Quero investir para pagar a faculdade dos meus filhos. Como planejar?

Garantir uma boa educação escolar aos filhos é uma prioridade para os pais. Desde a alfabetização, passando pelos ensinos fundamental e médio, até o tão sonhado curso superior. A educação é a melhor maneira de garantir um futuro próspero na sociedade contemporânea, mas uma boa instituição de ensino particular, nem sempre, é acessada a preços módicos. Ainda mais quando falamos do ensino universitário.

E este é um dos principais motivos pelos quais o planejamento financeiro torna-se fundamental.

Use o tempo a seu favor

Por meio de um planejamento prévio adequado é possível investir para financiar a faculdade dos filhos com mais de uma década de antecedência. E essa organização abrirá bastante o leque de opções de investimentos que atenderão as especificidades do acúmulo de capital para a concretização deste objetivo. 

Consideremos o tripé dos investimentos: risco (segurança), rentabilidade e liquidez. Como falamos aqui de uma ação estruturada para o longo prazo, podemos considerar a liquidez como o fator menos preponderante, uma vez que o objetivo não contempla o resgate do montante no curto espaço de tempo.

Também não é possível assumir uma posição exclusivamente centrada em investimentos mais arrojados, afinal, quando temos um planejamento financeiro a longo prazo, é possível também proteger a valorização do seu dinheiro, não havendo necessidade de exposição à volatilidade das opções que podem render acima da média em prazos menores.

Considere boas opções

A composição de uma carteira diversificada é a melhor estratégia e pode ser adotada tanto para uma cobertura de segurança quanto para garantir maiores rendimentos.

Uma composição interessante é começar pela alocação de recursos em investimentos de renda fixa como CDBs, LCIs e LCAs, com prazo de vencimento longo (para aplicações a partir de dois anos será praticada a menor alíquota de IR, mas como falamos em prazos longos, é possível buscar por contratos ainda mais extensos, que terão maior rentabilidade). 

Desde abril de 2020, instituições financeiras, corretoras e fintechs também estão habilitadas para a emissão dos certificados de depósito bancários, uma modalidade até então restrita aos bancos tradicionais

Outra opção que pode compor essa carteira é o fundo de investimento multimercado. Trata-se de uma modalidade que sobe um degrau a mais no fator risco em comparação à renda fixa. Mas, também por isso, oferece ótima rentabilidade e outros benefícios, como diversificação e flexibilidade.

Nessa modalidade, o investidor delega a alocação dos recursos a um fundo gestor especializado, que pode ser em um ou mais mercados pré-estabelecidos de acordo com a estratégia definida para aquela classe. São diversas classes distintas de fundos de investimentos classificadas pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

Uma das estratégias mais utilizadas por gestores de fundos – e procuradas pelos investidores – são as aplicadas nos chamados “fundos macro”, nos quais os ativos que compõem aquele fundo são atrelados a índices macroeconômicos e, costumeiramente, focados nos médio e longo prazos.

A maior parte dos fundos multimercados são tributados como os fundos de renda fixa (com a alíquota do IR atingindo o menor patamar para aplicações superiores a 720 dias). 

Diversifique

Um terceiro ativo que pode compor a estratégia de investimento para o longo prazo, já pensando na faculdade de seus filhos, é o título de crédito privado.

Apesar de ter um pouco mais de risco, ainda é possível prever quais serão os rendimentos oriundos da aplicação, o que torna o ativo altamente recomendado como fator de diversificação e por proporcionar maior rentabilidade. Nessa modalidade, o investidor compra títulos emitidos por empresas e instituições privadas para “emprestar” dinheiro a uma companhia: debêntures, CRIs e CRAs são exemplos. 

A debênture torna o investidor um credor da companhia emissora do título. A remuneração pode ser feita por intermédio de juros pré-estabelecidos ou participação nos lucros. Existem duas variações de debêntures disponíveis no mercado: as comuns (tributadas pelo IR) e as incentivadas (isentas de IR por preverem investimentos em projetos de infraestrutura que beneficiem o país e os respectivos setores econômicos relacionados). 

Já os CRIs e CRAs costumam ser mais rentáveis que os títulos privados (LCIs e LCAs). São modalidades procuradas por investidores mais experientes, não apenas pelo risco de crédito, mas porque geralmente a aplicação mínima costuma exigir valores mais elevados e, em alguns casos, é necessário que o investidor seja considerado um investidor qualificado.

Tanto CRIs quanto CRAs são investimentos isentos de incidência de Imposto de Renda e também de IOF. 

