A importância da assessoria financeira para seus investimentos

Quando uma pessoa decide começar a fazer aplicações financeiras, sem dúvidas o principal objetivo dela é aumentar os seus recursos e, assim, fazer sua renda crescer. O grande problema é que essa tarefa não é fácil, apesar de parecer.

Se você não conhece o mercado financeiro, na maioria dos casos o melhor caminho é contar com uma assessoria financeira, que irá analisar o seu perfil e objetivos e, a partir disso, te orientar quais as melhores oportunidades e soluções para sua carteria.

Ainda há grande resistência sobre a atuação da assessoria de investimento, mas engana-se
quem pensa que essa consultoria não é tão importante.

O que é assessoria de investimento?

É um serviço prestado pelo profissional que é chamado de agente autônomo de investimento ou assessor de investimento. Sua função é ajudar e auxiliar seus clientes na hora de tomar decisões que estão relacionadas ao mercado financeiro.

Regulamentada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o assessor trabalha tanto para pessoas iniciantes em operações no mercado, quanto para os investidores mais experientes.

Por ter uma grande responsabilidade, é importante deixar claro que para atuar nessa função é preciso ter formação específica, mediante a provas de certificação, a fim de garantir segurança e qualidade para quem contratou esse importante serviço.

Quais os benefícios de contratar uma assessoria de investimento?

Se você não tiver um bom conhecimento sobre investimentos, aquilo que era para ser um
negócio lucrativo, pode-se tornar uma grande dor de cabeça diante do tamanho do prejuízo.

O assessor está mais preparado para enfrentar a volatilidade (altos e baixos) do mercado e
buscará livrar você de aplicações equivocadas, que podem colocar em risco sua rentabilidade.

Fora isso, a assessoria de investimento vai te auxiliar de acordo com seu planejamento
financeiro, trabalhando com os recursos que você tem à disposição e permitindo que você faça aplicações apenas que estão dentro de seu orçamento.

Mas em uma empresa de assessoria com atendimento completo, como a Blue3, os serviços vão muito além.

Primeiramente, para que o assessor possa ter todas as ferramentas e suporte necessários para apoiar o investidor da melhor forma, contamos um grande time de inteligência, como a mesa de renda variável, mesa investor, área de seguros, assessoria corporate e muito mais! Quer saber mais sobre os serviços da Blue3? Clique aqui!

Mas antes de qualquer coisa, é fundamental conhecer um pouco da sua vida para definir o seu perfil de investidor.

Qual a importância de conhecer seu perfil?

Para determinar qual é o seu perfil de investidor – conservador, moderado ou agressivo –, o
assessor vai avaliar quais são seus objetivos e metas de maneira técnica e prática. Após isso, desenvolverá a estratégia que mais se adequa com você.

O profissional também fará um diagnóstico de seus investimentos atuais, apontando erros (se houver) e mostrando o que deve ser feito para corrigi-los. Fazendo isso, sua carteira será otimizada, deixando claro quais são os riscos e retornos de cada aplicação.

A partir daí, é fundamental que a empresa de assessoria financeira continue te acompanhando para garantir as rentabilidades e um bom andamento das aplicações. Em alguns casos, o assessor pode sugerir mudanças em sua carteira, como a compra e venda de ativos.

Quando é indicado contratar uma assessoria de investimentos?

O mais correto a se fazer antes de começar a atuar no mercado financeiro é contratar uma
assessoria de investimentos. Existem inúmeras barreiras nessa área e qualquer decisão
tomada de forma errada pode trazer consequências graves.

Se você não tem conhecimento sobre o mercado, é fundamental passar por uma assessoria, afinal, contratar uma assessoria de investimentos não deixa de ser um investimento.

Diante de tudo isso, está claro o porquê devemos considerar que a assessoria de investimentos é a maneira mais correta para aplicar corretamente seu dinheiro no mercado financeiro.

E caso você tenha interesse ou alguma duvida sobre assessoria financeira, procure a Blue3, em 2021 fomos eleitos a melhor empresa de assessoria de investimentos do Brasil.

Clique aqui e um de nossos assessores entrará em contato com você.

Blue3, DVinvest e SpaceMoney: o caminho para seu legado financeiro

A construção de uma carteira de investimentos exige disciplina para poupar, disposição para a busca constante de novos conhecimentos e olhar atento à conjuntura política e econômica. Porém, nem sempre há tempo para se manter a par de tudo, o que torna o trabalho de assessores, analistas e jornalistas do mercado financeiro de suma importância.

Para oferecer o melhor atendimento aos seus clientes, a Blue3, que foi reconhecida em 2021 como melhor escritório de atendimento do grupo XP, tem investido em parcerias com o intuito de oferecer análises e informação de qualidade que auxilie os investidores na construção do seu legado, garantindo que eles estejam sempre assistidos por todos os lados.

A Blue3 e a DVInvest firmaram uma parceria de exclusividade que dará aos clientes do escritório acesso gratuito às carteiras e relatórios de mercado produzidos pela casa de análises.

O material é um complemento rico ao trabalho desenvolvido pelos assessores, ao levar para o investidor da Blue3 uma leitura mais precisa e segura do mercado, auxiliando a tomada de decisão diária. Saiba mais sobre essa novidade nessa matéria do portal SpaceMoney.

Também no mês de setembro, outra parceria foi firmada para levar informação com agilidade e credibilidade para os investidores da Blue3. No dia primeiro, o portal SpaceMoney inaugurou dois canais que têm patrocínio do escritório de investimentos, abrangendo uma cobertura intensa do dia a dia da bolsa de valores e mercado de renda variável, além de um espaço voltado para proteção e futuro, com notícias e reportagens sobre renda fixa, previdência privada e seguros.

A parceria também inclui a produção de materiais jornalísticos para os canais proprietários da Blue3, como este blog, e a criação de conteúdo multimídia. Uma dessas iniciativas é o PapoBlue — divulgado semanalmente no canal da SpaceMoney no YouTube —, uma conversa semanal com profissionais da Blue3 e parceiros sobre os fatos que estão movimentando o mercado de capitais.

