Tripé dos investimentos: o que avaliar antes de começar a investir?

Se você quer começar a investir, mas está com muitas dúvidas, este artigo vai te ajudar a entender algumas características dos produtos financeiros.

Nós vamos te apresentar três pilares muito importantes que devem ser considerados na hora de decidir onde colocar o seu dinheiro.

Antes de realizar qualquer aplicação é preciso que você defina seu objetivo e, primeiramente, conheça seu perfil de investidor.

Para isso, é preciso que responda as seguintes perguntas: Você quer investir no curto, médio ou longo prazo? Você tem disposição para assumir algum risco?

Cada tipo de investimento apresenta três variáveis fundamentais e por meio delas, você poderá saber quais produtos se adaptam melhor aos seus objetivos.

Tripé dos Investimentos

O tripé dos investimentos é composto por:

  1. Segurança;
  2. Liquidez;
  3. Rentabilidade.

Segurança

No contexto dos investimentos a insegurança é uma das grandes questões que causam aversão ao mercado financeiro. Mas o quanto você preza pela segurança dos seus investimentos é uma das principais características para definir o seu perfil de investidor.

A exposição a riscos influencia diretamente na escolha do produto a ser aplicado, pois é a partir dela que você poderá montar a sua carteira, priorizando os produtos que sejam de acordo com as suas metas.

Quanto ao risco, podemos defini-lo como a possibilidade de determinado investimento não gerar a rentabilidade esperada, ou seja, a probabilidade de perder o dinheiro investido. Entretanto, vale lembrar que um risco maior também quer dizer mais possibilidade de melhores resultados. 

No mercado financeiro é possível encontrar diversos tipos de investimentos que apresentam certo nível de segurança. Os investimentos em renda fixa, tais como Tesouro Direto, CDBs, LCAs/LCIs, tendem a apresentar menores riscos quando comparados aos investimentos em renda variável, como por exemplo as ações, fundos imobiliários ou fundos multimercado.

Em território nacional, os investimentos considerados mais seguros são os oferecidos pelo Tesouro Direto, como o Tesouro Selic, Tesouro Prefixado e Tesouro IPCA+.

Liquidez

A liquidez é a facilidade de se transformar determinado ativo em dinheiro, sem que seu preço seja afetado.

Por exemplo, não é tão fácil e rápido vender um apartamento, principalmente se a necessidade do dinheiro for urgente. Dessa forma, talvez seja necessário vender este apartamento por um preço bem abaixo do seu valor justo. Assim, não pode ser considerado líquido, pois apresenta uma baixa liquidez.

O investimento no Tesouro Selic já apresenta boa liquidez, pois pode ser resgatado a qualquer momento sem sofrer perda de seu valor.

No caso de ações, se a empresa for uma Blue Chip (empresa que apresenta alto valor de mercado e grande volume de negociação na bolsa),ela apresentará maior liquidez.

Se for Small Cap (empresa menor e menos negociada na bolsa), terá menor liquidez. Uma vez vendida, o tempo de resgate é “D+2”. Isso significa que ao vender uma ação hoje, o dinheiro só irá cair na sua conta da corretora em dois dias úteis.

Rentabilidade

A rentabilidade se refere ao retorno que determinado investimento pode gerar.

Digamos que você invista R$1.000,00 em um investimento com rentabilidade líquida de 5% ao ano.  Quer dizer que ao final de um ano, o resgate esperado será de R$1.050,00. 

Este é um dos pilares mais atraem os investidores e é a prioridade de muitos. Mas sempre deve ser analisada juntamente com os fatores de risco e liquidez.  

Os ativos que apresentam maior rentabilidade são os de renda variável, dessa forma, também tendem a ser os que oferecem menor segurança.

A importância do tripé na hora de investir

O conceito do tripé se baseia no fato de que, para obter bons resultados nos investimentos, deve-se priorizar apenas duas dessas variáveis, pois nenhum produto poderá ter essas três características ao mesmo tempo.

Por isso, ao investir, é preciso entender que para qualquer aplicação, as variáveis risco, liquidez e rentabilidade precisam ser consideradas.

