Blue3 e SpaceMoney anunciam parceria e lançam novos canais de informação

Um dos ativos mais valiosos do século 21 é a informação. Diariamente, fatos econômicos, políticos e sociais interferem no nosso cotidiano e, para quem investe e pensa no futuro, estar por dentro desses acontecimentos no momento certo pode significar a diferença entre lucro e prejuízo. 

Informar com agilidade e trazer análises de qualidade é a missão dos novos canais Bolsa de Valores e Proteção e Futuro, focados no cotidiano da B3 – a bolsa de valores brasileira – e nos mercados de seguros e previdência.

O portal SpaceMoney, especializado na cobertura do mercado de capitais e em produção de conteúdo com foco em educação financeira, é o responsável pela organização editorial e hospedagem do projeto, que tem patrocínio da Blue3. A empresa, escolhida pela XP Investimentos como melhor escritório de agentes autônomos do Brasil em 2021, colabora também com conteúdo analítico baseado nas recomendações e relatórios da corretora.

“Esses novos canais especiais de informação nascem em linha com os princípios que norteiam o negócio da Blue3, de valorizar a informação de qualidade e fomentar a educação financeira. Quem respira o mercado financeiro precisa estar sempre ligado no mundo ao redor e, para nós, é uma grande satisfação poder oferecer essa conexão”, destaca Wagner Vieira, CEO da Blue3.

“A Blue3 é o parceiro ideal para o início da nossa área de projetos especiais, que está desenvolvendo novos canais temáticos sobre segmentos importantes do mercado de capitais e da economia, como criptomoedas, investimentos no exterior, agronegócio e saúde, entre outros, sempre em parceria com empresas que são referência em seus ramos de atuação. Vem muita coisa boa por aí”, adianta Fabio Murad, CEO da SpaceMoney

Mais informação sobre a bolsa

Segundo dados divulgados pela B3 no início de agosto, atualmente 3,9 milhões de pessoas físicas têm conta para investimentos em renda variável. Para quem faz parte desse grupo — ou tem interesse em conhecer e acompanhar o mercado acionário —,  o canal Bolsa de Valores é um passaporte para os pregões.

Dessa forma, é possível acompanhar as cotações dos papéis pela ferramenta SpaceNow, se informar sobre os principais fatos relevantes no universo das empresas listadas e conferir o desempenho do Ibovespa e dos principais índices internacionais. Tudo acompanhado pela contextualização dos profissionais da Rede Blue3.

Portanto, além de notas rápidas, a página trará também conteúdos de fôlego, como reportagens, lives e entrevistas em diferentes formatos, incluindo texto, infográficos e vídeos.

Clique aqui e acesse o canal Bolsa de Valores.

Seu futuro está garantido?

Sabemos que não é possível prever o futuro, mas você pode sim, construir o seu! Por isso, se planejar financeiramente, investir em previdência privada e contar com produtos de seguro são medidas indispensáveis para alcançar esse objetivo. 

Porém, infelizmente, essa não é a realidade da maioria dos brasileiros. Segundo o “Raio-X do Investidor”, pesquisa realizada pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) em julho deste ano, apenas 9% dos brasileiros investem em previdência privada. A maioria (71%) respondeu que dependerá da previdência social (INSS) ou do próprio salário, ou seja: não pretendem parar de trabalhar.

Foi pensando nisso que nasceu o canal Proteção e Futuro, cujo o objetivo é ajudar esse público a ter uma nova consciência financeira, trazendo reportagens sobre educação e planejamento do orçamento pessoal.

Entre os temas estão dicas de como economizar, além das opções de planos de previdência que estão em evidência no mercado e de produtos de seguro que atendam às necessidades dos diferentes perfis de famílias.

Clique aqui para conhecer o canal Proteção e Futuro.

Qual é o seu próximo sonho? Você já definiu as suas metas?

Traçar um planejamento financeiro é essencial para conquistar seus objetivos, e claro, a Blue3 pode te ajudar a alcançá-los.

Procure um assessor Blue3 agora, e comece a investir com excelência!

A Expert XP 2020 já começou!

