SELIC E CDI: Conheça as principais taxas do mercado

A taxa Selic e o CDI são duas das principais taxas utilizadas no mundo dos investimentos, sendo os principais índices de remuneração dos títulos renda fixa.

 

Selic

A taxa Selic é a taxa básica de juros da economia. Ela é definida por um comitê de política monetária, o COPOM, do Banco Central do Brasil. Esse comitê se reúne a cada 45 dias para definir o juros básico da economia local. A Selic é conhecida por ser a taxa básica de juros por conta da sinalização que a maior autoridade monetária da nação passa. O Banco Central basicamente diz: A taxa Selic é o custo do dinheiro na economia.

 

Para definir a Selic, o COPOM leva em consideração diversos aspectos econômicos, como inflação, atividade econômica e desemprego. Como exemplo, com a Selic a 6% ao ano, quer dizer que, em teoria, todas as taxas de juros praticadas na economia devem ser maior do que esse valor.

 

Isso porque os bancos, que são os principais fornecedores de crédito para a economia, irão trocar dinheiro entre si a aproximadamente essa taxa. O governo também faz transações com os bancos a aproximadamente essa taxa. Sendo assim, se o banco capta dinheiro a aproximadamente 6%, ele irá querer algum lucro ao emprestar para o consumidor. Desta forma, ele cobra mais caro que a Selic para ter lucro. É assim que se forma o spread bancário.

 

CDI

O CDI é o Certificado de Depósito Interbancário. Essa taxa é sempre muito próxima à Selic. Isso acontece por conta de o CDI ser a taxa média às quais os bancos trocam dinheiro entre si. Como já foi dito, eles irão querer captar dinheiro ao menor custo possível, que seria a Selic. Sendo assim, o CDI é sempre muito próximo à Selic.

 

O CDI é o principal índice de referência para títulos de renda fixa privada. Ao mesmo tempo, a Selic é um dos indicadores dos títulos de Tesouro Direto. Sendo assim, quando ouvir sobre o Tesouro Selic, você já saberá que esse título irá lhe pagar a Selic atualmente em vigor.

 

Além disso, quando se deparar com um título de renda fixa que promete lhe pagar 115% do CDI, saberá que ele irá lhe pagar aproximadamente 15% a mais do está a Selic atualmente. O CDI também é muito utilizado como benchmark para fundos de investimentos. O motivo do uso do CDI como benchmark é o fato de que como muitos títulos de renda fixa utilizam o CDI como fator de remuneração, os fundos têm como objetivo gerar retornos acima deste índice.

 

O objetivo de retorno acima do CDI serve para que o investidor prefira aplicar no fundo, onde ele poderá ser melhor remunerado, mesmo que tenha de pagar taxas de administração e performance.

 

 

 

Tipos de fundos de investimentos

Os fundos de investimentos são veículos de alocação que podem investir nas mais variadas classes de ativos. No Brasil, os tipos mais comuns de fundos são os de renda fixa, multimercado, ações e cambial. Por questão de regulamentação, cada um deles tem suas particularidades, as quais serão abordadas a seguir.

 

Fundos de Renda Fixa

Essa categoria é obrigada pelo regulador a investir ao menos 80% de seu patrimônio em títulos de renda fixa, sejam eles públicos ou privados. Eles são caracterizados por sua fácil compreensão e também por ser uma porta de entrada para muitos investidores de fundos de investimentos. Já existem casos no mercado brasileiro em que esses fundos não têm taxa de performance. Por incrível que pareça, alguns não contam nem com taxa de administração. O investidor pode delegar seus investimentos a um gestor profissional, que terá acesso aos melhores produtos, sem ter que pagar nada por isso!

 

Fundos Multimercado

Os multimercados compõe a categoria mais extensa no mercado nacional de fundos. Com tantas opções disponíveis de fundos multimercado, o investidor pode ter alguma dificuldade ao escolher em qual investir. Essa categoria é a mais livre de todas, podendo investir em juros, bolsa, câmbio e inclusive fazer investimentos no exterior. Todos esses atributos fazem com que os multimercados possam ter diferenças bem grandes entre si. As casas de fundos multimercado geralmente tem alguma especialidade de investimento. Alguns fundos irão se caracterizar pelo foco em juros, enquanto uma outra parte se especializará no investimento em ações. Além disso, os gestores ainda têm a liberdade de investir fora do país, seja em títulos ou em ações. Isto dá a esses veículos uma exposição à outra moeda. As linhas acima mostram o quanto esse tipo de fundo tem liberdade para decidir onde investir e o que comprar.

