Como e por que fazer o planejamento sucessório?

Construir um legado sólido e que pode ser aproveitado por muitas gerações é, com certeza, motivo para se sentir confortável. 

Entretanto, existem burocracias – não tão confortáveis assim – que precisam ser levadas em consideração, como as que envolvem o planejamento e a preservação de tudo que foi conquistado, seja por você ou pela sua empresa, por exemplo.  

Por isso, pensar em planejamento sucessório, além de necessário, é uma demonstração de respeito a todo o seu esforço e trabalho. 

Neste artigo, vamos explicar exatamente o que é um planejamento sucessório, quais as opções e os riscos de não pensar no futuro. 

O que é planejamento sucessório?

Ninguém gosta de imaginar o dia em que vai morrer, ou pensar como a família vai seguir caso não esteja mais aqui. Algumas pessoas até pensam que lidar com esse tipo de assunto “atrai”. Mas, a verdade é que não tem como deixar para depois. 

Essa é uma etapa decisiva da vida de uma pessoa. Além de ser uma forma de garantir que todo o seu patrimônio seja distribuído da forma correta, sem se “perder” ou ficar desprotegido após sua partida. 

Afinal, nós investimos nosso dinheiro e trabalhamos para que, no futuro, seja possível desfrutar de tudo que foi conquistado. Imagine, então, se todo esse esforço fosse desperdiçado por uma falta de planejamento em vida? 

Vamos pensar em uma situação hipotética, na qual o nosso personagem fictício, Pedro, não fez o seu planejamento sucessório. Em um dia comum, se envolveu em um acidente de trânsito e, infelizmente, faleceu. 

Pedro era casado, pai de dois homens e empresário. Bom, o que aconteceu foi que, a família, além de ter que lidar com a terrível dor da perda, precisou ir atrás das burocracias do inventário para organizar como o patrimônio de Pedro e sua empresa seriam administrados a partir dali. 

E você sabe como é o processo de inventário? 

Precisamos dizer que, a grosso modo, fazer o inventário é um processo demorado, podendo levar anos.

Além disso, os custos para fazer um inventário podem representar até 20% dos bens, porque envolve o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD); a alíquota de cada estado –  entre 1,5% e 8% e custos de cartório.

Ainda, para o processo do inventário, tem também a taxa jurídica que fica entre 2% e 12% (segundo a tabela da OAB). Ou seja, são muitos os encargos que vão precisar ser descontados diretamente dos bens da pessoa que faleceu. 

Até aqui, já deu para observar, o quão custoso é – em todos os sentidos – ficar à mercê desse processo. Bom, temos também um outro ponto: 

Como os herdeiros são escolhidos no processo de inventário?

O que a maioria sabe é que, os herdeiros legítimos – descendentes, ascendentes, cônjuges/companheiros e colaterais até o 4º grau – têm direito a uma quota do montante total do patrimônio. 

Quando há um herdeiro só, o processo é menos burocrático e, às vezes, é até possível escapar do inventário. Mas, quando há mais de um herdeiro, não há como fugir. 

E, ainda, se não há acordo de divisão entre as partes, fica mais complicado. Tão complicado a ponto de, em muitos casos, ser necessário um juiz para intervir e decidir como será a partilha. 

Qual é a saída para facilitar toda essa burocracia e evitar problemas por falta de planejamento? Bom, chegamos ao ponto da pergunta do início. 

O planejamento sucessório é uma alternativa de formalizar a divisão dos bens e a proteção do patrimônio, ainda em vida, por um custo bem menor, respeitando todos os desejos da pessoa que possui os bens e para que, se algo acontecer, a transferência das titularidades seja rápida. 

Tem dúvidas sobre o assunto? Clique aqui e fale direto com nossos profissionais. 

Como é feito o planejamento sucessório?

Para fazer o planejamento sucessório, é necessário traçar estratégias de acordo com a intenção da pessoa interessada. Mas, entre as possíveis estratégias e formas de fazer isso, vamos elencar em tópicos quais são as principais. 

Seguro de vida

O seguro de vida é uma ferramenta imprescindível no planejamento sucessório. É nele que se inicia tudo, como se fosse o  “bê-á-bá” da sucessão. 

Isso porque, a principal adversidade que herdeiros enfrentam no momento da sucessão é a ausência de liquidez financeira para custear o processo de inventário e manter o padrão de vida.

Os bens do falecido invariavelmente ficam indisponíveis, o que acaba sendo um problema de difícil solução. O seguro de vida tem um ponto de destaque em relação às outras ferramentas como a previdência privada, por exemplo. 

Por lei, o seguro de vida nunca integra o inventário, mesmo em processos com litígios – disputas judiciais. Além disso, ele pode ser contratado por uma fração do valor necessário para a sucessão. 

Portanto, é a ferramenta com maior nível de segurança e custo-benefício na hora de garantir aos herdeiros os recursos necessários para o custeio de todo o processo sucessório.

