Risco x retorno: você sabe avaliar a performance dos seus investimentos?

Antes de ler este artigo, responda às seguintes perguntas mentalmente:

Você sabe avaliar o risco x retorno dos seus investimentos financeiros? Você tem certeza que se montar sua carteira de investimentos sozinho, vai conseguir, de fato, obter os resultados efetivos planejados? 

Por mais que já tenha alguma experiência com investimentos, você sabe se a maneira como alocou os ativos no seu portfólio de investimentos vai te ajudar a sobreviver às incertezas e oscilações do mercado? Sua carteira possui a diversificação adequada de acordo com o seu perfil de investidor? 

Se todas as suas respostas forem “não” ou “talvez”, eu tenho dicas valiosas, venha comigo!

O assunto “investimento” ainda é um tema muito novo para diversas pessoas, dentro do núcleo familiar, então, nem se fala. Quem nunca ouviu a avó dar aquele “sábio” conselho: “Meu neto, lembra de guardar um dinheirinho na poupança!”

O fato é que, nos últimos anos, milhares de pessoas vêm tentando desvendar o tão aclamado mistério: “Como investir bem o meu dinheiro?”. Hoje, eu quero ter uma conversa franca com você: sobre como fazer com que seu patrimônio vire renda de verdade e se multiplique! 

Talvez você ainda nem tenha se dado conta da importância de não deixar seu dinheiro mal investido ou quase parado na caderneta de poupança, provavelmente, porque é mais simples deixar como está.

Talvez você esteja cansado de deixar seus recursos no banco e ao olhar o extrato do mês, perceber que quase nada mudou; talvez você simplesmente ainda não tenha sido apresentado a uma alternativa confiável que possa gerar rendimentos consistentes para tudo o que você conquistou com tanto trabalho; talvez você até já invista, mas ainda não sabe, de verdade, qual o melhor investimento para você; ou talvez você esteja arriscando demais seu patrimônio por não conhecer a relação risco x retorno dos investimentos. 

E é justamente para te mostrar que sim, o seu patrimônio pode crescer ainda mais de forma consistente, sólida e sustentável, que eu estou aqui hoje.

Muito se ouve falar da relação entre o “risco x retorno” dos investimentos. O risco está associado ao grau de incerteza sobre o investimento no futuro; quanto maior o retorno pretendido, maior o risco para que se tenha a chance de atingir o tão sonhado retorno.

Na teoria, as relações econômicas e financeiras deveriam ser assim, mas na prática, nem sempre são. Chegou a hora de você entender, de uma vez por todas, como funciona a relação “risco x retorno” dos investimentos! 

Mais comum do que se imagina, no dia a dia, vemos muitos investidores se expondo a riscos altíssimos em busca de retornos muitas vezes irreais, mas há uma equação bem simples e eu vou te ensinar.

Para atingir um determinado Valor Futuro, temos quatro variáveis:

  • Valor Presente (que é valor com qual se inicia sua aplicação);
  • Período (é o horizonte de tempo que precisaremos para atingir este objetivo em dias, meses ou anos);
  • Valor da Parcela (valor do aporte diário/mensal/anual que aplicamos para esse objetivo); 
  • Rentabilidade Esperada (a taxa de juros que esperamos obter em nossa aplicação).

Hoje em dia, temos muitas pessoas que buscam somente o investimento que possa dar a maior rentabilidade possível, ignorando totalmente os outros fatores. 

Acabam se esquecendo, porém,  que uma rentabilidade maior, quase sempre, vem atrelada a um risco maior também; e pra piorar ainda mais, ignoram completamente os demais itens da equação, principalmente, esquecem da disciplina dos aportes periódicos que são ainda mais importantes que a rentabilidade.

Disciplina nos aportes é algo que podemos controlar e depende somente de nós, enquanto a rentabilidade não. 

Então, como ficaria melhor, o conselho da avó? “Meu filho, antes de investir, é muito importante que você tenha em mente que vai precisar montar uma carteira de investimentos de acordo com seus objetivos, respeitando o seu perfil de investidor”. 

O sucesso da sua estratégia de investimentos precisa estar alinhado às suas características pessoais, mas tenha muito cuidado, esse é um universo cheio de armadilhas. 

Ao buscar novas oportunidades no mercado, você irá se deparar com inúmeras ofertas e é fundamental que você saiba definir ou procure ajuda profissional para identificar quais delas se enquadram melhor nos seus objetivos e perfil de risco.

O que fazer, então?

  1. Seja conservador em suas expectativas. Diminuindo sua rentabilidade esperada, você precisará de maiores aportes mensais e, caso a rentabilidade seja maior que a simulada, você vai alcançar seu objetivo mais cedo;
  1. Tenha disciplina, faça religiosamente os aportes programados. Se o objetivo for aposentadoria, considere a hipótese de utilizar um bom plano de previdência privada que, certamente, vai lhe ajudar a criar disciplina;
  1. Busque investimentos de acordo com seu perfil de investidor, não invista em algo apenas por estar na moda ou por achar que terá o maior retorno. Em momentos de queda dos preços dos ativos, você pode não aguentar o impacto e vender seu ativo no momento errado;
  1. Não pule de galho em galho;
  2. Não deixe o emocional dominar você. 