Acesse a Central de Sistemas da Comissão de Valores Mobiliários e confira todas as ofertas públicas de títulos registrados. 

Apostar no longo prazo, balancear o portfólio com ativos de menor exposição a risco e que complementem opções de maior rentabilidade. Planejando com antecedência e sabedoria, a árdua tarefa de bem-educar será executada com uma preocupação a menos: a quitação dos boletos. 

E claro, um planejamento financeiro fica muito mais eficiente quando feito ao lado de profissionais. Por isso, procure a ajuda da Blue3, clique aqui e inscreva-se para falar com um dos nossos assessores.

Sonha com o primeiro imóvel? Confira os melhores investimentos para acumular renda

O planejamento financeiro é importante em todas as fases da vida, principalmente quando se pensa em comprar o primeiro imóvel, um dos principais sonhos de conquista das pessoas. Justamente por se tratar de uma decisão de longo prazo, é essencial que se tenha muita atenção nesse momento. É aí que entra o papel dos investimentos, que podem ser os grandes responsáveis por fazer sua reserva crescer de forma mais rápida.

Para os profissionais da área, quando se trata de investimentos de longo prazo, a renda fixa pode ser uma ótima opção. Vale ficar de olho tanto nos títulos públicos do Tesouro Direto quanto em opções oferecidas por instituições privadas, como CDBs, LCIs, LCAs, CRIs e CRAs.

Para escolher o investimento que melhor atende ao seu perfil, antes de mais nada você precisa traçar seu objetivo, sempre pensando no preço do imóvel. Quanto poupar por mês? Pretende fazer aportes mensais? Quer ter mais ou menos riscos?

Confira as principais diferenças entre esses modelos de investimentos:

Tesouro IPCA+

Talvez seja o investimento mais acessível para quem investe para médio e longo prazo, como em casos de compra de imóveis. O Tesouro IPCA+ com ou sem juros semestrais (NTN-B e NTN-B Principal) é um tipo de título público que paga uma taxa prefixada mais a variação da inflação pelo IPCA.

Como são negociados via Tesouro Direto, o aporte inicial é de apenas R$ 30, respeitando o valor mínimo de 1% do valor de um título.

Nesse modelo, quanto maior o prazo, maior a oscilação. Assim, as vendas antecipadas podem dar ao investidor um retorno negativo, caso os preços estejam em baixa. Dessa forma, é importante também casar o prazo de vencimento do papel com o prazo de utilização dos recursos.

Na maioria dos casos, é o mais indicado quando se deseja poupar para a compra de imóvel.

LCI e LCA

LCA é a sigla para Letra de Crédito do Agronegócio. Já LCI significa Letra de Crédito Imobiliário. Esses títulos são emitidos por bancos e se diferem no foco do financiamento. O primeiro financia as atividades do setor de agronegócio. Já o segundo suporta atividades do setor imobiliário.

Em ambos, a taxa de rentabilidade e a data de vencimento são definidas no momento da compra. Ou seja, a diferença principal está na taxa de rendimento, prazo de aplicação, aporte inicial e o foco de investimento – no agronegócio ou no setor imobiliário.

A grande vantagem nesse tipo de investimento está na isenção de taxas e na rentabilidade um pouco acima do CDI.

Quando o objetivo é a compra de um imóvel, o ideal é escolher LCIs e LCAs de prazos mais longos, melhorando a rentabilidade.

Fundos de renda fixa

Os investimentos mais conservadores não são os ideais quando pensamos em compras de imóveis. A acumulação nessas aplicações financeiras é mais lenta, mas funciona.

Nesse modelo, os gestores dos fundos compram títulos de renda fixa, como CDBs (certificados de depósito bancário) e Títulos Públicos, em uma espécie de empréstimo, esperando receber esse dinheiro de volta, acrescido de juros.

Os fundos de renda fixa costumam empregar diversos ativos em sua composição – até mesmo ativos mais arriscados podem compor a carteira. Os ganhos são divididos entre todos os participantes proporcionalmente, a depender de quanto cada um aplicou no fundo.

CDBs indexados à inflação

O CDB IPCA ou Certificado de Depósito Bancário vinculado ao desempenho do Índice Nacional de Preços ao Consumidor é uma aplicação de renda fixa muito utilizada por quem deseja proteger o poder de compra da moeda.

Geralmente são emitidos por bancos médios e costumam ter uma remuneração bastante interessante. Oferecem uma taxa prefixada mais a variação da inflação, em geral pelo IPCA.

