Investidores brasileiros de sucesso e suas histórias

Você é do tipo que precisa “ver para crer?” ou, então, se sente motivado ou motivada ao ver as histórias de sucesso de outras pessoas? Esse é um artigo exatamente sobre isso: inspiração

Os investimentos ainda são considerados tabu, especialmente no Brasil, e muitos ainda não aproveitam as oportunidades por medo, insegurança e, principalmente, falta de conhecimento sobre o assunto. 

Nosso país ainda está engatinhando quando falamos em mercado financeiro. Diferente dos Estados Unidos, por exemplo, em que as pessoas têm mais consciência e já possuem em sua vida três profissionais de extrema confiança: um médico, um advogado e um “financial advisor”, que equivale a um assessor de investimentos.

Ou seja, nos Estados Unidos a cultura de investimento e planejamento financeiro já é bem difundida, cerca de 99% da população investe o dinheiro, enquanto a mínima parcela ainda deixa suas economias paradas no banco. 

Mesmo com o cenário mais lento no Brasil, trouxemos o exemplo de investidores brasileiros de sucesso que marcaram a história com suas estratégias e ensinamentos. E que, inclusive, começaram há muito tempo. 

Luiz Barsi Filho

Fonte: Veja/Abril

Você conhece essa lenda da Bolsa de Valores? Luiz Barsi Filho é brasileiro, atualmente tem 82 anos de idade, e já coleciona uma série de apelidos como “Warren Buffett brasileiro” ou então “Rei dos Dividendos”. 

Mas sua história no mercado financeiro começou bem mais cedo, quando tinha apenas 16 anos de idade. Barsi é filho de imigrantes espanhóis e ficou órfão de pai quando era jovem. Por vir de família simples, começou a trabalhar como aprendiz de engraxate e alfaiate para ajudar sua mãe. 

Com o passar do tempo, se formou em técnico de contabilidade e foi a partir daí que despertou o interesse pelas oportunidades do mercado de capitais, onde são negociadas as ações da Bolsa de Valores. 

Barsi traçou o seu próprio método de investimento, conhecido como “carteira de ações previdenciária”, em que buscava investir em ações de empresas que ofereciam bons dividendos – parte do lucro líquido ajustado de uma empresa, que é distribuído entre acionistas. 

Além disso, o investidor tinha planos a longo prazo. Isso quer dizer que ele escolhia seus papéis baseado no seu método, e os deixava por muito tempo na carteira. Assim, em 10 anos investido, ele já tinha patrimônio o suficiente para não precisar trabalhar mais. 

Mas, como bom investidor que é, Barsi não abandonou o mercado financeiro depois de conquistar seu objetivo. E, em 2019, recebeu R$ 4 milhões em lucros da Eletrobras, apenas uma das empresas que fazem parte da sua carteira. 

Ao longo dos anos, teve sua própria corretora, trabalhou como colunista e consultor de investimentos. 

Hoje, a fortuna de Barsi é de aproximadamente R$ 2 bilhões de reais. Pai de cinco filhos, ele não deixou de repassar o seu legado, repleto de aprendizados. Inclusive, os seus filhos trilham o caminho do mercado, Luiz Barsi Neto, é assessor de investimentos e Louise Barsi, criou um programa para formar investidores. 

Clique aqui e leia o artigo “Tudo o que você precisa saber sobre a Bolsa de Valores”. 

Luiz Alves Paes de Barros 

Fonte: Divulgação (Eu Quero Investir)

Luiz Alves de Paes de Barros é brasileiro,  tem 73 anos de idade e é conhecido como um dos maiores investidores do país, assim como Luiz Barsi. 

Alves é de uma família tradicional do interior de São Paulo, proprietária de uma usina de açúcar. Por isso, tinha muito dinheiro proveniente do negócio.

No entanto, segundo o próprio investidor, a família “não soube administrar” os bens e o dinheiro, comprometendo boa parte do patrimônio. 

Por sempre observar os negócios da família, Alves se interessou por dinheiro, negócios e economia muito jovem. E, coincidentemente, assim como Barsi, comprou a sua primeira ação aos 16 anos de idade. Os papéis eram do banco Comind, instituição dos grandes lavradores de São Paulo.

Depois, se formou em economia pela USP e continuou aplicando o seu dinheiro no mercado financeiro, baseado na estratégia fundamentalista – que leva muito em consideração os fundamentos da empresa que vende os papéis. 

Alves criou sua própria carteira, conhecida como o fundo Alaska Poland. E, mais à frente criou a Alaska Black, com Henrique Bredda e Ney Miyamoto, que acumulou um ganho de mais de 352% em 27 meses. 

Hoje, ainda continua acumulando riquezas e uma história de sucesso. 

“Se você quiser conhecer uma ação mesmo, comece se envolvendo com ela. Compre um pouco, venda um pouco e veja se o preço na tela é de verdade ou de mentira”. (Luiz Alves Paes de Barros)

Eufrásia Teixeira Leite

Retrato de Eufrásia Teixeira Leite, em quadro a óleo exposto no Museu Casa da Hera em Vassouras (RJ)
Imagem: Autor desconhecido/Reprodução

Hoje em dia é comum, mas, você conhece a primeira investidora mulher do mercado? Pois é. Foi Eufrásia Teixeira Leite.

Eufrásia nasceu no século XIX, em 1850, e faleceu em 1930. Carioca e natural da cidade de Vassouras (RJ), era de família tradicional e muito estável financeiramente, pois seu pai era comissário de café. 

De certa forma e de acordo com os registros históricos, é possível afirmar que Eufrásia e sua irmã receberam alguma educação financeira de seu pai – o que era um privilégio para mulheres daquela época -. Mas, em 1872, as duas ficaram órfãs. 

Após a morte do pai, se mudaram para a Europa e, com a herança, Eufrásia começou a se interessar pelos investimentos na Bolsa de Valores, que era um ambiente totalmente masculino.

As mulheres que tinham interesse em operar na Bolsa, precisavam fazer as negociações com intermédio de um homem. Mas isso não fez com que Eufrásia desistisse. 

Inclusive, sua trajetória chamou muita atenção, principalmente porque ela tinha um perfil agressivo de investidor. Naquela época, já usava bem as estratégias de diversificação, principalmente com ativos internacionais. 

Os relatos apontaram que Eufrásia chegou a ter negociações em 17 países e em 9 moedas diferentes. Sua história no mercado financeiro perdurou por mais de 50 anos e resultou em inúmeras multiplicações do seu patrimônio.

Como você pode se tornar um investidor de sucesso?

Essas três histórias são inspiradoras, né? É possível ver que para investir, você pode começar do “zero”, ao contrário do que muitos pensam.

Mas, o que esses três investidores têm em comum? Você deve ter reparado que a resiliência, a paciência e a disciplina foram fundamentais na trajetória desses investidores de sucesso. 

É essencial também ter o seu perfil de investidor e seus propósitos bem alinhados. Além disso, o suporte de um profissional da área faz toda a diferença, tanto no seu aprendizado, quanto na sua performance. 