Você, assistido por todos os lados

Um dos frutos dessa conexão entre as empresas é a série de eventos que acontecerão na próxima semana. Entre os dias 20/09 (segunda-feira) e 23/09 (quinta-feira), a Blue3 organizará lives diárias que mostrarão aos investidores os melhores caminhos para a criação do seu legado financeiro. 

Entre os convidados para os Bluetalks estão profissionais da Blue3 que são feras do mercado financeiro, como Bruno Moura, superintendente de Renda Variável; Thiago Nemézio, líder de Alocação; Laís Souza, líder de Operações e Patrick Jonston, superintendente de Renda Variável.

Além da equipe “da casa”, os parceiros da DVinvest também contribuirão com seus conhecimentos de mercado. Dalton Vieira, analista técnico; e Rodrigo Oliveira, analista fundamentalista, falarão sobre as diferentes abordagens que os investidores utilizam para compreender o comportamento dos ativos na B3, a bolsa de valores brasileira.

A apresentação dos eventos ficará a cargo de Amanda Fraioli, especialista em educação financeira na Blue3, e Fabio Murad, CEO e fundador da SpaceMoney.

Confira a programação:

  • 20/09, às 18h: Educação financeira: o primeiro passo para investir no seu legado. Convidado: Bruno Moura, superintendente de renda variável da Blue3.
  • 21/09, às 18h30min: Diversificação: O único almoço grátis no mundo dos investimentos. Convidados: Thiago Nemézio, líder de alocação, e Lais de Souza, líder de operações – ambos da Blue3.
  • 22/09, às 18h: Renda variável: as melhores estratégias para o longo prazo.
    Convidado: Patrick Johnston, superintendente de renda variável da Blue3.
  • 23/09, às 18h: O poder dos gráficos: Como uma casa de análises pode potencializar seus investimentos.
    Convidados: Dalton Vieira, analista técnico, e Rodrigo Oliveira, analista fundamentalista – ambos da DVinvest.

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Sonha com o primeiro imóvel? Confira os melhores investimentos para acumular renda

O planejamento financeiro é importante em todas as fases da vida, principalmente quando se pensa em comprar o primeiro imóvel, um dos principais sonhos de conquista das pessoas. Justamente por se tratar de uma decisão de longo prazo, é essencial que se tenha muita atenção nesse momento. É aí que entra o papel dos investimentos, que podem ser os grandes responsáveis por fazer sua reserva crescer de forma mais rápida.

Para os profissionais da área, quando se trata de investimentos de longo prazo, a renda fixa pode ser uma ótima opção. Vale ficar de olho tanto nos títulos públicos do Tesouro Direto quanto em opções oferecidas por instituições privadas, como CDBs, LCIs, LCAs, CRIs e CRAs.

Para escolher o investimento que melhor atende ao seu perfil, antes de mais nada você precisa traçar seu objetivo, sempre pensando no preço do imóvel. Quanto poupar por mês? Pretende fazer aportes mensais? Quer ter mais ou menos riscos?

Confira as principais diferenças entre esses modelos de investimentos:

Tesouro IPCA+

Talvez seja o investimento mais acessível para quem investe para médio e longo prazo, como em casos de compra de imóveis. O Tesouro IPCA+ com ou sem juros semestrais (NTN-B e NTN-B Principal) é um tipo de título público que paga uma taxa prefixada mais a variação da inflação pelo IPCA.

Como são negociados via Tesouro Direto, o aporte inicial é de apenas R$ 30, respeitando o valor mínimo de 1% do valor de um título.

Nesse modelo, quanto maior o prazo, maior a oscilação. Assim, as vendas antecipadas podem dar ao investidor um retorno negativo, caso os preços estejam em baixa. Dessa forma, é importante também casar o prazo de vencimento do papel com o prazo de utilização dos recursos.

Na maioria dos casos, é o mais indicado quando se deseja poupar para a compra de imóvel.

LCI e LCA

LCA é a sigla para Letra de Crédito do Agronegócio. Já LCI significa Letra de Crédito Imobiliário. Esses títulos são emitidos por bancos e se diferem no foco do financiamento. O primeiro financia as atividades do setor de agronegócio. Já o segundo suporta atividades do setor imobiliário.

Em ambos, a taxa de rentabilidade e a data de vencimento são definidas no momento da compra. Ou seja, a diferença principal está na taxa de rendimento, prazo de aplicação, aporte inicial e o foco de investimento – no agronegócio ou no setor imobiliário.

A grande vantagem nesse tipo de investimento está na isenção de taxas e na rentabilidade um pouco acima do CDI.

Quando o objetivo é a compra de um imóvel, o ideal é escolher LCIs e LCAs de prazos mais longos, melhorando a rentabilidade.

Fundos de renda fixa

Os investimentos mais conservadores não são os ideais quando pensamos em compras de imóveis. A acumulação nessas aplicações financeiras é mais lenta, mas funciona.

Nesse modelo, os gestores dos fundos compram títulos de renda fixa, como CDBs (certificados de depósito bancário) e Títulos Públicos, em uma espécie de empréstimo, esperando receber esse dinheiro de volta, acrescido de juros.

Os fundos de renda fixa costumam empregar diversos ativos em sua composição – até mesmo ativos mais arriscados podem compor a carteira. Os ganhos são divididos entre todos os participantes proporcionalmente, a depender de quanto cada um aplicou no fundo.

CDBs indexados à inflação

O CDB IPCA ou Certificado de Depósito Bancário vinculado ao desempenho do Índice Nacional de Preços ao Consumidor é uma aplicação de renda fixa muito utilizada por quem deseja proteger o poder de compra da moeda.

Geralmente são emitidos por bancos médios e costumam ter uma remuneração bastante interessante. Oferecem uma taxa prefixada mais a variação da inflação, em geral pelo IPCA.

Quanto maior o prazo, maior tende a ser a rentabilidade. Mas como não costumam ter liquidez antes do vencimento, o ideal é casar o prazo do papel com o do objetivo.

E para que seus investimentos realmente tenham resultados, nada melhor que contar com o apoio dos profissionais da área.

Não perca tempo, fale com um assessor Blue3.

Mesmo com alterações nas regras do IR, FIIs seguem isentos de tributação. Como investir?