Testamento 

Essa é uma das práticas mais conhecidas e é até comum ouvirmos que uma pessoa deixou um testamento antes de morrer. Mas, como funciona? No testamento, a pessoa pode escolher como será feita a distribuição dos seus bens. 

No entanto, é preciso que a legislação seja respeitada. E está na lei que 50% do patrimônio deve ser, obrigatoriamente, transferido aos herdeiros necessários

E os outros 50% são livres para serem destinados a quem o “testador” quiser, sem necessariamente precisar ser da família. 

Previdência Privada

A previdência privada é outra estratégia bem interessante quando o assunto é planejamento sucessório. Para isso, é necessário contratar um plano que esteja alinhado com essas expectativas. 

No momento de contratar o plano, já é possível estabelecer os beneficiários (herdeiros) dos recursos e, caso ocorra a morte do titular, o valor é repassado para as pessoas escolhidas, sem precisar aguardar muito tempo. 

Outro ponto positivo é que na maioria das vezes, não há necessidade de passar pelo processo de inventário e, ainda, não tem incidência do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) – existem exceções em algumas localidades do país.

Entretanto, em processos de sucessão com litígio – conflito de interesses – o juiz pode incluir a previdência no inventário, inviabilizando o recebimento dos recursos. 

Se você quiser entender mais sobre como funciona a previdência privada, clique aqui e confira nosso artigo exclusivo sobre o tema!

Doação 

Uma alternativa é fazer doação em vida. A pessoa interessada pode fazer doações dos seus bens em vida para os herdeiros, como uma estratégia de organizar o seu planejamento. 

O interessante é que o doador pode continuar usufruindo dos seus bens até a sua morte. E para utilizar o bem, o beneficiário também precisa consultar o doador, caso esteja vivo. Para isso, a doação é repassada com reserva de usufruto. 

As doações podem ser repassadas sem custo, desde que seja respeitada a máxima anual definida pelo estado. 

Holding familiar

A Holding familiar é uma outra forma de facilitar os processos de transferência e tributação. Para isso, o interessado abre uma holding, ou seja, uma empresa que vai reter o patrimônio da família, e os sócios são os herdeiros. 

Decidi fazer meu planejamento, e agora?

Escolher fazer o planejamento sucessório é, com certeza, uma forma de cuidar de tudo o que foi conquistado por você e é tão importante porque evita muitas burocracias desnecessárias que podem prejudicar o seu patrimônio.

Como destacamos acima, existem diversas intercorrências quando todas essas questões não são organizadas em vida. 

Envolve dor de cabeça dos familiares e possíveis desavenças; custos altos que são retirados do próprio patrimônio e o tempo de liberação dos bens que pode, inclusive, deprecia-los. 

Ao tomar a decisão de fazer o seu planejamento sucessório, é preciso ter em mente que é essencial ter o auxílio de profissionais que entendam do assunto, como o planejador financeiro. Afinal, estamos falando de uma decisão muito importante e que envolve a qualidade de vida de todos. 

Esse profissional vai alinhar com você quais são os principais objetivos para poder entender qual será a estratégia e os instrumentos ideais para organizar o seu patrimônio e aproveitá-lo da melhor forma.

Ficou com dúvidas? Clique aqui para conversar. 

Tenho 35 anos, ainda vale a pena ter uma previdência privada?

Todo mundo busca tranquilidade para quando a maturidade chegar. Pensando nisso, o melhor momento para planejar a independência financeira na aposentadoria é sempre agora, tenha você 20, 30 ou 40 anos de idade. O que será diferente, em cada uma das faixas etárias, é o caminho para conquistar esse objetivo.

Naturalmente, quem começar mais cedo percorrerá um caminho mais confortável, podendo aportar valores mais baixos para criar o “colchão” de previdência e investimentos que permitirão a tão sonhada aposentadoria tranquila. “Infelizmente, os brasileiros ainda não têm a cultura de poupar, então é comum que muitos comecem a planejar a aposentadoria depois dos 30, quando a vida financeira já está mais estabilizada”, explica Wagner Ronchi, portfolio manager private da Blue3. 

Para esse público, qual é a melhor saída para “recuperar o tempo perdido”? Contar com um plano de previdência privada ou investir no mercado financeiro?

Planos complementares

Investir tem tudo a ver com objetivos e, no caso da aposentadoria, tanto os planos de previdência privada quanto outras aplicações financeiras podem ajudar os investidores a chegar lá. 

As duas principais modalidades de previdência privada são o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) e o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre). A diferença entre as duas é basicamente a forma de tributação: a primeira segue uma tabela regressiva do imposto de renda, que é cobrado apenas no resgate; enquanto a segunda segue um sistema “progressivo” que permite abatimentos do IR ao longo do tempo e tem tributação sobre o saldo total.

Em ambas as modalidades é possível escolher o montante que será aplicado mensalmente (alguns planos têm valor mínimo) e por qual tempo você aplicará antes de colher o benefício. Para saber mais sobre o PGBL e o VGBL, confira este texto no canal patrocinado da Blue3 no portal SpaceMoney.

Outra forma de não depender do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) na velhice é investir por conta própria para acumular os recursos necessários para sua aposentadoria.

