Risco x retorno: você sabe avaliar a performance dos seus investimentos?

Antes de ler este artigo, responda às seguintes perguntas mentalmente:

Você sabe avaliar o risco x retorno dos seus investimentos financeiros? Você tem certeza que se montar sua carteira de investimentos sozinho, vai conseguir, de fato, obter os resultados efetivos planejados? 

Por mais que já tenha alguma experiência com investimentos, você sabe se a maneira como alocou os ativos no seu portfólio de investimentos vai te ajudar a sobreviver às incertezas e oscilações do mercado? Sua carteira possui a diversificação adequada de acordo com o seu perfil de investidor? 

Se todas as suas respostas forem “não” ou “talvez”, eu tenho dicas valiosas, venha comigo!

O assunto “investimento” ainda é um tema muito novo para diversas pessoas, dentro do núcleo familiar, então, nem se fala. Quem nunca ouviu a avó dar aquele “sábio” conselho: “Meu neto, lembra de guardar um dinheirinho na poupança!”

O fato é que, nos últimos anos, milhares de pessoas vêm tentando desvendar o tão aclamado mistério: “Como investir bem o meu dinheiro?”. Hoje, eu quero ter uma conversa franca com você: sobre como fazer com que seu patrimônio vire renda de verdade e se multiplique! 

Talvez você ainda nem tenha se dado conta da importância de não deixar seu dinheiro mal investido ou quase parado na caderneta de poupança, provavelmente, porque é mais simples deixar como está.

Talvez você esteja cansado de deixar seus recursos no banco e ao olhar o extrato do mês, perceber que quase nada mudou; talvez você simplesmente ainda não tenha sido apresentado a uma alternativa confiável que possa gerar rendimentos consistentes para tudo o que você conquistou com tanto trabalho; talvez você até já invista, mas ainda não sabe, de verdade, qual o melhor investimento para você; ou talvez você esteja arriscando demais seu patrimônio por não conhecer a relação risco x retorno dos investimentos. 

E é justamente para te mostrar que sim, o seu patrimônio pode crescer ainda mais de forma consistente, sólida e sustentável, que eu estou aqui hoje.

Muito se ouve falar da relação entre o “risco x retorno” dos investimentos. O risco está associado ao grau de incerteza sobre o investimento no futuro; quanto maior o retorno pretendido, maior o risco para que se tenha a chance de atingir o tão sonhado retorno.

Na teoria, as relações econômicas e financeiras deveriam ser assim, mas na prática, nem sempre são. Chegou a hora de você entender, de uma vez por todas, como funciona a relação “risco x retorno” dos investimentos! 

Mais comum do que se imagina, no dia a dia, vemos muitos investidores se expondo a riscos altíssimos em busca de retornos muitas vezes irreais, mas há uma equação bem simples e eu vou te ensinar.

Para atingir um determinado Valor Futuro, temos quatro variáveis:

  • Valor Presente (que é valor com qual se inicia sua aplicação);
  • Período (é o horizonte de tempo que precisaremos para atingir este objetivo em dias, meses ou anos);
  • Valor da Parcela (valor do aporte diário/mensal/anual que aplicamos para esse objetivo); 
  • Rentabilidade Esperada (a taxa de juros que esperamos obter em nossa aplicação).

Hoje em dia, temos muitas pessoas que buscam somente o investimento que possa dar a maior rentabilidade possível, ignorando totalmente os outros fatores. 

Acabam se esquecendo, porém,  que uma rentabilidade maior, quase sempre, vem atrelada a um risco maior também; e pra piorar ainda mais, ignoram completamente os demais itens da equação, principalmente, esquecem da disciplina dos aportes periódicos que são ainda mais importantes que a rentabilidade.

Disciplina nos aportes é algo que podemos controlar e depende somente de nós, enquanto a rentabilidade não. 

Então, como ficaria melhor, o conselho da avó? “Meu filho, antes de investir, é muito importante que você tenha em mente que vai precisar montar uma carteira de investimentos de acordo com seus objetivos, respeitando o seu perfil de investidor”. 

O sucesso da sua estratégia de investimentos precisa estar alinhado às suas características pessoais, mas tenha muito cuidado, esse é um universo cheio de armadilhas. 

Ao buscar novas oportunidades no mercado, você irá se deparar com inúmeras ofertas e é fundamental que você saiba definir ou procure ajuda profissional para identificar quais delas se enquadram melhor nos seus objetivos e perfil de risco.

O que fazer, então?

  1. Seja conservador em suas expectativas. Diminuindo sua rentabilidade esperada, você precisará de maiores aportes mensais e, caso a rentabilidade seja maior que a simulada, você vai alcançar seu objetivo mais cedo;
  1. Tenha disciplina, faça religiosamente os aportes programados. Se o objetivo for aposentadoria, considere a hipótese de utilizar um bom plano de previdência privada que, certamente, vai lhe ajudar a criar disciplina;
  1. Busque investimentos de acordo com seu perfil de investidor, não invista em algo apenas por estar na moda ou por achar que terá o maior retorno. Em momentos de queda dos preços dos ativos, você pode não aguentar o impacto e vender seu ativo no momento errado;
  1. Não pule de galho em galho;
  2. Não deixe o emocional dominar você. 

Por fim, tenha consciência que se você tentar trilhar esse caminho sem um acompanhamento profissional a chance de cair em armadilhas ou seguir por uma rota que vai te deixar mais distante do seu objetivo final é muito maior do que você imagina. 

Da mesma forma que você procura um médico antes de iniciar qualquer tratamento que envolva sua saúde física e mental, é preciso buscar um profissional do mercado financeiro para cuidar da saúde do seu patrimônio. 

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Por que os Fundos Imobiliários interessam os investidores?

O que são os Fundos Imobiliários e por que essa modalidade de investimentos têm chamado a atenção? Por que ficaram tão populares? 

Um relatório divulgado pela B3 (Bolsa de Valores brasileira) no ano passado, constatou que o número de pessoas físicas investindo em Fundos Imobiliários cresceu cinco vezes nos últimos três anos. 

No entanto, recentemente, os Fiis se tornaram o centro de uma polêmica que envolvia a tributação do Imposto de Renda. Provavelmente, você deve ter visto muitos comentários sobre esse assunto na internet e/ou nos jornais. 

E, por esse motivo, muitos investidores perderam o interesse pelo investimento. Mas, como esses fundos realmente funcionam? E será que valem a pena? 

Neste artigo, nós vamos explicar tudo sobre o tema. 

O que são os Fundos de Investimentos Imobiliários (Fiis)?

Você deve se lembrar ou, se não lembra, deve ter ouvido algum familiar contar que antigamente – mas não há muito tempo atrás – ter um imóvel físico era sinônimo de investimento. 

Como funcionava? Você comprava um imóvel na planta, a fim de investir naquele negócio, e depois de alguns anos o lucro vinha dos aluguéis ou até mesmo da valorização do metro quadrado daquele imóvel.

Entretanto, hoje os tempos são outros, e o cenário econômico do país também. Por esse motivo, esse tipo de negócio deixou de ser tão atrativo quanto era antes. 

Além do mais, muitas vezes, a burocracia envolvendo os cuidados com o imóvel e o prejuízo quando o mesmo fica desalugado, fez muitas pessoas repensarem a vantagem do negócio. 

E o que isso tem a ver com os Fundos Imobiliários? Bem, isso é o que vamos te explicar agora.

