Por que os Fundos Imobiliários interessam os investidores?

O que são os Fundos Imobiliários e por que essa modalidade de investimentos têm chamado a atenção? Por que ficaram tão populares? 

Um relatório divulgado pela B3 (Bolsa de Valores brasileira) no ano passado, constatou que o número de pessoas físicas investindo em Fundos Imobiliários cresceu cinco vezes nos últimos três anos. 

No entanto, recentemente, os Fiis se tornaram o centro de uma polêmica que envolvia a tributação do Imposto de Renda. Provavelmente, você deve ter visto muitos comentários sobre esse assunto na internet e/ou nos jornais. 

E, por esse motivo, muitos investidores perderam o interesse pelo investimento. Mas, como esses fundos realmente funcionam? E será que valem a pena? 

Neste artigo, nós vamos explicar tudo sobre o tema. 

O que são os Fundos de Investimentos Imobiliários (Fiis)?

Você deve se lembrar ou, se não lembra, deve ter ouvido algum familiar contar que antigamente – mas não há muito tempo atrás – ter um imóvel físico era sinônimo de investimento. 

Como funcionava? Você comprava um imóvel na planta, a fim de investir naquele negócio, e depois de alguns anos o lucro vinha dos aluguéis ou até mesmo da valorização do metro quadrado daquele imóvel.

Entretanto, hoje os tempos são outros, e o cenário econômico do país também. Por esse motivo, esse tipo de negócio deixou de ser tão atrativo quanto era antes. 

Além do mais, muitas vezes, a burocracia envolvendo os cuidados com o imóvel e o prejuízo quando o mesmo fica desalugado, fez muitas pessoas repensarem a vantagem do negócio. 

E o que isso tem a ver com os Fundos Imobiliários? Bem, isso é o que vamos te explicar agora.

Sabe quando uma pessoa compra um imóvel para receber o aluguel, como forma de investimento? É basicamente essa a função dos Fundos Imobiliários, em uma explicação mais geral, é claro. 

Mas, realmente, é uma forma mais “simplificada” de se tornar proprietário ou proprietária de um imóvel, seja comercial ou residencial. A diferença é que preocupações com reforma do espaço, burocracia de financiamento ou prejuízo por falta de locatário, não existem. 

Isso quer dizer que você compra um imóvel, sem a necessidade de ser da forma tradicional, e também, sem precisar dispor de 200, 300, 500 mil reais, porque você pode investir a partir de 100 reais. E com uma das características consideradas mais relevantes: a facilidade para vender ou se desfazer caso não queira mais. 

Antes de você saber quais são os tipos e como esses investimentos funcionam na prática, vamos te explicar o que são os Fundos de Investimentos. 

Fundos de Investimentos 

Os Fundos de Investimentos funcionam assim: um grupo de investidores que tem o interesse de investir no mesmo ativo, nesse caso, os imobiliários, se reúnem em uma espécie de condomínio. Cada um compra uma “cota” do fundo e recebe proporcional ao valor investido. 

A diferença de investir em Fundos é que a administração e a alocação desses aportes é feita por um gestor responsável. E é esse gestor que vai decidir onde colocar os ativos da carteira, e se é necessário fazer aquisições ou vendas, tudo isso para acompanhar os interesses dos investidores. 

É importante dizer que os Fundos de Investimento e as atividades desta modalidade de investimento são regulamentadas e fiscalizadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA). 

Esses investimentos, em sua maioria, são da classe da Renda Variável e a negociação é feita por meio da Bolsa de Valores brasileira, a B3. Vale lembrar também que geralmente existe a taxa de administração, ou seja, a taxa paga ao gestor responsável pelo fundo. 

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Quais são os tipos de Fundo Imobiliário?

Existem diversas opções de Fundos Imobiliários para investir, neste tópico vamos te explicar como são classificados. É claro que, a estratégia de investimentos, o perfil do investidor e o cenário macroeconômico serão parâmetros imprescindíveis para definir qual será a opção mais adequada. 

Abaixo, vamos falar sobre algumas dessas alternativas de investimento. 

Fundos de tijolos

Os Fundos de Tijolos são os investimentos em imóveis físicos, ou seja, que já foram construídos. 

E nesse tipo, os investidores podem optar por fazer a aplicação em diferentes regiões ou imóveis, que podem ser: shoppings, hotéis, escolas, hospitais, instituições bancárias e, em alguns casos menos comuns, residenciais. 

O objetivo é receber o aluguel em forma de dividendos, distribuídos entre os investidores do Fundo. O destaque é a qualidade do imóvel e da localização, que são vendidos por frações e valores comuns e mais acessíveis. 

É um investimento interessante para aqueles que buscam renda constante – recebimento de aluguel – e benefícios como reajuste dos aluguéis. Além disso, é uma opção a ser considerada por quem ainda não se expõe diretamente a ativos de renda variável, como às ações.

Fundos de papéis

Diferente dos Fundos de tijolos, os Fundos de papéis não vendem o “imóvel”, mas sim títulos atrelados ao setor imobiliário.Por meio desses fundos, você pode investir em títulos como:

– Letras de Crédito Imobiliário (LCI)

– Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI)

– Letras hipotecárias (LH) 

– Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC)

Esse é um investimento de Renda Fixa que proporciona liquidez e oportunidade de diversificação na carteira de investimentos. 

Fundos híbridos

No caso dos Fundos híbridos há uma mescla dos tipos de investimentos. Pois eles podem conter tanto imóveis físicos quanto títulos do setor imobiliário. 

Fundos de Fundos (FoFs)


Fundos de Fundos Imobiliários. Já ouviu falar? Essa é uma outra possibilidade dentro desse mercado. 

Basicamente, é o investimento indireto em cotas de outros fundos. E esses fundos também possuem um gestor responsável por alocar as cotas da melhor forma, de acordo com a estratégia. 

IFIX

Para encerrar esse tópico, é importante dizer que todos esses fundos, assim como de outros segmentos, possuem um índice de referência, que busca representar o desempenho dos principais Fundos Imobiliários. Esse índice é conhecido como IFIX. 

Seu objetivo é apresentar a variação de preços desses fundos e o retorno total na Bolsa de Valores. 

Imposto de Renda 

Por fim, chegamos ao tópico que protagonizou polêmicas no primeiro semestre de 2021, a Tributação dos Fiis. Para contextualizar, houveram rumores de que os Fundos Imobiliários teriam, como os outros investimentos, incidência de Imposto de Renda. 

