Investidores brasileiros de sucesso e suas histórias

Você é do tipo que precisa “ver para crer?” ou, então, se sente motivado ou motivada ao ver as histórias de sucesso de outras pessoas? Esse é um artigo exatamente sobre isso: inspiração

Os investimentos ainda são considerados tabu, especialmente no Brasil, e muitos ainda não aproveitam as oportunidades por medo, insegurança e, principalmente, falta de conhecimento sobre o assunto. 

Nosso país ainda está engatinhando quando falamos em mercado financeiro. Diferente dos Estados Unidos, por exemplo, em que as pessoas têm mais consciência e já possuem em sua vida três profissionais de extrema confiança: um médico, um advogado e um “financial advisor”, que equivale a um assessor de investimentos.

Ou seja, nos Estados Unidos a cultura de investimento e planejamento financeiro já é bem difundida, cerca de 99% da população investe o dinheiro, enquanto a mínima parcela ainda deixa suas economias paradas no banco. 

Mesmo com o cenário mais lento no Brasil, trouxemos o exemplo de investidores brasileiros de sucesso que marcaram a história com suas estratégias e ensinamentos. E que, inclusive, começaram há muito tempo. 

Luiz Barsi Filho

Fonte: Veja/Abril

Você conhece essa lenda da Bolsa de Valores? Luiz Barsi Filho é brasileiro, atualmente tem 82 anos de idade, e já coleciona uma série de apelidos como “Warren Buffett brasileiro” ou então “Rei dos Dividendos”. 

Mas sua história no mercado financeiro começou bem mais cedo, quando tinha apenas 16 anos de idade. Barsi é filho de imigrantes espanhóis e ficou órfão de pai quando era jovem. Por vir de família simples, começou a trabalhar como aprendiz de engraxate e alfaiate para ajudar sua mãe. 

Com o passar do tempo, se formou em técnico de contabilidade e foi a partir daí que despertou o interesse pelas oportunidades do mercado de capitais, onde são negociadas as ações da Bolsa de Valores. 

Barsi traçou o seu próprio método de investimento, conhecido como “carteira de ações previdenciária”, em que buscava investir em ações de empresas que ofereciam bons dividendos – parte do lucro líquido ajustado de uma empresa, que é distribuído entre acionistas. 

Além disso, o investidor tinha planos a longo prazo. Isso quer dizer que ele escolhia seus papéis baseado no seu método, e os deixava por muito tempo na carteira. Assim, em 10 anos investido, ele já tinha patrimônio o suficiente para não precisar trabalhar mais. 

Mas, como bom investidor que é, Barsi não abandonou o mercado financeiro depois de conquistar seu objetivo. E, em 2019, recebeu R$ 4 milhões em lucros da Eletrobras, apenas uma das empresas que fazem parte da sua carteira. 

Ao longo dos anos, teve sua própria corretora, trabalhou como colunista e consultor de investimentos. 

Hoje, a fortuna de Barsi é de aproximadamente R$ 2 bilhões de reais. Pai de cinco filhos, ele não deixou de repassar o seu legado, repleto de aprendizados. Inclusive, os seus filhos trilham o caminho do mercado, Luiz Barsi Neto, é assessor de investimentos e Louise Barsi, criou um programa para formar investidores. 

Clique aqui e leia o artigo “Tudo o que você precisa saber sobre a Bolsa de Valores”. 

Luiz Alves Paes de Barros 

Fonte: Divulgação (Eu Quero Investir)

Luiz Alves de Paes de Barros é brasileiro,  tem 73 anos de idade e é conhecido como um dos maiores investidores do país, assim como Luiz Barsi. 

Alves é de uma família tradicional do interior de São Paulo, proprietária de uma usina de açúcar. Por isso, tinha muito dinheiro proveniente do negócio.

No entanto, segundo o próprio investidor, a família “não soube administrar” os bens e o dinheiro, comprometendo boa parte do patrimônio. 

Por sempre observar os negócios da família, Alves se interessou por dinheiro, negócios e economia muito jovem. E, coincidentemente, assim como Barsi, comprou a sua primeira ação aos 16 anos de idade. Os papéis eram do banco Comind, instituição dos grandes lavradores de São Paulo.

Depois, se formou em economia pela USP e continuou aplicando o seu dinheiro no mercado financeiro, baseado na estratégia fundamentalista – que leva muito em consideração os fundamentos da empresa que vende os papéis. 

Alves criou sua própria carteira, conhecida como o fundo Alaska Poland. E, mais à frente criou a Alaska Black, com Henrique Bredda e Ney Miyamoto, que acumulou um ganho de mais de 352% em 27 meses. 

Hoje, ainda continua acumulando riquezas e uma história de sucesso. 

“Se você quiser conhecer uma ação mesmo, comece se envolvendo com ela. Compre um pouco, venda um pouco e veja se o preço na tela é de verdade ou de mentira”. (Luiz Alves Paes de Barros)

Eufrásia Teixeira Leite

Retrato de Eufrásia Teixeira Leite, em quadro a óleo exposto no Museu Casa da Hera em Vassouras (RJ)
Imagem: Autor desconhecido/Reprodução

Hoje em dia é comum, mas, você conhece a primeira investidora mulher do mercado? Pois é. Foi Eufrásia Teixeira Leite.

Eufrásia nasceu no século XIX, em 1850, e faleceu em 1930. Carioca e natural da cidade de Vassouras (RJ), era de família tradicional e muito estável financeiramente, pois seu pai era comissário de café. 

De certa forma e de acordo com os registros históricos, é possível afirmar que Eufrásia e sua irmã receberam alguma educação financeira de seu pai – o que era um privilégio para mulheres daquela época -. Mas, em 1872, as duas ficaram órfãs. 

Após a morte do pai, se mudaram para a Europa e, com a herança, Eufrásia começou a se interessar pelos investimentos na Bolsa de Valores, que era um ambiente totalmente masculino.