O mercado financeiro se prepara todos os anos para o maior evento sobre investimentos no mundo, a Expert XP. Não é à toa que quando o evento presencial foi cancelado, por conta do agravamento dos casos da covid-19 no Brasil, todos nós lamentamos.

O evento vem se reinventando a cada ano, e a cada nova edição vai ocupando espaços ainda maiores na formação de assessores de investimentos e clientes.

Isso porque o evento tem uma agenda de conteúdos muito robusta, que vão de assuntos ligados à política, economia, inovação, produtos financeiros, até mesmo, conteúdos mais comportamentais, como resiliência, liderança e histórias de superação.

Felizmente a XP Investimentos, decidiu que não havia motivo para o evento não acontecer esse ano. Sendo assim, 2020 marca um novo ciclo para o evento. Sendo realizado pela primeira vez de forma 100% digital e gratuita.

Legado Digital

Quando os mercados internacionais foram abalados pelo início da crise do Coronavírus, durante a celebração do carnaval, o mercado sabia que sentiria os impactos.

Enquanto muitas instituições se esconderam, a XP decidiu fortalecer sua comunicação com seus clientes. Com uma agenda poderosa de lives com nomes como, Ministro Paulo Guedes, Howard Marks e Luis Stuhlberger.

Nascia assim um legado digital que daria espaço para que a Expert XP 2020 pudesse ser realizada.

Com propósito de melhorar a vida das pessoas, propósito da XP, o conteúdo sempre foi focado em como ajudar investidores, empreendedores e qualquer pessoa que buscasse conhecimento, a entender o cenário atual, se preparar para a retomada e se ajustar a um momento, sem precedentes em nossa geração.

Expert XP 2020

A mudança no formato não foi a única inovação da Expert XP 2020. O evento foi completamente reestruturado, passando a ter 5 dias de duração, stands virtuais, Hub 360, com conteúdo em todas as mídias em que a marca está presente, e claro, palestrantes que conversam diretamente com o momento atual.

Malala Yousafzai, Nassim Taleb, Adena Friedman, Ray Dalio e Magic Johnson são apenas alguns do nomes, que irão fazer parte da programação.

O intuito é levar conteúdo de qualidade, de forma democrática e com real impacto na vida das pessoas. Educação financeira sempre foi um dos grandes pilares da XP (a empresa nasceu focada em cursos sobre investimentos).

Por isso tornar acessível todo conhecimento dos maiores especialistas e cabeças pensantes, em um só evento e de forma gratuita, é algo que apenas a XP Investimentos faria no Brasil.

Conteúdo a um clique
Acompanhar todo o conteúdo disponível nesses 5 dias, , e que faça sentido pra você, requer planejamento. Existem diversos conteúdos simultâneos, com focos e abordagens diferentes, por isso faremos junto à BlueTrade a cobertura do evento nas redes sociais.

Você também pode se inscrever AQUI e conferir todo o conteúdo preparado pelo evento em uma plataforma, preparada exclusivamente para receber você. No site do evento você também encontra, a programação completa e detalhes exclusivos.

Esperamos por você nessa edição histórica do maior evento de investimentos do mundo!

Redes sociais da BlueTrade

Instagram: https://www.instagram.com/BlueTradeInvest/
Facebook:
https://www.facebook.com/BlueTradeInvest
Linkedin:
https://www.linkedin.com/company/BlueTradeInvest
YouTube:
https://www.youtube.com/BluetradeTv

Investimentos: Mais uma vez, diversifique

Semana passada, escrevi sobre a diferença entre risco sistemático (não diversificável) e o risco não sistemático ou diversificável (relembre aqui).

Esse nome se baseia no fato de que a diversificação pode reduzir e muito o risco do seu portfólio de investimentos.

Esse risco pode ser decomposto em risco de mercado, risco de crédito, risco de liquidez e risco setorial (existem outros, mas esses são considerados os principais).

Observe que o risco aqui se refere à incerteza do resultado, não à probabilidade de um resultado ruim.

