Risco x retorno: você sabe avaliar a performance dos seus investimentos?

Antes de ler este artigo, responda às seguintes perguntas mentalmente:

Você sabe avaliar o risco x retorno dos seus investimentos financeiros? Você tem certeza que se montar sua carteira de investimentos sozinho, vai conseguir, de fato, obter os resultados efetivos planejados? 

Por mais que já tenha alguma experiência com investimentos, você sabe se a maneira como alocou os ativos no seu portfólio de investimentos vai te ajudar a sobreviver às incertezas e oscilações do mercado? Sua carteira possui a diversificação adequada de acordo com o seu perfil de investidor? 

Se todas as suas respostas forem “não” ou “talvez”, eu tenho dicas valiosas, venha comigo!

O assunto “investimento” ainda é um tema muito novo para diversas pessoas, dentro do núcleo familiar, então, nem se fala. Quem nunca ouviu a avó dar aquele “sábio” conselho: “Meu neto, lembra de guardar um dinheirinho na poupança!”

O fato é que, nos últimos anos, milhares de pessoas vêm tentando desvendar o tão aclamado mistério: “Como investir bem o meu dinheiro?”. Hoje, eu quero ter uma conversa franca com você: sobre como fazer com que seu patrimônio vire renda de verdade e se multiplique! 

Talvez você ainda nem tenha se dado conta da importância de não deixar seu dinheiro mal investido ou quase parado na caderneta de poupança, provavelmente, porque é mais simples deixar como está.

Talvez você esteja cansado de deixar seus recursos no banco e ao olhar o extrato do mês, perceber que quase nada mudou; talvez você simplesmente ainda não tenha sido apresentado a uma alternativa confiável que possa gerar rendimentos consistentes para tudo o que você conquistou com tanto trabalho; talvez você até já invista, mas ainda não sabe, de verdade, qual o melhor investimento para você; ou talvez você esteja arriscando demais seu patrimônio por não conhecer a relação risco x retorno dos investimentos. 

E é justamente para te mostrar que sim, o seu patrimônio pode crescer ainda mais de forma consistente, sólida e sustentável, que eu estou aqui hoje.

Muito se ouve falar da relação entre o “risco x retorno” dos investimentos. O risco está associado ao grau de incerteza sobre o investimento no futuro; quanto maior o retorno pretendido, maior o risco para que se tenha a chance de atingir o tão sonhado retorno.

Na teoria, as relações econômicas e financeiras deveriam ser assim, mas na prática, nem sempre são. Chegou a hora de você entender, de uma vez por todas, como funciona a relação “risco x retorno” dos investimentos! 

Mais comum do que se imagina, no dia a dia, vemos muitos investidores se expondo a riscos altíssimos em busca de retornos muitas vezes irreais, mas há uma equação bem simples e eu vou te ensinar.

Para atingir um determinado Valor Futuro, temos quatro variáveis:

  • Valor Presente (que é valor com qual se inicia sua aplicação);
  • Período (é o horizonte de tempo que precisaremos para atingir este objetivo em dias, meses ou anos);
  • Valor da Parcela (valor do aporte diário/mensal/anual que aplicamos para esse objetivo); 
  • Rentabilidade Esperada (a taxa de juros que esperamos obter em nossa aplicação).

Hoje em dia, temos muitas pessoas que buscam somente o investimento que possa dar a maior rentabilidade possível, ignorando totalmente os outros fatores. 

Acabam se esquecendo, porém,  que uma rentabilidade maior, quase sempre, vem atrelada a um risco maior também; e pra piorar ainda mais, ignoram completamente os demais itens da equação, principalmente, esquecem da disciplina dos aportes periódicos que são ainda mais importantes que a rentabilidade.

Disciplina nos aportes é algo que podemos controlar e depende somente de nós, enquanto a rentabilidade não. 

Então, como ficaria melhor, o conselho da avó? “Meu filho, antes de investir, é muito importante que você tenha em mente que vai precisar montar uma carteira de investimentos de acordo com seus objetivos, respeitando o seu perfil de investidor”. 

O sucesso da sua estratégia de investimentos precisa estar alinhado às suas características pessoais, mas tenha muito cuidado, esse é um universo cheio de armadilhas. 

Ao buscar novas oportunidades no mercado, você irá se deparar com inúmeras ofertas e é fundamental que você saiba definir ou procure ajuda profissional para identificar quais delas se enquadram melhor nos seus objetivos e perfil de risco.

O que fazer, então?

  1. Seja conservador em suas expectativas. Diminuindo sua rentabilidade esperada, você precisará de maiores aportes mensais e, caso a rentabilidade seja maior que a simulada, você vai alcançar seu objetivo mais cedo;
  1. Tenha disciplina, faça religiosamente os aportes programados. Se o objetivo for aposentadoria, considere a hipótese de utilizar um bom plano de previdência privada que, certamente, vai lhe ajudar a criar disciplina;
  1. Busque investimentos de acordo com seu perfil de investidor, não invista em algo apenas por estar na moda ou por achar que terá o maior retorno. Em momentos de queda dos preços dos ativos, você pode não aguentar o impacto e vender seu ativo no momento errado;
  1. Não pule de galho em galho;
  2. Não deixe o emocional dominar você. 

Por fim, tenha consciência que se você tentar trilhar esse caminho sem um acompanhamento profissional a chance de cair em armadilhas ou seguir por uma rota que vai te deixar mais distante do seu objetivo final é muito maior do que você imagina. 

Da mesma forma que você procura um médico antes de iniciar qualquer tratamento que envolva sua saúde física e mental, é preciso buscar um profissional do mercado financeiro para cuidar da saúde do seu patrimônio. 

Para falar com um assessor, clique aqui. 

Por que é o momento exato para internacionalizar os investimentos?

A importância de internacionalizar os investimentos não é novidade para o mercado. Há tempos essa necessidade tem sido falada por profissionais da área como analistas e assessores de investimentos.  Mas por que é o momento exato para internacionalizar os investimentos?

No entanto, o cenário atual e o que está por vir, acendeu ainda mais essa necessidade. E agora, quem não diversificar sua carteira com ativos internacionais provavelmente vai ter seus rendimentos atingidos pelo Risco-Brasil 2022. 

Porque uma coisa é certa: diversificar não significa apenas investir em ativos brasileiros diferentes. A essência da diversificação verdadeira vai além e precisa atravessar regiões e nacionalidades. 

O intuito de diversificar é exatamente esse: alocar em ativos que sejam descorrelacionados um do outro, ou seja, que se movem de maneiras e com interferências externas diferentes. Assim, a carteira de investimentos fica equilibrada mesmo que um dos ativos esteja indo mal. 

Aliás, em um dos nossos dias do BlueTalks, o estrategista-chefe da Blue3 fez a seguinte colocação: “Uma boa carteira de investimentos sempre vai ter um ativo que está indo mal”.

Você pode, inclusive, clicar aqui e assistir

Por que é necessário investir no exterior?

O motivo principal é esse que citamos acima: diversificar os investimentos para uma performance equilibrada da carteira de ativos. 

Em outras regiões, como Europa e Estados Unidos, essa já é uma cultura bastante comum. Principalmente porque quando ocorre uma crise doméstica, os investimentos são diretamente impactados e expostos à volatilidade. 