As mulheres que tinham interesse em operar na Bolsa, precisavam fazer as negociações com intermédio de um homem. Mas isso não fez com que Eufrásia desistisse. 

Inclusive, sua trajetória chamou muita atenção, principalmente porque ela tinha um perfil agressivo de investidor. Naquela época, já usava bem as estratégias de diversificação, principalmente com ativos internacionais. 

Os relatos apontaram que Eufrásia chegou a ter negociações em 17 países e em 9 moedas diferentes. Sua história no mercado financeiro perdurou por mais de 50 anos e resultou em inúmeras multiplicações do seu patrimônio.

Como você pode se tornar um investidor de sucesso?

Essas três histórias são inspiradoras, né? É possível ver que para investir, você pode começar do “zero”, ao contrário do que muitos pensam.

Mas, o que esses três investidores têm em comum? Você deve ter reparado que a resiliência, a paciência e a disciplina foram fundamentais na trajetória desses investidores de sucesso. 

É essencial também ter o seu perfil de investidor e seus propósitos bem alinhados. Além disso, o suporte de um profissional da área faz toda a diferença, tanto no seu aprendizado, quanto na sua performance. 

E, claro, o mercado financeiro não é só flores, principalmente no Brasil. Os investidores precisam entender que as crises e a volatilidade sempre vão existir, mas são as oportunidades que você encontra no meio delas é o que vai te fazer continuar no caminho do sucesso. 

Você gostaria de tirar suas dúvidas com um assessor Blue3? Clique aqui. 

Por que é o momento exato para internacionalizar os investimentos?

A importância de internacionalizar os investimentos não é novidade para o mercado. Há tempos essa necessidade tem sido falada por profissionais da área como analistas e assessores de investimentos.  Mas por que é o momento exato para internacionalizar os investimentos?

No entanto, o cenário atual e o que está por vir, acendeu ainda mais essa necessidade. E agora, quem não diversificar sua carteira com ativos internacionais provavelmente vai ter seus rendimentos atingidos pelo Risco-Brasil 2022. 

Porque uma coisa é certa: diversificar não significa apenas investir em ativos brasileiros diferentes. A essência da diversificação verdadeira vai além e precisa atravessar regiões e nacionalidades. 

O intuito de diversificar é exatamente esse: alocar em ativos que sejam descorrelacionados um do outro, ou seja, que se movem de maneiras e com interferências externas diferentes. Assim, a carteira de investimentos fica equilibrada mesmo que um dos ativos esteja indo mal. 

Aliás, em um dos nossos dias do BlueTalks, o estrategista-chefe da Blue3 fez a seguinte colocação: “Uma boa carteira de investimentos sempre vai ter um ativo que está indo mal”.

Você pode, inclusive, clicar aqui e assistir

Por que é necessário investir no exterior?

O motivo principal é esse que citamos acima: diversificar os investimentos para uma performance equilibrada da carteira de ativos. 

Em outras regiões, como Europa e Estados Unidos, essa já é uma cultura bastante comum. Principalmente porque quando ocorre uma crise doméstica, os investimentos são diretamente impactados e expostos à volatilidade. 

Dessa maneira, a alocação internacional em economias mais estáveis, garantem a segurança que o investidor precisa no momento, evitando os riscos sistêmicos e conjunturais. 

O mesmo acontece com a desvalorização da moeda local. Por exemplo, em 2020 o Real foi a moeda com pior desempenho em comparação com os demais países emergentes do mundo. 

Essa desvalorização e volatilidade da moeda brasileira é puxada naturalmente pela incerteza política e pelo quadro fiscal delicado. Dessa forma, a pessoa que investe em moedas fortes está protegendo também o seu poder de compra. 

Para você visualizar melhor, listamos os tópicos que demonstram os benefícios do investimento no exterior:

  • Exposição aos principais temas de investimentos em todo o mundo;
  • Exposição à moedas fortes, imunes dos problemas inerentes aos países emergentes;
  • Adição de ativos com descorrelação dos investimentos no Brasil;
  • Melhora da relação risco x retorno, através da diversificação.

Além disso, é importante lembrar que hoje o Brasil representa aproximadamente 3% do PIB mundial, sendo 2% de renda fixa e 1% das ações. 

Dessa forma, é possível entender que investir no exterior não é apenas um luxo, mas sim, parte de uma estratégia de acessar boas oportunidades para  os seus investimentos. 

O que é o Risco-Brasil 2022?

A instabilidade nos investimentos, a incerteza econômica e a inflação já nos avisam sobre como será o cenário do próximo ano. 

Além do risco fiscal iminente, a crise hídrica e o país tentando se reerguer a todo custo dos impactos causados pela Covid-19, teremos o plus das eleições presidenciais.

Como todos já sabem, as eleições têm deixado uma nuvem de dúvidas e não sabemos o que irá acontecer, mas sabemos que essa insegurança política pode causar estragos no mercado financeiro. 

Todo país tem um risco soberano, que no nosso caso, é chamado Risco-Brasil. E, por esse motivo, uma pesquisa realizada pela XP Investimentos mostrou que 51% dos clientes pretendem diminuir a exposição ao mercado acionário em 2022. 


Mas, existe uma saída?

Existe sempre uma saída, mesmo em cenários muito ruins. Na última semana de novembro, a Blue3 realizou uma Webinar com nosso chefe-estrategista Thiago Nemézio e Daniel Haddad, diretor de investimentos da Avenue, uma corretora dos Estados Unidos.

Na Webinar com o tema “A grande oportunidade em um 2022 incerto?”, os profissionais falaram sobre o comportamento do mercado e investimentos no exterior, que é a principal saída para superarmos o cenário do ano que se aproxima. 

Primeiramente, Haddad já deixou uma reflexão de suma importância: “O mercado financeiro não é só sobre o que você sabe, mas de como você se comporta”. Por isso, o caminho para a porta de saída da crise é sempre o da calma.