 

Fundos de Ações

Esse tipo de fundo é obrigado a investir ao menos 67% de seu patrimônio total em ativos da bolsa de valores. Existem duas grandes categorias de fundos de ações. A primeira delas são os fundos passivos. Essa categoria é caracterizada por seguir um índice de referência, por exemplo o Ibovespa. Nesse caso, o fundo segue a carteira exata do Ibovespa, que é composta por mais de 60 ações. O gestor não precisa escolher em quais ações investir, ele apenas investirá nas ações que compõem determinado índice. A outra categoria é composta pelos fundos de seleção ativa. Nesse tipo de fundo, o gestor é responsável por escolher em quais ações investir. Após uma criteriosa análise, ele determinará se investirá ou não em uma ação. Além disso, definirá qual o tamanho da posição que a ação terá no fundo. Vale dizer que para os fundos de ações, não existe o come-cotas. Sendo assim, a tributação é paga sempre no momento do resgate, com uma alíquota de 15% sobre o lucro.

 

Fundos Cambiais

Essa classe deve investir ao menos 80% de seu patrimônio em títulos referenciados em moeda estrangeira. Os outros 20% devem obrigatoriamente ser investidos em ativos de renda fixa nacional. Os fundos cambiais geralmente são utilizados como uma proteção para a carteira de investimentos. Imagine que um investidor seja cotista de diversos fundos, dentre eles os de renda fixa, os multimercado e os de ações, mas que por suas características, eles sejam todos muito focados em investimentos no Brasil. Esse investidor pode optar por investir em um fundo cambial para se proteger caso as teses dos fundos que ele investe no Brasil não dêem certo. Como o fundo deve investir em títulos de moeda estrangeira, a carteira está pronta para ganhar caso as teses sobre o Brasil caminhem na direção correta, mas também terá uma parte de seu capital protegido caso as coisas saiam dos trilhos. Uma coisa que se deve falar, é que os fundos cambiais não investem diretamente na moeda estrangeira, mas sim em títulos, que são de moeda estrangeira.

 

 

 

Fundos Imobiliários de Shoppings: O que são e como investir?

A opções de investimentos imobiliários não param de crescer. Ela tem sido bastante procurada por ser uma modalidade de investimento segura e prática, por ser negociada diretamente na bolsa de valores. 

Quem opta por investir em fundos imobiliários pode realizar a operação com o auxílio de uma mesa de renda variável, e assim de maneira fácil realizar as operações na bolsa de valores através da plataforma de Home Broker. 

Entre os diversos tipos de fundos imobiliários se destacam aqueles voltados para investimentos em imóveis de shoppings. 

O que são Fundos Imobiliários de shoppings?

Por serem prédios com valor comercial alto, muitos grupos viabilizam a construção e manutenção dos mesmos, através de fundos de investimento. Essa modalidade tem todas as vantagens de qualquer outro fundo imobiliário, como por exemplo a isenção de imposto para pessoa física, rendimentos relativos ao valor aplicado. 

No entanto, a principal vantagem dos fundos de shoppings, quando comparada a outros FIIs, é o momento econômico do país. O consumo no Brasil tem a receita para um crescimento exponencial nos próximos anos, com crescimento do PIB, diminuição do desemprego e juros real baixo.

Esse cenário positivo, com crescimento do varejo no país, favorece os fundos imobiliários de shoppings. A melhora no consumo leva mais pessoas aos shoppings, gerando mais receita para o fundo proprietário, uma vez que os aluguéis dos shoppings rendem ao fundo uma fatia percentual das vendas das lojas.

Outro ponto é que com a melhora econômica, mais lojas serão abertas, reduzindo assim a vacância. Consequentemente aumenta-se a receita com aluguel e a distribuição de proventos para o investidor. 

Por que investir em fundos imobiliários de Shoppings?

É importante dizer também sobre o poder de diversificação de um FII de shopping. Um mesmo fundo pode ter diversos shoppings, em localidades diferentes e para classes sociais diferentes. 

Isso traz uma importante heterogeneidade ao FII, que dá uma segurança maior ao investidor, sabendo que se algo der errado em algum segmento, ele ainda tem diversos outros para segurar seus rendimentos.