A rentabilidade está relacionada às outras duas varáveis. Um investimento que apresenta baixa segurança precisa oferecer uma maior rentabilidade para se tornar atrativo. E, em geral, quanto maior a liquidez, menor será a rentabilidade.

Caso seu maior objetivo seja obter maior rentabilidade, você precisará assumir mais riscos e em alguns casos abrir mão da liquidez. Se quer priorizar a liquidez e segurança, provavelmente não irá obter grande rentabilidade.

  Para gerenciar o seu patrimônio da melhor forma, é preciso ter cautela, planejar e diversificar. Levar em conta esses pontos e tomar decisões pautadas no tripé dos investimentos pode te ajudar a criar um portfólio mais sólido, diversificado e claro, com resultados mais assertivos.

Ainda tem dúvidas sobre investimentos? Procure um assessor da Blue3.

A hora é agora: por que investir em renda variável.

Em tempos de um cenário um econômico instável, é preciso repensar a forma com a qual você lida com os seus investimentos.  Se você ainda tem receio em investir em ativos de renda variável, infelizmente pode estar perdendo dinheiro.

Existem diversas formas de diversificar a sua carteira e aumentar a rentabilidade, mesmo com risco um pouco maior. 

E por que esse é o melhor momento para realocar a sua carteira?

A perspectiva de juros baixos por mais tempo – com a taxa Selic em 2,0% pelo menos até o segundo semestre de 2021, segundo os principais analistas da área, deve continuar impulsionando a Bolsa brasileira.

Isso por que houve um aumento do fluxo de investidores buscando por uma maior rentabilidade, migrados da Renda Fixa e da Poupança.

Para você ter uma ideia, o número de investidores pessoas físicas na Bolsa chegou a uma marca histórica de 3 milhões de indivíduos, o que revela uma mudança de atitude do brasileiro frente aos investimentos.

Então, não dá mais para fechar os olhos diante dessa oportunidade

Quero saber mais! 

Tipos de investimentos em Renda Variável

Seja você um investidor moderado ou agressivo, o objetivo é sempre o mesmo: ao investir de forma diversificada, é possível evitar a de perda de dinheiro no caso da desvalorização de algum ativo.

Assim, mesmo que você prefira investir em renda fixa, é possível encontrar opções de renda variável mais adequadas para o seu perfil de investidor, caso você tome a decisão de assumir um pouco mais de risco para uma maior rentabilidade. 

Exemplificamos abaixo algumas opções para ativos de renda fixa para diversificar a sua carteira, com informações da XP Investimentos: 

Opções

Opções são contratos onde o investidor tem o direito de comprar ou vender um lote de ações por um preço fixado em um determinado momento.

Pode-se traçar o paralelo de um seguro de carro: quando contratado, você garante o direito de vender o carro por um preço fixado. Mesmo se ele passar por um acidente que o desvalorize.

Ou seja, no mercado de opções são negociados o direito de compra e venda das ações, com preços e prazo pré-fixados. Mas não a obrigação, apenas o direito de compra e venda.

Quero ajuda para investir em Opções!

Contratos Futuros

O contrato futuro é um investimento onde ocorre um acordo de compra e venda em uma data no futuro, por isso o nome. Ou seja, a cotação deriva de outro ativo.

É possível lucrar tanto com a valorização do ativo quanto na queda, a depender se você comprou ou vendeu o ativo.

E tanto o vendedor quanto o comprador se comprometem com a negociação. Seja de ativos financeiros ou de bens tangíveis (como gado e milho, por exemplo).

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Câmbio

O mercado de câmbio envolve as negociações referente à troca de moedas de diferentes nações. Por exemplo, se você acredita que o valor do dólar em relação ao real vai subir nos próximos meses, pode investir em comprar dólares hoje para vender por um preço maior no futuro.

Ou seja, você investe na diferença cambial entre duas moedas.

Como não é possível saber a cotação das moedas, principalmente em um cenário futuro, portanto, o risco é alto.

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Derivativos

Derivativos é um tipo de investimento que deriva a maior parte de seu valor de um outro ativo, taxa de referência ou índice. Por exemplo, o valor pode derivar de ações, do ouro ou da taxa de juros.