Sabe quando uma pessoa compra um imóvel para receber o aluguel, como forma de investimento? É basicamente essa a função dos Fundos Imobiliários, em uma explicação mais geral, é claro. 

Mas, realmente, é uma forma mais “simplificada” de se tornar proprietário ou proprietária de um imóvel, seja comercial ou residencial. A diferença é que preocupações com reforma do espaço, burocracia de financiamento ou prejuízo por falta de locatário, não existem. 

Isso quer dizer que você compra um imóvel, sem a necessidade de ser da forma tradicional, e também, sem precisar dispor de 200, 300, 500 mil reais, porque você pode investir a partir de 100 reais. E com uma das características consideradas mais relevantes: a facilidade para vender ou se desfazer caso não queira mais. 

Antes de você saber quais são os tipos e como esses investimentos funcionam na prática, vamos te explicar o que são os Fundos de Investimentos. 

Fundos de Investimentos 

Os Fundos de Investimentos funcionam assim: um grupo de investidores que tem o interesse de investir no mesmo ativo, nesse caso, os imobiliários, se reúnem em uma espécie de condomínio. Cada um compra uma “cota” do fundo e recebe proporcional ao valor investido. 

A diferença de investir em Fundos é que a administração e a alocação desses aportes é feita por um gestor responsável. E é esse gestor que vai decidir onde colocar os ativos da carteira, e se é necessário fazer aquisições ou vendas, tudo isso para acompanhar os interesses dos investidores. 

É importante dizer que os Fundos de Investimento e as atividades desta modalidade de investimento são regulamentadas e fiscalizadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA). 

Esses investimentos, em sua maioria, são da classe da Renda Variável e a negociação é feita por meio da Bolsa de Valores brasileira, a B3. Vale lembrar também que geralmente existe a taxa de administração, ou seja, a taxa paga ao gestor responsável pelo fundo. 

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Quais são os tipos de Fundo Imobiliário?

Existem diversas opções de Fundos Imobiliários para investir, neste tópico vamos te explicar como são classificados. É claro que, a estratégia de investimentos, o perfil do investidor e o cenário macroeconômico serão parâmetros imprescindíveis para definir qual será a opção mais adequada. 

Abaixo, vamos falar sobre algumas dessas alternativas de investimento. 

Fundos de tijolos

Os Fundos de Tijolos são os investimentos em imóveis físicos, ou seja, que já foram construídos. 

E nesse tipo, os investidores podem optar por fazer a aplicação em diferentes regiões ou imóveis, que podem ser: shoppings, hotéis, escolas, hospitais, instituições bancárias e, em alguns casos menos comuns, residenciais. 

O objetivo é receber o aluguel em forma de dividendos, distribuídos entre os investidores do Fundo. O destaque é a qualidade do imóvel e da localização, que são vendidos por frações e valores comuns e mais acessíveis. 

É um investimento interessante para aqueles que buscam renda constante – recebimento de aluguel – e benefícios como reajuste dos aluguéis. Além disso, é uma opção a ser considerada por quem ainda não se expõe diretamente a ativos de renda variável, como às ações.

Fundos de papéis

Diferente dos Fundos de tijolos, os Fundos de papéis não vendem o “imóvel”, mas sim títulos atrelados ao setor imobiliário.Por meio desses fundos, você pode investir em títulos como:

– Letras de Crédito Imobiliário (LCI)

– Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI)

– Letras hipotecárias (LH) 

– Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC)

Esse é um investimento de Renda Fixa que proporciona liquidez e oportunidade de diversificação na carteira de investimentos. 

Fundos híbridos

No caso dos Fundos híbridos há uma mescla dos tipos de investimentos. Pois eles podem conter tanto imóveis físicos quanto títulos do setor imobiliário. 

Fundos de Fundos (FoFs)


Fundos de Fundos Imobiliários. Já ouviu falar? Essa é uma outra possibilidade dentro desse mercado. 

Basicamente, é o investimento indireto em cotas de outros fundos. E esses fundos também possuem um gestor responsável por alocar as cotas da melhor forma, de acordo com a estratégia. 

IFIX

Para encerrar esse tópico, é importante dizer que todos esses fundos, assim como de outros segmentos, possuem um índice de referência, que busca representar o desempenho dos principais Fundos Imobiliários. Esse índice é conhecido como IFIX. 

Seu objetivo é apresentar a variação de preços desses fundos e o retorno total na Bolsa de Valores. 

Imposto de Renda 

Por fim, chegamos ao tópico que protagonizou polêmicas no primeiro semestre de 2021, a Tributação dos Fiis. Para contextualizar, houveram rumores de que os Fundos Imobiliários teriam, como os outros investimentos, incidência de Imposto de Renda. 

O mercado balançou e muitos investidores venderam os seus Fundos, seguindo o conhecido “efeito manada”. Mas, na realidade, os rumores não foram confirmados. 

Se você quiser saber mais sobre esse assunto, leia este artigo. 

Isso faz com que os Fundos Imobiliários, os Fiis, sigam sem tributação. Entretanto, existem algumas regras, veja a seguir: 

A distribuição dos rendimentos para pessoas físicas possui isenção, desde que as cotas sejam negociadas na Bolsa de Valores ou no mercado de balcão; o investidor tenha menos de 10% das cotas do fundo; quando o fundo tiver, no mínimo, 50 cotistas. 

Agora, vamos supor que o investidor tenha ganhos por meio da valorização das cotas. Neste caso, no momento da venda, é preciso pagar o Imposto de Renda. A alíquota é de 20%. 

Vale a pena investir? 

Os Fundos Imobiliários (Fiis) apresentam características que costumam agradar os investidores, entre elas: a possibilidade de diversificação da carteira; liquidez; renda passiva e isenção de Imposto de Renda. 

Porém, o que vai dizer se esse é  um investimento que vai valer a pena para você é todo um estudo feito antes da tomada de decisão. Em conversa com o seu assessor de investimentos, você vai poder alinhar as suas expectativas e objetivos com o investimento. 

Além do mais, os cenários macro e micro da economia também influenciam. Como por exemplo, no caso da polêmica do I.R em que houve um balanço do mercado, muitos investidores venderam seus fundos de maneira equivocada. 

Mas, o balanço dos ativos nem sempre significa uma sentença de venda. Por isso, antes de tomar uma decisão de compra, e até mesmo de venda mais para frente, você precisa estar alinhado com quem tem conhecimento aprofundado do mercado. 

E é exatamente o conjunto de fatores que envolvem o seu perfil de investidor e o suporte de quem entende de investimentos, que será o diferencial para atender, de fato, as suas expectativas. 

O que todo investidor deve saber sobre as Commodities?

Frequentemente ouvimos, em jornais ou em análises econômicas, falarem sobre as commodities e a sua influência no mercado nacional e internacional.

Inclusive, falando em influência, o Brasil é referência quando o assunto é agronegócio e somos um dos maiores produtores de commodities do mundo. 

Um estudo divulgado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) constatou que o Brasil é o 4º maior produtor mundial de grãos – arroz, cevada, soja, milho e trigo – ficando atrás somente da China, dos Estados Unidos e da Índia.

As commodities são referência de influência nos preços do mercado, como também são negociadas diretamente na Bolsa de Valores como em contratos futuros, por exemplo. 

Por isso, nesse artigo vamos explicar exatamente o que são e como se comportam dentro de todo o cenário econômico e mercado financeiro

Em primeiro lugar, o que são commodities?