Por último, temos como vantagem a característica dos shoppings comparada a outros FIIs, como o de lajes corporativas ou barracões logísticos. É muito mais fácil alugar uma loja em um shopping do que um escritório grande ou um barracão de armazenamento.

 

Entenda as principais características dos fundos imobiliários de shoppings através de nosso vídeo.

 

 

 

O que são Fundos de Investimentos e como começar a investir

O mercado financeiro cresce exponencialmente todos os anos. São muitas opções para quem deseja se tornar um investidor. Um dos produtos mais populares no mercado financeiros é o Fundo de Investimento. Por isso vamos explicar nesse post o que eles são e como começar a investir.

O que são fundos de investimento?

Uma das formas mais comuns de se investir nos dias de hoje é aplicar seu dinheiro em fundos de investimento e assim receber os rendimentos das cotas adquiridas. Os fundos de investimentos consistem basicamente na reunião de várias pessoas, interessadas em investir no produtos, que entregam seus recursos a um terceiro para fazer seus investimentos. 

Entre as principais gerenciadoras de fundos de investimento, estão as assets, empresas focadas na criação ou administração de fundos de investimento. Essas empresas realizam diversos investimentos no mercado e pagam ao investidor os valores referente ao  rendimentos dessas aplicações. 

Cada Asset pode trabalhar com tipos de fundos diferentes, bem como possuir um portfólio de fundos, nos quais cada perfil de investidor é considerado. 

Ao investir em um fundo, o investidor ganha cotas do fundo, proporcional ao montante que você investiu. O valor de sua cota é atualizado diariamente, de acordo com os rendimentos que fundo teve naquele dia. Portanto, se o fundo teve um ganho de 1% sobre seu patrimônio total em determinado dia, sua cota irá se valorizar 1% nesse mesmo dia. 

Em troca da gestão do seu dinheiro, geralmente os fundos cobram taxa de administração e taxa de performance. Como os fundos realizam todas as operações por você é comum que essas taxas sejam abordadas, pois elas servem para a remuneração do gestor do fundo por seus serviços. 

Quais são as vantagens de se investir via fundos de investimentos?

Se aprofundar em temas mais complexos do sistema financeiro ou pesquisar detalhes para realizar operações, podem gerar uma série de dores de cabeça para investidores. Com a correria do dia-a-dia e os desafios da vida cotidiana, encontrar tempo para administrar seu dinheiro com qualidade se tornou mais difícil.

Nesse cenário, uma das maiores vantagens de se investir em fundos de investimento é a qualidade e eficiência que a gestão do seu dinheiro terá. Com uma gestão profissional, nos  fundos de investimentos, você estará entregando seu dinheiro geralmente para os melhores profissionais do mercado financeiro. 

Outra grande vantagem trata-se da diversificação. Como os fundos em geral tem muito dinheiro sob gestão, isso permite que os mesmos invistam nas mais variadas classes de ativos. Com essa diversificação, os investimentos em fundos tornam-se mais eficientes e com possibilidade maiores de rentabilidade para.

Conclusão

Realizar seus investimentos em fundos pode ser uma opção prática e com alto grau de qualidade, já que seu dinheiro estará sendo gerenciados pelos maiores especialistas do setor financeiro. Após realizar a aplicação com o fundo você não precisará acompanhar o mercado a todo momento.

 

 

Pare de perder dinheiro na Poupança!

Poupança Comparativo

As promessas da poupança eram muitas. Segurança, liquidez, praticidade fizeram que esse modelo de aplicação se tornasse o mais popular e mais difundido no país.  Mas o baixo desempenho em sua rentabilidade fez com que ela deixasse de ser atrativa e que aplicadores que ainda estejam nela percam dinheiro. 

Mesmo que pareça atraente, por sua liquidez imediata e isenção no imposto de renda a poupança provê uma inércia extremamente perigosa para quem acredita que o melhor lugar para se guardar o dinheiro é na poupança, porém é comprovável que  investimentos em renda fixa irão render mais, apesar do imposto de renda.

Poupança X CDB

Existem vários modelos de investimento em renda fixa e o CDB está entre um dos mais comuns entre investidores com perfil mais conservados, parecido com os que aplicam na poupança. Principalmente por oferecerem exatamente o mesmo tipo de riscos para o investidor. Ao final do dia, em ambos os casos você estará emprestando seu dinheiro para o banco.

