Por que os Fundos Imobiliários interessam os investidores?

O que são os Fundos Imobiliários e por que essa modalidade de investimentos têm chamado a atenção? Por que ficaram tão populares? 

Um relatório divulgado pela B3 (Bolsa de Valores brasileira) no ano passado, constatou que o número de pessoas físicas investindo em Fundos Imobiliários cresceu cinco vezes nos últimos três anos. 

No entanto, recentemente, os Fiis se tornaram o centro de uma polêmica que envolvia a tributação do Imposto de Renda. Provavelmente, você deve ter visto muitos comentários sobre esse assunto na internet e/ou nos jornais. 

E, por esse motivo, muitos investidores perderam o interesse pelo investimento. Mas, como esses fundos realmente funcionam? E será que valem a pena? 

Neste artigo, nós vamos explicar tudo sobre o tema. 

O que são os Fundos de Investimentos Imobiliários (Fiis)?

Você deve se lembrar ou, se não lembra, deve ter ouvido algum familiar contar que antigamente – mas não há muito tempo atrás – ter um imóvel físico era sinônimo de investimento. 

Como funcionava? Você comprava um imóvel na planta, a fim de investir naquele negócio, e depois de alguns anos o lucro vinha dos aluguéis ou até mesmo da valorização do metro quadrado daquele imóvel.

Entretanto, hoje os tempos são outros, e o cenário econômico do país também. Por esse motivo, esse tipo de negócio deixou de ser tão atrativo quanto era antes. 

Além do mais, muitas vezes, a burocracia envolvendo os cuidados com o imóvel e o prejuízo quando o mesmo fica desalugado, fez muitas pessoas repensarem a vantagem do negócio. 

E o que isso tem a ver com os Fundos Imobiliários? Bem, isso é o que vamos te explicar agora.

Sabe quando uma pessoa compra um imóvel para receber o aluguel, como forma de investimento? É basicamente essa a função dos Fundos Imobiliários, em uma explicação mais geral, é claro. 

Mas, realmente, é uma forma mais “simplificada” de se tornar proprietário ou proprietária de um imóvel, seja comercial ou residencial. A diferença é que preocupações com reforma do espaço, burocracia de financiamento ou prejuízo por falta de locatário, não existem. 

Isso quer dizer que você compra um imóvel, sem a necessidade de ser da forma tradicional, e também, sem precisar dispor de 200, 300, 500 mil reais, porque você pode investir a partir de 100 reais. E com uma das características consideradas mais relevantes: a facilidade para vender ou se desfazer caso não queira mais. 

Antes de você saber quais são os tipos e como esses investimentos funcionam na prática, vamos te explicar o que são os Fundos de Investimentos. 

Fundos de Investimentos 

Os Fundos de Investimentos funcionam assim: um grupo de investidores que tem o interesse de investir no mesmo ativo, nesse caso, os imobiliários, se reúnem em uma espécie de condomínio. Cada um compra uma “cota” do fundo e recebe proporcional ao valor investido. 

A diferença de investir em Fundos é que a administração e a alocação desses aportes é feita por um gestor responsável. E é esse gestor que vai decidir onde colocar os ativos da carteira, e se é necessário fazer aquisições ou vendas, tudo isso para acompanhar os interesses dos investidores. 

É importante dizer que os Fundos de Investimento e as atividades desta modalidade de investimento são regulamentadas e fiscalizadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA). 

Esses investimentos, em sua maioria, são da classe da Renda Variável e a negociação é feita por meio da Bolsa de Valores brasileira, a B3. Vale lembrar também que geralmente existe a taxa de administração, ou seja, a taxa paga ao gestor responsável pelo fundo. 

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Quais são os tipos de Fundo Imobiliário?

Existem diversas opções de Fundos Imobiliários para investir, neste tópico vamos te explicar como são classificados. É claro que, a estratégia de investimentos, o perfil do investidor e o cenário macroeconômico serão parâmetros imprescindíveis para definir qual será a opção mais adequada. 

Abaixo, vamos falar sobre algumas dessas alternativas de investimento. 

Fundos de tijolos

Os Fundos de Tijolos são os investimentos em imóveis físicos, ou seja, que já foram construídos. 

E nesse tipo, os investidores podem optar por fazer a aplicação em diferentes regiões ou imóveis, que podem ser: shoppings, hotéis, escolas, hospitais, instituições bancárias e, em alguns casos menos comuns, residenciais. 

O objetivo é receber o aluguel em forma de dividendos, distribuídos entre os investidores do Fundo. O destaque é a qualidade do imóvel e da localização, que são vendidos por frações e valores comuns e mais acessíveis. 