Esse outro ativo subjacente pode ser tanto físico, como ouro, café, milho, soja; quanto financeiro, como ações, taxa de juros, inflação, etc. E ele pode ser negociado à vista ou no mercado futuro.

Geralmente, são negociados em um padrão: o contrato é previamente especificado em relação a quantidade, qualidade, prazo de liquidação e outros fatores sobre a negociação.

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ETFs (Exchange-traded fund)

Considerado a principal porta de entrada para a bolsa de valores, a ETF (Exchange Traded Fund) é uma forma eficiente de investir em ações, que se destaca pela diversificação e baixo custo. 

Na prática, são fundos que representam índices e são negociados em bolsa de valores. Permitem acessar mercados amplos, sem a necessidade (e o custo) de comprar cada ativo individualmente.

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Conte com a ajuda da BlueTrade para Investir em Renda Variável (H2)

Agora que você já conhece algumas das inúmeras opções para investir em renda variável, e sabe por que esse é um momento ideal para diversificar a sua carteira – tendo em vista a queda dos rendimentos em renda fixa por conta da baixa taxa de juros:

Chegou a hora de dar o próximo passo

Mas se você ainda não entendeu muito bem como tudo isso funciona ou se sente inseguro, a BlueTrade conta com uma das melhores mesas de renda variável no Brasil para te ajudar nessa caminhada. 

Contamos com especialistas focados em desenvolver estratégias inteligentes para que seu dinheiro renda mais, confira algumas delas:

  • Carteiras recomendadas, embasadas por grandes analistas do mercado, como Eleven e DV Invest;
  • Alocações internacionais, ações de empresas que mais crescem no exterior;
  • Produtos alinhados com o seu perfil, com um contato próximo aos brokers que avaliam o seu perfil de investidor. 

Assim, você receberá todo o suporte necessário para realocar a sua carteira nas melhores oportunidades de renda variável, claro, respeitando os seus objetivos e perfil de investidor. 

Então não espere mais de fale com um de nossos assessores o quanto antes!

Fale com um assessor agora!

Como investir em Renda Fixa de forma inteligente.

Você provavelmente deve estar acompanhando nos noticiários a taxa de juros em mínimas históricas no país, hoje a 2% ano.

Se por um lado isso faz com que o custo das dívidas diminua – o que movimenta a economia, por outro os juros baixos derrubam a rentabilidade dos investimentos, principalmente os de renda fixa, como a poupança.

Para você ter uma ideia, a poupança não teve ganho real nos últimos meses e perdeu para a inflação. Isso quer dizer que:

Você jogou dinheiro pelo ralo caso tenha deixado suas economias nesse tipo de aplicação!

E esse cenário deve continuar no longo prazo, então você precisa conhecer um pouco mais a fundo sobre renda fixa para encontrar alternativas mais inteligentes e tão seguras quanto a poupança para que seu dinheiro renda mais.

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Conheça os Tipos de Renda Fixa

Se você está começando a investir agora – ou é um investidor moderado, e está buscando aplicações que tragam uma renda recorrente, mas cansou de perder dinheiro com a poupança, não é preciso deixar de lado a Renda Fixa. 

O segredo dos grandes investidores é a diversificação. E sim, até os investidores mais arrojados possuem esse tipo de aplicação em suas carteiras. 

Acredite, existem opções tão seguras quanto a poupança em renda fixa, mas com rendimentos bem melhores e para todo o tipo de perfil de investidor. 

Mas antes de conhecer os tipos de renda fixa, é necessário saber que a rentabilidade desse tipo de investimento geralmente é calculada de duas formas:

  1. Títulos Prefixados:  rentabilidade conhecida antecipadamente, quando o investidor mantém o título até o vencimento;
  2.  Títulos Pós-fixados: a rentabilidade do investimento dependerá do desempenho de um indexador, como a Selic ou o CDI.

Assim, de acordo com o seu perfil, existem diversas opções para diversificar a sua carteira e otimizar os seus rendimentos.

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CDB – Certificado de Depósito Bancário

O CDB é um dos investimentos em renda fixa mais simples e populares do mercado. Além de ser tão seguro quanto a poupança, sua rentabilidade é melhor ainda. 

Em resumo, ele é um título emitido pelos bancos para captar recursos para o financiamento de suas atividades.

