Tenho 35 anos, ainda vale a pena ter uma previdência privada?

Todo mundo busca tranquilidade para quando a maturidade chegar. Pensando nisso, o melhor momento para planejar a independência financeira na aposentadoria é sempre agora, tenha você 20, 30 ou 40 anos de idade. O que será diferente, em cada uma das faixas etárias, é o caminho para conquistar esse objetivo.

Naturalmente, quem começar mais cedo percorrerá um caminho mais confortável, podendo aportar valores mais baixos para criar o “colchão” de previdência e investimentos que permitirão a tão sonhada aposentadoria tranquila. “Infelizmente, os brasileiros ainda não têm a cultura de poupar, então é comum que muitos comecem a planejar a aposentadoria depois dos 30, quando a vida financeira já está mais estabilizada”, explica Wagner Ronchi, portfolio manager private da Blue3. 

Para esse público, qual é a melhor saída para “recuperar o tempo perdido”? Contar com um plano de previdência privada ou investir no mercado financeiro?

Planos complementares

Investir tem tudo a ver com objetivos e, no caso da aposentadoria, tanto os planos de previdência privada quanto outras aplicações financeiras podem ajudar os investidores a chegar lá. 

As duas principais modalidades de previdência privada são o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) e o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre). A diferença entre as duas é basicamente a forma de tributação: a primeira segue uma tabela regressiva do imposto de renda, que é cobrado apenas no resgate; enquanto a segunda segue um sistema “progressivo” que permite abatimentos do IR ao longo do tempo e tem tributação sobre o saldo total.

Em ambas as modalidades é possível escolher o montante que será aplicado mensalmente (alguns planos têm valor mínimo) e por qual tempo você aplicará antes de colher o benefício. Para saber mais sobre o PGBL e o VGBL, confira este texto no canal patrocinado da Blue3 no portal SpaceMoney.

Outra forma de não depender do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) na velhice é investir por conta própria para acumular os recursos necessários para sua aposentadoria.

Primeiramente, é necessário conhecer o seu perfil de investidor, se é conservador, moderado ou arrojado. Como saber? Em geral, corretoras e assessorias de investimento aplicam um teste que analisa a capacidade financeira e indica qual é o perfil que norteará a escolha dos ativos que vão compor a carteira. “Porém, independentemente do perfil, é possível criar um portfólio no mercado financeiro que dê suporte ao plano de previdência e ajude a garantir retornos sólidos no futuro”, explica Wagner.

Confira exemplos de investimentos que podem fazer parte da sua carteira de previdência

Tesouro Direto

São os títulos mais seguros do mercado financeiro, pois trata-se de dívidas do tesouro nacional. Ou seja: a possibilidade de o governo não ter capacidade para honrar suas dívidas é quase inexistente.

A segurança, claro, vem com um preço: a rentabilidade do Tesouro Direto não é a mais alta do mercado, mas ainda assim esse é um dos ativos quase obrigatórios em qualquer carteira de longo prazo, uma vez que o principal objetivo de quem guarda dinheiro para resgate muitos anos à frente é rentabilizar acima da inflação.

Com o TD isso é possível, uma vez que a modalidade conta com a opção IPCA+, cuja rentabilidade é calculada a partir da inflação medida pelo IBGE  (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e de uma taxa fixa.

CDBs

Os Certificados de Depósito Bancários são ativos semelhantes ao Tesouro Direto, porém, quem emite esse tipo de título são os bancos. Embora instituição financeira nenhuma tenha a mesma capacidade de pagamento do governo, dinheiro para honrar as dívidas não costuma ser problema para os bancos. Portanto, os CDBs também são considerados investimentos de baixo risco.

É possível encontrar, inclusive, opções com rentabilidade mais atrativa do que a dos títulos públicos. Porém, fique atento à liquidez: alguns desses ativos só podem ser resgatados no vencimento, ou seja, ao investir, você só receberá de volta o seu dinheiro na data estipulada, que pode ser em seis meses ou até 10 anos. Por isso é importante ler com atenção a descrição do título antes de comprar.

Fundos de renda fixa

Em linhas gerais, fundos de investimento são grupos de pessoas que se reúnem para investir e conseguirem, juntos, montar um portfólio rentável. No caso dos fundos de renda fixa, o objetivo é investir nessa classe de ativos, que inclui os títulos públicos e CDBs descritos acima, além de certificados de recebíveis do agronegócio e mercado imobiliário, títulos de crédito e outras opções.