Por fim, tenha consciência que se você tentar trilhar esse caminho sem um acompanhamento profissional a chance de cair em armadilhas ou seguir por uma rota que vai te deixar mais distante do seu objetivo final é muito maior do que você imagina. 

Da mesma forma que você procura um médico antes de iniciar qualquer tratamento que envolva sua saúde física e mental, é preciso buscar um profissional do mercado financeiro para cuidar da saúde do seu patrimônio. 

Para falar com um assessor, clique aqui. 

Seguro de vida: quando fazer e quais os benefícios?

O seguro de vida é uma das alternativas para quem quer fazer o planejamento sucessório e é uma proteção importante que muitos ainda não tem ou não sabem ao certo como contratar. 

E aqui vai um destaque, principalmente, para a quantidade baixa de brasileiros que possuem esse serviço. A pandemia fez com que as buscas pelo seguro no primeiro semestre de 2021 aumentassem 19% em relação ao ano passado. 

Mas, segundo pesquisas, apenas 15% possuem de fato um seguro de vida. Esse é um dado preocupante e mostra que as pessoas ainda não colocam em sua lista de prioridades a segurança para o futuro. 

Que bom que você está aqui, isso quer dizer que está interessado ou interessada em proteger você e sua família. 

Como funciona o seguro de vida?

Existem diversos tipos de seguro atualmente. Quando você compra um carro, geralmente escolhe um seguro do automóvel para ter a certeza que em caso de furtos ou batidas, você será restituído. 

Com o seguro de casa também é assim. E é basicamente como funciona o seguro de vida. Ele serve para garantir que o patrimônio e a integridade da família sejam assegurados, caso aconteça algum imprevisto com o titular, como acidentes, problemas de saúde, entre outros.

Mas é claro que o tipo de cobertura pode variar com mais ou menos abrangência. Tudo depende do plano contratado. Mas, vamos colocar duas situações para exemplificar de modo geral.

A primeira é a seguinte: vamos imaginar que o titular do seguro sofreu um acidente inesperado e faleceu. No caso, os seus beneficiários, ou seja, as pessoas escolhidas pelo titular no momento da contratação seguro (pode ser família ou não), recebem uma indenização. 

Na segunda situação: o titular contraiu uma enfermidade que o impede, de forma permanente,  de trabalhar. Nessa situação, o seguro pode indenizar o próprio segurado, ainda em vida. 

Esses foram dois exemplos, mas existem diversas situações em que pode haver a cobertura do seguro, como diárias de internação hospitalar, despesas médicas, doenças graves. 

Inclusive, é possível garantir até o auxílio-funeral, que cobre todas as despesas se o falecimento ocorrer durante o período de vigência do seguro.

Quando e como fazer um seguro de vida?

Basta estarmos vivos para algo acontecer, certo? Então, não existe um momento certo ou hora indicada para isso. 

O correto mesmo é ter um seguro de vida o quanto antes, inclusive, se você é jovem. Porque, pensar que esse tipo de apólice é só para pessoas mais velhas, é um engano. 

Para contratar, primeiro você precisa selecionar uma seguradora de confiança, que possa te oferecer um plano com a abrangência que você precisa, por um valor que caiba no seu orçamento.

Abrangências 

De antemão, vamos deixar aqui algumas das possibilidades que o cliente pode optar ao definir o seu seguro de vida. A abrangência pode ser em: 

  • Caso de morte do segurado;
  • Doenças graves;
  • Invalidez permanente total ou parcial por acidente;
  • Invalidez permanente total por acidente;
  • Invalidez permanente por acidente majorada;
  • Invalidez funcional permanente total por doença;
  • Invalidez laborativa permanente total por doença;
  • Despesas médicas, hospitalares, odontológicas;
  • Diárias de incapacidade temporária;
  • Diárias por internação hospitalar;
  • Auxílio funerário.

Entretanto, preste muita atenção nessa regra. A SUSEP (Superintendência de Seguros Privados) estabeleceu que todo seguro de vida, independente do plano, precisa ter proteção obrigatória no caso de morte, independente da causa. 

Valores 

Os valores da apólice podem variar não só de acordo com os serviços oferecidos, mas também pelas características do cliente, como idade, profissão, sexo e até mesmo os hábitos do segurado.

Mas, por que os hábitos? Bom, porque a rigidez do seguro e os valores podem ser modificados dependendo do perfil do cliente. 

Por exemplo, um cliente que tem uma profissão arriscada ou já possui um problema de saúde iminente ou até mesmo é mais velho, possui necessidades e riscos diferentes de um cliente que é jovem, saudável e trabalha em casa. 

E antes de contratar um seguro, fique atento  também a questões muito importantes como os riscos excluídos; carência da apólice; abrangência geográfica do serviço; valor máximo de capital segurado; valor do prêmio e disponibilidade dos produtos de seguro. 

É preciso se certificar, ainda, se o plano que você está contratando é individual ou coletivo. 

Apólice individual

A apólice individual, como o próprio nome já sugere, é o seguro de vida em que o segurado negocia diretamente com a seguradora. 