Em troca deste empréstimo de recursos, ele devolve ao investidor a quantia aplicada mais o valor dos juros acordado no momento do investimento.

Além de ter uma rentabilidade que pode chegar até o dobro da poupança, o CDB tem outras vantagens:

  • Segurança: segurado pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), no caso de investimentos até R$250 mil;
  • Liquidez: se você escolher por um CDB de liquidez diária, poderá recuperar o dinheiro aplicado quando achar necessário; 

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CRA – Certificado de Recebíveis do Agronegócio

Os CRAs são títulos de renda fixa emitidos por empresas ligadas ao agronegócio. Em sua maioria, por produtores rurais ou suas cooperativas, relacionados ao financiamento da atividade agropecuária.

Para isso, a empresa emite um título que representa parte de sua dívida. Os investidores recebem o dinheiro investido somado aos juros, que pode ser predefinido pelo CDI ou o IPCA. Entre os benefícios, destaca-se:

  • Isenção de IR e IOF para a pessoa física, o que significa mais rendimento ao investidor.

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CRI – Certificados De Recebíveis Imobiliário

Os CRIs são títulos de renda fixa privado emitidos por empresas com o objetivo de financiar alguma atividade no ramo de construção civil.

Com os aluguéis recebidos pelos imóveis construídos, a empresa paga os investidores que lhe emprestaram dinheiro.

De forma geral, esse tipo de investimento paga uma taxa prefixada que é conhecida já na compra. Além disso, pode ocorrer também o acréscimo da variação de um índice como a inflação ou o CDI.

Entre os benefícios, destacam-se:

  • Isenção de IR e IOF para pessoa física;
  • Não existe um valor mínimo aplicado aos investimentos em CRI, com apenas R$ 1 mil já é possível iniciar.

Quero ajuda para investir em CRI!

Debêntures – comuns e incentivadas

As debêntures são títulos de renda fixa privada, emitidos por empresas que desejam financiar algum tipo de investimento. 

Elas podem precisar de capital para custear atividades operacionais do dia a dia ou para realizar novos investimentos.

As debêntures incentivadas são exclusivas para empresas que irão realizar investimentos de infraestrutura. Já as debêntures comuns podem ser emitidas por qualquer empresa, seja qual for o objetivo do investimento a ser realizado. 

Entre as principais vantagens, destaca-se:

  • Isenção de IR e IOF (para pessoa física) no rendimento e no ganho de capital, caso estejam enquadradas como debêntures de infraestrutura

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Trace uma estratégia de sucesso de Renda Fixa com a ajuda da BlueTrade.

Para concluir, a renda fixa ainda reserva boas oportunidades, com ativos recomendados para todos os perfis de investidores, de conservadores a agressivos. 

O que muda é o tipo de ativo, o indexador, o risco e o prazo. Afinal, diversificação é a chave para o seu sucesso como investidor.

O importante é que você já sabe que deixar o seu dinheiro na poupança não é um bom negócio.

E quanto mais você demorar para tomar uma atitude, mais as suas economias serão engolidas pela inflação. 

Quero meu dinheiro rendendo de verdade!

Você não precisa investir sozinho!

Mas se você ainda não sente segurança para tirar o seu dinheiro da poupança, não se preocupe: não é preciso investir sozinho!

A BlueTrade conta com uma assessoria especializada para te ajudar nessa transição. 

Nossos profissionais buscam pelas as melhores oportunidades e produtos alinhados com seus objetivos. 

Vale lembrar que recebemos o prêmio TIER 1 da XP, como um dos escritórios que mais agregaram valor e eficiência às carteiras de renda fixa dos clientes!

Então não perca mais tempo, fale com um assessor BlueTrade e faça o seu dinheiro render mais! 

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3 milhões de CPFs é apenas o começo

Neste mês de setembro a bolsa de valores brasileira, a B3, deve chegar a 3 milhões de investidores. Um grande marco sobre a mudança do cenário e da mentalidade do investidor a respeito de seu patrimônio.

O mercado mudou e demanda maior atenção dos investidores sobre suas oportunidades de rentabilidade. É simples entender esse movimento, quando observamos o contexto.