Neste post iremos comparar a poupança com um CDB que renda 110% do CDI. O CDI é uma taxa de referência muito utilizada no mercado financeiro, em especial para investimentos em renda fixa.

Também vale a pena dizer que o imposto de renda para investimentos em renda fixa é calculado através da tabela regressiva. Sendo assim, quanto mais tempo você deixar seu dinheiro investido, menor será a alíquota incidente.

Modelo de capitalização

Quem nunca ouviu falar sobre o famoso “aniversário da poupança”? Pois isso nada mais é do que o período de capitalização da poupança poupança, ou seja, o tempo necessário para que o dinheiro aplicado nela possa render algo. 

No CDB os rendimentos são diários, sendo capitalizado a partir do dia seguinte da aplicação até o dia de resgate, já na poupança ela precisa cumprir 30 dias aplicadas para render. 

Caso você realize uma aplicação na poupança no dia 1 de determinado mês e saque no dia 29, o dinheiro que você aplicou não gerará nenhum rendimento, pois mesmo o dinheiro estando parado lá por 29 dias ele só começaria a render após o “aniversário da poupança” de 30 dias. 

Se até então você acredita se tratar de algo corriqueiro entre os investimentos, saiba que não é verdade. Por acaso você se lembra qual foi a data dos últimos três depósitos que você fez na poupança? Se a sua resposta foi não, você já não saberá quanto será seu rendimento nesses seus três depósitos.Dessa forma um uma aplicação aparentemente inofensiva pode prejudicar sua rentabilidade. 

Rentabilidade 

Como explicado anteriormente , no ato em que o dinheiro é aplicado em um CDB o investidor passa a ter rentabilidade no dia seguinte da aplicação, ao contrário da aplicação em poupança que não terá rentabilidade nenhuma se o valor for sacado no 29º dia após a aplicação.

Para exemplificar ainda mais a comparação entre a rentabilidade de ambos, vamos considerar um investimento em um CDB, com rendimento de 110% do CDI. Traçando um exemplo histórico de rentabilidade em comparação ao valor gerado por um depósito na poupança.

Com um capital de R$100.000 reais aplicado em 5 anos em um CDB de 110% do CDI, com desconto de 15% de imposto de renda, a rentabilidade seria 63,3%, isto é, R$163.325 reais. O mesmo montante aplicado na poupança teria uma rentabilidade de 38,99%, o que resulta em R$138.990,00 reais. Isso quer dizer que em 5 anos, você deixaria de ganhar R$24.335,00.

Agora, considerando um um período de 10 anos esse investimento irá render 158,43% no CDB, com um total de R$258.431 reais. Uma diferença de R$61.491,00 reais em 10 anos.

Mas se você mantiver seu investimento por 15 anos a rentabilidade integral será de R$531.485,00 reais, um rendimento de 431,5% no total. Nesse caso, você teria deixado de ganhar R$238.805,00 reais em 15 anos.

Conclusão.

Como pudemos mostrar no post as diferenças entre a Poupança e os investimentos de renda Fixa são gigantescas. Quando o assunto é rentabilidade, quanto maior for o tempo de investimento maiores serão as diferenças entre a Poupança e CDB. Assim no exemplo apresentado, caso seja realizado um investimento com período igual a 15 anos, a diferença média mensal entre uma aplicação na poupança e um investimento em CDB será de R$1326,00 reais e 70 centavos.

 

Veja nosso vídeo comparativo de rentabilidade e tire suas dúvidas.

 

 

Fundos Imobiliários X Compra de Imóveis: Entenda as diferenças.

Não é de hoje que investidores sabem que a compra de um imóvel, mesmo à vista, não é a melhor forma de se investir em imóveis. Ainda assim, muitas pessoas se apegam à pensamentos fortemente propagados no passado que para construir seu patrimônio era necessária a compra de imóveis. Hoje com diversas oportunidades para aumentar a rentabilidade  de seu capital essa técnica provou-se obsoleta.

Fundos Imobiliários X Compra de imóveis

Investir via fundos imobiliários ou comprar um imóvel é uma dúvida que muitas pessoas possuem na hora de realizar seu planejamento. E essa dúvida faz todos sentido já que ambos estão investindo em  ativos imobiliários. Mas é neste ponto que surge a grande questão. Mas qual é a diferença?

As diferenças são muitas e os investidores que entendem o potencial dos fundos imobiliários conseguem acessar uma série de benefícios que a compra de um imóvel não possui. 