O mercado balançou e muitos investidores venderam os seus Fundos, seguindo o conhecido “efeito manada”. Mas, na realidade, os rumores não foram confirmados. 

Se você quiser saber mais sobre esse assunto, leia este artigo. 

Isso faz com que os Fundos Imobiliários, os Fiis, sigam sem tributação. Entretanto, existem algumas regras, veja a seguir: 

A distribuição dos rendimentos para pessoas físicas possui isenção, desde que as cotas sejam negociadas na Bolsa de Valores ou no mercado de balcão; o investidor tenha menos de 10% das cotas do fundo; quando o fundo tiver, no mínimo, 50 cotistas. 

Agora, vamos supor que o investidor tenha ganhos por meio da valorização das cotas. Neste caso, no momento da venda, é preciso pagar o Imposto de Renda. A alíquota é de 20%. 

Vale a pena investir? 

Os Fundos Imobiliários (Fiis) apresentam características que costumam agradar os investidores, entre elas: a possibilidade de diversificação da carteira; liquidez; renda passiva e isenção de Imposto de Renda. 

Porém, o que vai dizer se esse é  um investimento que vai valer a pena para você é todo um estudo feito antes da tomada de decisão. Em conversa com o seu assessor de investimentos, você vai poder alinhar as suas expectativas e objetivos com o investimento. 

Além do mais, os cenários macro e micro da economia também influenciam. Como por exemplo, no caso da polêmica do I.R em que houve um balanço do mercado, muitos investidores venderam seus fundos de maneira equivocada. 

Mas, o balanço dos ativos nem sempre significa uma sentença de venda. Por isso, antes de tomar uma decisão de compra, e até mesmo de venda mais para frente, você precisa estar alinhado com quem tem conhecimento aprofundado do mercado. 

E é exatamente o conjunto de fatores que envolvem o seu perfil de investidor e o suporte de quem entende de investimentos, que será o diferencial para atender, de fato, as suas expectativas. 

Dessa vez não, Leão. Seguimos com a isenção dos Fundos Imobiliários.

Fundos Imobiliários

Diante da procura por um país com melhor planejamento fiscal, no dia 25/06/2021, o ministro da economia, Paulo Guedes, entregou sua controversa proposta de reforma tributária, com a inclusão dos Fundos Imobiliários.

Embora a intenção seja de uma simplificação e melhorias na parte fiscal, o mercado financeiro caminhou na contra mão, apresentando queda no IFIX (Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários). 

Essa negatividade no mercado, além de muitas dúvidas pela falta de esclarecimento no projeto, vem da proposta de tributação nos dividendos dos FIIs em 15%. Assim, um instrumento utilizado por diversas pessoas para criação e perpetuação de renda, estava na mira do leão da receita.

O que levou o governo a “voltar atrás” na tributação dos FIIs?

A descontentação das pessoas e alguns deputados do Congresso abriu discussões para a efetividade dessa ação radical. A defesa da isenção partiu da argumentação da baixa efetividade de recolhimento de imposto, e pelo ônus que o setor de construção civil iria arcar. 

Os fundos imobiliários são extremamente relevantes para o setor da construção civil no nosso país. Atualmente, temos fundos destinados a setores de ativos físicos como shoppings, lajes corporativas, galpões industriais, centros logísticos e etc. Todos são responsáveis por estimular a construção civil que impacta positivamente o desenvolvimento e o bem-estar da população.

Porque não faz sentido mudar a tributação dos Fundos Imobiliários?

De forma direta, não existe muito nexo a taxação nesse setor. A tributação sobre os dividendos em pessoas físicas geraria pouco retorno, em termos percentuais, ao setor público e, ao mesmo tempo, colocaria uma barreira a mais em um setor que emprega milhares de brasileiros direta e indiretamente. 

Do ponto de vista dos investidores, aqueles que já possuem uma posição nesse ativo, existiria uma redução em relação aos dividendos que eles já recebem, em outras palavras, a renda passiva. 

Ademais, uma medida dessa acarretaria em uma possível precificação (quando informações são incorporadas nos preços) dos ativos, reduzindo o valor de mercado das cotas dos fundos. 

Dessa maneira, aqueles investidores que pouparam para garantir uma aposentadoria melhor, e depender menos dos serviços do estado, seriam penalizados, em uma ré dupla, no valor das cotas e nos dividendos.

Na relação dos fundos, seria possível ter no curto prazo, um período com baixa emissão de novas cotas para a captação de recursos, em direção à expansão de novos projetos. Em um fundo de logística, para aquisição ou construção de um novo galpão, é feito uma oferta no mercado. 

Essa emissão para ocorrer, depende da boa gestão dos gestores e de momentos propícios da economia. Uma vez que, seria improvável um fundo fomentar uma emissão em um momento que o valor da cota a mercado está inferior ao valor patrimonial, o que seria comum nesse momento mais delicado.

No longo prazo, teríamos um mercado que se adapta a novas regras, como sempre acontece e voltaria a confiança dos investidores pelo ativo.

Como a proposta de tributação dos Fundos Imobiliários deve ficar.

O deputado Celso Sabino (PSDB-PA), entregou em 13 de julho de 2021, ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), uma preliminar da proposta. Essa proposta de Sabino afetaria uma redução de 57 bilhões aos cofres públicos até o ano de 2023. A lógica dessa estratégia, para compensar os cofres públicos, seria estimular o aquecimento da economia que ampliaria a arrecadação.

Seguindo esta via, de simplificação, o relator optou em manter como é hoje a isenção do Imposto de Renda para os dividendos dos fundos imobiliários. E também, foram retiradas as propostas de tributação sobre os fundos de investimentos de infraestrutura (FIP-IE) e de agronegócio.  

Ainda faria sentido investir em FIIs, mesmo com a tributação?

Obviamente, o mercado não enxergaria isso com bons olhos. A reação foi imediata, como sempre acontece. A precificação do valor das cotas caindo gerou uma espécie de pânico dos investidores sobre o que seria o futuro dos FIIs.

Como mencionado pelo Professor Baroni em nossa live, disponível em nosso canal do Youtube, os fundos imobiliários são um bolo e a isenção a cereja. Com essa tributação, perderíamos apenas a cereja, mas o bolo continua.

Dessa forma, os FIIs continuariam um excelente instrumento para ganho de capital (valorização das cotas) e de dividendos (os pagamentos mensais). Assim, a tributação não alteraria os fundamentos e nem diminuiria a qualidade dos fundos. 