É um investimento interessante para aqueles que buscam renda constante – recebimento de aluguel – e benefícios como reajuste dos aluguéis. Além disso, é uma opção a ser considerada por quem ainda não se expõe diretamente a ativos de renda variável, como às ações.

Fundos de papéis

Diferente dos Fundos de tijolos, os Fundos de papéis não vendem o “imóvel”, mas sim títulos atrelados ao setor imobiliário.Por meio desses fundos, você pode investir em títulos como:

– Letras de Crédito Imobiliário (LCI)

– Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI)

– Letras hipotecárias (LH) 

– Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC)

Esse é um investimento de Renda Fixa que proporciona liquidez e oportunidade de diversificação na carteira de investimentos. 

Fundos híbridos

No caso dos Fundos híbridos há uma mescla dos tipos de investimentos. Pois eles podem conter tanto imóveis físicos quanto títulos do setor imobiliário. 

Fundos de Fundos (FoFs)


Fundos de Fundos Imobiliários. Já ouviu falar? Essa é uma outra possibilidade dentro desse mercado. 

Basicamente, é o investimento indireto em cotas de outros fundos. E esses fundos também possuem um gestor responsável por alocar as cotas da melhor forma, de acordo com a estratégia. 

IFIX

Para encerrar esse tópico, é importante dizer que todos esses fundos, assim como de outros segmentos, possuem um índice de referência, que busca representar o desempenho dos principais Fundos Imobiliários. Esse índice é conhecido como IFIX. 

Seu objetivo é apresentar a variação de preços desses fundos e o retorno total na Bolsa de Valores. 

Imposto de Renda 

Por fim, chegamos ao tópico que protagonizou polêmicas no primeiro semestre de 2021, a Tributação dos Fiis. Para contextualizar, houveram rumores de que os Fundos Imobiliários teriam, como os outros investimentos, incidência de Imposto de Renda. 

O mercado balançou e muitos investidores venderam os seus Fundos, seguindo o conhecido “efeito manada”. Mas, na realidade, os rumores não foram confirmados. 

Se você quiser saber mais sobre esse assunto, leia este artigo. 

Isso faz com que os Fundos Imobiliários, os Fiis, sigam sem tributação. Entretanto, existem algumas regras, veja a seguir: 

A distribuição dos rendimentos para pessoas físicas possui isenção, desde que as cotas sejam negociadas na Bolsa de Valores ou no mercado de balcão; o investidor tenha menos de 10% das cotas do fundo; quando o fundo tiver, no mínimo, 50 cotistas. 

Agora, vamos supor que o investidor tenha ganhos por meio da valorização das cotas. Neste caso, no momento da venda, é preciso pagar o Imposto de Renda. A alíquota é de 20%. 

Vale a pena investir? 

Os Fundos Imobiliários (Fiis) apresentam características que costumam agradar os investidores, entre elas: a possibilidade de diversificação da carteira; liquidez; renda passiva e isenção de Imposto de Renda. 

Porém, o que vai dizer se esse é  um investimento que vai valer a pena para você é todo um estudo feito antes da tomada de decisão. Em conversa com o seu assessor de investimentos, você vai poder alinhar as suas expectativas e objetivos com o investimento. 

Além do mais, os cenários macro e micro da economia também influenciam. Como por exemplo, no caso da polêmica do I.R em que houve um balanço do mercado, muitos investidores venderam seus fundos de maneira equivocada. 

Mas, o balanço dos ativos nem sempre significa uma sentença de venda. Por isso, antes de tomar uma decisão de compra, e até mesmo de venda mais para frente, você precisa estar alinhado com quem tem conhecimento aprofundado do mercado. 

E é exatamente o conjunto de fatores que envolvem o seu perfil de investidor e o suporte de quem entende de investimentos, que será o diferencial para atender, de fato, as suas expectativas. 

O Que São e Por que Investir em Fundos ESGs?

Durante a pandemia, os Fundos ESG chamaram bastante atenção da mídia e do mercado financeiro. Seu bom desempenho em meio à pandemia não passou despercebido.

Mas você sabe o que são eles?

O que são os Fundos ESG?

Basicamente, são fundos baseados em princípios Ambientais (Environmental), Sociais (Social) e de Governança (Governance). Apesar de hoje, a B3 possuir somente quatro índices que seguem tais critérios, nos próximos dois anos deve haver um aumento nessa quantidade.

Mas o que significa, na prática, ESG? E por que a B3 e as gestoras estão cada vez mais interessados em criar opções de investimentos nesse ativo?