É essencial entender que existe a crise, mas que o emocional e a ansiedade não podem tomar conta do investidor nesse momento, pois elas podem ser muito prejudiciais e fazer com que várias decisões equivocadas sejam tomadas. 

Inclusive, Haddad citou uma pesquisa que analisou um grupo de investidores que tinham e que não tinham uma assessoria de investimentos, e que o grupo com assessoria se destacou em quase 3 pontos percentuais. 

Ele explicou que, mesmo com toda a estratégia usada pela assessoria na alocação de ativos, o ponto crucial para a melhor performance do grupo foi o papel do assessor “acalmando o cliente em momentos de crise e de euforia”.

Internacionalizar os investimentos é arriscado?

Seguindo com o raciocínio, o primeiro passo para atravessar uma crise é a calma e o segundo é encontrar oportunidades em meio às turbulências para amenizar os impactos. Como falamos desde o início, os investimentos no exterior são essenciais nessas estratégias. 

Mas, muitas pessoas ainda pensam que internacionalizar os investimentos é arriscado. Principalmente quando falamos em dolarizar carteiras. Mas, Daniel Haddad ainda destaca que essa é uma falsa impressão, visto que “no Brasil, os mercados de renda fixa e ações estão expostos a riscos muito semelhantes, resultando em uma correlação muito alta dos ativos locais”.

E para completar, fez uma provocação: “será que faz sentido ter uma cesta de produtos que não é 100% em real e os investimentos não?”, ou seja, as pessoas consomem produtos globais, como o iphone, combustível, carne, mas os investimentos não.

O risco está exatamente aí, porque se você é um consumidor global, a desvalorização do real faz com que você perca seu poder de compra perante ao mundo, o que é muito negativo. 

São muitas as opções e as diversidades de investimentos no exterior. A nossa assessoria, inclusive, conta com mais de 100 produtos disponíveis na maior plataforma do país, como BDRs, fundos internacionais, fundos cambiais, ETFs, entre outros. 

Para entender o que vai se encaixar melhor nos seus propósitos e perfil de risco, tenha ao lado um assessor de investimentos. Porque, segundo o Haddad, “se você não sabe quem você é, o mercado é um lugar muito caro para descobrir”.

Para descobrir seu perfil de investidor e falar com um assessor Blue3, clique aqui. 

Quero investir em ações, mas tenho medo de perder dinheiro; o que fazer?

A renda variável nunca foi tão popular no Brasil. Após alcançar o recorde de 3.229.318 de investidores ao fim de 2020, a B3, a bolsa de valores brasileira já acumulava, até 30 de setembro deste ano, cerca de 3.970.384 contas ativas. 

Embora deixar o conforto da renda fixa possa parecer assustador, os números mostram que cada vez mais pessoas abrem apetite ao risco por mais ganhos em fundos imobiliários, BDRs, fundos de investimentos, ETFs, câmbio e — principalmente — em ações. 

Nós, da Blue3, eleita a melhor mesa de renda variável do país pela XP, vamos mostrar como você pode investir nessa modalidade sem medo de perder dinheiro.

Com regulação há mais segurança

Para garantir mais segurança, transparência e a organização dos ativos para todos os agentes envolvidos no mercado de capitais, os investidores podem contar com a B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) e com a CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

Enquanto a B3 se responsabiliza por fornecer uma plataforma para as negociações de compra e venda de ativos, a CVM, uma autarquia federal, funciona como o órgão que fiscaliza e regula esse mercado.

Para acessar esse ambiente de negócios, você primeiramente precisa procurar um banco, corretora ou outras instituições financeiras que estejam habilitadas junto à B3.

Sem medo de investir da forma certa

Agora, estar seguro quanto aos seus investimentos não significa que você deva investir de olhos fechados. Muitas pessoas se traumatizam com a renda variável porque não a encararam com a seriedade que os investimentos dessa modalidade merecem e não por culpa do comportamento da Bolsa, dos ativos ou de uma suposta ‘falta de sorte’.

Antes de se perguntar se você deve investir na Bolsa, você precisa se dedicar e estudar esse mercado, as empresas listadas na B3 e em quais pode ser mais conveniente investir. 

Porque você pode ganhar dinheiro ao investir em ações, mas não deve entrar nesse mercado como o apostador de um jogo de azar, que se confunde com as oscilações, as influências internas e externas e outros fatores que fazem a Bolsa ser um investimento mais volátil.

Por exemplo, toda companhia listada na B3 precisa publicar quatro vezes ao ano, obrigatoriamente, relatórios com os resultados apurados dentro de um período de três meses. Nesses materiais, você encontra dados como liquidez, endividamento, lucros, retorno sobre patrimônio líquido, entre outros, que mostram como a empresa na qual você investe está posicionada em relação ao setor em que está inserida.

Verifique também o histórico da administração e como as companhias são reconhecidas por agentes do mercado financeiro. 

Há empresas que enfrentam sérios problemas judiciais a ponto de desvalorizarem suas ações; outras têm boa reputação perante o mercado já que apresentam resultados consistentes, soluções inovadoras, estão atentas às agendas ambiental, social e de governança (ESG, na sigla em inglês), entre outros fatores.

Não à toa, há empresas cujos papéis custam R$ 0,30, na contramão de outras que vendem ações a quase R$ 150.

Ao investir em ações, pense a longo prazo. Isso não significa que você vai observar o seu investimento somente ao fim de determinado período,  mas quanto mais tempo houver para os seus objetivos serem totalmente alcançados, mais chances de rentabilidade você pode obter.

Leia também o artigo “Tudo o que você precisa saber sobre a Bolsa de Valores”.

Veja se as taxas e os impostos mantêm o investimento atrativo

Agora que já falamos da popularidade e dos pontos positivos de investir em renda variável, mais especificamente em ações, você precisa ficar de olho também na cobrança de taxas e nos impostos que vão dentro desse pacote. 