Dessa maneira, a alocação internacional em economias mais estáveis, garantem a segurança que o investidor precisa no momento, evitando os riscos sistêmicos e conjunturais. 

O mesmo acontece com a desvalorização da moeda local. Por exemplo, em 2020 o Real foi a moeda com pior desempenho em comparação com os demais países emergentes do mundo. 

Essa desvalorização e volatilidade da moeda brasileira é puxada naturalmente pela incerteza política e pelo quadro fiscal delicado. Dessa forma, a pessoa que investe em moedas fortes está protegendo também o seu poder de compra. 

Para você visualizar melhor, listamos os tópicos que demonstram os benefícios do investimento no exterior:

  • Exposição aos principais temas de investimentos em todo o mundo;
  • Exposição à moedas fortes, imunes dos problemas inerentes aos países emergentes;
  • Adição de ativos com descorrelação dos investimentos no Brasil;
  • Melhora da relação risco x retorno, através da diversificação.

Além disso, é importante lembrar que hoje o Brasil representa aproximadamente 3% do PIB mundial, sendo 2% de renda fixa e 1% das ações. 

Dessa forma, é possível entender que investir no exterior não é apenas um luxo, mas sim, parte de uma estratégia de acessar boas oportunidades para  os seus investimentos. 

O que é o Risco-Brasil 2022?

A instabilidade nos investimentos, a incerteza econômica e a inflação já nos avisam sobre como será o cenário do próximo ano. 

Além do risco fiscal iminente, a crise hídrica e o país tentando se reerguer a todo custo dos impactos causados pela Covid-19, teremos o plus das eleições presidenciais.

Como todos já sabem, as eleições têm deixado uma nuvem de dúvidas e não sabemos o que irá acontecer, mas sabemos que essa insegurança política pode causar estragos no mercado financeiro. 

Todo país tem um risco soberano, que no nosso caso, é chamado Risco-Brasil. E, por esse motivo, uma pesquisa realizada pela XP Investimentos mostrou que 51% dos clientes pretendem diminuir a exposição ao mercado acionário em 2022. 


Mas, existe uma saída?

Existe sempre uma saída, mesmo em cenários muito ruins. Na última semana de novembro, a Blue3 realizou uma Webinar com nosso chefe-estrategista Thiago Nemézio e Daniel Haddad, diretor de investimentos da Avenue, uma corretora dos Estados Unidos.

Na Webinar com o tema “A grande oportunidade em um 2022 incerto?”, os profissionais falaram sobre o comportamento do mercado e investimentos no exterior, que é a principal saída para superarmos o cenário do ano que se aproxima. 

Primeiramente, Haddad já deixou uma reflexão de suma importância: “O mercado financeiro não é só sobre o que você sabe, mas de como você se comporta”. Por isso, o caminho para a porta de saída da crise é sempre o da calma.

É essencial entender que existe a crise, mas que o emocional e a ansiedade não podem tomar conta do investidor nesse momento, pois elas podem ser muito prejudiciais e fazer com que várias decisões equivocadas sejam tomadas. 

Inclusive, Haddad citou uma pesquisa que analisou um grupo de investidores que tinham e que não tinham uma assessoria de investimentos, e que o grupo com assessoria se destacou em quase 3 pontos percentuais. 

Ele explicou que, mesmo com toda a estratégia usada pela assessoria na alocação de ativos, o ponto crucial para a melhor performance do grupo foi o papel do assessor “acalmando o cliente em momentos de crise e de euforia”.

Internacionalizar os investimentos é arriscado?

Seguindo com o raciocínio, o primeiro passo para atravessar uma crise é a calma e o segundo é encontrar oportunidades em meio às turbulências para amenizar os impactos. Como falamos desde o início, os investimentos no exterior são essenciais nessas estratégias. 

Mas, muitas pessoas ainda pensam que internacionalizar os investimentos é arriscado. Principalmente quando falamos em dolarizar carteiras. Mas, Daniel Haddad ainda destaca que essa é uma falsa impressão, visto que “no Brasil, os mercados de renda fixa e ações estão expostos a riscos muito semelhantes, resultando em uma correlação muito alta dos ativos locais”.

E para completar, fez uma provocação: “será que faz sentido ter uma cesta de produtos que não é 100% em real e os investimentos não?”, ou seja, as pessoas consomem produtos globais, como o iphone, combustível, carne, mas os investimentos não.

O risco está exatamente aí, porque se você é um consumidor global, a desvalorização do real faz com que você perca seu poder de compra perante ao mundo, o que é muito negativo. 

São muitas as opções e as diversidades de investimentos no exterior. A nossa assessoria, inclusive, conta com mais de 100 produtos disponíveis na maior plataforma do país, como BDRs, fundos internacionais, fundos cambiais, ETFs, entre outros. 

Para entender o que vai se encaixar melhor nos seus propósitos e perfil de risco, tenha ao lado um assessor de investimentos. Porque, segundo o Haddad, “se você não sabe quem você é, o mercado é um lugar muito caro para descobrir”.

Para descobrir seu perfil de investidor e falar com um assessor Blue3, clique aqui. 

Como uma assessoria de investimentos ajuda no planejamento sucessório

Muitas vezes, falar de planejamento sucessório enfrenta resistência porque envolve tabus. Seja por reconhecer que em algum momento pode haver a incapacidade de alguém lidar com o próprio patrimônio ou até mesmo pensar na morte dessa pessoa.

Porém, planejar a sucessão patrimonial é extremamente importante para evitar conflitos, além de diminuir burocracia e custos. Quanto mais cedo essa organização começar, mais ferramentas podem estar à disposição.

Organizar esse tipo de sucessão permite definir como bens e direitos serão divididos entre os membros da família. Isso também pode garantir a criação e manutenção de um patrimônio familiar a longo prazo.

Por isso é importante que o planejamento sucessório deve ser incluído na organização financeira da família e não um tema a ser pensado em momentos de doença ou morte.

Herança

Para quem não conhece o assunto, é comum imaginar que o repasse do patrimônio aos herdeiros pode ser feito da maneira que o titular dos bens quiser. Mas, não é bem assim. 

A legislação do Brasil determina que 50% do patrimônio seja repassado a pais, filhos e cônjuges. Somente o restante pode ser doado. 

Ainda assim, independente de fazer doação em vida ou em um processo de inventário, é preciso lembrar que o ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação) estará sempre presente.

Então, pensar no assunto, verificando as possibilidades, pode garantir rendimentos em vida, menor burocracia para os herdeiros e menos preocupações quando os momentos mais difíceis chegarem para uma família.

Leia mais sobre planejamento sucessório aqui.

Como a assessoria de investimentos pode te ajudar

Em relação ao planejamento sucessório, há várias opções. Porém, com a ajuda de uma assessoria de investimentos pode-se pensar na possibilidade do investidor passar aplicações a herdeiro em vida, mas mantendo uma renda até a própria morte.

Fundos imobiliários ou ações, por exemplo, podem ser transferidos e o titular continuar recebendo rendimentos. 

Há, inclusive, a opção de fundos exclusivos, que dividem o patrimônio em cotas a serem doadas a herdeiros. Neste caso, no entanto, eles são viáveis para grandes patrimônios, geralmente acima de R$ 10 milhões.