Os fundos são comercializados em cotas e a rentabilidade do investidor é proporcional à quantidade adquirida. 

Ações

Embora seja conhecido pela alta volatilidade, o mercado de ações também é indicado para quem tem planos de longo prazo. Não por acaso, o número de investidores pessoas físicas na B3, a bolsa de valores brasileira, não para de crescer. Só até julho deste ano — segundo números da própria bolsa —, o número de contas ativas chegou a 3,9 milhões, um avanço de 20% em relação a 2020. 

Embora esteja “na moda”, investir sem qualquer critério em renda variável pode trazer prejuízos. É preciso ter cuidado na hora de escolher os papéis que farão parte do portfólio e acompanhar de perto o desempenho das empresas.

“ A bolsa é um ótimo caminho para quem quer uma rentabilidade superior à da renda fixa, mas lá os investidores também encontrarão maior exposição ao risco. Por isso é necessário estar sempre bem informado. Para quem não tem tempo de se dedicar, o ideal é buscar uma assessoria de investimentos ou gestora de recursos”, destaca o portfolio manager. 

Fundos de investimentos imobiliários (FIIs)

Cada vez mais presentes no radar — e na carteira — dos investidores, os FIIs têm funcionamento similar a outros fundos, porém, são focados em empreendimentos imobiliários ou investem seu patrimônio em ativos ligados ao setor. 

Uma característica que chama a atenção é que esse tipo de investimento pode oferecer, simultaneamente, retorno por meio da valorização das cotas e distribuição de dividendos. Isso porque há fundos que investem em imóveis para locação e os aluguéis gerados por esses contratos são divididos entre os cotistas do fundo. “Os FIIs estão ganhando o radar dos investidores por oferecerem possibilidade de renda passiva, por meio dos dividendos, que além de ser um dinheiro que os investidores recebem mensalmente, ainda permanece isenta de imposto de renda mesmo com o avanço da reforma tributária”, pontua Wagner.

Quer conhecer os melhores investimentos para realizar o seu próximo sonho? A Blue3 te ajuda a encontrar o caminho!

Dê uma ajuda à sua previdência

Atualmente, os fundos de previdência privada são uma importante parte do portfólio das pessoas físicas no Brasil. Essa é uma ótima notícia, visto que olhada da ótica tributária, essa é uma das, senão a melhor classe de investimentos disponível hoje no mercado. 

A depender do sistema de tributação escolhido, o imposto de renda a ser pago pode chegar a apenas 10% do lucro obtido com o investimento. 

Os bancos comerciais são grandes responsáveis pelo estoque de previdência dos brasileiros, que hoje está de perto de R$1 trilhão. 

Herança maldita

São longínquos os tempos de taxas de juros astronômicas no Brasil. E sinceramente, espero que elas nunca mais voltem. Os juros nas alturas são um bom termômetro de que no horizonte o que está por vir no cenário político e econômico não é muito bom. 

Hoje, com uma Selic em 3%, esse fator é minimizado. Mas como uma espécie de cobertor curto, onde se cobre a cabeça e os pés ficam descobertos, essa queda de juros nos mostra outro problema. 

Herdado de uma regulamentação previdenciária precária, os veículos de previdência antigamente tinham diversas amarras em relação a onde o gestor poderia alocar o capital dos seus cotistas. 

Para ilustrar um pouco o fato, os veículos de previdência podiam ter no máximo 49% do seu capital em ações, com diversas restrições em relação ao emissor, por exemplo. 

Isso não era um problema em um Brasil de juros de 14% ao ano, onde na renda fixa era possível ter um retorno mensal de 1%, sem que fosse necessário incorrer em riscos para isso. É aquela famosa jabuticaba: só no Brasil mesmo…

Se pegarmos um dado de 2019, mais de 80% da previdência do brasileiro está alocada em renda fixa. O gerente do banco, que além de atender você, tem mais três mil clientes. Ele não só te indicará uma previdência, pois também deve bater metas de seguros, cartão de crédito, contas abertas e do famoso título de capitalização. Ele certamente não irá se preocupar em te mostrar que os tempos agora são outros e que uma realocação da sua carteira de investimentos é necessária. 