E, claro, o mercado financeiro não é só flores, principalmente no Brasil. Os investidores precisam entender que as crises e a volatilidade sempre vão existir, mas são as oportunidades que você encontra no meio delas é o que vai te fazer continuar no caminho do sucesso. 

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Day Trade, Swing trade, Buy and Hold: o que é melhor?

Esse é um artigo especial para explicar as estratégias de investimento utilizadas na Bolsa de Valores.

O mercado de capitais (renda variável) é rico em possibilidades. E, entender o seu funcionamento é fundamental para avaliar o que vale a pena e o que faz sentido para o seu perfil de investidor.

Aliás, conhecer mais a fundo essas estratégias pode evitar que você siga conselhos ruins ou sem fundamentos adequados de pessoas que podem, inclusive, fazer promessas infundadas sobre certas técnicas de negociação no famoso pregão. 

Antes de começar a operar no mercado de capitais, tenha bem detalhado sobre o seu perfil de investidor, tolerância ao risco e o seu objetivo com o investimento. 

Day Trade

Day Trade é uma estratégia complexa e que exige cuidado. A maioria das promessas “infundadas” envolvem esse termo. 

Essa forma de investir na Bolsa de Valores é classificada como de curtíssimo e curto prazo e os riscos dessas operações não podem ser desconsiderados. 

A prática consiste na compra e venda de ativos da Bolsa feitas no mesmo dia, ou seja, o investidor aproveita as oscilações para encontrar oportunidades e obter lucros em um período de tempo muito pequeno. 

É uma prática que existe e pode ser usada. No entanto, o investidor precisa dispor de tempo para acompanhar constantemente o home broker e os rápidos movimentos que podem acontecer no mercado em apenas um dia.

Não é possível garantir que o investidor tenha um retorno, aliás, o risco de perder dinheiro é considerado extremamente alto. Uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) constatou que 97% das pessoas que fazem Day Trade perdem dinheiro. 

Swing Trade 

Nesta modalidade, a operação na Bolsa de Valores é feita em períodos de curto ou médio prazo, podendo ser em dias ou algumas semanas e, em alguns casos, podem durar uns meses. 

Essa estratégia pode ser considerada o “meio-termo”  e fica entre quem opera de forma extremamente arrojada, os Day Traders, e os que operam pensando no longo prazo de seus investimentos (você vai entender melhor no tópico abaixo). 

Para operar e fazer as tomadas de decisões que envolvem a compra e a venda dos papéis na Bolsa, os investidores avaliam a macroeconomia e as tendências do mercado feitas por meio de análises técnicas. 

O período que caracteriza essa prática também permite que o investidor tenha mais fôlego para acompanhar o Home Broker, diferente da prática de Day Trade, onde tudo é negociado. 

Para relatórios mais aprofundados sobre o mercado, clique aqui e conheça a casa de análise referência no país, a DV Invest. 

O que é Trade?

Falamos em Day Trade e Swing Trade e para finalizar os termos vamos explicar brevemente o termo “Trade”, que você vai se deparar com frequência quando o assunto for investimentos, Bolsa de Valores e essas duas práticas apresentadas acima. 

Trade: é o ato de comprar e vender ativos (ações, contratos futuros) na Bolsa de Valores em um período de curto espaço (minutos, horas, dias). Você também pode ouvir o termo “especulação”, que tem o mesmo significado. 

Sendo assim, os traders ou especuladores, são as pessoas que realizam essas operações. 

Agora, vamos seguir com a próxima estratégia: 

Buy and hold


Essa é a estratégia que é usada por investidores que pensam em longo prazo. Buy and Hold em português significa “comprar e segurar”, então, já podemos dizer que a essência dessa prática ficou subentendida aqui. 

Em uma explicação mais detalhada, essa operação consiste na compra de papéis que irão ficar na carteira do investidor por um longo período. 

Na compra de ações na Bolsa de Valores, o investidor se torna sócio da empresa dona dos papéis e no caso do Buy and Hold, o interesse vai além do lucro imediato. 

Isso quer dizer que o investidor comprou aquela ação porque acredita no desenvolvimento e valorização da empresa em que se torna sócio, visando o lucro futuro advindo dos resultados positivos conquistados pela empresa. 

Mas, há algo importante a ser destacado, mesmo visando o futuro, não quer dizer que o investidor irá comprar a ação e deixar ela seguir por si só, sem nenhum acompanhamento. O Buy and Hold também exige disciplina e estudo. 

No entanto, nessas operações, o investidor se abala menos com as oscilações e crises pontuais de mercado, porque sua intenção está no longo prazo. E se for interessante como negócio, as ações ficam na carteira mesmo no período que está indo “mal”.

Porém, é preciso saber quando chega a hora de vender a ação ou quando ela atingiu o seu propósito na carteira. A técnica usada para pautar as decisões é a análise fundamentalista, que estuda as condições financeiras, econômicas e de mercado de um setor ou empresa. 

Para encerrar, uma curiosidade: a estratégia Buy and hold foi a estratégia usada por Warren Buffett, um dos maiores investidores do mundo. Se você se interessa por esse tipo de investimento, vale ler o livro “O jeito Warren Buffett de investir”, de Robert G. Hagstrom. 


Qual é a melhor estratégia?

Existe a melhor estratégia? Há alguma fórmula da Bolsa de Valores ou o caminho certo para o sucesso? 

A única certeza é a de que não existe regra ou segredo na renda variável que não seja muito estudo. Mas o investidor vai precisar avaliar o que compensa ou não. E mais, precisa entender o que está de acordo com as suas expectativas. 

O lucro imediato pode parecer tentador, mas será que vale o risco? E no longo prazo, você teria estômago para segurar uma ação em queda drástica? 

Investir na Bolsa exige paciência e disciplina, além de muita tentativa e erro também. Portanto, cabe concluir que não existe “melhor” ou “pior”. Mas o investidor deve pesar todos os pontos e considerar o que vale para ele. 

Isso envolve os custos operacionais, a relação entre risco e retorno, o perfil de investidor e tolerância ao risco, além dos objetivos pessoais de cada um. Por isso que, muitas vezes, os conselhos de outras pessoas podem ser infundados para você. 

Para investir na Bolsa com seriedade e focado em bons resultados, nada é mais indicado do que o entendimento do que faz sentido para cada investidor. E para isso, ter um acompanhamento qualificado é essencial. 

A assessoria de investimentos é um suporte para o investidor em todos os momentos e pode fazer a diferença nos resultados e na qualidade de vida de quem está investindo, otimizando o tempo do investidor para o que realmente importa.

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Análises fundamentalista e técnica: como podem ajudar seus investimentos?

Cada vez mais, o mercado de ações desperta o interesse dos investidores, especialmente, dos iniciantes. Porém, investir em renda variável demanda dedicação do interessado em desenvolver a capacidade de “ler” índices, balanços financeiros e históricos dos ativos (entre outras variáveis) e assim compreender os cenários e indicativos econômicos, com o objetivo otimizar suas chances de antever variações, no curto, médio e longo prazos.

E para isso, dois métodos de avaliação consolidados costumam ser utilizados: as análises fundamentalista e técnica.