Primeiramente, é necessário conhecer o seu perfil de investidor, se é conservador, moderado ou arrojado. Como saber? Em geral, corretoras e assessorias de investimento aplicam um teste que analisa a capacidade financeira e indica qual é o perfil que norteará a escolha dos ativos que vão compor a carteira. “Porém, independentemente do perfil, é possível criar um portfólio no mercado financeiro que dê suporte ao plano de previdência e ajude a garantir retornos sólidos no futuro”, explica Wagner.

Confira exemplos de investimentos que podem fazer parte da sua carteira de previdência

Tesouro Direto

São os títulos mais seguros do mercado financeiro, pois trata-se de dívidas do tesouro nacional. Ou seja: a possibilidade de o governo não ter capacidade para honrar suas dívidas é quase inexistente.

A segurança, claro, vem com um preço: a rentabilidade do Tesouro Direto não é a mais alta do mercado, mas ainda assim esse é um dos ativos quase obrigatórios em qualquer carteira de longo prazo, uma vez que o principal objetivo de quem guarda dinheiro para resgate muitos anos à frente é rentabilizar acima da inflação.

Com o TD isso é possível, uma vez que a modalidade conta com a opção IPCA+, cuja rentabilidade é calculada a partir da inflação medida pelo IBGE  (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e de uma taxa fixa.

CDBs

Os Certificados de Depósito Bancários são ativos semelhantes ao Tesouro Direto, porém, quem emite esse tipo de título são os bancos. Embora instituição financeira nenhuma tenha a mesma capacidade de pagamento do governo, dinheiro para honrar as dívidas não costuma ser problema para os bancos. Portanto, os CDBs também são considerados investimentos de baixo risco.

É possível encontrar, inclusive, opções com rentabilidade mais atrativa do que a dos títulos públicos. Porém, fique atento à liquidez: alguns desses ativos só podem ser resgatados no vencimento, ou seja, ao investir, você só receberá de volta o seu dinheiro na data estipulada, que pode ser em seis meses ou até 10 anos. Por isso é importante ler com atenção a descrição do título antes de comprar.

Fundos de renda fixa

Em linhas gerais, fundos de investimento são grupos de pessoas que se reúnem para investir e conseguirem, juntos, montar um portfólio rentável. No caso dos fundos de renda fixa, o objetivo é investir nessa classe de ativos, que inclui os títulos públicos e CDBs descritos acima, além de certificados de recebíveis do agronegócio e mercado imobiliário, títulos de crédito e outras opções.

Os fundos são comercializados em cotas e a rentabilidade do investidor é proporcional à quantidade adquirida. 

Ações

Embora seja conhecido pela alta volatilidade, o mercado de ações também é indicado para quem tem planos de longo prazo. Não por acaso, o número de investidores pessoas físicas na B3, a bolsa de valores brasileira, não para de crescer. Só até julho deste ano — segundo números da própria bolsa —, o número de contas ativas chegou a 3,9 milhões, um avanço de 20% em relação a 2020. 

Embora esteja “na moda”, investir sem qualquer critério em renda variável pode trazer prejuízos. É preciso ter cuidado na hora de escolher os papéis que farão parte do portfólio e acompanhar de perto o desempenho das empresas.

“ A bolsa é um ótimo caminho para quem quer uma rentabilidade superior à da renda fixa, mas lá os investidores também encontrarão maior exposição ao risco. Por isso é necessário estar sempre bem informado. Para quem não tem tempo de se dedicar, o ideal é buscar uma assessoria de investimentos ou gestora de recursos”, destaca o portfolio manager. 

Fundos de investimentos imobiliários (FIIs)

Cada vez mais presentes no radar — e na carteira — dos investidores, os FIIs têm funcionamento similar a outros fundos, porém, são focados em empreendimentos imobiliários ou investem seu patrimônio em ativos ligados ao setor. 

Uma característica que chama a atenção é que esse tipo de investimento pode oferecer, simultaneamente, retorno por meio da valorização das cotas e distribuição de dividendos. Isso porque há fundos que investem em imóveis para locação e os aluguéis gerados por esses contratos são divididos entre os cotistas do fundo. “Os FIIs estão ganhando o radar dos investidores por oferecerem possibilidade de renda passiva, por meio dos dividendos, que além de ser um dinheiro que os investidores recebem mensalmente, ainda permanece isenta de imposto de renda mesmo com o avanço da reforma tributária”, pontua Wagner.

Quer conhecer os melhores investimentos para realizar o seu próximo sonho? A Blue3 te ajuda a encontrar o caminho!

Blue3 e SpaceMoney anunciam parceria e lançam novos canais de informação

Um dos ativos mais valiosos do século 21 é a informação. Diariamente, fatos econômicos, políticos e sociais interferem no nosso cotidiano e, para quem investe e pensa no futuro, estar por dentro desses acontecimentos no momento certo pode significar a diferença entre lucro e prejuízo. 