Simples, rápido e fácil!

Com o avanço da tecnologia, os investidores possuem total domínio dos seus investimentos na palma de suas mãos. Com esse controle os investidores que optam em investir em FIIs conseguem  realizar a compra e venda de suas cotas de maneira rápida e fácil através do home broker. 

Já para se efetuar a compra ou venda de um imóvel o caminho é bem mais longo e pode chegar a durar dias. A pessoa terá que se preocupar com visitas ao imóvel, estado de conservação do mesmo, além de diversas etapas burocráticas como escrituras, impostos, certidões, reformas e demais problemas que toda compra e venda de imóveis podem apresentar em suas negociações.

Liquidez e segurança

Outra grande vantagem para quem optou em investir em fundos imobiliários é a sua liquidez. pois as cotas de FIIs são negociadas diretamente na Bolsa de Valores. Assim, caso o investidor queira se desfazer de parte ou totalidade de seus fundos basta vender na bolsa para outro interessado através do HomeBroker ou mesa de renda variável. 

Os investimentos na bolsa de valores vêm crescendo exponencialmente nos últimos anos, atingindo números recordes de investidores, o que além de ser sinal de fortalecimento do mercado também garante segurança na transação. 

Enquanto isso para a que a compra ou venda de imóveis físicos sejam realizadas, você dependerá de compradores e vendedores locais, sem nenhum ganho de escala. tendo que confiar apenas na palavra da pessoa. É nesse ponto que muitos compradores de imóveis acabam caindo em golpes como apartamentos na planta que nunca são entregues, terrenos que não existem ou imóveis que já estão ocupados. 

A facilidade de comprar e vender sua cota através da bolsa de valores, com total segurança nesse processo, é infinitamente maior do que a que você terá no processo de compra e venda de um imóvel. 

Diversificação de fundos imobiliários

Vamos imaginar que você compre um apartamento e que 5 meses após essa compra todo o prédio pegue fogo, nesse caso você perderia todo seu patrimônio.  Quando você investe nos FIIs esse problema pode ser minimizado pois mesmo desembolsando uma quantia pequena, você já consegue diversificar sua aplicação em diversos tipos de imóveis, para diferentes classes sociais. 

Com a diversificação de fundos imobiliários você protege seu capital contra qualquer cenário. Enquanto no imóvel físico, os riscos de desvalorização e de perder o capital investido é bastante alto, já que para realizar uma diversificação é necessário um alto nível de patrimônio.

Impostos

Quem opta pela compra de imóvel o coloca para alugar, precisa considerar que sempre que se receber o aluguel de um imóvel de propriedade direta, haverá a incidência de imposto de renda. 

No caso dos FIIs, existe a isenção de IR para pessoas físicas que forem detentoras de menos que 10% do patrimônio total de um fundo. Sendo assim, se você for cotista de determinado fundo imobiliário, investindo através da pessoa física e sua participação não ultrapassar 10% do total do fundo, você não pagará IR sobre os proventos.

Os riscos em cada modelo

Os fundos imobiliários investem em grandes empreendimentos, que tem como clientes, importantes empresas que fazem parte de nossa economia. Galpões logísticos, Shoppings, hotéis, hospitais, entre outros. 

Sendo assim, existe menor risco de vacância e inadimplência, já que esses prédios estarão sempre sendo ocupados por essas empresas. Já ao adquirir um imóvel próprio, vacância e inadimplência serão palavras que sempre irão rondar a sua cabeça. 

Conclusão

Como pudemos te mostrar no texto, os fundos imobiliários são geridos por profissionais que se dedicam a essa atividade 100% do tempo e estarão sempre atrás das melhores oportunidades para melhor rentabilidade deste investimento. Sabemos que a maior parte das pessoas que adquirem imóveis não tem todo esse tempo disponível e nem mesmo tem as qualificações que tem um gestor, em um modelo que demanda muito mais esforços e preocupações.

Essas são  as principais diferenças entre se  investir em um FII e realizar a compra de um imóvel. Assim como explicado no início do post, em ambos os casos se estará investindo no mercado imobiliário, mas as milhares de vantagens  e facilidades para se aplicar em fundos imobiliários faz com que esse produto seja a forma mais inteligente de se investir em imóveis. 

Saiba mais sobre as diferenças entre Fundos Imobiliários X Compra de Imóveis assistindo à nosso vídeo educacional.

 
 
 

 

Muito obrigado!

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