Muitas pessoas tem dúvidas sobre as diferenças entre as duas e, principalmente, como aplicá-las em seus investimentos. Para ajudar a sanar essas questões, a Blue3 está promovendo uma palestra exclusiva em parceria com a DVinvest, “O poder dos gráficos: como uma casa de análises pode potencializar seus investimentos”.

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Confira como funciona cada uma delas e como podem te ajudar a investir melhor.

Análise técnica

A análise técnica consiste na avaliação de gráficos e dados históricos das ações para melhor assimilar as variações ao longo do tempo, como uma maneira de estimar, — com maior precisão — sua oscilação, especialmente no curto e médio prazo.

Sabe aquele clássico gráfico de “barrinhas na vertical”, que oscilam para cima e para baixo em um intervalo de tempo? Pois bem, assim é uma representação gráfica da análise técnica.

Também chamada de análise gráfica, ela se propõe a rastrear o comportamento histórico de um ativo e, deste modo, fornece subsídios para que o investidor entenda se, no presente, o preço da ação pode ser considerado alto ou baixo e se encontra-se numa tendência de valorização ou não.

Portanto, para tomar a decisão de comprar ou vender uma ação, quem utiliza a análise técnica interpreta o histórico do gráfico e se, naquele momento, há tendência de crescimento, estabilidade ou de queda.

Essa a modalidade é bastante utilizada pelos day traders, que são os investidores que buscam o lucro com a compra e venda de ativos muitas vezes no mesmo dia.


Análise fundamentalista

Por sua vez, a análise fundamentalista privilegia a leitura e compressão de dados macroeconômicos (juros, índices de inflação etc), balanços e resultados financeiros da companhia, indicadores do setor no qual a empresa está inserida, além de fatores políticos que possam exercer influência sobre aquele mercado. 

O objetivo é traçar um paralelo entre o volume e o valor das ações da companhia, considerando os resultados obtidos, e a atmosfera econômica que rege o período avaliado. Ao combinar essas inúmeras variáveis, torna-se possível compreender os fatores responsáveis pelas oscilações dos preços nas ações, otimizando assim, as chances de projetar as possíveis variações (de valorização ou desvalorização) no médio e longo prazo.

Como se trata de uma análise que considera diversos fatores distintos, tanto internos quanto externos à companhia, a análise fundamentalista é um exercício que requer mais tempo de estudo do que a técnica. 

Qual das análises é melhor?

Tão importante quanto entender ambos os conceitos é compreender que não é preciso, necessariamente, descartar um deles. Pelo contrário. Muitos especialistas, inclusive, utilizam as metodologias de forma complementar.

Se por um lado a análise técnica é capaz de fornecer bons indícios de padrões de oscilação de valores, especialmente no recorte de curtos períodos de tempo; na outra ponta, uma análise fundamentalista profunda pode indicar se os fatores internos e externos que tendem a impactar os negócios de uma companhia sugerem tendências de compra ou venda daquele ativo em um horizonte de tempo mais longo.

A melhor estratégia é pensar em longo prazo

Em ambos os casos é fundamental compreender que tão importante quanto antever a variação de determinado ativo é possuir uma estratégia de investimento sólida e focada na criação de uma carteira diversificada e projetada para crescimento em longo prazo.

E claro, você também pode procurar a ajuda de profissionais. Contar com o apoio de uma casa de análise é sempre uma ótima opção e pode ajudar muito na otimização dos seus investimentos.

A Blue3 Investimentos possui uma parceria exclusiva com uma casa de análise, a DVinvest, uma das melhores casas de análise do país.

Quem é a DVinvest?

A DVinvest é uma casa de análise parceira da Blue3 e foi fundada pelo analista Dalton Vieira. É uma empresa especializada em oferecer apoio para os investidores, fornecendo informações especificas e descomplicada sobre qual a melhor forma de aplicar o seu dinheiro na Bolsa de Valores.

Entre os principais serviços, estão inclusos relatórios sobre a performance das principais empresas na B3, alocação de ativos e montagem de carteiras.

Inclusive, um dos pontos de destaque da DVinvest é a carteira perspectiva, que ao longo dos anos acumulou mais de 170% de rentabilidade, enquanto a da Ibovespa, não passou dos 63%.

Juntamente com a Blue3, a equipe da DVinvest se dedica integralmente para ajudar os investidores a encontrarem o melhor caminho para os seus investimentos. Por meio de muito estudo e diversas análises, tanto fundamentalista quando técnica, a casa de análise entrega aos seus clientes todas as informações necessárias para alcançar bons rendimentos, tudo isso diretamente no seu celular.

Estamos falando do aplicativo DVinvest. Nele você tem acesso a todos os materiais que a casa de análise produz, como as carteiras recomendadas, análises, relatórios, informação sobre o mercado e muito mais. Os clientes Blue3 podem acessar ao app gratuitamente.

Quer saber mais sobre a DVinvest? Acesse ao site!

Agora que você já sabe o significado de cada análise e conhece o trabalho da DVinvest, inscreva-se para o evento e entenda como aplica-las em seus investimentos. Clique aqui e garanta já a sua vaga!

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Confira as principais notícias que movimentaram o mercado nesta semana

Chegamos ao fim de mais uma semana. Perdeu alguma coisa? Quer rever algum assunto? Se manter atualizado sobre tudo que aconteceu de mais importante nos últimos dias? Para te manter bem informado, separamos as principais notícias dessa semana que influenciaram o mercado financeiro. 

Quer acompanhar as principais notícias desta sexta-feira (10), em tempo real, sobre a B3, a bolsa de valores brasileira, e os mercados de seguros, previdência privada, além de ter acesso a diversos conteúdos que vão te auxiliar a criar o melhor planejamento financeiro?

Então conheça os canais Bolsa de Valores e Proteção e Futuro, do portal SpaceMoney, que têm patrocínio da Blue3.

Confira:

Segunda-feira – 06/09

Poupança tem retirada líquida de R$ 5,467 bilhões em agosto

Após quatro meses de resultado positivo, o saldo da aplicação na caderneta de poupança voltou a cair com o registro de mais saques do que depósitos. No mês passado, as retiradas superaram os depósitos em R$ 5,467 bilhões, de acordo com relatório divulgado pelo Banco Central (BC). 

O resultado negativo contrasta com o registrado em agosto do ano passado, quando os brasileiros tinham depositado R$ 11,402 bilhões a mais do que retiraram da poupança.

No mês passado, foram aplicados R$ 295,901 bilhões, contra saques de R$ 301,369 bilhões. Os rendimentos creditados nas contas de poupança somaram R$ 2,719 bilhões.

Com o desempenho de agosto, a poupança acumula retirada líquida de R$ 15,629 bilhões nos oito primeiros meses do ano. Já de janeiro a agosto de 2020, houve captação líquida de R$ 123,981 bilhões.

Bolsonaro edita MP que combate “remoção arbitrária” de contas e conteúdos por provedores

O presidente Jair Bolsonaro assinou a edição de uma medida provisória que altera o marco civil da internet para combater a “remoção arbitrária e imotivada de contas, perfis e conteúdos por provedores”, disse a Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom).