A tradução livre da palavra commodity (singular) significa “mercadoria”, mas nesse caso, sua definição é um pouco mais específica. 

As commodities são matérias-primas naturais comercializadas em sua forma mais bruta, com baixo grau de transformação e industrialização. Por exemplo: soja, milho, café, petróleo, ouro, trigo, entre outros. 

Essas matérias-primas são consideradas como bens de consumo mundial, possibilitando o desenvolvimento de diversos outros produtos. 

Uma característica interessante das commodities, em geral, e que auxilia na sua identificação, é o fato de serem produzidas em larga escala e sem variações, ou seja, não apresentam diferença independente de onde e por quem tenham sido produzidas. Além disso, podem ser estocadas sem que percam sua qualidade.

Isso justifica o fato de que o seu valor depende diretamente da demanda. Seguindo, então, a lei da oferta e da procura do mercado. Um exemplo prático disso é o ouro. 

Ouro é ouro em qualquer lugar do mundo, certo? Independente do seu processo de produção, o seu estado bruto não tem alteração. 

E da mesma forma, o valor dele oscila de acordo com a procura. Quando a procura está alta, o ouro sobe, e quando está baixa, consequentemente o valor cai também. 

Como as commodities são classificadas?

  • Agrícolas 
  • Químicas
  • Minerais
  • Financeiras
  • Ambientais 
  • Energéticas 

Por terem essas características, possuem alta importância em nível mundial, principalmente pelo fato da comercialização, que é feita entre os países. 

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Como as commodities impactam o mercado?

Para começar, podemos relacionar as commodities com o processo de colonização que acontecia antigamente, em que as matérias-primas eram extraídas para o benefício dos colonizadores. 

Ao decorrer da história, com a evolução do comércio e da economia global, as commodities se tornaram (como citamos acima) bens de consumo mundial e são comercializadas internacionalmente por meio da Bolsa de Valores. 

E exatamente por isso, o movimento econômico acaba se conectando de alguma forma. Assim, podemos entender que todos os países do mundo precisam de matéria-prima para desenvolver seus produtos. Logo, os países que são “ricos” de produção, se beneficiam com a prática da exportação. 

No caso do Brasil, mais especificamente, as produções são comercializadas internamente e também no exterior, geralmente para países mais desenvolvidos. As commodities representam mais de 60% das exportações feitas por nosso país.  

Inclusive, um relatório da XP Investimentos de junho deste ano, constatou que o PIB brasileiro é fortemente correlacionado com o ciclo de commodities, e os profissionais da empresa ainda afirmaram que “não há Brasil sem commodities”.

Superciclo das commodities

As commodities na economia são marcadas por momentos de hiperciclo. E o que isso significa? Os hiperciclos são alternâncias que acontecem na economia entre períodos fortes e de crescimento, podendo haver depois, períodos de baixa e de recessão econômica.

O último superciclo das commodities foi há quase uma década, mais especificamente entre os anos de 2002 e 2008. Naquela época, foi resultado da combinação de diversos fatores, como a expansão na demanda global derivada do intenso processo de urbanização e de crescimento na renda em países emergentes, principalmente a China.

Em 2020, vimos a economia global ser fortemente impactada pela crise do novo coronavírus. No entanto, os analistas do mercado já estão apontando para um superciclo se iniciando novamente com a retomada econômica, impulsionado pela demanda vinda da China e dos EUA. 

Isso é um sinal de que, com o fortalecimento da atividade econômica nos países desenvolvidos, a demanda deve continuar crescendo no Brasil. Outro ponto forte desse fenômeno é a influência na cotação da moeda. 

Se temos dólar entrando no país, pela lei da oferta e procura, ele acaba se desvalorizando um pouco mais frente ao real. Por outro lado, como não há possibilidade da oferta também crescer na mesma velocidade, os preços acabam subindo

Quando o cenário está otimista para as commodities, vemos muitos investidores interessados em investir nessa categoria. Você sabe como investir?

Vamos seguir, então, para o próximo tópico. 

Como investir em commodities?

Quando o preço das commodities sobem, torna-se cada vez maior o número de investidores interessados em investir nessa categoria. Principalmente, aqueles que desejam fazer hedge, ou seja, proteger a carteira de investimentos da inflação ou como reserva de valor no caso do investimento em ouro ou prata.

Confira as principais opções de investimentos desta área: 

Investir em ações de empresas de commodities 

Nessa opção, o investidor investe de forma indireta, ou seja, compra papéis na Bolsa de empresas que são do segmento das commodities (como a Vale S.A, por exemplo, que é exportadora de minério de ferro). 

A Bolsa de Valores brasileira, a B3, tem bastante opções nesse sentido com ações de empresas expostas a commodities. Nesse caso, o investimento é feito como em qualquer ação.

Leia mais sobre o mercado de ações aqui.

Contrato futuro e de opções

O mercado futuro é um espaço na Bolsa de Valores em que ocorrem as negociações de contratos de derivativos de commodities, índices, taxas de juros ou moedas, com o vencimento em uma data futura.  

Mas, existe uma regra que precisa ser cumprida: o produto especificado no contrato precisa ter o mesmo padrão, condições e características para que seja negociado entre os investidores. 

Assim como em muitas outras operações, o preço de cada contrato varia de acordo com a lei de oferta e demanda. A compra do contrato garante ao investidor o direito em cima das oscilações que ocorrem sobre o ativo. 

É importante destacar que essas oscilações acontecem todos os dias e em “real time”, então caso haja uma valorização do ativo, o valor é acrescentado a sua conta e caso haja uma desvalorização, é descontado. 

E os resultados vêm de oscilações negativas ou positivas da cotação do contrato, tudo depende do polo de movimentação que você estiver operando, podendo ser na compra de um ativo para ganhar na valorização da venda, ou na venda para comprar a um preço menor depois. 

Contrato de opções 

Já as opções, por sua vez, dão o direito de comprar ou vender o ativo, mas não obrigação de exercer o contrato, e o investidor paga por este direito. Isso significa que o titular do contrato de opções pode optar por exercê-lo ou não. 

Já a contra parte, ou seja, quem vendeu o direito, de compra ou venda, terá a obrigação de honrar o contrato e, logicamente, recebe por assumir este risco. 

Para comprar uma opção, o investidor precisa pagar antecipadamente um prêmio, que reflete uma certa quantidade do ativo em questão, geralmente uma porcentagem do valor do valor do ativo de referência conforme a validade e a condição de exercício do contrato. 

Em outras palavras, o prêmio é a taxa pela qual o ativo pode ser comprado ou vendido até a data de vencimento.

Existem dois tipos de contratos de opções: de compra e de venda. As opções de compra representam uma oferta para comprar um ativo. Enquanto as opções de venda representam uma oferta para vender um ativo.

Quais são os riscos e quem geralmente opera nesse mercado?

Existem dois tipos de investidores, os especuladores e os hedgers. Os especuladores são a maioria no mercado. Eles estão interessados em ganho de capital com as variações de preço e possuem um papel fundamental para dar liquidez aos contratos. 

É por meio deles que os produtores conseguem se proteger das oscilações de preços.  Os produtores, então, são os hedgers, diretamente ligados ao mercado físico.  

Eles usam o mercado financeiro como uma ferramenta de proteção contra uma eventual baixa de preços, comprando contratos futuros.

No entanto, é um investimento de alto risco, especialmente por permitir alavancagens, por isso, é mais indicado aos investidores de perfil arrojado e experientes.