Os dividendos recebidos de Fundos de Investimento Imobiliários (FIIs) continuarão com rendimentos isentos, como propõe a última versão que altera as regras do Imposto de Renda (IR) apresentada pelo relator do projeto, o deputado federal Celso Sabino (PSDB-PA), e aprovada pela Câmara dos Deputados no início do mês.

Cerca de 1,5 milhão de investidores, que migraram da caderneta de poupança para os FIIs nos últimos anos, permanecerão beneficiados pela medida. 

O texto original encaminhado pelo Ministério da Economia ao Congresso Nacional, no âmbito da segunda fase da Reforma Tributária, defendia que os FIIs fossem tributados em 15%. Segundo cálculos do Poder360, cerca de R$ 850 milhões deixarão de ser arrecadados pela Receita Federal em razão dessa isenção que, se derrubada, entraria em vigor a partir do próximo ano.

Hoje, os FIIs são tributados em 20% se houver ganho de capital pela valorização das cotas através de suas vendas.

Confira o que são os Fundos de Investimento Imobiliários (FIIs), quem são as pessoas aptas e como investir nessa modalidade.

O que são Fundos de Investimento Imobiliários (FIIs)?

Os Fundos de Investimento Imobiliários (FIIs) são uma classe de ativos de renda variável que reúne cotistas para, com os recursos levantados, aplicar em ativos do mercado imobiliário.

Quais são os tipos de Fundos Imobiliários (FIIs)?

Fundos de tijolo: Os fundos de tijolo – ou de renda – são aqueles que investem em ativos físicos, como imóveis urbanos ou rurais, com fins comerciais ou residenciais. Alguns exemplos são prédios de escritórios, galpões logísticos, hospitais, hotéis, lajes corporativas, lojas e até shopping centers e supermercados.

Fundos de papel: Os fundos de papel – ou de recebíveis – investem o patrimônio dos cotistas em títulos, ações e outros ativos comercializados na bolsa e estão ligados ao setor imobiliário – como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), as LCIs (Letras de Crédito Imobiliário).

Fundos de fundos: São aqueles que existem para comprar cotas de outros Fundos Imobiliários e, assim, permitem diversificar a carteira.

Como investir em Fundos Imobiliários (FIIs)?

Passo 1: abra e mantenha uma conta ativa em uma corretora de valores. 

Passo 2: transfira os recursos para a sua conta na corretora. Verifique o tamanho do aporte que planeja realizar de acordo com a cotação atual do Fundo Imobiliário que você escolheu e faça a transferência.

Passo 3: procure qual Fundo Imobiliário você vai adquirir na plataforma da corretora pelo nome do ticker.

Assim como as ações, o código de negociação dos FIIs tem quatro letras seguidas pelo número 11. Por exemplo: HGLG11, XPML11, BRCO11, IRDM11, etc.

Quando o localizar, basta configurar a quantidade de cotas, conferir o valor e fazer a confirmação.

IFIX

Semelhante ao Ibovespa, o índice IFIX foi criado em 2012 com o intuito de ser uma carteira hipotética de referência. A B3 estabelece uma metodologia e cria uma carteira teórica de ativos mais negociados da Bolsa de Valores para ser um termômetro de como anda o mercado de FIIs. A lista do IFIX pode ser um bom ponto de partida para analisar e escolher os seus primeiros investimentos nessa classe de ativos. 

Assim como o Ibovespa, você não compra o IFIX, mas pode montar uma carteira semelhante a ele. 

Quer montar uma carteira diversificada de acordo com o seu perfil de investidor? Fale com um assessor Blue3!

Como funciona o trabalho de um escritório autônomo de investimentos?

A importância de investir está cada vez mais em evidência nos dias atuais. O tempo todo somos lembrados por empresas e influenciadores de que precisamos investir nosso dinheiro em busca de um futuro mais tranquilo e para deixar um legado para quem amamos.

E por isso, tem se tornado comum as pessoas se “aventurarem” nos investimentos sozinhas. No entanto, até que consigam adquirir (e colocar em prática) os conhecimentos necessários para a criação de uma carteira de investimentos que traga resultados sólidos, o risco desses “novatos” fazerem escolhas erradas e acabarem com prejuízos é bem grande. 

Para evitar esse risco ao patrimônio, a melhor alternativa é contar com a ajuda de profissionais especializados no assunto. E para isso, nada melhor do que ter ao seu lado um escritório autônomo de investimentos.

Essa, inclusive, é uma opção muito utilizada no mundo inteiro. Para se ter uma ideia, nos EUA existem mais de 1,3 milhão de agentes autônomos de investimento. No Brasil, porém, o mercado ainda é bem menor, com pouco mais de três mil profissionais dedicados à profissão.

“O mercado de assessoria de investimentos está em expansão no Brasil, principalmente por conta do crescimento das plataformas e corretoras independentes, após o passo inicial dado pela XP Investimentos alguns anos atrás, mercado de capitais se tornou mais próximo dos pequenos investidores. Hoje, a B3 já conta com quase quatro milhões de contas ativas de pessoas físicas e há ainda um grande espaço para crescimento, na medida em que a população brasileira começa cada vez mais a se educar financeiramente e a desenvolver um novo olhar sobre o que é investir e descobrir que, por meio da aplicação disciplinada de parte dos seus recursos, é possível obter excelentes resultados no longo prazo”, declara Wagner Vieira, CEO da Blue3, que foi eleita a melhor empresa de investimentos vinculado ao Grupo XP.

Mas como esses escritórios funcionam e quais as vantagens de contar com uma assessoria para seus investimentos?

A decisão é sua!

Os escritórios autônomos de investimento não fazem a gestão direta dos recursos dos seus clientes. Seu papel é orientar sobre quais são as melhores opções de investimento de acordo com o perfil e objetivos de cada investidor. Nesse sentido, eles funcionam como “conselheiros profissionais”, informando quando surge alguma oportunidade para investir e orientando sobre quais as melhores formas de gerenciar seu patrimônio. Mas é importante ressaltar que a decisão final de aplicar em um ativo é do investidor, não da assessoria.

O trabalho dos assessores de investimento e escritórios de agente autônomos têm a sua atuação regulamentada pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a partir da instrução CVM 497, editada em 2011.