Para obter os melhores resultados é importante analisar o patrimônio, o perfil dos herdeiros, além dos próprios desejos do titular e combiná-los com as possibilidades de investimento, trabalho que pode ser auxiliado por uma assessoria especializada para otimizar ganhos e evitar dores de cabeça.

Venha para a Blue3 e planeje um futuro mais tranquilo para você e aqueles que você ama.

Seguro de vida: quando fazer e quais os benefícios?

O seguro de vida é uma das alternativas para quem quer fazer o planejamento sucessório e é uma proteção importante que muitos ainda não tem ou não sabem ao certo como contratar. 

E aqui vai um destaque, principalmente, para a quantidade baixa de brasileiros que possuem esse serviço. A pandemia fez com que as buscas pelo seguro no primeiro semestre de 2021 aumentassem 19% em relação ao ano passado. 

Mas, segundo pesquisas, apenas 15% possuem de fato um seguro de vida. Esse é um dado preocupante e mostra que as pessoas ainda não colocam em sua lista de prioridades a segurança para o futuro. 

Que bom que você está aqui, isso quer dizer que está interessado ou interessada em proteger você e sua família. 

Como funciona o seguro de vida?

Existem diversos tipos de seguro atualmente. Quando você compra um carro, geralmente escolhe um seguro do automóvel para ter a certeza que em caso de furtos ou batidas, você será restituído. 

Com o seguro de casa também é assim. E é basicamente como funciona o seguro de vida. Ele serve para garantir que o patrimônio e a integridade da família sejam assegurados, caso aconteça algum imprevisto com o titular, como acidentes, problemas de saúde, entre outros.

Mas é claro que o tipo de cobertura pode variar com mais ou menos abrangência. Tudo depende do plano contratado. Mas, vamos colocar duas situações para exemplificar de modo geral.

A primeira é a seguinte: vamos imaginar que o titular do seguro sofreu um acidente inesperado e faleceu. No caso, os seus beneficiários, ou seja, as pessoas escolhidas pelo titular no momento da contratação seguro (pode ser família ou não), recebem uma indenização. 

Na segunda situação: o titular contraiu uma enfermidade que o impede, de forma permanente,  de trabalhar. Nessa situação, o seguro pode indenizar o próprio segurado, ainda em vida. 

Esses foram dois exemplos, mas existem diversas situações em que pode haver a cobertura do seguro, como diárias de internação hospitalar, despesas médicas, doenças graves. 

Inclusive, é possível garantir até o auxílio-funeral, que cobre todas as despesas se o falecimento ocorrer durante o período de vigência do seguro.

Quando e como fazer um seguro de vida?

Basta estarmos vivos para algo acontecer, certo? Então, não existe um momento certo ou hora indicada para isso. 

O correto mesmo é ter um seguro de vida o quanto antes, inclusive, se você é jovem. Porque, pensar que esse tipo de apólice é só para pessoas mais velhas, é um engano. 

Para contratar, primeiro você precisa selecionar uma seguradora de confiança, que possa te oferecer um plano com a abrangência que você precisa, por um valor que caiba no seu orçamento.

Abrangências 

De antemão, vamos deixar aqui algumas das possibilidades que o cliente pode optar ao definir o seu seguro de vida. A abrangência pode ser em: 

  • Caso de morte do segurado;
  • Doenças graves;
  • Invalidez permanente total ou parcial por acidente;
  • Invalidez permanente total por acidente;
  • Invalidez permanente por acidente majorada;
  • Invalidez funcional permanente total por doença;
  • Invalidez laborativa permanente total por doença;
  • Despesas médicas, hospitalares, odontológicas;
  • Diárias de incapacidade temporária;
  • Diárias por internação hospitalar;
  • Auxílio funerário.

Entretanto, preste muita atenção nessa regra. A SUSEP (Superintendência de Seguros Privados) estabeleceu que todo seguro de vida, independente do plano, precisa ter proteção obrigatória no caso de morte, independente da causa. 

Valores 

Os valores da apólice podem variar não só de acordo com os serviços oferecidos, mas também pelas características do cliente, como idade, profissão, sexo e até mesmo os hábitos do segurado.

Mas, por que os hábitos? Bom, porque a rigidez do seguro e os valores podem ser modificados dependendo do perfil do cliente. 

Por exemplo, um cliente que tem uma profissão arriscada ou já possui um problema de saúde iminente ou até mesmo é mais velho, possui necessidades e riscos diferentes de um cliente que é jovem, saudável e trabalha em casa. 

E antes de contratar um seguro, fique atento  também a questões muito importantes como os riscos excluídos; carência da apólice; abrangência geográfica do serviço; valor máximo de capital segurado; valor do prêmio e disponibilidade dos produtos de seguro. 

É preciso se certificar, ainda, se o plano que você está contratando é individual ou coletivo. 

Apólice individual

A apólice individual, como o próprio nome já sugere, é o seguro de vida em que o segurado negocia diretamente com a seguradora. 

Neste tipo de apólice, o seguro é personalizado, ou seja, atende especificamente às necessidades e características do cliente e de sua família, como exemplificamos no tópico acima. 

O seguro de vida individual é a opção mais apropriada para famílias que buscam proteção especial e de longo prazo. 

Apólice coletiva 

Já a apólice coletiva é o serviço que atende as necessidades de um grupo de pessoas, no caso de funcionários de uma empresa, por exemplo. O número de pessoas necessário para compor a apólice pode variar de acordo com a seguradora. 

Como é um plano mais generalista, o valor costuma ser mais acessível e sua função é atender às necessidades básicas do grupo. A apólice é renovada de tempos em tempos, mas – no caso de empresas – se houver o desligamento do funcionário, automaticamente o benefício é perdido. 

Seguro de vida no planejamento sucessório 

Além dos benefícios que falamos nos tópicos acima, o seguro de vida é muito importante para o planejamento sucessório. Lembra que falamos no início deste artigo sobre a importância do seguro para a proteção da família? 

Leia nosso artigo exclusivo sobre planejamento sucessório aqui.

Pois é. O seguro de vida é uma ferramenta facilitadora no processo de sucessão. Isso porque, em caso de morte do segurado, a liberação da indenização é rápida (chega a ser paga em menos de 15 dias), diferente de outros meios como o inventário. E principalmente porque, por lei, o seguro de vida nunca integra o inventário.

Outro ponto é que o capital do seguro de vida não está sujeito às dívidas do segurado. Assim, eleva o nível de segurança e agilidade para garantir os recursos necessários dos beneficiários para o processo sucessório.

Deu para ver o quanto o seguro de vida é fundamental para garantir a proteção do seu patrimônio e a qualidade da sua vida e da sua família, né? Mas, como falamos, não se esqueça de buscar profissionais e seguradoras de confiança. 

Para falar com os profissionais da área de seguros da Blue3, clique aqui.

Quero investir em ações, mas tenho medo de perder dinheiro; o que fazer?

A renda variável nunca foi tão popular no Brasil. Após alcançar o recorde de 3.229.318 de investidores ao fim de 2020, a B3, a bolsa de valores brasileira já acumulava, até 30 de setembro deste ano, cerca de 3.970.384 contas ativas. 

Embora deixar o conforto da renda fixa possa parecer assustador, os números mostram que cada vez mais pessoas abrem apetite ao risco por mais ganhos em fundos imobiliários, BDRs, fundos de investimentos, ETFs, câmbio e — principalmente — em ações. 