Quanto maior o prazo, maior tende a ser a rentabilidade. Mas como não costumam ter liquidez antes do vencimento, o ideal é casar o prazo do papel com o do objetivo.

E para que seus investimentos realmente tenham resultados, nada melhor que contar com o apoio dos profissionais da área.

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Tenho 35 anos, ainda vale a pena ter uma previdência privada?

Todo mundo busca tranquilidade para quando a maturidade chegar. Pensando nisso, o melhor momento para planejar a independência financeira na aposentadoria é sempre agora, tenha você 20, 30 ou 40 anos de idade. O que será diferente, em cada uma das faixas etárias, é o caminho para conquistar esse objetivo.

Naturalmente, quem começar mais cedo percorrerá um caminho mais confortável, podendo aportar valores mais baixos para criar o “colchão” de previdência e investimentos que permitirão a tão sonhada aposentadoria tranquila. “Infelizmente, os brasileiros ainda não têm a cultura de poupar, então é comum que muitos comecem a planejar a aposentadoria depois dos 30, quando a vida financeira já está mais estabilizada”, explica Wagner Ronchi, portfolio manager private da Blue3. 

Para esse público, qual é a melhor saída para “recuperar o tempo perdido”? Contar com um plano de previdência privada ou investir no mercado financeiro?

Planos complementares

Investir tem tudo a ver com objetivos e, no caso da aposentadoria, tanto os planos de previdência privada quanto outras aplicações financeiras podem ajudar os investidores a chegar lá. 

As duas principais modalidades de previdência privada são o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) e o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre). A diferença entre as duas é basicamente a forma de tributação: a primeira segue uma tabela regressiva do imposto de renda, que é cobrado apenas no resgate; enquanto a segunda segue um sistema “progressivo” que permite abatimentos do IR ao longo do tempo e tem tributação sobre o saldo total.

Em ambas as modalidades é possível escolher o montante que será aplicado mensalmente (alguns planos têm valor mínimo) e por qual tempo você aplicará antes de colher o benefício. Para saber mais sobre o PGBL e o VGBL, confira este texto no canal patrocinado da Blue3 no portal SpaceMoney.

Outra forma de não depender do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) na velhice é investir por conta própria para acumular os recursos necessários para sua aposentadoria.

Primeiramente, é necessário conhecer o seu perfil de investidor, se é conservador, moderado ou arrojado. Como saber? Em geral, corretoras e assessorias de investimento aplicam um teste que analisa a capacidade financeira e indica qual é o perfil que norteará a escolha dos ativos que vão compor a carteira. “Porém, independentemente do perfil, é possível criar um portfólio no mercado financeiro que dê suporte ao plano de previdência e ajude a garantir retornos sólidos no futuro”, explica Wagner.

Confira exemplos de investimentos que podem fazer parte da sua carteira de previdência

Tesouro Direto

São os títulos mais seguros do mercado financeiro, pois trata-se de dívidas do tesouro nacional. Ou seja: a possibilidade de o governo não ter capacidade para honrar suas dívidas é quase inexistente.

A segurança, claro, vem com um preço: a rentabilidade do Tesouro Direto não é a mais alta do mercado, mas ainda assim esse é um dos ativos quase obrigatórios em qualquer carteira de longo prazo, uma vez que o principal objetivo de quem guarda dinheiro para resgate muitos anos à frente é rentabilizar acima da inflação.

Com o TD isso é possível, uma vez que a modalidade conta com a opção IPCA+, cuja rentabilidade é calculada a partir da inflação medida pelo IBGE  (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e de uma taxa fixa.

CDBs

Os Certificados de Depósito Bancários são ativos semelhantes ao Tesouro Direto, porém, quem emite esse tipo de título são os bancos. Embora instituição financeira nenhuma tenha a mesma capacidade de pagamento do governo, dinheiro para honrar as dívidas não costuma ser problema para os bancos. Portanto, os CDBs também são considerados investimentos de baixo risco.

É possível encontrar, inclusive, opções com rentabilidade mais atrativa do que a dos títulos públicos. Porém, fique atento à liquidez: alguns desses ativos só podem ser resgatados no vencimento, ou seja, ao investir, você só receberá de volta o seu dinheiro na data estipulada, que pode ser em seis meses ou até 10 anos. Por isso é importante ler com atenção a descrição do título antes de comprar.