Quais são as vantagens de contar com uma assessoria de investimentos?

Um agente autônomo de investimentos é alguém focado 100% do tempo em trazer as melhores oportunidades para seus clientes. Para alcançar esse objetivo eles estão permanentemente de olho no cenário político e econômico, indicadores de performance do mercado e da macroeconomia, mudanças na legislação ou tributação, entre outros diversos fatores que transformam o cenário do mercado de capitais no dia a dia.

Também é papel deles relacionar as oportunidades ao perfil do cliente, seu patrimônio acumulado e apetite por risco, criando uma carteira de investimentos personalizada e diversificada, que equilibre uma boa rentabilidade com o menor risco possível.

Outra vantagem dos escritórios de agentes autônomos, atrativa principalmente para quem ainda não tem um grande capital acumulado, é que os custos são mais baixos que os praticados por uma gestora de recursos, por exemplo. Assim, é possível contar com o auxílio de profissionais experientes do mercado e reservar uma fatia maior do seu dinheiro para render com as aplicações.

Como escolher a melhor assessoria de investimentos?

O primeiro passo é verificar se o escritório (e seus profissionais) são registrados na CVM. Procure saber mais sobre o trabalho realizado pela assessoria e, principalmente, como funciona o atendimento aos clientes.

“Seu assessor deve procurar entender seu perfil atual de investidor, capacidade financeira, além dos sonhos e objetivos que você espera do futuro. Esse interesse de conhecer a fundo a sua vida financeira permitirá que ele te mostre qual é o melhor caminho para criar o seu legado”, resume Wagner.

Além disso, sabemos que investir vai muito além das aplicações na Bolsa de Valores, por isso, um bom escritório de investimentos irá te ajudar a explorar todas as possibilidades. Como por exemplo, na Blue3 você conta com uma mesa de renda variável (também a melhor da rede XP), mesa de renda fixa, gestão patrimonial, câmbio e assessoria corporate (focada em investimentos para pessoa jurídica). Ter ao seu lado um time eficiente e um atendimento completo faz toda a diferença para a perpetuação do seu patrimônio.

Fale com um assessor Blue3 e invista com o melhor escritório de investimentos do Brasil!

ABC do Mercado – Relatório Focus projeta inflação a 7,27% em 2021. Entenda como é calculado o IPCA

As projeções para a inflação em 2021 não estão otimistas. Segundo a pesquisa semanal realizada pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras do Brasil e disponibilizada no relatório Focus da última segunda-feira (27/08), a expectativa é que o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), considerado o índice oficial de inflação do país, termine este ano acumulado em 7,27%. 

Esse nível de inflação, caso se confirme, representaria o maior aumento anual de preços no Brasil desde 2015, quando o índice encerrou o ano com acumulado de 10,67%.

Mas o que isso significa?

A inflação é um dos grandes fantasmas da economia brasileira. Nos anos 1980, o país foi obrigado a conviver com um fenômeno chamado “hiperinflação”, em que o dinheiro perdia valor rapidamente (muitas vezes em questão de dias ou até horas). Naquele tempo, era comum as pessoas receberem o salário e — às vezes, literalmente — correrem para o supermercado para comprar o que fosse possível, uma vez que os preços eram constantemente remarcados diretamente nas prateleiras. Felizmente, esse tempo passou e hoje a economia brasileira desfruta de relativa estabilidade. Mas isso não quer dizer que nosso dinheiro tenha parado de se desvalorizar.

Para medir a perda do poder de compra do nosso dinheiro, o governo brasileiro utiliza a pesquisa mensal de preços do varejo e serviços, realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em dez grandes cidades brasileiras. O cálculo é feito em cada região e, depois, somam-se os valores apurados para compor o índice nacional. Entre os dados utilizados pela entidade estão desde preços de alimentos básicos, como arroz, feijão, frutas e legumes nos supermercados, até custos com transporte, vestuário, educação, saúde e serviços, como concessão de energia elétrica e água encanada.

A partir das variações de preços é possível entender se, com o mesmo montante de dinheiro, a população conseguiu consumir mais ou menos. Se a balança pender para o lado negativo, o resultado é chamado de inflação. Por outro lado, se o dinheiro “ganhou valor”, diz-se que o cenário foi “deflacionário”.

Seu dinheiro poderá valer menos no final deste ano

Voltando à previsão do mercado financeiro, caso ela seja certeira, no final deste ano teremos menor capacidade de consumo que no começo. Com o IPCA a 7,27%, caso você tenha guardado R$ 100 embaixo do colchão em janeiro, em dezembro você continuará com a mesma cédula azul, mas agora ela terá o poder de compra equivalente de R$ 92,73 no início do ano. Ou seja: depois de doze meses, você precisará de sete reais a mais para comprar os mesmos itens no supermercado. Esse é o poder (negativo) da inflação.

Ninguém gosta de perder dinheiro, mas como se proteger da inflação?

Não é possível proteger-se totalmente da inflação. Afinal, todos os dias vamos à padaria, ao supermercado, compramos uma roupa, almoçamos fora… Enfim, existe sempre uma influência da inflação sobre o nosso dia a dia.

Porém, é possível proteger o futuro!
Como?
O melhor caminho é utilizar investimentos que tragam rentabilidade acima da inflação, para que o patrimônio cresça sem se desvalorizar.

Um dos melhores exemplos é o Tesouro Direto IPCA+. O título, emitido pelo tesouro nacional, é indexado à inflação oficial, isto é, tem seu rendimento atrelado a ela, além de uma pequena taxa de crescimento mensal. No caso da opção com vencimento para 2045, por exemplo, o investidor recebe juros equivalentes ao IPCA no período mais 4,63% ao ano.  

Diferentemente de quem deixou o dinheiro no colchão, ao final de 2021 um investidor que tivesse investido R$ 100 no Tesouro IPCA+ 2045 não terminaria o ano com R$ 92,73, mas com R$ 104,63.  Na prática, entre o que deixou de perder e o que rendeu, esse investidor “embolsou” R$ 11 em 12 meses.

Parece pouco, mas é sempre melhor ganhar do que perder!

Venha para a Blue3 e transforme seu futuro por meio dos melhores investimentos!

