Análises fundamentalista e técnica: como podem ajudar seus investimentos?

Cada vez mais, o mercado de ações desperta o interesse dos investidores, especialmente, dos iniciantes. Porém, investir em renda variável demanda dedicação do interessado em desenvolver a capacidade de “ler” índices, balanços financeiros e históricos dos ativos (entre outras variáveis) e assim compreender os cenários e indicativos econômicos, com o objetivo otimizar suas chances de antever variações, no curto, médio e longo prazos.

E para isso, dois métodos de avaliação consolidados costumam ser utilizados: as análises fundamentalista e técnica.

Muitas pessoas tem dúvidas sobre as diferenças entre as duas e, principalmente, como aplicá-las em seus investimentos. Para ajudar a sanar essas questões, a Blue3 está promovendo uma palestra exclusiva em parceria com a DVinvest, “O poder dos gráficos: como uma casa de análises pode potencializar seus investimentos”.

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Confira como funciona cada uma delas e como podem te ajudar a investir melhor.

Análise técnica

A análise técnica consiste na avaliação de gráficos e dados históricos das ações para melhor assimilar as variações ao longo do tempo, como uma maneira de estimar, — com maior precisão — sua oscilação, especialmente no curto e médio prazo.

Sabe aquele clássico gráfico de “barrinhas na vertical”, que oscilam para cima e para baixo em um intervalo de tempo? Pois bem, assim é uma representação gráfica da análise técnica.

Também chamada de análise gráfica, ela se propõe a rastrear o comportamento histórico de um ativo e, deste modo, fornece subsídios para que o investidor entenda se, no presente, o preço da ação pode ser considerado alto ou baixo e se encontra-se numa tendência de valorização ou não.

Portanto, para tomar a decisão de comprar ou vender uma ação, quem utiliza a análise técnica interpreta o histórico do gráfico e se, naquele momento, há tendência de crescimento, estabilidade ou de queda.

Essa a modalidade é bastante utilizada pelos day traders, que são os investidores que buscam o lucro com a compra e venda de ativos muitas vezes no mesmo dia.


Análise fundamentalista

Por sua vez, a análise fundamentalista privilegia a leitura e compressão de dados macroeconômicos (juros, índices de inflação etc), balanços e resultados financeiros da companhia, indicadores do setor no qual a empresa está inserida, além de fatores políticos que possam exercer influência sobre aquele mercado. 

O objetivo é traçar um paralelo entre o volume e o valor das ações da companhia, considerando os resultados obtidos, e a atmosfera econômica que rege o período avaliado. Ao combinar essas inúmeras variáveis, torna-se possível compreender os fatores responsáveis pelas oscilações dos preços nas ações, otimizando assim, as chances de projetar as possíveis variações (de valorização ou desvalorização) no médio e longo prazo.

Como se trata de uma análise que considera diversos fatores distintos, tanto internos quanto externos à companhia, a análise fundamentalista é um exercício que requer mais tempo de estudo do que a técnica. 

Qual das análises é melhor?

Tão importante quanto entender ambos os conceitos é compreender que não é preciso, necessariamente, descartar um deles. Pelo contrário. Muitos especialistas, inclusive, utilizam as metodologias de forma complementar.

Se por um lado a análise técnica é capaz de fornecer bons indícios de padrões de oscilação de valores, especialmente no recorte de curtos períodos de tempo; na outra ponta, uma análise fundamentalista profunda pode indicar se os fatores internos e externos que tendem a impactar os negócios de uma companhia sugerem tendências de compra ou venda daquele ativo em um horizonte de tempo mais longo.

A melhor estratégia é pensar em longo prazo

Em ambos os casos é fundamental compreender que tão importante quanto antever a variação de determinado ativo é possuir uma estratégia de investimento sólida e focada na criação de uma carteira diversificada e projetada para crescimento em longo prazo.