Com tributação, ou não, temos fundos geridos por excelentes gestores que buscam sempre a diversificação para trazer rentabilidade e segurança para os seus cotistas.

A alta da Selic prejudica de alguma forma esse mercado?

Sim e não. Essa é uma pergunta interessante e levanta debates de especialistas na área. Olhando o nosso passado, tínhamos um IFIX com predominância de fundos de tijolos (que investem diretamente em ativos reais). 

E quando havia uma alta na taxa selic, era possível observar uma redução no valor de mercado dos fundos imobiliários e vice-versa. Assim, chamamos isso de correlação inversa, isto é, a alta de um ativo impacta na redução de outro.

Para analisarmos essa dinâmica, precisamos entender alguns aspectos históricos. Primeiramente, no Brasil há 10 anos, tínhamos uma taxa selic em valor superior ao que encontramos hoje. 

Em uma taxa elevada, o trade-off (situação em conflito de escolha) era tomado, pelo investidor, de maneira mais fácil. Assim, como comparativo, pela natureza do ativo, a uma taxa selic elevada era razoavelmente mais fácil um investidor migrar de um fundo para uma aplicação em NTN-B. 

Isso se devia pelo título público soberano de menor risco estar entregando um bom retorno. Após o período Dilma, vimos uma diminuição da taxa, principalmente marcado pelo projeto do teto de gastos, e chegando a patamares nunca antes vistos, com a pandemia do Covid 19. 

Os fundos, com a redução da taxa selic, provaram que entregam um retorno superior aos títulos de NTN-B (prêmio de risco). Dessa maneira, houve a popularização do investimento, no final de 2019, e ganhou a confiança dos investidores.

Outro motivo, seria pela maior adoção, de maior peso, dos fundos de papéis no IFIX. Esses fundos investem diretamente em CRIs (certificados de recebíveis imobiliários), e esses títulos possuem rendimentos indexadores a CDI, IPCA e IGP-M. 

Assim, um aumento da taxa selic e inflação acarretaria em um aumento dos dividendos pagos. Mostrando que, os FIIs surfarão junto essa onda e se tornarão mais atrativos 

Quais setores do mercado de FIIs podem ser beneficiados no cenário pós-pandemia?

Em um cenário pós-pandemia, será possível vermos uma volta dos fundos que foram mais afetados, como de shoppings e lajes corporativas. Entretanto, devemos aguardar uma volta mais gradual, visto que, a população precisa alcançar um percentual alto de vacinação. 

Mesmo com a aceleração da vacinação, a volta à “normalidade” pode acontecer com bons meses à frente. A recuperação poderá vir quando existir o sinal verde, isto é, quando as pessoas não apresentarem mais medo de frequentar as ruas.

De maneira geral, nenhum setor deve ser prejudicado em um cenário pós-pandemia. Claro que sempre existirá dúvidas e adaptações do mercado, por exemplo, a volta do home office. 

Teremos cada vez mais empresas adotando o home office permanente, mas de forma híbrida ou a volta total dos funcionários?

O que será do futuro, deixamos que o tempo nos conte. Podemos observar que, mesmo no cenário mais estressante, os fundos de lajes sobreviveram e fizeram novas aquisições de imóveis. Dessa maneira, temos uma gestão viva de gestores que souberam passar pela tempestade. 

Quando a maré enche, todos os barcos sobem. Assim, quando temos um ciclo de recuperação, podemos ter todos os setores da economia avançando.

Como avaliar se um Fundo Imobiliário é bom ou não para não cair no “efeito manada”.

O primeiro passo para olhar um FII é conhecer a gestora por trás do projeto. Hoje, temos no mercado, diversos “assets” competentes que entregam um excelente trabalho para seus cotistas.  

Dessa forma, precisamos olhar para os dados passados dessas empresas e entender um pouco melhor quais são os objetivos dos gestores. Depois desse alinhamento, o investidor escolhe sua estratégia para selecionar os tipos e setores de fundos imobiliários que quer ter sem sua carteira. 

A  priori, a escolha de um fundo com alto valor patrimonial e boa diversificação de ativos sempre trará mais segurança ao investidor.  Cair no “conto do vigário”, pode custar muito caro, isto é, fundos que entregam um percentual de rendimentos muito alto e apresenta um risco no mesmo patamar. Isso pode ser enxergado em fundos com mono inquilino ou monoativo (às vezes, os dois).

Depender da receita do seu caixa de apenas um inquilino, ou de um único ativo, pode custar caro ao fundo e seus cotistas. Quando se trata deste assunto, o XP Corporate Macaé sempre vem à tona. 

Nesse caso, seu único inquilino fez uma rescisão de contrato para deixar o imóvel. A notícia fez com que o valor da cota do fundo afundasse e até hoje, encontra-se em patamares baixos.

Em suma, na escolha de um portfólio, buscamos fundos de tijolos com diversificação em boas regiões e bons imóveis. Já fundos de papéis, precisamos olhar a diversificação da carteira de CRIs e o quanto cada contrato impacta o caixa do FII.

Principais tipos de FIIs e importância para a carteira do investidor.

Os fundos imobiliários, a grosso modo, podemos dividir em tijolos e papéis (também, fundos de fundos). Dentre essas classes, temos uma divisão entre high grade, com um risco de crédito menor e consequentemente menor rentabilidade, e high yield, com uma rentabilidade maior e maior risco adjunto. 

Selecionando os ativos para uma carteira, tudo vai depender da estratégia do investidor em relação ao prazo do investimento, disposição ao risco e rentabilidade esperada.

Os dividendos dos fundos imobiliários são oriundos de contratos de CRIs ou de ativos de tijolos, em ambos os casos podemos ter recebimentos protegidos contra a inflação. Por conta de os ativos com imóveis físicos terem seus contratos de aluguéis corrigidos pela inflação (as vezes pelo IGP-M), e os CRIs apresentarem pagamentos com IPCA mais um percentual.

Agregando os FIIs em sua carteira, é possível ter um instrumentos que entrega juros periódicos (na maioria, mensalmente) corrigidos à inflação, ou seja, juros reais. Dessa maneira, é possível traçar diversas estratégias que envolvem criação de renda passiva e proteção do seu capital ao longo do tempo, contra a corrosão da inflação. 

E o melhor de tudo, são dividendos isentos de imposto de renda.

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A importância de uma assessoria de qualidade na tomada de decisão. 