Previdência Privada: como se preparar para a velhice

Envelhecer é uma das maiores dádivas da vida e ter a oportunidade de viver essa fase com qualidade, é ainda melhor. Os anos passam, mas os prazeres da vida permanecem e esse artigo tem o intuito de mostrar que é possível estender todos esses prazeres para anos de sabedoria e experiência.

A cada ano a expectativa de vida aumenta e isso também é um ponto que merece atenção. Segundo o IBGE (2020), em 1940 as pessoas que chegassem aos 50 anos teriam em média mais 19 anos pela frente. Já em 2019 esse número saltou para 30, ou seja, um crescimento de 12 anos a mais. O fato é que ganhamos mais tempo, entretanto também estaremos mais sujeitos aos seus efeitos.

Não existe segredo e nem receita de bolo, o planejamento financeiro está aí para auxiliar em todas as fases da vida e principalmente na que exigirá mais cuidados: a velhice.

Juntamente ao tempo, ganhamos a oportunidade de gerar mais renda e investir o suficiente para garantir um momento feliz e tranquilo. Por outro lado, o risco de contrair dívidas também aumenta e por isso é importante definir alguns números desde cedo.

De acordo com o Raio X do Investidor (2020), 51% dos mais de 2.000 entrevistados, ainda acreditam que o dinheiro da aposentadoria virá do INSS. O lado bom é que de 2018 para 2019, esse número reduziu em 5%. Mas, apenas 7% apostam na Previdência Privada e 10% não sabem ou não pensam sobre o assunto.

Os jovens ainda estão em tempo para procurar o melhor plano de previdência, mas e os vovôs e vovós? Eles também.

Devemos concordar que quanto mais cedo, menos recurso será exigido de aporte, mas é possível começar depois de anos de vida percorridos. A diferença é que, além de precisar de mais recursos para aporte, a estratégia também será outra. O importante é começar!

Mas como se preparar? 

Além de identificar o perfil do investidor é necessário saber o objetivo desse recurso e quando será utilizado. Para horizontes mais longos é possível investir em ativos mais voláteis, esses apresentam maior rentabilidade e, se porventura cair, há tempo de recuperar. Já para o curto prazo, o ideal é optar pelos que “balançam” menos.

Diante de todos esses dados você já viu que é necessário montar um colchão financeiro, sem precisar contar com aquela “ajudinha” do governo. Com essas dicas ficará muito mais fácil começar, independente da idade que tiver! 

O que é um colchão financeiro? 

O colchão financeiro é uma reserva de emergência que devemos ter para cobrir despesas inesperadas. Dizem que o termo colchão surgiu quando os bancos ainda não eram tão acessíveis, pois muitas pessoas costumavam guardar o seu dinheiro embaixo do colchão. 

Dessa forma, o colchão financeiro é basicamente um montante reservado para casos extremos, como o desemprego prolongado ou uma doença excepcional na família, por exemplo. Por isso, seu principal objetivo é cobrir as despesas durante esse período “sem rendimentos”. 

Previdência Privada e a aposentadoria 

A previdência privada pode funcionar como um fundo para guardar recursos para a aposentadoria do investidor e é dividida em dois tipos de planos: PGBL e VGBL. A maior diferença entre elas é a tributação, já que a primeira é mais indicada para quem declara Imposto de Renda pelo formulário completo, e a segunda para quem preenche o formulário simples. 

Mas além disso, eles possuem diversas características próprias que devem ser analisadas de acordo com perfil e objetivos de cada investidor. 

Confira as principais diferenças: 

PGBL – Plano Gerador de Benefício Livre 

Este plano é ideal para quem declara o IR pelo modelo completo e contribui para o INSS, pois ele permite o benefício fiscal na Declaração de Imposto de Renda, durante o período de acumulação. É importante aplicar apenas o limite, não vale a pena colocar mais que isso. 

Já na declaração de Imposto de Renda, os valores investidos no plano, podem abater até o limite de 12% da base de cálculo (renda bruta tributável), na Declaração Anual de Imposto de Renda pessoa física.

Quanto ao resgate e/ou pagamento do benefício, o Imposto de Renda incide sobre o valor total resgatado e sobre o valor total do benefício pago também.

VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre

O VGBL é indicado para quem é isento ou declara o IR pelo modelo simplificado ou deseja aplicar mais de 12% da sua renda bruta em Previdência Privada. 

Dessa forma, os valores investidos no plano não são dedutíveis do Imposto de Renda, que incide apenas sobre os rendimentos e as contribuições realizadas não são tributadas e além disso, não há limites. 

Sendo assim, pode-se ultrapassar o valor de 12% da sua renda e ainda ter um benefício proporcional. 

Para saber quais os principais pontos a serem considerados na hora de escolher o seu plano, leia o artigo “Previdência Privada: Pontos essenciais para escolher o seu plano”. 

Tempo para planejar

Uma coisa é certa: tudo que é feito com um bom planejamento tem maiores chances de dar certo. E o plano para a sua aposentadoria não é diferente. 

O grande sonho de um futuro tranquilo pode começar a ser construído agora e você não precisa depender da previdência social. 

Além de ser um investimento para o longo prazo, também possui uma maior segurança, em comparação com outros produtos do mercado financeiro e não traz grandes riscos. Inclusive possui uma fácil portabilidade, caso você queira transferir seus investimentos do banco para uma corretora, como a XP por exemplo. 

E claro, para construir o seu futuro a Blue3 Investimentos te ajuda a gerenciar o seu patrimônio da melhor forma. Clique aqui para falar com um assessor. 

Leia o artigo “Previdência Privada: a importância para a sua carteira” e entenda as diversas vantagens desse ativo. 

Alta da Selic: como preparar seus investimentos para esse cenário?

A taxa Selic é um dos principais indexadores da economia brasileira e é ela que direciona os demais indicadores do mercado, considerada uma das maiores ferramentas do Banco Central para o controle da inflação. Atualmente, vivemos um movimento de alta de juros, por isso é importante nos atentarmos a ela e mais ainda: como preparar nossos investimentos diante desse cenário? 

O que é a taxa Selic? 