Pensamento crítico

Eu que não sou gerente de banco nem nada, tenho algum tempo livre para te incitar a fazer um exercício mental comigo. 

Os investimentos de previdência devem ser enxergados para o longo prazo. Não adianta investir em um veículo como este se não estiver pensando lá na frente. As suas características tributárias fazem com que quanto maior o tempo de investimentos, maior será o benefício. E isso virá na forma de juros compostos, logo, de maneira exponencial. 

Isso se dá pela ausência de come-cotas a cada seis meses, que ao longo do tempo, vai ganhando valor e vai rendendo juros. Já que o Leão não come 15% do seu lucro a cada semestre, esse lucro vai crescendo cada vez mais com a mágica da composição de retornos ao longo do tempo. 

Passada a questão do longo prazo, chegamos então a um ponto interessante. Se tratando de investimentos de longo prazo, os ativos de riscos tendem a gerar o maior retorno, visto que se afastando dos ruídos de mercado intradiário, o que temos é o desenvolvimento de empresas ao longo do tempo, que vão ganhando cada vez mais valor. 

Se pegarmos os retornos das classes de ativos, quanto mais arriscado o investimento, maior o retorno potencial. Veja que não estou falando que o retorno vai de fato se mostrar maior, mas ele tem mais potencial para ser maior. 

Assim sendo, faria mais sentido eu assumir mais riscos em minha parcela de previdência, visto que o potencial de retornos seriam maiores.

Olhando desta forma, já não faz sentido ter 80% do estoque de previdência em fundos de renda fixa. Os tempos agora são outros e para se obter um retorno digno, será preciso assumir riscos. Assim como em qualquer lugar do mundo. 

O grande segredo

E qual a forma que temos então para maximizar meus retornos? No longo prazo, não queremos estar na ponta perdedora. 

Na verdade, o grande segredo é que não há segredo nenhum. Deve-se ter um portfólio diversificado, com renda fixa sim, mas também com fundos multimercados e fundos de ações. 

Para se escolher as gestoras, temos hoje a maior parte delas com um veículo dedicado a previdência. E o trabalho das gestoras independentes é apenas esse, fazer gestão de investimentos de terceiros. 

Não há a possibilidade de se fazer outra coisa para ganhar dinheiro. É gestão e acabou. Temos hoje Brasil Capital, Constellation e Hix como algumas gestoras de ações com veículo exclusivo de previdência, já com a nova regulamentação, com a possibilidade de se investir até 100% em ações. 

Conclusão

Dito tudo isso, você pode até acreditar que um portfólio diversificado não vai fazer lá tanto diferença no seu bolso. 

Eu poderia me alongar com os mais diversos motivos para dizer que na verdade faz sim diferença estar alocado em bons veículos, com a devida diversificação. 

Mas uma das coisas que aprendi ao longo da vida é que existem coisas que são teóricas e existem coisas que são visuais, palpáveis, práticas. 

Alguém um dia sintetizou isso em uma frase: uma imagem vale mais que mil palavras. 

Então me despeço hoje com uma imagem para lhe fazer pensar. Aqui podemos ver que de fato, 1% a mais de rentabilidade que seja, faz uma diferença absurda nos seus resultados de longo prazo. 

Isso te permitiria se aposentar cinco anos mais cedo ou então colher ao final dos 25 anos, um rendimento 26% maior.

Previdência aprovada: abrindo caminhos

Na noite de 6 de maio de 1998, a cidade de Brasília estava prestes a prestigiar a aprovação da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados. Plano idealizado pelo então presidente da república, Fernando Henrique Cardoso, a proposta colocava uma idade mínima para a aposentadoria. 

A aprovação dependia de 308 votos dos deputados. A base do governo passou o dia a procura de alianças para que a proposta fosse aprovada. Na apuração, a contagem apurou 307 votos a favor. O deputado Antonio Kandir, do PSDB-SP, mesmo partido do presidente da república e idealizador do plano da reforma, apertou o botão errado e votou pelo não. 

Sim, um voto errado da base aliada fez com que a proposta fosse recusada. 