Segundo a Secom no Twitter, a MP quer garantir maior clareza quanto a “políticas, procedimentos, medidas e instrumentos” utilizados pelos provedores de redes sociais para cancelamento ou suspensão de conteúdos e contas”.

Terça-feira – 07/09

Por conta do Feriado de Independência, comemorado em 07/09, não houve negociação de ativos na B3, bolsa de valores brasileira.

Quarta-feira – 08/09

Cade recomenda aprovação da fusão entre Localiza (RENT3) e Unidas (LCAM3) mediante a remédios

Prédio Cade

Em parecer, a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendou a aprovação da fusão entre Localiza (RENT3) e Unidas (LCAM3) mediante ‘remédios’.

Agora, o negócio segue para avaliação do Tribunal do Cade, com prazo até os primeiros dias de janeiro de 2022.

IGP-DI recua 0,14% em agosto com queda no minério de ferro, diz FGV

Os preços do minério de ferro recuaram expressivamente e o Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) caiu 0,14% em agosto, de uma alta de 1,45% em julho, mas a inflação pressiona tanto o produtor quanto o consumidor, de acordo com dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira.

O resultado ficou bem aquém da expectativa em pesquisa da Reuters de avanço de 0,10% no mês passado, e levou o índice a acumular em 12 meses avanço de 28,21%.

Segundo a FGV, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI), que responde por 60% do indicador geral, passou a cair 0,42% em agosto, contra alta de 1,65% antes. As Matérias-Primas Brutas cederam 4,17%, ante salto de 1,79% no mês anterior.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) — que responde por 30% do IGP-DI — desacelerou a alta a 0,71% no período, de 0,92% em julho.

O Índice Nacional de Custo de Construção (INCC) registrou em agosto alta de 0,46%, contra avanço de 0,85% em julho.

O IGP-DI é usado como referência para correções de preços e valores contratuais. Também é diretamente empregado no cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) e das contas nacionais em geral.

Cesta básica sobe em 13 das 17 capitais pesquisadas, aponta estudo

O custo médio da cesta básica em agosto teve alta em 13 das 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O levantamento, divulgado hoje (8), mostra que os maiores aumentos foram em Campo Grande (3,48%), Belo Horizonte (2,45%) e Brasília (2,10%).

As quedas nos preços foram registradas em Aracaju (-6,56%), Curitiba (-3,12%), Fortaleza (-1,88%) e João Pessoa (-0,28%).

A cesta mais cara é a de Porto Alegre que custa R$ 664,67 e teve alta de 1,18 % em agosto. A de Florianópolis é a segunda mais cara (R$ 659), com elevação de 0,7% no mês. A de São Paulo ficou em R$ 650,50, com variação de 1,56%.

A cesta básica mais barata é a de Aracaju, no valor de R$ 456,40, seguida pela de Salvador (R$ 485,44) e de João Pessoa (R$ 490,93).

Ibovespa fecha em queda de 3,78%, marcando a maior queda diária em seis meses; dólar sobe 2,89%

O Ibovespa, principal índice acionário da B3, a bolsa brasileira, fechou em queda nesta quarta-feira (8).

No encerramento dos negócios, às 17h, o índice fechou em queda de 3,78%, aos 113.413 pontos, marcando a maior queda diária em seis meses, refletindo preocupações com a pauta econômica do país diante do aumento da tensão político-institucional, após declarações do presidente Jair Bolsonaro durante manifestações no Dia da Independência, na véspera.

O dólar se valorizou em 2,89% e fechou cotado a R$ 5,325. A sessão também foi marcada pela tensão gerada com as falas do presidente brasileiro, incitando a desobediência e aumentando ainda mais a crise entre os poderes, impactando diretamente o câmbio.

Quinta-feira – 09/09

IPCA: inflação fica em 0,87% em agosto, maior resultado para o mês desde 2000

A inflação registrou alta de 0,87% em agosto, a maior para o mês desde o ano 2000. Com isso, o indicador acumula altas de 5,67% no ano e de 9,68% nos últimos 12 meses, acima do registrado nos 12 meses imediatamente anteriores (8,99%).

Em agosto do ano passado, a variação mensal foi de 0,24%. Os dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Banco Central Europeu reduz suporte, mas não sinaliza fim do estímulo

O Banco Central Europeu (BCE) reduzirá ligeiramente suas compras de títulos de emergência ao longo do próximo trimestre, disse a autoridade monetária, dando um passo simbólico para desfazer a ajuda econômica de emergência que sustentou o bloco durante a pandemia.

No entanto, o movimento foi modesto e o BCE não deu nenhum sinal de seu próximo movimento, incluindo como desfazer o Programa de Compra de Emergência da Pandemia (PEPP) de 1,85 trilhão de euros, que manteve os custos de empréstimos baixos para governos e empresas.

EUA: pedidos por seguro-desemprego caíram na semana passada

Os pedidos iniciais por seguro-desemprego da semana passada nos EUA ficaram novamente abaixo da previsão dos economistas do mercado e do número revisado da semana anterior, segundo dados do Departamento de Trabalho publicados nesta quinta-feira (09).

Foram solicitados 310 mil benefícios, contra os 345 mil da semana passada. A previsão do mercado era de 335 mil pedidos.

No entanto, o número de solicitações contínuas ficou levemente acima da previsão de 2,744 milhões, com 2,783 milhões de benefícios solicitados, também abaixo do número revisado da semana passada, que foi de 2,805 milhões.

Banco Central Europeu eleva projeções de crescimento e inflação

Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu  Foto: Ralph Orlowski/Reuters

O Banco Central Europeu elevou nesta quinta-feira (9) suas projeções de crescimento e inflação para este ano e mais além, com a economia da zona do euro se recuperando mais rapidamente da pandemia do que a maioria esperava.

A presidente do BCE, Christine Lagarde, disse que a zona do euro está a caminho de um forte crescimento no terceiro trimestre e que o BCE prevê a atividade econômica de volta ao seu nível pré-pandemia até o final do ano.

Ela disse que embora as perspectivas para a inflação para este ano tenham sido revistas para cima, superior à meta de 2% do BCE, o aumento atual deve ser temporário e acrescentou que a inflação de médio prazo ainda está bem abaixo da meta.

Índice da Construção Civil registra alta de 0,99% em agosto

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) avançou 0,99% em agosto. O resultado ficou 0,90 ponto percentual (p.p) abaixo da taxa de julho, quando registrou 1,89% e é a menor variação desde agosto de 2020.

No acumulado dos últimos 12 meses, a taxa atingiu 22,74%, pouco acima dos 22,60% anotados nos 12 meses imediatamente anteriores. O acumulado de janeiro a agosto ficou em 14,61%. Em agosto de 2020, o índice foi 0,88%.

Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Inflação acumulada em 12 meses passa de 10% em oito capitais

Com a alta de 0,87% no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto, a inflação oficial do país chegou a 9,68% nos últimos 12 meses, segundo os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre as 16 regiões metropolitanas pesquisadas, oito apresentaram taxas acumuladas em 12 meses superiores a 10%.

A maior inflação acumulada foi verificada em Curitiba, com taxa de 12,08%, seguida de Rio Branco (11,97%), Campo Grande (11,26%) e São Luís (11,25%). O menor acumulado de 12 meses foi registrado no Rio de Janeiro, com inflação de 8,09%.