Para isso, primeiramente vamos relembrar os conceitos básicos. A taxa Selic é a taxa de juros básica da economia e é a sigla para Sistema Especial de Liquidação e Custódia, um programa virtual onde, diariamente, instituições financeiras compram e vendem títulos do Tesouro Nacional. Ela também está diretamente ligada aos juros dos títulos públicos que o governo oferece neste sistema. 

Mas o que a alta da Selic significa na prática? 

Quando o Banco Central anuncia um aumento da taxa SELIC, por exemplo, consequentemente, os empréstimos, financiamentos e demais operações financeiras também ficam mais caros. Isso acarreta juros maiores e favorece a queda da inflação, visto que o poder de compra das pessoas diminui. 

Um dos maiores referenciais que temos quando trabalhamos seja na renda fixa ou no multimercado é o CDI, pois ele representa a taxa de depósito interbancário e acaba também demonstrando uma correlação fortíssima com a Selic.

Assim, com a taxa Selic subindo para 4,25% ao ano, o CDI anual passa a subir também para 4,15%.

Tendo em vista este cenário, vamos agora ao que pode ser feito nos seus investimentos a fim de aproveitar esse momento de alta. 

Mas precisamos ressaltar que não é um motivo para você voltar a colocar todo o seu patrimônio em renda fixa. 

O ponto principal a ser compreendido nestes momentos é apenas que agora, talvez seja hora de transferir um percentual alocado em um mercado específico que pode acabar sendo prejudicado, para um outro que, num horizonte de médio ou longo prazo, passará a se apresentar como mais interessante. 

Mas claro que o mais recomendado é que você converse primeiro com um assessor de investimentos Blue3 para receber o auxílio adequado na implementação de qualquer mudança.

Vamos agora para as soluções disponíveis no mercado financeiro.

Renda Fixa

Começando para aquele público mais conservador que não está disposto a aceitar um maior risco para aumentar seus retornos, os títulos do Tesouro NTN-B, também conhecido como Tesouro IPCA+ podem ser uma boa opção diante do aumento da inflação oficial ( IPC-A ) que alcançou o patamar de 8,06% acumulada de 12 meses segundo os cálculos do IBGE.

No geral, quando se aposta numa alta da inflação futura e o que se deseja é preservar o poder de compra, aplicar em investimentos que tenham o IPCA como seu indexador é sempre interessante. 

Sendo assim, visando a preservação do juro real do seu investimento, além dos títulos públicos federais ligados a inflação, temos outras opções de investimentos com bastante atratividade na renda fixa devido a sua isenção para pessoa física LCAs, LCIs, CRAs e CRIs ;

Para esclarecer, tanto as LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio), como os CRAs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio), são títulos de dívida que se destinam ao financiamento do Agronegócio. 

As LCIs (Letras de Crédito Imobiliária) e CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) são títulos voltados ao financiamento do setor imobiliário. A diferença entre esses títulos são as instituições que emitem a dívida. No caso das Letras de Crédito, as instituições emitentes são os bancos e nos Certificados de Recebíveis, são as Companhias Securitizadoras.

Em ambos os casos, nós conseguimos obter uma excelente rentabilidade atrelada ao IPCA, isentas de Imposto de Renda para pessoas físicas e, no caso das Letras de Crédito (LCI e LCA), contamos com o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), tão valioso para conferir maior segurança aos seus investidores.

Outra opção bastante comum no mercado são as Debêntures, um representativo de dívida emitido por ações, que assegura a seus detentores o direito de crédito contra a companhia emissora.

Assim como CRA e CRI, as Debêntures incentivadas também possuem o benefício de isenção para pessoa física e para pessoa jurídica imposto de 15%, além de rentabilizar os seus investimentos, investindo em Debêntures incentivadas, você ajudar a fomentar o setor de infraestrutura do país.

Além disso, o investidor pode também utilizar ativos atrelados ao CDI para acompanhar o aumento da taxa Selic.

Multimercado

Para investidores que estejam um pouco mais propensos a correr risco e fugir da renda fixa com este novo patamar de rentabilidade, os fundos multimercado se configuram como boa opção para quem deseja buscar um meio termo entre a renda fixa e a renda variável.

Os fundos multimercado são fundos de investimento que possuem uma alta flexibilização para escolha da alocação dos seus ativos. Então, não existe uma limitação para composição da sua carteira, e os mesmos têm flexibilidade total para escolha dos seus ativos entre títulos de renda fixa, moeda, ações e commodities, seja no mercado nacional ou internacional.

Dentre a esfera dos multimercados, existem muitos tipos diferentes em que eles podem ser classificados. 

No Brasil, temos quatro classificações principais, são elas: Macro; Long & Short; Quantitativa e Arbitragem.

É importante se atentar e procurar o fundo mais compatível com as características do próprio investidor. Como existe um espectro muito grande de abrangência entre os fundos multimercado, acabamos por conseguir encontrar fundos com perfis de risco e rentabilidade diversos. 

Cabe a cada um buscar, dentre os perfis de fundos multimercado disponíveis aquele que considera mais compatível ao seu perfil.

Renda Variável

Apesar da Selic estar subindo, o patamar atual ainda é favorável para o mercado de ações. Ativos em renda variável também seriam uma boa opção para acompanhar o aquecimento da economia, com projeções bastante otimistas para o PIB brasileiro. 

Mas, obviamente, o que se recomenda é que se passe a alocar um percentual neste segmento visando captar esta valorização, que vai depender necessariamente do seu perfil de investidor e vai permitir que você obtenha um ganho de juro real sobre a sua carteira.

Por exemplo, é possível você seguir o modelo de investimento de Warren Buffet: comprar ações no longo prazo e esperar pacientemente que elas cheguem a um bom preço de empresas consideradas sólidas, e tentar não se desfazer dos papéis, essa estratégia é popularmente conhecida como buy and hold. 

Mais uma vez, tudo vai depender do seu perfil de investidor e estratégia utilizada.

E claro, se você ainda tiver alguma dúvida, clique aqui e fale com um assessor Blue3.

Tripé dos investimentos: o que avaliar antes de começar a investir?

Se você quer começar a investir, mas está com muitas dúvidas, este artigo vai te ajudar a entender algumas características dos produtos financeiros.

