Sonha com o primeiro imóvel? Confira os melhores investimentos para acumular renda

O planejamento financeiro é importante em todas as fases da vida, principalmente quando se pensa em comprar o primeiro imóvel, um dos principais sonhos de conquista das pessoas. Justamente por se tratar de uma decisão de longo prazo, é essencial que se tenha muita atenção nesse momento. É aí que entra o papel dos investimentos, que podem ser os grandes responsáveis por fazer sua reserva crescer de forma mais rápida.

Para os profissionais da área, quando se trata de investimentos de longo prazo, a renda fixa pode ser uma ótima opção. Vale ficar de olho tanto nos títulos públicos do Tesouro Direto quanto em opções oferecidas por instituições privadas, como CDBs, LCIs, LCAs, CRIs e CRAs.

Para escolher o investimento que melhor atende ao seu perfil, antes de mais nada você precisa traçar seu objetivo, sempre pensando no preço do imóvel. Quanto poupar por mês? Pretende fazer aportes mensais? Quer ter mais ou menos riscos?

Confira as principais diferenças entre esses modelos de investimentos:

Tesouro IPCA+

Talvez seja o investimento mais acessível para quem investe para médio e longo prazo, como em casos de compra de imóveis. O Tesouro IPCA+ com ou sem juros semestrais (NTN-B e NTN-B Principal) é um tipo de título público que paga uma taxa prefixada mais a variação da inflação pelo IPCA.

Como são negociados via Tesouro Direto, o aporte inicial é de apenas R$ 30, respeitando o valor mínimo de 1% do valor de um título.

Nesse modelo, quanto maior o prazo, maior a oscilação. Assim, as vendas antecipadas podem dar ao investidor um retorno negativo, caso os preços estejam em baixa. Dessa forma, é importante também casar o prazo de vencimento do papel com o prazo de utilização dos recursos.

Na maioria dos casos, é o mais indicado quando se deseja poupar para a compra de imóvel.

LCI e LCA

LCA é a sigla para Letra de Crédito do Agronegócio. Já LCI significa Letra de Crédito Imobiliário. Esses títulos são emitidos por bancos e se diferem no foco do financiamento. O primeiro financia as atividades do setor de agronegócio. Já o segundo suporta atividades do setor imobiliário.

Em ambos, a taxa de rentabilidade e a data de vencimento são definidas no momento da compra. Ou seja, a diferença principal está na taxa de rendimento, prazo de aplicação, aporte inicial e o foco de investimento – no agronegócio ou no setor imobiliário.

A grande vantagem nesse tipo de investimento está na isenção de taxas e na rentabilidade um pouco acima do CDI.

Quando o objetivo é a compra de um imóvel, o ideal é escolher LCIs e LCAs de prazos mais longos, melhorando a rentabilidade.

Fundos de renda fixa

Os investimentos mais conservadores não são os ideais quando pensamos em compras de imóveis. A acumulação nessas aplicações financeiras é mais lenta, mas funciona.

Nesse modelo, os gestores dos fundos compram títulos de renda fixa, como CDBs (certificados de depósito bancário) e Títulos Públicos, em uma espécie de empréstimo, esperando receber esse dinheiro de volta, acrescido de juros.

Os fundos de renda fixa costumam empregar diversos ativos em sua composição – até mesmo ativos mais arriscados podem compor a carteira. Os ganhos são divididos entre todos os participantes proporcionalmente, a depender de quanto cada um aplicou no fundo.

CDBs indexados à inflação

O CDB IPCA ou Certificado de Depósito Bancário vinculado ao desempenho do Índice Nacional de Preços ao Consumidor é uma aplicação de renda fixa muito utilizada por quem deseja proteger o poder de compra da moeda.

Geralmente são emitidos por bancos médios e costumam ter uma remuneração bastante interessante. Oferecem uma taxa prefixada mais a variação da inflação, em geral pelo IPCA.

Quanto maior o prazo, maior tende a ser a rentabilidade. Mas como não costumam ter liquidez antes do vencimento, o ideal é casar o prazo do papel com o do objetivo.

E para que seus investimentos realmente tenham resultados, nada melhor que contar com o apoio dos profissionais da área.

Não perca tempo, fale com um assessor Blue3.

Como funciona o trabalho de um escritório autônomo de investimentos?

A importância de investir está cada vez mais em evidência nos dias atuais. O tempo todo somos lembrados por empresas e influenciadores de que precisamos investir nosso dinheiro em busca de um futuro mais tranquilo e para deixar um legado para quem amamos.