Informar com agilidade e trazer análises de qualidade é a missão dos novos canais Bolsa de Valores e Proteção e Futuro, focados no cotidiano da B3 – a bolsa de valores brasileira – e nos mercados de seguros e previdência.

O portal SpaceMoney, especializado na cobertura do mercado de capitais e em produção de conteúdo com foco em educação financeira, é o responsável pela organização editorial e hospedagem do projeto, que tem patrocínio da Blue3. A empresa, escolhida pela XP Investimentos como melhor escritório de agentes autônomos do Brasil em 2021, colabora também com conteúdo analítico baseado nas recomendações e relatórios da corretora.

“Esses novos canais especiais de informação nascem em linha com os princípios que norteiam o negócio da Blue3, de valorizar a informação de qualidade e fomentar a educação financeira. Quem respira o mercado financeiro precisa estar sempre ligado no mundo ao redor e, para nós, é uma grande satisfação poder oferecer essa conexão”, destaca Wagner Vieira, CEO da Blue3.

“A Blue3 é o parceiro ideal para o início da nossa área de projetos especiais, que está desenvolvendo novos canais temáticos sobre segmentos importantes do mercado de capitais e da economia, como criptomoedas, investimentos no exterior, agronegócio e saúde, entre outros, sempre em parceria com empresas que são referência em seus ramos de atuação. Vem muita coisa boa por aí”, adianta Fabio Murad, CEO da SpaceMoney

Mais informação sobre a bolsa

Segundo dados divulgados pela B3 no início de agosto, atualmente 3,9 milhões de pessoas físicas têm conta para investimentos em renda variável. Para quem faz parte desse grupo — ou tem interesse em conhecer e acompanhar o mercado acionário —,  o canal Bolsa de Valores é um passaporte para os pregões.

Dessa forma, é possível acompanhar as cotações dos papéis pela ferramenta SpaceNow, se informar sobre os principais fatos relevantes no universo das empresas listadas e conferir o desempenho do Ibovespa e dos principais índices internacionais. Tudo acompanhado pela contextualização dos profissionais da Rede Blue3.

Portanto, além de notas rápidas, a página trará também conteúdos de fôlego, como reportagens, lives e entrevistas em diferentes formatos, incluindo texto, infográficos e vídeos.

Clique aqui e acesse o canal Bolsa de Valores.

Seu futuro está garantido?

Sabemos que não é possível prever o futuro, mas você pode sim, construir o seu! Por isso, se planejar financeiramente, investir em previdência privada e contar com produtos de seguro são medidas indispensáveis para alcançar esse objetivo. 

Porém, infelizmente, essa não é a realidade da maioria dos brasileiros. Segundo o “Raio-X do Investidor”, pesquisa realizada pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) em julho deste ano, apenas 9% dos brasileiros investem em previdência privada. A maioria (71%) respondeu que dependerá da previdência social (INSS) ou do próprio salário, ou seja: não pretendem parar de trabalhar.

Foi pensando nisso que nasceu o canal Proteção e Futuro, cujo o objetivo é ajudar esse público a ter uma nova consciência financeira, trazendo reportagens sobre educação e planejamento do orçamento pessoal.

Entre os temas estão dicas de como economizar, além das opções de planos de previdência que estão em evidência no mercado e de produtos de seguro que atendam às necessidades dos diferentes perfis de famílias.

Clique aqui para conhecer o canal Proteção e Futuro.

Qual é o seu próximo sonho? Você já definiu as suas metas?

Traçar um planejamento financeiro é essencial para conquistar seus objetivos, e claro, a Blue3 pode te ajudar a alcançá-los.

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Previdência Privada: Pontos essenciais para escolher o seu plano

A palavra previdência nunca esteve tão em alta, você pode ligar em qualquer noticiário e lá estará ela. Com a reforma aprovada  em julho 2019 o termo ganhou notoriedade e passou a fazer parte do cotidiano das pessoas.

Mas você sabia que a previdência vai muito além da Previdência Social?

Hoje vamos falar sobre o que é previdência privada e por que ela pode ser um bom investimento para garantir uma aposentadoria mais tranquila e também garantia de segurança para o futuro de sua família.

A Previdência Privada nada mais é do que a possibilidade de investir em fundos com foco no longo prazo, assim você investe em um auxílio para sua aposentadoria no futuro.

Escolher um plano de previdência requer muita atenção e planejamento. Além de haver vários fundos disponíveis no mercado, você ainda precisa escolher o modelo, entre PGBL e VGBL e calcular o período que deseja aplicar.

Por esse motivo, separamos os sete pontos principais, que poderão te ajudar na escolha do plano ideal para seu perfil e seus objetivos.

1 – Taxa zero

Como esse investimento é pensado para garantir que você possa usufruí-lo no futuro, é importante que você procure planos com ZERO de taxa de carregamento de entrada e saída. Assim, você não precisará se preocupar em pagar por taxas ao decidir entrar no plano, sendo que não irá usufruir de seus rendimentos por um longo período, nem quando for sair e ter parte do seu investimento

2 – Taxa de Administração abaixo de 1%

É importante você saber que Fundos de Renda Fixa conservadores não devem cobrar acima de 1% ao ano para a administração. Sendo assim, entrar em fundos que apresentem uma taxa acima deste valor podem comprometer seus investimentos.