Claro que normalmente associamos risco à possibilidade de perda, entretanto na definição de incerteza de resultado, o risco também pode ser a nosso favor se o resultado for positivo.

Apenas não era possível saber no início do investimento se seria um ganho ou uma perda. O risco de mercado é o risco de perdas em investimentos financeiros causadas por movimentos adversos de preços.

Exemplos de risco de mercado são: mudanças nos preços de ações ou de commodities, movimentos nas taxas de juros ou flutuações cambiais. Esse risco se refere à volatilidade do preço do ativo (é, geralmente, calculada pelo desvio padrão).

Quanto maior a volatilidade, maior o risco de mercado desse ativo. É possível diminuir esse risco diversificando em várias classes de ativos. Por exemplo, ações, renda fixa e ouro. Quanto mais descorrelacionados os ativos da sua carteira, mais a volatilidade estará controlada.

Já o risco de crédito é a possibilidade de uma perda resultante da falha do devedor em pagar um empréstimo ou cumprir obrigações contratuais. Isso é medido pelo Rating do ativo. Se tiver uma classificação baixa (<BBB) o emissor tem um risco de inadimplência relativamente alto.

Por outro lado, se tiver uma classificação boa (AA ou AAA), o risco de inadimplência será progressivamente diminuído. Ao diversificar em vários ativos de renda fixa, é possível diminuir consideravelmente o risco de crédito. É muito mais difícil várias empresas darem calote do que uma só.

Liquidez é um termo usado para se referir à facilidade com que um ativo ou título pode ser comprado ou vendido no mercado. Basicamente, descreve a rapidez com que algo pode ser convertido em dinheiro. Isso pode ser um risco, por exemplo, ao comprar um imóvel.

Caso precise se desfazer rapidamente, será necessário oferecer um grande desconto. Quanto maior a liquidez do ativo, menor será o desconto na hora de sair.

Para reduzir esse risco, tenha em seu portfólio ativos altamente líquidos para que possa acessá-los em caso de emergência.

A diversificação setorial é sobre não ter muita exposição a nenhum setor. Pois existem riscos inerentes ao setor, que por mais diversificado que esteja dentro dessa fatia do mercado, ainda sim estaria exposto ao mesmo resultado.

Por exemplo, é possível ter ações de várias empresas aéreas, porém todas estão com aviões parados sem conseguir fazer receita, pois os voos ainda estão muito restritos. Diversificar (sim, mais uma vez) em papéis de vários setores é a solução.

Existem outros riscos como, por exemplo, o risco de inflação, mas você já sabe a resposta. A diversificação vai reduzir ao máximo esse risco.

Um portfólio de investimentos com uma grande variedade de ativos é capaz de diluir de forma significativa o risco não sistemático.

Como os Fundos Imobiliários se comportaram durante a pandemia?

O mercado imobiliário sempre despertou grande interesse pelos investidores brasileiros. A compra e venda de terras e imóveis já construídos é algo que existe em grande escala dentro da vida financeira dos investidores. É uma das maneiras mais antigas de obter retornos.

Entretanto, o mercado imobiliário brasileiro está passando por mudanças há muitos anos e os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) apresentam um leque maior de opções para o investidor. Uma gestão profissional e maior liquidez agarraram o protagonismo destas mudanças. 

Euforia e novidades

Só no ano passado, o principal índice do setor, IFIX, valorizou mais de 35%. Além disso, a quantidade de investidores inseridos neste mercado saltou de 100 mil no começo de 2019 e alcançou 700 mil no final do mesmo ano.

Foram mais de 60 novas ofertas de fundos no mercado e uma captação acima de R$ 20 bilhões. 

Os FIIs podem ser uma alternativa de diversificação na categoria de renda variável interessante na carteira do cliente. O setor possui uma correlação positiva com os indicadores macroeconômicos do país e em um ambiente com juros baixos, seus dividendos podem compor um rendimento mensal que agrada muita gente. 

Até o vírus começar a se espalhar pelo Brasil e obrigar uma quarentena generalizada, o setor imobiliário estava em patamares de crescimento.