A intenção de uma assessoria de qualidade não se trata apenas de investimentos, mas sim de estar próximo ao cliente em momentos de estresse. A assessoria busca auxiliar o investidor com uma visão integral do mercado, para que ele tome as suas decisões de forma mais consciente e embasada. 

Assim, a intenção é sempre ter um acompanhamento próximo, identificando as dores dos clientes para oferecer as melhores soluções, de acordo o perfil de investimentos de cada um. O assessor de investimentos busca ser um braço direito dos seus clientes, ajudando nas tomadas de decisões de diversas necessidades.

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Insights: porque você também deveria investir em ações

Existe uma sina no universo do mercado financeiro de que, pessoas com perfil conservador não deveriam investir em renda variável.

Esta regra parece ser marcada na pedra, visto que dificilmente encontramos pessoas que se dizem conservadoras com algum percentual da carteira em ações.

Não que eu concorde com tal afirmação, inclusive acho justamente o contrário. Mas vivemos no Brasil e sabe, tudo bem não ter renda variável na carteira quando se consegue uma rentabilidade de 15% ao ano em renda fixa. Com isso, dobramos nosso capital a cada cinco anos, nada mal!

Quis o destino, no entanto, que os ventos daqui passassem a soprar em outra direção. Em 2017 tivemos o início de um Brasil reformista, que busca cortar gastos públicos e acabar com os privilégios dos grupos mais favorecidos, como uma taxa de juros de longo prazo a custo de banana para as grandes corporações, enquanto o pequeno empresariado tinha de captar recursos a uma taxa de 20% ao ano no mercado.

As reformas que já foram postas em prática, juntamente à uma mudança de mindset nos principais órgãos econômicos do país, como Ministério da Economia, Banco Central e BNDES, possibilitaram que a Taxa Selic caísse ao seu patamar mais baixo da história, aos 4,25% ao ano.

E acredite, eu também não sou do time do “a renda fixa morreu”. Se eu acho que um portfólio inteligente e bem montado deve ter renda fixa? Sem dúvidas. Se eu acho que essa parcela tem de cair, no entanto? Sem sombra de dúvidas.

O Brasil rentista acabou! E pode apostar que ele se foi para talvez nunca mais voltar. A taxa de juros básica deve voltar a subir em 2021, mas nada que a leve muito acima da faixa de 6% ao ano. 

Se antes era comum investir unicamente em títulos de renda fixa com rentabilidades acima de 15% ao ano, atualmente isso não deve passar dos 4,5% bruto ao ano, e descontada a inflação você terá aproximadamente 1,25%aa de juro real. 

A questão é que, mesmo com este cenário atual, o “investidor conservador” continua com aversão à renda variável. O principal culpado nesta situação é o próprio investidor, que por diversos motivos, ainda não percebeu que aquele 1% ao mês na renda fixa se foi juntamente com a dona Dilma.

Com isso, ele simplesmente se fecha para qualquer apetite a risco, não se preocupando nem em entender como funciona minimamente a renda variável. 

Ora, se você trabalhou para juntar seu capital, o seu desejo será que você tenha uma aposentadoria tranquila, aproveitando as férias eternas e merecidas que têm, após se dedicar anos ao trabalho. No entanto, se você tiver um rendimento real pouco acima de 1% ao ano, receio em te dizer que na verdade, você vai apenas sobreviver. 

Um adendo, a poupança não entra nem em consideração neste momento. Com um juros real negativo, se você tem o dinheiro na poupança é melhor que você nunca deixe de trabalhar, visto que terá menos dinheiro quando mais precisar. 

Também não estou dizendo que todos devem ter o mesmo percentual de renda variável na carteira. Mas se você tem menos de 30 anos e nenhuma posição arrojada em sua carteira, é melhor abrir os olhos!

É comum encontrar os mesmos argumentos para essa aversão à renda variável: “é muito arriscado, não é para mim”. 

Na verdade, o que realmente incomoda é a marcação de preço instantânea. Para o investidor acostumado apenas com renda fixa, é catastrófico acordar com suas posições tendo uma queda diária de 4%.

Risco

A Teoria Moderna das Finanças diz que: quanto mais riscos você correr, maior será seu retorno potencial. Isso teoricamente explicaria um rendimento potencial baixo da renda fixa, onde você sabe que receberá, ao final do investimento, uma quantia maior do que investiu. 

Nas renda variável você abdica de saber ex-ante se receberá um valor maior ou menor do que o investimento, para que possa obter ganhos potenciais infinitos.

O risco, em geral, tem o papel assumido pela volatilidade que é o quanto determinado ativo financeiro oscila ao longo do tempo. As ações possuem marcação de preços em tempo real, e qualquer notícia sobre o ambiente macro ou micro afeta o preço desses papéis listados. 

A marcação à mercado dos títulos de renda fixa é bem mais ineficiente, visto que não existe um mercado organizado de bolsa para cotações em tempo real. Assim sendo, o investidor só saberá quanto o título dele está valendo, se ele quiser vendê-lo antes do prazo. 

Como em geral esses títulos são carregados até o vencimento, as oscilações de preço não afetam o investidor, visto que ele não observa a variação diária do papel, a não ser que precise liquidar antes do vencimento. 

É comum vermos uma empresa de capital aberto emitir títulos de dívida (como exemplo as debêntures). Os investidores conservadores adoram, visto que essas emissões chegam com taxas de retorno bem interessantes. 

Como exemplo atual, uma empresa do setor elétrico está emitindo um título (debênture incentivada) que pagará IPCA + 4,25% ao longo dos próximos 10 anos, isento de imposto de renda. Considerando o atual cenário de juros, é uma barganha, inclusive irei participar desta oferta, visto que, um retorno real de 4,25% ao ano não se encontra em qualquer esquina.

Fico ainda mais confiante quando olho para a empresa em si, que tem uma saúde financeira muito boa, e além disso é uma das empresas mais eficientes no seu setor, tem um modelo de negócios que garante muita economia no processo de exploração e produção de energia. Enfim, uma empresa excelente, que gera muito caixa e vai conseguir pagar essa dívida que está emitindo com um alto grau de certeza.

Agora, eu tenho noção de que receberei somente a taxa indicativa, nem um centavo a mais.

E se eu olhar para esta mesma empresa, sob a ótica do investimento em ações? Relembrando, ela é uma das melhores empresas do setor de energia, altamente eficiente e com um modelo de negócios bem montado. Sua receita é protegida por contratos de longo prazo com o governo federal e que até onde eu sei, ainda não encontraram nenhuma alternativa à energia elétrica.