3 – Diversificação

É muito importante lembrar que diversificação também pode ser aplicada à Previdência Privada, já que ela não é apenas um investimento de Renda Fixa. Além disso, também existem diversos fundos específicos, criados para atender perfis específicos de investidores, e que podem lhe trazer maiores possibilidades de rentabilidade.

4 – Evite atendimento reativo

Como em qualquer investimento, contar com uma assessoria completa para sua Previdência é muito importante, portanto, não aceite um atendimento que só procura você no momento em que decide fazer a portabilidade para um fundo melhor de outra instituição.

5 – Busque quem realmente entende

Com o mercado em alta e com muita gente interessada em investir, sempre aparecem empresas que decidem seguir a onda sem realmente possuir as credenciais para um atendimento seguro e conhecimento. Procure gestores que realmente possam te orientar quando as diferenças de investimento em todas as categorias: renda fixa, multimercado, inflação e balanceados. Você também pode checar se o profissional  e a instituição que lhe oferece assessoria está devidamente credenciado na CVM (Comissão de valores mobiliários). 

6 – Busque quem seleciona o melhor produto para o seu perfil

Conhecer seu perfil de investidor é muito importante para que vocês saiba onde e como deve investir seu patrimônio. Na hora que de decidir entre PGBL E VGBL, lembre-se que os planos PGBL são vantajosos apenas para quem faz declaração completa de Imposto de Renda. Caso não tenha certeza qual tipo de IR você declara, contrate um VGBL.

7 – Atendimento e relacionamento

Contar com uma assessoria qualificada faz toda diferença para seus investimentos. Para aproveitar as melhores oportunidades do mercado, é essencial ter um  atendimento que esteja constantemente em contato com você, e consiga apresentar as melhores opções de investimentos.

Conclusão

Sempre que investimos nosso patrimônio estamos em busca de segurança e rentabilidade, pois isso é tão importante contar nesse processo com empresas e profissionais sérios e competentes. Investir com quem se preocupa com o seu capital além de evitar dores de cabeça, garante que seus investimentos não sejam comprometidos. Com as dicas que passamos neste post acreditamos que seu primeiro investimento na Previdência Privada ou sua portabilidade serão muito mais tranquilos.

 

Veja nosso vídeo com dicas para ajudar você a escolher a melhor opção em Previdência Privada.

 

 

Saiba como declarar sua Previdência Privada no Imposto de Renda

Quando chega a época de declarar o imposto de renda Investidores na Previdência Privada, tanto na modalidade PGBL quanto na Modalidade VGBL precisam estar preparados para declarar sua PP.

 

Não é raro encontrarmos pessoas com muitas dúvidas sobre como declarar sua previdência privada, quais transações devem ser declaradas e se há uma real necessidade de declarar esse investimento no Imposto de renda.  

 

É importante saber que todos os aportes ou saques nos planos de previdência privada, independentemente da modalidade, PGBL ou BGBL, que foram realizados durante o calendário anterior ao IR (ano anterior) devem ser obrigatoriamente declarados de maneira bastante clara e específica no formulário do IR.

 

PGBL – Contribuições 

 

Seguindo os códigos 36 e 38 da ficha de Pagamentos efetuados, todas as contribuições realizadas no período referente ao ano anterior a declaração devem ser informados da maneira como informado pelo informe de rendimentos de sua seguradora. 

 

Para se obter o máximo de benefício fiscal disponível dentro dessa modalidade é necessário realizar sua declaração no modelo completo da declaração do imposto de renda, dessa forma se enquadrando para receber 12% de dedução no IR, sendo 12% também o limite de sua renda tributável anual. 

 

Caso você opte pelo modelo de desconto simplificado, você não poderá utilizar p limite dedutível de 12%, sendo essa a maior vantagem desse modelo o PGBL não seria o melhor modelo de previdência privada para você. 

 

Outro ponto importante a se pensar, principalmente relacionado à adequação do seu perfil, é não realizar contribuições acima do limite dedutível do seu plano PGBL já que nesse caso todo o excedente desse limite deixa de ser dedutível e será tributado normalmente no IR.

 

PGBL – Saque

 

Da mesma forma que as contribuições, todos os valores resgatados ou benefícios concedidos do seu PGBL devem de maneira obrigatória ser registrados integralmente na fichas: “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica” para planos que estejam submetidos ao regime tributário progressivo ou na ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva” em casos de planos sob o regime de tributação regressivo.

 

VGBL – Contribuições 

 

No modelo de tributação  VGBL as contribuições feitas ao longo do ano calendário devem ser declaradas na ficha “Bens e Direitos” por meio do código 97 que corresponde ao VGBL. Nesse caso os valores de rendimentos obtidos ao longo do ano anterior não deve ser informados, apenas o valor das contribuições realizadas.

Em caso de planos VGBL  com mais de um ano, você declarará a soma de todas as contribuições já realizadas de acordo com o informe de sua seguradora. 