Segundo Imovelweb, os preços de aluguéis residenciais aumentaram de 6% a 10%, dependendo da localização. Junto a isso, as taxas de vacâncias vinham diminuindo a cada trimestre, com destaque para os galpões logísticos. 

A pandemia fechou tudo

Entretanto, o mercado imobiliário não passou isento dos efeitos que o novo Coronavírus causou. Apesar de ter apresentado uma queda mais resiliente do que o Ibovespa, o IFIX, em sua mínima, apresentou uma queda maior que 32%. Além disso, o setor também irá incorporar mudanças bruscas causadas pela pandemia. 

Os fundos imobiliários negociados na bolsa investem em ativos reais e que fazem parte da economia real do país. Isso significa que uma crise reflete tanto nos preços das cotas quanto no repasse de dividendos.

Sem sombra de dúvidas, o setor de hotéis e varejo foi o mais afetado dentro do grupo de FIIs. Segundo a Abrasce, Associação Brasileira de Shopping Centers, 577 foram fechados durante quase  dois meses.

Isto trouxe uma redução no consumo, revisão nos contratos de aluguel e uma incerteza grande para os grandes centros comerciais. 

Fundos neste grupo sofreram quedas no preço de suas cotas em razões de 40% e alguns deles suspenderam o pagamento de dividendos por falta de fluxo financeiro. 

Junto aos fundos de shoppings, os fundos de tijolos de lajes corporativas apresentaram um impacto grande nos preços de suas cotas e na distribuição de dividendos.

Com grande parte das pessoas em suas residências, baixa atividade econômica e escritórios fechados, fundos nestes segmentos apresentaram uma dificuldade de performar. 

Além disso, uma mudança comportamental que a pandemia trouxe em relação ao trabalho em casa pode mudar o futuro dos escritórios. 

De maneira mais resiliente, os fundos de galpões logísticos e recebíveis apresentaram um desempenho melhor dos que os outros.

O crescimento do e-commerce, que representa somente 5% do varejo total e cresce de 4 a 5 vezes a mais que o varejo físico, e a qualidade dos títulos nas carteiras desses fundos mostraram uma força maior nestes meses de quarentena. 

Perspectivas

Assim como grande parte das empresas com ações na bolsa, os FIIs apresentaram um desconto muito grande por causa do pânico e incertezas que o Coronavírus trouxe para a economia.

O momento atual traz cautela tanto na realização, quanto na compra de novos investimentos no setor imobiliário. 

É interessante avaliar variáveis que irão impactar o mundo dos fundos imobiliários tanto no curto, quanto no médio e longo prazo. 

Em uma primeira etapa, entender o tipo e qualidade do inquilino que está dentro dos ativos desses fundos é um passo essencial para entender a dinâmica de comportamento que o fundo pode apresentar.

Além disso, nos fundos de recebíveis, conhecer quais papéis de quais empresas também segue a mesma linha. 

Em um segundo momento, entender as condições em que o fundo opera no momento atual é de extrema importância. Prazo de contratos, tipos de contratos, dívidas contratadas e vacância nos ativos destes fundos mostrará ao investidor uma “foto” do que encontrará para os próximos meses. 

Em uma terceira etapa, identificar o desempenho financeiro do fundo considerando seu preço de mercado e patrimonial pode dar dicas em como o fundo está sendo visto dentro do mercado. 

Junto a isso, considerar a consistência do desempenho e as decisões tomadas pela gestão dão dicas importantes também. Se o fundo já passou por crises anteriores, seu desempenho nestes períodos são interessantes de avaliar. 

Finalmente, como dito anteriormente, o mercado imobiliário tem uma correlação positiva com os indicadores macroeconômicos do país. Isto é, caso o país cresça, o setor imobiliário também tende a crescer.

Portanto, estar atento aos indicadores e desempenho de alguns setores e projeções sobre consumo e construções dão sinais valiosos. 

Os fundos de shopping e lajes podem ter tido um impacto maior no curto prazo com o fechamento dos estabelecimentos. No entanto, a retomada e re-abertura podem ser momentos importantes.