Assim você pode ver se as cobranças afetam muito ou não a rentabilidade da aplicação. Veja os principais custos:

Taxa de Corretagem – Variável de corretora para corretora, incide toda vez que você faz uma compra ou venda de ações na Bolsa. 

Quanto mais alto for o valor investido, menor vai ser o impacto dessa taxa sobre o investimento.

Imposto sobre Serviço (ISS) – Este tributo incide sobre a taxa de corretagem com alíquota de 9,65% sobre o valor da corretagem.

Taxa de Custódia – Quando a corretora armazena as ações em que você investiu, pode haver uma cobrança em razão desse serviço.

Emolumentos e Taxa de Liquidação – São cobranças feitas pela B3 por cada transação feita na Bolsa. O valor, entretanto, varia conforme a operação (tradicional, day trade, swing trade), tipo de investidor (pessoa física, institucional e clube de investimentos) e o valor aplicado.

Imposto de Renda (IR) – Se você, por acaso, vender suas ações e o valor não ultrapassar R$ 20 mil, há isenção do pagamento desse tributo. 

Agora, caso o valor esteja acima desse patamar será preciso pagar 15% sobre o lucro líquido até o último dia útil do mês seguinte à venda dos papéis.

Diversificar não significa “pulverizar”

Por fim, há uma dica que, apesar de velha conhecida, jamais deixará de ser importante: Não coloque todos os ovos na mesma cesta. Quando traduzido para a linguagem do mercado financeiro, esse ditado quer dizer: não aplique todo o seu dinheiro em apenas uma única maneira de investir. 

Afinal, você gostaria de correr o risco de perder todo o patrimônio em apenas uma jogada errada? Se você quer que seu dinheiro tenha a possibilidade de render mais, adote a estratégia da diversificação.

Quando você diversifica seus investimentos, ao comprar títulos de diferentes características e que se complementam, você minimiza os riscos da sua carteira e busca retornos maiores de forma mais inteligente.

Para isso, tome cuidado. Diversificação não significa pulverização, ou seja, não distribua seus recursos de maneira aleatória em ativos desconhecidos.

E a Blue3 ajuda você nessa tarefa, com profissionais que vão te auxiliar a pensar de forma objetiva sobre como os investimentos da sua carteira se desempenham em conjunto, se eles contribuem para que você atinja seus objetivos de curto, médio e longo prazo e se esses ativos se adequam ao seu perfil e tolerância a perdas. 

Clique aqui para falar com um assessor de investimentos.

Consegui organizar minhas finanças, por onde começo a investir?

Investir não é uma tarefa tão complexa como muitas pessoas imaginam, no entanto, requer atenção, afinal, se feito de forma errada você pode sofrer prejuízos. Uma das primeiras coisas que alguém que deseja começar a investir precisa fazer é organizar suas finanças, ou seja, fazer um planejamento financeiro. 

É a partir daí que você vai: definir os seus objetivos financeiros, conhecer o seu perfil de investidor, montar uma reserva de emergência, escolher uma corretora de valores e estudar sobre os investimentos.

Entenda melhor cada um desses processos:

Objetivos financeiros

Um objetivo financeiro é aquilo que você deseja alcançar financeiramente, seja no curto prazo (até 2 anos), médio prazo (2 a 5 anos) ou longo prazo (acima de 5 anos). 

Eles são fundamentais na sua jornada como investidor, pois te guiam em suas escolhas de investimentos. Afinal, quando você sabe onde quer chegar, fica mais fácil pensar em estratégias.

Perfil de investidor

Também conhecido como suitability, o perfil de investidor é uma análise que identifica quais são as suas características e tolerância a riscos quando o assunto é investimento, classificando você entre alguns perfis de investidor.

Para ter acesso ao seu perfil, tudo que você precisa fazer é responder perguntas, como: período em que você deseja manter os seus aportes, idade, situação financeira, conhecimento de mercado e objetivos.

O questionário que irá traçar seu perfil serve como uma importante ferramenta para te guiar na hora de investir, deixando mais fácil saber quais modalidades de investimentos se encaixam melhor no que você busca.

Por conta disso, é importante ser o mais fiel possível com as informações na hora de responder as perguntas, pois elas te ajudarão a fazer boas escolhas na hora de aplicar o seu dinheiro.

Há diferentes perfis de investidor no mercado, os três mais comuns utilizados pela grande maioria das corretoras de valores são: conservador, moderado e arrojado.

Conservador – segurança é o mais importante, se propõe a assumir menores riscos e por consequência um menor retorno;

Moderado – segurança é importante, porém o investidor aceita certo risco para buscar um maior retorno;

Arrojado – o investidor já tem um maior conhecimento de mercado, a tolerância a risco é alta para conseguir um maior retorno.

Reserva de emergência

Construir uma reserva financeira é fundamental para quem investe. Isso porque ela é essencial e existem investimentos seguros e com facilidade de resgate para fazermos aplicações com esse objetivo.

De forma simples, essa reserva poderá te ajudar a superar obstáculos financeiros que surgem e não estão inclusos no seu orçamento, como imprevistos. O mais correto é que você guarde, pelo menos, o equivalente a 6 vezes os seus gastos mensais.

Corretora de valores

Uma corretora de valores é uma instituição financeira responsável por fazer a intermediação entre você e as aplicações financeiras. Sendo assim, é importante ter atenção quanto à escolha da sua corretora.

É preciso conferir as taxas, o portfólio de ativos, selos e certificações, atendimento e plataforma para avaliar qual atende melhor às suas necessidades. Além disso, é fundamental verificar se a mesma é autorizada a atuar no mercado financeiro.

Estudo dos investimentos

O conhecimento sobre investimentos te abre portas para a independência financeira. Sabendo disso, é importante que você estude mais sobre como funciona o mercado, os tipos de ativos e como tomar decisões inteligentes com base em seus objetivos.