Para investir em commodities, conte com o auxílio de profissionais do mercado. Dessa forma, você estará assistido por quem estuda diariamente os cenários e os ativos. 

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ETF de renda variável: o que é e como funciona?

Você já ouviu falar em ETF? É uma sigla que significa Exchange Traded Funds, e conhecida no Brasil como Fundos de Investimentos, que seguem índices de referência. 

É caro para investir? Compensa? Para qual perfil é indicado? 

Neste artigo, você vai entender de forma fácil e simplificada o que é e como funcionam esses fundos na Renda Variável. 

O que é ETF?

Como falamos acima, ETF é uma abreviação de Exchange Traded Funds e são fundos de índice. No Brasil os ETFs foram regulamentados em 2002, mas só agora esse tipo de investimento está começando a ser explorado, diferente do exterior em que a prática já é bastante difundida entre os investidores. 

Basicamente, os fundos funcionam da seguinte forma: a aplicação do investimento é feita em grupo e administrada por um gestor. Os fundos ficam atrelados a índices de referência, podendo ser de renda fixa ou de renda variável.

Os ETFs são uma forma mais acessível de realizar alguns aportes e ter uma carteira mais diversificada e completa. E por esse motivo, tem se destacado no mercado. 

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ETFs de Renda Variável

É possível investir em ETFs na renda variável. Esses Fundos vão acompanhar índices como Ibovespa, S&P 500, Nasdaq, Índice Carbono Eficiente, entre outros. 

Os Índices de referência possuem as principais ações de cada segmento listadas na Bolsa, ou seja, seleciona ações que são referência no segmento.

Mas, como funciona isso? 

Vamos supor que você queira investir em ações que compõem um índice, seguindo uma estratégia x, por exemplo, ao invés de comprar cada ação separadamente, você pode investir em ETFs disponíveis na Bolsa de Valores brasileira (B3)  que seguem aquele índice. 

Esse índice vai trazer o retorno equivalente, ou seja, replicar a performance do índice escolhido como referência. Vale destacar que esse índice deve ser reconhecido pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que é responsável por fiscalizar  e regulamentar o mercado da Bolsa de Valores.

A gestão dos ETFs é feita de forma passiva, pois os gestores responsáveis pelo fundo estão empenhados em replicar a composição e o desempenho do índice. Inclusive, essa é uma das diferenças entre os ETFs e os fundos tradicionais, que podem ter gestão ativa ou passiva. 

Os ETFs da Bolsa são uma boa opção para aqueles que estão começando a investir na Bolsa agora e querem arriscar de uma forma mais “conservadora”.

Sua característica (e vantagem) principal é a possibilidade da diversificação que um ETF traz para a carteira com um recurso consideravelmente menor do que seria se fosse feita individualmente. 

O exemplo mais popular é o do Ibovespa, o seu ETF é negociado na Bolsa como BOVA11 e dentro dele estão mais de 60 ações que acompanham esse índice. Por isso, em termos de diversificação, é um tipo de investimento recomendado.

No entanto, não é possível escolher quais serão as ações e a porcentagem que cada uma vai ocupar na sua carteira, justamente porque elas irão seguir o mesmo formato que está no índice. 

Como investir em ETFs?

Os ETFs não estão disponíveis como opção de produto nas corretoras de valores pois são negociados na Bolsa por meio do home broker, assim como as ações comuns. Porém, como qualquer outro ativo, a intermediação dessa negociação deve ser feita por uma corretora. 

A partir daí, basta escolher qual ETF você vai investir, selecionar o código de representação, escolher a quantidade e enviar a ordem de compra. A venda é feita pelo mesmo processo de uma ação individual na Bolsa. 

E a rentabilidade? Como o fundo acompanha quase que fielmente os resultados daquele índice, a rentabilidade vai depender do desempenho do índice de referência. É importante lembrar que as oscilações também são as mesmas e que ocorrem com frequência.

Diferente das ações individuais, os dividendos – o lucro repassado pela empresa para os investidores – dos ETFs é reinvestido no próprio fundo. 

Taxas e tributação 

Outro tópico fundamental e que você precisa saber antes de investir em qualquer ativo é o que envolve os custos entre taxas e tributações do investimento. 

Como em qualquer operação, para investir em ETFs é necessário pagar a taxa de corretagem da corretora que vai intermediar a negociação. 

Existem também as taxas cobradas pela própria Bolsa brasileira para liquidar os ativos. Essas tarifas são conhecidas como emolumentos.

Imposto de Renda

Os ETFs possuem incidência de imposto de renda e seguem a mesma regra das  outras ações negociadas diretamente na Bolsa. 

A incidência é de 15% sobre os ganhos, entretanto, não há isenção de Imposto de Renda em ETF para quem realiza vendas de até R$20 mil na Bolsa de Valores.

A retenção do I.R dos ETFs de renda variável não é feita na fonte, diferente da renda fixa. No momento da venda das cotas, o investidor deve calcular qual será o valor devido e fazer o pagamento por meio de DARF até o último dia útil do mês seguinte à operação.

Vale a pena investir em ETFs?

Primeiramente, precisamos deixar bem claro que nosso papel neste artigo não é fazer uma recomendação. Queremos levantar os pontos para que você, investidor, possa fazer suas escolhas com consciência. 

Os ETFs têm sido a escolha de investidores que estão iniciando no mercado de ações, como uma forma mais conservadora, ou para aqueles que buscam uma carteira diversificada com recursos menores. 

No entanto, como falamos acima, não é possível escolher as ações que vão compor o ETF. Isso quer dizer que, no mesmo fundo, você pode ter boas empresas e também empresas que não possuem perspectivas positivas de mercado. 

Outra característica é a liquidez. Os ETFs geralmente têm facilidade de negociação, transformando o investimento em dinheiro de forma rápida, podendo ser comprado ou vendido em qualquer momento do horário de mercado, como as ações comuns.

Por fim, tenha em mente que os fundos de índice da renda variável tem volatilidade e podem ser impactados pela instabilidade do mercado como qualquer outro ativo da categoria, mesmo sendo uma forma mais conservadora de investir em ações. 

Por isso, ter tolerância ao risco é um fator importante para operar nesse mercado. 

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Home Broker: o que é e como usar?

Certamente você já ouviu falar no nome Home Broker em algum conteúdo sobre investimentos, mais especificamente quando o assunto é mercado de capitais e renda variável. 

Neste artigo, nós vamos te explicar o que é, para que serve e como ele funciona na prática. Uma coisa é certa e podemos adiantar logo no início: sem o Home Broker é impossível comprar e vender ações. 

Afinal, o que é Home Broker?

Você se lembra dos pregões viva-voz? Era o espaço físico onde os operadores negociavam – compravam e vendiam – os ativos da Bolsa de Mercadorias e Futuro antes de 2005. 

O ambiente era realmente uma “loucura”. Gritos e correrias durante o dia eram extremamente comuns. O processo acontecia sem usar quase nenhum recurso tecnológico, exceto o telefone onde eram feitas as negociações e o registro eletrônico quando ocorria a venda ou a compra. 

Se você não lembra dessa época, provavelmente já viu cenas como essa acontecendo em filmes como O Lobo de Wall Street, por exemplo. 

E por que estamos relembrando esse período? Porque o famoso “pregão viva-voz” também evoluiu com a tecnologia e foi substituído pela plataforma Home Broker. Então, tudo o que antes era negociado pessoalmente, passou a acontecer de forma digital. 