Já os fundos de galpões logísticos e recebíveis foram mais resilientes ao impacto do vírus na economia, no entanto, esses impactos podem ser vistos mais para frente com o desenvolvimento da economia real pós esforços monetários e fiscais do covid. 

Aprenda mais sobre fundos imobiliários:






A pandemia na visão de grandes nomes do mercado

Nas últimas semanas, a BlueTrade tem realizado um trabalho exemplar de levar informação aos clientes, investidores e pessoas em geral por meio de lives diárias via Instagram e lives semanais via Zoom, com presença exclusiva de grandes nomes do mercado financeiro e setor empresarial no Brasil. E cada um deles trouxe sua visão a respeito da atual crise de pandemia do coronavírus que estamos enfrentando, e suas consequências no âmbito econômico.

Uma delas foi a presença de Henrique Bredda, co-fundador do Alaska Asset Management. Segundo ele, a diferença desta crise para as outras é a queda rápida em pouco tempo. Os motivos da crise sempre são diferentes, porém os efeitos são sempre os mesmos, como queda de ativos, onda de pessimismo, horizonte nebuloso no longo prazo, e falta de esperança.

Tivemos a participação ilustre de Ana Laura Magalhães, a “@explicaana” das redes sociais e sócia da XP Inc. Segundo ela, o coronavírus está fazendo uma grande transformação nas pessoas, e as empresas também precisam se reinventar. Mas sempre temos que nos lembrar do pequeno e médio empresário, que estão passando por dificuldades e que precisam de técnicas e ideias de apoio para que possam se sustentar.

Outra participação foi de Gustavo Aranha, gestor da GEO Capital. Segundo ele, dentro deste cenário incerto, é importante que o investidor faça uma diversificação “geográfica” dos seus investimentos, melhorando a relação risco/retorno e diminuindo a volatilidade.

Segundo João Simões, chefe da mesa de Estruturados da XP, esta crise é mais humanitária do que econômica. O número de desemprego nos EUA é assustador, muitas empresas fechadas e pessoas forçosamente em casa. E que, além da crise, também nos encontramos no meio de um processo de eleição, e que enquanto não se resolver o problema do vírus, continuraremos a ter volatilidade.

Alexandre Silvério, CIO da asset Az Quest, também mencionou que a parada da atividade é muito grande, e o exercício da análise é como se dará a reabertura da economia que está estacionada, e como serão as mudanças de hábito daqui pra frente.

Adeodato Volpe Netto, sócio-fundador da Eleven Financial, projetou que o mercado deve ficar incerto até o 3º trimestre do ano, mas que pode haver leve recuperação no 4º trimestre. Devemos voltar ao patamar anterior da crise somente em 2021. Segundo ele, o mercado passou a ser altamente seletivo diante de todas as incertezas que surgiram com a crise. A volatilidade está muito alta, mas a formação dos preços se dará gradativamente.

Lucas Feitosa, especialista em Renda Variável na XP, a crise de saúde que estamos vivendo projeta uma retomada mais difícil, por estarmos dependentes de uma solução paliativa. Segundo ele, a crise é diferente a de 2008, onde a conta era sobre valores. Hoje a crise é totalmente dependente da situação do vírus no mundo.

Tivemos a presença de Fabrício Garcia, VP Comercial e Operações de Lojas Físicas do Magazine Luiza. Segundo ele, a empresa tem se sobressaído com a crise por meio do e-commerce, e que o processo de digitalização que já vem sendo feito há algum tempo por eles têm beneficiado muito os vendedores, lojistas, empresários, e até pessoas físicas que podem vender por meio da loja online. Os acionistas fizeram uma filantropia de 10 milhões para auxiliar na recuperação econômica e, segundo ele, após a pandemia, teremos uma sociedade mais humana, solidária e colaborativa, e este será o principal legado.

A última participação foi de Beto Zampini, vice-presidente do Grupo Imediato, empresa de logística de diversos segmentos. Segundo ele, alguns setores específicos (como agronegócio, farmácias, supermercados, e-commerce, dentre outros) que não tiveram restrição na crise conseguiram forte crescimento, fazendo com que grande parte do setor logístico fosse beneficiado.

