como a poupança.

Para você ter uma ideia, a poupança não teve ganho real nos últimos meses e perdeu para a inflação. Isso quer dizer que:

Você jogou dinheiro pelo ralo caso tenha deixado suas economias nesse tipo de aplicação!

E esse cenário deve continuar no longo prazo, então você precisa conhecer um pouco mais a fundo sobre renda fixa para encontrar alternativas mais inteligentes e tão seguras quanto a poupança para que seu dinheiro renda mais.

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Conheça os Tipos de Renda Fixa

Se você está começando a investir agora – ou é um investidor moderado, e está buscando aplicações que tragam uma renda recorrente, mas cansou de perder dinheiro com a poupança, não é preciso deixar de lado a Renda Fixa. 

O segredo dos grandes investidores é a diversificação. E sim, até os investidores mais arrojados possuem esse tipo de aplicação em suas carteiras. 

Acredite, existem opções tão seguras quanto a poupança em renda fixa, mas com rendimentos bem melhores e para todo o tipo de perfil de investidor. 

Mas antes de conhecer os tipos de renda fixa, é necessário saber que a rentabilidade desse tipo de investimento geralmente é calculada de duas formas:

  1. Títulos Prefixados:  rentabilidade conhecida antecipadamente, quando o investidor mantém o título até o vencimento;
  2.  Títulos Pós-fixados: a rentabilidade do investimento dependerá do desempenho de um indexador, como a Selic ou o CDI.

Assim, de acordo com o seu perfil, existem diversas opções para diversificar a sua carteira e otimizar os seus rendimentos.

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CDB – Certificado de Depósito Bancário

O CDB é um dos investimentos em renda fixa mais simples e populares do mercado. Além de ser tão seguro quanto a poupança, sua rentabilidade é melhor ainda. 

Em resumo, ele é um título emitido pelos bancos para captar recursos para o financiamento de suas atividades.

Em troca deste empréstimo de recursos, ele devolve ao investidor a quantia aplicada mais o valor dos juros acordado no momento do investimento.

Além de ter uma rentabilidade que pode chegar até o dobro da poupança, o CDB tem outras vantagens:

  • Segurança: segurado pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), no caso de investimentos até R$250 mil;
  • Liquidez: se você escolher por um CDB de liquidez diária, poderá recuperar o dinheiro aplicado quando achar necessário; 

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CRA – Certificado de Recebíveis do Agronegócio

Os CRAs são títulos de renda fixa emitidos por empresas ligadas ao agronegócio. Em sua maioria, por produtores rurais ou suas cooperativas, relacionados ao financiamento da atividade agropecuária.

Para isso, a empresa emite um título que representa parte de sua dívida. Os investidores recebem o dinheiro investido somado aos juros, que pode ser predefinido pelo CDI ou o IPCA. Entre os benefícios, destaca-se:

  • Isenção de IR e IOF para a pessoa física, o que significa mais rendimento ao investidor.

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CRI – Certificados De Recebíveis Imobiliário

Os CRIs são títulos de renda fixa privado emitidos por empresas com o objetivo de financiar alguma atividade no ramo de construção civil.

Com os aluguéis recebidos pelos imóveis construídos, a empresa paga os investidores que lhe emprestaram dinheiro.

De forma geral, esse tipo de investimento paga uma taxa prefixada que é conhecida já na compra. Além disso, pode ocorrer também o acréscimo da variação de um índice como a inflação ou o CDI.

Entre os benefícios, destacam-se:

  • Isenção de IR e IOF para pessoa física;
  • Não existe um valor mínimo aplicado aos investimentos em CRI, com apenas R$ 1 mil já é possível iniciar.

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Debêntures – comuns e incentivadas

As debêntures são títulos de renda fixa privada, emitidos por empresas que desejam financiar algum tipo de investimento. 

Elas podem precisar de capital para custear atividades operacionais do dia a dia ou para realizar novos investimentos.

As debêntures incentivadas são exclusivas para empresas que irão realizar investimentos de infraestrutura. Já as debêntures comuns podem ser emitidas por qualquer empresa, seja qual for o objetivo do investimento a ser realizado. 

Entre as principais vantagens, destaca-se:

  • Isenção de IR e IOF (para pessoa física) no rendimento e no ganho de capital, caso estejam enquadradas como debêntures de infraestrutura

Quero ajuda para investir em Debêntures!