Nós, da Blue3, eleita a melhor mesa de renda variável do país pela XP, vamos mostrar como você pode investir nessa modalidade sem medo de perder dinheiro.

Com regulação há mais segurança

Para garantir mais segurança, transparência e a organização dos ativos para todos os agentes envolvidos no mercado de capitais, os investidores podem contar com a B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) e com a CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

Enquanto a B3 se responsabiliza por fornecer uma plataforma para as negociações de compra e venda de ativos, a CVM, uma autarquia federal, funciona como o órgão que fiscaliza e regula esse mercado.

Para acessar esse ambiente de negócios, você primeiramente precisa procurar um banco, corretora ou outras instituições financeiras que estejam habilitadas junto à B3.

Sem medo de investir da forma certa

Agora, estar seguro quanto aos seus investimentos não significa que você deva investir de olhos fechados. Muitas pessoas se traumatizam com a renda variável porque não a encararam com a seriedade que os investimentos dessa modalidade merecem e não por culpa do comportamento da Bolsa, dos ativos ou de uma suposta ‘falta de sorte’.

Antes de se perguntar se você deve investir na Bolsa, você precisa se dedicar e estudar esse mercado, as empresas listadas na B3 e em quais pode ser mais conveniente investir. 

Porque você pode ganhar dinheiro ao investir em ações, mas não deve entrar nesse mercado como o apostador de um jogo de azar, que se confunde com as oscilações, as influências internas e externas e outros fatores que fazem a Bolsa ser um investimento mais volátil.

Por exemplo, toda companhia listada na B3 precisa publicar quatro vezes ao ano, obrigatoriamente, relatórios com os resultados apurados dentro de um período de três meses. Nesses materiais, você encontra dados como liquidez, endividamento, lucros, retorno sobre patrimônio líquido, entre outros, que mostram como a empresa na qual você investe está posicionada em relação ao setor em que está inserida.

Verifique também o histórico da administração e como as companhias são reconhecidas por agentes do mercado financeiro. 

Há empresas que enfrentam sérios problemas judiciais a ponto de desvalorizarem suas ações; outras têm boa reputação perante o mercado já que apresentam resultados consistentes, soluções inovadoras, estão atentas às agendas ambiental, social e de governança (ESG, na sigla em inglês), entre outros fatores.

Não à toa, há empresas cujos papéis custam R$ 0,30, na contramão de outras que vendem ações a quase R$ 150.

Ao investir em ações, pense a longo prazo. Isso não significa que você vai observar o seu investimento somente ao fim de determinado período,  mas quanto mais tempo houver para os seus objetivos serem totalmente alcançados, mais chances de rentabilidade você pode obter.

Leia também o artigo “Tudo o que você precisa saber sobre a Bolsa de Valores”.

Veja se as taxas e os impostos mantêm o investimento atrativo

Agora que já falamos da popularidade e dos pontos positivos de investir em renda variável, mais especificamente em ações, você precisa ficar de olho também na cobrança de taxas e nos impostos que vão dentro desse pacote. 

Assim você pode ver se as cobranças afetam muito ou não a rentabilidade da aplicação. Veja os principais custos:

Taxa de Corretagem – Variável de corretora para corretora, incide toda vez que você faz uma compra ou venda de ações na Bolsa. 

Quanto mais alto for o valor investido, menor vai ser o impacto dessa taxa sobre o investimento.

Imposto sobre Serviço (ISS) – Este tributo incide sobre a taxa de corretagem com alíquota de 9,65% sobre o valor da corretagem.

Taxa de Custódia – Quando a corretora armazena as ações em que você investiu, pode haver uma cobrança em razão desse serviço.

Emolumentos e Taxa de Liquidação – São cobranças feitas pela B3 por cada transação feita na Bolsa. O valor, entretanto, varia conforme a operação (tradicional, day trade, swing trade), tipo de investidor (pessoa física, institucional e clube de investimentos) e o valor aplicado.

Imposto de Renda (IR) – Se você, por acaso, vender suas ações e o valor não ultrapassar R$ 20 mil, há isenção do pagamento desse tributo. 

Agora, caso o valor esteja acima desse patamar será preciso pagar 15% sobre o lucro líquido até o último dia útil do mês seguinte à venda dos papéis.

Diversificar não significa “pulverizar”

Por fim, há uma dica que, apesar de velha conhecida, jamais deixará de ser importante: Não coloque todos os ovos na mesma cesta. Quando traduzido para a linguagem do mercado financeiro, esse ditado quer dizer: não aplique todo o seu dinheiro em apenas uma única maneira de investir. 

Afinal, você gostaria de correr o risco de perder todo o patrimônio em apenas uma jogada errada? Se você quer que seu dinheiro tenha a possibilidade de render mais, adote a estratégia da diversificação.

Quando você diversifica seus investimentos, ao comprar títulos de diferentes características e que se complementam, você minimiza os riscos da sua carteira e busca retornos maiores de forma mais inteligente.

Para isso, tome cuidado. Diversificação não significa pulverização, ou seja, não distribua seus recursos de maneira aleatória em ativos desconhecidos.

E a Blue3 ajuda você nessa tarefa, com profissionais que vão te auxiliar a pensar de forma objetiva sobre como os investimentos da sua carteira se desempenham em conjunto, se eles contribuem para que você atinja seus objetivos de curto, médio e longo prazo e se esses ativos se adequam ao seu perfil e tolerância a perdas. 

Clique aqui para falar com um assessor de investimentos.

Entenda a diferença entre Analista, Broker e Assessor de Investimentos

Se você está conhecendo agora o mercado financeiro mais de perto, já deve ter se perguntado sobre as funções dos profissionais que trabalham nessa área. 

Muitas pessoas imaginam que existe um profissional responsável por cuidar do dinheiro, fazer investimentos e orientar a tomar decisões. Mas a verdade é que, não existe um só para lidar com tudo. 

O mercado financeiro é vasto, com departamentos e funções bem específicas para cada um deles: analistas, assessores de investimentos e brokers que, juntos, fazem todo o movimento acontecer. 

Pode parecer confuso no início, nós sabemos. Mas você vai ver como tudo vai ficar mais claro no final deste artigo. 

Assim, você vai saber exatamente quem procurar!

Conheça, agora, os principais profissionais que atuam no mercado: 

Assessor de investimentos

O agente autônomo de investimentos, popularmente conhecido como assessor de investimentos é o profissional que está à frente de toda a comunicação, mantendo o contato direto com o cliente. 

É esse profissional que vai fazer a primeira entrevista para conhecer bem a fundo os objetivos e traçar um perfil de investidor que esteja alinhado, exclusivamente, com os interesses do futuro investidor.

Portanto, a todo tempo essa relação é próxima, acessível e dinâmica, para que o cliente sinta-se à vontade e possa expor todos os seus desejos, medos e inseguranças para o assessor que, por sua vez, estará ali para auxiliar e dar suporte em todos os momentos. 

Além do mais, sua função principal é estar atento às oportunidades para oferecê-las no momento certo. 