E claro, você também pode procurar a ajuda de profissionais. Contar com o apoio de uma casa de análise é sempre uma ótima opção e pode ajudar muito na otimização dos seus investimentos.

A Blue3 Investimentos possui uma parceria exclusiva com uma casa de análise, a DVinvest, uma das melhores casas de análise do país.

Quem é a DVinvest?

A DVinvest é uma casa de análise parceira da Blue3 e foi fundada pelo analista Dalton Vieira. É uma empresa especializada em oferecer apoio para os investidores, fornecendo informações especificas e descomplicada sobre qual a melhor forma de aplicar o seu dinheiro na Bolsa de Valores.

Entre os principais serviços, estão inclusos relatórios sobre a performance das principais empresas na B3, alocação de ativos e montagem de carteiras.

Inclusive, um dos pontos de destaque da DVinvest é a carteira perspectiva, que ao longo dos anos acumulou mais de 170% de rentabilidade, enquanto a da Ibovespa, não passou dos 63%.

Juntamente com a Blue3, a equipe da DVinvest se dedica integralmente para ajudar os investidores a encontrarem o melhor caminho para os seus investimentos. Por meio de muito estudo e diversas análises, tanto fundamentalista quando técnica, a casa de análise entrega aos seus clientes todas as informações necessárias para alcançar bons rendimentos, tudo isso diretamente no seu celular.

Estamos falando do aplicativo DVinvest. Nele você tem acesso a todos os materiais que a casa de análise produz, como as carteiras recomendadas, análises, relatórios, informação sobre o mercado e muito mais. Os clientes Blue3 podem acessar ao app gratuitamente.

Quer saber mais sobre a DVinvest? Acesse ao site!

Agora que você já sabe o significado de cada análise e conhece o trabalho da DVinvest, inscreva-se para o evento e entenda como aplica-las em seus investimentos. Clique aqui e garanta já a sua vaga!

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Confira as principais notícias que movimentaram o mercado nesta semana

Chegamos ao fim de mais uma semana. Perdeu alguma coisa? Quer rever algum assunto? Se manter atualizado sobre tudo que aconteceu de mais importante nos últimos dias? Para te manter bem informado, separamos as principais notícias dessa semana que influenciaram o mercado financeiro. 

Quer acompanhar as principais notícias desta sexta-feira (10), em tempo real, sobre a B3, a bolsa de valores brasileira, e os mercados de seguros, previdência privada, além de ter acesso a diversos conteúdos que vão te auxiliar a criar o melhor planejamento financeiro?

Então conheça os canais Bolsa de Valores e Proteção e Futuro, do portal SpaceMoney, que têm patrocínio da Blue3.

Confira:

Segunda-feira – 06/09

Poupança tem retirada líquida de R$ 5,467 bilhões em agosto

Após quatro meses de resultado positivo, o saldo da aplicação na caderneta de poupança voltou a cair com o registro de mais saques do que depósitos. No mês passado, as retiradas superaram os depósitos em R$ 5,467 bilhões, de acordo com relatório divulgado pelo Banco Central (BC). 

O resultado negativo contrasta com o registrado em agosto do ano passado, quando os brasileiros tinham depositado R$ 11,402 bilhões a mais do que retiraram da poupança.

No mês passado, foram aplicados R$ 295,901 bilhões, contra saques de R$ 301,369 bilhões. Os rendimentos creditados nas contas de poupança somaram R$ 2,719 bilhões.

Com o desempenho de agosto, a poupança acumula retirada líquida de R$ 15,629 bilhões nos oito primeiros meses do ano. Já de janeiro a agosto de 2020, houve captação líquida de R$ 123,981 bilhões.

Bolsonaro edita MP que combate “remoção arbitrária” de contas e conteúdos por provedores

O presidente Jair Bolsonaro assinou a edição de uma medida provisória que altera o marco civil da internet para combater a “remoção arbitrária e imotivada de contas, perfis e conteúdos por provedores”, disse a Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom).