Atualmente, temos ricas fontes de informação, como livros, blogs, redes sociais, aplicativos, podcasts e muito mais. O importante é encontrar aquela que mais te agrada para continuar aprendendo a cada dia sobre essa área.

Venha para a Blue3 e dê o primeiro passo na construção do seu legado financeiro.

Por que os Fundos Imobiliários interessam os investidores?

O que são os Fundos Imobiliários e por que essa modalidade de investimentos têm chamado a atenção? Por que ficaram tão populares? 

Um relatório divulgado pela B3 (Bolsa de Valores brasileira) no ano passado, constatou que o número de pessoas físicas investindo em Fundos Imobiliários cresceu cinco vezes nos últimos três anos. 

No entanto, recentemente, os Fiis se tornaram o centro de uma polêmica que envolvia a tributação do Imposto de Renda. Provavelmente, você deve ter visto muitos comentários sobre esse assunto na internet e/ou nos jornais. 

E, por esse motivo, muitos investidores perderam o interesse pelo investimento. Mas, como esses fundos realmente funcionam? E será que valem a pena? 

Neste artigo, nós vamos explicar tudo sobre o tema. 

O que são os Fundos de Investimentos Imobiliários (Fiis)?

Você deve se lembrar ou, se não lembra, deve ter ouvido algum familiar contar que antigamente – mas não há muito tempo atrás – ter um imóvel físico era sinônimo de investimento. 

Como funcionava? Você comprava um imóvel na planta, a fim de investir naquele negócio, e depois de alguns anos o lucro vinha dos aluguéis ou até mesmo da valorização do metro quadrado daquele imóvel.

Entretanto, hoje os tempos são outros, e o cenário econômico do país também. Por esse motivo, esse tipo de negócio deixou de ser tão atrativo quanto era antes. 

Além do mais, muitas vezes, a burocracia envolvendo os cuidados com o imóvel e o prejuízo quando o mesmo fica desalugado, fez muitas pessoas repensarem a vantagem do negócio. 

E o que isso tem a ver com os Fundos Imobiliários? Bem, isso é o que vamos te explicar agora.

Sabe quando uma pessoa compra um imóvel para receber o aluguel, como forma de investimento? É basicamente essa a função dos Fundos Imobiliários, em uma explicação mais geral, é claro. 

Mas, realmente, é uma forma mais “simplificada” de se tornar proprietário ou proprietária de um imóvel, seja comercial ou residencial. A diferença é que preocupações com reforma do espaço, burocracia de financiamento ou prejuízo por falta de locatário, não existem. 

Isso quer dizer que você compra um imóvel, sem a necessidade de ser da forma tradicional, e também, sem precisar dispor de 200, 300, 500 mil reais, porque você pode investir a partir de 100 reais. E com uma das características consideradas mais relevantes: a facilidade para vender ou se desfazer caso não queira mais. 

Antes de você saber quais são os tipos e como esses investimentos funcionam na prática, vamos te explicar o que são os Fundos de Investimentos. 

Fundos de Investimentos 

Os Fundos de Investimentos funcionam assim: um grupo de investidores que tem o interesse de investir no mesmo ativo, nesse caso, os imobiliários, se reúnem em uma espécie de condomínio. Cada um compra uma “cota” do fundo e recebe proporcional ao valor investido. 

A diferença de investir em Fundos é que a administração e a alocação desses aportes é feita por um gestor responsável. E é esse gestor que vai decidir onde colocar os ativos da carteira, e se é necessário fazer aquisições ou vendas, tudo isso para acompanhar os interesses dos investidores. 

É importante dizer que os Fundos de Investimento e as atividades desta modalidade de investimento são regulamentadas e fiscalizadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA). 

Esses investimentos, em sua maioria, são da classe da Renda Variável e a negociação é feita por meio da Bolsa de Valores brasileira, a B3. Vale lembrar também que geralmente existe a taxa de administração, ou seja, a taxa paga ao gestor responsável pelo fundo. 

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Quais são os tipos de Fundo Imobiliário?

Existem diversas opções de Fundos Imobiliários para investir, neste tópico vamos te explicar como são classificados. É claro que, a estratégia de investimentos, o perfil do investidor e o cenário macroeconômico serão parâmetros imprescindíveis para definir qual será a opção mais adequada. 

Abaixo, vamos falar sobre algumas dessas alternativas de investimento. 

Fundos de tijolos

Os Fundos de Tijolos são os investimentos em imóveis físicos, ou seja, que já foram construídos. 

E nesse tipo, os investidores podem optar por fazer a aplicação em diferentes regiões ou imóveis, que podem ser: shoppings, hotéis, escolas, hospitais, instituições bancárias e, em alguns casos menos comuns, residenciais. 

O objetivo é receber o aluguel em forma de dividendos, distribuídos entre os investidores do Fundo. O destaque é a qualidade do imóvel e da localização, que são vendidos por frações e valores comuns e mais acessíveis. 

É um investimento interessante para aqueles que buscam renda constante – recebimento de aluguel – e benefícios como reajuste dos aluguéis. Além disso, é uma opção a ser considerada por quem ainda não se expõe diretamente a ativos de renda variável, como às ações.

Fundos de papéis

Diferente dos Fundos de tijolos, os Fundos de papéis não vendem o “imóvel”, mas sim títulos atrelados ao setor imobiliário.Por meio desses fundos, você pode investir em títulos como:

– Letras de Crédito Imobiliário (LCI)

– Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI)

– Letras hipotecárias (LH) 

– Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC)

Esse é um investimento de Renda Fixa que proporciona liquidez e oportunidade de diversificação na carteira de investimentos. 

Fundos híbridos

No caso dos Fundos híbridos há uma mescla dos tipos de investimentos. Pois eles podem conter tanto imóveis físicos quanto títulos do setor imobiliário. 

Fundos de Fundos (FoFs)


Fundos de Fundos Imobiliários. Já ouviu falar? Essa é uma outra possibilidade dentro desse mercado. 