Nós vamos te apresentar três pilares muito importantes que devem ser considerados na hora de decidir onde colocar o seu dinheiro.

Antes de realizar qualquer aplicação é preciso que você defina seu objetivo e, primeiramente, conheça seu perfil de investidor.

Para isso, é preciso que responda as seguintes perguntas: Você quer investir no curto, médio ou longo prazo? Você tem disposição para assumir algum risco?

Cada tipo de investimento apresenta três variáveis fundamentais e por meio delas, você poderá saber quais produtos se adaptam melhor aos seus objetivos.

Tripé dos Investimentos

O tripé dos investimentos é composto por:

  1. Segurança;
  2. Liquidez;
  3. Rentabilidade.

Segurança

No contexto dos investimentos a insegurança é uma das grandes questões que causam aversão ao mercado financeiro. Mas o quanto você preza pela segurança dos seus investimentos é uma das principais características para definir o seu perfil de investidor.

A exposição a riscos influencia diretamente na escolha do produto a ser aplicado, pois é a partir dela que você poderá montar a sua carteira, priorizando os produtos que sejam de acordo com as suas metas.

Quanto ao risco, podemos defini-lo como a possibilidade de determinado investimento não gerar a rentabilidade esperada, ou seja, a probabilidade de perder o dinheiro investido. Entretanto, vale lembrar que um risco maior também quer dizer mais possibilidade de melhores resultados. 

No mercado financeiro é possível encontrar diversos tipos de investimentos que apresentam certo nível de segurança. Os investimentos em renda fixa, tais como Tesouro Direto, CDBs, LCAs/LCIs, tendem a apresentar menores riscos quando comparados aos investimentos em renda variável, como por exemplo as ações, fundos imobiliários ou fundos multimercado.

Em território nacional, os investimentos considerados mais seguros são os oferecidos pelo Tesouro Direto, como o Tesouro Selic, Tesouro Prefixado e Tesouro IPCA+.

Liquidez

A liquidez é a facilidade de se transformar determinado ativo em dinheiro, sem que seu preço seja afetado.

Por exemplo, não é tão fácil e rápido vender um apartamento, principalmente se a necessidade do dinheiro for urgente. Dessa forma, talvez seja necessário vender este apartamento por um preço bem abaixo do seu valor justo. Assim, não pode ser considerado líquido, pois apresenta uma baixa liquidez.

O investimento no Tesouro Selic já apresenta boa liquidez, pois pode ser resgatado a qualquer momento sem sofrer perda de seu valor.

No caso de ações, se a empresa for uma Blue Chip (empresa que apresenta alto valor de mercado e grande volume de negociação na bolsa),ela apresentará maior liquidez.

Se for Small Cap (empresa menor e menos negociada na bolsa), terá menor liquidez. Uma vez vendida, o tempo de resgate é “D+2”. Isso significa que ao vender uma ação hoje, o dinheiro só irá cair na sua conta da corretora em dois dias úteis.

Rentabilidade

A rentabilidade se refere ao retorno que determinado investimento pode gerar.

Digamos que você invista R$1.000,00 em um investimento com rentabilidade líquida de 5% ao ano.  Quer dizer que ao final de um ano, o resgate esperado será de R$1.050,00. 

Este é um dos pilares mais atraem os investidores e é a prioridade de muitos. Mas sempre deve ser analisada juntamente com os fatores de risco e liquidez.  

Os ativos que apresentam maior rentabilidade são os de renda variável, dessa forma, também tendem a ser os que oferecem menor segurança.

A importância do tripé na hora de investir

O conceito do tripé se baseia no fato de que, para obter bons resultados nos investimentos, deve-se priorizar apenas duas dessas variáveis, pois nenhum produto poderá ter essas três características ao mesmo tempo.

Por isso, ao investir, é preciso entender que para qualquer aplicação, as variáveis risco, liquidez e rentabilidade precisam ser consideradas.

A rentabilidade está relacionada às outras duas varáveis. Um investimento que apresenta baixa segurança precisa oferecer uma maior rentabilidade para se tornar atrativo. E, em geral, quanto maior a liquidez, menor será a rentabilidade.

Caso seu maior objetivo seja obter maior rentabilidade, você precisará assumir mais riscos e em alguns casos abrir mão da liquidez. Se quer priorizar a liquidez e segurança, provavelmente não irá obter grande rentabilidade.

  Para gerenciar o seu patrimônio da melhor forma, é preciso ter cautela, planejar e diversificar. Levar em conta esses pontos e tomar decisões pautadas no tripé dos investimentos pode te ajudar a criar um portfólio mais sólido, diversificado e claro, com resultados mais assertivos.

Ainda tem dúvidas sobre investimentos? Procure um assessor da Blue3.

Guia completo dos impostos que incidem sobre os investimentos

Com o grande volume de CPFs ingressando no universo dos investimentos, muitos ainda estão descobrindo os diversos produtos disponíveis, inclusive, os de renda variável. Um erro comum entre os investidores é não se atentar quanto aos impostos que incidem sobre os investimentos. Sendo que esses encargos influenciam diretamente nos ganhos de sua aplicação.

Para você entender melhor sobre a importância desse assunto, vamos começar fazendo uma comparação bem simples entre futebol e tributação. Pode parecer coisa para os contadores, mas na verdade, conhecer a regra do jogo ajuda o investidor a fazer um planejamento tributário dos investimentos e maximizar os seus ganhos.

Já parou pra pensar sobre a importância do impedimento ou até mesmo como seria se não houvesse essa “regrinha” polêmica no futebol? O impedimento é uma das regras mais complexas do futebol, porque envolve tanto o conceito de posicionamento em campo, quanto a capacidade de avaliação por parte do árbitro sobre a influência que um jogador pode exercer em um lance.

O impedimento serve para deixar o jogo mais equilibrado e evitar que um jogador fique na área do adversário, aguardando um lançamento de bola para fazer o gol. Se não fosse assim, os técnicos não precisariam de estratégias para ganhar o jogo. Nesse sentido, não basta apenas o técnico conhecer a regra, pois quem vive ela, na prática, é o jogador que vai entrar em campo.