Essa profissão é regulamentada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para atender tanto investidores iniciantes, quanto os mais experientes. E não se engane, não são todas as pessoas que são aptas para atuar como assessor de investimentos

Isso porque, para exercer a função, é preciso ter formação específica, preencher os pré-requisitos legais e ser aprovado em provas de certificação como a da Ancord (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias) e a CPA-20, da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

Para um exemplo prático, você pode pensar que o assessor de investimentos está para as suas finanças, assim como o médico para os cuidados com a sua saúde. Exige a mesma – dadas as devidas proporções – responsabilidade, preparo e seriedade. 

O assessor pode atuar tanto de forma independente, como em corretora de valores ou assessorias de investimento. 

Outro fato muito importante é que o assessor não pode emitir relatórios e fazer análises ou recomendações para seus clientes. Seu papel é, realmente, orientar, apresentar as opções e oferecer todo suporte ao cliente no momento da tomada de decisão. 

Para saber mais como funciona uma empresa que é assessoria de investimentos, clique aqui. 

Broker 

Os brokers são os profissionais responsáveis por atuar na mesa de operações, onde acontecem as compras e as vendas dos ativos, que podem ser de renda fixa ou variável. 

Esse profissional tem habilidade com o sistema Home Broker e faz a intermediação entre quem quer comprar e quem quer vender, ou seja, investidores e empresas/instituições privadas ou públicas. Principalmente, nas operações de curto prazo. 

O broker tem um perfil ágil e focado, além de ter conhecimento o suficiente para lidar com as adversidades do mercado. 

Uma curiosidade que muitas pessoas não sabem sobre esse profissional é que, geralmente, o broker se concentra em um tipo de investimento como, ações, renda fixa ou commodities para atuar de forma altamente concentrada e poder acompanhar todos os movimentos daquele ativo. 

Para atuar como broker, o profissional  precisa ter a certificação AAI da Ancord, assim como assessor, e a PQO, que é a Certificação do Programa de Qualidade Operacional, da Bolsa de Valores brasileira (B3).

No entanto, também assim como o assessor, o broker não pode fazer recomendações aos investidores, ele pode propor operações, mas segue as instruções dadas pelo analista de investimentos, que vamos falar agora. 

Leia também o artigo “Home broker: o que é e como usar?” .

Analista de investimentos 

Como falamos acima, o assessor de investimentos é o profissional que está na  “linha de frente” do relacionamento com o investidor/cliente e o broker é quem realiza, na prática, as operações dos ativos. Mas, quem dá suporte para esses dois profissionais?

É sobre esse profissional que vamos falar agora, o analista. O analista está na parte operacional de todo o processo, é ele quem estuda e interpreta os gráficos, e faz análises que podem ser: técnicas ou fundamentalistas. 

Entenda no artigo “Análises fundamentalista e técnica: como podem ajudar seus investimentos?”.

Além disso, acompanha veemente os movimentos do mercado e tem um conhecimento bem aprofundado da macro e microeconomia. 

Para poder atuar, é preciso ter a Certificação Nacional dos Profissionais de Investimentos (CNPI), emitida pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec).

E para conseguir a certificação, o profissional deve ser aprovado nos exames: 

  • CB – Conteúdo Brasileiro – fase comum para o analista fundamentalista, técnico e pleno.
  • CG1 – Conteúdo Global 1 – fase para o analista fundamentalista. 
  • CT1 – Conteúdo Técnico 1 – fase para o analista técnico. 

Nesse caso, o profissional da área tem permissão para fazer recomendações sobre o que fazer com um ativo. Portanto, é o analista que atua dando suporte para o assessor de investimentos e também para os brokers.

Faz sentido ter todos esses profissionais?

Como foi possível observar, essas profissões do mercado financeiro são extremamente sérias e exigem certificações, assim como um advogado precisa da OAB para atuar. 

Isso quer dizer que esses profissionais têm sua expertise comprovada e são de alto nível de competência. 

Faz sentido dizer que, como estamos falando em evolução e preservação de patrimônio, precisamos ter responsabilidade ao escolher quem irá nos ajudar a cuidar das nossas finanças. Porque um passo em falso e tudo pode se perder

Mas, você pode se perguntar “eu não consigo cuidar das minhas finanças sem a ajuda de ninguém?”, e a resposta é, sim, você até pode. Assim como você pode comprar as peças para o seu carro na internet e trocar sozinho, sem a ajuda de um profissional, por sua conta e risco. 

Mas muito cuidado aqui, pois não estamos falando que ao contratar esses profissionais você vai ter sucesso sempre. 

Entretanto, pense que a chance de tomar decisões equivocadas e sem necessidade, que podem prejudicar os seus investimentos, são muito maiores do que com o suporte de quem vive o dia a dia do mercado. 

E você não precisa contratar todos esses, por exemplo. Pois quando você opta em construir seu patrimônio com o auxílio de uma assessoria de investimentos, você já tem indiretamente o suporte desses profissionais. 

Não são todas, mas existem assessorias que oferecem uma equipe completa e multidisciplinar, além de parcerias com casas de análises, como é o caso da Blue3. Assim, os seus investimentos são assistidos por todos os lados. 

Blue3, DVinvest e SpaceMoney: o caminho para seu legado financeiro

A construção de uma carteira de investimentos exige disciplina para poupar, disposição para a busca constante de novos conhecimentos e olhar atento à conjuntura política e econômica. Porém, nem sempre há tempo para se manter a par de tudo, o que torna o trabalho de assessores, analistas e jornalistas do mercado financeiro de suma importância.

Para oferecer o melhor atendimento aos seus clientes, a Blue3, que foi reconhecida em 2021 como melhor escritório de atendimento do grupo XP, tem investido em parcerias com o intuito de oferecer análises e informação de qualidade que auxilie os investidores na construção do seu legado, garantindo que eles estejam sempre assistidos por todos os lados.

A Blue3 e a DVInvest firmaram uma parceria de exclusividade que dará aos clientes do escritório acesso gratuito às carteiras e relatórios de mercado produzidos pela casa de análises.

O material é um complemento rico ao trabalho desenvolvido pelos assessores, ao levar para o investidor da Blue3 uma leitura mais precisa e segura do mercado, auxiliando a tomada de decisão diária. Saiba mais sobre essa novidade nessa matéria do portal SpaceMoney.

Também no mês de setembro, outra parceria foi firmada para levar informação com agilidade e credibilidade para os investidores da Blue3. No dia primeiro, o portal SpaceMoney inaugurou dois canais que têm patrocínio do escritório de investimentos, abrangendo uma cobertura intensa do dia a dia da bolsa de valores e mercado de renda variável, além de um espaço voltado para proteção e futuro, com notícias e reportagens sobre renda fixa, previdência privada e seguros.

A parceria também inclui a produção de materiais jornalísticos para os canais proprietários da Blue3, como este blog, e a criação de conteúdo multimídia. Uma dessas iniciativas é o PapoBlue — divulgado semanalmente no canal da SpaceMoney no YouTube —, uma conversa semanal com profissionais da Blue3 e parceiros sobre os fatos que estão movimentando o mercado de capitais.

Você, assistido por todos os lados

Um dos frutos dessa conexão entre as empresas é a série de eventos que acontecerão na próxima semana. Entre os dias 20/09 (segunda-feira) e 23/09 (quinta-feira), a Blue3 organizará lives diárias que mostrarão aos investidores os melhores caminhos para a criação do seu legado financeiro. 