Os investidores estão cada vez mais preocupados em aliar boa rentabilidade com princípios éticos sustentáveis, e os índices ESG são ótimas opções para isso.

Os fundos acionários sustentáveis acumularam alta superior a qualquer outro tipo de fundo, e queda inferior a todos, com exceção dos fundos de ações livres. 

Fundos ESG apresentam maior performance

Além disso, pensando em cenário global, a BlackRock, divulgou um levantamento que indica que os produtos de investimento com princípios ESG tiveram performance superior aos seus pares em vários momentos recessivos dos últimos anos, desde a crise do petróleo de 2015.

Ser norteado por práticas “Environmental, Social and Governance” gera valor para a empresa ao longo prazo, além de mitigar riscos, através da integração entre ESG e estratégias corporativas. Como resultado tem-se um aumento da cotação de mercado da empresa.

 O Longo Prazo é um dos principais fatores para se optar por índices ESG, visto que estes se mostraram mais resilientes, principalmente durante a pandemia do COVID-19. Empresas que focam em governança, por exemplo, não pensam somente no lucro do trimestre, mas em responsabilidade para com o futuro.

 Os princípios ambientais, apesar de serem mais difíceis de quantificar, possuem sua importância quando se prioriza o futuro. Empresas que não possuem cuidados ambientais, podem sofrer com risco regulatório, através de taxas e impostos mais altos.

Atenção para os principios sociais

Por fim, a importância de princípios sociais, cujo impacto acontece também por risco regulatório, abrange segurança de dados, segurança do trabalho, diversidade, compensação, benefícios, entre outros. Este princípio está ganhando muita relevância, visto que os custos humanos estão impactando cada vez mais as empresas.

Apesar destas práticas irem de encontro à maximização de resultados no curto prazo, os fatores mencionados devem ser levados em consideração pelas companhias.

O receio do investidor nacional no longo prazo, deriva de uma cultura imediatista e receio de incertezas econômicas. Porém, com a popularização de investimentos alternativos, opções como Fundos ESG estão cada vez mais em destaque, tanto pela rentabilidade, quanto pela crescente onda green.

Fontes: Maisretorno, investnews, B3, morningstar.

A hora é agora: por que investir em renda variável.

Em tempos de um cenário um econômico instável, é preciso repensar a forma com a qual você lida com os seus investimentos.  Se você ainda tem receio em investir em ativos de renda variável, infelizmente pode estar perdendo dinheiro.

Existem diversas formas de diversificar a sua carteira e aumentar a rentabilidade, mesmo com risco um pouco maior. 

E por que esse é o melhor momento para realocar a sua carteira?

A perspectiva de juros baixos por mais tempo – com a taxa Selic em 2,0% pelo menos até o segundo semestre de 2021, segundo os principais analistas da área, deve continuar impulsionando a Bolsa brasileira.

Isso por que houve um aumento do fluxo de investidores buscando por uma maior rentabilidade, migrados da Renda Fixa e da Poupança.

Para você ter uma ideia, o número de investidores pessoas físicas na Bolsa chegou a uma marca histórica de 3 milhões de indivíduos, o que revela uma mudança de atitude do brasileiro frente aos investimentos.

Então, não dá mais para fechar os olhos diante dessa oportunidade

Quero saber mais! 

Tipos de investimentos em Renda Variável

Seja você um investidor moderado ou agressivo, o objetivo é sempre o mesmo: ao investir de forma diversificada, é possível evitar a de perda de dinheiro no caso da desvalorização de algum ativo.

Assim, mesmo que você prefira investir em renda fixa, é possível encontrar opções de renda variável mais adequadas para o seu perfil de investidor, caso você tome a decisão de assumir um pouco mais de risco para uma maior rentabilidade. 

Exemplificamos abaixo algumas opções para ativos de renda fixa para diversificar a sua carteira, com informações da XP Investimentos: 

Opções

Opções são contratos onde o investidor tem o direito de comprar ou vender um lote de ações por um preço fixado em um determinado momento.

Pode-se traçar o paralelo de um seguro de carro: quando contratado, você garante o direito de vender o carro por um preço fixado. Mesmo se ele passar por um acidente que o desvalorize.

Ou seja, no mercado de opções são negociados o direito de compra e venda das ações, com preços e prazo pré-fixados. Mas não a obrigação, apenas o direito de compra e venda.

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Contratos Futuros

O contrato futuro é um investimento onde ocorre um acordo de compra e venda em uma data no futuro, por isso o nome. Ou seja, a cotação deriva de outro ativo.

É possível lucrar tanto com a valorização do ativo quanto na queda, a depender se você comprou ou vendeu o ativo.