Passados 19 anos, Michel Temer caminhava para aprovar sua versão da reforma da Previdência. Por mais que o assunto não fosse unanimidade, as probabilidades de a reforma ser aprovada eram grandes. Até que no dia 17 maio de 2017, a delação premiada de Joesley Batista para a operação lava jato entregou que o então presidente Michel Temer, participava de esquemas de corrupção. 

Mais uma vez, a reforma da previdência ficou de lado e não foi aprovada. 

Já se vão 21 anos desde o fiasco de 1998. No período, o Brasil contou com equipes econômicas negligentes, planos mirabolantes como a Nova Matriz Econômica, presidente envolvido em esquema de corrupção e tantas outras coisas que colocaram o país em cheque. 

Sem a reforma da Previdência, a dívida bruta do país ultrapassará o PIB nos próximos anos e a situação econômica brasileira estará em calamidade. 

É estranho imaginar essa situação se pensarmos que por duas vezes estivemos tão perto de alcançar a aprovação. Parece até que os cisnes negros são brasileiros, adoram o clima tropical e frequentam a praia de Copacabana. Quanto azar. 

Truques velhos para cães novos

Dizem por aí que é difícil ensinar truques novos para cães velhos. Pois eu acho que difícil mesmo é ensinar truques velhos para cães novos. Não que eu adore o atual governo, mas economicamente, Paulo Guedes e sua turma estão fazendo o estado da arte. 

O dia 22 de outubro de 2019 mostra a aprovação definitiva da tão esperada reforma da Previdência. Nada de cisnes negros desta vez. Para coroar, o senado botou um ressonante 60 a 19 na votação, afastando qualquer risco de não aprovação. 

Ainda faltam pequenos destaques a serem votados, o que sinceramente pouco influenciará no resultado final. Mais importante do que tudo isso? A sinalização de que estamos no caminho certo. 

O trabalho continua

Guedes se apressou em dizer que o trabalho com as reformas econômicas continua, com o desejo de endereçar principalmente três delas: reforma administrativa, pacto federativo e reforma tributária. 

As duas primeiras têm mais a ver com a situação fiscal do país, com a reforma administrativa buscando minar parte dos privilégios do funcionalismo público. No caso do pacto federativo, o governo busca uma melhor relação para os gastos obrigatórios do governo federal. 

No caso da reforma tributária, ainda há muita polaridade sobre qual proposta deveria ser levada adiante. O timing político vai ser extremamente importante no caso desta reforma e o consenso é que por hora, ela deve ser enviada em partes. 

A reforma tributária é real geradora de valor para as empresas e tem o potencial de jogar o desemprego para baixo e fazer com que a economia ganhe tração, impulsionando o crescimento do PIB. 

O mais interessante disso tudo, é que um dia após a aprovação de uma das mais importantes reformas da nossa história republicana, o mártir do movimento vem ao público dizer a quem quiser ouvir que o trabalho continua e está apenas no início.

Cereja do bolo

Em paralelo ao legislativo, Salim Mattar comanda a secretaria de desestatização do governo. Pela primeira vez temos um presidente a favor da privatização de empresas que não sejam necessárias para o governo. Pela primeira vez temos o consenso de que o livre mercado deve ditar as leis das negociações comerciais, sem intervenção estatal. 

A primeira leva de estatais a serem privatizadas deve incluir um total de 17 empresas, dentre as quais estão Correios, Casa da Moeda e Eletrobras. A tramitação burocrática demora algum tempo, mas irá ocorrer e o parecer deve ser favorável. 

Mattar vem fazendo um trabalho formidável, limpando a folha de estatais não core para o governo brasileiro e deixando com que essas empresas passem para a iniciativa privada. Consequentemente, tendem a ser mais bem geridas e ter maior potência de gerar valor à sociedade. 

Outro ponto é que o BNDES deverá dar início no futuro próximo à venda de suas participações em empresas privadas. A ação irá gerar um fluxo de capital para dentro do banco, que parece finalmente estar empenhado em auxiliar no desenvolvimento da indústria média, que não tem acesso ao mercado de capitais, mas que também precisa de dinheiro para executar seu projetos. 

O impacto no mercado financeiro

É impossível não dizer que a classe de ativo que mais se beneficia de todo esse arcabouço de trabalho de política econômica é a classe de ativos reais. Assim sendo, empresas e imóveis deverão surfar muito bem esse ciclo que está apenas no início. 