Para o mês de agosto de 2021, todas as áreas pesquisadas tiveram inflação, sendo o maior índice registrado em Brasília (1,40%), influenciado pelas altas de 7,76% no preço da gasolina e de 3,67% na energia elétrica. O menor resultado foi verificado na região metropolitana de Belo Horizonte, com inflação mensal de 0,43%. A região foi influenciada pela queda nos preços das passagens aéreas (-20,05%) e da taxa de água e esgoto (-13,73%).

Brasil tem novas regras para pagamento e transferência internacionais

O Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Banco Central (BC) alteraram a regulamentação cambial e de capitais internacionais para alinhá-las às inovações tecnológicas e aos novos modelos de negócios sobre pagamentos e transferências internacionais. “As novas regras buscam promover um ambiente mais competitivo, inclusivo e inovador para a prestação de serviços aos cidadãos e empresas que enviam ou recebem recursos do exterior”, informou o BC.

As novas medidas permitirão que as instituições de pagamento (IPs), as fintechs, autorizadas a funcionar pelo BC, também possam operar no mercado de câmbio, atuando exclusivamente em meio eletrônico. Atualmente, somente bancos e corretoras podem fazer as operações. Essa permissão entrará em vigor em 1º de setembro de 2022 e as demais medidas em 1º de outubro deste ano.

Como funciona o trabalho de um escritório autônomo de investimentos?

A importância de investir está cada vez mais em evidência nos dias atuais. O tempo todo somos lembrados por empresas e influenciadores de que precisamos investir nosso dinheiro em busca de um futuro mais tranquilo e para deixar um legado para quem amamos.

E por isso, tem se tornado comum as pessoas se “aventurarem” nos investimentos sozinhas. No entanto, até que consigam adquirir (e colocar em prática) os conhecimentos necessários para a criação de uma carteira de investimentos que traga resultados sólidos, o risco desses “novatos” fazerem escolhas erradas e acabarem com prejuízos é bem grande. 

Para evitar esse risco ao patrimônio, a melhor alternativa é contar com a ajuda de profissionais especializados no assunto. E para isso, nada melhor do que ter ao seu lado um escritório autônomo de investimentos.

Essa, inclusive, é uma opção muito utilizada no mundo inteiro. Para se ter uma ideia, nos EUA existem mais de 1,3 milhão de agentes autônomos de investimento. No Brasil, porém, o mercado ainda é bem menor, com pouco mais de três mil profissionais dedicados à profissão.

“O mercado de assessoria de investimentos está em expansão no Brasil, principalmente por conta do crescimento das plataformas e corretoras independentes, após o passo inicial dado pela XP Investimentos alguns anos atrás, mercado de capitais se tornou mais próximo dos pequenos investidores. Hoje, a B3 já conta com quase quatro milhões de contas ativas de pessoas físicas e há ainda um grande espaço para crescimento, na medida em que a população brasileira começa cada vez mais a se educar financeiramente e a desenvolver um novo olhar sobre o que é investir e descobrir que, por meio da aplicação disciplinada de parte dos seus recursos, é possível obter excelentes resultados no longo prazo”, declara Wagner Vieira, CEO da Blue3, que foi eleita a melhor empresa de investimentos vinculado ao Grupo XP.

Mas como esses escritórios funcionam e quais as vantagens de contar com uma assessoria para seus investimentos?

A decisão é sua!

Os escritórios autônomos de investimento não fazem a gestão direta dos recursos dos seus clientes. Seu papel é orientar sobre quais são as melhores opções de investimento de acordo com o perfil e objetivos de cada investidor. Nesse sentido, eles funcionam como “conselheiros profissionais”, informando quando surge alguma oportunidade para investir e orientando sobre quais as melhores formas de gerenciar seu patrimônio. Mas é importante ressaltar que a decisão final de aplicar em um ativo é do investidor, não da assessoria.

O trabalho dos assessores de investimento e escritórios de agente autônomos têm a sua atuação regulamentada pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a partir da instrução CVM 497, editada em 2011.

Quais são as vantagens de contar com uma assessoria de investimentos?

Um agente autônomo de investimentos é alguém focado 100% do tempo em trazer as melhores oportunidades para seus clientes. Para alcançar esse objetivo eles estão permanentemente de olho no cenário político e econômico, indicadores de performance do mercado e da macroeconomia, mudanças na legislação ou tributação, entre outros diversos fatores que transformam o cenário do mercado de capitais no dia a dia.

Também é papel deles relacionar as oportunidades ao perfil do cliente, seu patrimônio acumulado e apetite por risco, criando uma carteira de investimentos personalizada e diversificada, que equilibre uma boa rentabilidade com o menor risco possível.

Outra vantagem dos escritórios de agentes autônomos, atrativa principalmente para quem ainda não tem um grande capital acumulado, é que os custos são mais baixos que os praticados por uma gestora de recursos, por exemplo. Assim, é possível contar com o auxílio de profissionais experientes do mercado e reservar uma fatia maior do seu dinheiro para render com as aplicações.

Como escolher a melhor assessoria de investimentos?

O primeiro passo é verificar se o escritório (e seus profissionais) são registrados na CVM. Procure saber mais sobre o trabalho realizado pela assessoria e, principalmente, como funciona o atendimento aos clientes.

“Seu assessor deve procurar entender seu perfil atual de investidor, capacidade financeira, além dos sonhos e objetivos que você espera do futuro. Esse interesse de conhecer a fundo a sua vida financeira permitirá que ele te mostre qual é o melhor caminho para criar o seu legado”, resume Wagner.

Além disso, sabemos que investir vai muito além das aplicações na Bolsa de Valores, por isso, um bom escritório de investimentos irá te ajudar a explorar todas as possibilidades. Como por exemplo, na Blue3 você conta com uma mesa de renda variável (também a melhor da rede XP), mesa de renda fixa, gestão patrimonial, câmbio e assessoria corporate (focada em investimentos para pessoa jurídica). Ter ao seu lado um time eficiente e um atendimento completo faz toda a diferença para a perpetuação do seu patrimônio.

Fale com um assessor Blue3 e invista com o melhor escritório de investimentos do Brasil!

ABC do Mercado – Relatório Focus projeta inflação a 7,27% em 2021. Entenda como é calculado o IPCA

As projeções para a inflação em 2021 não estão otimistas. Segundo a pesquisa semanal realizada pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras do Brasil e disponibilizada no relatório Focus da última segunda-feira (27/08), a expectativa é que o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), considerado o índice oficial de inflação do país, termine este ano acumulado em 7,27%. 

Esse nível de inflação, caso se confirme, representaria o maior aumento anual de preços no Brasil desde 2015, quando o índice encerrou o ano com acumulado de 10,67%.

Mas o que isso significa?

