Pare de perder dinheiro na Poupança!

Poupança Comparativo

As promessas da poupança eram muitas. Segurança, liquidez, praticidade fizeram que esse modelo de aplicação se tornasse o mais popular e mais difundido no país.  Mas o baixo desempenho em sua rentabilidade fez com que ela deixasse de ser atrativa e que aplicadores que ainda estejam nela percam dinheiro. 

Mesmo que pareça atraente, por sua liquidez imediata e isenção no imposto de renda a poupança provê uma inércia extremamente perigosa para quem acredita que o melhor lugar para se guardar o dinheiro é na poupança, porém é comprovável que  investimentos em renda fixa irão render mais, apesar do imposto de renda.

Poupança X CDB

Existem vários modelos de investimento em renda fixa e o CDB está entre um dos mais comuns entre investidores com perfil mais conservados, parecido com os que aplicam na poupança. Principalmente por oferecerem exatamente o mesmo tipo de riscos para o investidor. Ao final do dia, em ambos os casos você estará emprestando seu dinheiro para o banco.

Neste post iremos comparar a poupança com um CDB que renda 110% do CDI. O CDI é uma taxa de referência muito utilizada no mercado financeiro, em especial para investimentos em renda fixa.

Também vale a pena dizer que o imposto de renda para investimentos em renda fixa é calculado através da tabela regressiva. Sendo assim, quanto mais tempo você deixar seu dinheiro investido, menor será a alíquota incidente.

Modelo de capitalização

Quem nunca ouviu falar sobre o famoso “aniversário da poupança”? Pois isso nada mais é do que o período de capitalização da poupança poupança, ou seja, o tempo necessário para que o dinheiro aplicado nela possa render algo. 

No CDB os rendimentos são diários, sendo capitalizado a partir do dia seguinte da aplicação até o dia de resgate, já na poupança ela precisa cumprir 30 dias aplicadas para render. 

Caso você realize uma aplicação na poupança no dia 1 de determinado mês e saque no dia 29, o dinheiro que você aplicou não gerará nenhum rendimento, pois mesmo o dinheiro estando parado lá por 29 dias ele só começaria a render após o “aniversário da poupança” de 30 dias. 

Se até então você acredita se tratar de algo corriqueiro entre os investimentos, saiba que não é verdade. Por acaso você se lembra qual foi a data dos últimos três depósitos que você fez na poupança? Se a sua resposta foi não, você já não saberá quanto será seu rendimento nesses seus três depósitos.Dessa forma um uma aplicação aparentemente inofensiva pode prejudicar sua rentabilidade. 

Rentabilidade 

Como explicado anteriormente , no ato em que o dinheiro é aplicado em um CDB o investidor passa a ter rentabilidade no dia seguinte da aplicação, ao contrário da aplicação em poupança que não terá rentabilidade nenhuma se o valor for sacado no 29º dia após a aplicação.

Para exemplificar ainda mais a comparação entre a rentabilidade de ambos, vamos considerar um investimento em um CDB, com rendimento de 110% do CDI. Traçando um exemplo histórico de rentabilidade em comparação ao valor gerado por um depósito na poupança.

Com um capital de R$100.000 reais aplicado em 5 anos em um CDB de 110% do CDI, com desconto de 15% de imposto de renda, a rentabilidade seria 63,3%, isto é, R$163.325 reais. O mesmo montante aplicado na poupança teria uma rentabilidade de 38,99%, o que resulta em R$138.990,00 reais. Isso quer dizer que em 5 anos, você deixaria de ganhar R$24.335,00.

Agora, considerando um um período de 10 anos esse investimento irá render 158,43% no CDB, com um total de R$258.431 reais. Uma diferença de R$61.491,00 reais em 10 anos.

Mas se você mantiver seu investimento por 15 anos a rentabilidade integral será de R$531.485,00 reais, um rendimento de 431,5% no total. Nesse caso, você teria deixado de ganhar R$238.805,00 reais em 15 anos.

Conclusão.

Como pudemos mostrar no post as diferenças entre a Poupança e os investimentos de renda Fixa são gigantescas. Quando o assunto é rentabilidade, quanto maior for o tempo de investimento maiores serão as diferenças entre a Poupança e CDB. Assim no exemplo apresentado, caso seja realizado um investimento com período igual a 15 anos, a diferença média mensal entre uma aplicação na poupança e um investimento em CDB será de R$1326,00 reais e 70 centavos.

 

Veja nosso vídeo comparativo de rentabilidade e tire suas dúvidas.

 

 

Fundos Imobiliários X Compra de Imóveis: Entenda as diferenças.

Não é de hoje que investidores sabem que a compra de um imóvel, mesmo à vista, não é a melhor forma de se investir em imóveis. Ainda assim, muitas pessoas se apegam à pensamentos fortemente propagados no passado que para construir seu patrimônio era necessária a compra de imóveis. Hoje com diversas oportunidades para aumentar a rentabilidade  de seu capital essa técnica provou-se obsoleta.