Os juros estão estruturalmente baixos e assim ficarão por bastante tempo. A renda fixa corre um sério risco de ter taxas reais negativas em alguns investimentos. Parecia loucura dizer isso em janeiro, mas aqui estamos e isso é cada vez mais realidade. 

A alternativa será migrar para as ações, fundos de private equity e fundos imobiliários. O Ibovespa apresenta uma valorização de mais de 20% no ano. E ela é apenas uma metonímia dos ativos reais.

Estamos falando de apenas 10 meses de governo. Eu quase nada sei, mas desconfio de muita coisa. Veremos bolsa a 200 mil, 300 mil pontos? Parece loucura agora. Mas sempre parece…

O mais importante de tudo isso: estamos apenas no início do trabalho. Muita água vai passar por debaixo desta ponte. Haverá volatilidade, haverá momento em que o precipício parecerá estar na calçada de casa. Mas no longo prazo isso passa e o movimento que estamos vivendo agora é histórico e inédito. Uma boa viagem a todos nós!

Previdência Privada: Pontos essenciais para escolher o seu plano

A palavra previdência nunca esteve tão em alta, você pode ligar em qualquer noticiário e lá estará ela. Com a reforma aprovada  em julho 2019 o termo ganhou notoriedade e passou a fazer parte do cotidiano das pessoas.

Mas você sabia que a previdência vai muito além da Previdência Social?

Hoje vamos falar sobre o que é previdência privada e por que ela pode ser um bom investimento para garantir uma aposentadoria mais tranquila e também garantia de segurança para o futuro de sua família.

A Previdência Privada nada mais é do que a possibilidade de investir em fundos com foco no longo prazo, assim você investe em um auxílio para sua aposentadoria no futuro.

Escolher um plano de previdência requer muita atenção e planejamento. Além de haver vários fundos disponíveis no mercado, você ainda precisa escolher o modelo, entre PGBL e VGBL e calcular o período que deseja aplicar.

Por esse motivo, separamos os sete pontos principais, que poderão te ajudar na escolha do plano ideal para seu perfil e seus objetivos.

1 – Taxa zero

Como esse investimento é pensado para garantir que você possa usufruí-lo no futuro, é importante que você procure planos com ZERO de taxa de carregamento de entrada e saída. Assim, você não precisará se preocupar em pagar por taxas ao decidir entrar no plano, sendo que não irá usufruir de seus rendimentos por um longo período, nem quando for sair e ter parte do seu investimento

2 – Taxa de Administração abaixo de 1%

É importante você saber que Fundos de Renda Fixa conservadores não devem cobrar acima de 1% ao ano para a administração. Sendo assim, entrar em fundos que apresentem uma taxa acima deste valor podem comprometer seus investimentos.

3 – Diversificação

É muito importante lembrar que diversificação também pode ser aplicada à Previdência Privada, já que ela não é apenas um investimento de Renda Fixa. Além disso, também existem diversos fundos específicos, criados para atender perfis específicos de investidores, e que podem lhe trazer maiores possibilidades de rentabilidade.

4 – Evite atendimento reativo

Como em qualquer investimento, contar com uma assessoria completa para sua Previdência é muito importante, portanto, não aceite um atendimento que só procura você no momento em que decide fazer a portabilidade para um fundo melhor de outra instituição.

5 – Busque quem realmente entende

Com o mercado em alta e com muita gente interessada em investir, sempre aparecem empresas que decidem seguir a onda sem realmente possuir as credenciais para um atendimento seguro e conhecimento. Procure gestores que realmente possam te orientar quando as diferenças de investimento em todas as categorias: renda fixa, multimercado, inflação e balanceados. Você também pode checar se o profissional  e a instituição que lhe oferece assessoria está devidamente credenciado na CVM (Comissão de valores mobiliários). 

6 – Busque quem seleciona o melhor produto para o seu perfil

Conhecer seu perfil de investidor é muito importante para que vocês saiba onde e como deve investir seu patrimônio. Na hora que de decidir entre PGBL E VGBL, lembre-se que os planos PGBL são vantajosos apenas para quem faz declaração completa de Imposto de Renda. Caso não tenha certeza qual tipo de IR você declara, contrate um VGBL.