Basicamente, é o investimento indireto em cotas de outros fundos. E esses fundos também possuem um gestor responsável por alocar as cotas da melhor forma, de acordo com a estratégia. 

IFIX

Para encerrar esse tópico, é importante dizer que todos esses fundos, assim como de outros segmentos, possuem um índice de referência, que busca representar o desempenho dos principais Fundos Imobiliários. Esse índice é conhecido como IFIX. 

Seu objetivo é apresentar a variação de preços desses fundos e o retorno total na Bolsa de Valores. 

Imposto de Renda 

Por fim, chegamos ao tópico que protagonizou polêmicas no primeiro semestre de 2021, a Tributação dos Fiis. Para contextualizar, houveram rumores de que os Fundos Imobiliários teriam, como os outros investimentos, incidência de Imposto de Renda. 

O mercado balançou e muitos investidores venderam os seus Fundos, seguindo o conhecido “efeito manada”. Mas, na realidade, os rumores não foram confirmados. 

Se você quiser saber mais sobre esse assunto, leia este artigo. 

Isso faz com que os Fundos Imobiliários, os Fiis, sigam sem tributação. Entretanto, existem algumas regras, veja a seguir: 

A distribuição dos rendimentos para pessoas físicas possui isenção, desde que as cotas sejam negociadas na Bolsa de Valores ou no mercado de balcão; o investidor tenha menos de 10% das cotas do fundo; quando o fundo tiver, no mínimo, 50 cotistas. 

Agora, vamos supor que o investidor tenha ganhos por meio da valorização das cotas. Neste caso, no momento da venda, é preciso pagar o Imposto de Renda. A alíquota é de 20%. 

Vale a pena investir? 

Os Fundos Imobiliários (Fiis) apresentam características que costumam agradar os investidores, entre elas: a possibilidade de diversificação da carteira; liquidez; renda passiva e isenção de Imposto de Renda. 

Porém, o que vai dizer se esse é  um investimento que vai valer a pena para você é todo um estudo feito antes da tomada de decisão. Em conversa com o seu assessor de investimentos, você vai poder alinhar as suas expectativas e objetivos com o investimento. 

Além do mais, os cenários macro e micro da economia também influenciam. Como por exemplo, no caso da polêmica do I.R em que houve um balanço do mercado, muitos investidores venderam seus fundos de maneira equivocada. 

Mas, o balanço dos ativos nem sempre significa uma sentença de venda. Por isso, antes de tomar uma decisão de compra, e até mesmo de venda mais para frente, você precisa estar alinhado com quem tem conhecimento aprofundado do mercado. 

E é exatamente o conjunto de fatores que envolvem o seu perfil de investidor e o suporte de quem entende de investimentos, que será o diferencial para atender, de fato, as suas expectativas. 

Mesmo com alterações nas regras do IR, FIIs seguem isentos de tributação. Como investir?

Os dividendos recebidos de Fundos de Investimento Imobiliários (FIIs) continuarão com rendimentos isentos, como propõe a última versão que altera as regras do Imposto de Renda (IR) apresentada pelo relator do projeto, o deputado federal Celso Sabino (PSDB-PA), e aprovada pela Câmara dos Deputados no início do mês.

Cerca de 1,5 milhão de investidores, que migraram da caderneta de poupança para os FIIs nos últimos anos, permanecerão beneficiados pela medida. 

O texto original encaminhado pelo Ministério da Economia ao Congresso Nacional, no âmbito da segunda fase da Reforma Tributária, defendia que os FIIs fossem tributados em 15%. Segundo cálculos do Poder360, cerca de R$ 850 milhões deixarão de ser arrecadados pela Receita Federal em razão dessa isenção que, se derrubada, entraria em vigor a partir do próximo ano.

Hoje, os FIIs são tributados em 20% se houver ganho de capital pela valorização das cotas através de suas vendas.

Confira o que são os Fundos de Investimento Imobiliários (FIIs), quem são as pessoas aptas e como investir nessa modalidade.

O que são Fundos de Investimento Imobiliários (FIIs)?

Os Fundos de Investimento Imobiliários (FIIs) são uma classe de ativos de renda variável que reúne cotistas para, com os recursos levantados, aplicar em ativos do mercado imobiliário.

Quais são os tipos de Fundos Imobiliários (FIIs)?

Fundos de tijolo: Os fundos de tijolo – ou de renda – são aqueles que investem em ativos físicos, como imóveis urbanos ou rurais, com fins comerciais ou residenciais. Alguns exemplos são prédios de escritórios, galpões logísticos, hospitais, hotéis, lajes corporativas, lojas e até shopping centers e supermercados.

Fundos de papel: Os fundos de papel – ou de recebíveis – investem o patrimônio dos cotistas em títulos, ações e outros ativos comercializados na bolsa e estão ligados ao setor imobiliário – como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), as LCIs (Letras de Crédito Imobiliário).

Fundos de fundos: São aqueles que existem para comprar cotas de outros Fundos Imobiliários e, assim, permitem diversificar a carteira.

Como investir em Fundos Imobiliários (FIIs)?

Passo 1: abra e mantenha uma conta ativa em uma corretora de valores. 

Passo 2: transfira os recursos para a sua conta na corretora. Verifique o tamanho do aporte que planeja realizar de acordo com a cotação atual do Fundo Imobiliário que você escolheu e faça a transferência.

Passo 3: procure qual Fundo Imobiliário você vai adquirir na plataforma da corretora pelo nome do ticker.

Assim como as ações, o código de negociação dos FIIs tem quatro letras seguidas pelo número 11. Por exemplo: HGLG11, XPML11, BRCO11, IRDM11, etc.

Quando o localizar, basta configurar a quantidade de cotas, conferir o valor e fazer a confirmação.

IFIX

Semelhante ao Ibovespa, o índice IFIX foi criado em 2012 com o intuito de ser uma carteira hipotética de referência. A B3 estabelece uma metodologia e cria uma carteira teórica de ativos mais negociados da Bolsa de Valores para ser um termômetro de como anda o mercado de FIIs. A lista do IFIX pode ser um bom ponto de partida para analisar e escolher os seus primeiros investimentos nessa classe de ativos. 