E tanto o vendedor quanto o comprador se comprometem com a negociação. Seja de ativos financeiros ou de bens tangíveis (como gado e milho, por exemplo).

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Câmbio

O mercado de câmbio envolve as negociações referente à troca de moedas de diferentes nações. Por exemplo, se você acredita que o valor do dólar em relação ao real vai subir nos próximos meses, pode investir em comprar dólares hoje para vender por um preço maior no futuro.

Ou seja, você investe na diferença cambial entre duas moedas.

Como não é possível saber a cotação das moedas, principalmente em um cenário futuro, portanto, o risco é alto.

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Derivativos

Derivativos é um tipo de investimento que deriva a maior parte de seu valor de um outro ativo, taxa de referência ou índice. Por exemplo, o valor pode derivar de ações, do ouro ou da taxa de juros.

Esse outro ativo subjacente pode ser tanto físico, como ouro, café, milho, soja; quanto financeiro, como ações, taxa de juros, inflação, etc. E ele pode ser negociado à vista ou no mercado futuro.

Geralmente, são negociados em um padrão: o contrato é previamente especificado em relação a quantidade, qualidade, prazo de liquidação e outros fatores sobre a negociação.

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ETFs (Exchange-traded fund)

Considerado a principal porta de entrada para a bolsa de valores, a ETF (Exchange Traded Fund) é uma forma eficiente de investir em ações, que se destaca pela diversificação e baixo custo. 

Na prática, são fundos que representam índices e são negociados em bolsa de valores. Permitem acessar mercados amplos, sem a necessidade (e o custo) de comprar cada ativo individualmente.

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Conte com a ajuda da BlueTrade para Investir em Renda Variável (H2)

Agora que você já conhece algumas das inúmeras opções para investir em renda variável, e sabe por que esse é um momento ideal para diversificar a sua carteira – tendo em vista a queda dos rendimentos em renda fixa por conta da baixa taxa de juros:

Chegou a hora de dar o próximo passo

Mas se você ainda não entendeu muito bem como tudo isso funciona ou se sente inseguro, a BlueTrade conta com uma das melhores mesas de renda variável no Brasil para te ajudar nessa caminhada. 

Contamos com especialistas focados em desenvolver estratégias inteligentes para que seu dinheiro renda mais, confira algumas delas:

  • Carteiras recomendadas, embasadas por grandes analistas do mercado, como Eleven e DV Invest;
  • Alocações internacionais, ações de empresas que mais crescem no exterior;
  • Produtos alinhados com o seu perfil, com um contato próximo aos brokers que avaliam o seu perfil de investidor. 

Assim, você receberá todo o suporte necessário para realocar a sua carteira nas melhores oportunidades de renda variável, claro, respeitando os seus objetivos e perfil de investidor. 

Então não espere mais de fale com um de nossos assessores o quanto antes!

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Como investir em Renda Fixa de forma inteligente.

Você provavelmente deve estar acompanhando nos noticiários a taxa de juros em mínimas históricas no país, hoje a 2% ano.

Se por um lado isso faz com que o custo das dívidas diminua – o que movimenta a economia, por outro os juros baixos derrubam a rentabilidade dos investimentos, principalmente os de renda fixa, como a poupança.

Para você ter uma ideia, a poupança não teve ganho real nos últimos meses e perdeu para a inflação. Isso quer dizer que:

Você jogou dinheiro pelo ralo caso tenha deixado suas economias nesse tipo de aplicação!

E esse cenário deve continuar no longo prazo, então você precisa conhecer um pouco mais a fundo sobre renda fixa para encontrar alternativas mais inteligentes e tão seguras quanto a poupança para que seu dinheiro renda mais.

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Conheça os Tipos de Renda Fixa

Se você está começando a investir agora – ou é um investidor moderado, e está buscando aplicações que tragam uma renda recorrente, mas cansou de perder dinheiro com a poupança, não é preciso deixar de lado a Renda Fixa. 

O segredo dos grandes investidores é a diversificação. E sim, até os investidores mais arrojados possuem esse tipo de aplicação em suas carteiras. 

Acredite, existem opções tão seguras quanto a poupança em renda fixa, mas com rendimentos bem melhores e para todo o tipo de perfil de investidor. 

Mas antes de conhecer os tipos de renda fixa, é necessário saber que a rentabilidade desse tipo de investimento geralmente é calculada de duas formas:

  1. Títulos Prefixados:  rentabilidade conhecida antecipadamente, quando o investidor mantém o título até o vencimento;
  2.  Títulos Pós-fixados: a rentabilidade do investimento dependerá do desempenho de um indexador, como a Selic ou o CDI.