 

VGBL – Saques  

 

Seguindo a mesma regra, quando for realizar o saque de seu rendimentos você deve estar atendo a qual foi regime de tributação escolhido por você.

Da mesma maneira seguida pelo PGBL, no VGBL os valores resgatados precisam ser registrados como “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica” caso você tenha optado pelo regime tributário progressivo, ou informado na ficha  “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva” em casos de planos sob o regime de tributação regressivo.

 

Mas ao contrário do PGBL, nessa modalidade o imposto de renda incide apenas sobre o rendimento de sua aplicação dessa maneira os saques de patrimônio acumulado anterior à declaração esse valor deverá ser ajustado na ficha “bens e direitos”, registrando quais foram as contribuições realizadas e quais foram os resgates realizados.

 

Conclusão

 

Apesar das dúvidas de muitas pessoas é bastante simples declarar a previdência privada no imposto de renda. mas para não cometer erros e evitar dores de cabeça , você deve sempre estar atento ao seu modelo de tributação.

Esse será o principal fator de distinção entre a declaração para cada tipo de investimento. Tanto para o VGBL quanto para o PGBL, você deverá declarar tantos seus saques quanto contribuições, seguindo os informes de rendimentos emitidos por sua seguradora. 

 

 

5 vantagens pouco conhecidas da Previdência Privada

Quando um investidor opta pela previdência privada, no geral ele está sempre com sua principal característica em mente: A possibilidade de possuir uma renda extra à sua aposentadoria e garantir a sua tranquilidade e de sua família no futuro. 

Mas o que muitos desconhecem são algumas vantagens e diferenciais que esse investimento possui, quando comparado com outros investimentos. Já que essas possibilidades e características combinadas apenas a previdência oferece no Brasil. 

1. Sucessão Patrimonial

A sucessão patrimonial é uma das melhores estratégias para assegurar que sua família esteja protegida e possa usufruir de seu capital acumulado em caso de eventual fatalidade. Na maioria das vezes ao pensarmos em um plano de previdência temos em mente nossa vida na aposentadoria, mas nunca sabemos o dia de amanhã e caso algo inesperado ocorra é importante que sua família e herdeiros estejam protegidos e possam usufruir de seu capital acumulado.

Apesar de existirem maneiras de planejar sua sucessão patrimonial ao longo dos anos, também em outros tipos de investimento, na Previdência Privada essa possibilidade é intrínseca ao modelo de investimento. Esse planejamento já na contratação de seu plano evita que numa eventual fatalidade seus herdeiros tenham que recorrer a questões burocráticas como inventário ou divisão de herança, já que você mesmo pode definir seu planejamento sucessório. 

2. Na previdência privada não há incidência de come-cotas

Apesar dos planos de previdência privada não serem isentos de imposto de renda, uma de sua maiores vantagens é poder escolher o plano e forma de tributação de seu investimento. Dessa forma apesar de investir em fundos seus investimentos na previdência privada estão livres do come-cotas, imposto cobrado 2 vezes ao ano sobre suas cotas em fundos. 

No longo prazo a não incidência de come-cotas garante um rendimento melhor a você, já que você não perderá suas cotas e pagará o imposto apenas no final do seu investimento, pagando o imposto de acordo com o plano escolhido.

3. Portabilidade 

Uma das característica mais importantes da Previdência Privada e uma ferramenta importante para que os investidores possam adequar seus investimentos na previdência é a portabilidade. Com ela não só é possível trocar o seu plano de previdência, instituição financeira, modelo de tributação, mas é possível fazer tudo isso sem ter que iniciar do zero uma nova previdência. 

Ao não precisar realizar o resgate de sua aplicação você não paga o Imposto de Renda e não perde nada ao transferir seu plano para outro com possibilidades melhores de rendimento.  Além de não precisar reiniciar a contagem da tabela regressiva do IR como seriam nos outros investimentos de renda fina.

4. Automação  via débito automático

Algo aparentemente simples, mas que pode fazer toda a diferença num planejamento de aposentadoria por Previdência privada é manter a regularidade de suas aplicações. Essa disciplina garantirá que seu capital tenha cada vez mais possibilidade de rendimentos.

Uma solução oferecida pelos planos de Previdência privada é realizar a aplicação de forma automática, via débito automático. Assim seu dinheiro será aplicado periodicamente, sem a necessidade de interação sua, facilitando seu cotidiano como investidor.  

5. Escolha do modelo tributário 

Já pensou poder escolher como deseja pagar o imposto de renda de seu investimento? Pois ao contrário da  grande maioria dos investimentos nos quais você é obrigado a recolher impostos sobre os rendimentos de maneira única e compulsória, na Previdência Privada você tem alternativas que melhor se adéqua ao seu perfil de investidor e aos seus objetivos de investimento. 

Ao escolher por exemplo os modelos de tributação PGBL ou VGBL, é possível optar por uma alíquota maior com abatimento do IR de 12% ou uma alíquota menor sem abatimento. Além de poder escolher entre a tabela regressiva ou progressiva de imposto. 