Assim como o Ibovespa, você não compra o IFIX, mas pode montar uma carteira semelhante a ele. 

Quer montar uma carteira diversificada de acordo com o seu perfil de investidor? Fale com um assessor Blue3!

Como funciona o trabalho de um escritório autônomo de investimentos?

A importância de investir está cada vez mais em evidência nos dias atuais. O tempo todo somos lembrados por empresas e influenciadores de que precisamos investir nosso dinheiro em busca de um futuro mais tranquilo e para deixar um legado para quem amamos.

E por isso, tem se tornado comum as pessoas se “aventurarem” nos investimentos sozinhas. No entanto, até que consigam adquirir (e colocar em prática) os conhecimentos necessários para a criação de uma carteira de investimentos que traga resultados sólidos, o risco desses “novatos” fazerem escolhas erradas e acabarem com prejuízos é bem grande. 

Para evitar esse risco ao patrimônio, a melhor alternativa é contar com a ajuda de profissionais especializados no assunto. E para isso, nada melhor do que ter ao seu lado um escritório autônomo de investimentos.

Essa, inclusive, é uma opção muito utilizada no mundo inteiro. Para se ter uma ideia, nos EUA existem mais de 1,3 milhão de agentes autônomos de investimento. No Brasil, porém, o mercado ainda é bem menor, com pouco mais de três mil profissionais dedicados à profissão.

“O mercado de assessoria de investimentos está em expansão no Brasil, principalmente por conta do crescimento das plataformas e corretoras independentes, após o passo inicial dado pela XP Investimentos alguns anos atrás, mercado de capitais se tornou mais próximo dos pequenos investidores. Hoje, a B3 já conta com quase quatro milhões de contas ativas de pessoas físicas e há ainda um grande espaço para crescimento, na medida em que a população brasileira começa cada vez mais a se educar financeiramente e a desenvolver um novo olhar sobre o que é investir e descobrir que, por meio da aplicação disciplinada de parte dos seus recursos, é possível obter excelentes resultados no longo prazo”, declara Wagner Vieira, CEO da Blue3, que foi eleita a melhor empresa de investimentos vinculado ao Grupo XP.

Mas como esses escritórios funcionam e quais as vantagens de contar com uma assessoria para seus investimentos?

A decisão é sua!

Os escritórios autônomos de investimento não fazem a gestão direta dos recursos dos seus clientes. Seu papel é orientar sobre quais são as melhores opções de investimento de acordo com o perfil e objetivos de cada investidor. Nesse sentido, eles funcionam como “conselheiros profissionais”, informando quando surge alguma oportunidade para investir e orientando sobre quais as melhores formas de gerenciar seu patrimônio. Mas é importante ressaltar que a decisão final de aplicar em um ativo é do investidor, não da assessoria.

O trabalho dos assessores de investimento e escritórios de agente autônomos têm a sua atuação regulamentada pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a partir da instrução CVM 497, editada em 2011.

Quais são as vantagens de contar com uma assessoria de investimentos?

Um agente autônomo de investimentos é alguém focado 100% do tempo em trazer as melhores oportunidades para seus clientes. Para alcançar esse objetivo eles estão permanentemente de olho no cenário político e econômico, indicadores de performance do mercado e da macroeconomia, mudanças na legislação ou tributação, entre outros diversos fatores que transformam o cenário do mercado de capitais no dia a dia.

Também é papel deles relacionar as oportunidades ao perfil do cliente, seu patrimônio acumulado e apetite por risco, criando uma carteira de investimentos personalizada e diversificada, que equilibre uma boa rentabilidade com o menor risco possível.

Outra vantagem dos escritórios de agentes autônomos, atrativa principalmente para quem ainda não tem um grande capital acumulado, é que os custos são mais baixos que os praticados por uma gestora de recursos, por exemplo. Assim, é possível contar com o auxílio de profissionais experientes do mercado e reservar uma fatia maior do seu dinheiro para render com as aplicações.

Como escolher a melhor assessoria de investimentos?

O primeiro passo é verificar se o escritório (e seus profissionais) são registrados na CVM. Procure saber mais sobre o trabalho realizado pela assessoria e, principalmente, como funciona o atendimento aos clientes.

“Seu assessor deve procurar entender seu perfil atual de investidor, capacidade financeira, além dos sonhos e objetivos que você espera do futuro. Esse interesse de conhecer a fundo a sua vida financeira permitirá que ele te mostre qual é o melhor caminho para criar o seu legado”, resume Wagner.

Além disso, sabemos que investir vai muito além das aplicações na Bolsa de Valores, por isso, um bom escritório de investimentos irá te ajudar a explorar todas as possibilidades. Como por exemplo, na Blue3 você conta com uma mesa de renda variável (também a melhor da rede XP), mesa de renda fixa, gestão patrimonial, câmbio e assessoria corporate (focada em investimentos para pessoa jurídica). Ter ao seu lado um time eficiente e um atendimento completo faz toda a diferença para a perpetuação do seu patrimônio.

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CDB e CDI: entenda as diferenças e saiba como investir

Se você pesquisa sobre investimentos em renda fixa, se é um investidor mais conservador, ou se está dando seus primeiros passos por esse mercado, certamente já ouviu falar em CDB e CDI. 

E sim, os termos são parecidos e por muitas vezes confundidos, mas as definições e os seus fins são distintos. 

Neste artigo você vai entender como funcionam, quais são as diferenças e como investir.

O que é CDI?

O CDI é o Certificado de Depósito Interbancário e atua como um indexador de referência do mercado, sendo uma das principais taxas usadas na renda fixa. 

Para contextualizar, vamos te explicar a origem do CDI. Fundamentalmente, o CDI é uma ferramenta das instituições financeiras para captar recursos, por isso o nome “Depósito Interbancário”. 