Assim, de acordo com o seu perfil, existem diversas opções para diversificar a sua carteira e otimizar os seus rendimentos.

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CDB – Certificado de Depósito Bancário

O CDB é um dos investimentos em renda fixa mais simples e populares do mercado. Além de ser tão seguro quanto a poupança, sua rentabilidade é melhor ainda. 

Em resumo, ele é um título emitido pelos bancos para captar recursos para o financiamento de suas atividades.

Em troca deste empréstimo de recursos, ele devolve ao investidor a quantia aplicada mais o valor dos juros acordado no momento do investimento.

Além de ter uma rentabilidade que pode chegar até o dobro da poupança, o CDB tem outras vantagens:

  • Segurança: segurado pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), no caso de investimentos até R$250 mil;
  • Liquidez: se você escolher por um CDB de liquidez diária, poderá recuperar o dinheiro aplicado quando achar necessário; 

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CRA – Certificado de Recebíveis do Agronegócio

Os CRAs são títulos de renda fixa emitidos por empresas ligadas ao agronegócio. Em sua maioria, por produtores rurais ou suas cooperativas, relacionados ao financiamento da atividade agropecuária.

Para isso, a empresa emite um título que representa parte de sua dívida. Os investidores recebem o dinheiro investido somado aos juros, que pode ser predefinido pelo CDI ou o IPCA. Entre os benefícios, destaca-se:

  • Isenção de IR e IOF para a pessoa física, o que significa mais rendimento ao investidor.

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CRI – Certificados De Recebíveis Imobiliário

Os CRIs são títulos de renda fixa privado emitidos por empresas com o objetivo de financiar alguma atividade no ramo de construção civil.

Com os aluguéis recebidos pelos imóveis construídos, a empresa paga os investidores que lhe emprestaram dinheiro.

De forma geral, esse tipo de investimento paga uma taxa prefixada que é conhecida já na compra. Além disso, pode ocorrer também o acréscimo da variação de um índice como a inflação ou o CDI.

Entre os benefícios, destacam-se:

  • Isenção de IR e IOF para pessoa física;
  • Não existe um valor mínimo aplicado aos investimentos em CRI, com apenas R$ 1 mil já é possível iniciar.

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Debêntures – comuns e incentivadas

As debêntures são títulos de renda fixa privada, emitidos por empresas que desejam financiar algum tipo de investimento. 

Elas podem precisar de capital para custear atividades operacionais do dia a dia ou para realizar novos investimentos.

As debêntures incentivadas são exclusivas para empresas que irão realizar investimentos de infraestrutura. Já as debêntures comuns podem ser emitidas por qualquer empresa, seja qual for o objetivo do investimento a ser realizado. 

Entre as principais vantagens, destaca-se:

  • Isenção de IR e IOF (para pessoa física) no rendimento e no ganho de capital, caso estejam enquadradas como debêntures de infraestrutura

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Trace uma estratégia de sucesso de Renda Fixa com a ajuda da BlueTrade.

Para concluir, a renda fixa ainda reserva boas oportunidades, com ativos recomendados para todos os perfis de investidores, de conservadores a agressivos. 

O que muda é o tipo de ativo, o indexador, o risco e o prazo. Afinal, diversificação é a chave para o seu sucesso como investidor.

O importante é que você já sabe que deixar o seu dinheiro na poupança não é um bom negócio.

E quanto mais você demorar para tomar uma atitude, mais as suas economias serão engolidas pela inflação. 

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Você não precisa investir sozinho!

Mas se você ainda não sente segurança para tirar o seu dinheiro da poupança, não se preocupe: não é preciso investir sozinho!

A BlueTrade conta com uma assessoria especializada para te ajudar nessa transição. 

Nossos profissionais buscam pelas as melhores oportunidades e produtos alinhados com seus objetivos. 

Vale lembrar que recebemos o prêmio TIER 1 da XP, como um dos escritórios que mais agregaram valor e eficiência às carteiras de renda fixa dos clientes!

Então não perca mais tempo, fale com um assessor BlueTrade e faça o seu dinheiro render mais! 

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3 milhões de CPFs é apenas o começo

Neste mês de setembro a bolsa de valores brasileira, a B3, deve chegar a 3 milhões de investidores. Um grande marco sobre a mudança do cenário e da mentalidade do investidor a respeito de seu patrimônio.

O mercado mudou e demanda maior atenção dos investidores sobre suas oportunidades de rentabilidade. É simples entender esse movimento, quando observamos o contexto.