Neste tipo de apólice, o seguro é personalizado, ou seja, atende especificamente às necessidades e características do cliente e de sua família, como exemplificamos no tópico acima. 

O seguro de vida individual é a opção mais apropriada para famílias que buscam proteção especial e de longo prazo. 

Apólice coletiva 

Já a apólice coletiva é o serviço que atende as necessidades de um grupo de pessoas, no caso de funcionários de uma empresa, por exemplo. O número de pessoas necessário para compor a apólice pode variar de acordo com a seguradora. 

Como é um plano mais generalista, o valor costuma ser mais acessível e sua função é atender às necessidades básicas do grupo. A apólice é renovada de tempos em tempos, mas – no caso de empresas – se houver o desligamento do funcionário, automaticamente o benefício é perdido. 

Seguro de vida no planejamento sucessório 

Além dos benefícios que falamos nos tópicos acima, o seguro de vida é muito importante para o planejamento sucessório. Lembra que falamos no início deste artigo sobre a importância do seguro para a proteção da família? 

Leia nosso artigo exclusivo sobre planejamento sucessório aqui.

Pois é. O seguro de vida é uma ferramenta facilitadora no processo de sucessão. Isso porque, em caso de morte do segurado, a liberação da indenização é rápida (chega a ser paga em menos de 15 dias), diferente de outros meios como o inventário. E principalmente porque, por lei, o seguro de vida nunca integra o inventário.

Outro ponto é que o capital do seguro de vida não está sujeito às dívidas do segurado. Assim, eleva o nível de segurança e agilidade para garantir os recursos necessários dos beneficiários para o processo sucessório.

Deu para ver o quanto o seguro de vida é fundamental para garantir a proteção do seu patrimônio e a qualidade da sua vida e da sua família, né? Mas, como falamos, não se esqueça de buscar profissionais e seguradoras de confiança. 

Para falar com os profissionais da área de seguros da Blue3, clique aqui.

Como e por que fazer o planejamento sucessório?

Construir um legado sólido e que pode ser aproveitado por muitas gerações é, com certeza, motivo para se sentir confortável. 

Entretanto, existem burocracias – não tão confortáveis assim – que precisam ser levadas em consideração, como as que envolvem o planejamento e a preservação de tudo que foi conquistado, seja por você ou pela sua empresa, por exemplo.  

Por isso, pensar em planejamento sucessório, além de necessário, é uma demonstração de respeito a todo o seu esforço e trabalho. 

Neste artigo, vamos explicar exatamente o que é um planejamento sucessório, quais as opções e os riscos de não pensar no futuro. 

O que é planejamento sucessório?

Ninguém gosta de imaginar o dia em que vai morrer, ou pensar como a família vai seguir caso não esteja mais aqui. Algumas pessoas até pensam que lidar com esse tipo de assunto “atrai”. Mas, a verdade é que não tem como deixar para depois. 

Essa é uma etapa decisiva da vida de uma pessoa. Além de ser uma forma de garantir que todo o seu patrimônio seja distribuído da forma correta, sem se “perder” ou ficar desprotegido após sua partida. 

Afinal, nós investimos nosso dinheiro e trabalhamos para que, no futuro, seja possível desfrutar de tudo que foi conquistado. Imagine, então, se todo esse esforço fosse desperdiçado por uma falta de planejamento em vida? 

Vamos pensar em uma situação hipotética, na qual o nosso personagem fictício, Pedro, não fez o seu planejamento sucessório. Em um dia comum, se envolveu em um acidente de trânsito e, infelizmente, faleceu. 

Pedro era casado, pai de dois homens e empresário. Bom, o que aconteceu foi que, a família, além de ter que lidar com a terrível dor da perda, precisou ir atrás das burocracias do inventário para organizar como o patrimônio de Pedro e sua empresa seriam administrados a partir dali. 

E você sabe como é o processo de inventário? 

Precisamos dizer que, a grosso modo, fazer o inventário é um processo demorado, podendo levar anos.

Além disso, os custos para fazer um inventário podem representar até 20% dos bens, porque envolve o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD); a alíquota de cada estado –  entre 1,5% e 8% e custos de cartório.

Ainda, para o processo do inventário, tem também a taxa jurídica que fica entre 2% e 12% (segundo a tabela da OAB). Ou seja, são muitos os encargos que vão precisar ser descontados diretamente dos bens da pessoa que faleceu. 

Até aqui, já deu para observar, o quão custoso é – em todos os sentidos – ficar à mercê desse processo. Bom, temos também um outro ponto: 

Como os herdeiros são escolhidos no processo de inventário?

O que a maioria sabe é que, os herdeiros legítimos – descendentes, ascendentes, cônjuges/companheiros e colaterais até o 4º grau – têm direito a uma quota do montante total do patrimônio. 

Quando há um herdeiro só, o processo é menos burocrático e, às vezes, é até possível escapar do inventário. Mas, quando há mais de um herdeiro, não há como fugir. 

E, ainda, se não há acordo de divisão entre as partes, fica mais complicado. Tão complicado a ponto de, em muitos casos, ser necessário um juiz para intervir e decidir como será a partilha. 