Conclusão

As vantagens de se investir em uma previdência privada são muitos e eles aumentam ainda mais quando comparamos a PP com outros investimentos.

Com suas possibilidades de adequação ao perfil do investidor e a combinação de suas diversas características únicas a previdência se torna uma modalidade extremamente robusta para seus investimentos de longo prazo, principalmente com objetivo de um complemento para a  aposentadoria.

Escolher o plano de Previdência levando em conta a melhor forma de se utilizar de cada uma dessas características é uma robusta ferramenta para potencializar seu investimentos na previdência privada. 

 

 

Portabilidade de Previdência Privada: O que você precisa saber para trocar de plano

  Uma das grandes vantagens de seu investir em uma previdência privada é a possibilidade de, caso você esteja insatisfeito com seu plano de previdência, você tem a opção de migrar seus recursos aplicados para outro plano, que melhor se adeque aos seus objetivos como investir.

 

Essa portabilidade pode ser feita para qualquer instituição financeiro no país e pode ser realizada sem custos para o investidor. O processo é fácil e garante a segurança do seu dinheiro.

 

No processo de portabilidade da previdência privada, não há a necessidade de você resgatar seu plano e dessa forma ter que pagar imposto de renda e iniciar do zero um novo plano, já que basta realizar essa transferência.

 

A portabilidade da previdência privada é utilizada principalmente por investidores que desejam aumentar suas possibilidades de rendimentos, com estratégias mais robustas e adequadas à seus objetivos ou estão em busca de taxas menores para gestão de seu plano.

 

A portabilidade também pode ser realizada dentro da mesma instituição financeira, ajudando na mudança de uma plano atual para outro mais adequado à você. Todos esses recursos ajudam o investidor a melhorar seus rendimentos e buscar formas de melhorar a eficiência de seus investimentos para chegar em seu objetivo.

 

Como é feita a portabilidade?

O pedido de portabilidade deve ser feito à instituição financeira de seu plano atual. Você irá informar para onde deseja migrar seu plano e será o plano a partir do qual você irá migrar que irá contactar o plano de destino para realizar o processo de transferência, que pode levar até 5 dias para ser concluído.

 

É possível realizar a portabilidade previdência entre planos abertos, entre planos fechados (fundos de pensão) ou de um plano fechado para um plano aberto. Mas só é possível solicitar a migração de seu plano durante a fase de acumulação do plano, nunca na fase de recebimento do benefício.

 

Durante a portabilidade da previdência, ainda é possível mudar a tabela de cobrança de imposto de renda de seu plano da progressiva para a regressiva. Mas não é possível realizar a mudança da regressiva para a progressiva, já que ao escolher a tabela regressiva, deve-se permanecer com ela até o final do investimento.

 

Conclusão 

  Como a portabilidade da previdência permite ao investidor levar todo o prazo em que ele permaneceu no plano, sem voltar a contar do zero essa ferramenta é uma ótima alternativa para quem está insatisfeito com o plano atual de previdência privada. É possível realizar uma série de mudanças no plano de investimento sem ter que sacar o dinheiro, pagar imposto de renda e iniciar uma nova previdência.

 

 

 

Previdência Privada: PGBL ou VGBL?

  Você ainda tem dúvidas entre o que é PGBL e VGBL, ou, Plano Gerador de Benefício Livre e Vida Gerador de Benefício Livre? Pois saiba que você não está sozinho. Muitos investidores interessado em garantir um futuro mais tranquilo financeiramente e desejam começar a investir na previdência privada também têm essa dúvida.

 

Quando o investidor decide em procurar por um plano de previdência  privada, com o objetivo de garantir uma renda complementar a sua aposentadoria ou com algum outro objetivo de longo prazo ele acaba se deparando com diversas possibilidades que devem ser estudadas com cuidado, para que possam auxiliar na conquista de seus objetivos.

 

Nessa etapa educação financeira e planejamento são essenciais e podem evitar dores de cabeça no futuro, já que o investimento será feito respeitando suas necessidades. Assim você não escolherá um plano inadequado às suas metas.

 

A grande diferença entre PGBL e VGBL está na tributação de cada modelo. Caso você declare o imposto de renda pelo formulário completo poderá optar pelo PGBL, por exemplo, com a possibilidade de  deduzir seus aportes até o limite de 12% da sua renda anual.

 

Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL)

 

O PGBL é indicado para pessoas que fazem a declaração completa do Imposto de renda e também contribuem para a Previdência Social. Nessa opção, as quantias aplicadas podem ser deduzidas do imposto, desde que não ultrapassem os 12% da renda bruta anual.

 

Apesar de não ser isento de IR, há grandes vantagens nesse plano já que no final do período de acumulação, o imposto será referente ao valor total  montante total acumulado com o passar dos anos. Sendo assim, soma-se suas contribuições mais o rendimento.

 

Por conta disso sua rentabilidade até o final do período será aumentada, já que seus rendimentos serão também sobre o valor que seria pago ao IR.