Trace uma estratégia de sucesso de Renda Fixa com a ajuda da BlueTrade.

Para concluir, a renda fixa ainda reserva boas oportunidades, com ativos recomendados para todos os perfis de investidores, de conservadores a agressivos. 

O que muda é o tipo de ativo, o indexador, o risco e o prazo. Afinal, diversificação é a chave para o seu sucesso como investidor.

O importante é que você já sabe que deixar o seu dinheiro na poupança não é um bom negócio.

E quanto mais você demorar para tomar uma atitude, mais as suas economias serão engolidas pela inflação. 

Quero meu dinheiro rendendo de verdade!

Você não precisa investir sozinho!

Mas se você ainda não sente segurança para tirar o seu dinheiro da poupança, não se preocupe: não é preciso investir sozinho!

A BlueTrade conta com uma assessoria especializada para te ajudar nessa transição. 

Nossos profissionais buscam pelas as melhores oportunidades e produtos alinhados com seus objetivos. 

Vale lembrar que recebemos o prêmio TIER 1 da XP, como um dos escritórios que mais agregaram valor e eficiência às carteiras de renda fixa dos clientes!

Então não perca mais tempo, fale com um assessor BlueTrade e faça o seu dinheiro render mais! 

Quero meu dinheiro rendendo de verdade!

A MAGIA DE VENCER


EXPERT SESSION | EARVIN ‘MAGIC’ JOHNSON E ANA LAURA MAGALHÃES
Higor Vieira, Investimentos Blue

“Magic” Johnson, um dos maiores exemplos da historia do basquete, trouxe algumas lições da sua trajetória. Disse que, para chegar onde está, teve muitos mentores, no qual repassa os mesmos conselhos para outros jovens.

E relatou que jogar contra Michael Jordan era divertido, pois sempre admirava ela, e hoje são bons amigos.

Comentou sobre o momento dos esportes na pandemia. Hoje temos varias modalidades no mundo todo, acontecendo sem os torcedores.

Porém, os torcedores são os que geram as maiores receitas aos clubes, e um dia será preciso que voltem as quadras.

Mas fora isso, na visão dele, é importante a presença deles. Os jogadores possuem melhor desempenho quando sentem a energia vinda do público.

Ele contou um pouco sobre sua experiência no empreendedorismo. Quando se lidera uma equipe, é preciso passar a mentalidade de vencer. Isso faz com que todos os integrantes sejam cada vez melhores.

Johnson relatou sobre como investe. Ele gosta de analisar o track record da empresa nos últimos 4 ou 5 anos, se sua receita está crescendo, pra que direção a empresa vai, as perspectivas futuras da companhia e também as pessoas envolvidas, do CEO até as equipes de gestão.

Ele relatou quando era um jovem jogador de basquete na faculdade. Na época as duas maiores empresas era Adidas e Converse.

Ambas ofereceram contratos a ele por muito dinheiro. Nisso, a Nike que era iniciante, ofereceu a mesma quantia e até ações da companhia. Ele recusou a Nike, e se arrepende até hoje disso.

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BlueTrade lança #AjudaQueTransforma

Lançada pela BlueTrade, escritório da XP Investimentos, a campanha beneficiará instituições de Franca, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Uberaba, Uberlândia e Patos de Minas

Muitos lares para idosos sofreram impacto direto da pandemia do novo coronavírus. Abrigando o público mais afetado pela doença, essas instituições viram as doações despencarem ao longo dos últimos meses.

Para ajudar a reverter essa situação nas cidades onde atua, a BlueTrade lançou nessa semana a campanha Ajuda que Transforma, voltada para lares de Franca, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Uberaba, Uberlândia e Patos de Minas.

“Sabemos da grande necessidade que os lares possuem, pois a maioria deles sobrevive com o benefício do próprio idoso e de doação anônima da população, que neste momento de pandemia teve seu poder aquisitivo diminuído, o que levou a uma consequente queda nas doações”, explica Wagner Vieira, sócio-fundador da empresa.

A campanha é realizada totalmente on-line e foi lançada já com a doação inicial de R$ 30 mil da BlueTrade, uma das maiores operações da XP Investimentos no Brasil.