Desde o início de janeiro de 2019, ela já apresentou uma alta superior a 175%. É exatamente a mesma empresa, mas são investimentos de classes diferentes. Não estou dizendo que a partir de agora, ela ainda subirá os mesmos 175%. 

Mas o preço das ações, no longo prazo, acompanham o lucro das empresas que estão por trás daqueles tickers que piscam o dia todo no home broker. 

Em qual situação eu não receberei o meu dinheiro de volta no título de renda fixa? Bom, se ao longo destes 10 anos, a empresa quebrar, eu perco todo o meu dinheiro. 

E nas ações desta mesma empresa? Ora, se a empresa quebrar ao longo do tempo em que tenho dinheiro nela, eu perderei todo o meu capital. 

Veja que simplificadamente, o risco é, na verdade, o mesmo. Este é um modelo simplificado, visto que no processo de falência da empresa, o primeiro a receber o valor residual é o governo, depois os credores e só depois os acionistas. 

Mas acredite, isso na verdade pouco importa, pois em geral não sobrará nada pra contar  história. E tudo isso acontece da mesma forma em um títulos de renda fixa ou em uma ação. Se trata da mesma empresa, ela tem o mesmo modelo de negócio, atua no mesmo setor. É tudo a mesma coisa. 

Mas e as oscilações diárias nas ações?

Existe uma frase no mercado financeiro que diz: “somente os vendedores de ações deveriam se preocupar com as quedas de curto prazo”. 

Eu, por exemplo, sou consumidor de cerveja. Se acontecer algo que faça o preço da cerveja caia, eu aproveito para comprar mais, não para vender as que já tenho guardadas em casa. 

Eu sei que a tendência é que o preço se normalize dentro de algumas semanas ou meses, então eu aproveito para comprar mais enquanto o preço está baixo. 

Com as ações deveria ser exatamente assim. Desde que investimos em cias de alto grau de qualidade, em geral não há o que temer com as quedas diárias. Elas, na verdade, são ótimas oportunidades para comprar mais de um ativo que você sabe que é bom, a um preço mais barato. 

Não existe sucesso de curto prazo. Tenha em sua carteira ações de extrema qualidade, com lucros recorrentes. Seu retorno virá dos dividendos no médio prazo e da apreciação das ações no longo prazo. 

E é só no longo prazo mesmo. Empresas obedecem a ciclos empresariais, que são longos e demorados. Não dá para cobrar nada no curto prazo. Ademais, no curto prazo o caminhar do preço das ações se assemelha a um caminhar de um bêbado, não sendo possível prever para onde o preço vai. 

No longo prazo, no entanto, o preço das ações acompanha o lucro das empresas. Então se temos empresas fortes, geradoras de lucro, não devemos ter problemas. 

Se você não tem tempo para olhar uma a uma cada ação que você deveria ter, entregue a gestão para um profissional através de um fundo de ações. 


E não precisa ser 100% da sua carteira. Comece com pouco, vá ganhando mais confiança conforme o tempo for passando e aumentando cada vez mais. 

Se você não olha todos os dias o rendimento do seu título de renda fixa, por que tem que olhar o da sua carteira de ações? As coisas não acontecem da noite para o dia. Elas demandam tempo. 

O que não podemos mais esperar é uma alocação de carteira ineficiente com nada ou quase nada em renda variável. O mercado mudou e se você não mudar junto, ficará para trás, e talvez daqui um tempo seja tarde demais para aceitar essa mudança.

A hora dos fundos imobiliários

Em um tom saudosista, por vezes encontramos investidores discursando sobre como o mercado imobiliário brasileiro surfou uma grande onda no período pré-crise. 

Desde então, a escalada das taxas de juros e a deterioração da economia fez com que os investimentos neste setor diminuíssem drasticamente. 

A eleição de um governo comprometido com as reformas fiscais e o início, mesmo que lento, de um novo ciclo de alta, fez com que o mercado imobiliário se tornasse atrativo novamente. As taxas de juros nas mínimas históricas chancelam a volta do interesse de investimento no setor.

Existem diversas formas de nos expor ao setor imobiliário, como comprar imóveis diretamente, comprar cotas de fundos imobiliários, comprar ações de incorporadoras na bolsa de valores e até de forma indireta, comprando participações em empresas de siderurgia e acabamentos. 

A questão é: por qual destes meios devo me expor ao novo ciclo de alta do setor?

O efeito taxa de juros

Falar que a baixa das taxas de juros impacta positivamente o setor imobiliário é quase que um fato estilizado.

Os juros baixos impactam nos imóveis de duas formas principais. O primeiro efeito é nos financiamentos imobiliários e o segundo é no custo de oportunidade com investimentos financeiros.

Tratando sobre o primeiro caso, sabemos que a compra de um imóvel residencial pode ser um marco na vida de uma família, bem como por muitas vezes, esta família terá de recorrer a alguma linha de financiamento, visto que o valor de um imóvel é relativamente alto. 

Se pegarmos biênio de topo da última crise brasileira, nos anos de 2014-15, tínhamos uma taxa Selic a 14,25% ao ano. Isso significa que o custo de captação dos bancos era algo próximo a isso. 

Se o banco captava dinheiro a 14,25%, ele teria que emprestar esse dinheiro a uma taxa demasiadamente maior, para que pudesse ter lucro com a operação. Note que financiamentos imobiliários são de longo prazo, o que faz com que o banco tenha uma propensão a cobrar mais para que possa emprestar o dinheiro por mais tempo. 

Essa dinâmica de captação e empréstimo do banco não mudou muito para o que vemos hoje. A diferença está na taxa Selic, que se encontra em 5% ao ano. É uma diferença brutal de quase 10% ao ano.

Relembrando, o financiamento imobiliário é de longo prazo, podendo chegar a 20 anos. Se colocarmos na ponta do lápis, 10% ao ano, durante 20 anos via juros compostos, temos uma diferença colossal.

Isso fez com que muitos potenciais compradores de imóveis se afastassem do setor e adiassem o plano de compra. A realidade mudou nos últimos anos e agora vemos novamente os imóveis se tornarem atrativos, por conta do custo menor do dinheiro. 

O segundo ponto no qual a taxa de juros baixa impacta positivamente o setor, é o custo de oportunidade imóveis vs títulos de renda fixa. 

Ora, se voltássemos alguns poucos anos atrás e pudéssemos investir em tesouro Selic pagando 14,25% ao ano, praticamente sem risco a não ser o risco soberano, por qual motivo iríamos investir em um imóvel, que dificilmente iria pagar algo parecido com isso?