A inflação é um dos grandes fantasmas da economia brasileira. Nos anos 1980, o país foi obrigado a conviver com um fenômeno chamado “hiperinflação”, em que o dinheiro perdia valor rapidamente (muitas vezes em questão de dias ou até horas). Naquele tempo, era comum as pessoas receberem o salário e — às vezes, literalmente — correrem para o supermercado para comprar o que fosse possível, uma vez que os preços eram constantemente remarcados diretamente nas prateleiras. Felizmente, esse tempo passou e hoje a economia brasileira desfruta de relativa estabilidade. Mas isso não quer dizer que nosso dinheiro tenha parado de se desvalorizar.

Para medir a perda do poder de compra do nosso dinheiro, o governo brasileiro utiliza a pesquisa mensal de preços do varejo e serviços, realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em dez grandes cidades brasileiras. O cálculo é feito em cada região e, depois, somam-se os valores apurados para compor o índice nacional. Entre os dados utilizados pela entidade estão desde preços de alimentos básicos, como arroz, feijão, frutas e legumes nos supermercados, até custos com transporte, vestuário, educação, saúde e serviços, como concessão de energia elétrica e água encanada.

A partir das variações de preços é possível entender se, com o mesmo montante de dinheiro, a população conseguiu consumir mais ou menos. Se a balança pender para o lado negativo, o resultado é chamado de inflação. Por outro lado, se o dinheiro “ganhou valor”, diz-se que o cenário foi “deflacionário”.

Seu dinheiro poderá valer menos no final deste ano

Voltando à previsão do mercado financeiro, caso ela seja certeira, no final deste ano teremos menor capacidade de consumo que no começo. Com o IPCA a 7,27%, caso você tenha guardado R$ 100 embaixo do colchão em janeiro, em dezembro você continuará com a mesma cédula azul, mas agora ela terá o poder de compra equivalente de R$ 92,73 no início do ano. Ou seja: depois de doze meses, você precisará de sete reais a mais para comprar os mesmos itens no supermercado. Esse é o poder (negativo) da inflação.

Ninguém gosta de perder dinheiro, mas como se proteger da inflação?

Não é possível proteger-se totalmente da inflação. Afinal, todos os dias vamos à padaria, ao supermercado, compramos uma roupa, almoçamos fora… Enfim, existe sempre uma influência da inflação sobre o nosso dia a dia.

Porém, é possível proteger o futuro!
Como?
O melhor caminho é utilizar investimentos que tragam rentabilidade acima da inflação, para que o patrimônio cresça sem se desvalorizar.

Um dos melhores exemplos é o Tesouro Direto IPCA+. O título, emitido pelo tesouro nacional, é indexado à inflação oficial, isto é, tem seu rendimento atrelado a ela, além de uma pequena taxa de crescimento mensal. No caso da opção com vencimento para 2045, por exemplo, o investidor recebe juros equivalentes ao IPCA no período mais 4,63% ao ano.  

Diferentemente de quem deixou o dinheiro no colchão, ao final de 2021 um investidor que tivesse investido R$ 100 no Tesouro IPCA+ 2045 não terminaria o ano com R$ 92,73, mas com R$ 104,63.  Na prática, entre o que deixou de perder e o que rendeu, esse investidor “embolsou” R$ 11 em 12 meses.

Parece pouco, mas é sempre melhor ganhar do que perder!

Venha para a Blue3 e transforme seu futuro por meio dos melhores investimentos!

Tenho 35 anos, ainda vale a pena ter uma previdência privada?

Todo mundo busca tranquilidade para quando a maturidade chegar. Pensando nisso, o melhor momento para planejar a independência financeira na aposentadoria é sempre agora, tenha você 20, 30 ou 40 anos de idade. O que será diferente, em cada uma das faixas etárias, é o caminho para conquistar esse objetivo.

Naturalmente, quem começar mais cedo percorrerá um caminho mais confortável, podendo aportar valores mais baixos para criar o “colchão” de previdência e investimentos que permitirão a tão sonhada aposentadoria tranquila. “Infelizmente, os brasileiros ainda não têm a cultura de poupar, então é comum que muitos comecem a planejar a aposentadoria depois dos 30, quando a vida financeira já está mais estabilizada”, explica Wagner Ronchi, portfolio manager private da Blue3. 

Para esse público, qual é a melhor saída para “recuperar o tempo perdido”? Contar com um plano de previdência privada ou investir no mercado financeiro?

Planos complementares

Investir tem tudo a ver com objetivos e, no caso da aposentadoria, tanto os planos de previdência privada quanto outras aplicações financeiras podem ajudar os investidores a chegar lá. 

As duas principais modalidades de previdência privada são o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) e o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre). A diferença entre as duas é basicamente a forma de tributação: a primeira segue uma tabela regressiva do imposto de renda, que é cobrado apenas no resgate; enquanto a segunda segue um sistema “progressivo” que permite abatimentos do IR ao longo do tempo e tem tributação sobre o saldo total.

Em ambas as modalidades é possível escolher o montante que será aplicado mensalmente (alguns planos têm valor mínimo) e por qual tempo você aplicará antes de colher o benefício. Para saber mais sobre o PGBL e o VGBL, confira este texto no canal patrocinado da Blue3 no portal SpaceMoney.

Outra forma de não depender do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) na velhice é investir por conta própria para acumular os recursos necessários para sua aposentadoria.

Primeiramente, é necessário conhecer o seu perfil de investidor, se é conservador, moderado ou arrojado. Como saber? Em geral, corretoras e assessorias de investimento aplicam um teste que analisa a capacidade financeira e indica qual é o perfil que norteará a escolha dos ativos que vão compor a carteira. “Porém, independentemente do perfil, é possível criar um portfólio no mercado financeiro que dê suporte ao plano de previdência e ajude a garantir retornos sólidos no futuro”, explica Wagner.

Confira exemplos de investimentos que podem fazer parte da sua carteira de previdência

Tesouro Direto

São os títulos mais seguros do mercado financeiro, pois trata-se de dívidas do tesouro nacional. Ou seja: a possibilidade de o governo não ter capacidade para honrar suas dívidas é quase inexistente.

A segurança, claro, vem com um preço: a rentabilidade do Tesouro Direto não é a mais alta do mercado, mas ainda assim esse é um dos ativos quase obrigatórios em qualquer carteira de longo prazo, uma vez que o principal objetivo de quem guarda dinheiro para resgate muitos anos à frente é rentabilizar acima da inflação.

Com o TD isso é possível, uma vez que a modalidade conta com a opção IPCA+, cuja rentabilidade é calculada a partir da inflação medida pelo IBGE  (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e de uma taxa fixa.

CDBs

Os Certificados de Depósito Bancários são ativos semelhantes ao Tesouro Direto, porém, quem emite esse tipo de título são os bancos. Embora instituição financeira nenhuma tenha a mesma capacidade de pagamento do governo, dinheiro para honrar as dívidas não costuma ser problema para os bancos. Portanto, os CDBs também são considerados investimentos de baixo risco.

É possível encontrar, inclusive, opções com rentabilidade mais atrativa do que a dos títulos públicos. Porém, fique atento à liquidez: alguns desses ativos só podem ser resgatados no vencimento, ou seja, ao investir, você só receberá de volta o seu dinheiro na data estipulada, que pode ser em seis meses ou até 10 anos. Por isso é importante ler com atenção a descrição do título antes de comprar.