Fundos de renda fixa

Em linhas gerais, fundos de investimento são grupos de pessoas que se reúnem para investir e conseguirem, juntos, montar um portfólio rentável. No caso dos fundos de renda fixa, o objetivo é investir nessa classe de ativos, que inclui os títulos públicos e CDBs descritos acima, além de certificados de recebíveis do agronegócio e mercado imobiliário, títulos de crédito e outras opções.

Os fundos são comercializados em cotas e a rentabilidade do investidor é proporcional à quantidade adquirida. 

Ações

Embora seja conhecido pela alta volatilidade, o mercado de ações também é indicado para quem tem planos de longo prazo. Não por acaso, o número de investidores pessoas físicas na B3, a bolsa de valores brasileira, não para de crescer. Só até julho deste ano — segundo números da própria bolsa —, o número de contas ativas chegou a 3,9 milhões, um avanço de 20% em relação a 2020. 

Embora esteja “na moda”, investir sem qualquer critério em renda variável pode trazer prejuízos. É preciso ter cuidado na hora de escolher os papéis que farão parte do portfólio e acompanhar de perto o desempenho das empresas.

“ A bolsa é um ótimo caminho para quem quer uma rentabilidade superior à da renda fixa, mas lá os investidores também encontrarão maior exposição ao risco. Por isso é necessário estar sempre bem informado. Para quem não tem tempo de se dedicar, o ideal é buscar uma assessoria de investimentos ou gestora de recursos”, destaca o portfolio manager. 

Fundos de investimentos imobiliários (FIIs)

Cada vez mais presentes no radar — e na carteira — dos investidores, os FIIs têm funcionamento similar a outros fundos, porém, são focados em empreendimentos imobiliários ou investem seu patrimônio em ativos ligados ao setor. 

Uma característica que chama a atenção é que esse tipo de investimento pode oferecer, simultaneamente, retorno por meio da valorização das cotas e distribuição de dividendos. Isso porque há fundos que investem em imóveis para locação e os aluguéis gerados por esses contratos são divididos entre os cotistas do fundo. “Os FIIs estão ganhando o radar dos investidores por oferecerem possibilidade de renda passiva, por meio dos dividendos, que além de ser um dinheiro que os investidores recebem mensalmente, ainda permanece isenta de imposto de renda mesmo com o avanço da reforma tributária”, pontua Wagner.

Quer conhecer os melhores investimentos para realizar o seu próximo sonho? A Blue3 te ajuda a encontrar o caminho!

CDB e CDI: entenda as diferenças e saiba como investir

Se você pesquisa sobre investimentos em renda fixa, se é um investidor mais conservador, ou se está dando seus primeiros passos por esse mercado, certamente já ouviu falar em CDB e CDI. 

E sim, os termos são parecidos e por muitas vezes confundidos, mas as definições e os seus fins são distintos. 

Neste artigo você vai entender como funcionam, quais são as diferenças e como investir.

O que é CDI?

O CDI é o Certificado de Depósito Interbancário e atua como um indexador de referência do mercado, sendo uma das principais taxas usadas na renda fixa. 

Para contextualizar, vamos te explicar a origem do CDI. Fundamentalmente, o CDI é uma ferramenta das instituições financeiras para captar recursos, por isso o nome “Depósito Interbancário”. 

Ou seja, para encerrar o dia com saldo positivo – exigência do Banco Central a todas instituições financeiras – os bancos buscam um empréstimo com outras instituições e a taxa base para definir o juros desse empréstimo entre os bancos é o CDI. 

Esse empréstimo não é disponibilizado para pessoas físicas, mas o CDI acabou se tornando uma taxa reguladora do mercado financeiro. Pois, todas as operações realizadas pelos bancos por meio do CDI são registradas na Bolsa brasileira, que calcula a taxa média praticada. 

Assim, a taxa é divulgada diariamente como referência para a rentabilidade dos investimentos. Por isso, você costuma ouvir que determinado título do CDB está rendendo 100% do CDI. 

Muito além disso, o indexador também serve para avaliar se aquele investimento está dando um bom retorno ou não. Não perca tempo, clique aqui e invista agora! 

Fundos DI

Neste artigo, também é válido explicar brevemente o que são os Fundos DI, porque seu nome acaba sendo confundido diversas vezes com o CDI em questão. 

Fundos DI é um fundo de investimentos que está atrelado à taxa CDI. Também fazem parte da renda fixa e envolvem carteiras com, pelo menos, 80% aplicado em ativos que sejam vinculados a essa taxa de juros. 

Esses fundos são administrados por gestoras responsáveis. Procure um assessor Blue3 e comece a investir em Fundos DI!

O que é CDB?