Fundos Imobiliários X Compra de imóveis

Investir via fundos imobiliários ou comprar um imóvel é uma dúvida que muitas pessoas possuem na hora de realizar seu planejamento. E essa dúvida faz todos sentido já que ambos estão investindo em  ativos imobiliários. Mas é neste ponto que surge a grande questão. Mas qual é a diferença?

As diferenças são muitas e os investidores que entendem o potencial dos fundos imobiliários conseguem acessar uma série de benefícios que a compra de um imóvel não possui. 

Simples, rápido e fácil!

Com o avanço da tecnologia, os investidores possuem total domínio dos seus investimentos na palma de suas mãos. Com esse controle os investidores que optam em investir em FIIs conseguem  realizar a compra e venda de suas cotas de maneira rápida e fácil através do home broker. 

Já para se efetuar a compra ou venda de um imóvel o caminho é bem mais longo e pode chegar a durar dias. A pessoa terá que se preocupar com visitas ao imóvel, estado de conservação do mesmo, além de diversas etapas burocráticas como escrituras, impostos, certidões, reformas e demais problemas que toda compra e venda de imóveis podem apresentar em suas negociações.

Liquidez e segurança

Outra grande vantagem para quem optou em investir em fundos imobiliários é a sua liquidez. pois as cotas de FIIs são negociadas diretamente na Bolsa de Valores. Assim, caso o investidor queira se desfazer de parte ou totalidade de seus fundos basta vender na bolsa para outro interessado através do HomeBroker ou mesa de renda variável. 

Os investimentos na bolsa de valores vêm crescendo exponencialmente nos últimos anos, atingindo números recordes de investidores, o que além de ser sinal de fortalecimento do mercado também garante segurança na transação. 

Enquanto isso para a que a compra ou venda de imóveis físicos sejam realizadas, você dependerá de compradores e vendedores locais, sem nenhum ganho de escala. tendo que confiar apenas na palavra da pessoa. É nesse ponto que muitos compradores de imóveis acabam caindo em golpes como apartamentos na planta que nunca são entregues, terrenos que não existem ou imóveis que já estão ocupados. 

A facilidade de comprar e vender sua cota através da bolsa de valores, com total segurança nesse processo, é infinitamente maior do que a que você terá no processo de compra e venda de um imóvel. 

Diversificação de fundos imobiliários

Vamos imaginar que você compre um apartamento e que 5 meses após essa compra todo o prédio pegue fogo, nesse caso você perderia todo seu patrimônio.  Quando você investe nos FIIs esse problema pode ser minimizado pois mesmo desembolsando uma quantia pequena, você já consegue diversificar sua aplicação em diversos tipos de imóveis, para diferentes classes sociais. 

Com a diversificação de fundos imobiliários você protege seu capital contra qualquer cenário. Enquanto no imóvel físico, os riscos de desvalorização e de perder o capital investido é bastante alto, já que para realizar uma diversificação é necessário um alto nível de patrimônio.

Impostos

Quem opta pela compra de imóvel o coloca para alugar, precisa considerar que sempre que se receber o aluguel de um imóvel de propriedade direta, haverá a incidência de imposto de renda. 

No caso dos FIIs, existe a isenção de IR para pessoas físicas que forem detentoras de menos que 10% do patrimônio total de um fundo. Sendo assim, se você for cotista de determinado fundo imobiliário, investindo através da pessoa física e sua participação não ultrapassar 10% do total do fundo, você não pagará IR sobre os proventos.

Os riscos em cada modelo

Os fundos imobiliários investem em grandes empreendimentos, que tem como clientes, importantes empresas que fazem parte de nossa economia. Galpões logísticos, Shoppings, hotéis, hospitais, entre outros. 

Sendo assim, existe menor risco de vacância e inadimplência, já que esses prédios estarão sempre sendo ocupados por essas empresas. Já ao adquirir um imóvel próprio, vacância e inadimplência serão palavras que sempre irão rondar a sua cabeça. 

Conclusão

Como pudemos te mostrar no texto, os fundos imobiliários são geridos por profissionais que se dedicam a essa atividade 100% do tempo e estarão sempre atrás das melhores oportunidades para melhor rentabilidade deste investimento. Sabemos que a maior parte das pessoas que adquirem imóveis não tem todo esse tempo disponível e nem mesmo tem as qualificações que tem um gestor, em um modelo que demanda muito mais esforços e preocupações.

Essas são  as principais diferenças entre se  investir em um FII e realizar a compra de um imóvel. Assim como explicado no início do post, em ambos os casos se estará investindo no mercado imobiliário, mas as milhares de vantagens  e facilidades para se aplicar em fundos imobiliários faz com que esse produto seja a forma mais inteligente de se investir em imóveis. 

Saiba mais sobre as diferenças entre Fundos Imobiliários X Compra de Imóveis assistindo à nosso vídeo educacional.

 
 
 

 

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