Foi aí que há mais de uma década surgiu esse sistema que é usado nos dias de hoje para negociar ativos, por meio da Bolsa de Valores, de forma ágil, instantânea e de qualquer lugar, sendo preciso apenas o acesso à internet e à plataforma.

Bolsa de Valores 

É na Bolsa de Valores que ficam os ativos negociados no mercado de capitais, como as ações, commodities, fundos de investimentos, derivativos, contratos futuros, entre outros. 

Assim, os ativos ficam disponíveis em um amplo mercado para que os investidores possam comprar ou vender, de acordo com o que for mais oportuno no momento. 

No Brasil, temos a B3, a Bolsa brasileira, fundada oficialmente em 2017. A B3 é formada por aproximadamente 400 empresas de diversos segmentos e toda a sua atividade é regulamentada e fiscalizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Aproveite para saber mais sobre a Bolsa no artigo “Tudo o que você precisa saber sobre a Bolsa de Valores”.

Como funciona o Home Broker?

Primeiramente, para ter acesso e autonomia para operar no Home Broker você precisa ter conta em uma corretora de valores. Isso quer dizer que é a corretora que vai fornecer a plataforma para você.

E no caso dos investimentos em bancos tradicionais, a operação pelo home broker é feita somente pelo responsável – gerente – pelos seus investimentos. 

Diferentemente das corretoras, em que você tem acesso para operar a qualquer momento, desde que seja em horário de funcionamento do mercado. Nas corretoras você tem também uma outra opção: as mesas de operações. 

Nas mesas estão os brokers, que irão fazer as negociações no seu lugar, sendo uma opção para aqueles investidores que não têm tempo de operar no Home Broker, por exemplo. Você pode solicitar esse serviço em sua corretora.

Vale lembrar que essa é uma plataforma segura, desde que você esteja acessando por meio de instituições financeiras de confiança. 

Além de ser o espaço de negociação de ativos, é também o local em que é possível avaliar a performance do mercado, o quanto está valendo cada ação, o desempenho dos índices e tudo mais em tempo real.

Também é possível ver as ações e os ativos que compõem a sua carteira para observar qual está sendo o saldo do investimento. 

Veja o passo a passo de como operar: 

1º passo: escolha uma corretora de sua confiança e abra uma conta;

2º passo: faça o login e acesse o home broker;

3º passo: se a ação que você quer comprar já estiver escolhida, é só selecionar na plataforma a quantidade (se será por lote-padrão ou fracionário) e clicar em “comprar”;

4º passo: confirme a sua assinatura eletrônica para enviar a ordem de compra e validar a operação. 

Para vender, basta fazer o caminho inverso e clicar em “vender”. 

Entretanto, cada corretora tem taxas de corretagem e de operação já definidas. Portanto, certifique-se de todas as informações anteriormente para não ter “surpresas” durante o processo.

Quer investir na Bolsa da forma certa? Agora você pode aprender com os brokers da melhor mesa de renda variável da XP Investimentos. Confira o nosso curso exclusivo “Aprenda a investir na Bolsa”.

O que é preciso saber antes de utilizar um Home Broker?

O acesso à plataforma pode passar a falsa impressão de que podemos realizar diversas operações sem antes ter um entendimento maior sobre investimentos. 

Isso é comum, até porque, imagine ter na sua tela ações das maiores e mais influentes empresas do mundo, podendo ser compradas apenas com um clique?

Mas é claro que no caminho não existem só “flores” e por se tratar de mercado financeiro, temos que ter muito cuidado e atenção. Principalmente para operar o Home Broker, onde lidamos com ativos de renda variável. 

Renda variável, como a maioria já sabe, são aqueles investimentos que apresentam um risco maior. E um passo equivocado pode comprometer todos os investimentos realizados ali. 

Por isso, mais uma vez, reforçamos que antes de operar o sistema é preciso saber o que está sendo feito, uma vez que esse mercado apresenta alta volatilidade  e passa, muitas vezes, por crises que podem abalar as suas operações.

E, muito mais do que saber o que está sendo feito, quando falamos de estratégia, é preciso entender sobre as peculiaridades de cada investidor, como os objetivos e o perfil de risco. 

Tanto o entendimento das suas características pessoais, como o estudo macro e micro do mercado, não precisam ser feitos por você. Afinal, a vida é corrida e entendemos que não há tempo para se aprofundar em todos os assuntos. 

Nesse caso, você pode contar com o auxílio de um assessor de investimentos, que é o profissional ideal e extremamente qualificado para te dar suporte de ponta a ponta. 

Se você ainda não tem assessoria de investimentos, é só clicar aqui e conversar diretamente com um profissional da melhor assessoria de investimentos do Brasil. 

O que é preciso saber antes de investir no Tesouro Direto?

Popular da Renda Fixa, o Tesouro Direto é um tipo de investimento bem conhecido. Afinal, saber que é possível investir com segurança e com retorno maior do que a poupança, já é ótimo!

Mas, o Tesouro é atrativo para investidores de todos os perfis. Para o conservador, tem sido uma opção além da poupança; e para o investidor mais arrojado, pode ser um produto para diversificação de carteira. 

Mesmo sendo considerado de menor risco, você precisa saber exatamente como funciona antes de dar o primeiro passo, assim como em qualquer outro investimento. 

O objetivo deste artigo é exatamente esse, te explicar o que é o Tesouro Direto e quais são as suas opções para investir nele. 

O que é Tesouro Direto?

O Tesouro Direto é um programa do Tesouro Nacional – do governo federal – lançado em 2002 em parceria com a Bolsa de Valores brasileira, a B3.

Fundamentalmente, o investidor que compra o título está “emprestando” o seu dinheiro para o governo, para que sejam financiados projetos ou para sanar as dívidas públicas, por exemplo.

E, por sua vez, o investidor recebe uma valorização do seu capital investido por meio dos juros. 

A principal característica desses títulos é que são acessíveis em comparação aos outros, permitindo aplicações a partir de R$30.

Como falamos até agora no plural, já foi possível imaginar que existem mais de um tipo de título. E, realmente! O investidor pode optar por uma opção específica de título, de acordo com o que fizer mais sentido.

Ainda, existe a possibilidade de escolher títulos que tenham liquidez diária – que o dinheiro pode ser movimentado a qualquer momento – ou com prazos de vencimento variados.

O indicador que vai medir o retorno também depende da escolha de quem está investindo.

Por fim, o título do Tesouro Direto pode ser prefixado, pós-fixado ou híbrido. 

Veja a seguir:

Títulos prefixados


Os títulos prefixados, são aqueles que no momento da aplicação já apresentam qual será a rentabilidade que o investidor terá de retorno. Assim, quem compra o título sabe exatamente o quanto vai receber de lucro na data do vencimento. 

Títulos pós-fixados 

Os títulos pós-fixados têm a sua remuneração atrelada a um indexador que pode variar ao longo do tempo, até o vencimento da aplicação. Portanto, sua remuneração vai depender das variações do indexador escolhido.

Nesse caso, o investidor não “perde” dinheiro levando o título até o vencimento. O que acontece é que se a porcentagem daquele indexador estiver menor, consequentemente, a rentabilidade vai ser menor também. E vice-versa.  

Títulos híbridos

Nos títulos híbridos, a remuneração é baseada em uma taxa pré-fixada somada a algum índice (como a inflação, por exemplo, ou o CDI). 

Como investir no Tesouro Direto?