Continue acompanhando as redes sociais da BlueTrade e não perca nossas próximas lives. Este trabalho magnífico tem cumprido o intuito de trazer informações de qualidade de grandes nomes do mercado brasileiro, para nossos clientes e investidores em geral.

Ações: códigos de negociação e suas categorias

Ao iniciar o investimentos em ações, nos damos de cara com uma nomenclatura específica para a bolsa de valores. Cada empresa negociada na bolsa tem um ou mais código (ticker) de negociação, a depender da estrutura de capital da companhia.

Tipos de ações

Antes de entrar na nomenclatura propriamente dita, devemos saber quais são os tipos de ações. 

Existem dois tipos de ações: as ordinárias e as preferenciais. No caso da primeira, o investidor que as detenha tem o direito a voto em assembleias, fazendo parte propriamente dito do bloco de sócios que podem controlar a empresa. As ações ordinárias também são conhecidas por ON. 

O investidor que tenha ações preferenciais, têm a prioridade na participação nos resultados da empresa. Isso faz com que no pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio, o investidor tenha o direito de receber primeiro esse proventos. As ações preferenciais também são conhecidas por PN.

Além disso, dentro da classe de ações preferenciais, pode existir subdivisões chamadas de Preferenciais A, B, C e D, conhecidas pelas siglas PNA, PNB, PNC e PND. 

Códigos de negociação

Cada empresa tem um ou mais código de negociação. Cada código é formado por quatro letras maiúsculas, que a empresa pode escolher no momento da emissão, seguidos de um número, que indica qual a classe da ação: se ordinária ou preferencial.

As ações ordinárias terminam com o número 3. Assim sendo, as ações ordinárias da Natura, são negociadas sob o código NATU3. 

As ações preferenciais comuns são negociadas com o sufixo 4. Desta forma, as ações preferenciais da Petrobras são negociadas sob o código PETR4. 

Caso a empresa tenha subdivisões em suas ações preferenciais, elas serão negociadas acompanhadas dos sufixos 5, 6, 7 e 8, representando as preferenciais A, B, C e D respectivamente. 

Portanto, as ações preferenciais A da Usiminas são negociadas com o código USIM5, ao passo que as ações preferenciais B do Banrisul são negociadas com o código BRSR6. 

Um outro caso que temos, são as ações da classe Unit. As units são pacotes, onde poderão ser inseridas uma determinada quantidade de ações preferenciais e ordinárias. Essas units são negociadas com o sufixo 11. 

Indo para um exemplo, as units do Banco Inter são negociadas sob o código BIDI11. Dentro deste pacote, existem duas ações preferenciais e uma ação ordinária. Ou seja, dentro de uma BIDI11, existem duas BIDI4 e uma BIDI3. 

Outros códigos de negociação

É importante dizer que para o sufixo 11, também emprega o código de negociação dos ETFs. Desta forma o BOVA11 representa o ETF que segue o Índice Bovespa, assim como o SMLL11 segue o Índice Small Caps. 

Para os recibos de ações estrangeiras negociados na bolsa brasileira, o código de quatro letras é seguido pelos números 33 e 34. Temos, por exemplo, as ações da Biotoscana sendo negociadas pelo código GBIO33. 

Quando uma empresa está fazendo uma oferta subsequente de ações, ela dá aos atuais acionistas o direito de subscrever novas ações. Esses direitos de subscrição são negociadas com os sufixos 1 e 2, representando o direito sob ações ordinárias e preferenciais respectivamente. 

Um direito de subscrição das ações ordinárias da Arezzo são negociados sob o código ARZZ1, enquanto um direito para as ações preferenciais do Itaú Unibanco são negociadas sob o código ITUB2. 

Conclusão

Com o incentivo da B3 para que as empresas se listem no segmento Novo Mercado, hoje em dia é difícil vermos novas emissões que não sejam de ações ordinárias. 

Assim sendo, a maioria das ações são negociadas com o final 3 e a tendência é que no futuro todas as ações passem para a classe de ações ordinárias.