Segundo a Secom no Twitter, a MP quer garantir maior clareza quanto a “políticas, procedimentos, medidas e instrumentos” utilizados pelos provedores de redes sociais para cancelamento ou suspensão de conteúdos e contas”.

Terça-feira – 07/09

Por conta do Feriado de Independência, comemorado em 07/09, não houve negociação de ativos na B3, bolsa de valores brasileira.

Quarta-feira – 08/09

Cade recomenda aprovação da fusão entre Localiza (RENT3) e Unidas (LCAM3) mediante a remédios

Prédio Cade

Em parecer, a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendou a aprovação da fusão entre Localiza (RENT3) e Unidas (LCAM3) mediante ‘remédios’.

Agora, o negócio segue para avaliação do Tribunal do Cade, com prazo até os primeiros dias de janeiro de 2022.

IGP-DI recua 0,14% em agosto com queda no minério de ferro, diz FGV

Os preços do minério de ferro recuaram expressivamente e o Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) caiu 0,14% em agosto, de uma alta de 1,45% em julho, mas a inflação pressiona tanto o produtor quanto o consumidor, de acordo com dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira.

O resultado ficou bem aquém da expectativa em pesquisa da Reuters de avanço de 0,10% no mês passado, e levou o índice a acumular em 12 meses avanço de 28,21%.

Segundo a FGV, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI), que responde por 60% do indicador geral, passou a cair 0,42% em agosto, contra alta de 1,65% antes. As Matérias-Primas Brutas cederam 4,17%, ante salto de 1,79% no mês anterior.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) — que responde por 30% do IGP-DI — desacelerou a alta a 0,71% no período, de 0,92% em julho.

O Índice Nacional de Custo de Construção (INCC) registrou em agosto alta de 0,46%, contra avanço de 0,85% em julho.

O IGP-DI é usado como referência para correções de preços e valores contratuais. Também é diretamente empregado no cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) e das contas nacionais em geral.

Cesta básica sobe em 13 das 17 capitais pesquisadas, aponta estudo

O custo médio da cesta básica em agosto teve alta em 13 das 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O levantamento, divulgado hoje (8), mostra que os maiores aumentos foram em Campo Grande (3,48%), Belo Horizonte (2,45%) e Brasília (2,10%).

As quedas nos preços foram registradas em Aracaju (-6,56%), Curitiba (-3,12%), Fortaleza (-1,88%) e João Pessoa (-0,28%).

A cesta mais cara é a de Porto Alegre que custa R$ 664,67 e teve alta de 1,18 % em agosto. A de Florianópolis é a segunda mais cara (R$ 659), com elevação de 0,7% no mês. A de São Paulo ficou em R$ 650,50, com variação de 1,56%.

A cesta básica mais barata é a de Aracaju, no valor de R$ 456,40, seguida pela de Salvador (R$ 485,44) e de João Pessoa (R$ 490,93).

Ibovespa fecha em queda de 3,78%, marcando a maior queda diária em seis meses; dólar sobe 2,89%

O Ibovespa, principal índice acionário da B3, a bolsa brasileira, fechou em queda nesta quarta-feira (8).

No encerramento dos negócios, às 17h, o índice fechou em queda de 3,78%, aos 113.413 pontos, marcando a maior queda diária em seis meses, refletindo preocupações com a pauta econômica do país diante do aumento da tensão político-institucional, após declarações do presidente Jair Bolsonaro durante manifestações no Dia da Independência, na véspera.

O dólar se valorizou em 2,89% e fechou cotado a R$ 5,325. A sessão também foi marcada pela tensão gerada com as falas do presidente brasileiro, incitando a desobediência e aumentando ainda mais a crise entre os poderes, impactando diretamente o câmbio.