O investimento no Tesouro Direto também é acessível. É 100% digital e feito por intermediação de instituições bancárias ou corretoras de valores. 

Para isso, é preciso abrir uma conta em um local de confiança, avaliando as taxas e propostas, e se cadastrar na plataforma do Tesouro Direto. A plataforma já disponibiliza as opções de títulos para os investidores. 

O horário de funcionamento para comprar títulos do Tesouro Direto é comercial, sendo, todos os dias úteis das 9h30 às 18 horas, com os preços e taxas operados no momento da transação.

Agora, trouxemos algumas opções de títulos para que você entenda melhor como funciona.

Tesouro Prefixado (LTN)


Assim como explicado acima, o Tesouro Prefixado (LTN) tem as taxas de juros fixadas no momento da compra do título, e o pagamento dos juros será somente na data de vencimento. Por isso, esse é o investimento em que você sabe exatamente qual será o retorno na data do vencimento.

As datas de vencimento podem variar, sendo de curto, médio e longo prazo. Mesmo sendo prefixado, se a venda do título ocorrer antes do vencimento, o Tesouro Nacional irá pagar somente o valor de mercado (taxa vigente) do título.

Isso quer dizer que os rendimentos recebidos podem ser menores do que o acordado no início.

O Tesouro Prefixado tem incidência de Imposto de Renda. 

Tesouro Selic (LFT)

O Tesouro Selic, também conhecido como LTF, é um tipo de título pós-fixado do Tesouro Direto.

Para investir, é preciso fazer apenas uma aplicação, e o valor irá render conforme a variação da taxa básica de juros da economia, a Selic.

Entre as características principais desse título, podemos destacar a possibilidade de liquidez diária – movimentar o dinheiro quando necessário –  e a baixa volatilidade, em que o valor é corrigido diariamente pela variação da taxa vigente.

Por ter esses atributos, é considerado um bom título para o investidor iniciante ou que deseja um melhor rendimento para a sua reserva de emergência. 

Entretanto, o Tesouro Selic não possui a garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que pode restituir em até R$250 mil por CPF caso o órgão emissor do título venha a falir. 

Mas, os profissionais do mercado avaliam esse risco como baixo por se tratar do governo, considerando como um risco soberano.

Por fim, é importante frisar que o Tesouro Selic possui incidência de Imposto de Renda. 

Tesouro IPCA (NTN-B Principal)

O Tesouro IPCA é um exemplo de título híbrido, pois sua característica principal é que a taxa está atrelada a uma taxa prefixado + o índice pós-fixado. 

Diferente do Tesouro Selic, esse título tem a rentabilidade que acompanha o Índice de Preços para o Consumidor Amplo (IPCA) – inflação do país, além do retorno prefixado definido ao adquirir o título. 

Por isso, nesse título, os retornos estarão acima da inflação. Caso a aplicação realizada seja resgatada antes do prazo contratado, o investidor pode obter ágio ou deságio, dependendo do valor a mercado do título. E caso o papel seja levado até o vencimento, o investidor receberá a rentabilidade da taxa contratada. 

O Tesouro IPCA (NTN-B Principal) também possui incidência de Imposto de Renda. 

Imposto de Renda


Como foi possível observar, os títulos do Tesouro Direto possuem incidência de Imposto de Renda. A tributação é feita por meio de tabela regressiva.

A primeira faixa de tributação é de 22,5% e é válida se o investimento tiver um período menor ou igual a 180 dias. De 181 a 360 dias, a alíquota é de 20%. Caso o investimento tenha entre 361 a 720 dias, a alíquota será de 17,5%.

Por fim, para investimentos acima de 720 dias, a alíquota é de 15%.

Para te auxiliar com a tributação, conte com a Contabilidade da Bolsa, uma empresa especializada em impostos para investidores. 

Como saber em qual título do Tesouro investir?


Nós mostramos aqui algumas opções de título do Tesouro Direto. E entre as possibilidades de prazo de vencimento, tipos de juros e outras tantas características, você pode ter se perguntado em qual tipo de título é melhor investir.

Bem, primeiramente você deve ter bem claro em mente o que está buscando. Qual o objetivo com o investimento? É ter uma reserva de emergência? Investir para a faculdade dos filhos? Para comprar um carro? Se faça perguntas!

Assim, será possível ir em busca do título que mais atende a sua necessidade. Por exemplo: se você deseja uma reserva de emergência, não faria sentido contratar um título com vencimento daqui 2 anos, certo? A melhor escolha seria, então, um título de liquidez diária. E por aí vai. 

Essa, então, seria a premissa básica. Mas, entendemos que para quem não está familiarizado com os termos, é mais difícil entender qual título se encaixa com o  objetivo. 

Por isso, é recomendado ter ao lado um assessor de investimentos, que irá te auxiliar durante todos os processos, entendendo o seu momento e participando das escolhas que sejam adequadas para você. 

Se você tem dúvidas, clique aqui e fale agora com um assessor Blue3. 

Blue3, DVinvest e SpaceMoney: o caminho para seu legado financeiro

A construção de uma carteira de investimentos exige disciplina para poupar, disposição para a busca constante de novos conhecimentos e olhar atento à conjuntura política e econômica. Porém, nem sempre há tempo para se manter a par de tudo, o que torna o trabalho de assessores, analistas e jornalistas do mercado financeiro de suma importância.

Para oferecer o melhor atendimento aos seus clientes, a Blue3, que foi reconhecida em 2021 como melhor escritório de atendimento do grupo XP, tem investido em parcerias com o intuito de oferecer análises e informação de qualidade que auxilie os investidores na construção do seu legado, garantindo que eles estejam sempre assistidos por todos os lados.

A Blue3 e a DVInvest firmaram uma parceria de exclusividade que dará aos clientes do escritório acesso gratuito às carteiras e relatórios de mercado produzidos pela casa de análises.

O material é um complemento rico ao trabalho desenvolvido pelos assessores, ao levar para o investidor da Blue3 uma leitura mais precisa e segura do mercado, auxiliando a tomada de decisão diária. Saiba mais sobre essa novidade nessa matéria do portal SpaceMoney.

Também no mês de setembro, outra parceria foi firmada para levar informação com agilidade e credibilidade para os investidores da Blue3. No dia primeiro, o portal SpaceMoney inaugurou dois canais que têm patrocínio do escritório de investimentos, abrangendo uma cobertura intensa do dia a dia da bolsa de valores e mercado de renda variável, além de um espaço voltado para proteção e futuro, com notícias e reportagens sobre renda fixa, previdência privada e seguros.

A parceria também inclui a produção de materiais jornalísticos para os canais proprietários da Blue3, como este blog, e a criação de conteúdo multimídia. Uma dessas iniciativas é o PapoBlue — divulgado semanalmente no canal da SpaceMoney no YouTube —, uma conversa semanal com profissionais da Blue3 e parceiros sobre os fatos que estão movimentando o mercado de capitais.

Você, assistido por todos os lados

Um dos frutos dessa conexão entre as empresas é a série de eventos que acontecerão na próxima semana. Entre os dias 20/09 (segunda-feira) e 23/09 (quinta-feira), a Blue3 organizará lives diárias que mostrarão aos investidores os melhores caminhos para a criação do seu legado financeiro. 

Entre os convidados para os Bluetalks estão profissionais da Blue3 que são feras do mercado financeiro, como Bruno Moura, superintendente de Renda Variável; Thiago Nemézio, líder de Alocação; Laís Souza, líder de Operações e Patrick Jonston, superintendente de Renda Variável.