Qual é a saída para facilitar toda essa burocracia e evitar problemas por falta de planejamento? Bom, chegamos ao ponto da pergunta do início. 

O planejamento sucessório é uma alternativa de formalizar a divisão dos bens e a proteção do patrimônio, ainda em vida, por um custo bem menor, respeitando todos os desejos da pessoa que possui os bens e para que, se algo acontecer, a transferência das titularidades seja rápida. 

Tem dúvidas sobre o assunto? Clique aqui e fale direto com nossos profissionais. 

Como é feito o planejamento sucessório?

Para fazer o planejamento sucessório, é necessário traçar estratégias de acordo com a intenção da pessoa interessada. Mas, entre as possíveis estratégias e formas de fazer isso, vamos elencar em tópicos quais são as principais. 

Seguro de vida

O seguro de vida é uma ferramenta imprescindível no planejamento sucessório. É nele que se inicia tudo, como se fosse o  “bê-á-bá” da sucessão. 

Isso porque, a principal adversidade que herdeiros enfrentam no momento da sucessão é a ausência de liquidez financeira para custear o processo de inventário e manter o padrão de vida.

Os bens do falecido invariavelmente ficam indisponíveis, o que acaba sendo um problema de difícil solução. O seguro de vida tem um ponto de destaque em relação às outras ferramentas como a previdência privada, por exemplo. 

Por lei, o seguro de vida nunca integra o inventário, mesmo em processos com litígios – disputas judiciais. Além disso, ele pode ser contratado por uma fração do valor necessário para a sucessão. 

Portanto, é a ferramenta com maior nível de segurança e custo-benefício na hora de garantir aos herdeiros os recursos necessários para o custeio de todo o processo sucessório.

Testamento 

Essa é uma das práticas mais conhecidas e é até comum ouvirmos que uma pessoa deixou um testamento antes de morrer. Mas, como funciona? No testamento, a pessoa pode escolher como será feita a distribuição dos seus bens. 

No entanto, é preciso que a legislação seja respeitada. E está na lei que 50% do patrimônio deve ser, obrigatoriamente, transferido aos herdeiros necessários

E os outros 50% são livres para serem destinados a quem o “testador” quiser, sem necessariamente precisar ser da família. 

Previdência Privada

A previdência privada é outra estratégia bem interessante quando o assunto é planejamento sucessório. Para isso, é necessário contratar um plano que esteja alinhado com essas expectativas. 

No momento de contratar o plano, já é possível estabelecer os beneficiários (herdeiros) dos recursos e, caso ocorra a morte do titular, o valor é repassado para as pessoas escolhidas, sem precisar aguardar muito tempo. 

Outro ponto positivo é que na maioria das vezes, não há necessidade de passar pelo processo de inventário e, ainda, não tem incidência do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) – existem exceções em algumas localidades do país.

Entretanto, em processos de sucessão com litígio – conflito de interesses – o juiz pode incluir a previdência no inventário, inviabilizando o recebimento dos recursos. 

Se você quiser entender mais sobre como funciona a previdência privada, clique aqui e confira nosso artigo exclusivo sobre o tema!

Doação 

Uma alternativa é fazer doação em vida. A pessoa interessada pode fazer doações dos seus bens em vida para os herdeiros, como uma estratégia de organizar o seu planejamento. 

O interessante é que o doador pode continuar usufruindo dos seus bens até a sua morte. E para utilizar o bem, o beneficiário também precisa consultar o doador, caso esteja vivo. Para isso, a doação é repassada com reserva de usufruto. 

As doações podem ser repassadas sem custo, desde que seja respeitada a máxima anual definida pelo estado. 

Holding familiar

A Holding familiar é uma outra forma de facilitar os processos de transferência e tributação. Para isso, o interessado abre uma holding, ou seja, uma empresa que vai reter o patrimônio da família, e os sócios são os herdeiros. 

Decidi fazer meu planejamento, e agora?

Escolher fazer o planejamento sucessório é, com certeza, uma forma de cuidar de tudo o que foi conquistado por você e é tão importante porque evita muitas burocracias desnecessárias que podem prejudicar o seu patrimônio.

Como destacamos acima, existem diversas intercorrências quando todas essas questões não são organizadas em vida. 

Envolve dor de cabeça dos familiares e possíveis desavenças; custos altos que são retirados do próprio patrimônio e o tempo de liberação dos bens que pode, inclusive, deprecia-los. 

Ao tomar a decisão de fazer o seu planejamento sucessório, é preciso ter em mente que é essencial ter o auxílio de profissionais que entendam do assunto, como o planejador financeiro. Afinal, estamos falando de uma decisão muito importante e que envolve a qualidade de vida de todos. 

Esse profissional vai alinhar com você quais são os principais objetivos para poder entender qual será a estratégia e os instrumentos ideais para organizar o seu patrimônio e aproveitá-lo da melhor forma.

Ficou com dúvidas? Clique aqui para conversar. 

Consegui organizar minhas finanças, por onde começo a investir?

Investir não é uma tarefa tão complexa como muitas pessoas imaginam, no entanto, requer atenção, afinal, se feito de forma errada você pode sofrer prejuízos. Uma das primeiras coisas que alguém que deseja começar a investir precisa fazer é organizar suas finanças, ou seja, fazer um planejamento financeiro. 