O objetivo é arrecadar, pelo menos, R$ 100 mil até o final de setembro. Assessores de investimentos e clientes da BlueTrade estão convidados a colaborar, assim como toda a população.  O valor total arrecadado será dividido entre os lares (veja a lista abaixo).

“Queremos convidar a todos para que façam parte desse movimento. Os idosos ajudaram a construir nosso país e agora temos que ajudá-los nesse momento crítico”, comenta Wagner.

Ele ressalta ainda que a campanha deverá ser contínua e realizada pela empresa mesmo após o fim da pandemia. “Além da doação, os planos são de, depois do final da pandemia, nossos assessores poderem dedicar algumas horas por semana para visitar esses lares e ouvir as histórias incríveis e ensinamentos dos idosos .”

Os interessados em participar da campanha Ajuda que Transforma devem acessar o site www.charidy.com/ajudaquetransforma e doar o quanto desejarem. Não há limite mínimo e nem máximo para a doação.

Entidades apoiadas pela campanha:

Lar Ofélia – Franca (SP)

Lar Vicentino Padre Alaor – Patos de Minas (MG)

Casa do Vovô – Ribeirão Preto (SP)

Asilo Schimidt – São José do Rio Preto (SP)

Associação de Amparo ao idoso Flor da Idade – Uberaba (MG)

Lar André Luiz – Uberlândia (MG)

Webinar: Inovação e o Futuro dos Investimentos no Brasil, com Guilherme Benchimol.

No último sábado, 27/06, a BlueTrade realizou o webinar “Inovação e o Futuro dos Investimentos no Brasil” com a ilustre presença de Guilherme Benchimol, CEO e sócio-fundador da XP Inc. com intermediação de Wagner Vieira, sócio-fundador da BlueTrade.

Ações juntos transformamos e ESG 
14m15s até 20m20s

Alguns tópicos foram abordados, como a ação social “Juntos Transformamos”. Na visão do Guilherme, o principal intuito é espalhar a corrente do bem.

Se não puder ajudar numa causa existente, faça a diferença e ajude uma causa próxima de você. Com esse sentimento sairemos mais rápido da crise.

O que tem para nos dizer sobre esses momentos de crise?
21m19s até 28m06s

Segundo Guilherme, nas crises é preciso se moldar com velocidade, se adaptar as mudanças e manter a cabeça positiva. Ele utilizou os exemplos abaixo:

  • Seja capim e jamais seja bambu.
  • Se molde com velocidade, se adapte rápido.
  • O empreendedor de verdade gosta das crises.
  • Na pista seca dificilmente o Senna ultrapassava 10 carros em uma única volta, mas quando tinha uma chuva forte ele fazia isso! Superação.

    Se aproxime do seu cliente, isso é o mais importante.

Como são seus investimentos na pessoa física
34m30s até 39m43s

Guilherme também chegou a expor sua carteira pessoal de investimentos, com alocações em fundos de ações, ativos internacionais, ativos de créditos brasileiros (debêntures, CRIs e CRAs), dentre outros.

Mas ele frisou que cada investidor tem o seu perfil e o benefício maior virá com pensamento em longo prazo.

  • 50% em fundos de ações
  • Aproveita as crises para comprar um pouco mais de ações ou investir mais nos fundos de ações. 
  • Os outros 20% em ativos internacionais, 15% a 20% em ativos de crédito brasileiro (debêntures, cri, cra)
  • 5% em outros ativos como COEs.

Inovação: Home office até o final do ano e a Villa XP
39m45s até 47m27s

No começo da pandemia, a decisão do home office foi difícil. Mas isso engajou uma nova forma de trabalho no negócio, fazendo com que o home office se estendesse e que fosse criado o projeto Villa XP, que segundo ele, ficará pronto até ano que vem.

Cultura e Partnership
47m30s até 55m34s


Ele também reforçou sobre a cultura da empresa e o modelo partnership. É imprescindível que a empresa tenha uma cultura forte.

É importante que os sócios e colaboradores sejam fanáticos na cultura do negócio. Segundo ele, este será o maior legado que se levará na história da XP.

E sobre o recente assunto polêmico entre Itaú e XP, é importante o mercado ter competição. Mas a publicidade do Itaú foi uma comunicação infeliz e que afetou a honra da empresa e da profissão do assessor. Ele acredita que esta confusão já tenha sido superada, mas isso mostra que é nítido o incômodo dos bancos frente ao crescimento da XP. O monopólio bancário de altas tarifas e serviços inapropriados está acabando, e a XP seguirá forte na ambição de transformar o mercado financeiro.