Além da equipe “da casa”, os parceiros da DVinvest também contribuirão com seus conhecimentos de mercado. Dalton Vieira, analista técnico; e Rodrigo Oliveira, analista fundamentalista, falarão sobre as diferentes abordagens que os investidores utilizam para compreender o comportamento dos ativos na B3, a bolsa de valores brasileira.

A apresentação dos eventos ficará a cargo de Amanda Fraioli, especialista em educação financeira na Blue3, e Fabio Murad, CEO e fundador da SpaceMoney.

Confira a programação:

  • 20/09, às 18h: Educação financeira: o primeiro passo para investir no seu legado. Convidado: Bruno Moura, superintendente de renda variável da Blue3.
  • 21/09, às 18h30min: Diversificação: O único almoço grátis no mundo dos investimentos. Convidados: Thiago Nemézio, líder de alocação, e Lais de Souza, líder de operações – ambos da Blue3.
  • 22/09, às 18h: Renda variável: as melhores estratégias para o longo prazo.
    Convidado: Patrick Johnston, superintendente de renda variável da Blue3.
  • 23/09, às 18h: O poder dos gráficos: Como uma casa de análises pode potencializar seus investimentos.
    Convidados: Dalton Vieira, analista técnico, e Rodrigo Oliveira, analista fundamentalista – ambos da DVinvest.

Não deixe de participar. Clique aqui e garanta agora mesmo a sua presença.

Café com investimentos – Qual é o melhor indicador para os investimentos agora?

IPCA e Selic são dois grandes balizadores dos investimentos no Brasil. O primeiro, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, calculado pelo IBGE, mede mensalmente o ganho ou a perda do poder de compra. Para entender o cálculo, confira este texto do nosso blog! 

Já a Selic, conhecida como “taxa básica de juros”, é um mecanismo de controle do governo para segurar a escalada dos preços. Ela sobe (ou desce) por decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que se reúne a cada 45 dias. 

Atualmente, a economia brasileira está pressionada pela inflação, o que motivou o BC a subir a Selic quatro vezes em sequência nos últimos seis meses. Após a reunião do dia 05 de agosto, a autoridade econômica fixou a taxa de juros em 5,25% ao ano, bastante acima dos 2% a.a. de janeiro, patamar mais baixo já alcançado pelo índice na história. Segundo os economistas pesquisados pelo Relatório Focus, também do Banco Central, em 27 de agosto, a expectativa é que ela chegue a 7,5% ao ano ainda em 2021.

O mercado financeiro conta com aplicações de renda fixa atreladas a esses dois indicadores, cujo desempenho também torna modalidades como a renda variável e fundos de investimento imobiliários mais, ou menos, atrativas.

Tomamos um café rápido com o Thiago Nemésio, estrategista-chefe da Blue3, para saber como os investidores podem pensar a carteira levando em consideração a atual conjuntura econômica.

Thiago, na conjuntura atual, o investidor deve olhar mais para o IPCA ou para a Selic?

A pergunta não deve ser inflação ou Selic, mas por que abrir mão de um dos dois? A escalada do IPCA mostra, mais do que nunca, como é importante diversificar a carteira, com um percentual importante atrelado à inflação, especialmente em CRIs, CRAs, debêntures e, claro, títulos públicos. Com isso ele consegue se manter protegido independentemente da alta inflacionária.

Já quem está na Selic, aproveita essa alta, já que ela tem que subir para controle da inflação. Portanto, no longo prazo, esses investidores vão se sair bem. Quando a inflação recuar no futuro, ele terá um juro real bom. Por isso, é bom ter os dois.

Essa é uma estratégia pensada para o logo prazo. Mas, o que é possível fazer para o curto prazo?

Para 2021, melhor apostar na inflação. Não deve ser possível neste ano entregar juros reais positivos em aplicações relacionadas à Selic, mesmo com esses aumentos consecutivos.

Existem outras opções que podem entrar no radar para proteger os investimentos da inflação?

Além dos produtos de renda fixa que citei, a bolsa de valores é uma classe de ativos que protege bem da inflação, assim como os fundos imobiliários. Além disso, outra opção é investir no exterior, com parte do patrimônio rentabilizando em dólar. O mais importante é sempre pensar em longo prazo, independentemente da conjuntura econômica momentânea.

Ainda ficou com dúvida sobre como seguir com seus investimentos? Fale com um assessor Blue3.

ABC do Mercado – Relatório Focus projeta inflação a 7,27% em 2021. Entenda como é calculado o IPCA

As projeções para a inflação em 2021 não estão otimistas. Segundo a pesquisa semanal realizada pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras do Brasil e disponibilizada no relatório Focus da última segunda-feira (27/08), a expectativa é que o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), considerado o índice oficial de inflação do país, termine este ano acumulado em 7,27%. 

Esse nível de inflação, caso se confirme, representaria o maior aumento anual de preços no Brasil desde 2015, quando o índice encerrou o ano com acumulado de 10,67%.

Mas o que isso significa?

A inflação é um dos grandes fantasmas da economia brasileira. Nos anos 1980, o país foi obrigado a conviver com um fenômeno chamado “hiperinflação”, em que o dinheiro perdia valor rapidamente (muitas vezes em questão de dias ou até horas). Naquele tempo, era comum as pessoas receberem o salário e — às vezes, literalmente — correrem para o supermercado para comprar o que fosse possível, uma vez que os preços eram constantemente remarcados diretamente nas prateleiras. Felizmente, esse tempo passou e hoje a economia brasileira desfruta de relativa estabilidade. Mas isso não quer dizer que nosso dinheiro tenha parado de se desvalorizar.

Para medir a perda do poder de compra do nosso dinheiro, o governo brasileiro utiliza a pesquisa mensal de preços do varejo e serviços, realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em dez grandes cidades brasileiras. O cálculo é feito em cada região e, depois, somam-se os valores apurados para compor o índice nacional. Entre os dados utilizados pela entidade estão desde preços de alimentos básicos, como arroz, feijão, frutas e legumes nos supermercados, até custos com transporte, vestuário, educação, saúde e serviços, como concessão de energia elétrica e água encanada.

A partir das variações de preços é possível entender se, com o mesmo montante de dinheiro, a população conseguiu consumir mais ou menos. Se a balança pender para o lado negativo, o resultado é chamado de inflação. Por outro lado, se o dinheiro “ganhou valor”, diz-se que o cenário foi “deflacionário”.

Seu dinheiro poderá valer menos no final deste ano

Voltando à previsão do mercado financeiro, caso ela seja certeira, no final deste ano teremos menor capacidade de consumo que no começo. Com o IPCA a 7,27%, caso você tenha guardado R$ 100 embaixo do colchão em janeiro, em dezembro você continuará com a mesma cédula azul, mas agora ela terá o poder de compra equivalente de R$ 92,73 no início do ano. Ou seja: depois de doze meses, você precisará de sete reais a mais para comprar os mesmos itens no supermercado. Esse é o poder (negativo) da inflação.

Ninguém gosta de perder dinheiro, mas como se proteger da inflação?

Não é possível proteger-se totalmente da inflação. Afinal, todos os dias vamos à padaria, ao supermercado, compramos uma roupa, almoçamos fora… Enfim, existe sempre uma influência da inflação sobre o nosso dia a dia.