Com a taxa básica de juros a 2%, a caderneta de poupança e ativos da renda fixa indexados ao CDI, são afetados diretamente pelo Juro Real. Seu dinheiro e patrimônio perdem valor com o tempo, principalmente considerando o movimento da Inflação.

Em 2011, quando o cenário econômico brasileiro era outro, a até então BMF&Bovespa, fez uma campanha publicitária com o intuito de trazer 500 mil investidores para a bolsa.

Um desafio, considerando a taxa Selic de quase 13%, vigente na época e o pouco esforço que o brasileiro precisava fazer para ter rendimentos consistentes em ativos conservadores. O movimento de chegada de novos investidores, no entanto continuou o mesmo.

Mas essa propaganda deixou seu legado. Pois apresentou a muitos brasileiros, de forma simples e até então pouco conhecida, como investir na bolsa de valores não era o bicho de sete cabeça que muitos acreditavam.

Ao comparar as empresas da bolsa com a carreira de um dos jogadores de futebol mais históricos do mundo, era fácil explicar que investir na bolsa era bom pra as empresas, pra BMF&Bovespa e principalmente para o investidor.

A B3, precisou de quase uma década para chegar à 1 milhão de investidores. E marcará os 3 milhões em menos de 2 anos. O que mudou?

A resposta correta é tudo. A economia mudou. O mercado está mais maduro, preparado para receber esse investidor que busca melhor rentabilidade. O nível de educação financeira do investidor também melhorou.

Empresas como a XP Investimentos trouxeram maior visibilidade e acesso ao mercado e à produtos até então restritos, além de utilizar a tecnologia para ajudar quem deseja investir.

Ajudar o brasileiro a investir, aliás, tornou-se o propósito de assessores de investimentos, que se capacitaram para ser a principal fonte de informação sobre as melhores oportunidades de investimentos.

Com tantas mudanças ocorridas e tantas outras para acontecer, é certo que estamos apenas no começo e que 3 milhões de CPFs significa um grande passo para a transformação, mas nem de longe será o último.

Se sua carteira de investimentos, fosse comparada à investimentos na carreira de um atleta, como ela estaria?































A MAGIA DE VENCER


EXPERT SESSION | EARVIN ‘MAGIC’ JOHNSON E ANA LAURA MAGALHÃES
Higor Vieira, Investimentos Blue

“Magic” Johnson, um dos maiores exemplos da historia do basquete, trouxe algumas lições da sua trajetória. Disse que, para chegar onde está, teve muitos mentores, no qual repassa os mesmos conselhos para outros jovens.

E relatou que jogar contra Michael Jordan era divertido, pois sempre admirava ela, e hoje são bons amigos.

Comentou sobre o momento dos esportes na pandemia. Hoje temos varias modalidades no mundo todo, acontecendo sem os torcedores.

Porém, os torcedores são os que geram as maiores receitas aos clubes, e um dia será preciso que voltem as quadras.

Mas fora isso, na visão dele, é importante a presença deles. Os jogadores possuem melhor desempenho quando sentem a energia vinda do público.

Ele contou um pouco sobre sua experiência no empreendedorismo. Quando se lidera uma equipe, é preciso passar a mentalidade de vencer. Isso faz com que todos os integrantes sejam cada vez melhores.

Johnson relatou sobre como investe. Ele gosta de analisar o track record da empresa nos últimos 4 ou 5 anos, se sua receita está crescendo, pra que direção a empresa vai, as perspectivas futuras da companhia e também as pessoas envolvidas, do CEO até as equipes de gestão.

Ele relatou quando era um jovem jogador de basquete na faculdade. Na época as duas maiores empresas era Adidas e Converse.

Ambas ofereceram contratos a ele por muito dinheiro. Nisso, a Nike que era iniciante, ofereceu a mesma quantia e até ações da companhia. Ele recusou a Nike, e se arrepende até hoje disso.

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EXPERT XP 2020 | Min. Paulo Guedes: Momento econômico brasileiro

O ministro da economia Paulo Guedes afirmou que os últimos 5 meses foram muito intensos para o governo.

No entanto, a crise politica abaixou graças a população que percebe o trabalho que o governo tem feito, como auxilio emergencial, credito para as empresas – estendendo o consumo privado, reforma da previdência, etc.