7 – Atendimento e relacionamento

Contar com uma assessoria qualificada faz toda diferença para seus investimentos. Para aproveitar as melhores oportunidades do mercado, é essencial ter um  atendimento que esteja constantemente em contato com você, e consiga apresentar as melhores opções de investimentos.

Conclusão

Sempre que investimos nosso patrimônio estamos em busca de segurança e rentabilidade, pois isso é tão importante contar nesse processo com empresas e profissionais sérios e competentes. Investir com quem se preocupa com o seu capital além de evitar dores de cabeça, garante que seus investimentos não sejam comprometidos. Com as dicas que passamos neste post acreditamos que seu primeiro investimento na Previdência Privada ou sua portabilidade serão muito mais tranquilos.

 

Veja nosso vídeo com dicas para ajudar você a escolher a melhor opção em Previdência Privada.

 

 

5 vantagens pouco conhecidas da Previdência Privada

Quando um investidor opta pela previdência privada, no geral ele está sempre com sua principal característica em mente: A possibilidade de possuir uma renda extra à sua aposentadoria e garantir a sua tranquilidade e de sua família no futuro. 

Mas o que muitos desconhecem são algumas vantagens e diferenciais que esse investimento possui, quando comparado com outros investimentos. Já que essas possibilidades e características combinadas apenas a previdência oferece no Brasil. 

1. Sucessão Patrimonial

A sucessão patrimonial é uma das melhores estratégias para assegurar que sua família esteja protegida e possa usufruir de seu capital acumulado em caso de eventual fatalidade. Na maioria das vezes ao pensarmos em um plano de previdência temos em mente nossa vida na aposentadoria, mas nunca sabemos o dia de amanhã e caso algo inesperado ocorra é importante que sua família e herdeiros estejam protegidos e possam usufruir de seu capital acumulado.

Apesar de existirem maneiras de planejar sua sucessão patrimonial ao longo dos anos, também em outros tipos de investimento, na Previdência Privada essa possibilidade é intrínseca ao modelo de investimento. Esse planejamento já na contratação de seu plano evita que numa eventual fatalidade seus herdeiros tenham que recorrer a questões burocráticas como inventário ou divisão de herança, já que você mesmo pode definir seu planejamento sucessório. 

2. Na previdência privada não há incidência de come-cotas

Apesar dos planos de previdência privada não serem isentos de imposto de renda, uma de sua maiores vantagens é poder escolher o plano e forma de tributação de seu investimento. Dessa forma apesar de investir em fundos seus investimentos na previdência privada estão livres do come-cotas, imposto cobrado 2 vezes ao ano sobre suas cotas em fundos. 

No longo prazo a não incidência de come-cotas garante um rendimento melhor a você, já que você não perderá suas cotas e pagará o imposto apenas no final do seu investimento, pagando o imposto de acordo com o plano escolhido.

3. Portabilidade 

Uma das característica mais importantes da Previdência Privada e uma ferramenta importante para que os investidores possam adequar seus investimentos na previdência é a portabilidade. Com ela não só é possível trocar o seu plano de previdência, instituição financeira, modelo de tributação, mas é possível fazer tudo isso sem ter que iniciar do zero uma nova previdência. 

Ao não precisar realizar o resgate de sua aplicação você não paga o Imposto de Renda e não perde nada ao transferir seu plano para outro com possibilidades melhores de rendimento.  Além de não precisar reiniciar a contagem da tabela regressiva do IR como seriam nos outros investimentos de renda fina.

4. Automação  via débito automático

Algo aparentemente simples, mas que pode fazer toda a diferença num planejamento de aposentadoria por Previdência privada é manter a regularidade de suas aplicações. Essa disciplina garantirá que seu capital tenha cada vez mais possibilidade de rendimentos.

Uma solução oferecida pelos planos de Previdência privada é realizar a aplicação de forma automática, via débito automático. Assim seu dinheiro será aplicado periodicamente, sem a necessidade de interação sua, facilitando seu cotidiano como investidor.  

5. Escolha do modelo tributário 

Já pensou poder escolher como deseja pagar o imposto de renda de seu investimento? Pois ao contrário da  grande maioria dos investimentos nos quais você é obrigado a recolher impostos sobre os rendimentos de maneira única e compulsória, na Previdência Privada você tem alternativas que melhor se adéqua ao seu perfil de investidor e aos seus objetivos de investimento. 