Além disso, os imóveis ainda estão sujeitos a riscos de vacância e de mercado, por exemplo. 

Neste novo cenário de taxas de juros nas mínimas históricas e um juro real bem deprimido, tentando a zero, investir em um imóvel que pode render por volta de 8% ao ano, se tornou mais interessante. 

Desta forma, devemos enxergar uma migração de uma parte do dinheiro parado na renda fixa, para a compra participações no mercado imobiliário. 

O boom dos FIIs

A B3 divulgou em seu último relatório mensal sobre FIIs um salto para 470.098 investidores, uma alta de 8,99% em relação ao último mês (agosto). 

Coincidência ou não, foi justamente nos últimos três meses que passamos a ter uma visão mais clara das medidas tomadas pelo governo, o que deu o aval ao Banco Central para que continuasse no ciclo de corte de juros. 

Já foram realizadas em 2019 42 ofertas públicas de fundos imobiliários, ultrapassando ainda em setembro o total de 2018, quando foram realizadas 40 emissões. 

Os dados corroboram com a visão que já tínhamos de que, a melhor forma de se expor ao mercado imobiliário é através dos fundos imobiliários. Na comparação direta com os imóveis físicos, enxergamos taxas de retorno de aluguéis bem parecidas. 

A predileção pelos FIIs fica por conta de toda a praticidade que ele te proporciona. Não precisamos nos preocupar com inquilinos, os riscos de mercado são diluídos, uma vez que o fundo pode ter diversos imóveis, em diversas localizações diferentes e mais de um inquilino. 

Isso tudo faz com que dificilmente nos veremos em um problema profundo investindo em imóveis através dos FIIs. O contrário não é verdade, uma vez que a diversificação comprando imóveis diretamente fica muito mais limitada. Você dificilmente conseguirá ter 10 imóveis, alugados para inquilinos diferentes e geograficamente espalhados, algo que é muito fácil conseguir nos fundos imobiliários.

Outro forte ponto para o FIIs é a questão da liquidez, que com esse aumento no número de investidores, subiu muito e agora está ainda mais fácil converter suas cotas em dinheiro sem perda de valor. No caso dos imóveis físicos, é praticamente impossível vender seu imóvel pelo preço que ele vale em menos de três meses. 

Deixemos a discussão sobre a exposição ao setor via ações de empresas de siderurgia ou de incorporadoras para um outra hora.

Conclusão

A mensagem final para o investidor é que a atual estrutura da economia praticamente o obriga a mudar sua forma de  pensar e investir. O setor imobiliário é sempre uma boa pedida para sua carteira, restando saber apenas de que forma acessá-lo. 

Pelos motivos citados acima, não acredito haver um único argumento para o investidor optar por adquirir um imóvel físico ao invés de comprar cotas de fundos imobiliários. 

O que são fundos imobiliários?

Os fundos de investimentos imobiliários se mostram cada vez mais como uma alternativa ao investimento em imóveis.



O que são FIIs

Os FIIs são veículos de investimentos em imóveis. Um fundo imobiliário capta dinheiro dos cotistas para então fazer investimentos em imóveis ou títulos de renda fixa lastreados no mercado imobiliários, como CRIs e LCIs.



Quando adquirimos cotas de um FII, estamos nos tornando proprietários de uma pequena parte de um imóvel. Este imóvel é alugado e então recebemos uma parte do aluguel, proporcional à quantidade de contas que detemos.



Como o fundo tem uma grande quantidade de capital, ele investe em grandes imóveis, como shoppings, galpões logísticos, prédios corporativos, dentre outros grandes empreendimentos.



A rentabilidade com esse tipo de investimento vem dos aluguéis mensais recebidos e também pela valorização das cotas na bolsa de valores.



Vantagens

A primeira grande vantagem de se investir em FIIs é a isenção fiscal para pessoas físicas. Desta forma, toda a receita que você tiver com os proventos distribuídos pelo fundo vai diretamente para você, sem que a tributação lhe tira uma porcentagem desse ganho.



Outro ponto interessante na vantagem de se investir nos FIIs, é que o investimento inicial pode ser bem baixo. As cotas em geral são negociadas por volta de R$100,00. Desta forma, conseguimos estar diretamente expostos ao mercado imobiliário, com um valor inicial bem baixo.



Fazendo um paralelo, seria impossível comprar algum imóvel apenas com este valor inicial. O custo de um imóvel físico em geral é bem alto e além disso você pode incorrer em custos adicionais com manutenção e corretagem de aluguel.



Outra vantagem dos fundos imobiliários é fato de que um gestor profissional e especializado em imóveis tomará conta do seu dinheiro. Pode não parecer de imediato, mas a administração de um imóvel, principalmente na proporção dos imóveis que os FIIs investem, exige dedicação intensa.



Negociação de contratos, reformas e análise de crédito dos inquilinos não são tarefas triviais e contar com um gestor especializado no mercado imobiliário é uma vantagem e tanto.



Se grande parte do seu capital estiver alocado em imóveis físicos, dificilmente você conseguirá realizar um bom negócio se precisar vendê-lo às pressas. Mesmo que consiga, isso deve levar no mínimos algumas semanas para ser concretizado.



No caso dos fundos, como eles são negociados em bolsa, a liquidez é imediata, o que faz com que você consiga se desfazer de suas posições de forma rápida, sem perder muito dinheiro.



Conclusão

Se interessou pelos fundos imobiliários? Saiba que eles são negociados na B3 e podem ser adquiridos diretamente pelo home broker. Caso queira saber quais são os melhores FIIs do mercado, contate um assessor BlueTrade.



Saiba mais sobre os fundos de investimentos imobiliário assistindo à nosso vídeo educacional.


 

 

Fundos Imobiliários Logísticos: O que são e como investir?

Há diversos tipos de fundos imobiliários disponíveis no mercado e cada um com característica e muitas vantagens para quem deseja investir em FIIs. Um dos tipos mais comuns e em maior ascensão no setor são os fundos imobiliários de galpões logísticos. 

Esse modelo consistem em veículos de investimentos que investem em grandes imóveis construídos para fins logísticos.  Tais como depósitos, docas, estoques entre outros tipos utilizados nesta indústria.

Assim como todas as outras modalidades de fundos imobiliários, ele também conta com todas vantagens como renda mensal por meio de aluguéis e a garantia de que um profissional altamente qualificada está gerindo seu dinheiro, a fim de buscar a melhor possibilidade de rentabilidade para vocês.