Quinta-feira – 09/09

IPCA: inflação fica em 0,87% em agosto, maior resultado para o mês desde 2000

A inflação registrou alta de 0,87% em agosto, a maior para o mês desde o ano 2000. Com isso, o indicador acumula altas de 5,67% no ano e de 9,68% nos últimos 12 meses, acima do registrado nos 12 meses imediatamente anteriores (8,99%).

Em agosto do ano passado, a variação mensal foi de 0,24%. Os dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Banco Central Europeu reduz suporte, mas não sinaliza fim do estímulo

O Banco Central Europeu (BCE) reduzirá ligeiramente suas compras de títulos de emergência ao longo do próximo trimestre, disse a autoridade monetária, dando um passo simbólico para desfazer a ajuda econômica de emergência que sustentou o bloco durante a pandemia.

No entanto, o movimento foi modesto e o BCE não deu nenhum sinal de seu próximo movimento, incluindo como desfazer o Programa de Compra de Emergência da Pandemia (PEPP) de 1,85 trilhão de euros, que manteve os custos de empréstimos baixos para governos e empresas.

EUA: pedidos por seguro-desemprego caíram na semana passada

Os pedidos iniciais por seguro-desemprego da semana passada nos EUA ficaram novamente abaixo da previsão dos economistas do mercado e do número revisado da semana anterior, segundo dados do Departamento de Trabalho publicados nesta quinta-feira (09).

Foram solicitados 310 mil benefícios, contra os 345 mil da semana passada. A previsão do mercado era de 335 mil pedidos.

No entanto, o número de solicitações contínuas ficou levemente acima da previsão de 2,744 milhões, com 2,783 milhões de benefícios solicitados, também abaixo do número revisado da semana passada, que foi de 2,805 milhões.

Banco Central Europeu eleva projeções de crescimento e inflação

Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu  Foto: Ralph Orlowski/Reuters

O Banco Central Europeu elevou nesta quinta-feira (9) suas projeções de crescimento e inflação para este ano e mais além, com a economia da zona do euro se recuperando mais rapidamente da pandemia do que a maioria esperava.

A presidente do BCE, Christine Lagarde, disse que a zona do euro está a caminho de um forte crescimento no terceiro trimestre e que o BCE prevê a atividade econômica de volta ao seu nível pré-pandemia até o final do ano.

Ela disse que embora as perspectivas para a inflação para este ano tenham sido revistas para cima, superior à meta de 2% do BCE, o aumento atual deve ser temporário e acrescentou que a inflação de médio prazo ainda está bem abaixo da meta.

Índice da Construção Civil registra alta de 0,99% em agosto

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) avançou 0,99% em agosto. O resultado ficou 0,90 ponto percentual (p.p) abaixo da taxa de julho, quando registrou 1,89% e é a menor variação desde agosto de 2020.

No acumulado dos últimos 12 meses, a taxa atingiu 22,74%, pouco acima dos 22,60% anotados nos 12 meses imediatamente anteriores. O acumulado de janeiro a agosto ficou em 14,61%. Em agosto de 2020, o índice foi 0,88%.

Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Inflação acumulada em 12 meses passa de 10% em oito capitais

Com a alta de 0,87% no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto, a inflação oficial do país chegou a 9,68% nos últimos 12 meses, segundo os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre as 16 regiões metropolitanas pesquisadas, oito apresentaram taxas acumuladas em 12 meses superiores a 10%.

A maior inflação acumulada foi verificada em Curitiba, com taxa de 12,08%, seguida de Rio Branco (11,97%), Campo Grande (11,26%) e São Luís (11,25%). O menor acumulado de 12 meses foi registrado no Rio de Janeiro, com inflação de 8,09%.

Para o mês de agosto de 2021, todas as áreas pesquisadas tiveram inflação, sendo o maior índice registrado em Brasília (1,40%), influenciado pelas altas de 7,76% no preço da gasolina e de 3,67% na energia elétrica. O menor resultado foi verificado na região metropolitana de Belo Horizonte, com inflação mensal de 0,43%. A região foi influenciada pela queda nos preços das passagens aéreas (-20,05%) e da taxa de água e esgoto (-13,73%).