Porém, é possível proteger o futuro!
Como?
O melhor caminho é utilizar investimentos que tragam rentabilidade acima da inflação, para que o patrimônio cresça sem se desvalorizar.

Um dos melhores exemplos é o Tesouro Direto IPCA+. O título, emitido pelo tesouro nacional, é indexado à inflação oficial, isto é, tem seu rendimento atrelado a ela, além de uma pequena taxa de crescimento mensal. No caso da opção com vencimento para 2045, por exemplo, o investidor recebe juros equivalentes ao IPCA no período mais 4,63% ao ano.  

Diferentemente de quem deixou o dinheiro no colchão, ao final de 2021 um investidor que tivesse investido R$ 100 no Tesouro IPCA+ 2045 não terminaria o ano com R$ 92,73, mas com R$ 104,63.  Na prática, entre o que deixou de perder e o que rendeu, esse investidor “embolsou” R$ 11 em 12 meses.

Parece pouco, mas é sempre melhor ganhar do que perder!

Venha para a Blue3 e transforme seu futuro por meio dos melhores investimentos!

Tenho 35 anos, ainda vale a pena ter uma previdência privada?

Todo mundo busca tranquilidade para quando a maturidade chegar. Pensando nisso, o melhor momento para planejar a independência financeira na aposentadoria é sempre agora, tenha você 20, 30 ou 40 anos de idade. O que será diferente, em cada uma das faixas etárias, é o caminho para conquistar esse objetivo.

Naturalmente, quem começar mais cedo percorrerá um caminho mais confortável, podendo aportar valores mais baixos para criar o “colchão” de previdência e investimentos que permitirão a tão sonhada aposentadoria tranquila. “Infelizmente, os brasileiros ainda não têm a cultura de poupar, então é comum que muitos comecem a planejar a aposentadoria depois dos 30, quando a vida financeira já está mais estabilizada”, explica Wagner Ronchi, portfolio manager private da Blue3. 

Para esse público, qual é a melhor saída para “recuperar o tempo perdido”? Contar com um plano de previdência privada ou investir no mercado financeiro?

Planos complementares

Investir tem tudo a ver com objetivos e, no caso da aposentadoria, tanto os planos de previdência privada quanto outras aplicações financeiras podem ajudar os investidores a chegar lá. 

As duas principais modalidades de previdência privada são o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) e o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre). A diferença entre as duas é basicamente a forma de tributação: a primeira segue uma tabela regressiva do imposto de renda, que é cobrado apenas no resgate; enquanto a segunda segue um sistema “progressivo” que permite abatimentos do IR ao longo do tempo e tem tributação sobre o saldo total.

Em ambas as modalidades é possível escolher o montante que será aplicado mensalmente (alguns planos têm valor mínimo) e por qual tempo você aplicará antes de colher o benefício. Para saber mais sobre o PGBL e o VGBL, confira este texto no canal patrocinado da Blue3 no portal SpaceMoney.

Outra forma de não depender do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) na velhice é investir por conta própria para acumular os recursos necessários para sua aposentadoria.

Primeiramente, é necessário conhecer o seu perfil de investidor, se é conservador, moderado ou arrojado. Como saber? Em geral, corretoras e assessorias de investimento aplicam um teste que analisa a capacidade financeira e indica qual é o perfil que norteará a escolha dos ativos que vão compor a carteira. “Porém, independentemente do perfil, é possível criar um portfólio no mercado financeiro que dê suporte ao plano de previdência e ajude a garantir retornos sólidos no futuro”, explica Wagner.

Confira exemplos de investimentos que podem fazer parte da sua carteira de previdência

Tesouro Direto

São os títulos mais seguros do mercado financeiro, pois trata-se de dívidas do tesouro nacional. Ou seja: a possibilidade de o governo não ter capacidade para honrar suas dívidas é quase inexistente.

A segurança, claro, vem com um preço: a rentabilidade do Tesouro Direto não é a mais alta do mercado, mas ainda assim esse é um dos ativos quase obrigatórios em qualquer carteira de longo prazo, uma vez que o principal objetivo de quem guarda dinheiro para resgate muitos anos à frente é rentabilizar acima da inflação.

Com o TD isso é possível, uma vez que a modalidade conta com a opção IPCA+, cuja rentabilidade é calculada a partir da inflação medida pelo IBGE  (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e de uma taxa fixa.

CDBs

Os Certificados de Depósito Bancários são ativos semelhantes ao Tesouro Direto, porém, quem emite esse tipo de título são os bancos. Embora instituição financeira nenhuma tenha a mesma capacidade de pagamento do governo, dinheiro para honrar as dívidas não costuma ser problema para os bancos. Portanto, os CDBs também são considerados investimentos de baixo risco.

É possível encontrar, inclusive, opções com rentabilidade mais atrativa do que a dos títulos públicos. Porém, fique atento à liquidez: alguns desses ativos só podem ser resgatados no vencimento, ou seja, ao investir, você só receberá de volta o seu dinheiro na data estipulada, que pode ser em seis meses ou até 10 anos. Por isso é importante ler com atenção a descrição do título antes de comprar.

Fundos de renda fixa

Em linhas gerais, fundos de investimento são grupos de pessoas que se reúnem para investir e conseguirem, juntos, montar um portfólio rentável. No caso dos fundos de renda fixa, o objetivo é investir nessa classe de ativos, que inclui os títulos públicos e CDBs descritos acima, além de certificados de recebíveis do agronegócio e mercado imobiliário, títulos de crédito e outras opções.

Os fundos são comercializados em cotas e a rentabilidade do investidor é proporcional à quantidade adquirida. 

Ações

Embora seja conhecido pela alta volatilidade, o mercado de ações também é indicado para quem tem planos de longo prazo. Não por acaso, o número de investidores pessoas físicas na B3, a bolsa de valores brasileira, não para de crescer. Só até julho deste ano — segundo números da própria bolsa —, o número de contas ativas chegou a 3,9 milhões, um avanço de 20% em relação a 2020. 

Embora esteja “na moda”, investir sem qualquer critério em renda variável pode trazer prejuízos. É preciso ter cuidado na hora de escolher os papéis que farão parte do portfólio e acompanhar de perto o desempenho das empresas.

“ A bolsa é um ótimo caminho para quem quer uma rentabilidade superior à da renda fixa, mas lá os investidores também encontrarão maior exposição ao risco. Por isso é necessário estar sempre bem informado. Para quem não tem tempo de se dedicar, o ideal é buscar uma assessoria de investimentos ou gestora de recursos”, destaca o portfolio manager. 

Fundos de investimentos imobiliários (FIIs)

Cada vez mais presentes no radar — e na carteira — dos investidores, os FIIs têm funcionamento similar a outros fundos, porém, são focados em empreendimentos imobiliários ou investem seu patrimônio em ativos ligados ao setor. 

Uma característica que chama a atenção é que esse tipo de investimento pode oferecer, simultaneamente, retorno por meio da valorização das cotas e distribuição de dividendos. Isso porque há fundos que investem em imóveis para locação e os aluguéis gerados por esses contratos são divididos entre os cotistas do fundo. “Os FIIs estão ganhando o radar dos investidores por oferecerem possibilidade de renda passiva, por meio dos dividendos, que além de ser um dinheiro que os investidores recebem mensalmente, ainda permanece isenta de imposto de renda mesmo com o avanço da reforma tributária”, pontua Wagner.

Quer conhecer os melhores investimentos para realizar o seu próximo sonho? A Blue3 te ajuda a encontrar o caminho!