Certificado de Depósito Bancário (CDB) é um dos investimentos mais comuns da renda fixa. Por ser dessa classe, é considerado de menos risco e sua segurança pode ser comparada com a da poupança, mas com rentabilidade maior que já começa a contar desde o dia da aplicação. 

Além disso,o CDB também é um investimento assegurado pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), até o montante máximo de 250 mil reais por instituição financeira/conglomerado financeiro ou CPF/CNPJ.

Assim como na poupança, ao adquirir um CDB, o investidor está emprestando o seu dinheiro para o banco que, por sua vez, irá utilizá-lo para realizar suas atividades bancárias, como emprestar para seus clientes, por exemplo. Em troca, o investidor recebe os juros sobre o investimento. 

Vale um adendo: ao usar o investimento para realizar operações de crédito com os clientes, o banco ganha no famoso “spread” que é a diferença entre os juros que serão devolvidos para você e o que é cobrado do cliente pelo empréstimo.


Porém, quando falamos em CDB, não estamos falando de um único tipo. Existem três tipos no mercado: o prefixado, pós-fixado e o híbrido. 

E mais, o CDB pode ter tanto a opção de liquidez diária, como a opção de resgatar apenas no vencimento. 

CDB prefixado 

Os títulos prefixados possibilitam que o investidor saiba qual será o rendimento total da aplicação até o dia do vencimento. Ou seja, ao adquirir o título, o investidor sabe exatamente a rentabilidade que vai receber no final. Por exemplo: 7% ao ano. 

CDB pós-fixado 

Os títulos pós-fixados, são atrelados a indexadores (geralmente CDI). Assim, os rendimentos são diários e variam conforme as oscilações do indexador do título. 

Por esse motivo, o investidor só consegue ter uma previsão dos rendimentos e só saberá de fato o valor que vai receber no dia que for realizar o resgate. Mesmo com as oscilações, não significa que há o risco de perder o dinheiro. Apenas que, o rendimento será o mesmo do indexador naquele dia. 

O CDB pós-fixado pode ser considerado mais defensivo e se encaixa em diversos cenários econômicos. Comece a investir em CDB, fale com um assessor Blue3 agora!

CDB híbrido 

O CDB híbrido é um misto de pós-fixado com prefixado. Isso quer dizer que esse título oferece uma parte pós-fixada, atrelada à variação da inflação (IPCA ou IGP-M) e outra parte prefixada, que é o valor fixo do rendimento ao ano. 

Veja também o artigo “Como investir em Renda Fixa de forma inteligente.” ou clique aqui e comece a investir agora.

Imposto de Renda

Os CDBs têm Imposto de Renda sobre o rendimento (lucro) via tabela regressiva podendo ser entre 22,5% e 15%. O que isso quer dizer? Quanto maior o período em que o dinheiro ficar investido, menor será a alíquota incidente. 

A primeira faixa de tributação é de 22,5% e é válida se o investimento tiver um período menor ou igual a 180 dias. De 181 a 360 dias, a alíquota é de 20%. Caso o investimento

tenha entre 361 a 720 dias, a alíquota será de 17,5%. Por fim, para investimentos acima de 720 dias, a alíquota é de 15%.

Para calcular o seu Imposto de Renda com mais eficiência e tranquilidade, conte com a Contabilidade da Bolsa.

Vale a pena? Como investir em CDB?

Assim como qualquer outro investimento, é preciso ponderar e analisar todo o cenário, principalmente da taxa de juros, para entender se está valendo a pena no momento ou não. Bem como, entender sobre a sua carteira e perfil de investidor.

Mesmo assim, é possível pontuar algumas características do CDB: 

  • É um investimento de baixo risco, assegurado pela FGC.
  • Tem a possibilidade de liquidez diária
  • É possível controlar o poder de compra, já que existe a previsibilidade dos rendimentos.
  • Amplas opções de títulos no mercado (oferecidos por instituições de pequeno a grande porte). 

Para investir é preciso avaliar em qual instituição (de confiança!) você tem interesse em abrir uma conta e quais os títulos do CDB que mais fazem sentido com os seus objetivos para esse investimento. É importante ressaltar que o valor mínimo para investir no CDB vai depender de cada título.

Além disso, é muito importante ter ao lado um profissional para te auxiliar e evitar que você tome decisões equivocadas ou perca tempo com escolhas que não são boas para você. 

E é claro, se tiver alguma dúvida sobre CDB e CDI, clique aqui e fale diretamente com um assessor Blue3. 