 

Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL)

 

O VGBL não pode ser Abatido no imposto de renda, sendo essa sua maior diferença em relação ao anterior. Mas quando o dinheiro for sacado, será cobrado apenas o imposto referente ao rendimentos que o investidor  obteve durante o período da aplicação. 

 

Esse plano é indicado para pessoas que fazem a declaração simplificada do IR ou que são isentas a ele, pois possuem deduções a fazer no IR.  Ele também permite ultrapassar o valor de 12% da sua renda e ter um benefício proporcional às suas aplicações.
 

PGBL e VGBL

 

Ainda há a possibilidade de combinar os dois planos, dessa forma aumentar as possibilidades de renda. Com essa combinação é possível unir o melhor da cada modalidade.

 

Assim você poderá por exemplo contribuir com 12% da sua renda no modelo PGBL e garantir essa dedução no seu imposto de renda, ao mesmo tempo que consegue uma maior flexibilidade no VGBL, podendo decidir o valor que deseja investir periodicamente.

 

Conclusão

 

Escolher o modelo correto para seu perfil irá evitar dores de cabeça na hora de usufruir os rendimentos da sua Previdência Privada.  Como a principal diferença entre PGBL e VGBL está na forma de tributação você pode optar pela que melhor se adequa à sua renda atual, valor que deseja investir e prazo para sacar o dinheiro. Com um bom planejamento e acompanhamento de sua carteira você poderá adequar sua previdência privada para o melhor plano para atingir suas metas.

 

 

 

Entenda sobre Previdência Privada e a importância para sua aposentadoria no futuro

Viver uma vida sem grandes preocupações financeiras é o sonho de muita gente. Esse sonho é ainda maior quando pensamos em nosso futuro, quando estamos mais velhos e chegou a hora de aproveitar o que nos resta de vida. O que muita gente se esquece é que para se obter um futuro tranquilo, com independência financeira é necessário planejamento e o início deve ser imediato. 

Quanto mais cedo você começar a se programar para essa fase da vida, mais possibilidade você terá de chegar até ela com um patrimônio garantido e segurança para você e sua família.

Como no Brasil a educação financeira é algo que o Brasileiro quase não tem contato muitas pessoas acabam adiando suas aplicações e assim sabotando sua aposentadoria. Isso acontece pois muitos acreditam que está cedo de mais para se pensar nisso, já que a aposentadoria só ocorre entre os 50 ou 60 anos. Outros já acreditam que é muito tarde para se investir melhor na previdência.

Segundo dados do Banco Mundial, apenas 4% da população brasileira poupa algum dinheiro com o objetivo de complementar sua aposentadoria, além do INSS. O que coloca o Brasil como um dos piores países no mundo nesse quesito.

Quando observamos a constante mudança do cenário econômico e a nova realidade imposta a investidores, o fatio de apenas 4 brasileiros em cada 100 terem algum tipo de reserva para o futuro fica ainda mais preocupante.

Faça da previdência privada sua ferramenta para um futuro tranquilo.

A previdência privada é uma forma segura de investir com pensamento no longo prazo. Com diversos ativos disponíveis para esse investimento, é uma maneira fácil de aplicação do seu patrimônio.  Apesar de ser pensada para complementar sua aposentadoria, a previdência privada não está ligada ao INSS. 

O grande diferencial da previdência privada é a possibilidade de proteger seu patrimônio de maneira que ele renda até a data de você usufruí-lo. Mas antes de decidir a quantia que você irá investir é importante considerar alguns fatores que poderão potencializar seus rendimentos, e ir de encontro com seus objetivos reais como investidor.  

Um desses fatores importantes para iniciar seu planejamento é saber quando deseja obter de renda no futuro, e assim equiparar suas aplicações da renda ou patrimônio atual para conseguir chegar aos valores desejados. Mas essa parte mais estratégica deve também estar sempre alinhada com disciplina e persistência, pois o ideal é realizar suas aplicações mensalmente e com foco no longo prazo.

Por que investir na Previdência Privada.

As vantagens de se investir na previdência privada são muitas, principalmente quando comparada com a aposentadoria pública. O ideal é não depender da aposentadoria pelo INSS já que o teto é de apenas R$ 4.663. Então a previdência privada te dá a possibilidade de escolher o valor que você irá investir mensalmente  e os prazos dessa aplicação. Além disso é possível escolher como deseja receber sua renda entre vitalício ou determinado período, considerando os anos que você irá usufruir do benefício. Além de permitir um planejamento sucessório com a possibilidade de que filhos e cônjuges possam receber o benefício após um possível falecimento.

Conclusão 

Como pudemos ver, a previdência privada pode e deve ser utilizada de maneira eficaz para garantir um futuro tranquilo e sem grandes preocupações financeira. Os investimentos na previdência privada são fáceis, seguros e garantem bons rendimentos a quem deseja complementar sua aposentadoria e garantir uma boa renda no futuro. Além de possibilitar a segurança de sua família, pois no caso de um eventual falecimento filhos e cônjuges poderão receber os benefícios de sua Previdência Privada.