Com a taxa básica de juros a 2%, a caderneta de poupança e ativos da renda fixa indexados ao CDI, são afetados diretamente pelo Juro Real. Seu dinheiro e patrimônio perdem valor com o tempo, principalmente considerando o movimento da Inflação.

Em 2011, quando o cenário econômico brasileiro era outro, a até então BMF&Bovespa, fez uma campanha publicitária com o intuito de trazer 500 mil investidores para a bolsa.

Um desafio, considerando a taxa Selic de quase 13%, vigente na época e o pouco esforço que o brasileiro precisava fazer para ter rendimentos consistentes em ativos conservadores. O movimento de chegada de novos investidores, no entanto continuou o mesmo.

Mas essa propaganda deixou seu legado. Pois apresentou a muitos brasileiros, de forma simples e até então pouco conhecida, como investir na bolsa de valores não era o bicho de sete cabeça que muitos acreditavam.

Ao comparar as empresas da bolsa com a carreira de um dos jogadores de futebol mais históricos do mundo, era fácil explicar que investir na bolsa era bom pra as empresas, pra BMF&Bovespa e principalmente para o investidor.

A B3, precisou de quase uma década para chegar à 1 milhão de investidores. E marcará os 3 milhões em menos de 2 anos. O que mudou?

A resposta correta é tudo. A economia mudou. O mercado está mais maduro, preparado para receber esse investidor que busca melhor rentabilidade. O nível de educação financeira do investidor também melhorou.

Empresas como a XP Investimentos trouxeram maior visibilidade e acesso ao mercado e à produtos até então restritos, além de utilizar a tecnologia para ajudar quem deseja investir.

Ajudar o brasileiro a investir, aliás, tornou-se o propósito de assessores de investimentos, que se capacitaram para ser a principal fonte de informação sobre as melhores oportunidades de investimentos.

Com tantas mudanças ocorridas e tantas outras para acontecer, é certo que estamos apenas no começo e que 3 milhões de CPFs significa um grande passo para a transformação, mas nem de longe será o último.

Se sua carteira de investimentos, fosse comparada à investimentos na carreira de um atleta, como ela estaria?































A MAGIA DE VENCER


EXPERT SESSION | EARVIN ‘MAGIC’ JOHNSON E ANA LAURA MAGALHÃES
Higor Vieira, Investimentos Blue

“Magic” Johnson, um dos maiores exemplos da historia do basquete, trouxe algumas lições da sua trajetória. Disse que, para chegar onde está, teve muitos mentores, no qual repassa os mesmos conselhos para outros jovens.

E relatou que jogar contra Michael Jordan era divertido, pois sempre admirava ela, e hoje são bons amigos.

Comentou sobre o momento dos esportes na pandemia. Hoje temos varias modalidades no mundo todo, acontecendo sem os torcedores.

Porém, os torcedores são os que geram as maiores receitas aos clubes, e um dia será preciso que voltem as quadras.

Mas fora isso, na visão dele, é importante a presença deles. Os jogadores possuem melhor desempenho quando sentem a energia vinda do público.

Ele contou um pouco sobre sua experiência no empreendedorismo. Quando se lidera uma equipe, é preciso passar a mentalidade de vencer. Isso faz com que todos os integrantes sejam cada vez melhores.

Johnson relatou sobre como investe. Ele gosta de analisar o track record da empresa nos últimos 4 ou 5 anos, se sua receita está crescendo, pra que direção a empresa vai, as perspectivas futuras da companhia e também as pessoas envolvidas, do CEO até as equipes de gestão.

Ele relatou quando era um jovem jogador de basquete na faculdade. Na época as duas maiores empresas era Adidas e Converse.

Ambas ofereceram contratos a ele por muito dinheiro. Nisso, a Nike que era iniciante, ofereceu a mesma quantia e até ações da companhia. Ele recusou a Nike, e se arrepende até hoje disso.

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EXPERT XP 2020 | Min. Paulo Guedes: Momento econômico brasileiro

O ministro da economia Paulo Guedes afirmou que os últimos 5 meses foram muito intensos para o governo.

No entanto, a crise politica abaixou graças a população que percebe o trabalho que o governo tem feito, como auxilio emergencial, credito para as empresas – estendendo o consumo privado, reforma da previdência, etc.

Durante a pandemia, não faltaram recursos para a saúde. Segundo o ministro, não ha problemas no aumento da divida publica para a saúde na situação de calamidade que vivemos, pois o mundo todo entende isso.

E também entende que isso pode se recuperar por meio das medidas fiscais.

Segundo Guedes, haverá um boom de 10 anos de contrato civil no Brasil. As classes mais baixas alcançarão a casa própria com juros mais baixos, onde a previsão é de 1 a 2 milhões de novos integrantes.