Pare de perder dinheiro na Poupança!

Poupança Comparativo

As promessas da poupança eram muitas. Segurança, liquidez, praticidade fizeram que esse modelo de aplicação se tornasse o mais popular e mais difundido no país.  Mas o baixo desempenho em sua rentabilidade fez com que ela deixasse de ser atrativa e que aplicadores que ainda estejam nela percam dinheiro. 

Mesmo que pareça atraente, por sua liquidez imediata e isenção no imposto de renda a poupança provê uma inércia extremamente perigosa para quem acredita que o melhor lugar para se guardar o dinheiro é na poupança, porém é comprovável que  investimentos em renda fixa irão render mais, apesar do imposto de renda.

Poupança X CDB

Existem vários modelos de investimento em renda fixa e o CDB está entre um dos mais comuns entre investidores com perfil mais conservados, parecido com os que aplicam na poupança. Principalmente por oferecerem exatamente o mesmo tipo de riscos para o investidor. Ao final do dia, em ambos os casos você estará emprestando seu dinheiro para o banco.

Neste post iremos comparar a poupança com um CDB que renda 110% do CDI. O CDI é uma taxa de referência muito utilizada no mercado financeiro, em especial para investimentos em renda fixa.

Também vale a pena dizer que o imposto de renda para investimentos em renda fixa é calculado através da tabela regressiva. Sendo assim, quanto mais tempo você deixar seu dinheiro investido, menor será a alíquota incidente.

Modelo de capitalização

Quem nunca ouviu falar sobre o famoso “aniversário da poupança”? Pois isso nada mais é do que o período de capitalização da poupança poupança, ou seja, o tempo necessário para que o dinheiro aplicado nela possa render algo. 

No CDB os rendimentos são diários, sendo capitalizado a partir do dia seguinte da aplicação até o dia de resgate, já na poupança ela precisa cumprir 30 dias aplicadas para render. 

Caso você realize uma aplicação na poupança no dia 1 de determinado mês e saque no dia 29, o dinheiro que você aplicou não gerará nenhum rendimento, pois mesmo o dinheiro estando parado lá por 29 dias ele só começaria a render após o “aniversário da poupança” de 30 dias. 

Se até então você acredita se tratar de algo corriqueiro entre os investimentos, saiba que não é verdade. Por acaso você se lembra qual foi a data dos últimos três depósitos que você fez na poupança? Se a sua resposta foi não, você já não saberá quanto será seu rendimento nesses seus três depósitos.Dessa forma um uma aplicação aparentemente inofensiva pode prejudicar sua rentabilidade. 

Rentabilidade 

Como explicado anteriormente , no ato em que o dinheiro é aplicado em um CDB o investidor passa a ter rentabilidade no dia seguinte da aplicação, ao contrário da aplicação em poupança que não terá rentabilidade nenhuma se o valor for sacado no 29º dia após a aplicação.

Para exemplificar ainda mais a comparação entre a rentabilidade de ambos, vamos considerar um investimento em um CDB, com rendimento de 110% do CDI. Traçando um exemplo histórico de rentabilidade em comparação ao valor gerado por um depósito na poupança.

Com um capital de R$100.000 reais aplicado em 5 anos em um CDB de 110% do CDI, com desconto de 15% de imposto de renda, a rentabilidade seria 63,3%, isto é, R$163.325 reais. O mesmo montante aplicado na poupança teria uma rentabilidade de 38,99%, o que resulta em R$138.990,00 reais. Isso quer dizer que em 5 anos, você deixaria de ganhar R$24.335,00.

Agora, considerando um um período de 10 anos esse investimento irá render 158,43% no CDB, com um total de R$258.431 reais. Uma diferença de R$61.491,00 reais em 10 anos.

Mas se você mantiver seu investimento por 15 anos a rentabilidade integral será de R$531.485,00 reais, um rendimento de 431,5% no total. Nesse caso, você teria deixado de ganhar R$238.805,00 reais em 15 anos.

Conclusão.

Como pudemos mostrar no post as diferenças entre a Poupança e os investimentos de renda Fixa são gigantescas. Quando o assunto é rentabilidade, quanto maior for o tempo de investimento maiores serão as diferenças entre a Poupança e CDB. Assim no exemplo apresentado, caso seja realizado um investimento com período igual a 15 anos, a diferença média mensal entre uma aplicação na poupança e um investimento em CDB será de R$1326,00 reais e 70 centavos.

 

Veja nosso vídeo comparativo de rentabilidade e tire suas dúvidas.