Entre os convidados para os Bluetalks estão profissionais da Blue3 que são feras do mercado financeiro, como Bruno Moura, superintendente de Renda Variável; Thiago Nemézio, líder de Alocação; Laís Souza, líder de Operações e Patrick Jonston, superintendente de Renda Variável.

Além da equipe “da casa”, os parceiros da DVinvest também contribuirão com seus conhecimentos de mercado. Dalton Vieira, analista técnico; e Rodrigo Oliveira, analista fundamentalista, falarão sobre as diferentes abordagens que os investidores utilizam para compreender o comportamento dos ativos na B3, a bolsa de valores brasileira.

A apresentação dos eventos ficará a cargo de Amanda Fraioli, especialista em educação financeira na Blue3, e Fabio Murad, CEO e fundador da SpaceMoney.

Confira a programação:

  • 20/09, às 18h: Educação financeira: o primeiro passo para investir no seu legado. Convidado: Bruno Moura, superintendente de renda variável da Blue3.
  • 21/09, às 18h30min: Diversificação: O único almoço grátis no mundo dos investimentos. Convidados: Thiago Nemézio, líder de alocação, e Lais de Souza, líder de operações – ambos da Blue3.
  • 22/09, às 18h: Renda variável: as melhores estratégias para o longo prazo.
    Convidado: Patrick Johnston, superintendente de renda variável da Blue3.
  • 23/09, às 18h: O poder dos gráficos: Como uma casa de análises pode potencializar seus investimentos.
    Convidados: Dalton Vieira, analista técnico, e Rodrigo Oliveira, analista fundamentalista – ambos da DVinvest.

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Análises fundamentalista e técnica: como podem ajudar seus investimentos?

Cada vez mais, o mercado de ações desperta o interesse dos investidores, especialmente, dos iniciantes. Porém, investir em renda variável demanda dedicação do interessado em desenvolver a capacidade de “ler” índices, balanços financeiros e históricos dos ativos (entre outras variáveis) e assim compreender os cenários e indicativos econômicos, com o objetivo otimizar suas chances de antever variações, no curto, médio e longo prazos.

E para isso, dois métodos de avaliação consolidados costumam ser utilizados: as análises fundamentalista e técnica.

Muitas pessoas tem dúvidas sobre as diferenças entre as duas e, principalmente, como aplicá-las em seus investimentos. Para ajudar a sanar essas questões, a Blue3 está promovendo uma palestra exclusiva em parceria com a DVinvest, “O poder dos gráficos: como uma casa de análises pode potencializar seus investimentos”.

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Confira como funciona cada uma delas e como podem te ajudar a investir melhor.

Análise técnica

A análise técnica consiste na avaliação de gráficos e dados históricos das ações para melhor assimilar as variações ao longo do tempo, como uma maneira de estimar, — com maior precisão — sua oscilação, especialmente no curto e médio prazo.

Sabe aquele clássico gráfico de “barrinhas na vertical”, que oscilam para cima e para baixo em um intervalo de tempo? Pois bem, assim é uma representação gráfica da análise técnica.

Também chamada de análise gráfica, ela se propõe a rastrear o comportamento histórico de um ativo e, deste modo, fornece subsídios para que o investidor entenda se, no presente, o preço da ação pode ser considerado alto ou baixo e se encontra-se numa tendência de valorização ou não.

Portanto, para tomar a decisão de comprar ou vender uma ação, quem utiliza a análise técnica interpreta o histórico do gráfico e se, naquele momento, há tendência de crescimento, estabilidade ou de queda.

Essa a modalidade é bastante utilizada pelos day traders, que são os investidores que buscam o lucro com a compra e venda de ativos muitas vezes no mesmo dia.


Análise fundamentalista

Por sua vez, a análise fundamentalista privilegia a leitura e compressão de dados macroeconômicos (juros, índices de inflação etc), balanços e resultados financeiros da companhia, indicadores do setor no qual a empresa está inserida, além de fatores políticos que possam exercer influência sobre aquele mercado. 

O objetivo é traçar um paralelo entre o volume e o valor das ações da companhia, considerando os resultados obtidos, e a atmosfera econômica que rege o período avaliado. Ao combinar essas inúmeras variáveis, torna-se possível compreender os fatores responsáveis pelas oscilações dos preços nas ações, otimizando assim, as chances de projetar as possíveis variações (de valorização ou desvalorização) no médio e longo prazo.

Como se trata de uma análise que considera diversos fatores distintos, tanto internos quanto externos à companhia, a análise fundamentalista é um exercício que requer mais tempo de estudo do que a técnica. 

Qual das análises é melhor?

Tão importante quanto entender ambos os conceitos é compreender que não é preciso, necessariamente, descartar um deles. Pelo contrário. Muitos especialistas, inclusive, utilizam as metodologias de forma complementar.

Se por um lado a análise técnica é capaz de fornecer bons indícios de padrões de oscilação de valores, especialmente no recorte de curtos períodos de tempo; na outra ponta, uma análise fundamentalista profunda pode indicar se os fatores internos e externos que tendem a impactar os negócios de uma companhia sugerem tendências de compra ou venda daquele ativo em um horizonte de tempo mais longo.

A melhor estratégia é pensar em longo prazo

Em ambos os casos é fundamental compreender que tão importante quanto antever a variação de determinado ativo é possuir uma estratégia de investimento sólida e focada na criação de uma carteira diversificada e projetada para crescimento em longo prazo.

E claro, você também pode procurar a ajuda de profissionais. Contar com o apoio de uma casa de análise é sempre uma ótima opção e pode ajudar muito na otimização dos seus investimentos.

A Blue3 Investimentos possui uma parceria exclusiva com uma casa de análise, a DVinvest, uma das melhores casas de análise do país.

Quem é a DVinvest?

A DVinvest é uma casa de análise parceira da Blue3 e foi fundada pelo analista Dalton Vieira. É uma empresa especializada em oferecer apoio para os investidores, fornecendo informações especificas e descomplicada sobre qual a melhor forma de aplicar o seu dinheiro na Bolsa de Valores.

Entre os principais serviços, estão inclusos relatórios sobre a performance das principais empresas na B3, alocação de ativos e montagem de carteiras.

Inclusive, um dos pontos de destaque da DVinvest é a carteira perspectiva, que ao longo dos anos acumulou mais de 170% de rentabilidade, enquanto a da Ibovespa, não passou dos 63%.

Juntamente com a Blue3, a equipe da DVinvest se dedica integralmente para ajudar os investidores a encontrarem o melhor caminho para os seus investimentos. Por meio de muito estudo e diversas análises, tanto fundamentalista quando técnica, a casa de análise entrega aos seus clientes todas as informações necessárias para alcançar bons rendimentos, tudo isso diretamente no seu celular.

Estamos falando do aplicativo DVinvest. Nele você tem acesso a todos os materiais que a casa de análise produz, como as carteiras recomendadas, análises, relatórios, informação sobre o mercado e muito mais. Os clientes Blue3 podem acessar ao app gratuitamente.

Quer saber mais sobre a DVinvest? Acesse ao site!

Agora que você já sabe o significado de cada análise e conhece o trabalho da DVinvest, inscreva-se para o evento e entenda como aplica-las em seus investimentos. Clique aqui e garanta já a sua vaga!

Quer ter um atendimento completo e que te assiste por todos os lados? Invista com a Blue3!