Outra característica que também faz dos fundos imobiliários de galpões logísticos uma boa opção para investidores é que ele possui especificidades quando comparado com outros modelos de FIIs, o que faz desta modalidade de investimentos uma alternativa interessante para aqueles que estejam dispostos a diversificar sua carteira de investimentos. 

Os fundos de galpões tendem a ser caracterizados como investimentos um pouco mais defensivos do que os de outros setores. A principal razão para isso é a forma como seis contratos são estruturados que em geral tendem a ser orientados ao longo prazo.

Esse fato faz com que esse tipo de fundo tenha uma previsibilidade maior sobre seus resultados e assim os proventos em geral são bem constantes.

Outro fato interessante sobre os galpões logísticos é que eles sempre serão necessários, desse modo este setor não corre riscos de transformação tão grandes, como acontece com as lajes corporativas e shoppings, onde o home office e o comércio eletrônico são ameaças reais ao varejo.

O atual cenário econômico favorece a grande procura por galpões logísticos, por seu um dos setores que mais rapidamente será atingido de pla recuperação do país.

Conclusão

Com diversas vantagens para quem deseja investir nessa modalidade, os fundo imobiliários de galpões logísticos podem ser uma boa opção para uma carteira de investimentos. Ele diminui o risco médio dos seus investimentos por conta da previsibilidade maior, o que gera mais segurança para o investidor. 

 

Assista ao vídeo abaixo e saiba mais sobre Fundos Imobiliários de Galpões Logísticos

   

 

 

Fundos Imobiliários: 5 vantagens que todo investidor deve conhecer

Os fundos imobiliários tem se destacado no mercado financeiro por sua facilidade em investir, liquidez e rentabilidade, especialmente no atual cenário econômico, mas além o que muitos investidores não sabem é que essas são apenas algumas das principais vantagens desse modelo de investimento.

Para esclarecer de uma vez por que os fundos imobiliários são tão atraentes para os investidores elencamos algumas de suas principais características que acreditamos que todo investidor em FIIs deveria saber.

1 – Praticidade.

Os fundos imobiliários são negociados diretamente na bolsa de valores e podem ser adquiridos através do seu Home Broker ou mesa de renda variável, de forma fácil e segura. 

Para quem já teve a oportunidade de lidar com a compra ou venda de um imóvel e sentiu na pele os desafios burocráticos para a compra de um imóvel físico, com toda certeza essa facilidade é um grande diferencial dessa modalidade de investimentos.

Além disso é possível acompanhar o valor de mercado dos imóveis que estamos investindo, além de poder verificar as principais ofertas e aproveitar as oportunidades disponíveis no book para compradores e vendedores.

2 – Fracionamento.

Nos investimentos em FIIS é possível comprar novas cotas ou vender parte de suas cotas, sem necessariamente ter que negociar todo seu investimento. Dessa maneira você tem liquidez caso precise de dinheiro ou deseje aplicar parte de seu capital  em outro tipo de fundo.

 No  caso de um imóvel físico além de não ser possível vender apenas uma parte do imóvel também não há garantias que você rapidamente conseguirá vendê-lo.

3 – Inquilinos de primeira linha.

Ao se investir em FIIs, geralmente você está investindo em prédios utilizados pela maiores empresas do país como Shoppings, hospitais, plantas fabris, prédios  comerciais, hotéis as possibilidades são inúmeras. 

Assim, além de possuir imóveis locados a inquilinos de excelente qualidade você também tem a segurança de que seu investimento, já que não precisará correr atrás dessas empresas para pagarem o aluguel desses imóveis. 

4 – Diversificação. 

As opções de investimento em fundos imobiliários são inúmeras, assim ao você investir é possível optar por uma grande diversidade de tipos de imóveis que vão de hospitais à shoppings. Esse é uma boa saída para diversificação de seus investimentos em FIIs.

Ao se investir em imóveis por exemplo, você deve optar por um imóvel  e acaba se limitando a depender dos ganhos de apenas um único imóvel, seja ele um apartamento ou um escritório. Com FIIS você pode diluir os riscos e aproveitar as vantagens de vários setores.

5 – Administração por profissionais qualificados.

Quando investimentos em fundos imobiliários você transfere a responsabilidade da administração do imóvel para os profissionais especializados que atuam na gestão destes fundos. 

Esses profissionais fazem parte das maiores empresas imobiliários do país e atuam em conjunto ao fundo para garantir todos os detalhes administrativos e de manutenção do Imóvel. Com isso ao contrário de quando você compra um imóvel, você não precisará se preocupar com inquilinos, conservação predial ou outras atividades relacionadas aos imóveis que está investindo.

Conclusão

Investir em fundos imobiliários te garante tranquilidade e segurança. Ao investir em fundos imobiliários, você deixa para trás diversos processos burocráticos existentes para quem deseja investir em imóveis. 

Como os FIIs são negociados diretamente na bolsa de valores, se tornar sócios dos maiores imóveis do país nunca foi tão fácil, já que a administração será realizada por empresas e fundos especialistas no assunto e esses profissionais fazem parte das maiores empresas imobiliários do país .

 

 

Fundos Imobiliários de Shoppings: O que são e como investir?

A opções de investimentos imobiliários não param de crescer. Ela tem sido bastante procurada por ser uma modalidade de investimento segura e prática, por ser negociada diretamente na bolsa de valores. 

Quem opta por investir em fundos imobiliários pode realizar a operação com o auxílio de uma mesa de renda variável, e assim de maneira fácil realizar as operações na bolsa de valores através da plataforma de Home Broker. 

Entre os diversos tipos de fundos imobiliários se destacam aqueles voltados para investimentos em imóveis de shoppings. 

O que são Fundos Imobiliários de shoppings?

Por serem prédios com valor comercial alto, muitos grupos viabilizam a construção e manutenção dos mesmos, através de fundos de investimento. Essa modalidade tem todas as vantagens de qualquer outro fundo imobiliário, como por exemplo a isenção de imposto para pessoa física, rendimentos relativos ao valor aplicado. 

No entanto, a principal vantagem dos fundos de shoppings, quando comparada a outros FIIs, é o momento econômico do país. O consumo no Brasil tem a receita para um crescimento exponencial nos próximos anos, com crescimento do PIB, diminuição do desemprego e juros real baixo.