Brasil tem novas regras para pagamento e transferência internacionais

O Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Banco Central (BC) alteraram a regulamentação cambial e de capitais internacionais para alinhá-las às inovações tecnológicas e aos novos modelos de negócios sobre pagamentos e transferências internacionais. “As novas regras buscam promover um ambiente mais competitivo, inclusivo e inovador para a prestação de serviços aos cidadãos e empresas que enviam ou recebem recursos do exterior”, informou o BC.

As novas medidas permitirão que as instituições de pagamento (IPs), as fintechs, autorizadas a funcionar pelo BC, também possam operar no mercado de câmbio, atuando exclusivamente em meio eletrônico. Atualmente, somente bancos e corretoras podem fazer as operações. Essa permissão entrará em vigor em 1º de setembro de 2022 e as demais medidas em 1º de outubro deste ano.

Como Investir em Imóveis Sem Burocracias

Saber o momento certo de investir em imóveis exige conhecimento do ciclo que movimenta o mercado imobiliário

Esse ciclo é constituído por etapas, que são influenciadas por fatores como a macroeconomia, a política, o crédito, a oferta e a procura.

Em cada uma das etapas do ciclo imobiliário temos situações de alta ou baixa dos preços, e que favorecem ou o proprietário ou os compradores.

Entender os estágios deste ciclo e suas características ajuda o investidor a definir o melhor momento para compra ou venda

Podemos dividir o ciclo imobiliário em quatro estágios distintos:

1.                  Mercado no topo

2.                  Mercado em queda

3.                  Mercado no fundo

4.                  Mercado em alta

Cada ciclo tem uma média de duração que pode variar entre 8 e 12 anos, de tal forma que o mercado percorra todos os estágios de acordo com esse tempo.

Depois de alguns anos de estagnação e queda de preços, o mercado atualmente se encontra na transição da Etapa 3 (Mercado no fundo) para a Etapa 4 (Mercado em alta).

Isso quer dizer que esse é um bom momento para investir em imóveis, com possibilidade de encontrar boas oportunidades, a bons preços e com potencial de surfar na próxima etapa (Mercado em Alta).

Diante dessa janela de oportunidade, o objetivo desse artigo é trazer uma alternativa de investimento em imóveis, sem a necessidade de grandes aportes financeiros e com outras vantagens adicionais.

Trata-se dos Fundos de Investimentos Imobiliários.

Fundos de Investimentos Imobiliários

O Fundo de Investimento Imobiliário (FII) tem como objetivo captar recursos e investir em ativos relacionados ao mercado imobiliário. Todo FII tem um gestor, que faz a gestão do fundo e a captação de recursos junto aos investidores por meio da venda de cotas.

Os recursos captados poderão ser utilizados para a aquisição de imóveis prontos ou na planta, rurais ou urbanos, residenciais ou comerciais, e também para investimento em outros FIIs ou em títulos de dívida do mercado imobiliários, como LCIs, CRIs e ações de empresas do segmento imobiliário.

A política de investimento do FII está definida em seu regulamento.

Benefícios de se investir em imóveis por meio de investimento em FII:

1)      RENTABILIDADE

Os Fundos de Investimento Imobiliários pagam dividendos mensais, que são oriundos dos resultados financeiros do FII (receita menos despesas). 

A possibilidade de investir em uma carteira de FII diversificada (principalmente em cotas de imóveis comerciais) proporciona rendimentos maiores que o investimento em imóveis físicos. 

Além disso, os dividendos mensais pagos pelos FII são isentos de IR. A outra possibilidade de ganho é com a valorização da própria cota do FII. 

Lembrando que quando você vender suas cotas de FII, se houver ganho de capital, os mesmos são tributados.