É a partir daí que você vai: definir os seus objetivos financeiros, conhecer o seu perfil de investidor, montar uma reserva de emergência, escolher uma corretora de valores e estudar sobre os investimentos.

Entenda melhor cada um desses processos:

Objetivos financeiros

Um objetivo financeiro é aquilo que você deseja alcançar financeiramente, seja no curto prazo (até 2 anos), médio prazo (2 a 5 anos) ou longo prazo (acima de 5 anos). 

Eles são fundamentais na sua jornada como investidor, pois te guiam em suas escolhas de investimentos. Afinal, quando você sabe onde quer chegar, fica mais fácil pensar em estratégias.

Perfil de investidor

Também conhecido como suitability, o perfil de investidor é uma análise que identifica quais são as suas características e tolerância a riscos quando o assunto é investimento, classificando você entre alguns perfis de investidor.

Para ter acesso ao seu perfil, tudo que você precisa fazer é responder perguntas, como: período em que você deseja manter os seus aportes, idade, situação financeira, conhecimento de mercado e objetivos.

O questionário que irá traçar seu perfil serve como uma importante ferramenta para te guiar na hora de investir, deixando mais fácil saber quais modalidades de investimentos se encaixam melhor no que você busca.

Por conta disso, é importante ser o mais fiel possível com as informações na hora de responder as perguntas, pois elas te ajudarão a fazer boas escolhas na hora de aplicar o seu dinheiro.

Há diferentes perfis de investidor no mercado, os três mais comuns utilizados pela grande maioria das corretoras de valores são: conservador, moderado e arrojado.

Conservador – segurança é o mais importante, se propõe a assumir menores riscos e por consequência um menor retorno;

Moderado – segurança é importante, porém o investidor aceita certo risco para buscar um maior retorno;

Arrojado – o investidor já tem um maior conhecimento de mercado, a tolerância a risco é alta para conseguir um maior retorno.

Reserva de emergência

Construir uma reserva financeira é fundamental para quem investe. Isso porque ela é essencial e existem investimentos seguros e com facilidade de resgate para fazermos aplicações com esse objetivo.

De forma simples, essa reserva poderá te ajudar a superar obstáculos financeiros que surgem e não estão inclusos no seu orçamento, como imprevistos. O mais correto é que você guarde, pelo menos, o equivalente a 6 vezes os seus gastos mensais.

Corretora de valores

Uma corretora de valores é uma instituição financeira responsável por fazer a intermediação entre você e as aplicações financeiras. Sendo assim, é importante ter atenção quanto à escolha da sua corretora.

É preciso conferir as taxas, o portfólio de ativos, selos e certificações, atendimento e plataforma para avaliar qual atende melhor às suas necessidades. Além disso, é fundamental verificar se a mesma é autorizada a atuar no mercado financeiro.

Estudo dos investimentos

O conhecimento sobre investimentos te abre portas para a independência financeira. Sabendo disso, é importante que você estude mais sobre como funciona o mercado, os tipos de ativos e como tomar decisões inteligentes com base em seus objetivos.

Atualmente, temos ricas fontes de informação, como livros, blogs, redes sociais, aplicativos, podcasts e muito mais. O importante é encontrar aquela que mais te agrada para continuar aprendendo a cada dia sobre essa área.

Venha para a Blue3 e dê o primeiro passo na construção do seu legado financeiro.

ABC do Mercado – Educação financeira: o primeiro passo para investir no seu legado

Hoje em dia, mais do que nunca, é fácil o acesso para os investimentos. Corretoras disponibilizam ferramentas que possibilitam a qualquer pessoa, por meio do smartphone, investir em diferentes tipos de ativos, seja na renda fixa ou variável. 

Contudo, para quem está iniciando é necessário antes dar um passo atrás: como conseguir fazer “sobrar” dinheiro para investir? A resposta para essa pergunta é relativamente simples: com educação e planejamento financeiros. 

Mas onde adquirir conhecimento e informação com credibilidade? Confira!

Primeiro passo: organize-se!

Nenhum centavo vai sobrar se você não souber onde está gastando o seu suado dinheirinho. Por isso, anote todos os gastos, das contas mensais recorrentes (como a conta do celular) até o lanche que você tomou na padaria. 

“Pode não parecer, mas pequenos gastos diários, como o cafezinho, podem se transformar em uma grande despesa mensal que te tira do caminho da independência financeira”, explica Amanda Fraioli, especialista  em educação financeira na Blue3.

Acha muito complicado andar com um caderninho para anotar todas as despesas? Então dê as boas-vindas ao século XIX. Atualmente existem diversos aplicativos para smartphone que te ajudam a colocar a vida financeira nos trilhos, como o Organizze, Wallet, Fortuno, Guiabolso, entre outros. 

Nesta matéria, o portal SpaceMoney traz mais detalhes sobre esses e outros apps de organização. Confira!

Outra estratégia utilizada por muitos investidores (e descrita no livro Pai Rico Pai Pobre, do escritor Robert T. Kiyosaki) que também pode te ajudar a poupar e começar a investir é “pagar a si mesmo primeiro”. 

Como funciona? Ao receber o salário, a primeira “despesa” que você paga são os seus investimentos. Em segundo, as contas urgentes e recorrentes. O que sobrar fica para gastos supérfluos, como a pizza do final de semana. Dessa forma, em vez de “esperar sobrar” para investir, você já garante sua aplicação mensal logo no primeiro dia!

Organizou-se financeiramente? Então, venha aprender!

“O risco vem de você não saber o que está fazendo”. Essa é uma das frases mais famosas do megainvestidor internacional Warren Buffet, que ficou bilionário investindo na Bolsa de Valores americana. 

Qual é a grande lição que esse ditado pode te trazer? Quanto mais conhecimento você adquire, menores são os riscos de sofrer grandes prejuízos, até mesmo no mercado de ações, conhecido pela sua volatilidade.

Segundo a B3, a Bolsa de Valores brasileira, até agosto deste ano 3,8 milhões de investidores já tinham aberto contas em corretoras para negociar em renda variável. Se você é um deles, mas ainda não se sente confortável comprando papéis nos pregões, o melhor caminho é buscar compreender como funciona o mercado acionário. 

Mas com tanto conteúdo disponível na internet, por onde começar? De olho na necessidade que esse público iniciante tem de obter conhecimento de forma estruturada, a Blue3 criou um braço educacional na empresa — a Blue3 Educação e lançou um curso chamado “Aprenda a investir na Bolsa”.

O objetivo é levar aos investidores iniciantes tudo que eles precisam saber para começar a investir na Bolsa de Valores. Na linha de frente estão líderes das mesas de renda variável e fixa da empresa, como Patrick Johnston, Bruno Moura, Abner Gonçalves e Vitor Faleiros. 

“O objetivo é que o aluno entenda de vez o funcionamento da Bolsa de Valores e saiba reconhecer as melhores oportunidades para a sua carteira de investimentos, podendo se basear em um conteúdo teórico elaborado pela nossa equipe, que vive o cotidiano dos mercados de renda fixa e variável.”, destaca Abner.

“Esse é um curso projetado para quem não acredita nas fórmulas mágicas de enriquecimento da internet e nem quer cair no ‘efeito manada’, adquirindo ativos porque todo mundo está comprando. Ele traz as ferramentas que o iniciante da Bolsa precisa para iniciar com o pé direito no mercado de ações’, completa Patrick. 

O curso inclui apostila digital com todo o conteúdo das aulas e o aluno ainda conta com 12 meses de acesso integral ao conteúdo, para rever e aprender cada vez mais. “Investir em conhecimento é adquirir segurança para fazer as melhores escolhas, seja na vida ou nos investimentos”, resume Amanda Fraioli, especialista em educação financeira na Blue3.

Conhecimento + informação de qualidade = o melhor caminho para o seu legado

Além de conhecer a fundo o mercado de capitais, manter-se atualizado sobre a conjuntura econômica e os diversos fatos do cotidiano que influenciam nos investimentos é essencial para obter bons resultados. 

Tendo em vista esse objetivo, o portal SpaceMoney passou a disponibilizar, desde o início de setembro, dois canais digitais que têm patrocínio da Blue3 e são imperdíveis para quem quer acompanhar de perto o dia a dia do mercado. São eles:

Bolsa de Valores – conteúdo diário sobre o desempenho do Ibovespa e fatos relevantes que afetam as empresas listadas na B3. O canal traz ainda carteiras recomendadas pela XP Investimentos, além de entrevistas e reportagens especiais.

Proteção e Futuro – Previdência privada e seguro de vida são produtos essenciais para a carteira de qualquer investidor. O objetivo do canal Proteção e Futuro é desmistificar o funcionamento desses produtos, além de trazer notícias diárias sobre planejamento financeiro e desempenho de investimentos em renda fixa.

Assim, você tem acesso rápido e gratuito a conteúdo e informação de qualidade sobre o mercado financeiro. 

E se você quer começar a investir mais ainda não teve a orientação de um profissional, clique aqui e fale diretamente com um assessor Blue3.

Guia completo sobre investimentos para iniciantes

Enfim, você decidiu dar o primeiro passo rumo à liberdade financeira e buscar outras alternativas além da poupança. Mas, como em qualquer início, imaginamos que você ainda esteja descobrindo e assimilando todas as informações do universo dos investimentos. 

Isso é comum. O mercado financeiro pode parecer confuso no começo, mas é um espaço rico em possibilidades para a construção do seu patrimônio. 

Mas, nunca é tarde e sempre é tempo de aprender. E foi por esse motivo, que preparamos um guia completo sobre investimentos para iniciantes. 

Como começar a investir? 

Antes de mais nada, você precisa se conhecer. O que queremos dizer com isso? Você precisa entender o quanto você está disposto a investir; com qual frequência; se você tem tolerância ao risco e a volatilidade do mercado; e por fim, quais são os seus objetivos a curto, médio e longo prazo. 

As respostas desse processo vão te mostrar qual é o seu perfil de investidor. E saber qual é o seu perfil é a premissa para todo o restante que virá a seguir. 

Os perfis principais do mercado  foram classificados pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), e são: 

Perfil conservador 

O investidor conservador é adepto à segurança, priorizando aqueles produtos que oferecem menor risco e estabilidade na carteira de investimentos. Mesmo que, para isso, tenha uma rentabilidade um pouco menor. 

Por isso, tendem a optar pelos investimentos em renda fixa. E os produtos mais comuns neste sentido são os CDBs, Títulos Públicos e os Fundos de Renda Fixa. 

Perfil moderado 

Esse investidor se preocupa menos com os riscos do que o conservador. Entretanto, ainda tende a priorizar a segurança na hora de investir. 

O investidor moderado costuma aderir alguns produtos que oferecem uma rentabilidade maior a longo prazo, se arriscando mais. 

Produtos como CDBs, Previdência Privada, Fundos Multimercados, Fundos Imobiliários e Ações podem fazer parte da lista de interesses desses investidores. 

Perfil arrojado ou agressivo 

Esses investidores possuem mais tolerância aos riscos em busca de uma rentabilidade maior. Por isso, costumam ousar e investir, preferencialmente, em renda variável, como a compra de ações e derivativos. 

A Bolsa de Valores costuma ser o ambiente em que os investidores mais arrojados costumam participar com frequência. 

Se planejar para começar a investir 

Agora que você já viu quais são os perfis dos investidores, podemos avançar para o próximo ponto, que é o do planejamento financeiro. 

Investimento não é um passatempo e muito menos a promessa de enriquecer do dia para a noite, mas sim uma forma de organizar a sua vida financeira, para que o dinheiro que você poupa renda mais e que você construa um patrimônio para ter um futuro digno e confortável. 

É saber utilizar os seus recursos de hoje da melhor forma. Por isso, desde o princípio, você precisa definir qual é a quantia que vai dispor mensalmente, com responsabilidade, para os seus investimentos.

A responsabilidade é o ponto-chave no planejamento. Antes de aplicar todo o seu montante em operações visando o lucro, é importante ter em mente que a reserva de emergência precisa entrar como uma das prioridades nesse processo. 

Mas, por que? A vida é repleta de surpresas, boas e ruins, e basta estar em movimento para uma vez ou outra sermos surpreendidos com imprevistos. 

Por exemplo: 

Sabe quando você decide que neste mês vai reservar um dinheiro para viajar com a família? E justamente nesta mesma época o seu carro quebra, seu animal de estimação fica doente ou você precisa dar manutenção em algo da sua casa que está com problemas. 

É desta mesma forma que acontece com os investimentos. Vamos supor que você esteja investindo em algum produto que esteja apresentando bons resultados. Mas, um desses imprevistos acontecem. Você certamente irá precisar deslocar a sua rentabilidade para resolver essa questão. 

Por isso existe a reserva de emergência. Ela é essencial para todos os tipos de investidores e vai garantir que os seus investimentos continuem saudáveis mesmo nas adversidades.

Como montar uma reserva de emergência? 

Primeiro, é preciso entender quais são os seus gastos fixos. Porque os especialistas do mercado orientam que a reserva de emergência deve cobrir de seis a nove meses dos gastos fixos de uma pessoa. 

Além disso, a reserva de emergência não deixa de ser um investimento também. Por isso, alocar esse montante em uma aplicação que ofereça liquidez diária – que você pode retirar a qualquer momento – e rentabilidade, faz toda a diferença. 

Alguns exemplos de produtos com liquidez diária, são: o Tesouro Selic, CDBs, Fundos de Investimento de Renda Fixa. 


Clique aqui e abra a sua conta. 

Quais são os investimentos mais indicados para iniciantes?

Essa é uma pergunta bem comum feita por quem está começando. Por isso, para finalizar o artigo, vamos falar sobre 3 investimentos, que já citamos acima, e são interessantes para os iniciantes.

  1. CDB

O CDB é um Certificado de Depósito Bancário emitido pelos bancos. É um investimento conhecido e bem comum na renda fixa. Esse produto oferece menos risco, como a poupança, porém com mais rentabilidade. Isso porque os rendimentos começam a contar desde o dia da aplicação.

Existem três tipos: o prefixado, pós fixado e híbrido. Além disso, pode ser tanto de liquidez diária, quanto de resgate apenas no dia do vencimento.

Leia mais sobre o CDB aqui.

  1. Fundos de Investimento de Renda Fixa

Os fundos de investimento funcionam assim: o investidor se junta a um grupo que tem o interesse de investir nos mesmos ativos, assim, cada investidor adquire uma cota e recebe a participação nos resultados.

Eles são administrados por gestoras responsáveis. Os fundos de renda fixa possuem 80% dos seus investimentos em títulos, como o nome já sugere, de renda fixa e os outros 20% em derivativos. 

Por isso, é um fundo considerado de menor risco também. 

Para saber mais sobre fundos, leia o artigo “Tipos de fundo de investimentos”.

  1. Tesouro Direto 

O Tesouro Direto é um programa do Tesouro Nacional criado pelo governo com o objetivo de gerenciar as dívidas públicas. 

Então, são títulos públicos em que o investidor empresta dinheiro para o governo em troca de rentabilidade. O Tesouro Direto se encaixa em um dos investimentos mais seguros do mercado atualmente. 

Esses títulos podem ser prefixados, pós-fixados e híbridos. 

Saiba também “Como investir em Renda Fixa de forma inteligente”.

Dica bônus: essa é uma dica que pode evitar muitos tropeços no início dessa jornada. Cada investidor tem objetivos particulares.

Por isso, os movimentos de “manada” em que muitos investidores acabam tomando a mesma decisão por influência de outras pessoas, podem ser prejudiciais e levar muitos ao erro. É essencial alinhar a análise fundamentalista do mercado feita por profissionais com os objetivos de cada um.

E, claro, você não precisa estar sozinho ou sozinha na hora de investir. Conte com a ajuda de quem entende e é especialista de mercado. 

Se você tem dúvidas sobre as suas opções para investir, clique aqui e converse com um assessor Blue3.

A importância de diversificar sua carteira de investimentos

Já ouviu aquela frase “Não coloque todos os ovos na mesma cesta”? Mas você sabe qual é o verdadeiro sentido dessa frase quando falamos de investimentos?

Simples! Se você colocar todos os ovos na mesma cesta, e ela cair, fatalmente todos os ovos irão se quebrar. O mesmo ocorre com os investimentos

Por que diversificar?

Por exemplo, se você comprar apenas ações de empresas que dependem de exportação, e ocorrer alguma crise mundial que afete a exportação de produtos brasileiros, provavelmente você vai ter grandes perdas na sua carteira de investimentos.

Qual é a solução? Divida os “ovos” em várias cestas. Se uma delas cair, ainda teremos “ovos” em outras cestas. E é assim que devemos agir nos investimentos. Ao diversificar sua carteira de investimentos em diversas classes de ativos: renda fixa, ações, fundos imobiliários, câmbio, juros, ouro, etc.

A combinação desses diferentes ativos irá reduzir a fragilidade da sua carteira, oferecendo proteção para momentos de tensão econômica em nível local ou internacional.

Um termo bastante utilizado nos investimentos é a volatilidade. Sendo bem simples e prático, volatilidade representa o grau de oscilação que a rentabilidade da sua carteira pode ter ao longo do tempo.

Óbvio que o objetivo de todos os investidores é buscar o máximo de rentabilidade com segurança. Mas é impossível ter um desempenho acima da média nos investimentos, sem ter o mínimo de exposição a risco.

Quando diversificamos a carteira em diversas classes de ativos, estamos buscando atingir esse objetivo: aumentar a rentabilidade, com volatilidade controlada.

Diversificação para diferentes perfis

O perfil do investidor vai determinar o grau de volatilidade que teremos na carteira.

Investidores de perfil conservador são avessos a riscos. Portanto, devem buscar produtos com baixa volatilidade e menor risco. Geralmente tem a taxa Selic como referência de rentabilidade. 

Se você tem acompanhado as notícias, sabe que a SELIC está em 2% ao ano. Isso significa 0,17% ao mês. A caderneta de poupança atualmente rende 70% do CDI. Isso significa . Ou 0,12% ao mês.

No outro extremo, temos o investidor do perfil agressivo. Este, aceita investir em produtos que tem alta volatilidade. Isso implica ter investimentos na carteira que podem ter rentabilidades negativas em determinados períodos. 

Esses investidores aceitam esse tipo de situação, em troca de rentabilidades bem superiores à Selic no médio e longo prazo.

Independente do seu perfil, a recomendação é que você tenha a sua carteira diversificada

Se você tem perfil conservador, vamos alocar mais em renda fixa e reservar uma parte pequena para produtos de classe mais moderada. 

Se o seu perfil é mais arrojado, vamos alocar mais em renda variável, entretanto, deixando sempre uma parte na renda fixa, com objetivo de trazer um pouco de segurança para a carteira.

A diversificação de investimentos é uma técnica de diluição de risco, que visa a maximização de ganhos. Ela consiste em alocar recursos em diferentes aplicações financeiras, de modo que o desempenho negativo de uma não signifique perdas na carteira como um todo.

Se você “deixar todos os ovos na mesma cesta”, pode acabar tendo grandes perdas.

Se você é conservador e quer mais rentabilidade, considere aumentar sua alocação em produtos de mais exposição a risco (ações e fundos multimercados), e não se sinta desconfortável ou incomodado com perdas em determinados momentos. Isso significa um deslocamento do perfil conservador rumo a um perfil mais agressivo.

Se você é agressivo e quer mais estabilidade, considere aumentar sua alocação em produtos de renda fixa e não espere rentabilidades muito acima da Selic. Isso significa um deslocamento do perfil agressivo rumo a um perfil mais conservador.

A seguir temos uma sugestão de alocação de recursos, conforme o perfil de investidor.


RF = Renda Fixa

Por fim, independente do seu perfil de investimentos, seja disciplinado. Siga sua estratégia. Mudar a cada solavanco da carteira significa perder as referências e perder oportunidades.

Diversificação e longo prazo são palavras-chave para o sucesso dos seus investimentos.

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