Ele ressaltou sobre o atual compromisso com o controle de gastos. Mas parte disso foi herdado pelo governo anterior, onde o descontrole levou o Brasil ao endividamento em “bola de neve”, derrubando taxa de câmbio e juros altíssimos.

A economia vive de expectativas sobre o futuro. Segundo ele, as três principais despesas foram sanadas em pouco tempo de governo: reforma da previdência, taxa de juros e funcionalismo público.

Despesas estas que estão controladas e que continuarão tendo controle futuramente. Mas o principal agente que vai destravar isso será o investimento privado.

A reforma tributaria pode ser interditada, e segundo ele a CPMF não entra, pois há amplas áreas de tributação ainda não exploradas, como o comércio eletrônico e transações de pagamentos.

E resumiu que haverá sim impostos sobre dividendos. E o imposto PJ vai cair. Os atuais 35% devem cair para média mundial próxima de 20%.

Segundo Guedes, “fizeram o teto (de gastos) mas não as paredes”, para conter os gastos com a previdência e com o funcionalismo.

E reforça que sempre ha a vontade econômica de executar, mas não há o auxilio politico necessário. E finalizou que não sairá do governo tão cedo.

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EXPERT XP | Liderança em tempo de crise

Guilherme Benchimol, CEO da XP Inc. comentou sobre a 2ª onda do Covid. O desafio foi grande para trazer proteção a toda equipe, trazendo junto uma nova forma de trabalho para o modelo de negócio.

Além disso, houve um lado social importante, com a causa de ajudar as pessoas na miséria, engajando os clientes a trazer cada vez mais esse sentimento de ajudar o próximo.

Segundo José Galló, CEO das Lojas Renner, numa situação como esta da pandemia, é fundamental que a companhia desse todo o suporte aos colaboradores, com um constante contato com líderes após migração para o home office, tentando manter o máximo da normalidade possível com mais de 600 lojas fechadas.

Carlos Brito, CEO da AB InBev, reforçou que a empresa em breve terá pontos de venda especiais para melhor acessibilidade ao cliente.

Segundo ele, ficou claro que, para resolver um problema como a pandemia, é preciso muita colobração, partindo de várias frentes – iniciativa pública e privada, ONGs, etc.

Brito questionou ao Benchimol sobre o aprendizado que a pandemia deixou. O CEO da XP Inc. respondeu que o maior legado foi que o mercado precisa muito menos de espaço físico do que o necessário, trazendo uma nova forma de trabalho, mais eficaz, agenda mais efetiva, além do aumento da qualidade de vida,.

Com as pessoas mais conectadas e o comprometimento com a companhia por parte dos colaboradores por meio do home office. Todo o ecossistema ficou muito melhor.

Brito reforçou que o pânico e o medo têm seu lado positivo, fazendo com que o trabalho em casa traga mais liberdade e empoderamento para as pessoas, e consequentemente mais eficiência e menos burocracia e disrupções internas.

Galló reforçou que o estilo de gestão também mudou. Foi preciso se adaptar à realidade da inovação.

Os treinamentos internos levavam para a complexidade, e hoje devem levar para a leveza. Isso também ajuda a trazer talentos inovadores e que respirem a empresa e seus clientes. Também reforça que é importante a empresa preparar os colaboradores para a resiliência e para a imprevisibilidade.

Benchimol finalizou que o maior segredo é sonhar grande e começar pequeno. Mas não deixar de parar a corrente do bem.

A crise não acabou e é importante cada um fazer sua parte. Brito também finalizou que continua otimista com o Brasil e que a empresa continuará acreditando em novos talentos e na “dor de dono” que cada um precisa ter.

E Galló conclui que o grande valor do país nos próximos anos serão as empresas. Ele comparou a crise com um furacão, que possui sua parte destrutiva, mas nunca deixa de ter energia. Isso fez com que as pessoas se redescobrissem no novo modelo que vivemos.

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EXPERT XP | Ray Dalio: “A mudança da ordem global: onde estamos e para onde vamos”

Segundo Ray, se olharmos a questão das taxas de juros, no longo prazo estamos caminhando para zero.

O fornecimento de credito aumentou, e isso faz com o que o valor da moeda diminua. Isso tem sido verdadeiro durante toda a historia.

Hoje há um atual conflito entre republicanos e democratas que possuem ideologias diferentes.

Economicamente falando, os democratas são mais liberais ou conservadores, fazendo com que isso se comunique a uma possível desigualdade de riqueza.

Os efeitos dos cortes tributários foram bons para o mercado de acoes global e principalmente o americano.