2)      LIQUIDEZ

Os Fundos de Investimento Imobiliários são negociados em forma de cotas na bolsa de valores, podendo ser vendidos ou comprados a qualquer momento, mediante uma operação no seu Homebroker. 

Antes de investir em determinado FII, é importante avaliar qual é a média diária de volume financeiro negociado para o fundo. Existem FIIs com baixa liquidez, que podem representar certa dificuldade no momento de desfazer uma posição. 

Já nos imóveis físicos, pode-se levar meses para a venda de um imóvel, sem falar em todos os trâmites burocráticos envolvidos com cartório, prefeitura, etc.

3)      ADMINISTRAÇÃO

Quando você investe em imóvel físico, são várias as atividades administrativas que você precisa se envolver, tais como taxas e tributos, gestão dos contratos de locação, jurídico, financeiro, contabilidade, manutenção do imóvel, etc. 

Nos FIIs, esse trabalho é realizado pelo administrador do fundo, que, obviamente, é remunerado para tal função.

4)      CUSTOS E VALORES PARA INVESTIMENTO

O custo para investir em FIIs é o custo da ordem de compra ou de venda cobrado pela corretora de valores por onde você irá operar (pode variar de zero a R$ 20,00).

Mas a grande vantagem é a possibilidade de investir comprando cotas a partir de R$ 100,00. Ou seja, com um aporte pequeno você pode investir em uma carteira diversificada de imóveis de forma simples e fácil de administrar.

Invista de FIIs com a ajuda da BlueTrade

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Aí vem o Natal, hora de pensar na ceia e no seu dinheiro!

Aí vem o natal, hora de pensar na ceia e no seu dinheiro

Sou fã incondicional das festividades de Natal e, principalmente, da ceia. Além da felicidade de encontrar rabanadas em todas as padarias, essa época do ano também traz para mim a infalível lembrança do Dilema do Peru

Proposto pelo acadêmico, filósofo e analista de risco, Nassim Nicholas Taleb, o problema serve para demonstrar o risco de nos apoiarmos cegamente em dados passados para prever o futuro… como faz a maioria dos investidores. 

Taleb pede que se imagine um peru alimentado diária e religiosamente por um açougueiro durante mil dias. Cada dia confirma e reafirma aos departamentos econômico, de gerenciamento de risco e de análise do peru, que aquele humano o adora. 

O tempo passa e cada novo dia traz ainda mais confiança na conclusão dos especialistas. Mas, no dia 1.001… surpresa! É Natal (ou Dia de Ação de Graças, no original americano)!

Prepare-se para as surpresas

Basicamente, a tradução da ideia para seus investimentos é a necessidade de atenção para a possibilidade de surpresas futuras. Quando se analisa ativos para a montagem de um portfólio robusto de investimentos, é obrigatório reservar uma parcela para desafiar aquilo que você acredita. 

A pergunta é: e se estiver errado, o que estaria certo? Que ativo apresenta a famosa descorrelação, isto é, o que sobe quando a carteira cai e vice-versa? 

O investidor pode e deve balancear o tamanho dessa parcela (que geralmente fica em um mínimo de 10%) no portfólio, mas nunca ficar sem. Lembre-se: nunca ficar sem.

O fato é que, de tempos em tempos, estaremos persuadidos por alguma certeza sobre pra que lado o mercado vai se mover. Calcularemos múltiplos (P/L, P/VP, LPA, DY…..), listaremos preços históricos, notaremos coincidências temporais e seremos convencidos por análises matemáticas e históricas. Então projetaremos o futuro com base nesses dados e… surpresa! 

Obviamente, os históricos não deverão ser desprezados. Na verdade, são bons indicativos sobre como determinado ativo reagiu durante situações específicas no passado.

Mas, como diria o famoso prefeito de Sucupira, Odorico Paraguaçu, “o prafrentemente já é outra história”.