E para escolher a melhor aplicação para o seu dinheiro é a mesma coisa. A decisão depende de diversas variáveis, como o risco que está disposto a correr, o retorno que pretende ter e o tempo que tem para manter o dinheiro investido.

Além desses pontos, existem alguns itens que, muitas vezes, passam despercebidos, mas que influenciam diretamente nos ganhos de sua aplicação: os impostos que incidem sobre o investimento. A incidência dos tributos vigentes varia de um investimento para outro. Sobre os rendimentos provenientes de investimentos no mercado financeiro temos dois impostos:

Imposto sobre Operações Financeiras – IOF e Imposto de Renda – IR.

No IOF, a tributação ocorre para saques com menos de 30 dias de aplicação sobre a rentabilidade, e é proporcional ao número de dias aplicados. A alíquota, nesse caso, é regressiva, ou seja, diminui à medida que aumenta o prazo de aplicação. Neste contexto, as alíquotas variam de 96%, para aplicações por 1 dia, até 3% para aplicações por 29 dias e 0% a partir de 30 dias.

Já para o IR, a alíquota depende do tempo de aplicação. 

A tabela abaixo, mostra as diferentes alíquotas, de acordo com o prazo de cada investimento.

PrazoAlíquota
Até 180 dias22,5%
De 181 a 360 dias20%
De 361 a 720 dias17,5%
Acima de 720 dias15%

Tanto o IOF, quanto o IR, via de regra, são impostos retidos na fonte pela instituição financeira a qual o investidor tem relacionamento, seja no vencimento, come-cotas ou no momento do resgate. Com exceção da Renda variável, que o imposto é recolhido pelo próprio investidor e estaremos explicando melhor mais à frente.

Já falamos sobre a regra geral dos dois impostos que incidem sobre os rendimentos provenientes. Agora vamos conhecer os principais grupos de produtos, suas respectivas tributações e dicas de como obter uma eficiência tributária e aumentar os ganhos.

Renda Fixa

Os principais produtos de renda fixa são: CDB, Títulos públicos, debêntures, COE, LC, LF

A tributação para aplicação nesses investimentos é a tabela regressiva do IR e do IOF. Ou seja, prazo maior que 30 dias não incide IOF e quanto maior o prazo, menor a alíquota do IR sendo que maior que 02 anos a alíquota é 15%.

Existe nessa categoria, produtos que são isentos de IR para investidor pessoa física. São eles: poupança, LCI, LCA, CRA, CRI e debêntures incentivadas.

A dica para essa categoria, é sempre programar os investimentos para prazos mais longos, fazer as contas e comparar com um produto que não é isento de IR. Pois, muitas vezes, um CDB, por exemplo, tem uma taxa superior ao título LCA, quando se faz a dedução do IR, a taxa líquida fica menor que a do LCA, que é um produto isento de IR.

Fundos de investimentos

Neste caso, as seguintes categorias: Renda fixa, Multimercado, Cambiais, Fundos DI e FIC (Fundo de Investimentos em Cotas), a tributação do IR ocorre pela tabela regressiva no resgate ou come-cotas (no último dia útil de maio e novembro). Como os fundos não têm vencimento, o fisco faz uma antecipação do imposto no mês de maio e novembro e depois, faz o ajuste da tabela regressiva no momento do resgate.

Nos fundos de ações a tributação do IR é fixa em 15% no momento do resgate, e não possui come-cotas retido na fonte.

Para essa modalidade de produtos, o IOF segue a tabela regressiva. Acima de 30 dias não tem incidência do imposto.

A dica aqui é sempre evitar resgates antes dos 30 dias, pois o IOF sobre o rendimento pode abocanhar grande parte. Além disso, a legislação fiscal permite compensação de prejuízo para investimentos em fundos. Existe uma classificação para os fundos e dentro da mesma categoria o prejuízo de um fundo pode ser compensado em outro.

Consulte sua instituição financeira sobre como eles fazem a compensação de fundos, assim poderá obter o relatório dos prejuízos e ficará ciente de como aproveitar melhor esse benefício.

Renda variável

O mercado de ações atraiu mais de três milhões de investidores pessoa física até o final de 2020. Sendo o varejo, um dos maiores responsáveis por essa grande onda. Além de se atentar aos lucros, é importante que o investidor também preste atenção nas normas perante o fisco.

Acima de R$ 20 mil, a alíquota adotada é de 15% para vendas mensais e nas operações de day trade e Fundos Imobiliários (FII) a alíquota aplicada é de 20%. 

É preciso evidenciar ainda que é possível reduzir o valor do ganho capital, basta somar as despesas com corretagem, taxas ou outros custos necessários para a realização da compra/venda das ações, ao custo de aquisição.

Agora, caso o valor das vendas realizadas em cada mês seja igual ou inferior a R$20mil, investidores pessoas físicas estão isentos do imposto de renda. Exceto nas transações de day trade, onde independentemente do valor, não existe isenção. 

Entretanto, de qualquer forma, todas as operações realizadas na bolsa de valores estão sujeitas ao imposto de renda na fonte e à alíquota de 0,005%. Mas podem ser compensados na apuração do ganho líquido, com o imposto de renda mensal.  

Mas atenção: nas operações com renda variável as apurações são mensais e a responsabilidade do recolhimento é do investidor. São elas: ações, FIIs, ouro, opções, futuro, entre outros. 

O recolhimento do imposto de renda é feito por meio do DARF, com o código 6015, e o vencimento é no último dia do mês subsequente às operações. Não se esqueça de guardar os DARFS recolhidos e as memórias de cálculo.

A dica aqui é que pode compensar prejuízos de produtos dentro da mesma categoria: operações comuns, day trade e FII. Os prejuízos não prescrevem e podem ir sendo compensados até finalizar todo o valor.

Investimento planejado

Ao definir qual a aplicação ideal para seus objetivos, não se esqueça de avaliar, também, o valor disponível, prazo e risco, é preciso ficar atento aos encargos cobrados sobre a operação, pois podem fazer bastante diferença no momento do resgate.

Precisa de ajuda para entender melhor sobre impostos e investimentos?

Agora que você já sabe tudo sobre a tributação dos investimentos, entre em contato com um assessor BlueTrade ou com a Contabilidade da Bolsa e não deixe para marcar gol quando estiver impedido!