Fundos de renda fixa

Em linhas gerais, fundos de investimento são grupos de pessoas que se reúnem para investir e conseguirem, juntos, montar um portfólio rentável. No caso dos fundos de renda fixa, o objetivo é investir nessa classe de ativos, que inclui os títulos públicos e CDBs descritos acima, além de certificados de recebíveis do agronegócio e mercado imobiliário, títulos de crédito e outras opções.

Os fundos são comercializados em cotas e a rentabilidade do investidor é proporcional à quantidade adquirida. 

Ações

Embora seja conhecido pela alta volatilidade, o mercado de ações também é indicado para quem tem planos de longo prazo. Não por acaso, o número de investidores pessoas físicas na B3, a bolsa de valores brasileira, não para de crescer. Só até julho deste ano — segundo números da própria bolsa —, o número de contas ativas chegou a 3,9 milhões, um avanço de 20% em relação a 2020. 

Embora esteja “na moda”, investir sem qualquer critério em renda variável pode trazer prejuízos. É preciso ter cuidado na hora de escolher os papéis que farão parte do portfólio e acompanhar de perto o desempenho das empresas.

“ A bolsa é um ótimo caminho para quem quer uma rentabilidade superior à da renda fixa, mas lá os investidores também encontrarão maior exposição ao risco. Por isso é necessário estar sempre bem informado. Para quem não tem tempo de se dedicar, o ideal é buscar uma assessoria de investimentos ou gestora de recursos”, destaca o portfolio manager. 

Fundos de investimentos imobiliários (FIIs)

Cada vez mais presentes no radar — e na carteira — dos investidores, os FIIs têm funcionamento similar a outros fundos, porém, são focados em empreendimentos imobiliários ou investem seu patrimônio em ativos ligados ao setor. 

Uma característica que chama a atenção é que esse tipo de investimento pode oferecer, simultaneamente, retorno por meio da valorização das cotas e distribuição de dividendos. Isso porque há fundos que investem em imóveis para locação e os aluguéis gerados por esses contratos são divididos entre os cotistas do fundo. “Os FIIs estão ganhando o radar dos investidores por oferecerem possibilidade de renda passiva, por meio dos dividendos, que além de ser um dinheiro que os investidores recebem mensalmente, ainda permanece isenta de imposto de renda mesmo com o avanço da reforma tributária”, pontua Wagner.

Quer conhecer os melhores investimentos para realizar o seu próximo sonho? A Blue3 te ajuda a encontrar o caminho!

Blue3 e SpaceMoney anunciam parceria e lançam novos canais de informação

Um dos ativos mais valiosos do século 21 é a informação. Diariamente, fatos econômicos, políticos e sociais interferem no nosso cotidiano e, para quem investe e pensa no futuro, estar por dentro desses acontecimentos no momento certo pode significar a diferença entre lucro e prejuízo. 

Informar com agilidade e trazer análises de qualidade é a missão dos novos canais Bolsa de Valores e Proteção e Futuro, focados no cotidiano da B3 – a bolsa de valores brasileira – e nos mercados de seguros e previdência.

O portal SpaceMoney, especializado na cobertura do mercado de capitais e em produção de conteúdo com foco em educação financeira, é o responsável pela organização editorial e hospedagem do projeto, que tem patrocínio da Blue3. A empresa, escolhida pela XP Investimentos como melhor escritório de agentes autônomos do Brasil em 2021, colabora também com conteúdo analítico baseado nas recomendações e relatórios da corretora.

“Esses novos canais especiais de informação nascem em linha com os princípios que norteiam o negócio da Blue3, de valorizar a informação de qualidade e fomentar a educação financeira. Quem respira o mercado financeiro precisa estar sempre ligado no mundo ao redor e, para nós, é uma grande satisfação poder oferecer essa conexão”, destaca Wagner Vieira, CEO da Blue3.

“A Blue3 é o parceiro ideal para o início da nossa área de projetos especiais, que está desenvolvendo novos canais temáticos sobre segmentos importantes do mercado de capitais e da economia, como criptomoedas, investimentos no exterior, agronegócio e saúde, entre outros, sempre em parceria com empresas que são referência em seus ramos de atuação. Vem muita coisa boa por aí”, adianta Fabio Murad, CEO da SpaceMoney

Mais informação sobre a bolsa

Segundo dados divulgados pela B3 no início de agosto, atualmente 3,9 milhões de pessoas físicas têm conta para investimentos em renda variável. Para quem faz parte desse grupo — ou tem interesse em conhecer e acompanhar o mercado acionário —,  o canal Bolsa de Valores é um passaporte para os pregões.

Dessa forma, é possível acompanhar as cotações dos papéis pela ferramenta SpaceNow, se informar sobre os principais fatos relevantes no universo das empresas listadas e conferir o desempenho do Ibovespa e dos principais índices internacionais. Tudo acompanhado pela contextualização dos profissionais da Rede Blue3.

Portanto, além de notas rápidas, a página trará também conteúdos de fôlego, como reportagens, lives e entrevistas em diferentes formatos, incluindo texto, infográficos e vídeos.

Clique aqui e acesse o canal Bolsa de Valores.

Seu futuro está garantido?

Sabemos que não é possível prever o futuro, mas você pode sim, construir o seu! Por isso, se planejar financeiramente, investir em previdência privada e contar com produtos de seguro são medidas indispensáveis para alcançar esse objetivo. 

Porém, infelizmente, essa não é a realidade da maioria dos brasileiros. Segundo o “Raio-X do Investidor”, pesquisa realizada pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) em julho deste ano, apenas 9% dos brasileiros investem em previdência privada. A maioria (71%) respondeu que dependerá da previdência social (INSS) ou do próprio salário, ou seja: não pretendem parar de trabalhar.

Foi pensando nisso que nasceu o canal Proteção e Futuro, cujo o objetivo é ajudar esse público a ter uma nova consciência financeira, trazendo reportagens sobre educação e planejamento do orçamento pessoal.

Entre os temas estão dicas de como economizar, além das opções de planos de previdência que estão em evidência no mercado e de produtos de seguro que atendam às necessidades dos diferentes perfis de famílias.

Clique aqui para conhecer o canal Proteção e Futuro.

Qual é o seu próximo sonho? Você já definiu as suas metas?

Traçar um planejamento financeiro é essencial para conquistar seus objetivos, e claro, a Blue3 pode te ajudar a alcançá-los.

Procure um assessor Blue3 agora, e comece a investir com excelência!

Tripé dos investimentos: o que avaliar antes de começar a investir?

Se você quer começar a investir, mas está com muitas dúvidas, este artigo vai te ajudar a entender algumas características dos produtos financeiros.

Nós vamos te apresentar três pilares muito importantes que devem ser considerados na hora de decidir onde colocar o seu dinheiro.

Antes de realizar qualquer aplicação é preciso que você defina seu objetivo e, primeiramente, conheça seu perfil de investidor.

Para isso, é preciso que responda as seguintes perguntas: Você quer investir no curto, médio ou longo prazo? Você tem disposição para assumir algum risco?

Cada tipo de investimento apresenta três variáveis fundamentais e por meio delas, você poderá saber quais produtos se adaptam melhor aos seus objetivos.