E por isso, tem se tornado comum as pessoas se “aventurarem” nos investimentos sozinhas. No entanto, até que consigam adquirir (e colocar em prática) os conhecimentos necessários para a criação de uma carteira de investimentos que traga resultados sólidos, o risco desses “novatos” fazerem escolhas erradas e acabarem com prejuízos é bem grande. 

Para evitar esse risco ao patrimônio, a melhor alternativa é contar com a ajuda de profissionais especializados no assunto. E para isso, nada melhor do que ter ao seu lado um escritório autônomo de investimentos.

Essa, inclusive, é uma opção muito utilizada no mundo inteiro. Para se ter uma ideia, nos EUA existem mais de 1,3 milhão de agentes autônomos de investimento. No Brasil, porém, o mercado ainda é bem menor, com pouco mais de três mil profissionais dedicados à profissão.

“O mercado de assessoria de investimentos está em expansão no Brasil, principalmente por conta do crescimento das plataformas e corretoras independentes, após o passo inicial dado pela XP Investimentos alguns anos atrás, mercado de capitais se tornou mais próximo dos pequenos investidores. Hoje, a B3 já conta com quase quatro milhões de contas ativas de pessoas físicas e há ainda um grande espaço para crescimento, na medida em que a população brasileira começa cada vez mais a se educar financeiramente e a desenvolver um novo olhar sobre o que é investir e descobrir que, por meio da aplicação disciplinada de parte dos seus recursos, é possível obter excelentes resultados no longo prazo”, declara Wagner Vieira, CEO da Blue3, que foi eleita a melhor empresa de investimentos vinculado ao Grupo XP.

Mas como esses escritórios funcionam e quais as vantagens de contar com uma assessoria para seus investimentos?

A decisão é sua!

Os escritórios autônomos de investimento não fazem a gestão direta dos recursos dos seus clientes. Seu papel é orientar sobre quais são as melhores opções de investimento de acordo com o perfil e objetivos de cada investidor. Nesse sentido, eles funcionam como “conselheiros profissionais”, informando quando surge alguma oportunidade para investir e orientando sobre quais as melhores formas de gerenciar seu patrimônio. Mas é importante ressaltar que a decisão final de aplicar em um ativo é do investidor, não da assessoria.

O trabalho dos assessores de investimento e escritórios de agente autônomos têm a sua atuação regulamentada pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a partir da instrução CVM 497, editada em 2011.

Quais são as vantagens de contar com uma assessoria de investimentos?

Um agente autônomo de investimentos é alguém focado 100% do tempo em trazer as melhores oportunidades para seus clientes. Para alcançar esse objetivo eles estão permanentemente de olho no cenário político e econômico, indicadores de performance do mercado e da macroeconomia, mudanças na legislação ou tributação, entre outros diversos fatores que transformam o cenário do mercado de capitais no dia a dia.

Também é papel deles relacionar as oportunidades ao perfil do cliente, seu patrimônio acumulado e apetite por risco, criando uma carteira de investimentos personalizada e diversificada, que equilibre uma boa rentabilidade com o menor risco possível.

Outra vantagem dos escritórios de agentes autônomos, atrativa principalmente para quem ainda não tem um grande capital acumulado, é que os custos são mais baixos que os praticados por uma gestora de recursos, por exemplo. Assim, é possível contar com o auxílio de profissionais experientes do mercado e reservar uma fatia maior do seu dinheiro para render com as aplicações.

Como escolher a melhor assessoria de investimentos?

O primeiro passo é verificar se o escritório (e seus profissionais) são registrados na CVM. Procure saber mais sobre o trabalho realizado pela assessoria e, principalmente, como funciona o atendimento aos clientes.

“Seu assessor deve procurar entender seu perfil atual de investidor, capacidade financeira, além dos sonhos e objetivos que você espera do futuro. Esse interesse de conhecer a fundo a sua vida financeira permitirá que ele te mostre qual é o melhor caminho para criar o seu legado”, resume Wagner.

Além disso, sabemos que investir vai muito além das aplicações na Bolsa de Valores, por isso, um bom escritório de investimentos irá te ajudar a explorar todas as possibilidades. Como por exemplo, na Blue3 você conta com uma mesa de renda variável (também a melhor da rede XP), mesa de renda fixa, gestão patrimonial, câmbio e assessoria corporate (focada em investimentos para pessoa jurídica). Ter ao seu lado um time eficiente e um atendimento completo faz toda a diferença para a perpetuação do seu patrimônio.

Fale com um assessor Blue3 e invista com o melhor escritório de investimentos do Brasil!