Durante a pandemia, não faltaram recursos para a saúde. Segundo o ministro, não ha problemas no aumento da divida publica para a saúde na situação de calamidade que vivemos, pois o mundo todo entende isso.

E também entende que isso pode se recuperar por meio das medidas fiscais.

Segundo Guedes, haverá um boom de 10 anos de contrato civil no Brasil. As classes mais baixas alcançarão a casa própria com juros mais baixos, onde a previsão é de 1 a 2 milhões de novos integrantes.

Ele ressaltou sobre o atual compromisso com o controle de gastos. Mas parte disso foi herdado pelo governo anterior, onde o descontrole levou o Brasil ao endividamento em “bola de neve”, derrubando taxa de câmbio e juros altíssimos.

A economia vive de expectativas sobre o futuro. Segundo ele, as três principais despesas foram sanadas em pouco tempo de governo: reforma da previdência, taxa de juros e funcionalismo público.

Despesas estas que estão controladas e que continuarão tendo controle futuramente. Mas o principal agente que vai destravar isso será o investimento privado.

A reforma tributaria pode ser interditada, e segundo ele a CPMF não entra, pois há amplas áreas de tributação ainda não exploradas, como o comércio eletrônico e transações de pagamentos.

E resumiu que haverá sim impostos sobre dividendos. E o imposto PJ vai cair. Os atuais 35% devem cair para média mundial próxima de 20%.

Segundo Guedes, “fizeram o teto (de gastos) mas não as paredes”, para conter os gastos com a previdência e com o funcionalismo.

E reforça que sempre ha a vontade econômica de executar, mas não há o auxilio politico necessário. E finalizou que não sairá do governo tão cedo.

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EXPERT XP | Liderança em tempo de crise

Guilherme Benchimol, CEO da XP Inc. comentou sobre a 2ª onda do Covid. O desafio foi grande para trazer proteção a toda equipe, trazendo junto uma nova forma de trabalho para o modelo de negócio.

Além disso, houve um lado social importante, com a causa de ajudar as pessoas na miséria, engajando os clientes a trazer cada vez mais esse sentimento de ajudar o próximo.

Segundo José Galló, CEO das Lojas Renner, numa situação como esta da pandemia, é fundamental que a companhia desse todo o suporte aos colaboradores, com um constante contato com líderes após migração para o home office, tentando manter o máximo da normalidade possível com mais de 600 lojas fechadas.

Carlos Brito, CEO da AB InBev, reforçou que a empresa em breve terá pontos de venda especiais para melhor acessibilidade ao cliente.

Segundo ele, ficou claro que, para resolver um problema como a pandemia, é preciso muita colobração, partindo de várias frentes – iniciativa pública e privada, ONGs, etc.

Brito questionou ao Benchimol sobre o aprendizado que a pandemia deixou. O CEO da XP Inc. respondeu que o maior legado foi que o mercado precisa muito menos de espaço físico do que o necessário, trazendo uma nova forma de trabalho, mais eficaz, agenda mais efetiva, além do aumento da qualidade de vida,.

Com as pessoas mais conectadas e o comprometimento com a companhia por parte dos colaboradores por meio do home office. Todo o ecossistema ficou muito melhor.

Brito reforçou que o pânico e o medo têm seu lado positivo, fazendo com que o trabalho em casa traga mais liberdade e empoderamento para as pessoas, e consequentemente mais eficiência e menos burocracia e disrupções internas.

Galló reforçou que o estilo de gestão também mudou. Foi preciso se adaptar à realidade da inovação.

Os treinamentos internos levavam para a complexidade, e hoje devem levar para a leveza. Isso também ajuda a trazer talentos inovadores e que respirem a empresa e seus clientes. Também reforça que é importante a empresa preparar os colaboradores para a resiliência e para a imprevisibilidade.

Benchimol finalizou que o maior segredo é sonhar grande e começar pequeno. Mas não deixar de parar a corrente do bem.

A crise não acabou e é importante cada um fazer sua parte. Brito também finalizou que continua otimista com o Brasil e que a empresa continuará acreditando em novos talentos e na “dor de dono” que cada um precisa ter.