Ele reforça que existem 4 guerras ocorrendo atualmente: comercial, tecnológica, geopolítica e também uma possível guerra de capital. Isso implica todas as dimensões globais.

Segundo ele, para investimentos, é imprescindível a diversificação – de ativos, de países, de moedas, etc. Ela faz com que elimine mais o risco. É difícil dizer qual o melhor investimento.

Se isso fosse fácil, todos comprariam o mesmo investimento e ganhariam dinheiro. Ele reforça também que os EUA esta arriscando seu status de moeda reserva, com o constante desenvolvimento da China.

Hoje o dólar lhe permite comprar no mundo todo, sem restrição.

Sobre EUA e China, e importante entender as diferenças entre os países. A China e um pais moderno, bem gerenciado, com uma cultura forte e disciplinada.

Já os EUA e um pais individualista, onde cada um protege seus direitos, sua prosperidade e opiniões individuais.

Ele finalizou com um recado para novos empreendedores no mundo: menos sonho e mais realidade.

O sucesso se da em 5 etapas:

1 – Conheça as suas metas.
2 – Abrace seus problemas, fracassos, obstáculos e aprenda com eles.
3 – Sempre execute tudo aquilo que planeja.
4 – Não deixe o ego atrapalhar os seus percursos.
5 – Não trabalhe por dinheiro, pois ele não tem propósito. Faca com que o trabalho e paixão sempre andem juntos.

A Expert XP 2020 já começou!

O mercado financeiro se prepara todos os anos para o maior evento sobre investimentos no mundo, a Expert XP. Não é à toa que quando o evento presencial foi cancelado, por conta do agravamento dos casos da covid-19 no Brasil, todos nós lamentamos.

O evento vem se reinventando a cada ano, e a cada nova edição vai ocupando espaços ainda maiores na formação de assessores de investimentos e clientes.

Isso porque o evento tem uma agenda de conteúdos muito robusta, que vão de assuntos ligados à política, economia, inovação, produtos financeiros, até mesmo, conteúdos mais comportamentais, como resiliência, liderança e histórias de superação.

Felizmente a XP Investimentos, decidiu que não havia motivo para o evento não acontecer esse ano. Sendo assim, 2020 marca um novo ciclo para o evento. Sendo realizado pela primeira vez de forma 100% digital e gratuita.

Legado Digital

Quando os mercados internacionais foram abalados pelo início da crise do Coronavírus, durante a celebração do carnaval, o mercado sabia que sentiria os impactos.

Enquanto muitas instituições se esconderam, a XP decidiu fortalecer sua comunicação com seus clientes. Com uma agenda poderosa de lives com nomes como, Ministro Paulo Guedes, Howard Marks e Luis Stuhlberger.

Nascia assim um legado digital que daria espaço para que a Expert XP 2020 pudesse ser realizada.

Com propósito de melhorar a vida das pessoas, propósito da XP, o conteúdo sempre foi focado em como ajudar investidores, empreendedores e qualquer pessoa que buscasse conhecimento, a entender o cenário atual, se preparar para a retomada e se ajustar a um momento, sem precedentes em nossa geração.

Expert XP 2020

A mudança no formato não foi a única inovação da Expert XP 2020. O evento foi completamente reestruturado, passando a ter 5 dias de duração, stands virtuais, Hub 360, com conteúdo em todas as mídias em que a marca está presente, e claro, palestrantes que conversam diretamente com o momento atual.

Malala Yousafzai, Nassim Taleb, Adena Friedman, Ray Dalio e Magic Johnson são apenas alguns do nomes, que irão fazer parte da programação.

O intuito é levar conteúdo de qualidade, de forma democrática e com real impacto na vida das pessoas. Educação financeira sempre foi um dos grandes pilares da XP (a empresa nasceu focada em cursos sobre investimentos).

Por isso tornar acessível todo conhecimento dos maiores especialistas e cabeças pensantes, em um só evento e de forma gratuita, é algo que apenas a XP Investimentos faria no Brasil.

Conteúdo a um clique
Acompanhar todo o conteúdo disponível nesses 5 dias, , e que faça sentido pra você, requer planejamento. Existem diversos conteúdos simultâneos, com focos e abordagens diferentes, por isso faremos junto à BlueTrade a cobertura do evento nas redes sociais.

Você também pode se inscrever AQUI e conferir todo o conteúdo preparado pelo evento em uma plataforma, preparada exclusivamente para receber você. No site do evento você também encontra, a programação completa e detalhes exclusivos.

Esperamos por você nessa edição histórica do maior evento de investimentos do mundo!

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