Esse cenário positivo, com crescimento do varejo no país, favorece os fundos imobiliários de shoppings. A melhora no consumo leva mais pessoas aos shoppings, gerando mais receita para o fundo proprietário, uma vez que os aluguéis dos shoppings rendem ao fundo uma fatia percentual das vendas das lojas.

Outro ponto é que com a melhora econômica, mais lojas serão abertas, reduzindo assim a vacância. Consequentemente aumenta-se a receita com aluguel e a distribuição de proventos para o investidor. 

Por que investir em fundos imobiliários de Shoppings?

É importante dizer também sobre o poder de diversificação de um FII de shopping. Um mesmo fundo pode ter diversos shoppings, em localidades diferentes e para classes sociais diferentes. 

Isso traz uma importante heterogeneidade ao FII, que dá uma segurança maior ao investidor, sabendo que se algo der errado em algum segmento, ele ainda tem diversos outros para segurar seus rendimentos.

Por último, temos como vantagem a característica dos shoppings comparada a outros FIIs, como o de lajes corporativas ou barracões logísticos. É muito mais fácil alugar uma loja em um shopping do que um escritório grande ou um barracão de armazenamento.

 

Entenda as principais características dos fundos imobiliários de shoppings através de nosso vídeo.

 

 

 

Fundos Imobiliários X Compra de Imóveis: Entenda as diferenças.

Não é de hoje que investidores sabem que a compra de um imóvel, mesmo à vista, não é a melhor forma de se investir em imóveis. Ainda assim, muitas pessoas se apegam à pensamentos fortemente propagados no passado que para construir seu patrimônio era necessária a compra de imóveis. Hoje com diversas oportunidades para aumentar a rentabilidade  de seu capital essa técnica provou-se obsoleta.

Fundos Imobiliários X Compra de imóveis

Investir via fundos imobiliários ou comprar um imóvel é uma dúvida que muitas pessoas possuem na hora de realizar seu planejamento. E essa dúvida faz todos sentido já que ambos estão investindo em  ativos imobiliários. Mas é neste ponto que surge a grande questão. Mas qual é a diferença?

As diferenças são muitas e os investidores que entendem o potencial dos fundos imobiliários conseguem acessar uma série de benefícios que a compra de um imóvel não possui. 

Simples, rápido e fácil!

Com o avanço da tecnologia, os investidores possuem total domínio dos seus investimentos na palma de suas mãos. Com esse controle os investidores que optam em investir em FIIs conseguem  realizar a compra e venda de suas cotas de maneira rápida e fácil através do home broker. 

Já para se efetuar a compra ou venda de um imóvel o caminho é bem mais longo e pode chegar a durar dias. A pessoa terá que se preocupar com visitas ao imóvel, estado de conservação do mesmo, além de diversas etapas burocráticas como escrituras, impostos, certidões, reformas e demais problemas que toda compra e venda de imóveis podem apresentar em suas negociações.

Liquidez e segurança

Outra grande vantagem para quem optou em investir em fundos imobiliários é a sua liquidez. pois as cotas de FIIs são negociadas diretamente na Bolsa de Valores. Assim, caso o investidor queira se desfazer de parte ou totalidade de seus fundos basta vender na bolsa para outro interessado através do HomeBroker ou mesa de renda variável. 

Os investimentos na bolsa de valores vêm crescendo exponencialmente nos últimos anos, atingindo números recordes de investidores, o que além de ser sinal de fortalecimento do mercado também garante segurança na transação. 

Enquanto isso para a que a compra ou venda de imóveis físicos sejam realizadas, você dependerá de compradores e vendedores locais, sem nenhum ganho de escala. tendo que confiar apenas na palavra da pessoa. É nesse ponto que muitos compradores de imóveis acabam caindo em golpes como apartamentos na planta que nunca são entregues, terrenos que não existem ou imóveis que já estão ocupados. 

A facilidade de comprar e vender sua cota através da bolsa de valores, com total segurança nesse processo, é infinitamente maior do que a que você terá no processo de compra e venda de um imóvel. 

Diversificação de fundos imobiliários

Vamos imaginar que você compre um apartamento e que 5 meses após essa compra todo o prédio pegue fogo, nesse caso você perderia todo seu patrimônio.  Quando você investe nos FIIs esse problema pode ser minimizado pois mesmo desembolsando uma quantia pequena, você já consegue diversificar sua aplicação em diversos tipos de imóveis, para diferentes classes sociais. 

Com a diversificação de fundos imobiliários você protege seu capital contra qualquer cenário. Enquanto no imóvel físico, os riscos de desvalorização e de perder o capital investido é bastante alto, já que para realizar uma diversificação é necessário um alto nível de patrimônio.

Impostos

Quem opta pela compra de imóvel o coloca para alugar, precisa considerar que sempre que se receber o aluguel de um imóvel de propriedade direta, haverá a incidência de imposto de renda. 

No caso dos FIIs, existe a isenção de IR para pessoas físicas que forem detentoras de menos que 10% do patrimônio total de um fundo. Sendo assim, se você for cotista de determinado fundo imobiliário, investindo através da pessoa física e sua participação não ultrapassar 10% do total do fundo, você não pagará IR sobre os proventos.

Os riscos em cada modelo

Os fundos imobiliários investem em grandes empreendimentos, que tem como clientes, importantes empresas que fazem parte de nossa economia. Galpões logísticos, Shoppings, hotéis, hospitais, entre outros. 

Sendo assim, existe menor risco de vacância e inadimplência, já que esses prédios estarão sempre sendo ocupados por essas empresas. Já ao adquirir um imóvel próprio, vacância e inadimplência serão palavras que sempre irão rondar a sua cabeça. 

Conclusão

Como pudemos te mostrar no texto, os fundos imobiliários são geridos por profissionais que se dedicam a essa atividade 100% do tempo e estarão sempre atrás das melhores oportunidades para melhor rentabilidade deste investimento. Sabemos que a maior parte das pessoas que adquirem imóveis não tem todo esse tempo disponível e nem mesmo tem as qualificações que tem um gestor, em um modelo que demanda muito mais esforços e preocupações.

Essas são  as principais diferenças entre se  investir em um FII e realizar a compra de um imóvel. Assim como explicado no início do post, em ambos os casos se estará investindo no mercado imobiliário, mas as milhares de vantagens  e facilidades para se aplicar em fundos imobiliários faz com que esse produto seja a forma mais inteligente de se investir em imóveis. 

Saiba mais sobre as diferenças entre Fundos Imobiliários X Compra de Imóveis assistindo à nosso vídeo educacional.