E Galló conclui que o grande valor do país nos próximos anos serão as empresas. Ele comparou a crise com um furacão, que possui sua parte destrutiva, mas nunca deixa de ter energia. Isso fez com que as pessoas se redescobrissem no novo modelo que vivemos.

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EXPERT XP | Ray Dalio: “A mudança da ordem global: onde estamos e para onde vamos”

Segundo Ray, se olharmos a questão das taxas de juros, no longo prazo estamos caminhando para zero.

O fornecimento de credito aumentou, e isso faz com o que o valor da moeda diminua. Isso tem sido verdadeiro durante toda a historia.

Hoje há um atual conflito entre republicanos e democratas que possuem ideologias diferentes.

Economicamente falando, os democratas são mais liberais ou conservadores, fazendo com que isso se comunique a uma possível desigualdade de riqueza.

Os efeitos dos cortes tributários foram bons para o mercado de acoes global e principalmente o americano.

Ele reforça que existem 4 guerras ocorrendo atualmente: comercial, tecnológica, geopolítica e também uma possível guerra de capital. Isso implica todas as dimensões globais.

Segundo ele, para investimentos, é imprescindível a diversificação – de ativos, de países, de moedas, etc. Ela faz com que elimine mais o risco. É difícil dizer qual o melhor investimento.

Se isso fosse fácil, todos comprariam o mesmo investimento e ganhariam dinheiro. Ele reforça também que os EUA esta arriscando seu status de moeda reserva, com o constante desenvolvimento da China.

Hoje o dólar lhe permite comprar no mundo todo, sem restrição.

Sobre EUA e China, e importante entender as diferenças entre os países. A China e um pais moderno, bem gerenciado, com uma cultura forte e disciplinada.

Já os EUA e um pais individualista, onde cada um protege seus direitos, sua prosperidade e opiniões individuais.

Ele finalizou com um recado para novos empreendedores no mundo: menos sonho e mais realidade.

O sucesso se da em 5 etapas:

1 – Conheça as suas metas.
2 – Abrace seus problemas, fracassos, obstáculos e aprenda com eles.
3 – Sempre execute tudo aquilo que planeja.
4 – Não deixe o ego atrapalhar os seus percursos.
5 – Não trabalhe por dinheiro, pois ele não tem propósito. Faca com que o trabalho e paixão sempre andem juntos.

A Expert XP 2020 já começou!

O mercado financeiro se prepara todos os anos para o maior evento sobre investimentos no mundo, a Expert XP. Não é à toa que quando o evento presencial foi cancelado, por conta do agravamento dos casos da covid-19 no Brasil, todos nós lamentamos.

O evento vem se reinventando a cada ano, e a cada nova edição vai ocupando espaços ainda maiores na formação de assessores de investimentos e clientes.

Isso porque o evento tem uma agenda de conteúdos muito robusta, que vão de assuntos ligados à política, economia, inovação, produtos financeiros, até mesmo, conteúdos mais comportamentais, como resiliência, liderança e histórias de superação.

Felizmente a XP Investimentos, decidiu que não havia motivo para o evento não acontecer esse ano. Sendo assim, 2020 marca um novo ciclo para o evento. Sendo realizado pela primeira vez de forma 100% digital e gratuita.

Legado Digital

Quando os mercados internacionais foram abalados pelo início da crise do Coronavírus, durante a celebração do carnaval, o mercado sabia que sentiria os impactos.

Enquanto muitas instituições se esconderam, a XP decidiu fortalecer sua comunicação com seus clientes. Com uma agenda poderosa de lives com nomes como, Ministro Paulo Guedes, Howard Marks e Luis Stuhlberger.

Nascia assim um legado digital que daria espaço para que a Expert XP 2020 pudesse ser realizada.

Com propósito de melhorar a vida das pessoas, propósito da XP, o conteúdo sempre foi focado em como ajudar investidores, empreendedores e qualquer pessoa que buscasse conhecimento, a entender o cenário atual, se preparar para a retomada e se ajustar a um momento, sem precedentes em nossa geração.

Expert XP 2020

A mudança no formato não foi a única inovação da Expert XP 2020. O evento foi completamente reestruturado, passando a ter 5 dias de duração, stands virtuais, Hub 360, com conteúdo em todas as mídias em que a marca está presente, e claro, palestrantes que conversam diretamente com o momento atual.