Confira as principais notícias que movimentaram o mercado nesta semana

Chegamos ao fim de mais uma semana. Perdeu alguma coisa? Quer rever algum assunto? Se manter atualizado sobre tudo que aconteceu de mais importante nos últimos dias? Para te manter bem informado, separamos as principais notícias dessa semana que influenciaram o mercado financeiro. 

Quer acompanhar as principais notícias desta sexta-feira (10), em tempo real, sobre a B3, a bolsa de valores brasileira, e os mercados de seguros, previdência privada, além de ter acesso a diversos conteúdos que vão te auxiliar a criar o melhor planejamento financeiro?

Então conheça os canais Bolsa de Valores e Proteção e Futuro, do portal SpaceMoney, que têm patrocínio da Blue3.

Confira:

Segunda-feira – 06/09

Poupança tem retirada líquida de R$ 5,467 bilhões em agosto

Após quatro meses de resultado positivo, o saldo da aplicação na caderneta de poupança voltou a cair com o registro de mais saques do que depósitos. No mês passado, as retiradas superaram os depósitos em R$ 5,467 bilhões, de acordo com relatório divulgado pelo Banco Central (BC). 

O resultado negativo contrasta com o registrado em agosto do ano passado, quando os brasileiros tinham depositado R$ 11,402 bilhões a mais do que retiraram da poupança.

No mês passado, foram aplicados R$ 295,901 bilhões, contra saques de R$ 301,369 bilhões. Os rendimentos creditados nas contas de poupança somaram R$ 2,719 bilhões.

Com o desempenho de agosto, a poupança acumula retirada líquida de R$ 15,629 bilhões nos oito primeiros meses do ano. Já de janeiro a agosto de 2020, houve captação líquida de R$ 123,981 bilhões.

Bolsonaro edita MP que combate “remoção arbitrária” de contas e conteúdos por provedores

O presidente Jair Bolsonaro assinou a edição de uma medida provisória que altera o marco civil da internet para combater a “remoção arbitrária e imotivada de contas, perfis e conteúdos por provedores”, disse a Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom).

Segundo a Secom no Twitter, a MP quer garantir maior clareza quanto a “políticas, procedimentos, medidas e instrumentos” utilizados pelos provedores de redes sociais para cancelamento ou suspensão de conteúdos e contas”.

Terça-feira – 07/09

Por conta do Feriado de Independência, comemorado em 07/09, não houve negociação de ativos na B3, bolsa de valores brasileira.

Quarta-feira – 08/09

Cade recomenda aprovação da fusão entre Localiza (RENT3) e Unidas (LCAM3) mediante a remédios

Prédio Cade

Em parecer, a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendou a aprovação da fusão entre Localiza (RENT3) e Unidas (LCAM3) mediante ‘remédios’.

Agora, o negócio segue para avaliação do Tribunal do Cade, com prazo até os primeiros dias de janeiro de 2022.

IGP-DI recua 0,14% em agosto com queda no minério de ferro, diz FGV

Os preços do minério de ferro recuaram expressivamente e o Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) caiu 0,14% em agosto, de uma alta de 1,45% em julho, mas a inflação pressiona tanto o produtor quanto o consumidor, de acordo com dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira.

O resultado ficou bem aquém da expectativa em pesquisa da Reuters de avanço de 0,10% no mês passado, e levou o índice a acumular em 12 meses avanço de 28,21%.

Segundo a FGV, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI), que responde por 60% do indicador geral, passou a cair 0,42% em agosto, contra alta de 1,65% antes. As Matérias-Primas Brutas cederam 4,17%, ante salto de 1,79% no mês anterior.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) — que responde por 30% do IGP-DI — desacelerou a alta a 0,71% no período, de 0,92% em julho.

O Índice Nacional de Custo de Construção (INCC) registrou em agosto alta de 0,46%, contra avanço de 0,85% em julho.

O IGP-DI é usado como referência para correções de preços e valores contratuais. Também é diretamente empregado no cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) e das contas nacionais em geral.

Cesta básica sobe em 13 das 17 capitais pesquisadas, aponta estudo

O custo médio da cesta básica em agosto teve alta em 13 das 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O levantamento, divulgado hoje (8), mostra que os maiores aumentos foram em Campo Grande (3,48%), Belo Horizonte (2,45%) e Brasília (2,10%).

As quedas nos preços foram registradas em Aracaju (-6,56%), Curitiba (-3,12%), Fortaleza (-1,88%) e João Pessoa (-0,28%).

A cesta mais cara é a de Porto Alegre que custa R$ 664,67 e teve alta de 1,18 % em agosto. A de Florianópolis é a segunda mais cara (R$ 659), com elevação de 0,7% no mês. A de São Paulo ficou em R$ 650,50, com variação de 1,56%.

A cesta básica mais barata é a de Aracaju, no valor de R$ 456,40, seguida pela de Salvador (R$ 485,44) e de João Pessoa (R$ 490,93).

Ibovespa fecha em queda de 3,78%, marcando a maior queda diária em seis meses; dólar sobe 2,89%

O Ibovespa, principal índice acionário da B3, a bolsa brasileira, fechou em queda nesta quarta-feira (8).

No encerramento dos negócios, às 17h, o índice fechou em queda de 3,78%, aos 113.413 pontos, marcando a maior queda diária em seis meses, refletindo preocupações com a pauta econômica do país diante do aumento da tensão político-institucional, após declarações do presidente Jair Bolsonaro durante manifestações no Dia da Independência, na véspera.

O dólar se valorizou em 2,89% e fechou cotado a R$ 5,325. A sessão também foi marcada pela tensão gerada com as falas do presidente brasileiro, incitando a desobediência e aumentando ainda mais a crise entre os poderes, impactando diretamente o câmbio.

Quinta-feira – 09/09

IPCA: inflação fica em 0,87% em agosto, maior resultado para o mês desde 2000

A inflação registrou alta de 0,87% em agosto, a maior para o mês desde o ano 2000. Com isso, o indicador acumula altas de 5,67% no ano e de 9,68% nos últimos 12 meses, acima do registrado nos 12 meses imediatamente anteriores (8,99%).

Em agosto do ano passado, a variação mensal foi de 0,24%. Os dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Banco Central Europeu reduz suporte, mas não sinaliza fim do estímulo

O Banco Central Europeu (BCE) reduzirá ligeiramente suas compras de títulos de emergência ao longo do próximo trimestre, disse a autoridade monetária, dando um passo simbólico para desfazer a ajuda econômica de emergência que sustentou o bloco durante a pandemia.

No entanto, o movimento foi modesto e o BCE não deu nenhum sinal de seu próximo movimento, incluindo como desfazer o Programa de Compra de Emergência da Pandemia (PEPP) de 1,85 trilhão de euros, que manteve os custos de empréstimos baixos para governos e empresas.

EUA: pedidos por seguro-desemprego caíram na semana passada

Os pedidos iniciais por seguro-desemprego da semana passada nos EUA ficaram novamente abaixo da previsão dos economistas do mercado e do número revisado da semana anterior, segundo dados do Departamento de Trabalho publicados nesta quinta-feira (09).

Foram solicitados 310 mil benefícios, contra os 345 mil da semana passada. A previsão do mercado era de 335 mil pedidos.

No entanto, o número de solicitações contínuas ficou levemente acima da previsão de 2,744 milhões, com 2,783 milhões de benefícios solicitados, também abaixo do número revisado da semana passada, que foi de 2,805 milhões.