Polêmica Itaú e XP Investimentos
55m38s até 1h00m30s

E sobre o recente assunto polêmico entre Itaú e XP, é importante o mercado ter competição. Mas a publicidade do Itaú foi uma comunicação infeliz e que afetou a honra da empresa e da profissão do assessor.

Ele acredita que esta confusão já tenha sido superada, mas isso mostra que é nítido o incômodo dos bancos frente ao crescimento da XP.

O monopólio bancário de altas tarifas e serviços inapropriados está acabando, e a XP seguirá forte na ambição de transformar o mercado financeiro.

  • Itaú é um acionista importante, mas que não interfere nas decisões da companhia.
  • Se os acionistas não estão satisfeitos com a XP, que vendam suas ações.

Mensagem final 

Como mensagem final, a maior felicidade na vida é termos um propósito. Não é somente o dinheiro. Nós nascemos em busca de uma missão.

O que motiva ele a continuar após tantos recordes é amar o que faz, estar junto de pessoas boas que também querem mudar o mundo, e sempre buscar ser melhor a cada dia.

Assista a essa live inspiradora e cheia de conteúdo no canal na BlueTrade no Youtube:


Um panorama sobre os fundos multimercados

A nova realidade

No dia 17 de Julho o Comitê de Política Monetária do Banco Central (COPOM) decidiu diminuir a taxa básica de juros do país (SELIC) para 2,25% ao ano, a menor já vista. Além disso, sinalizou que pode haver mais espaço para cortes no futuro. 

Montar uma carteira de investimentos atualmente está mais difícil. Aqueles 1% ao mês em épocas de SELIC a 14% ao ano provavelmente não voltarão. Além disso, para obter retornos mais significativos, diferentes estratégias deverão ser montadas.

Como os títulos de renda fixa são atrelados à inflação ou a taxa básica de juros, não há dúvidas que serão os ativos mais afetados dentro dos investimentos. Eles ainda serão uma peça importante dentro das carteiras, mas para conseguir uma rentabilidade mais atrativa, uma maior diversificação e exposição ao risco será necessária. 

Fundos Multimercados

É neste momento que os fundos multimercados podem fazer a diferença dentro da carteira do investidor. Os fundos de investimentos multimercado, segundo a Anbima, são uma classe de fundos que possuem uma política de investimento livre, sem concentração específica de ativos. Sendo assim, podem ter diferentes estratégias de investimentos. 

Obter uma parcela da carteira em diferentes fundos pode trazer uma estratégia interessante para o investidor. Ao mesmo tempo que alguns fundos podem apresentar uma gestão mais conservadora, focando em papéis de renda fixa, outros podem apresentar uma gestão mais agressiva, com ações e exposição ao câmbio. 

Sendo assim, estes fundos podem ser classificados por suas estratégias de investimento. Abaixo, uma breve descrição de cada estratégia, de acordo com a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima):

  • Macro: fundos que realizam operações em diversas classes de ativos (renda fixa, renda variável, câmbio etc), com estratégias de investimento baseadas em cenários macroeconômicos de médio e longo prazos.
  • Trading: fundos que realizam operações em diversas classes de ativos (renda fixa, renda variável, câmbio etc.), explorando oportunidades de ganhos a partir de movimentos de curto prazo nos preços dos ativos.
  • Long and Short – Direcional: fundos que fazem operações de ativos e derivativos ligados ao mercado de renda variável, montando posições compradas e vendidas. O resultado deve ser proveniente, preponderantemente, da diferença entre essas posições. Os recursos remanescentes em caixa devem estar investidos em cotas de fundos Renda Fixa.
  • Long and Short – Neutro: fundos que fazem operações de ativos e derivativos ligados ao mercado de renda variável, montando posições compradas e vendidas, com o objetivo de manterem a exposição financeira líquida limitada a 5%. Os recursos remanescentes em caixa devem estar investidos em cotas de fundos Renda Fixa.
  • Juros e Moedas: fundos que buscam retorno no longo prazo via investimentos em ativos de renda fixa, admitindo-se estratégias que impliquem risco de juros, risco de índice de preço e risco de moeda estrangeira. Excluem-se estratégias que impliquem exposição de renda variável (ações etc).
  • Livre: fundos sem compromisso de concentração em alguma estratégia específica.
  • Capital Protegido: fundos que buscam retornos em mercados de risco procurando proteger, parcial ou totalmente, o principal investido.
  • Estratégia Específica: fundos que adotam estratégia de investimento que implique riscos específicos, tais como commodities, futuro de índice.