Malala Yousafzai, Nassim Taleb, Adena Friedman, Ray Dalio e Magic Johnson são apenas alguns do nomes, que irão fazer parte da programação.

O intuito é levar conteúdo de qualidade, de forma democrática e com real impacto na vida das pessoas. Educação financeira sempre foi um dos grandes pilares da XP (a empresa nasceu focada em cursos sobre investimentos).

Por isso tornar acessível todo conhecimento dos maiores especialistas e cabeças pensantes, em um só evento e de forma gratuita, é algo que apenas a XP Investimentos faria no Brasil.

Conteúdo a um clique
Acompanhar todo o conteúdo disponível nesses 5 dias, , e que faça sentido pra você, requer planejamento. Existem diversos conteúdos simultâneos, com focos e abordagens diferentes, por isso faremos junto à BlueTrade a cobertura do evento nas redes sociais.

Você também pode se inscrever AQUI e conferir todo o conteúdo preparado pelo evento em uma plataforma, preparada exclusivamente para receber você. No site do evento você também encontra, a programação completa e detalhes exclusivos.

Esperamos por você nessa edição histórica do maior evento de investimentos do mundo!

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O fim do CDI! Uma nova era para os investimentos.

Hoje foi realizada a live “O fim do CDI! Uma nova era para os investimentos” com a presença de Guilherme Abbud, sócio-fundador da Persevera Asset Management, e apresentação de Marco Túlio Schiavinato, sócio e superintendente regional da BlueTrade e Eliseu Hernandez da área de Produtos e Alocação da BlueTrade.

Segundo Abbud, tivemos uma recessão de balanços. Durante anos, o Brasil viveu em investir se baseando em empréstimos, tanto o cidadão quanto os empresários.

Nisso, em 2015 gerou-se uma bolha de consumo, fazendo com que o Banco Central começasse a trabalhar educadamente em direção a meta.

Também reforçou que o CDI não voltará para altos patamares novamente. Na visão da asset, o CDI não deve voltar para acima de 4% a.a. nos próximos 5 anos.

Estamos vivendo um movimento transformacional no Brasil que, como país emergente, está vivendo um movimento de juros baixos semelhante a países desenvolvidos.

Abbud também reforça que pode haver a recuperação em V ou U. Porém, o pequeno e médio empresário não vai sentir isso de forma espontânea.

Nos EUA, quando a Bolsa sofre queda, sua Renda Fixa se contrapõe e tem bons retornos. Porém, isso nunca funcionou Brasil durante as crises, a Bolsa e Renda Fixa sempre vão mal juntas, afetado por conta do câmbio. Isso se deve a alta dependência do investidor estrangeiro que sempre tivemos.

Mas isso tem mudado, pois o Brasil está com mais de R$360 bilhões de reservas internacionais, a maioria das empresas nacionais já transformaram suas dívidas em reais e a própria maioria dos investidores estrangeiros já estão fora do país.

Na visão dele, a correlação entre Bolsa e Renda Fixa começou a funcionar no Brasil, semelhante aos EUA. Também há o sentimento de deslocamento entre o mundo financeiro e a economia real.

A evolução da taxa de juros também foi grande, na redução de 14% a.a. para os atuais 2% a.a. nos últimos anos. O lucro das empresas devem “patinar” por um tempo, mas os investidores farão mais compras em Bolsa, acreditando no lucro futuro.

E a Bolsa sempre antecipa todo esse movimento de retomada.

Assista a live completa no link abaixo:

Sala de Espera (0:00)
Início (15:18)
Para onde vai a taxa Selic? (24:10)
Como ir além do corte de juros? (38:12)
Quais serão as próximas medidas adotadas pelo Banco Central? (45:27)
Recuperação em V ou em U, Qual será a do Brasil? (51:21)
Como investir nesse cenário (55:22)
Criação de uma carteira e Instrumentos de proteção (1:00:56)
Economia X Performance da Bolsa (1:08:10)
Revolução silenciosa da economia brasileira (1:13:29)
Considerações finais: Desapego do CDI e estratégia para sucesso na Bolsa (1:13:29)