Banco Central Europeu eleva projeções de crescimento e inflação

Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu  Foto: Ralph Orlowski/Reuters

O Banco Central Europeu elevou nesta quinta-feira (9) suas projeções de crescimento e inflação para este ano e mais além, com a economia da zona do euro se recuperando mais rapidamente da pandemia do que a maioria esperava.

A presidente do BCE, Christine Lagarde, disse que a zona do euro está a caminho de um forte crescimento no terceiro trimestre e que o BCE prevê a atividade econômica de volta ao seu nível pré-pandemia até o final do ano.

Ela disse que embora as perspectivas para a inflação para este ano tenham sido revistas para cima, superior à meta de 2% do BCE, o aumento atual deve ser temporário e acrescentou que a inflação de médio prazo ainda está bem abaixo da meta.

Índice da Construção Civil registra alta de 0,99% em agosto

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) avançou 0,99% em agosto. O resultado ficou 0,90 ponto percentual (p.p) abaixo da taxa de julho, quando registrou 1,89% e é a menor variação desde agosto de 2020.

No acumulado dos últimos 12 meses, a taxa atingiu 22,74%, pouco acima dos 22,60% anotados nos 12 meses imediatamente anteriores. O acumulado de janeiro a agosto ficou em 14,61%. Em agosto de 2020, o índice foi 0,88%.

Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Inflação acumulada em 12 meses passa de 10% em oito capitais

Com a alta de 0,87% no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto, a inflação oficial do país chegou a 9,68% nos últimos 12 meses, segundo os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre as 16 regiões metropolitanas pesquisadas, oito apresentaram taxas acumuladas em 12 meses superiores a 10%.

A maior inflação acumulada foi verificada em Curitiba, com taxa de 12,08%, seguida de Rio Branco (11,97%), Campo Grande (11,26%) e São Luís (11,25%). O menor acumulado de 12 meses foi registrado no Rio de Janeiro, com inflação de 8,09%.

Para o mês de agosto de 2021, todas as áreas pesquisadas tiveram inflação, sendo o maior índice registrado em Brasília (1,40%), influenciado pelas altas de 7,76% no preço da gasolina e de 3,67% na energia elétrica. O menor resultado foi verificado na região metropolitana de Belo Horizonte, com inflação mensal de 0,43%. A região foi influenciada pela queda nos preços das passagens aéreas (-20,05%) e da taxa de água e esgoto (-13,73%).

Brasil tem novas regras para pagamento e transferência internacionais

O Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Banco Central (BC) alteraram a regulamentação cambial e de capitais internacionais para alinhá-las às inovações tecnológicas e aos novos modelos de negócios sobre pagamentos e transferências internacionais. “As novas regras buscam promover um ambiente mais competitivo, inclusivo e inovador para a prestação de serviços aos cidadãos e empresas que enviam ou recebem recursos do exterior”, informou o BC.

As novas medidas permitirão que as instituições de pagamento (IPs), as fintechs, autorizadas a funcionar pelo BC, também possam operar no mercado de câmbio, atuando exclusivamente em meio eletrônico. Atualmente, somente bancos e corretoras podem fazer as operações. Essa permissão entrará em vigor em 1º de setembro de 2022 e as demais medidas em 1º de outubro deste ano.

Blue3 e SpaceMoney anunciam parceria e lançam novos canais de informação

Um dos ativos mais valiosos do século 21 é a informação. Diariamente, fatos econômicos, políticos e sociais interferem no nosso cotidiano e, para quem investe e pensa no futuro, estar por dentro desses acontecimentos no momento certo pode significar a diferença entre lucro e prejuízo. 

Informar com agilidade e trazer análises de qualidade é a missão dos novos canais Bolsa de Valores e Proteção e Futuro, focados no cotidiano da B3 – a bolsa de valores brasileira – e nos mercados de seguros e previdência.

O portal SpaceMoney, especializado na cobertura do mercado de capitais e em produção de conteúdo com foco em educação financeira, é o responsável pela organização editorial e hospedagem do projeto, que tem patrocínio da Blue3. A empresa, escolhida pela XP Investimentos como melhor escritório de agentes autônomos do Brasil em 2021, colabora também com conteúdo analítico baseado nas recomendações e relatórios da corretora.

“Esses novos canais especiais de informação nascem em linha com os princípios que norteiam o negócio da Blue3, de valorizar a informação de qualidade e fomentar a educação financeira. Quem respira o mercado financeiro precisa estar sempre ligado no mundo ao redor e, para nós, é uma grande satisfação poder oferecer essa conexão”, destaca Wagner Vieira, CEO da Blue3.

“A Blue3 é o parceiro ideal para o início da nossa área de projetos especiais, que está desenvolvendo novos canais temáticos sobre segmentos importantes do mercado de capitais e da economia, como criptomoedas, investimentos no exterior, agronegócio e saúde, entre outros, sempre em parceria com empresas que são referência em seus ramos de atuação. Vem muita coisa boa por aí”, adianta Fabio Murad, CEO da SpaceMoney

Mais informação sobre a bolsa

Segundo dados divulgados pela B3 no início de agosto, atualmente 3,9 milhões de pessoas físicas têm conta para investimentos em renda variável. Para quem faz parte desse grupo — ou tem interesse em conhecer e acompanhar o mercado acionário —,  o canal Bolsa de Valores é um passaporte para os pregões.

Dessa forma, é possível acompanhar as cotações dos papéis pela ferramenta SpaceNow, se informar sobre os principais fatos relevantes no universo das empresas listadas e conferir o desempenho do Ibovespa e dos principais índices internacionais. Tudo acompanhado pela contextualização dos profissionais da Rede Blue3.

Portanto, além de notas rápidas, a página trará também conteúdos de fôlego, como reportagens, lives e entrevistas em diferentes formatos, incluindo texto, infográficos e vídeos.

Clique aqui e acesse o canal Bolsa de Valores.

Seu futuro está garantido?

Sabemos que não é possível prever o futuro, mas você pode sim, construir o seu! Por isso, se planejar financeiramente, investir em previdência privada e contar com produtos de seguro são medidas indispensáveis para alcançar esse objetivo. 

Porém, infelizmente, essa não é a realidade da maioria dos brasileiros. Segundo o “Raio-X do Investidor”, pesquisa realizada pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) em julho deste ano, apenas 9% dos brasileiros investem em previdência privada. A maioria (71%) respondeu que dependerá da previdência social (INSS) ou do próprio salário, ou seja: não pretendem parar de trabalhar.

Foi pensando nisso que nasceu o canal Proteção e Futuro, cujo o objetivo é ajudar esse público a ter uma nova consciência financeira, trazendo reportagens sobre educação e planejamento do orçamento pessoal.

Entre os temas estão dicas de como economizar, além das opções de planos de previdência que estão em evidência no mercado e de produtos de seguro que atendam às necessidades dos diferentes perfis de famílias.

Clique aqui para conhecer o canal Proteção e Futuro.

Qual é o seu próximo sonho? Você já definiu as suas metas?

Traçar um planejamento financeiro é essencial para conquistar seus objetivos, e claro, a Blue3 pode te ajudar a alcançá-los.

Procure um assessor Blue3 agora, e comece a investir com excelência!