Ou seja, para encerrar o dia com saldo positivo – exigência do Banco Central a todas instituições financeiras – os bancos buscam um empréstimo com outras instituições e a taxa base para definir o juros desse empréstimo entre os bancos é o CDI. 

Esse empréstimo não é disponibilizado para pessoas físicas, mas o CDI acabou se tornando uma taxa reguladora do mercado financeiro. Pois, todas as operações realizadas pelos bancos por meio do CDI são registradas na Bolsa brasileira, que calcula a taxa média praticada. 

Assim, a taxa é divulgada diariamente como referência para a rentabilidade dos investimentos. Por isso, você costuma ouvir que determinado título do CDB está rendendo 100% do CDI. 

Muito além disso, o indexador também serve para avaliar se aquele investimento está dando um bom retorno ou não. Não perca tempo, clique aqui e invista agora! 

Fundos DI

Neste artigo, também é válido explicar brevemente o que são os Fundos DI, porque seu nome acaba sendo confundido diversas vezes com o CDI em questão. 

Fundos DI é um fundo de investimentos que está atrelado à taxa CDI. Também fazem parte da renda fixa e envolvem carteiras com, pelo menos, 80% aplicado em ativos que sejam vinculados a essa taxa de juros. 

Esses fundos são administrados por gestoras responsáveis. Procure um assessor Blue3 e comece a investir em Fundos DI!

O que é CDB?

Certificado de Depósito Bancário (CDB) é um dos investimentos mais comuns da renda fixa. Por ser dessa classe, é considerado de menos risco e sua segurança pode ser comparada com a da poupança, mas com rentabilidade maior que já começa a contar desde o dia da aplicação. 

Além disso,o CDB também é um investimento assegurado pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), até o montante máximo de 250 mil reais por instituição financeira/conglomerado financeiro ou CPF/CNPJ.

Assim como na poupança, ao adquirir um CDB, o investidor está emprestando o seu dinheiro para o banco que, por sua vez, irá utilizá-lo para realizar suas atividades bancárias, como emprestar para seus clientes, por exemplo. Em troca, o investidor recebe os juros sobre o investimento. 

Vale um adendo: ao usar o investimento para realizar operações de crédito com os clientes, o banco ganha no famoso “spread” que é a diferença entre os juros que serão devolvidos para você e o que é cobrado do cliente pelo empréstimo.


Porém, quando falamos em CDB, não estamos falando de um único tipo. Existem três tipos no mercado: o prefixado, pós-fixado e o híbrido. 

E mais, o CDB pode ter tanto a opção de liquidez diária, como a opção de resgatar apenas no vencimento. 

CDB prefixado 

Os títulos prefixados possibilitam que o investidor saiba qual será o rendimento total da aplicação até o dia do vencimento. Ou seja, ao adquirir o título, o investidor sabe exatamente a rentabilidade que vai receber no final. Por exemplo: 7% ao ano. 

CDB pós-fixado 

Os títulos pós-fixados, são atrelados a indexadores (geralmente CDI). Assim, os rendimentos são diários e variam conforme as oscilações do indexador do título. 

Por esse motivo, o investidor só consegue ter uma previsão dos rendimentos e só saberá de fato o valor que vai receber no dia que for realizar o resgate. Mesmo com as oscilações, não significa que há o risco de perder o dinheiro. Apenas que, o rendimento será o mesmo do indexador naquele dia. 

O CDB pós-fixado pode ser considerado mais defensivo e se encaixa em diversos cenários econômicos. Comece a investir em CDB, fale com um assessor Blue3 agora!

CDB híbrido 

O CDB híbrido é um misto de pós-fixado com prefixado. Isso quer dizer que esse título oferece uma parte pós-fixada, atrelada à variação da inflação (IPCA ou IGP-M) e outra parte prefixada, que é o valor fixo do rendimento ao ano. 

Veja também o artigo “Como investir em Renda Fixa de forma inteligente.” ou clique aqui e comece a investir agora.

Imposto de Renda

Os CDBs têm Imposto de Renda sobre o rendimento (lucro) via tabela regressiva podendo ser entre 22,5% e 15%. O que isso quer dizer? Quanto maior o período em que o dinheiro ficar investido, menor será a alíquota incidente. 

A primeira faixa de tributação é de 22,5% e é válida se o investimento tiver um período menor ou igual a 180 dias. De 181 a 360 dias, a alíquota é de 20%. Caso o investimento

tenha entre 361 a 720 dias, a alíquota será de 17,5%. Por fim, para investimentos acima de 720 dias, a alíquota é de 15%.

Para calcular o seu Imposto de Renda com mais eficiência e tranquilidade, conte com a Contabilidade da Bolsa.

Vale a pena? Como investir em CDB?

Assim como qualquer outro investimento, é preciso ponderar e analisar todo o cenário, principalmente da taxa de juros, para entender se está valendo a pena no momento ou não. Bem como, entender sobre a sua carteira e perfil de investidor.

Mesmo assim, é possível pontuar algumas características do CDB: 

  • É um investimento de baixo risco, assegurado pela FGC.
  • Tem a possibilidade de liquidez diária
  • É possível controlar o poder de compra, já que existe a previsibilidade dos rendimentos.
  • Amplas opções de títulos no mercado (oferecidos por instituições de pequeno a grande porte). 

Para investir é preciso avaliar em qual instituição (de confiança!) você tem interesse em abrir uma conta e quais os títulos do CDB que mais fazem sentido com os seus objetivos para esse investimento. É importante ressaltar que o valor mínimo para investir no CDB vai depender de cada título.

Além disso, é muito importante ter ao lado um profissional para te auxiliar e evitar que você tome decisões equivocadas ou perca tempo com escolhas que não são boas para você. 

E é claro, se tiver alguma dúvida sobre CDB e CDI, clique aqui e fale diretamente com um assessor Blue3.