Tripé dos Investimentos

O tripé dos investimentos é composto por:

  1. Segurança;
  2. Liquidez;
  3. Rentabilidade.

Segurança

No contexto dos investimentos a insegurança é uma das grandes questões que causam aversão ao mercado financeiro. Mas o quanto você preza pela segurança dos seus investimentos é uma das principais características para definir o seu perfil de investidor.

A exposição a riscos influencia diretamente na escolha do produto a ser aplicado, pois é a partir dela que você poderá montar a sua carteira, priorizando os produtos que sejam de acordo com as suas metas.

Quanto ao risco, podemos defini-lo como a possibilidade de determinado investimento não gerar a rentabilidade esperada, ou seja, a probabilidade de perder o dinheiro investido. Entretanto, vale lembrar que um risco maior também quer dizer mais possibilidade de melhores resultados. 

No mercado financeiro é possível encontrar diversos tipos de investimentos que apresentam certo nível de segurança. Os investimentos em renda fixa, tais como Tesouro Direto, CDBs, LCAs/LCIs, tendem a apresentar menores riscos quando comparados aos investimentos em renda variável, como por exemplo as ações, fundos imobiliários ou fundos multimercado.

Em território nacional, os investimentos considerados mais seguros são os oferecidos pelo Tesouro Direto, como o Tesouro Selic, Tesouro Prefixado e Tesouro IPCA+.

Liquidez

A liquidez é a facilidade de se transformar determinado ativo em dinheiro, sem que seu preço seja afetado.

Por exemplo, não é tão fácil e rápido vender um apartamento, principalmente se a necessidade do dinheiro for urgente. Dessa forma, talvez seja necessário vender este apartamento por um preço bem abaixo do seu valor justo. Assim, não pode ser considerado líquido, pois apresenta uma baixa liquidez.

O investimento no Tesouro Selic já apresenta boa liquidez, pois pode ser resgatado a qualquer momento sem sofrer perda de seu valor.

No caso de ações, se a empresa for uma Blue Chip (empresa que apresenta alto valor de mercado e grande volume de negociação na bolsa),ela apresentará maior liquidez.

Se for Small Cap (empresa menor e menos negociada na bolsa), terá menor liquidez. Uma vez vendida, o tempo de resgate é “D+2”. Isso significa que ao vender uma ação hoje, o dinheiro só irá cair na sua conta da corretora em dois dias úteis.

Rentabilidade

A rentabilidade se refere ao retorno que determinado investimento pode gerar.

Digamos que você invista R$1.000,00 em um investimento com rentabilidade líquida de 5% ao ano.  Quer dizer que ao final de um ano, o resgate esperado será de R$1.050,00. 

Este é um dos pilares mais atraem os investidores e é a prioridade de muitos. Mas sempre deve ser analisada juntamente com os fatores de risco e liquidez.  

Os ativos que apresentam maior rentabilidade são os de renda variável, dessa forma, também tendem a ser os que oferecem menor segurança.

A importância do tripé na hora de investir

O conceito do tripé se baseia no fato de que, para obter bons resultados nos investimentos, deve-se priorizar apenas duas dessas variáveis, pois nenhum produto poderá ter essas três características ao mesmo tempo.

Por isso, ao investir, é preciso entender que para qualquer aplicação, as variáveis risco, liquidez e rentabilidade precisam ser consideradas.

A rentabilidade está relacionada às outras duas varáveis. Um investimento que apresenta baixa segurança precisa oferecer uma maior rentabilidade para se tornar atrativo. E, em geral, quanto maior a liquidez, menor será a rentabilidade.

Caso seu maior objetivo seja obter maior rentabilidade, você precisará assumir mais riscos e em alguns casos abrir mão da liquidez. Se quer priorizar a liquidez e segurança, provavelmente não irá obter grande rentabilidade.

  Para gerenciar o seu patrimônio da melhor forma, é preciso ter cautela, planejar e diversificar. Levar em conta esses pontos e tomar decisões pautadas no tripé dos investimentos pode te ajudar a criar um portfólio mais sólido, diversificado e claro, com resultados mais assertivos.

Ainda tem dúvidas sobre investimentos? Procure um assessor da Blue3.

Commodities: a peça-chave do mercado financeiro brasileiro

Muito tem se falado sobre commodities nas últimas semanas devido aos recordes nas cotações desses produtos. Toda essa popularidade se justifica pelo fato delas serem mercadorias fundamentais aos países (principalmente os emergentes) e pelo seu preço impactar diretamente a economia e a Bolsa de Valores brasileira.

Mas afinal, o que são commodities?

O que são commodities?

A palavra significa ‘mercadoria’, em uma tradução livre do inglês. No mercado financeiro, ela é utilizada para caracterizar produtos de matéria-prima que possuem algumas características, entre elas:

  • Produção em larga escala;
  • Passível de estocagem sem perda de qualidade;
  • Pouco industrializados;
  • Possuem padrões de qualidade e produção.

Por serem produtos comercializados mundialmente e com um volume muito grande, quando seus preços oscilam o mercado financeiro mundial sofre seus impactos, e alguns países sentem mais essas variações do que outros.

Um bom exemplo foi a alta do Bovespa na última semana (21/05), puxada pelo aumento nos preços das commodities, que se contrapôs às quedas de bolsas ao redor do mundo.

Grupos de commodities

As commodities englobam vários produtos, e por isso elas são divididas em quatro grandes grupos: as agrícolas, minerais, ambientais e financeiras.

O Brasil é uma superpotência quando o assunto é produção de alimentos, nossos principais produtos são as commodities agrícolas como soja, milho, café, açúcar, cacau e laranja. Além disso, somos destaque na produção de petróleo, minério de ferro e boi gordo.

Esses produtos correspondem a mais da metade das exportações do país, e não é difícil enxergar a relação entre eles e a bolsa brasileira.

As commodities na Bolsa de Valores brasileira

Na carteira teórica que compõe o índice Bovespa, cerca de um terço das empresas listadas tem relação direta com commodities, sendo Petrobras, Vale, JBS e Suzano as quatro maiores companhias relacionadas. Quando comparamos índices de commodities como o CRB (Core Commodity Index) com BOVA11 graficamente, percebemos a forte relação entre esses dois índices.

Fonte: tradingeconomics

O momento atual de retomada da economia de países como China, EUA e Índia e o crescimento do PIB global, impulsionam as commodities e seguindo essa onda, o mercado começa a migrar as ações de crescimento (como empresas de tecnologia) para empresas de valor (como bancos e commodities).

Bancos como o Bank of America, o Goldman Sachs e o UBS projetam alto crescimento para os próximos seis meses, ou seja, apesar de já termos visto uma grande alta do setor, ainda há espaço para avanço.

Estes são apenas alguns dos sinais de que este segmento apresenta boas oportunidades para o Brasil e claro, para os investidores.

Como está a exposição da sua carteira às commodities?

O time da BlueTrade se empenha diariamente para ajudar o investidor a encontrar as melhores oportunidades do mercado. Entre em contato com um de nossos assessores e entenda mais sobre esse produto.

Fontes: infomoney, nubank, rico, veja