Como podemos ver, os fundos multimercados possuem uma grande diversidade de estratégias que podem ser alocadas dentro de diversos perfis de investimentos. Além disso, dependendo do momento de mercado, cada fundo pode apresentar uma estratégia específica para aproveitar oportunidades de longo e curto prazo. 

Panorama de 2020

Dentre todos os fundos que são registrados na Anbima, os fundos multimercados representam 23% do destino dos recursos dos investidores, ficando apenas atrás dos fundos de renda fixa. São mais de R$ 1 trilhão alocados. 

Além disso, tanto este ano quanto nos últimos 12 meses, os fundos multimercados foram o segundo destino mais comum dentro os investidores que alocaram em fundos, ficando atrás somente dos fundos de ações.

Só neste ano, foram mais de R$ 18 bilhões de reais de captação.  Enquanto os fundos de renda fixa tiveram resgate de mais de R$ 100 bilhões.

O destaque dentro dos multimercados vai para fundos com estratégia de investimentos livre e aqueles que investem no exterior, do qual foram destino de mais de 50% dos recursos. 

Todos sabemos que o ano de 2020 que sofreu impactos econômicos por causa da pandemia. Entretanto, considerando o rendimento médio ponderado de todos os fundos multimercados, os mesmos apresentaram um rendimento positivo neste ano de 1,24%. O mesmo que os de renda fixa e cerca de +20,00% acima dos de ações, com desempenho de aproximadamente de -19% no ano.

Os fundos multimercados de estratégia livre e long e short neutro foram os melhores desempenhos dentro do ano de 2020, apresentando rendimentos positivos na casa de 0,20% e 2,08% no ano. 

É importante destacar que as rentabilidades passadas não são garantia de rentabilidades futuras. Além disso, como cada fundo possui gestão focada em estratégias diferentes, tais estratégias desempenham de maneira diferente de acordo com o contexto macroeconômico. A variedade de fundos multimercados é um fator positivo para a diversificação da carteira do investidor.

Portanto, é de extrema importância ler o regulamento do fundo, entender sua política de investimento e taxas, além de conhecer como que a gestão do fundo performa. Além disso, contar com a ajuda de um profissional para orientar é essencial para manter as carteiras balanceadas.




Webinar – XP Private US

No último Sábado, 13/06, foi realizado o webinar “XP Private: Soluções de Investimento Externo e Portfólio Global” com a presença de Rodolfo Bastos e Ellen Cavacini que representam a XP Private US, e intermediação de Eliseu Hernandez e Arthur Constâncio, da parte de Produtos e Alocação na BlueTrade.

Alguns tópicos foram abordados, como a importância da diversificação do patrimônio dos clientes em alocação internacional.

Para investidores que querem viver de renda no longo prazo, é necessário uma alocação de parte do patrimônio em moeda forte para se proteger da volatilidade de países emergentes (como o Brasil) no longo prazo.

Há também a importância da organização fiscal, tributaria e sucessória, onde a mesa da XP Private US também possui uma constituição dessas estruturas.

Alem disso, a mesa reforça que é imprescindível a diversificação de grandes clientes, possibilitando a eles um acesso a plataforma global de investimentos.

Hoje, para que o patrimônio em investimentos se acumule no longo prazo, é preciso que o investidor aprenda a tomar riscos, passe a lidar com volatilidade e diversifique a carteira de forma geográfica.

Hoje mais de 90% dos clientes são brasileiros, e a mesa institucional da XP Private US é a terceira maior mesa de operações do mundo.

Eles reforçaram também que as oportunidades no mercado exterior são maiores. A nossa Bolsa brasileira representa somente 1,34% da Bolsa mundial.

E a maior parte das oportunidades de investimentos nos principais setores (tecnologia, saúde, etc) se encontram lá fora em maior escala.

Como exemplo, somente o giro diário de ações da Apple no mercado americano já é maior do que o volume negociado por todas as ações da Bovespa durante um pregão regular.

Saiba mais sobre o mercado de investimentos: