WEBINAR VAREJO | Como se preparar para a nova era do varejo, com Magazine Luiza e XP Investimentos

• Segundo Fabrício, em 24 anos nunca se viu algo parecido. Porém a Magalu vêm se preparando com base em 3 pilares: saúde e segurança de clientes e funcionários, continuidade da operação e manutenção dos empregos.

• Os colaboradores da Magalu vêm trabalhando de segunda a domingo, a fim de tomar medidas de curto prazo (manutenção da operação) e médio/longo prazo (ecossistema digital voltado para o varejo).

• Há algum tempo a Magalu vêm com o propósito de digitalizar o Brasil. A empresa têm trabalhado com muita austeridade neste momento, a fim de preservar o caixa da companhia. Como medidas, a renegociação de aluguéis nas 1.148 lojas, compromisso de não haver nenhuma demissão neste momento, através da MP 936, dentre outras práticas.

• A reabertura das lojas Magalu serão de forma gradativa e segura, e a empresa tem se empenhado na segurança e proteção, com envio de kits, termômetro, alcool em gel, sistema de monitoramento, etc.

• Com mais de 20 mil pessoas que fazem parte da Magalu, mais de 2 mil são vendedores. A Magalu desenvolveu o Mobile Remoto, que permite os vendedores trabalharem direto de suas casas. Segundo Fabrício, as vendas surpreenderam as expectativas.

• A filantropia por parte do Magalu foi de 10 milhões por parte dos acionistas, mantendo a política de preservação do caixa.

• Houveram várias medidas de adaptação, como o grande aumento de produtos disponíveis com frete grátis, lojas varejistas tornando-se parceiras através do site e até o parceiro pessoa física, que pode montar sua própria lojinha e vender produtos através do site.

• Segundo Pedro Carraz, as operações atuais têm reabrido de forma gradual, por conta do protocolo de proteção. Hoje há 10% de shoppings abertos.

• Pedro também reforça que não teremos o mesmo patamar de venda do varejo físico que tinhamos antes do COVID-19 em curto prazo. A economia deve sofrer, alguns economistas com expectativa de PIB com retração de -4% a -5%.

• O método agora é se reinventar, se digitalizar e se ajudar, com campanhas promocionais, renegociações, para que o lojista tenha fôlego.

• A grande preocupação têm sido os pequenos varejistas e franqueados, que já possuem uma margem curta num cenário normal. Com a crise, essa camada têm sofrido mais. Nisso, muitos players vem procurando estar próximo do lojista, por meio de palestras e iniciativas de auxílio na profissionalização.

• Segundo Fabrício, a empresa está bem estocada, e grande parte da demanda da loja migrou para o digital. Segundo ele, 38% do que era vendido via e-commerce era retirado na loja, e boa parte passou a ser entregue ao consumidor. Ele não vê problema de falta de produto num médio prazo. Também houve diferença de performance dentre categorias (ex: Notebooks e Vídeo-Games, em que a demanda cresceu por conta do home office).

• Segundo Pedro, todas as mudanças que vem sendo feitas por varejistas nesta crise servirão de aprendizado no futuro. O corte de despesa temporário se tornará permanente, ajudando muito a empresa no longo prazo.

• Segundo Fabrício, após a pandemia teremos uma sociedade mais humana, solidária e colaborativa, e este será o principal legado.

Assista à transmissão completa na BlueTrade TV

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *