Como os Fundos Imobiliários se comportaram durante a pandemia?

O mercado imobiliário sempre despertou grande interesse pelos investidores brasileiros. A compra e venda de terras e imóveis já construídos é algo que existe em grande escala dentro da vida financeira dos investidores. É uma das maneiras mais antigas de obter retornos.

Entretanto, o mercado imobiliário brasileiro está passando por mudanças há muitos anos e os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) apresentam um leque maior de opções para o investidor. Uma gestão profissional e maior liquidez agarraram o protagonismo destas mudanças. 

Euforia e novidades

Só no ano passado, o principal índice do setor, IFIX, valorizou mais de 35%. Além disso, a quantidade de investidores inseridos neste mercado saltou de 100 mil no começo de 2019 e alcançou 700 mil no final do mesmo ano.

Foram mais de 60 novas ofertas de fundos no mercado e uma captação acima de R$ 20 bilhões. 

Os FIIs podem ser uma alternativa de diversificação na categoria de renda variável interessante na carteira do cliente. O setor possui uma correlação positiva com os indicadores macroeconômicos do país e em um ambiente com juros baixos, seus dividendos podem compor um rendimento mensal que agrada muita gente. 

Até o vírus começar a se espalhar pelo Brasil e obrigar uma quarentena generalizada, o setor imobiliário estava em patamares de crescimento.

Segundo Imovelweb, os preços de aluguéis residenciais aumentaram de 6% a 10%, dependendo da localização. Junto a isso, as taxas de vacâncias vinham diminuindo a cada trimestre, com destaque para os galpões logísticos. 

A pandemia fechou tudo

Entretanto, o mercado imobiliário não passou isento dos efeitos que o novo Coronavírus causou. Apesar de ter apresentado uma queda mais resiliente do que o Ibovespa, o IFIX, em sua mínima, apresentou uma queda maior que 32%. Além disso, o setor também irá incorporar mudanças bruscas causadas pela pandemia. 

Os fundos imobiliários negociados na bolsa investem em ativos reais e que fazem parte da economia real do país. Isso significa que uma crise reflete tanto nos preços das cotas quanto no repasse de dividendos.

Sem sombra de dúvidas, o setor de hotéis e varejo foi o mais afetado dentro do grupo de FIIs. Segundo a Abrasce, Associação Brasileira de Shopping Centers, 577 foram fechados durante quase  dois meses.

Isto trouxe uma redução no consumo, revisão nos contratos de aluguel e uma incerteza grande para os grandes centros comerciais. 

Fundos neste grupo sofreram quedas no preço de suas cotas em razões de 40% e alguns deles suspenderam o pagamento de dividendos por falta de fluxo financeiro. 

Junto aos fundos de shoppings, os fundos de tijolos de lajes corporativas apresentaram um impacto grande nos preços de suas cotas e na distribuição de dividendos.

Com grande parte das pessoas em suas residências, baixa atividade econômica e escritórios fechados, fundos nestes segmentos apresentaram uma dificuldade de performar. 

Além disso, uma mudança comportamental que a pandemia trouxe em relação ao trabalho em casa pode mudar o futuro dos escritórios. 

De maneira mais resiliente, os fundos de galpões logísticos e recebíveis apresentaram um desempenho melhor dos que os outros.

O crescimento do e-commerce, que representa somente 5% do varejo total e cresce de 4 a 5 vezes a mais que o varejo físico, e a qualidade dos títulos nas carteiras desses fundos mostraram uma força maior nestes meses de quarentena. 

Perspectivas

Assim como grande parte das empresas com ações na bolsa, os FIIs apresentaram um desconto muito grande por causa do pânico e incertezas que o Coronavírus trouxe para a economia.

O momento atual traz cautela tanto na realização, quanto na compra de novos investimentos no setor imobiliário. 

É interessante avaliar variáveis que irão impactar o mundo dos fundos imobiliários tanto no curto, quanto no médio e longo prazo. 

Em uma primeira etapa, entender o tipo e qualidade do inquilino que está dentro dos ativos desses fundos é um passo essencial para entender a dinâmica de comportamento que o fundo pode apresentar.

Além disso, nos fundos de recebíveis, conhecer quais papéis de quais empresas também segue a mesma linha. 

Em um segundo momento, entender as condições em que o fundo opera no momento atual é de extrema importância. Prazo de contratos, tipos de contratos, dívidas contratadas e vacância nos ativos destes fundos mostrará ao investidor uma “foto” do que encontrará para os próximos meses. 

Em uma terceira etapa, identificar o desempenho financeiro do fundo considerando seu preço de mercado e patrimonial pode dar dicas em como o fundo está sendo visto dentro do mercado. 

Junto a isso, considerar a consistência do desempenho e as decisões tomadas pela gestão dão dicas importantes também. Se o fundo já passou por crises anteriores, seu desempenho nestes períodos são interessantes de avaliar. 

Finalmente, como dito anteriormente, o mercado imobiliário tem uma correlação positiva com os indicadores macroeconômicos do país. Isto é, caso o país cresça, o setor imobiliário também tende a crescer.

Portanto, estar atento aos indicadores e desempenho de alguns setores e projeções sobre consumo e construções dão sinais valiosos. 

Os fundos de shopping e lajes podem ter tido um impacto maior no curto prazo com o fechamento dos estabelecimentos. No entanto, a retomada e re-abertura podem ser momentos importantes.

Já os fundos de galpões logísticos e recebíveis foram mais resilientes ao impacto do vírus na economia, no entanto, esses impactos podem ser vistos mais para frente com o desenvolvimento da economia real pós esforços monetários e fiscais do covid. 

Aprenda mais sobre fundos imobiliários:






A hora dos fundos imobiliários

Em um tom saudosista, por vezes encontramos investidores discursando sobre como o mercado imobiliário brasileiro surfou uma grande onda no período pré-crise. 

Desde então, a escalada das taxas de juros e a deterioração da economia fez com que os investimentos neste setor diminuíssem drasticamente. 

A eleição de um governo comprometido com as reformas fiscais e o início, mesmo que lento, de um novo ciclo de alta, fez com que o mercado imobiliário se tornasse atrativo novamente. As taxas de juros nas mínimas históricas chancelam a volta do interesse de investimento no setor.

Existem diversas formas de nos expor ao setor imobiliário, como comprar imóveis diretamente, comprar cotas de fundos imobiliários, comprar ações de incorporadoras na bolsa de valores e até de forma indireta, comprando participações em empresas de siderurgia e acabamentos. 

A questão é: por qual destes meios devo me expor ao novo ciclo de alta do setor?

O efeito taxa de juros

Falar que a baixa das taxas de juros impacta positivamente o setor imobiliário é quase que um fato estilizado.

Os juros baixos impactam nos imóveis de duas formas principais. O primeiro efeito é nos financiamentos imobiliários e o segundo é no custo de oportunidade com investimentos financeiros.

Tratando sobre o primeiro caso, sabemos que a compra de um imóvel residencial pode ser um marco na vida de uma família, bem como por muitas vezes, esta família terá de recorrer a alguma linha de financiamento, visto que o valor de um imóvel é relativamente alto. 

Se pegarmos biênio de topo da última crise brasileira, nos anos de 2014-15, tínhamos uma taxa Selic a 14,25% ao ano. Isso significa que o custo de captação dos bancos era algo próximo a isso. 

Se o banco captava dinheiro a 14,25%, ele teria que emprestar esse dinheiro a uma taxa demasiadamente maior, para que pudesse ter lucro com a operação. Note que financiamentos imobiliários são de longo prazo, o que faz com que o banco tenha uma propensão a cobrar mais para que possa emprestar o dinheiro por mais tempo. 

Essa dinâmica de captação e empréstimo do banco não mudou muito para o que vemos hoje. A diferença está na taxa Selic, que se encontra em 5% ao ano. É uma diferença brutal de quase 10% ao ano.

Relembrando, o financiamento imobiliário é de longo prazo, podendo chegar a 20 anos. Se colocarmos na ponta do lápis, 10% ao ano, durante 20 anos via juros compostos, temos uma diferença colossal.

Isso fez com que muitos potenciais compradores de imóveis se afastassem do setor e adiassem o plano de compra. A realidade mudou nos últimos anos e agora vemos novamente os imóveis se tornarem atrativos, por conta do custo menor do dinheiro. 

O segundo ponto no qual a taxa de juros baixa impacta positivamente o setor, é o custo de oportunidade imóveis vs títulos de renda fixa. 

Ora, se voltássemos alguns poucos anos atrás e pudéssemos investir em tesouro Selic pagando 14,25% ao ano, praticamente sem risco a não ser o risco soberano, por qual motivo iríamos investir em um imóvel, que dificilmente iria pagar algo parecido com isso?

Além disso, os imóveis ainda estão sujeitos a riscos de vacância e de mercado, por exemplo. 

Neste novo cenário de taxas de juros nas mínimas históricas e um juro real bem deprimido, tentando a zero, investir em um imóvel que pode render por volta de 8% ao ano, se tornou mais interessante. 

Desta forma, devemos enxergar uma migração de uma parte do dinheiro parado na renda fixa, para a compra participações no mercado imobiliário. 

O boom dos FIIs

A B3 divulgou em seu último relatório mensal sobre FIIs um salto para 470.098 investidores, uma alta de 8,99% em relação ao último mês (agosto). 

Coincidência ou não, foi justamente nos últimos três meses que passamos a ter uma visão mais clara das medidas tomadas pelo governo, o que deu o aval ao Banco Central para que continuasse no ciclo de corte de juros. 

Já foram realizadas em 2019 42 ofertas públicas de fundos imobiliários, ultrapassando ainda em setembro o total de 2018, quando foram realizadas 40 emissões. 

Os dados corroboram com a visão que já tínhamos de que, a melhor forma de se expor ao mercado imobiliário é através dos fundos imobiliários. Na comparação direta com os imóveis físicos, enxergamos taxas de retorno de aluguéis bem parecidas. 

A predileção pelos FIIs fica por conta de toda a praticidade que ele te proporciona. Não precisamos nos preocupar com inquilinos, os riscos de mercado são diluídos, uma vez que o fundo pode ter diversos imóveis, em diversas localizações diferentes e mais de um inquilino. 

Isso tudo faz com que dificilmente nos veremos em um problema profundo investindo em imóveis através dos FIIs. O contrário não é verdade, uma vez que a diversificação comprando imóveis diretamente fica muito mais limitada. Você dificilmente conseguirá ter 10 imóveis, alugados para inquilinos diferentes e geograficamente espalhados, algo que é muito fácil conseguir nos fundos imobiliários.

Outro forte ponto para o FIIs é a questão da liquidez, que com esse aumento no número de investidores, subiu muito e agora está ainda mais fácil converter suas cotas em dinheiro sem perda de valor. No caso dos imóveis físicos, é praticamente impossível vender seu imóvel pelo preço que ele vale em menos de três meses. 

Deixemos a discussão sobre a exposição ao setor via ações de empresas de siderurgia ou de incorporadoras para um outra hora.

Conclusão

A mensagem final para o investidor é que a atual estrutura da economia praticamente o obriga a mudar sua forma de  pensar e investir. O setor imobiliário é sempre uma boa pedida para sua carteira, restando saber apenas de que forma acessá-lo. 

Pelos motivos citados acima, não acredito haver um único argumento para o investidor optar por adquirir um imóvel físico ao invés de comprar cotas de fundos imobiliários. 

O que são fundos imobiliários?

Os fundos de investimentos imobiliários se mostram cada vez mais como uma alternativa ao investimento em imóveis.



O que são FIIs

Os FIIs são veículos de investimentos em imóveis. Um fundo imobiliário capta dinheiro dos cotistas para então fazer investimentos em imóveis ou títulos de renda fixa lastreados no mercado imobiliários, como CRIs e LCIs.



Quando adquirimos cotas de um FII, estamos nos tornando proprietários de uma pequena parte de um imóvel. Este imóvel é alugado e então recebemos uma parte do aluguel, proporcional à quantidade de contas que detemos.



Como o fundo tem uma grande quantidade de capital, ele investe em grandes imóveis, como shoppings, galpões logísticos, prédios corporativos, dentre outros grandes empreendimentos.



A rentabilidade com esse tipo de investimento vem dos aluguéis mensais recebidos e também pela valorização das cotas na bolsa de valores.



Vantagens

A primeira grande vantagem de se investir em FIIs é a isenção fiscal para pessoas físicas. Desta forma, toda a receita que você tiver com os proventos distribuídos pelo fundo vai diretamente para você, sem que a tributação lhe tira uma porcentagem desse ganho.



Outro ponto interessante na vantagem de se investir nos FIIs, é que o investimento inicial pode ser bem baixo. As cotas em geral são negociadas por volta de R$100,00. Desta forma, conseguimos estar diretamente expostos ao mercado imobiliário, com um valor inicial bem baixo.



Fazendo um paralelo, seria impossível comprar algum imóvel apenas com este valor inicial. O custo de um imóvel físico em geral é bem alto e além disso você pode incorrer em custos adicionais com manutenção e corretagem de aluguel.



Outra vantagem dos fundos imobiliários é fato de que um gestor profissional e especializado em imóveis tomará conta do seu dinheiro. Pode não parecer de imediato, mas a administração de um imóvel, principalmente na proporção dos imóveis que os FIIs investem, exige dedicação intensa.



Negociação de contratos, reformas e análise de crédito dos inquilinos não são tarefas triviais e contar com um gestor especializado no mercado imobiliário é uma vantagem e tanto.



Se grande parte do seu capital estiver alocado em imóveis físicos, dificilmente você conseguirá realizar um bom negócio se precisar vendê-lo às pressas. Mesmo que consiga, isso deve levar no mínimos algumas semanas para ser concretizado.



No caso dos fundos, como eles são negociados em bolsa, a liquidez é imediata, o que faz com que você consiga se desfazer de suas posições de forma rápida, sem perder muito dinheiro.



Conclusão

Se interessou pelos fundos imobiliários? Saiba que eles são negociados na B3 e podem ser adquiridos diretamente pelo home broker. Caso queira saber quais são os melhores FIIs do mercado, contate um assessor BlueTrade.



Saiba mais sobre os fundos de investimentos imobiliário assistindo à nosso vídeo educacional.


 

 

Fundos Imobiliários Logísticos: O que são e como investir?

Há diversos tipos de fundos imobiliários disponíveis no mercado e cada um com característica e muitas vantagens para quem deseja investir em FIIs. Um dos tipos mais comuns e em maior ascensão no setor são os fundos imobiliários de galpões logísticos. 

Esse modelo consistem em veículos de investimentos que investem em grandes imóveis construídos para fins logísticos.  Tais como depósitos, docas, estoques entre outros tipos utilizados nesta indústria.

Assim como todas as outras modalidades de fundos imobiliários, ele também conta com todas vantagens como renda mensal por meio de aluguéis e a garantia de que um profissional altamente qualificada está gerindo seu dinheiro, a fim de buscar a melhor possibilidade de rentabilidade para vocês.

Outra característica que também faz dos fundos imobiliários de galpões logísticos uma boa opção para investidores é que ele possui especificidades quando comparado com outros modelos de FIIs, o que faz desta modalidade de investimentos uma alternativa interessante para aqueles que estejam dispostos a diversificar sua carteira de investimentos. 

Os fundos de galpões tendem a ser caracterizados como investimentos um pouco mais defensivos do que os de outros setores. A principal razão para isso é a forma como seis contratos são estruturados que em geral tendem a ser orientados ao longo prazo.

Esse fato faz com que esse tipo de fundo tenha uma previsibilidade maior sobre seus resultados e assim os proventos em geral são bem constantes.

Outro fato interessante sobre os galpões logísticos é que eles sempre serão necessários, desse modo este setor não corre riscos de transformação tão grandes, como acontece com as lajes corporativas e shoppings, onde o home office e o comércio eletrônico são ameaças reais ao varejo.

O atual cenário econômico favorece a grande procura por galpões logísticos, por seu um dos setores que mais rapidamente será atingido de pla recuperação do país.

Conclusão

Com diversas vantagens para quem deseja investir nessa modalidade, os fundo imobiliários de galpões logísticos podem ser uma boa opção para uma carteira de investimentos. Ele diminui o risco médio dos seus investimentos por conta da previsibilidade maior, o que gera mais segurança para o investidor. 

 

Assista ao vídeo abaixo e saiba mais sobre Fundos Imobiliários de Galpões Logísticos

   

 

 

Fundos Imobiliários: 5 vantagens que todo investidor deve conhecer

Os fundos imobiliários tem se destacado no mercado financeiro por sua facilidade em investir, liquidez e rentabilidade, especialmente no atual cenário econômico, mas além o que muitos investidores não sabem é que essas são apenas algumas das principais vantagens desse modelo de investimento.

Para esclarecer de uma vez por que os fundos imobiliários são tão atraentes para os investidores elencamos algumas de suas principais características que acreditamos que todo investidor em FIIs deveria saber.

1 – Praticidade.

Os fundos imobiliários são negociados diretamente na bolsa de valores e podem ser adquiridos através do seu Home Broker ou mesa de renda variável, de forma fácil e segura. 

Para quem já teve a oportunidade de lidar com a compra ou venda de um imóvel e sentiu na pele os desafios burocráticos para a compra de um imóvel físico, com toda certeza essa facilidade é um grande diferencial dessa modalidade de investimentos.

Além disso é possível acompanhar o valor de mercado dos imóveis que estamos investindo, além de poder verificar as principais ofertas e aproveitar as oportunidades disponíveis no book para compradores e vendedores.

2 – Fracionamento.

Nos investimentos em FIIS é possível comprar novas cotas ou vender parte de suas cotas, sem necessariamente ter que negociar todo seu investimento. Dessa maneira você tem liquidez caso precise de dinheiro ou deseje aplicar parte de seu capital  em outro tipo de fundo.

 No  caso de um imóvel físico além de não ser possível vender apenas uma parte do imóvel também não há garantias que você rapidamente conseguirá vendê-lo.

3 – Inquilinos de primeira linha.

Ao se investir em FIIs, geralmente você está investindo em prédios utilizados pela maiores empresas do país como Shoppings, hospitais, plantas fabris, prédios  comerciais, hotéis as possibilidades são inúmeras. 

Assim, além de possuir imóveis locados a inquilinos de excelente qualidade você também tem a segurança de que seu investimento, já que não precisará correr atrás dessas empresas para pagarem o aluguel desses imóveis. 

4 – Diversificação. 

As opções de investimento em fundos imobiliários são inúmeras, assim ao você investir é possível optar por uma grande diversidade de tipos de imóveis que vão de hospitais à shoppings. Esse é uma boa saída para diversificação de seus investimentos em FIIs.

Ao se investir em imóveis por exemplo, você deve optar por um imóvel  e acaba se limitando a depender dos ganhos de apenas um único imóvel, seja ele um apartamento ou um escritório. Com FIIS você pode diluir os riscos e aproveitar as vantagens de vários setores.

5 – Administração por profissionais qualificados.

Quando investimentos em fundos imobiliários você transfere a responsabilidade da administração do imóvel para os profissionais especializados que atuam na gestão destes fundos. 

Esses profissionais fazem parte das maiores empresas imobiliários do país e atuam em conjunto ao fundo para garantir todos os detalhes administrativos e de manutenção do Imóvel. Com isso ao contrário de quando você compra um imóvel, você não precisará se preocupar com inquilinos, conservação predial ou outras atividades relacionadas aos imóveis que está investindo.

Conclusão

Investir em fundos imobiliários te garante tranquilidade e segurança. Ao investir em fundos imobiliários, você deixa para trás diversos processos burocráticos existentes para quem deseja investir em imóveis. 

Como os FIIs são negociados diretamente na bolsa de valores, se tornar sócios dos maiores imóveis do país nunca foi tão fácil, já que a administração será realizada por empresas e fundos especialistas no assunto e esses profissionais fazem parte das maiores empresas imobiliários do país .

 

 

Fundos Imobiliários de Shoppings: O que são e como investir?

A opções de investimentos imobiliários não param de crescer. Ela tem sido bastante procurada por ser uma modalidade de investimento segura e prática, por ser negociada diretamente na bolsa de valores. 

Quem opta por investir em fundos imobiliários pode realizar a operação com o auxílio de uma mesa de renda variável, e assim de maneira fácil realizar as operações na bolsa de valores através da plataforma de Home Broker. 

Entre os diversos tipos de fundos imobiliários se destacam aqueles voltados para investimentos em imóveis de shoppings. 

O que são Fundos Imobiliários de shoppings?

Por serem prédios com valor comercial alto, muitos grupos viabilizam a construção e manutenção dos mesmos, através de fundos de investimento. Essa modalidade tem todas as vantagens de qualquer outro fundo imobiliário, como por exemplo a isenção de imposto para pessoa física, rendimentos relativos ao valor aplicado. 

No entanto, a principal vantagem dos fundos de shoppings, quando comparada a outros FIIs, é o momento econômico do país. O consumo no Brasil tem a receita para um crescimento exponencial nos próximos anos, com crescimento do PIB, diminuição do desemprego e juros real baixo.

Esse cenário positivo, com crescimento do varejo no país, favorece os fundos imobiliários de shoppings. A melhora no consumo leva mais pessoas aos shoppings, gerando mais receita para o fundo proprietário, uma vez que os aluguéis dos shoppings rendem ao fundo uma fatia percentual das vendas das lojas.

Outro ponto é que com a melhora econômica, mais lojas serão abertas, reduzindo assim a vacância. Consequentemente aumenta-se a receita com aluguel e a distribuição de proventos para o investidor. 

Por que investir em fundos imobiliários de Shoppings?

É importante dizer também sobre o poder de diversificação de um FII de shopping. Um mesmo fundo pode ter diversos shoppings, em localidades diferentes e para classes sociais diferentes. 

Isso traz uma importante heterogeneidade ao FII, que dá uma segurança maior ao investidor, sabendo que se algo der errado em algum segmento, ele ainda tem diversos outros para segurar seus rendimentos.

Por último, temos como vantagem a característica dos shoppings comparada a outros FIIs, como o de lajes corporativas ou barracões logísticos. É muito mais fácil alugar uma loja em um shopping do que um escritório grande ou um barracão de armazenamento.

 

Entenda as principais características dos fundos imobiliários de shoppings através de nosso vídeo.

 

 

 

Fundos Imobiliários X Compra de Imóveis: Entenda as diferenças.

Não é de hoje que investidores sabem que a compra de um imóvel, mesmo à vista, não é a melhor forma de se investir em imóveis. Ainda assim, muitas pessoas se apegam à pensamentos fortemente propagados no passado que para construir seu patrimônio era necessária a compra de imóveis. Hoje com diversas oportunidades para aumentar a rentabilidade  de seu capital essa técnica provou-se obsoleta.

Fundos Imobiliários X Compra de imóveis

Investir via fundos imobiliários ou comprar um imóvel é uma dúvida que muitas pessoas possuem na hora de realizar seu planejamento. E essa dúvida faz todos sentido já que ambos estão investindo em  ativos imobiliários. Mas é neste ponto que surge a grande questão. Mas qual é a diferença?

As diferenças são muitas e os investidores que entendem o potencial dos fundos imobiliários conseguem acessar uma série de benefícios que a compra de um imóvel não possui. 

Simples, rápido e fácil!

Com o avanço da tecnologia, os investidores possuem total domínio dos seus investimentos na palma de suas mãos. Com esse controle os investidores que optam em investir em FIIs conseguem  realizar a compra e venda de suas cotas de maneira rápida e fácil através do home broker. 

Já para se efetuar a compra ou venda de um imóvel o caminho é bem mais longo e pode chegar a durar dias. A pessoa terá que se preocupar com visitas ao imóvel, estado de conservação do mesmo, além de diversas etapas burocráticas como escrituras, impostos, certidões, reformas e demais problemas que toda compra e venda de imóveis podem apresentar em suas negociações.

Liquidez e segurança

Outra grande vantagem para quem optou em investir em fundos imobiliários é a sua liquidez. pois as cotas de FIIs são negociadas diretamente na Bolsa de Valores. Assim, caso o investidor queira se desfazer de parte ou totalidade de seus fundos basta vender na bolsa para outro interessado através do HomeBroker ou mesa de renda variável. 

Os investimentos na bolsa de valores vêm crescendo exponencialmente nos últimos anos, atingindo números recordes de investidores, o que além de ser sinal de fortalecimento do mercado também garante segurança na transação. 

Enquanto isso para a que a compra ou venda de imóveis físicos sejam realizadas, você dependerá de compradores e vendedores locais, sem nenhum ganho de escala. tendo que confiar apenas na palavra da pessoa. É nesse ponto que muitos compradores de imóveis acabam caindo em golpes como apartamentos na planta que nunca são entregues, terrenos que não existem ou imóveis que já estão ocupados. 

A facilidade de comprar e vender sua cota através da bolsa de valores, com total segurança nesse processo, é infinitamente maior do que a que você terá no processo de compra e venda de um imóvel. 

Diversificação de fundos imobiliários

Vamos imaginar que você compre um apartamento e que 5 meses após essa compra todo o prédio pegue fogo, nesse caso você perderia todo seu patrimônio.  Quando você investe nos FIIs esse problema pode ser minimizado pois mesmo desembolsando uma quantia pequena, você já consegue diversificar sua aplicação em diversos tipos de imóveis, para diferentes classes sociais. 

Com a diversificação de fundos imobiliários você protege seu capital contra qualquer cenário. Enquanto no imóvel físico, os riscos de desvalorização e de perder o capital investido é bastante alto, já que para realizar uma diversificação é necessário um alto nível de patrimônio.

Impostos

Quem opta pela compra de imóvel o coloca para alugar, precisa considerar que sempre que se receber o aluguel de um imóvel de propriedade direta, haverá a incidência de imposto de renda. 

No caso dos FIIs, existe a isenção de IR para pessoas físicas que forem detentoras de menos que 10% do patrimônio total de um fundo. Sendo assim, se você for cotista de determinado fundo imobiliário, investindo através da pessoa física e sua participação não ultrapassar 10% do total do fundo, você não pagará IR sobre os proventos.

Os riscos em cada modelo

Os fundos imobiliários investem em grandes empreendimentos, que tem como clientes, importantes empresas que fazem parte de nossa economia. Galpões logísticos, Shoppings, hotéis, hospitais, entre outros. 

Sendo assim, existe menor risco de vacância e inadimplência, já que esses prédios estarão sempre sendo ocupados por essas empresas. Já ao adquirir um imóvel próprio, vacância e inadimplência serão palavras que sempre irão rondar a sua cabeça. 

Conclusão

Como pudemos te mostrar no texto, os fundos imobiliários são geridos por profissionais que se dedicam a essa atividade 100% do tempo e estarão sempre atrás das melhores oportunidades para melhor rentabilidade deste investimento. Sabemos que a maior parte das pessoas que adquirem imóveis não tem todo esse tempo disponível e nem mesmo tem as qualificações que tem um gestor, em um modelo que demanda muito mais esforços e preocupações.

Essas são  as principais diferenças entre se  investir em um FII e realizar a compra de um imóvel. Assim como explicado no início do post, em ambos os casos se estará investindo no mercado imobiliário, mas as milhares de vantagens  e facilidades para se aplicar em fundos imobiliários faz com que esse produto seja a forma mais inteligente de se investir em imóveis. 

Saiba mais sobre as diferenças entre Fundos Imobiliários X Compra de Imóveis assistindo à nosso vídeo educacional.