Ao escolher por exemplo os modelos de tributação PGBL ou VGBL, é possível optar por uma alíquota maior com abatimento do IR de 12% ou uma alíquota menor sem abatimento. Além de poder escolher entre a tabela regressiva ou progressiva de imposto. 

Conclusão

As vantagens de se investir em uma previdência privada são muitos e eles aumentam ainda mais quando comparamos a PP com outros investimentos.

Com suas possibilidades de adequação ao perfil do investidor e a combinação de suas diversas características únicas a previdência se torna uma modalidade extremamente robusta para seus investimentos de longo prazo, principalmente com objetivo de um complemento para a  aposentadoria.

Escolher o plano de Previdência levando em conta a melhor forma de se utilizar de cada uma dessas características é uma robusta ferramenta para potencializar seu investimentos na previdência privada. 

 

 

Previdência Privada: PGBL ou VGBL?

  Você ainda tem dúvidas entre o que é PGBL e VGBL, ou, Plano Gerador de Benefício Livre e Vida Gerador de Benefício Livre? Pois saiba que você não está sozinho. Muitos investidores interessado em garantir um futuro mais tranquilo financeiramente e desejam começar a investir na previdência privada também têm essa dúvida.

 

Quando o investidor decide em procurar por um plano de previdência  privada, com o objetivo de garantir uma renda complementar a sua aposentadoria ou com algum outro objetivo de longo prazo ele acaba se deparando com diversas possibilidades que devem ser estudadas com cuidado, para que possam auxiliar na conquista de seus objetivos.

 

Nessa etapa educação financeira e planejamento são essenciais e podem evitar dores de cabeça no futuro, já que o investimento será feito respeitando suas necessidades. Assim você não escolherá um plano inadequado às suas metas.

 

A grande diferença entre PGBL e VGBL está na tributação de cada modelo. Caso você declare o imposto de renda pelo formulário completo poderá optar pelo PGBL, por exemplo, com a possibilidade de  deduzir seus aportes até o limite de 12% da sua renda anual.

 

Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL)

 

O PGBL é indicado para pessoas que fazem a declaração completa do Imposto de renda e também contribuem para a Previdência Social. Nessa opção, as quantias aplicadas podem ser deduzidas do imposto, desde que não ultrapassem os 12% da renda bruta anual.

 

Apesar de não ser isento de IR, há grandes vantagens nesse plano já que no final do período de acumulação, o imposto será referente ao valor total  montante total acumulado com o passar dos anos. Sendo assim, soma-se suas contribuições mais o rendimento.

 

Por conta disso sua rentabilidade até o final do período será aumentada, já que seus rendimentos serão também sobre o valor que seria pago ao IR.

 

Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL)

 

O VGBL não pode ser Abatido no imposto de renda, sendo essa sua maior diferença em relação ao anterior. Mas quando o dinheiro for sacado, será cobrado apenas o imposto referente ao rendimentos que o investidor  obteve durante o período da aplicação. 

 

Esse plano é indicado para pessoas que fazem a declaração simplificada do IR ou que são isentas a ele, pois possuem deduções a fazer no IR.  Ele também permite ultrapassar o valor de 12% da sua renda e ter um benefício proporcional às suas aplicações.
 

PGBL e VGBL

 

Ainda há a possibilidade de combinar os dois planos, dessa forma aumentar as possibilidades de renda. Com essa combinação é possível unir o melhor da cada modalidade.

 

Assim você poderá por exemplo contribuir com 12% da sua renda no modelo PGBL e garantir essa dedução no seu imposto de renda, ao mesmo tempo que consegue uma maior flexibilidade no VGBL, podendo decidir o valor que deseja investir periodicamente.

 

Conclusão

 

Escolher o modelo correto para seu perfil irá evitar dores de cabeça na hora de usufruir os rendimentos da sua Previdência Privada.  Como a principal diferença entre PGBL e VGBL está na forma de tributação você pode optar pela que melhor se adequa à sua renda atual, valor que deseja investir e prazo para sacar o dinheiro. Com um bom planejamento e acompanhamento de sua carteira você poderá adequar sua previdência privada para o melhor plano para atingir suas metas.